Alguns vereadores governistas de Mossoró rosnaram na sessão ordinária, desta terça-feira (30), contra setores da gestão do próprio governo municipal. O vira-casaca tem justificativa.
Nos intramuros, a guerra pelo voto e a busca pela reeleição estão colocando vereadores com nervo à flor da pele.
Os ataques sobram principalmente para alguns secretários, pressionados ao atendimento imediato de pleitos. Mais do que pedir, alguns vereadores exigem.
Por eles, algumas cabeças já tinham rolado.
Hoje, Wiginis do Gás (UB) e Didi de Arnor (UB) abriram o bocão.
Prefeito aguarda forte representatividade de outros partidos (Foto: 95 FM)
No próximo dia 22 (uma sexta-feira), o União Brasil (UB) de Mossoró vai realizar evento político preparatório às eleições municipais deste ano. Local e horário, além de outros detalhes, serão revelados em breve.
A informação em primeira mão foi dada pelo prefeito Allyson Bezerra, presidente local da legenda, em entrevista ao programa Meio-dia TCM, da 95 FM de Mossoró.
O UB deverá filiar 14 vereadores (veja lista abaixo), além de outros nomes de diversos segmentos e atividades.
O ato político terá também a participação de representações do PSD, PSB, Solidariedade, PSDB e também do Podemos, partido que será presidido em Mossoró pelo em ex-vereador Narcízio Silva.
Futura bancada do UB
Zé Peixeiro sai do Progressistas e vai pro União Brasil;
Ricardo de Dodoca sai do Progressistas e vai pro União Brasil;
Professor Francisco Carlos sai do Avante e vai pro União Brasil;
Lucas das Malhas sai do MDB e vai pro União Brasil;
Wiginis do Gás sai do Podemos e vai pro União Brasil;
Marckuty da Maisa sai do Solidariedade e vai pro União Brasil;
Didi de Arnor sai do Republicanos e vai pro União Brasil;
Genilson Alves sai do Pros e vai pro União Brasil;
Raério Araújo sai do PSD e vai pro União Brasil;
Costinha sai do MDB e vai pro União Brasil;
Gideon sai do Cidadania e vai pro União Brasil;
Edson Carlos sai do Cidadania e vai pro União Brasil;
Marrom Lanches sai do Democracia Cristã e segue para o União Brasil;
Tony Cabelos sai do Progressistas e vai pro União Brasil.
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Francisco Carlos conversa com Allyson, debutando no governismo Foto: Cézar Alves)
O vereador Francisco Carlos (Avante) participou no final da manhã desta quarta-feira (21), da primeira reunião como integrante da bancada governista. O encontro foi no Palácio da Resistência (veja AQUI), com o prefeito Allyson Bezerra (Avante).
Desde o fim do ano passado que o parlamentar reeleito em 2020 pelo PP, em campanha ao lado da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP), começou o ritual da conversão.
Em maio último, ele deixou a liderança da bancada da oposição, em decisão consensual com os remanescentes desse bloco.
É o último vereador reeleito pelo grupo da ex-prefeita Rosalba Ciarlini, em 2020, a deixá-la para trás. Ricardo de Dodoca (PP), Tony Cabelos (PP), Didi de Arnor (Republicanos) e Zé Peixeiro (PMB) desembarcaram antes no governismo.
Não sobrou uma única voz do rosalbismo na Câmara Municipal de Mossoró.
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A deputada estadual Eudiane Macedo (PV) falou em pronunciamento na sessão desta terça-feira (28), na Assembleia Legislativa, sobre a situação da RN-117, que dá acesso ao município de Governador Dix-Sept Rosado.
Ela informa que recebeu pedido do vereador mossoroense Didi de Arnor (Republicanos) para requerimento, junto ao Governo do Estado, com objetivo de pedir recuperação da via.
No vídeo do Blog Diário Político do jornalista Vonúvio Praxedes, você vê o estado deplorável da estrada, que há alguns meses foi denominada Rodovia Milton Marques de Medeiros, mas não recebeu atenção merecida. A situação da via põe em risco a vida de quem trafega e prejudica o escoamento de produção que precisa utilizar o trajeto.
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O plenário da Câmara Municipal de Mossoró aprovou, nesta terça-feira (23), o Projeto de Lei Ordinária do Executivo (PLOE) 09/2021, que autoriza o Poder Executivo a abrir crédito adicional, tipo suplementar, no Orçamento do Município para o exercício de 2021. Foram 12 votos favoráveis, numa votação carregada de tensão provocada por parte dos vereadores governistas, que tentaram sabotar votação.
