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Encontro Internacional do Observatório da Energia Eólica está definido

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A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) sediará em Mossoró, no período de 09 a 11 de dezembro de 2025, o IV Encontro Internacional do Observatório da Energia Eólica, evento realizado pelo Laboratório de Estudos Costeiros e Áreas Protegidas (LECAP), sob a coordenação dos professores Rodrigo Guimarães de Carvalho e Fábio Ricardo Silva Beserra.

A rede de pesquisa do Observatório da Energia Eólica nasceu há aproximadamente 15 anos com os primeiros estudos sobre os impactos da expansão das energias renováveis no Ceará e no Rio Grande do Norte, e a realização de eventos como esse possibilita fortalecer os debates acerca do tema.

O evento ocorrerá de forma híbrida, com atividades remotas e presenciais. No dia 11 de dezembro, por exemplo, acontecerá uma visita técnica à Reserva de Desenvolvimento Sustentável Estadual Ponta do Tubarão, localizada entre os municípios de Macau e Guamaré.

Com uma programação diversificada, o encontro abordará desafios, perspectivas e inovações no setor das energias renováveis para o Brasil e o semiárido brasileiro. Alguns dos destaques da programação serão a professora Wanessa da Silva Gomes, da Universidade de Pernambuco, que fará a palestra de abertura abordando sobre os impactos de usinas eólicas na saúde de comunidades, e a professora Angeles Barral  Muñoz, da Universidad de Huelva (Espanha), que apresentará as mudanças no uso e ocupação da terra na Espanha provenientes da expansão da produção de energias renováveis.

O evento é voltado para aqueles que se interessam pela temática, além de alunos, pesquisadores, gestores públicos e sociedade civil. As inscrições são gratuitas e estarão abertas em breve, podendo ser feitas pelo site: //observatoriodaenergiaeolica.ufc.br.

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Estado e Instituto Senai apresentarão estudo sobre eólica no RN

Produção de energia eólica off-shore é novo nicho econômico para o RN (Foto: ilustrativa)
Produção de energia eólica off-shore é novo nicho econômico para o RN (Foto: ilustrativa)

O governo do Rio Grande do Norte, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC), e o Instituto Senai de Inovação em Energias Renováveis (ISI-ER) apresentam, nesta quarta-feira (06), o estudo “Avaliação de estratégias locacionais para o desenvolvimento de infraestruturas de transmissão de energia no suporte ao setor eólico offshore do estado do Rio Grande do Norte.” É um mapeamento inédito no Brasil que aponta  as áreas mais promissoras para escoamento da energia dos futuros complexos eólicos offshore (no mar).

O estudo será detalhado a partir das 14h no auditório da Governadoria. Os principais resultados serão disponibilizados ao público em uma plataforma online (//webmapisi-er.onrender.com/), que também será apresentada no evento.

A energia eólica offshore é a “energia dos ventos” gerada a partir de turbinas instaladas no mar. De acordo com informações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), há, atualmente, 10 projetos cadastrados para o estado à espera de licenciamento.

Detalhamento

O estudo que será detalhado nesta quarta-feira considera fatores técnicos, ambientais, econômicos e sociais relacionados à implantação da infraestrutura necessária para que a energia prevista nesses empreendimentos consiga se conectar à rede e chegar ao público consumidor.

Em nota, os pesquisadores que atuam no projeto ressaltaram que o estudo é considerado chave para discussões e decisões relacionadas ao planejamento da infraestrutura energética do estado necessária à operação dos novos parques, assim como para o desenvolvimento de políticas públicas, para futuras análises de licenciamento e investimentos do setor. 

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Energia eólica e presidência da Petrobras dão chances de ouro para RN

Do Blog Tio Colorau

desde 2009 o Brasil aumentou a geração de energia eólica, alcançou o 8º posto no ranking mundial e como a região Nordeste concentra 80% dos parques (Foto: Canindé Soares)
RN tem destaque nacional e mundial na produção de energia eólica (Foto: Canindé Soares)

O Rio Grande do Norte tem uma oportunidade de ouro para obter relevante crescimento econômico nos próximos anos. Somos o maior produtor nacional de energia eólica, e temos na presidência da Petrobrás uma pessoa muito ligada ao estado – ex-senador Jean-Paul Prates (PT).

O cavalo está passando selado. A energia limpa que produzimos nos afiança a receber generosos investimentos estrangeiros, por ser muito bem vista na comunidade internacional. Resta agora aos nossos políticos arregaçarem as mangas. Cuidem!

O Rio Grande do Norte produz, por mês, 7,43 GW de energia por meio de eólicas, o que corresponde a 30,2% da produção nacional a partir dessa matriz. O consumo de energia no estado é de pouco mais de 1 GW/mês. Temos energia sobrando, literalmente.

Leia também: RN tem potencial bilionário para investimento em energias renováveis.

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Jean-Paul Prates aponta os caminhos da Petrobras no RN

Saldo da visita do presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, à unidade RN-CE com sede em Natal, na sexta-feira (3), pode ser resumido em três diretrizes que farão parte dos planos estratégicos da estatal, e que serão objeto de análise da diretoria em momento oportuno.

Prates esteve na sede da Unidade RN/CE, em Natal (Foto: divulgação)
Prates esteve na sede da Unidade RN/CE, em Natal (Foto: divulgação)

É isso o que pensa Prates:

1 – Permanência da Petrobras no Rio Grande do Norte.

2 – Qualificação da Unidade de Negócios de Exploração e Produção do RN e CE (UN-RN/CE) como sede para operações de geração de energia no mar (offshore), em especial energia eólica.

3 – Perfuração, delimitação e produção no campo de Pitu, localizado na costa do RN, e continuação das atividades exploratórias na Bacia Potiguar.

Em auditório lotado por trabalhadores e gestores da petroleira, Jean Paul Prates confirmou a suspensão das transferências involuntárias dos funcionários da estatal em todo país.

