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Após vexame de Consulta Pública, duplicação de BR pega novo caminho

Renan Filho recebeu governadora e sua delegação, num momento delicado e de vexame sobre duplicação (Foto: Fábio Duarte)
Renan Filho recebeu Fátima num momento delicado e de vexame sobre duplicação (Foto: Fábio Duarte)

O Governo Fátima Bezerra (PT) está com mais uma versão pública para assegurar que a duplicação da BR-304 (Natal-Mossoró) vai se concretizar rapidamente. Depois de divulgar em março último (veja AQUI) que a obra estava “garantida” pelo Governo Lula (PT), pegou atalho há poucos dias numa “Consulta Pública” oficial para priorizá-la, sem êxito. Porém, ontem, ocorreu outra reviravolta. Outro caminho.

Em audiência em Brasília com o ministro Renan Filho (MDB-AL), titular da pasta dos Transportes, houve anúncio de que dia 11 de agosto ele estará no RN para assinar ordens de serviço para projetos executivos para duplicação da BR-304.

Há poucos dias, a deputada estadual governista Isolda Dantas (PT) desencadeou mobilização para apoio à obra no programa Brasil Participativo, do Governo Federal, uma Consulta Pública nacional. Numa página on-line específica da Presidência da República, houve votação para iniciativas que a gestão Lula deve priorizar e outros políticos se manifestaram.

Descrédito

Acabou sendo um vexame para a parlamentar, pois a duplicação da BR-304 teve menos de cinco mil apoios. População potiguar ignorou o movimento. As sugestões mais avalizadas passaram de 90 mil votos (veja AQUI).

A culpa do insucesso, com certeza, não é especificamente da deputada. Mas, do pouco crédito que a classe política do RN tem, quando o assunto é duplicação da BR-304. A Reta Tabajara, no leito dessa rodovia, com apenas 16,4 km de extensão, à saída de Natal, está em obras há quase dez anos.

A pavimentação da “Estrada do Cajueiro” é luta para mais de 60 anos, com apenas 80 km, de Mossoró (comunidade rural do Jucuri) até o Ceará, ligando as BR-405 e 116. Alguém ainda lembra dela? Acompanhe aqui uma série de postagens de nossa página, a partir de 6 de junho de 2007. É apenas uma pequena mostra do que foi publicado: AQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUIAQUI e AQUI. Ufa!

Leia tambémDuplicação “garantida” da BR-304 vira “paredão” de Consulta Pública

Assinar ordens de serviço para projetos executivos é um alento, mas ainda muito distante da realidade. Dos projetos à chegada das primeiras máquinas e homens podemos ter outra eternidade. E por coincidência, a divulgação dessa novidade acontece logo após essa fanfarronada politiqueira da Consulta Pública.

Oremos.

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Falta ainda contarem mais uma da “Estrada do Cajueiro”

Ilustração - gargalhada
Ilustração – gargalhada

Estamos no dia 10 de março de 2023 e ainda não apareceu uma viva alma da política do RN falando em pavimentação da Estrada do Cajueiro, que liga o RN ao Ceará. São 76 quilômetros conectando a BR-405 em Mossoró à BR-16 no Ceará (Limoeiro do Norte-Russas).

Estou estranhando.

Até porque, é um assunto recorrente há quase 70 anos ou mais.

Pelo menos, essa semana, içaram mais uma vez a promessa de duplicação da BR-304 (veja AQUI) – entre Natal e Mossoró.

Ainda bem.

Esta página vai completar em maio 16 anos de atividade ininterrupta, diariamente. Apenas nesse tempo, postamos dezenas de registros sobre o assunto.

Acompanhe aqui uma viagem cronológica do assunto, a partir de 6 de junho de 2007. É apenas uma pequena parte do que foi publicado: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI, AQUI…ufa!

Se chegou até aqui, então pode dar umas boas gargalhadas.

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Valorização do Dólar frente ao Euro compromete fruticultura

Por Josivan Barbosa

O produtor de frutos tropicais está vivenciando um problema decorrente da valorização do dólar frente ao Euro. Como a Europa é o principal mercado de exportação de frutos tropicais produzidos no Semiárido, a desvalorização do Euro frente ao dólar provoca problemas de redução nos volumes de frutos que os importadores fariam com os contratos fechados em euro.