Didi deu um voto decisivo acima das diferenças políticas; Gideon saiu às pressas (Fotomontagem BSV)
Foi graças a um ex-governista que se intitula “independente”, Didi de Arnor (Republicanos), que o governo municipal conseguiu assegurar os votos necessários, pois sem esse aval legislativo até a folha de pessoal estaria comprometida de legalmente ser paga, mesmo com recursos em caixa.
Os vereadores Cabo Tony (Solidariedade), Gideon Ismaias (Cidadania), Paulo Igo (Solidariedade), Costinha (MDB) e Isaac da Casca (DC) não estavam em plenário. A oposicionista Marleide Cunha (PT) também não estava na hora de se computar votos. Houve até quem saísse apressadamente à proximidade da votação.
O que é a PLOE 09/2021
Baseado na Lei 4.320/64, o valor do crédito suplementar é de R$ 64 milhões. O Executivo explica, na justificativa ao projeto, que o município sofreu impactos, com despesas não previstas e especificadas no orçamento de 2021.
Elenca R$ 13,3 milhões de Despesas de Exercício Anterior (DEA); R$ 816 mil de Indenizações a fornecedores e prestadores de serviços diversos; R$ 29,6 milhões pagos através de bloqueios judiciais para pagamentos de funcionários demitidos, fornecedores e prestadores de serviços diversos.
Também R$ 9,3 milhões de valores pagos no combate à pandemia de Covid-19 a fornecedores e prestadores de serviços de saúde; R$ 4,8 milhões de pagamento de precatórios; R$ 6,7 milhões para folha de pagamento referente à parte do 13º de 2020, valores fixos e variáveis de dezembro de 2020.
“Os valores destacados, quando somados, atingem a cifra de R$ 64,6 milhões que, malgrado (apesar de) não estejam contemplados no orçamento de 2021, foram pagas e projetaram, por extensão, desequilíbrio orçamentário nas contas municipais”, diz a mensagem ao Projeto de Lei Ordinária do Executivo (PLOE) 09/2021.
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Os vereadores Zé Peixeiro (Progressistas) e Didi de Arnor (Republicanos) instituíram a bancada da minoria na Câmara Municipal de Mossoró, segundo eles, em alternativa às bancadas de governo e de oposição.
Zé Peixeiro e Didi de Anor não se adaptaram ao novo governismo (Foto: Edilberto Barros)
Eles requereram a criação do novo bloco à Mesa Diretora, na sessão ordinária desta quarta-feira (20). O pedido foi admitido pela Presidência da Casa, com base no artigo 48 da Lei Orgânica.
Assim, o vereador Zé Peixeiro passa a ser líder da minoria no Legislativo. Ao evocar essa condição, terá direito diferenciado à palavra nas sessões, equivalente às lideranças do governo e da oposição.
Em caso de ausência, será substituído pelo vice-líder, Didi de Arnor. “O bloco da minoria terá orientação de independência”, assegura Zé Peixeiro. Ele e Didi são dissidentes da bancada governista atual. Foram reeleitos no arco de alianças do rosalbismo em 2020, formado em apoio à então prefeita não reeleita Rosalba Ciarlini (PP).
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O vereador Zé Peixeiro (PP) teve um papo reto com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).
Vai mesmo se afastar do governismo por ter plano de ser candidato a deputado estadual.
Zé tem planos que batem de frente com o governo municipal atual (Foto: Edilberto Barros)
Não há espaço para seu projeto no governismo, ficou claro. O prefeito dará apoio a outro nome, ainda não definido no sistema.
No último dia 25 de agosto, essa página praticamente antecipou o novo caminho de Zé Peixeiro (veja AQUI). Na sessão ordinária da Câmara Municipal no dia 24, na tribuna, ele sinalizava em discurso a insatisfação de estar na bancada. Mandou recado.
Rosalbista de origem, Zé Peixeiro é o segundo vereador agregado ao novo governo após as eleições de 2020, saído das bases da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que não se encaixa por lá.
Antes, Didi de Arnor (Republicanos) já tinha tido dificuldade de adaptação e voltou ao sistema original – veja AQUI.
A bancada do governo na Câmara Municipal passa a contar com 17 dos 23 vereadores, em face da saída de Zé Peixeiro.
À semana passada, Lucas das Malhas (MDB) fez caminho inverso, da oposição para o governismo (veja AQUI).
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Na manhã desta quinta-feira (16/09), em entrevista a repórter Elizângela Moura da Rádio TCM 95 FM, o vereador Lucas das Malhas (MDB) anunciou sua nova definição política: sai da oposição para a bancada governista.