Foi a primeira visita do presidente da Petrobras ao RN, estado que representou como senador nos últimos quatro anos.

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RN tem potencial bilionário para investimentos em energia renovável

Notícia muito interessante e que diz respeito ao futuro do RN, em especial, divulgada pela rede CNN:

Com cerca de 30 parques eólicos e mais de 325 eaerogeradores, João Câmara é destaque nacional (Foto: reprodução)
Com cerca de 30 parques eólicos e mais de 325 eaerogeradores, João Câmara é destaque nacional (Foto: reprodução)

A empresa de consultoria McKinsey estima que o mercado de energia renovável deverá movimentar mais de US$ 124 bilhões no Brasil até 2040, sendo US$ 20 bilhões apenas em hidrogênio verde.

O país possui fontes de energias renováveis em abundância, como a solar e a eólica.

Empresas já começaram a apostar na produção nacional de hidrogênio verde.

A petroquímica Unigel investiu R$ 120 milhões na construção da primeira fábrica para a produção do insumo. (CNN Brasil).

Nota do Canal BCS – Só nas primeiras semanas deste ano, 14 parques eólicos começaram a operar no RN em Lajes, Pedro Avelino, Jandaíra, Caiçara do Rio do Vento e Pedra Preta. Sâo 579,6 MW em potência instalada. Esses municípios e região passam por grande impacto econômico e social a olhos vistos.

O Rio Grande do Norte detém cerca de 32% de potência eólica no Brasil em cerca de 240 empreendimentos. Chegamos a 7,43 GW de potência instalada. E tem muito mais pela frente.

*Vídeo constante desta matéria é do Parque Eólico Calangos em Rio do Fogo e Lagoa Nova, produção de  Canindé Soares.

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Lawrence defende mais atenção ao setor eólico

Mossoró e região precisam exercer maior protagonismo na indústria de energia eólica. A opinião é do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade). Ele abordou o tema, em pronunciamento na tribuna da Casa, na sessão de hoje (12).

Lawrence vê necessidade de foco em legislação (Foto: Edilberto Barros)
Lawrence vê necessidade de foco em legislação (Foto: Edilberto Barros)

Segundo o parlamentar, a economia do Rio Grande e de Mossoró está diante de janela histórica. “Semana passada, o Governo Federal lançou o Plano Decenal de Expansão de Energia, que prevê investimentos de R$ 3 trilhões no setor até 2031”, informou.

Para aproveitar essas e outras oportunidades, Lawrence defende ajuste na legislação municipal, a fim de tornar Mossoró mais atrativa para empresas do setor.

O vereador se refere à atração de fornecedoras de bens e serviços para usinas eólicas, cuja instalação aumentou 19% Rio Grande do Norte em 2021, com destaque para Serra do Mel e Touros.

“É inegável a importância de setores tradicionais da economia, como fruticultura, sal e petróleo, mas há outros potenciais a serem desenvolvidos em Mossoró e região. E a energia eólica, que já é uma realidade no Estado, tem potencial gerar muitos mais empregos e divisas no Oeste”, observa.

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Redepetro diz que RN não pode perder “janela de oportunidades”

O novo ciclo do petróleo no Rio Grande do Norte, iniciado com a saída da Petrobras e a chegada de novas empresas, abre janela histórica de oportunidades para a cadeia produtiva no Estado. A avaliação é do presidente da Associação Redepetro RN, Gutemberg Dias, feita na audiência pública sobre impactos da venda dos ativos da Petrobras no RN, nesta quinta-feira (17), na Assembleia Legislativa.

Dias acha que o momento é para o RN não errar como antes (Foto: Redepetro/RN)
Dias acha que o momento é para o RN não errar como antes (Foto: Redepetro/RN)

Segundo ele, o Rio Grande do Norte perdeu oportunidade semelhante, quando do início da exploração da energia eólica, há alguns anos. Mas tem a chance de fazer diferente no novo cenário do segmento onshore (produção e exploração de petróleo em terra). De preferência, se estimular o protagonismo de empresas locais no fornecimento de bens e serviços para os novos operadores dos campos ex-Petrobras.

“Precisamos atrair novos negócios e fortalecer atuais, principalmente empresas daqui, para aproveitar esse novo momento. Quando vieram as energias renováveis, nós perdemos o trem com relação a atrair indústrias para gerar bens e serviços para esse cenário das renováveis”, disse Gutemberg Dias.

“Então, para esse novo cenário que a gente tem do petróleo, a gente tem que pensar dessa forma, fazer chamamento das gestões estadual e municipais. Ou seja: é dada uma nova oportunidade e nós precisamos pensar em atrair novos negócios que forneçam para essa cadeia”, apontou.

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Fátima Bezerra passa governo a vice para cumprir missão na Dinamarca

Com um aperto de mãos e votos de boa sorte, a governadora Fátima Bezerra (PT) transferiu o comando do Governo do Estado para o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB), e embarcou nesse domingo (07) à noite para uma agenda administrativa de três dias na Dinamarca, voltada para os negócios na área de energias renováveis. Em Copenhague, a governadora terá reuniões com representantes da Agência de Energia da Dinamarca, da Dansk Industri (Federação das Indústrias) e de empresas interessadas em investir no Rio Grande do Norte.

Antenor Roberto assumiu governo das mãos de Fátima Bezerra, nesse domingo (Foto: Sandro Menezes)
Antenor Roberto assumiu governo das mãos de Fátima Bezerra, nesse domingo (Foto: Sandro Menezes)

“A expectativa desta viagem é muito boa. Vamos trazer investimentos para gerar mais empregos para o povo do Rio Grande do Norte”, disse Fátima, que antes da transmissão do cargo teve uma reunião reservada com o vice. “Com certeza, o Rio Grande do Norte estará em boas mãos, como sempre.” Esta é a terceira viagem ao exterior da governadora em missão oficial.