Euro e Dólar tem relação direta com fruticultura do semiárido (Foto ilustrativa)
Euro e Dólar tem relação direta com fruticultura do semiárido (Foto ilustrativa)

A situação representa mais uma dificuldade para o produtor de frutos tropicais na nossa região, uma vez que já está tentando administrar uma elevação de cerca de 30% nos custos do produto devido os preços de combustível e insumos (sementes, fertilizantes e agroquímicos, embalagem e frete marítimo).

Os contratos são estipulados em euro ou em dólar. No caso do cliente externo que paga em euro, ele tem que desembolsar um incremento de 30% decorrente dos insumos e mais o valor em razão da desvalorização do euro. Isso implica em menor volume de fruta a ser importada.

Outro grande problema enfrentado pelo produtor de frutos tropicais é decorrente da instabilidade do transporte marítimo, como falta de navios e a logística de alguns portos, como por exemplo o Porto de Natal.

Novas Estradas

O Governo do Rio Grande do Norte precisa a partir de janeiro incrementar um programa de construção de estradas que são prioritárias para o desenvolvimento do negócio rural na região. As principais estradas são: Estrada do Cajueiro (BR 437), Estrada do Caju (ligando a sede do município de Severiano Melo com a divisa com Tabuleiro do Norte), Requalificação da Estrada do Camarão e a Transchapadão (ligando o distrito de Soledade em Apodi à divisa com Tabuleiro do Norte via Chapada do Apodi). Além disso, não podemos mais esperar que a nossa Costa Branca continue isolada do resto do Estado pela falta de duas pontes (Grossos Areia Branca e uma ligando a Costa Branca com a BR 437 (Porto do Mangue – Macau).

Estrada do Caju

A Estrada do Caju é fundamental para o escoamento da produção de caju a partir de Severiano Melo, Itaú, Rodolfo Fernandes, Apodi e Alto Santo (CE) para o grande mercado da região de Fortaleza. A Estrada do Caju representa a menor distância para a ligação do município de Severiano Melo com a BR 116 via Tabuleiro do Norte. Claro que haveria a necessidade de uma parceria com o Governo do Ceará para a construção do trecho que vai da divisa até o distrito de Olho D´água da Bica, onde inicia-se a pavimentação. A região de Severiano Melo detém o melhor nível tecnológico para a produção de caju do Semiárido.

Trecho da Estrada do Caju no último período chuvoso. (Fonte: CTARN – UFERSA)
Trecho da Estrada do Caju no último período chuvoso. (Fonte: CTARN – UFERSA)

Uma forma do produtor agregar valor ao produto é a venda do caju de mesa (pseudo fruto do ponto de vista botânico). Mas, como o produto é altamente sensível a danos mecânicos, não pode ser transportado em estradas de péssima qualidade. O mercado da grande Fortaleza representa uma grande oportunidade para o caju in natura (fruto fresco).

Atualmente o produtor de Severiano Melo que trabalha com o caju de mesa prefere enviar para a região de Campina Grande cujo mercado representa apenas 10% do volume da grande Fortaleza.

Severiano Melo e região circunvizinha já possui mais de 10 mil hectares de caju para a produção de castanha e caju de mesa.

A partir da castanha do caju e do fruto in natura ocorrem os movimentos econômicos, desencadeando o comércio com outras cidades, fortalecendo sua base econômica, o que implica na geração de  empregos locais com valores de remuneração bem acima do valor do salário mínimo.

O município de Severiano Melo dispõe de apenas uma agroindústria, o que força a necessidade de escoamento da produção para outras regiões com a região de Aracati onde tem grandes empresas processadoras de caju para fabricação de polpa e suco.