Prefeito Allyson e Lucas são originários do mesmo bairro e espaço geopolítico em Mossoró (Foto: Elizângela Moura)
“Eu disse que iria analisar os seis primeiros meses de gestão para poder me posicionar. Nesses seis meses sempre tive bom diálogo com o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) e hoje eu vejo que Mossoró caminha a passos largos no rumo do desenvolvimento”, afirmou (…). “Somos lá do Alto São Manoel, somos do mesmo bairro e o Alto São Manoel tem muito a ganhar com essa união e estamos aqui para contribuir no que for preciso”, detalhou o parlamentar.
Família de rosalbistas
A repórter Elizângela Moura questionou o que verdadeiramente levou ao vereador a fazer parte agora da situação. “Sempre me mantive como independente, mas nesse momento oportuno decidimos no nos posicionar dessa forma e justamente por isso porque tenho percebido o grande trabalho que o prefeito tem feito em Mossoró”.
Lucas das Malhas disse ainda que seus pedidos de interesse público vinham sendo atendidos pelo executivo municipal.
Antes da decisão, ele conversou com pessoas próximas, como amigos, eleitores e sua avó, a ex-vereadora Maria das Malhas (PSD).
Com a confirmação do vereador Lucas na bancada, o governismo no legislativo conta agora com 18 vereadores.
Outros quatro compõem a oposição (Francisco Carlos-PP, Larissa Rosado-PSDB, Didi de Arnor-Republicanos e Marleide Cunha-PT) e um está no Bloco Independente (Pablo Aires-PSB).
Nota do Blog Carlos Santos – Lucas e sua família são de rosalbistas históricos.
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O vereador rosalbista Didi de Arnor (Republicanos) tem tido dificuldades de se adaptar ao governismo mossoroense atual.
Mesmo compondo sistema do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), para onde foi puxado pelo denominado “G6 (Grupo dos 6 – veja AQUI), ele parece deslocado na bancada e no governo.
Compreensível. Os tempos e o inquilino do Palácio da Resistência são outros.
Não se engane, não se engane… tem tudo para ficar onde sempre esteve. Do outro lado.
E o prefeito mossoroense não deve colocar nenhuma dificuldade nisso.
O vereador Lucas Venâncio Magalhães (MDB), o “Lucas das Malhas”, conseguiu decisão favorável do juiz da 34ª Zona Eleitoral (Mossoró), Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, às suas contas de campanha em 2020.
O magistrado rejeitou parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) que apresentou arrazoado à rejeição de suas contas. Nessa terça-feira (9), ele prolatou decisão favorável ao vereador que obteve 1.849 votos para seu primeiro mandato.
Entretanto, foram aprovadas “com ressalvas”, mas reconhecendo que “as falhas/irregularidades apresentadas não comprometem a regularidade da prestação de contas”.
Lucas fazia parte do elenco de quatro vereadores com pareceres contrários do MPE. Além dele, Didi de Arnor (Republicanos), Genilson Alves (Pros) e Cabo Tony Martins (Solidariedade).
Porém, todos obtiveram decisão favorável (veja AQUI e AQUI).
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Genilson, Tony e Didi: aprovados (Fotomontagem do BC)
Do Blog da Chris e Blog Carlos Santos
O juiz Vagnos Kelly Figueiredo de Medeiros, da 34ª Zona Eleitoral (Mossoró), julgou aprovadas as contas de campanha dos vereadores Genilson Alves (Pros) – veja AQUI, Tony Fernandes (Solidariedade) e Didi de Arnor (Republicanos) nessa segunda-feira (7), após publicação mostrando que o trio e Lucas das Malhas (MDB) – veja AQUI – tinham recebido pareceres contrários do Ministério Público Eleitoral (MPE).
Nas decisões do magistrado, apenas Tony Fernandes teve aprovação “com ressalvas”. Veja abaixo:
“(…) Assim sendo, com fundamento nas razões de fato e de direito acima delineadas, em dissonância com o parecer do Ministério público Eleitoral e Órgão Técnico do Juízo, julgo APROVADAS COM RESSALVA as contas apresentadas por TONY MAGNO FERNANDES NASCIMENTO, nos termos do art. 74, caput, inciso II, da Res. TSE nº 23.607/2019, por compreender que as falhas apontadas não comprometem a regularidade das contas”.
Já Lucas das Malhas ainda não teve julgado seu processo.
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O denominado G6 (grupo de seis vereadores eleitos e reeleitos ano passado em Mossoró) ganhou marra. E, dependendo das conversas de bastidores, poderá se transformar no G9 ou mesmo G10, numa mistura de governistas e oposicionistas.