Noruega

No dia anterior ao embarque, Fátima recebeu do senador Jean-Paul Prates e do secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaime Calado, que estão em missão oficial na Noruega, a confirmação de que a empresa Scatec Solar vai investir R$ 1,6 bilhão no projeto Mendubim para geração de energia limpa. A instalação da planta solar vai gerar 532 MW de energia em seu pico e deve criar 1.200 empregos durante a fase de implantação, no município de Assu.

No primeiro semestre deste ano, o RN captou R$ 6,56 bilhões em contratos para energias renováveis e caminha para fechar o ano com cerca de R$ 13 bilhões em 2021.

Líder nacional em potência instalada (6,0 Gigawatts) em eólica, sendo o principal gerador e exportador dessa fonte para o Sistema Elétrico Nacional, o RN tem uma matriz energética composta por 87% de fontes renováveis e um potencial ainda não explorado de geração de energia offshore (no mar) estimado em 140 gigawatts.

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Gigante do setor eólico assina protocolo de intenções no RN

A Maersk Training Brasil, parte da gigante dinamarquesa do setor de logística A.P. Miller – Maersk e maior empresa de treinamentos profissionais para a indústria de energia eólica do mundo, assina nesta terça-feira (26), às 9h, em Natal, um protocolo de intenções. Assim, ela vai se instalar no Habitat de Inovação do Hub de Inovação e Tecnologia (HIT) do Serviço Nacional da Indústria (SENAI-RN). MaerskTrainingLogoRGB-1518009633

A empresa terá como foco principal no complexo o desenvolvimento de soluções na área de educação e qualificação profissional para o setor eólico, em convergência com o Senai.

O escritório em Natal será a primeira base da empresa na região Nordeste e o primeiro em inovação da Maersk no Brasil.

A companhia será a segunda a desembarcar no Habitat de Inovação do Senai-RN. A primeira, também neste mês, foi a CTG Brasil, uma das líderes no país em geração de energia limpa.

Programação

A programação nesta terça-feira incluirá apresentações, tour pelos laboratórios do HIT e assinatura do protocolo de intenções. Estarão presentes o diretor da Maersk Training no Brasil, Patrick Modolo, e a gerente de desenvolvimento de negócios, Keila Torres.

O HIT do Senai-RN está localizado na na Av. Capitão-Mor Gouveia, 2770 – Lagoa Nova, Natal.

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Multinacional tem unidade científica de referência em Mossoró

Estação Experimental da empresa em Pau Branco (Mossoró) com especialista atuando in loco (Foto: reprodução BCS)
Estação Experimental da empresa em Pau Branco (Mossoró) com especialista atuando in loco (Foto: reprodução BCS)

Por Josivan Barbosa

Pouca gente sabe, mas a empresa multinacional Rijk Zwaan possui uma estação experimental instalada na comunidade rural de Pau Branco, localizada a cerca de 30 km da sede do município.

A empresa é referência mundial em pesquisas com melhoramento genético de sementes de melão e melancia, exatamente nossos dois principais produtos da pauta de exportação de frutas para a Europa e outros continentes.

A Rijk Zwaan ao contrário de outras multinacionais que se instalaram aqui na região, mantém ha mais de uma década uma estação experimental bem equipada e com pesquisas de ponta no cenário internacional com melhoramento de sementes, principalmente melão e melancia.

Vejamos abaixo alguns materiais genéticos que a empresa está colocando no mercado e que nos interessa muito como principal região produtora e exportadora de melão e melancia do país.

  • A Rijk Zwaan é uma empresa holandesa de criação e produção de sementes, com sede em De Lier, na província do Sul da Holanda. Com uma participação de 9% no mercado, a Rijk Zwaan é a quarta empresa de melhoramento vegetal do mundo.

Melão Piel de Sapo

Dentro desse grupo a  Rijk Zwaan possui como novidade as variedades Mesura e  Flechaverde. Ambas podem ser cultivadas para atender o mercado espanhol. O Piel de Sapo para exportação varia de 1,2 kg até 2,5 kg, enquanto que o material para o mercado espanhol varai de 3,6 kg a 3,8 kg. Há uma tendência do mercado espanhol se adaptar aos tamanhos que são comercializados em outras do mundo.

Outros materiais genéticos do grupo Piel de sapo de excelente qualidade produzidos pela Rijk Zwaan são: Bravura, Finura, Dolsura Minithor, sendo este último resistente a oídio e pulgão.

Melão amarelo (originalmente conhecidos como valenciano amerelo)

A novidade nesse segmento é o melão amarelo com costelas (a exemplo do charentais e do cantaloupe italiano) denominado de Rubial, visando o mercado italiano. A empresa também acaba de revelar mais duas outras variedades para o Norte da África (Marrocos e Argélia) que são a Azilal e  Ketchal.

Ainda em se tratando de melão amarelo, a Rijk Zwaan trabalha com as variedades Yeral, Pekín, Ducral, Hasdrubal (tardia), Yacal (ciclo mediano), Crucial e Gladial para atender os produtores e exportadores da Espanha, Brasil e América Central onde se trabalha com frutos que apresentam em média 1, 5 kg.

Melão Gália (originalmente da região de Gália – Israel)

A empresa destaca como novidade material genético que ela denomina de “pronto para comer”, onde a colheita é facilitada pela mudança de coloração da casca do melão de verde para amarelo, com um teor de açúcar acima de 12 graus brix (conteúdo de açúcar).

Melões de polpa alaranjada: Charentais e Cantaloupe

Neste segmento de melão a Rijk Zwaan apresenta como novidades os materiais genéticos: Echabi e Dibango. O portfólio da empresa já conta com os melões charentais de longa vida: Zinasol (ciclo curto), Paniol (ciclo mediabno) e  Frivol (ciclo tardio).

Eólicas no mar

Ainda deve demorar um pouco para que os projetos de energia eólica no mar do RN possam se tornar realidade. O problema é que a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) deve aguardar o amadurecimento de uma regulação específica para o setor, o que deve acontecer em 2022.