Estrada do Camarão

A carcinicultura é um dos setores que conseguiu projetar-se como uma grande fonte econômica para o Estado do Rio Grande do Norte. É importante ressaltar que, no Brasil, esse nicho de mercado deu seus primeiros passos na década de 1970, quando o Governo do Rio Grande dom Norte, por meio do seu então governador Cortez Pereira, criou o “Projeto camarão” para estudar a viabilidade do cultivo desse crustáceo em substituição à extração do sal, que havia sido até então uma forte atividade econômica na região.

Fazenda de engorda
Fazenda de engorda em Pendências (Fonte: CTARN – UFERSA)

A estrada do camarão liga o município de Pendências a Porto do Mangue. A estrada começa na RN-118 e se liga a RN-404 e foi feito em 2005 pelo governo federal com o intuito de melhorar o transporte do camarão.

Atualmente a estrada encontra-se praticamente toda destruída, havendo necessidade de uma requalificação geral.

A importância da requalificação da Estrada do Camarão pode ser exemplificada pela empresa Potiporã.

A 195 km de Natal, no município de Pendências, encontramos a maior fazenda de engorda de camarão do Brasil, a fazenda Potiporã. São 1,2 mil hectares com 86 viveiros para os crustáceos, 60 berçários e 35 quilômetros de canais produzindo em média 800 toneladas de camarão por mês. Levando o título também de maior indústria de processamento e beneficiamento da carcinicultura, a empresa distribui seus produtos para todos os estados brasileiros, de Manaus a Porto Alegre.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

Estrada do Cajueiro é alcançada por obra fundamental

Por Josivan Barbosa

O trecho que está no estado do RN da BR 437 (Estrada do Cajueiro) está sendo recuperado para deixar nas mesmas condições de trafegabilidade que apresenta a parte do Ceará. Vai desde o Distrito de Jucuri até à comunidade rural de Baixa Branca. No total, são 32 Km que estão sendo cobertos – obra fundamental à economia regional.

A obra beneficiará várias comunidades rurais tradicionais e área de assentamentos que se encontram ao longo da BR e que antes da recuperação estavam totalmente isoladas.

Estrada do Cajueiro corta uma importante região de produção econômica crescente no RN e Ceará (Foto: Web)

O próximo passo é trabalhar outros aspectos, para o retorno da atividade produtiva naquele trecho da Chapada do Apodi e funcionará, também, como incentivo à instalação de empresas voltadas para a exploração da cadeia produtiva do calcário.

Outro ponto importante desse projeto é a possibilidade de retorno de várias famílias para o meio rural, já que ao longo da Estrada do Cajueiro há inúmeras moradias rurais que foram ao longo do tempo sendo abandonadas pelos proprietários.

Estrada do Melão

A terceira etapa da Estrada do Melão, que foi projetada em 2005 e iniciada no Governo Wilma de Faria com a construção do trecho RN 013 – BR 304, está bastante avançado. Esta etapa vai desde a RN 015 após o município de Baraúna até a BR 437 na altura da comunidade rural de Boa sorte. Trata-se de outro importante trecho que facilitará o escoamento da produção, principalmente da cadeia produtiva do mamão e da cadeia produtiva de melancia.

Os produtores que precisam comercializar os frutos oriundos da agricultura irrigada têm consciência da importância dessa estrada, pois, em função da natureza perecível dos frutos, não há condição de transportar o produto sem que sofram injúrias mecânicas em estradas esburacadas.

O segundo trecho da Estrada do Melão (BR 304 a altura da Maisa até a RN 015) foi iniciado ainda no Governo de Iberê Ferreira de Souza, mas ainda se encontra em péssimas condições de trafegabilidade. Esta região que será beneficiada com o segundo trecho é onde há a maior concentração de médios e pequenos produtores da agricultura irrigada de Mossoró e Baraúna desenvolvendo as cadeias produtivas de banana, mamão, melão e melancia.  Todos os produtos altamente susceptíveis a danos mecânicos quando transportados em Estrada de péssima qualidade.

Turismo

A Estrada do Melão quando estiver com os três trechos concluídos facilitará muito o deslocamento da população do Vale do Jaguaribe (Tabuleiro do Norte, Limoeiro do Norte, Russas, Quixeré, São João do Jaguaribe entre outros municípios) para as praias da Costa Branca do nosso RN, principalmente Tibau.