Liderado pelo vereador reeleito Genilson Alves (Pros), que era oposicionista na legislatura passada, o grupo tentou emplacar presidência do legislativo e não vingou, dia 1º de janeiro último. Mas, se mantém intacto e com possibilidade de crescimento, para ter maior poder de negociação com o Palácio da Resistência.
Por enquanto, a relação está tensionada e ninguém fala em ser oposição. Pelo menos por enquanto. Existem interlocutores entre as partes buscando afinação, para dissipar qualquer mal-entendido político.
O bloco foi composto originalmente pelos vereadores reeleitos Genilson Alves e Didi de Arnor (Republicanos), além dos eleitos Gideon Ismaias (Cidadania), Edson Carlos (CIDADANIA), Isaac da Casca (DC) e Omar Nogueira (Patriotas). Outros vereadores passaram a participar de reuniões, fechando com eles, caso de Naldo Feitosa (PSC).
Na campanha municipal, os vereadores Genilson e Didi estavam respectivamente nos palanques de Isolda Dantas (PT) e Rosalba Ciarlini (PP).
“Ninguém está contra o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade)”, desabafa um vereador ouvido pelo Blog Carlos Santos. O interesse é que ocorra uma via de diálogo com o governo, facilitando demandas da bancada.
Veremos.
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O prefeito eleito Allyson Bezerra (PP) teve um dedinho de prosa com o grupo de seis vereadores que se autodenominam “G6” (veja AQUI). É formado por dois reeleitos e quatro novatos à próxima legislatura.
Afinação à vista.
O bloco é composto com os vereadores reeleitos Genilson Alves (Pros) e Didi de Arnor (Republicanos), além dos eleitos Gideon Ismaias (Cidadania), Edson Carlos (CIDADANIA), Isaac da Casca (DC) e Omar Nogueira (Patriotas).
Na campanha municipal, os vereadores Genilson e Didi estavam respectivamente nos palanques de Isolda Dantas (PT) e Rosalba Ciarlini (PP).
Os demais também não fizeram parte da Coligação Muda Mossoró do então candidato Allyson Bezerra.
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O “chapão” montado pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o líder de seu grupo, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, praticamente antecipou a derrota de boa parcela dos atuais vereadores governistas que tenta a reeleição.
Sob a esperança de montagem de uma nominata com vários nomes fazendo “esteira” à vitória deles, sete vereadores que já eram governistas resolveram desembarcar na legenda – o Partido Progressista (PP). Por lá já estava um companheiro de bancada: Francisco Carlos.
Rosalba e o deputado federal Beto Rosado comemoraram mais sete vereadores no partido (Foto: cedida)
Como o Blog Carlos Santos chegou a antecipar bem antes do fim do prazo de filiações dos vereadores, em 3 de abril, as desistências do projeto de reeleição deverão ocorrer naturalmente. Matemática simples mostra isso.
Uma, duas, três desistências? Pode ser até mais. Porém é quase certo, que entre os 21 atuais vereadores em atuação na Câmara Municipal de Mossoró, haverá desistência de projeto à reeleição – apontava a postagem sob o título desistência e desistência à Câmara Municipal, no dia 14 de março último (veja AQUI).
O Progressistas precisará ter, com sua nominata cheia com 32 candidatos, quase 44 mil votos cumulativamente para eleger sete nomes e brigar pela oitava vaga na contagem das sobras (entenda o regramento clicando AQUI).
PSD fez três
Tomando-se por base o que ocorreu nas eleições de 2016, e pelo que se viu ser formado ainda nessa fase de pré-campanha, esse fenômeno é praticamente impossível.
Em 2016, o quociente eleitoral foi de 6.421 votos e ainda existia o instituto da coligação na proporcional. Agora, não. Cada partido tem sua nominata própria.
O partido que obteve mais votos àquele ano, o PSD, elegeu três vereadores – Tony Cabelos, Maria das Malhas e Emílio Ferreira. O PSD alcançou 13,70% dos votos válidos – 18.473.
No PP, o seu chapão acomoda Francisco Carlos, Tony Cabelos, Emílio Ferreira, Ricardo de Dodoca, Zé Peixeiro, Manoel Bezerra, Alex Moacir e Flávio Tácito. Os outros seis governistas estão espalhados em cinco siglas.
Sandra Rosado e Aline Couto no PSDB, Rondinelli Carlos no PL, Maria das Malhas no PSD, Didi de Arnor no Republicano e Izabel Montenegro no MDB.