Por ora, a recomendação da área técnica da agência aos diretores é aguardar a criação das regras para a operação no mar antes de emitir o chamado despacho de requerimento de outorga (DRO), primeiro documento que autoriza a geração de energia.

Além das autorizações da Aneel, os projetos precisam do aval de outros órgãos, como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), a Superintendência de Patrimônio da União (SPU) e a Marinha. Tais autorizações podem acontecer em paralelo ao trâmite na Aneel e dizem, por exemplo, sobre o local de instalação das usinas – domínio público – e seu impacto ambiental e no tráfego marítimo.

IFRN

Mossoró não será contemplado com uma unidade autônoma do IF. O município está fora do projeto do MEC que cria novos IFs por desmembramento, a exemplo do que ocorreu na Paraíba no Governo FHC quando a UFPB foi desmembrada e foi criada a UFCG.

No projeto de lei o MEC prevê a criação de dez novos institutos federais de ensino profissional e tecnológico no país. Não haverá abertura de vagas para estudantes, ampliação do corpo docente ou instalação de laboratórios. A proposta do MEC é desmembrar institutos existentes e vincular parte da rede atual em novas sedes. O plano abrange nove Estados: São Paulo (duas sedes), Paraná, Pará, Pernambuco, Bahia, Ceará, Paraíba, Maranhão e Piauí.

Como serão institutos novos, pelo menos no papel, o futuro comando de cada unidade será escolhido diretamente pelo governo sem o tradicional processo de escolha dos reitores – eleição direta entre professores, funcionários e estudantes.

Cada novo instituto deverá ter um reitor, cinco pró-reitores, chefes de gabinete e assessores especiais. A despesa adicional com essa reconfiguração é estimada em R$ 80 milhões por ano – R$ 8 milhões por sede.

A rede atual é composta por 38 institutos federais, dois centros de educação tecnológica, o Colégio Pedro II. São 643 campi e pouco mais de 1 milhão de alunos.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

Nova rede elétrica alcança dois municípios da Costa Branca

Nova rede de média tensão com 5,8 quilômetros de extensão (Foto: Cosern)
Nova rede de média tensão com 5,8 quilômetros de extensão (Foto: Cosern)

A Cosern concluiu a construção de uma nova rede de média tensão com 5,8 quilômetros de extensão entre Areia Branca e Serra do Mel, na região da Costa Branca.

A obra beneficiou cerca de oito mil famílias em Serra do Mel e nas praias de Redonda, Ponta do Mel, do Rosado e de São Cristóvão, além de unidades de saúde e empresas de energia eólica e solar instaladas na região.

No novo trecho de rede elétrica entre os dois municípios, a Cosern instalou dois equipamentos telecomandados que possuem uma tecnologia que diminui o tempo de reestabelecimento do fornecimento de energia elétrica de duas horas, em média, para menos de 60 segundos.

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Empresa de energia eólica promete investir R$ 6 bilhões no RN

Dirigentes da AES Brasil e equipe de governo conversaram virtualmente (Foto: Sandro Menezes)
Dirigentes da AES Brasil e equipe de governo conversaram virtualmente (Foto: Sandro Menezes)

O Rio Grande do Norte, líder nacional em energia eólica em terra com mais de 5 gigawatts de potência instalada, acaba de atrair mais um importante investimento para o estado. Trata-se da AES Brasil, uma das maiores companhias privadas do segmento de geração de energia no Brasil.

A companhia apresentou nesta segunda-feira (21), importante projeto voltado para os municípios de Lajes, Angicos, Pedro Avelino e Fernando Pedroza, região do chamado Sertão Central.

Com investimento inicial de R$ 6 bilhões e previsão de iniciar a construção já no segundo semestre, o Complexo Eólico Cajuína vai gerar 900 postos de trabalho durante a fase construção das obras e, após essa etapa, irá contratar equipes de manutenção e operação para atuarem no complexo.

A empresa atua há 20 anos no Brasil com investimentos em energia hídrica, solar e consolida a atuação no Rio Grande do Norte com o investimento em energia eólica.

Presidente da AES Brasil, Clarissa Sadock participou virtualmente da apresentação à governadora Fátima Bezerra (PT), vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) e alguns auxiliares. Sadock esteve acompanhada dos diretores Rodrigo D’Elia, Anderson de Oliveira e José Antônio Martins, gerente de relações institucionais.

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RN sem recuperação de crédito

Tesouro nacionalPor Josivan Barbosa

O Estado do Rio Grande do Norte continua em condição delicada junto ao Tesouro Nacional no tocante ao risco de crédito no Sistema de Classificação (CAPAG).

No Nordeste, os Estados de Pernambuco, Piauí e Bahia tiveram avanço na classificação de risco. Os três estados tiveram elevação de C para B, o que indica situação de solvência fiscal, tornando-se habilitados a tomar empréstimo com aval do Tesouro.

A elevação das notas dos estados nordestinos ocorreu antecipadamente porque eles apresentaram ao órgão central pedido de antecipação do cálculo da Capag, normalmente divulgado entre julho e agosto. Para tanto, eles anteciparam o envio de seus demonstrativos de contas anuais e dos seus balanços.

Agora, resta ao RN esperar pela classificação definitiva que será publicada no segundo semestre. As perspectivas não são boas, pois o nosso RN não tem cumprido com parcelas de empréstimos, as quais estão sendo pagas pelo Tesouro.

Indústria do calcário

Sempre defendemos neste espaço que o Rio Grande do Norte deveria avançar na atração de empresas para a exploração da indústria do calcário. Agora vem a boa notícia de um grande investimento nesse setor de uma multinacional da indústria de cimento.

A empresa Cementos La Union implantará o projeto ABG Mineração com quase 3000 ha de área sob reserva (veja AQUI).

PPP longe de Mossoró

Com um orçamento cada vez mais limitado, as gestões municipais iniciadas neste ano reforçaram suas apostas nas parcerias público-privadas para melhorar a oferta de serviços à população.