Será uma nova realidade, pois encurtará muito a distância entre esses municípios e o litoral, tornando-se um grande atrativo para o desenvolvimento do turismo regional. Ou seja, ao invés da população do Vale do Jaguaribe se deslocar para as praias do Ceará, a tendência será a ocupação de nossas praias.

Claro que para isso acontecer, os municípios de Grossos, Tibau e Areia Branca precisam de um trabalho integrado e apoiado pela Secretaria de Turismo Estadual no sentido de melhorar a infraestrutura para recebimento dessas pessoas no litoral.

Urbanização da Praia das Emanoelas

Após oito anos no cargo, o atual prefeito de Tibau, Josinaldo Marcos de Souza (PSDB) “Naldinho”, está deixando a municilidade e não conseguiu avançar um milímetro no principal projeto de desenvolvimento do turismo daquele município que é a urbanização da Praia das Emanoelas.

Por incrível que pareça, faltou apenas planejamento e visão de gestão pública, já que o município foi um dos mais beneficiados da região com royalties da indústria do petróleo.

Acredito que a população de Tibau, que depende diretamente do incremento das atividades do turismo regional, não vai perdoar o atual prefeito.

Limão Tahiti

Aos poucos o limão Tahiti está surgindo no Polo de Agricultura Irrigada RN – CE como uma alternativa de diversificação do setor, que há quase quarenta anos concentra a produção nas culturas de melão e melancia, com o mamão avançado nos últimos 10 anos.

Limão é aposta crescente (Foto ilustrativa)

Um médio produtor da região de Baraúna está planejando instalar 100 ha de limão Tahiti visando o mercado externo. Na região já tem um pequeno produtor que produz o fruto de excelente qualidade. Também há uma experiência com o limão Tahiti na microrregião de Upanema.

O limão Tahiti é altamente valorizado no mercado externo, principalmente na Comunidade Econômica Europeia, onde o fruto é muito apreciado em restaurantes e bares.

RN 015

O Governo do RN precisa olhar para a estrada que liga o município de Mossoró ao município de Baraúna (RN 015) e duplicar o trecho. A cada dia a estrada torna-se mais importante para o deslocamento de veículos pesados que atendem a cadeia produtiva da agricultura irrigada e da indústria do calcário.

A RN 015 também é muito utilizada pela população do Vale do Jaguaribe que se desloca para Mossoró buscando os serviços de saúde, educação que contribuem para  a movimentação do comércio local.

IF em Baraúna

O maior projeto da próxima gestão municipal de Baraúna é a instalação de um campus do Instituto Federal do RN (IFRN) para formar jovens direcionados a ocupar os postos de trabalho da cadeia produtiva do calcário. É inexplicável como o Ministério da Educação construiu unidades do IF no RN em municípios que não possuem atrativos de cadeias produtivas e com população de apenas um terço do município de Baraúna.

No entorno de Baraúna, há três fábricas de cimento e há várias fábricas modernas de cal que precisam de mão de obra qualificada, o que pode perfeitamente ser usado como principal justificativa para a conquista desse projeto junto ao Ministério da Educação.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Deputada propõe audiência pública sobre a Estrada do Cajueiro

Apresentado nesta terça-feira, 18, requerimento da deputada Larissa Rosado (PSB) propõe discussão acerca da questão da BR-437 – Estrada do Cajueiro. A audiência pública deverá ser realizada na Câmara Municipal de Mossoró, em conjunto com a Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, em data a ser definida conjuntamente com o legislativo municipal mossoroense.

A Estrada do Cajueiro compreende um trecho de 80 km da BR 437 que liga a Chapada do Apodi (RN) ao Vale do Jaguaribe (CE).

Reivindicação antiga busca asfaltar o trecho que tem 38 km no estado do Rio Grande do Norte e 42km no do Ceará.

Com informações da Assessoria de Larissa Rosado.

Estrada do Cajueiro – uma luta que continua

Por Maurílio Santos

“Agora vai”, disse-me um amigo quando da publicação do edital licitatório em Fevereiro de 2014, e eu (gato escaldado tem medo de água fria), pensei: “E os recursos? Onde andarão já que a licitação está pronta…?”