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Fechado o ciclo de mudanças partidárias no dia passado, a Câmara Municipal de Mossoró ganha nova configuração interpartidária, sem que tenha ocorrido, mesmo assim, qualquer alteração na relação de forças governismo x oposição.
O prazo para troca de legenda terminou na sexta-feira (3), cumprindo a legislação. É uma “janela” para que o pré-candidato à reeleição ou a prefeito, não tenha perigo de ficar inelegível pela mudança.
O Portal do Oeste cedeu essa fotomontagem com identificação dos vereadores e respectivos partidos
A prefeita Rosalba Ciarlini (PP) manteve seus 14 vereadores, agora com menor distribuição partidária. Inclusive, aumentou sua bancada de um para oito parlamentares no Partido Progressista, sua legenda. Porém, um detalhe: todos já lhe eram fieis. Não puxou ninguém adversário.
Na oposição também houve alteração no mosaico de siglas, mas os oposicionistas continuam no total de seis vereadores e ainda existe quem se auto-intitula de “independente” – João Gentil (Rede).
Onze partidos
A Câmara Municipal de Mossoró ficou com seus 21 vereadores distribuídos entre 11 partidos:
Partido Progressista (PP) – 08;
Democratas (DEM) – 2;
Partido Social Democrático (PSD) – 2;
Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) – 2;
Movimento Democrático Brasileiro (MDB) – 1;
Partido Liberal (PL) – 1;
Republicanos – 1;
Partido Republicano da Ordem Social (PROS) – 1;
Partido dos Trabalhadores (PT) – 1;
Partido Verde (PV) – 1;
Rede – 1.
Partidos
Ao todo, a atual legislatura (2017-2020) começou suas atividades com os 21 eleitos se abrigando em 16 legendas: PTC, PROS, PSB, PP, PMB, PPL, PV, PRTB, PT, DEM, PR, e PHS com um vereador. PSD, com três; PMDB, PRB e PMN com dois. A legislatura anterior (2013-2016) tivera início com 17 partidos.
Com o abre e fecha da “janela” de ontem, quem inflou de forma exponencial foi o PP que já tinha Francisco Carlos recebeu mais sete parlamentares. Veja:
Emílio Ferreira (ex-PSD);
Manoel Bezerra (ex-PRTB);
Flávio Tácito (ex-PCdoB);
Tony Cabelos (ex-PSD);
Alex Moacir (ex-MDB);
Ricardo de Dodoca (ex-Pros);
Zé Peixeiro (ex-PTC).
O PSDB passou de um para dois, com a chegada de Aline Couto para somar com Sandra Rosado. O interessante é que Aline era dirigente do Avante, tendo tido plena autonomia para montar sua nominata, mas acabou descartando a legenda para desembargar na legenda tucana.
Situações inusitadas
O PL vive uma situação bizarra: perdeu Ozaniel Mesquita para o DEM (que já tinha Petras Vinícius), mas ganhou Rondinelli Carlos (ex-PMN). A legenda deixa de ser oposição para ser governo na Câmara Municipal, apenas com troca de nomes..
Outra situação inusitada ocorre no PSD. O vereador e presidente partidário Raério Araújo manteve-se na sigla e viu Maria das Malhas continuar, mesmo sabendo que ele não lhe dará legenda à reeleição. Vale ser lembrado: o mandato é do partido. Raério é oposicionista, ela é governista. Maria encaixou o “plano b”: seu neto Lucas está no MDB.
No MDB, a presidente partidária e da CMM, Izabel Montenegro, tinha a companhia de Alex Moacir (que foi pro PP), tratando de montar nominata com outros nomes de bom potencial de votos.
O Republicanos, dirigido por Didi de Arnor, não sofreu alteração. O mesmo aconteceu com o PT com Gilberto Diógenes.
No Pros, já tinha ocorrido a saída do governista Ricardo de Dodoca para o PL. O oposicionista Genilson Alves deixou o PMN para ocupar o controle da legenda e manter assento na CMM.
O PV é outro enredo interessante. Teve um eleito em 2016, que foi o estreante João Gentil, que depois passou para o Patriota (onde ficou cerca de dois meses) e por fim desembarcou no Rede. O partido recupera cadeira na Casa com a filiação do oposicionista Alex do Frango, que estava no Partido da Mulher Brasileira (PMB).