De janeiro até a semana passada, os prefeitos novos ou reeleitos avançaram em 132 projetos de concessão ou parcerias. Mas, aqui na Terra de Santa Luzia o gestor municipal limita-se a usar os recursos do Programa de Financiamento à Infraestrutura e ao Saneamento (FINISA), acreditando que são infinitos e não pensa em novos projetos para fazer a diferença em relação aos últimos gestores. É uma gestão doméstica e limitada ao feijão com arroz da gestão pública na nossa região.PPPs - Parceria Público-Privado (PPP), união, grupo, quebra-cabeça

Durante a semana, num ato surpreso nesses tempos de ajuste fiscal, o prefeito resolveu criar duas novas secretarias, contemplando mais cargos e mais despesas de custeio (veja AQUI).

Esperamos que o gestor municipal abra os olhos para a importância da equipe na elaboração de bons projetos de PPP.

Projetos de eficiência energética, iluminação pública, água e esgoto, resíduos sólidos e mobilidade urbana são os mais comuns na relação das PPPs em prefeituras de médio e grande porte do país. As dificuldades orçamentárias atuais e a demanda por melhores serviços, faz com que a intensificação das parcerias passe a ser um caminho sem volta.

Um bom exemplo da importância das PPPs está acontecendo no município do Recife. O prefeito do Recife, João Campos (PSB), lançou neste mês um programa com o objetivo de captar R$ 1 bilhão em parcerias estratégicas com a iniciativa privada – entre investimentos e pagamento de outorgas – até 2024.

A principal dificuldade do nosso município que não é diferente dos demais é a falta de experiência da equipe de gestores em PPPs – nenhum contrato foi assinado até hoje – e a escassez de recursos humanos para elaborar projetos, preparar editais, conversar com o mercado ainda são assuntos estranhos para a gestão municipal.

Energia Eólica no Brasil e no RN

Em 2020, a energia gerada pelos ventos se tornou a segunda principal fonte da matriz elétrica brasileira, atrás apenas da hidrelétrica. Os 713 parques eólicos instalados hoje em 12 Estados abastecem o equivalente ao consumo mensal de 28,8 milhões de residências. São 19 Gigawatts (GW), que correspondem a 11,2% da capacidade instalada do país.

O Rio Grande do Norte é o segundo Estado da Federação em número de parques eólicos com 183 unidades e a Bahia é o primeiro com 196. Em capacidade instalada o nosso RN lidera com 5266,20 MW, seguido da Bahia com 5094,70 MW instalados.

Um exemplo do potencial do nosso Estado na energia eólica é o Parque Rio do Vento construído pela Casa dos Ventos que começa a operar no segundo semestre. Quando estiver em plena carga, Rio do Vento será um dos maiores complexos eólicos do mundo, com 1.038 MW de capacidade instalada.

Diante desses números, o Nordeste se consagra como região exportadora de energia para o resto do país, principalmente, o Sudeste onde estão concentradas as indústrias.

Um ótimo exemplo da importância do Nordeste é o da Engie que tem quatro conjuntos eólicos em operação no Brasil – um no Ceará e três na Bahia. Também está implantando o conjunto eólico Santo Agostinho (RN).

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) estuda novas expansões da malha interligada, para assegurar conexão melhor entre a região Nordeste, principal produtora de energia eólica e solar, e o Sudeste, onde ocorre a maior carga.

Engenharia de Energia

Temos defendido neste espaço que a Ufersa deveria reativar o curso de Engenharia de Energia fechado na gestão passada, sob frágeis argumentos e contrário à evolução da matriz energética do Semiárido que a cada dia avança para o viés da sustentabilidade, onde o papel do engenheiro de energia, profissional que atua na geração e distribuição de energia passa a ser de importância ímpar. Assim, o fechamento do curso se deu na contramão desse avanço. Ainda há tempo de se fazer a correção de rumo.

Um exemplo claro da importância do engenheiro de energia é o que está projetado para a nossa região nos próximos anos.

Nova fronteira da energia eólica, a geração marítima está no radar dos gestores públicos e privados. A fonte consta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE), documento anual em que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) indica perspectivas nacionais no horizonte de dez anos. Existe potencial para abastecer o país com 700 Gigawatts (GW) a partir da Zona Econômica Exclusiva, em locais com até 50 metros de profundidade, segundo o estudo “Roadmap Eólica Offshore Brasil”. Metade das áreas favoráveis fica na região Nordeste.

Várias empresas estão com projetos prontos, à espera da definição do marco regulatório e do momento adequado para investir. O  Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA)  já recebeu pedidos de licenciamento ambiental para 20 empreendimentos em sete Estados, que somam uma oferta de aproximadamente 40 GW.

A Petrobras solicitou ao Ibama a licença ambiental para instalação do projeto-piloto de uma torre eólica offshore no campo de Ubarana, litoral do Rio Grande do Norte. Com 5 MW de potência nominal, ela será conectada através de um cabo submarino elétrico-óptico à plataforma de Ubarana 3 e terá equipamentos para mensurar o potencial da região, já estimado em 140 MW no RN e CE. O objetivo da empresa é desenvolver conhecimento na atividade, que pode eventualmente ser aproveitada para a eletrificação de plataformas de petróleo.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Beto Rosado integrará duas comissões estratégicas em Câmara

Beto: bandeiras de mandato (Foto: assessoria)
Beto: bandeiras de mandato (Foto: assessoria)

O deputado federal Beto Rosado (Progressistas) vai integrar duas importantes comissões na Câmara dos Deputados. Em 2021, o parlamentar será membro titular na Comissão de Minas e Energia e membro suplente na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.

As comissões temáticas da Câmara dos Deputados são responsáveis por avaliar os projetos de lei de cada área, antes que os projetos sejam votados pelo conjunto de deputados no plenário da casa legislativa.

Bandeiras

Segundo o deputado, as comissões escolhidas tratam de assuntos que são bandeiras do seu mandato e que possuem grande relevância para a economia produtiva do Rio Grande do Norte.