Comecei a questionar e perguntar a algumas pessoas mais próximas da questão até chegar ao responsável direto pelo processo de licitação, Sr. Armando Pegado. Ele falou que não havia recursos, porém o nome da empresa ganhadora me foi passado e eu de imediato entrei em contato com a mesma e uma pessoa – não me lembro de qual departamento -, me confirmou a não existência da verba.

Pois bem, esses acontecimentos são duros e como um balde de água fria na nossa fogueira de luta, isso faz com que muitas pessoas que estão conosco na luta se afastem dela. A falta de compromisso da maioria dos políticos dos dois estados que se dizem envolvidos é notória e vergonhosa nessa peleja, principalmente os que estiveram somando nas quatro audiências públicas realizadas nos anos de 2010, 2011, e 2013 nas cidades de Baraúna, Tabuleiro do Norte e na comunidade do Jucuri (Mossoró).

Comissão de vereadores de dois estados posa em movimento em prol de estrada em 2013 (Foto: arquivo)

Dos seis senadores da república que representam os dois estados onde a BR 437 se localiza, apenas Inácio Arruda (do Ceará, hoje sem mandato) se pronunciou a favor de nossa luta e Fátima Bezerra esteve próxima dela há um ano quando recebeu o deputado Beto Rosado. Eles sugeriram ao ministro dos Transportes (veja AQUI) a colocação da BR 437 na terceira etapa do PAC.

Assim podemos dizer e classificar que essa luta não é do Senado nem do RN, muito menos do estado do Ceará. Na Câmara Federal, apenas os deputados José Airton e José Guimarães, ambos do Ceará, mostraram-se solícitos à luta pela construção da BR 437.

O primeiro esteve há poucos anos com o ministro dos Transportes solicitando melhorias para as rodovias cearenses e a nossa BR foi citada na conversa, enquanto que José Guimarães nos respondeu correspondência em 2014 solicitando junto ao DNIT a construção da rodovia.

Durante essa caminhada desde 2010 até hoje , é preciso que alguns setores e pessoas sejam lembradas. A importância que eles/as representam tem mantido viva a nossa luta. Os sindicatos Rurais de Mossoró e Baraúna, a Câmara Municipal de Baraúna e de Mossoró, Conselho das Comunidades do Jucuri. O atual Vice-Prefeito de Baraúna, Édson Barbosa, merece mais que um comentário pelo seu esforço e garra nessa empreitada.

É bom que não aqueçamos o Vereador de Tabuleiro do Norte Naurídes Gadelha, que tem sido a ponte que liga o RN ao Ceará quando o assunto é a construção da Estrada do Cajueiro. Vindo de lá das terras alencarinas embora sem mandato, Valdir do Suburbão é uma peça chave no nosso grupo de luta.

NA CÂMARA DE MOSSORÓ, Genivan Vale e Tomaz Neto estiveram e continuam conosco. O advogado mossoroense Júnior Heronildes (veja AQUI) tem sido uma referência em lutar e documentar o processo de luta para a construção da BR 437.

Estou citando nomes numa expectativa de que isso possa alargar o nosso campo de abrangência da luta pela construção da Estrada do Cajueiro.

As pessoas que moram à margem da estrada que são os maiores interessados em um desfecho vitorioso dessa peleja, estão fortemente representadas por Francisco Camelo, Inácia Marta e Raimundo Nonato do Projeto de Assentamento da Reforma Agraria Recreio, incansáveis conosco desde os primeiros movimentos em Fevereiro de 2010.

A imprensa também tem nos assessorado e ajudado na questão de divulgação, e tenho que escrever aqui a INTERTV Cabugi no Rio Grande do Norte e TV Jaguar no Ceará, os jornais O Mossoroense, Gazeta do Oeste e os Blogs Baraúna em Dia e Blog Carlos Santos (Veja AQUI, Veja AQUI), como somatório positivo na nossa caminhada.