Veja quadro de eleitos em 2016
Para ter uma visão ainda mais ampliada desse trabalho, exclusivo, veja quem foi eleito ou reeleito, partidos, votação e aqueles que já tinham ocupado vaga na Câmara Municipal e voltaram a esse poder, com o pleito de outubro de 2016:
– Zé Peixeiro (PTC) – 2.802 votos – Retorna à Casa
– Izabel Montenegro (PMDB) – 2.475 – Reeleita
– Tony Cabelos (PSD) – 2.375 – Primeiro mandato
– Alex Moacir (PMDB) – 2.291 – Reeleito
– Ricardo de Dodoca (PROS) – 2.171 – Reeleito
– Sandra Rosado (PSB) – 2.129 – Primeiro mandato
– Genilson Alves (PMN) – 2.104 – Reeleito
– Maria das Malhas (PSD) 2.041 – Retorna à Casa
– Francisco Carlos (PP) – 2.041 – Reeleito
– Alex do Frango (PMB) – 2.040 – Reeleito
– Flavinho Tácito (PPL) – 2.032 – Reeleito
– João Gentil (PV) – 1.991 – Primeiro mandato
– Emílio Ferreira (PSD) – 1.947 – Primeiro mandato
– Manoel Bezerra (PRTB) – 1.925 – Reeleito
– Isolda Dantas (PT) – 1.861 – Primeiro mandato
– Petras Vinícius (DEM) – 1.585 – Primeiro mandato
– Ozaniel Mesquita (PR) – 1.574 – Primeiro mandato
– Raério Cabeção (PRB) – 1.431 – Primeiro mandato
– Rondinelli Carlos (PMN) – 1.385 – Primeiro mandato
– Didi do Arnor (PRB) – 1.021 – Primeiro mandato
– Aline Couto (PHS) – 916 – Primeiro mandato.
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O Partido Republicano Brasileiro (PRB) realizará Dia de Filiações no próximo sábado (10). Acontecerá em auditório do Vitória Palace, no bairro Nova Betânia, em Mossoró, de 9 às 11h.
O presidente estadual da legenda, deputado federal Benes Leocádio, participará do evento.
Quem também estará presente é a deputada estadual Eudiane Macedo, que está migrando do PTC para a sigla.
A Comissão Provisória do PRB em Mossoró terá Rodrigo Bolão como presidente e Arlindo Fulgêncio como vice, indicação do vereador Didi de Arno (PRB).
No convite já divulgado em redes sociais e dirigido à imprensa, há supressão do nome do vereador Raério Araújo (PRB), praticamente descartado da legenda. Ele esperava ser o novo presidente, com a saída de João Fernandes de Medeiros, o “Fernandinho das Padarias”, no final de junho.
Modificações foram consensuais (Foto: Edilberto Barros)
As nove comissões temáticas da Câmara Municipal de Mossoró, para o biênio 2019-2020, estão formadas, com mudança na presidência de quatro colegiados.
As mudanças ocorreram de forma consentida, através de diálogo entre as bancadas, sem necessidade de eleição. As alterações são consideradas naturais, dada a natureza do novo biênio, que dispõe também de outra composição da Mesa Diretora da Casa.
Em quatro comissões (Educação, Cultura, Esporte e Lazer; Orçamento, Finanças e Contabilidade; Desenvolvimento Econômico e Turismo e Agricultura e Cooperativismo), não houve mudanças.
E, na Comissão de Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Público, ocorreu alteração entre os membros, mas o vereador Alex Moacir (MDB) continua na presidência.
Substituição
A deputada estadual Isolda Dantas (PT), ainda vereadora quando da composição, estava membro suplente de três comissões. A tendência é que, como a vaga pertence ao partido, os cargos sejam ocupados pelo vereador Gilberto Diógenes, que assumiu o mandato no último dia 31, com a renúncia da colega de legenda para ascender à Assembleia Legislativa.
Importância
As comissões temáticas, de caráter permanente, são responsáveis pela emissão de pareceres sobre projetos de lei e outras matérias legislativas correspondentes aos seus temas; realização e recepção de visitas técnicas, debate em plenário de assuntos aos quais estão vinculadas, entre outras atribuições.