“O RN é o maior produtor de energia eólica e o maior exportador de melão. As energias renováveis, a fruticultura e o petróleo fazem parte do nosso cotidiano, gerando emprego e renda para o povo potiguar”, diz Beto.

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Natal cai 9 posições entre municípios mais ricos do país

Com R$ 23,8 bilhões, Natal tem o 40º maior Produto Interno Bruto (PIB) entre os municípios brasileiros em 2018. No ano anterior, a capital potiguar estava na 31ª posição. Esse é um dos resultados do PIB dos municípios 2018 cuja elaboração é do IBGE e do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (Idema) do Rio Grande do Norte.

Dos nove municípios que superaram a cidade do Sol em 2018, a única capital é Vitória-ES (R$ 26,3 bilhões). Os três municípios que estão imediatamente à frente de Natal são: Camaçari-BA (R$ 23.822 bilhões), São José dos Pinhais-PR (R$ 24,1 bilhões) e Caxias do Sul-RS (R$ 24,6 bilhões).

Capital potiguar teve recuo em relação a cidades interioranas da região Sul e até do Nordeste (Foto: Canindé Soares)

Entre os cem maiores PIBs municipais, apenas a capital representa o Rio Grande do Norte no ranking. O PIB natalense corresponde a 0,34% de tudo que municípios brasileiros produzem.

O Produto Interno Bruto (PIB) é o total de bens e serviços finais de um país, estado ou município. Também pode ser explicado como a soma dos valores adicionados pelas diversas atividades econômicas acrescida dos impostos sobre produtos e serviços.

Nordeste

Das capitais do Nordeste, Fortaleza-CE (R$ 67 bilhões), Salvador-BA (R$ 63 bilhões), Recife-PE (R$ 52 bilhões) e São Luís-MA (R$ 33 bilhões) têm PIBs maiores do que a capital potiguar.

Com o avanço de Camaçari-BA, Natal tem o sexto maior PIB entre os municípios da região. Mossoró (R$ 6,5 bilhões), na 23ª posição, e Parnamirim (R$ 5,1 bilhões), na 28ª, estão entre os 30 maiores PIBs do Nordeste.

No ranking dos 30 menores PIBs da região, o Rio Grande do Norte tem cinco municípios: Viçosa (R$ 17,2 milhões) é o terceiro menor; João Dias (R$ 21,6 milhões), o 11º; Monte das Gameleiras (R$ 24,5 milhões) fica em 24º lugar; Francisco Dantas (R$ 25,1 milhões), em 28º; e Taboleiro Grande (R$ 25,5 milhões), na 29ª posição.

No RN, cinco municípios concentram 57% do PIB

Natal, Mossoró, Parnamirim, Macaíba e São Gonçalo do Amarante são responsáveis por 57,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do Rio Grande do Norte. Essa é a quarta maior concentração do Nordeste e a 11ª do Brasil quando se soma os cinco maiores PIBs municipais por estado.

Em valores absolutos, os municípios com cinco maiores PIBs geraram R$ 38,5 bilhões em 2018. O grupo também concentra 46,2% da população potiguar. Os 167 municípios potiguares juntos somaram R$ 66,9 bilhões de PIB.

Bodó tira de Guamaré a posição de maior PIB per capita do estado

Com uma população de 2.250 pessoas em 2018, o PIB per capita do município de Bodó chegou a R$ 142.806,47. Esse é o maior PIB por pessoa entre os municípios norte-rio-grandenses e o 32º do Brasil. O grupo de atividades “eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação” é o que mais contribui para a economia bodoense.

O município de Guamaré passou a ter o segundo maior PIB per capita, do Rio Grande do Norte, com R$ 90.678,84. Na comparação com todos os municípios brasileiros, Guamaré tem o 86º maior PIB per capita municipal.

No Brasil, o PIB por pessoa é de R$ 33.593,82. Para obter esse resultado, divide-se o total do PIB pelo número de habitantes do país, estado ou município.

Energia eólica pesa em PIB

No Rio Grande do Norte, os dez maiores PIBs per capita são: Bodó, Guamaré, Parazinho (R$ 85.197,08), São Bento do Norte (R$ 71.914), Pedra Grande (R$ 65.310,13), São Miguel do Gostoso (R$ 44.082,85), Alto do Rodrigues (R$ 33.684,54), Pendências (R$ 32.065,62), Arês (R$ 31.547,93) e João Câmara (R$ 29.598,28).

Energia Eólica no RN, o Complexo Eólico Calangos no Seridó, da Iberdrola (Foto: Canindé Soares)

 

Desse grupo, sete têm suas economias baseadas em “eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação”, com destaque para a energia eólica. Outros dois municípios se destacam pela produção de camarão – Pendências e Arês. Apenas Guamaré ainda representa a indústria do petróleo nesse ranking.

Mudança de posição

O município de Carnaubais subiu 25 posições no ranking potiguar dos PIBs per capita municipais. O valor de R$ 15.370,65 garantiu a 41º lugar no RN em 2018. Em 2017, o município ocupava a 66ª posição.

Embora a administração pública ainda componha a maior parte do Produto Interno Bruto do município, a indústria extrativa passou a ser a segunda atividade mais importante em Carnaubais.

Por outro lado, Taipu (R$ 9.152,34) e Martins (R$ 9.018,77) perderam 22 posições no ranking entre 2017 e 2018. Em Martins, os valores da administração pública e dos serviços variam negativamente. Em Taipu, a agropecuária recuou.

Veja AQUI dados gerais do pais.

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Obras inacabadas seguem sendo ignoradas no RN

Por Josivan Barbosa

O Estado do Rio Grande do Norte ignora a existência de duas grandes obras inacabadas e que são fundamentais para o desenvolvimento de Mossoró e da região de Apodi. Trata-se da adutora Santa Cruz do Apodi e do projeto de irrigação Santa Cruz do Apodi. Os dois projetos já receberam recursos do Governo Federal acima de R$ 200 milhões.