COMISSÕES TEMÁTICAS – BIÊNIO 2019/2020
Comissão de Constituição, Justiça e Redação
Presidente: Aline Couto
Vice-presidente: Genilson Alves
Secretário: Sandra Rosado
1º Suplente: Rondinelli Carlos
2º Suplente: Gilberto Diógenes
Comissão de Orçamento, Finanças e Contabilidade
Presidente: Manoel Bezerra
Vice-presidente: Zé Peixeiro
Secretário: Genilson Alves
1º Suplente: Francisco Carlos
2º Suplente: Alex do Frango
Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Lazer
Presidente: Francisco Carlos
Vice-presidente: Petras Vinícius
Secretário: Aline Couto
1º Suplente: Didi de Arnor
2º Suplente: Ozaniel Mesquita
Comissão de Saúde e Meio Ambiente
Presidente: Ozaniel Mesquita
Vice-presidente: Emílio Ferreira
Secretário: Alex do Frango
1º Suplente: Aline Couto
2º Suplente: Sandra Rosado
Comissão de Desenvolvimento Social, Direitos e Deveres do Consumidor
Presidente: Alex do Frango
Vice-presidente: Aline Couto
Secretário: Sandra Rosado
1º Suplente: Petras Vinícius
2º Suplente: Flávio Tácito
Comissão de Planejamento, Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo, Obras e Serviços Públicos
Presidente: Alex Moacir
Vice-presidente: Emílio Ferreira
Secretário: João Gentil
1º Suplente: Genilson Alves
2º Suplente: Alex do Frango
Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo
Presidente: Genilson Alves
Vice-presidente: Raério Cabeção
Secretário: Sandra Rosado
1º Suplente: Rondinelli Carlos
2º Suplente: Alex Moacir
Comissão de Agricultura e Cooperativismo
Presidente: Rondinelli Carlos
Vice-presidente: Raério
Secretário: Didi de Arnor
1º Suplente: Gilberto Diógenes
2º Suplente: Zé Peixeiro
Comissão de Defesa dos Diretos Humanos da Mulher, da Criança, do Adolescente, do Idoso e da Pessoa com Deficiência
Presidente: Petras Vinícius
Vice-presidente: Gilberto Diógenes
Secretário: Sandra Rosado
1º Suplente: Aline Couto
2º Suplente: Francisco Carlos
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A delicada convivência entre a presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Izabel Montenegro (MDB), e a também governista Sandra Rosado (PSDB), chegou ao nível da ruptura.
Izabel determinou corte de propaganda da Casa em veículos de comunicação controlados por Sandra, que vinham tendo prioridade nessa rubrica de gastos do Legislativo.
No Diário Oficial da Federação dos Municípios do RN (FECAM/RN), edição do dia 12 (veja AQUI), consta também exoneração da CMM de gente ligada à parlamentar do PSDB.
Já outros vereadores governistas são favorecidos com nomeações, como Edson Duarte (PRB), o “Didi de Arnor”, e Aline Couto (PHS).
O enredo tem mais capítulos.
Nota do Blog – Estranho é a não-utilização do Jornal Oficial do Município (JOM) para veiculação de atos burocráticos tão importantes.
P.S (12h28) – A Câmara Municipal de Mossoró esclarece que utiliza o Jornal Oficial do Município (JOM) para publicação dos seus atos administrativos, mas que, em razão da veiculação às quartas e sextas-feiras, também o faz no Diário Oficial das Câmaras Municipais do Estado do Rio Grande do Norte, que possui periodicidade diária e absoluto amparo legal. Muitas vezes, aliás, os mesmos atos são publicados nos dois veículos, o que só reforça e reafirma o compromisso do Poder Legislativo de Mossoró com a lisura e a transparência na sua conduta administrativa. Já em relação às nomeações de vereadores mencionados, tratam-se de substituições de assessores dos gabinetes parlamentares, cuja decisão é privativa de cada edil, sem iniciativa da Presidência.
Câmara Municipal de Mossoró
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A Prefeitura Municipal de Mossoró apresentou, na manhã desta segunda-feira (09), o projeto arquitetônico de sede própria para a Câmara Municipal, em solenidade realizada no Salão de Grandes Atos do Palácio da Resistência.
A sede própria da Câmara contará com área de construção de quase 7 mil metro quadrados, 23 gabinetes, 65 vagas cobertas de garagem, auditório para 178 pessoas, plenário com capacidade para 151 pessoas nas galerias, além de lanchonetes, elevadores, banheiros, e salas para diversos setores.
A vereadora-presidente da Câmara Municipal, Izabel Montenegro (PMDB), destaca que o principal objetivo da sede própria é deixar de ter custo de mais de R$ 1,3 milhão só com aluguel a cada legislatura, a cada dois anos. Não foi divulgado o custo final da construção.
Viabilização
Após aprovação do projeto arquitetônico, o próximo passo será o orçamento e, posteriormente, a viabilização dos recursos. Não há previsão para que as obras sejam iniciadas.