A adutora é uma obra vital para assegurar a expansão urbana de Mossoró e o projeto de irrigação Santa Cruz do Apodi pode ser direcionado para a produção agroecológica e orgânica, o que pode ser tornar um grande diferencial para o Estado.

Mas, apesar da importância dos dois projetos, até o momento os nossos representantes em Brasília e o Governo do RN dão o silêncio como alternativa.

E o que mais nos impressiona é que nenhum prefeito ou vereador da região se pronuncia acerca dessa situação.Projetos parados II

As perspectivas para que o Governo Federal retome esses dois grandes projetos no próximo ano não são boas. Uma alternativa seria a união da Bancada Federal do Estado na alocação de duas emendas coletivas para a retomada dessas obras. Claro que a bancada em função das inúmeras necessidades de investimento no Estado não vai fazer isto por livre e espontânea vontade. Há necessidade de articulação política dos representantes dos municípios diretamente envolvidos com os projetos e das associações de produtores da região.

Projetos parados III

A conclusão do projeto de Irrigação Santa Cruz do Apodi pode ser decisiva para viabilizar o aumento da área plantada com frutos tropicais e decisiva na exportação de melão para a Ásia (notadamente Japão e China). O projeto prevê a disponibilização de mais de 3000 ha em plena condição de irrigação, o que representa cerca de 15% da área atualmente cultivada com melão no Polo de Agricultura Irrigada RN – CE.

Do ponto de vista estratégico no tocante à segurança hídrica o projeto é exemplar. Além da água da Barragem de Santa Cruz, o produtor pode usar como alternativa a água subterrânea que nessa região é obtida com investimentos relativamente viáveis.

Outro aspecto importante do projeto de Irrigação Santa Cruz do Apodi é que se direcionado para o modelo de produção agroecológica e orgânica passa a ser uma grande alternativa para atender a demanda crescente por esse tipo de produto nos diferentes mercados tanto do Sudeste, quanto o americano, europeu ou asiático.

Projetos parados IV

Durante muito tempo a população de Apodi e região chegou a se colocar contrária ao projeto de irrigação Santa Cruz do Apodi usando como argumento que o projeto seria,  a exemplo do DIJA (Distrito Irrigado Jaguaribe – Apodi), um grande usuário de agroquímicos que prejudicaria a agricultura familiar, notadamente a cadeia produtiva da apicultura. Com o modelo aqui proposto de direcionar a área para a produção totalmente sustentável a população passaria a abraçar o projeto o que facilitaria ainda mais o apoio da Bancada Federal.

Em resumo, uma alternativa está posta para a retomada dessa importante obra para o Médio Oeste do Rio Grande do Norte e para o Estado como um todo. Claro que precisamos de outras discussões, mas, se ninguém se colocar favorável a retomada do projeto, o Governo Federal não vai sentir a necessidade de priorizar.

Estrada do Melão

O Governo do Estado através da Secretaria Extraordinária para Gestão de Projetos e Metas de Governo e Relações Institucionais – SEGRI precisa explicar para a população porque resolveu priorizar a pavimentação do trecho da terceira etapa da Estrada do Melão, em detrimento da segunda etapa, já que na segunda etapa tem inúmeros médios e pequenos produtores de frutos que precisam escoar a produção, ao contrário da terceira etapa onde não há concentração de produtores de frutos e hortaliças.

Nós que trabalhamos no setor entendemos que a dificuldade do Governo do Estado está relacionada com problemas burocráticos de liberação dos trechos por parte dos proprietários. O problema é que esse tipo de informação não chega ao cidadão comum que necessita usar diariamente as estradas vicinais daquela região compreendida entre o município de Baraúna e a antiga Maisa.

A estrada do melão (terceira etapa) está sendo construída com recursos do empréstimo do Governo do RN junto ao Banco Mundial através do programa original RN Sustentável depois rebatizado de RN Cidadão.

O projeto original da Estrada do Melão previa a pavimentação de 72 km, sendo a primeira etapa (trecho da RN 013 a  altura do assentamento Lagoa de Salsa até a comunidade do Km 31 na BR 304) construída no Governo Vilma de Faria e parte da terraplanagem da segunda etapa (Trecho compreendido da BR 304 a altura da sede da antiga MAISA até a RN 015 após a sede do município de Baraúna) foi feita no final do Governo de Iberê Ferreira de Sousa e no final do governo de Robson Faria. A terceira etapa liga a RN 015 à comunidade de Boa Sorte na BR 437 (Estrada do Cajueiro).

As perspectivas são muito boas em relação à conclusão desse trecho ainda em 2020. A obra está em plena execução. Se a estrada do cajueiro não for construída, a terceira etapa da estrada do melão fica desconectada e perde muito a sua importância inicial, já que o principal atrativo dessa região é a indústria do calcário.

Energia eólica

A gigante da área de geração de energia AES coloca o pé no Rio Grande do Norte. A empresa fechou negócio na compra do complexo eólico do Grupo J. Mallucelli por R$ 650 milhões. Com capacidade de 187 megawatts (MW), o ativo já é operacional e ajudará a geradora a desenvolver um cluster eólico no estado, somando-se ao Projeto Cajuína, um “greenfield” de 1,1 gigawatt (GW) de potência.

Os novos ativos no Rio Grande do Norte têm toda sua energia comercializada no mercado regulado (ACR) por meio de um leilão de reserva. Os R$ 650 milhões da transação envolvem, além do valor dos parques, a assunção da dívida líquida do projeto, cujo saldo estimado é de R$ 201 milhões. A aquisição será financiada por meio da capacidade de endividamento adicional da companhia.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Multinacional de energias tem Mossoró como ponto estratégico

Clerc: nome de proa da Voltalia (Foto: Web)

A empresa transnacional francesa Voltalia, especializada em energias renováveis, transforma gradualmente Mossoró num centro de comando estratégico. Sébastien Clerc, CEO (principal executivo) do grupo, é a peça-chave dessa aposta crescente de negócios.

Há poucos dias, a Voltalia começou a fase de comissionamento das turbinas nos parques eólicos Ventos Serra do Mel 1 & 2 (VSM), localizados no município de Serra do Mel.

Os ativos fazem parte do cluster Serra Branca e têm capacidade de 291 MW.

Vinte países

A Voltalia foi criada em 2005 e está presente em 20 países, mas com capacidade de alcance e capilaridade em todo o mundo, oferecendo serviços na produção de energia renovável como a solar, eólica, hídrica e de biomassa.

No Brasil, ela atua no mercado livre e participa de leilões da União.

Há pouco tempo, ela adquiriu a empresa Helexia, outro braço deve ter atuação no mercado nacional. Na Europa, ela é voltada para a instalação de painéis solares.

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RN com toda energia traz terceira reportagem de série

A TV Tropical (Natal/RN, afiliada da Rede Record) apresenta a terceira reportagem da série “RN com toda energia”.

Neste vídeo, a jornalista Mara Godeiro revela que 26 empresas exploram energia eólica no Rio Grande do Norte.

A jornalista discorre sobre os efeitos de investimentos dessa energia limpa no estado, modificando a vida de muita gente e lugares até primitivos economicamente.

Veja primeira reportagem clicando AQUI;

Veja a segunda reportagem clicando AQUI.

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Energia eólica mostra enorme potencial do Rio Grande do Norte

A TV Tropical (Natal/RN, afiliada da Rede Record) faz série de reportagens sobre as energias produzidas no Rio Grande do Norte.

O material jornalístico começou a ser veiculado pela emissora, expondo de forma detalhada a matriz energética do Rio Grande do Norte.

Nesta segunda reportagem da série “RN com toda energia”, o destaque é para a energia eólica.

A jornalista Mara Godeiro mostra o enorme potencial energético do RN.

Veja a primeira reportagem da série clicando AQUI.

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Televisão do RN mostra série “RN com toda energia”

A TV Tropical (Natal/RN, afiliada da Rede Record) inicia série de reportagens sobre as energias produzidas no Rio Grande do Norte. O material jornalístico começou a ser veiculado pela emissora, expondo de forma detalhada a matriz energética do Rio Grande do Norte.

É uma grande viagem pelo estado, com o contexto histórico e explicação das segmentações, cadeia produtiva e geração de empregos, além de um diagnóstico socioeconômico.

Em foco também o incremento para o desenvolvimento das energias renováveis – energia solar e energia eólica – os parques que vem se multiplicando pelo território potiguar e as interligações com o sistema integrado nacional.

Na série,  há foco para a distribuição da energia elétrica: os avanços, a qualificação crescente, o uso da tecnologia a serviço do consumidor, as reduções consecutivas dos indicadores de interrupção.

Gás natural e campos maduros

Outra abordagem: A produção de gás natural no estado, bem como posicionamento estratégico em relação a gasodutos federais e o bom potencial de exploração de biomassa.

Em relação à extração do petróleo, a série tratará sobre a exploração dos campos maduros e a  produção off shore.

Os gargalos também vão entrar em discussão.

As reportagens começaram a ser veiculadas na programação da TV Tropical – Record TV, tendo a apresentação da jornalista Mara Godeiro.

O vídeo de abertura é reproduzido pelo Blog Carlos Santos nesta postagem.

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Empresa investirá R$ 350 milhões em 4 parques eólicos

Rio Grande do Norte receberá mais quatro parques eólicos na região do município de Touros. Com investimentos de R$ 350 milhões e 21 km de extensão de linhas de transmissão, o projeto do Complexo Eólico Gameleira, da CPFL Renováveis, foi apresentado nesta quinta-feira (16) à equipe do Governo do RN.

As obras devem ser iniciadas entre o final deste ano e o início de 2020, adiantou à governadora Fátima Bezerra, Fernando di Franco, superintendente de sustentabilidade da CPFL,

Além do Complexo Gameleira, os diretores da CPFL anunciaram também dez parques que estão em fase de obtenção de licença prévia para comercialização em 2019, com perspectiva de 300 MW instalados nos municípios de Pedra Grande, Parazinho e João Câmara.

A reunião contou ainda com a presença do vice-governador, Antenor Roberto (PCdoB); senador Jean-Paul Prates; do superintendente de engenharia, Júlio Lemos (CPFL); do diretor de engenharia e obras, Alberto Santos (CPFL); e de gestores estaduais: Manoel Marques (DER), Gustavo Coelho (Infraestrutura), Leonlene Aguiar (IDEMA); Jaime Calado, titular da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC) e alguns técnicos dessa pasta.

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Empresa portuguesa investirá mais de R$ 3 bi no RN

reunião foi hoje (Foto: Ivanízio Ramos)

Líder nacional no setor de energia eólica, o Rio Grande do Norte receberá mais investimentos para geração de energia limpa. A empresa portuguesa EDP Renováveis apresentou à governadora Fátima Bezerra (PT), nesta sexta-feira (03), o projeto de implantação de 20 parques nos próximos cinco anos no Estado.

Investimento deverá ser da ordem de R$ 3 bilhões.

A EDP foi a empresa vencedora dos últimos leilões promovido pelo Governo Federal para instalação e exploração de energia eólica no RN. O novo projeto prevê a construção de quatro complexos e 20 novos parques eólicos, chegando a cidades antes não beneficiadas.

Os municípios contemplados nesta etapa são Jandaíra, Touros, Lajes, São Tomé, Cerro Corá, Pedra Preta e Pedro Avelino.

A empresa já opera oito parques nos municípios de Parazinho, Jandaíra e Touros.

Presentes à reunião, além dos diretores da empresa, os secretários Carlos Eduardo Xavier (Tributação), Jaime Calado (Desenvolvimento), Werner Farkatt (diretor técnico do Idema) e Miguel Salustino, vice-prefeito de São Tomé.

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