A cerimônia histórica contou com participação da prefeita Rosalba Ciarlini, vice-prefeita Nayara Gadêlha, secretários municipais Aldo Fernandes (Planejamento), Kátia Pinto (Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos), Aglair Abreu (Comunicação Social) General Eliéser Girão (Segurança Pública, Defesa Civil, Mobilidade Urbana e Trânsito) Lahyre Rosado Neto (Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Agricultura e Turismo), Karine Ferreira (Procuradora Geral); presidente da Previ-Mossoró, Elviro Rebouças; vereadores Izabel Montenegro (presidente da Câmara), Aline Couto, Maria das Malhas, Didi de Arnor, Emílio Ferreira, Sandra Rosado, Flávio Tácito, Ricardo de Dodoca, Tony Cabelos, Alex Moacir e Manoel Bezerra.
Com informações da Prefeitura Municipal de Mossoró.
Decidido. A vereadora reeleita Izabel Montenegro (PMDB) será a candidata do bloco rosalbista (governismo) à Presidência da Câmara Municipal de Mossoró, à tarde do dia 1º de janeiro, após a posse dos vereadores eleitos-diplomados como ela.
– Vamos atrás de outros votos – comentou há poucos minutos em conversa com o Blog.
Em nova reunião hoje pela manhã com a futura bancada, no Sítio Cantópolis, a prefeita eleita-diplomada Rosalba Ciarlini (PP) e seu marido Carlos Augusto Rosado avalizaram o nome de Izabel.
Sem Sandra Rosado
O endosso dos demais vereadores eleitos por esse grupo, como ocorrido ontem (veja AQUI), foi reiterado.
A ausência notada foi da vereadora eleita em primeiro mandato, ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). A justificativa é de que está em Natal, onde passou por pequena cirurgia na mão, evitando retornar para nova reunião. Ela concorria com Izabel.
Participaram da reunião Carlos Augusto Rosado, Rosalba Ciarlini, além dos vereadores Izabel Montenegro, Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PP), Maria das Malhas (PSD), Didi de Arnor (PRB) e Ricardo de Dodoca (PROS). Todos apoiam Izabel Montenegro
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Às 10 horas de hoje no Sítio Cantópolis (propriedade dos herdeiros do falecido governador Dix-sept Rosado, em Mossoró), lideranças rosalbistas reuniram vereadores eleitos para definição de um nome à disputa à Presidência da Câmara Municipal (biênio 2017-2018).
O líder rosalbista, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, estimulou votação entre os sete vereadores presentes. O placar foi de 5 x 0 pró-Izabel Montenegro (PMDB), na disputa com a ex-deputada federal Sandra Rosado (PSB). As duas não votaram.
Izabel diz que não cria dificuldades ao entendimento (Foto: Walmir Alves)
Mas a questão não ficou fechada. Amanhã, no mesmo horário e local, outra reunião vai acontecer. Os mesmos participantes vão decidir sobre um nome no governismo à disputa no próximo dia 1º.
O Blog conversou há poucos minutos com a vereadora reeleita Izabel Montenegro sobre o assunto.
Vamos ao que interessa:
A maioria de seus colegas fez uma escolha por seu nome à Presidência. É uma situação consolidada e irreversível?
– Houve a votação e fiquei lisonjeada com a preferência. Mas não serei obstáculo ao entendimento. Amanhã resolveremos e respeitarei a decisão da maioria.
A senhora veta algum nome?
– Não tenho dificuldade com qualquer um dos outros vereadores.
Participaram da reunião Carlos Augusto Rosado, Rosalba Ciarlini, além dos vereadores Izabel Montenegro, Sandra Rosado, Alex Moacir (PMDB), Francisco Carlos (PP), Maria das Malhas (PSD), Didi de Arnor (PRB) e Ricardo de Dodoca (PROS).
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Inicialmente o “Grupo dos 12” era formado por 13 vereadores eleitos, com acordo firmado à disputa da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Mossoró. Encolheu, mas continua majoritário.
Com manifesto lançado hoje (veja AQUI), com reforço ao nome do vereador reeleito Alex do Frango (PMB) à Presidência da Casa, no pleito interno do próximo dia 1º de janeiro, esses vereadores apostam em vitória sobre o governismo.
Contudo nos bastidores, o rosalbismo começou a agir.
Gentil
Dois vereadores novos, como Didi de Arnor (PRB) e João Gentil (PV), esse ligadíssimo ao ainda prefeito Francisco José Júnior (PSD), ficaram de “pensar” sobre o manifesto e candidatura de Alex do Frango.
Gentil é o que surpreende, haja vista que fez uma campanha toda vinculada ao prefeito e foi seu auxiliar no Governo, além de ter amizade muito próxima com Francisco José Júnior. Era (ou ainda é) do então Grupo dos 13.
Vale lembrar que a Câmara é formada por 21 vereadores e a prefeita eleita e diplomada Rosalba Ciarlini (PP) saiu em desvantagem numérica nas urnas, em termos de Legislativo.
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