É bom frisar e deixar bem claro que a iniciativa privada, não tem se mostrado nitidamente favorável à luta, os CDLs das cidades que mais ganharão com a construção da Estrada do Cajueiro, não mostraram até agora um apoio que mereça destaque por parte de nós que estamos encabeçando a luta, Tabuleiro do Norte, Limoeiro Do Norte no Ceará, e Mossoró no RN, deveriam levantar essa bandeira com dois braços de titãs.

As grandes industrias e comércios da região no caso podemos apontar a Cimento Nassau, Cimento Mizu, Cimento Apodí, Agrícola Formosa e outras consideradas grandes do ramo do agronegócio, não apontaram interesse em entrar na  luta ou então não conhecem ou acreditam que ela é necessária e que a participação deles/as é um divisor de águas para o nosso sucesso.

É bom salientar que o empresa vencedora da licitação, a C. M. Construção e Serviços LTDA, está apenas esperando os recursos serem alocados, para instalar o canteiro de construção da obra, e o momento é de reanimar a nossa comissão, as pessoas que dependem diretamente da Estrada do Cajueiro, empresários e pessoas das bancadas do senado e câmara do nosso estado e do Ceará numa perspectiva que possam tomar de conta dessa causa e resolver essa questão tão antiga e tão sonhada por parte do povo potiguar e cearense.

Portanto companheiros e companheiras a luta não acabou, apenas houve uma pausa devido a configuração circunstancial de cada uma das pessoas que formam a comissão. Vamos arregaçar as mangas e recomeçar de onde paramos.

É bom lembrar uma coisa: Se o mais difícil é a burocracia, essa já foi vencida, agora está tudo mais fácil, só falta o dinheiro.

Maurílio Santos é músico e compositor, além de integrante da Comissão pela Construção da Estrada do Cajueiro

“Estrada do Cajueiro” é de todos nós, empresários e políticos

Por Maurílio Santos

Há alguns dias, a Estrada do Cajueiro foi notícia nacional no “Bom dia RN”. O projeto de construção, a luta, os percalços e histórias que existem por trás da Estrada do Cajueiro, dariam uma grande novela ou um longa-metragem talvez mais extenso do que os 80,4 km que compõe aquela rodovia.

Vamos começar resgatando décadas remotas que governadores potiguares do calibre de Cortez Pereira, Tarcisio Maia e Wilma de Faria, que faria e não fez, prometeram construir essa famosa BR e através desse discurso receberam com certeza alguns votos nos calorosos corpo a corpos das décadas de 70, 80 e 90.

Chegando mais pra perto dos dias de hoje, lembro da promessa da ex governadora Rosalba Ciarlini, quando após alguns meses de seu mandato disse-me à queima-roupa; “Vou asfaltar aquela rodovia, sou sensível aos problemas do povo que mora em suas proximidades, conheço as dificuldades de quem precisa daquela estrada. Até o término do meu mandato, farei isso” .

Entreguei-lhe um documento em nome do Conselho Fraterno reivindicando a construção da BR, e solicitando uma audiência para debatermos o assunto, esse documento era em nome do Conselho Fraterno e da Comissão pela Construção da Estrada do Cajueiro. Até hoje, não recebemos nem uma linha como resposta.

Essa e outras histórias de gestores e legisladores que já prometeram realizar a construção da Estrada do Cajueiro, eu tenho um monte, acredito que o ex vereador de Baraúna Édson Barbosa deve ter um feche e o Advogado Junior Heronildes milhares delas também.

Adianto só uma coisa: estamos nessa luta oficializada desde o ano de 2010, onde de lá pra cá, tivemos contatos com os mais renomados representantes do poder público, tanto potiguar quanto alencarino. Durante conversas, visitas, debates, audiências públicas, contatos por telefones, e-mail etc…, as promessas dos políticos não poderiam estar fora do debate, a gente entende que são necessárias pois ninguém pode construir algo negando.

Entretanto há um questão que sempre achei relevante e não consigo entender, onde está escondida a viabilidade que enterrou a importância de tão grande obra para que a iniciativa privada não queira abraçar essa luta? Onde estão Os CDLs das cidades de Mossoró, Baraúna, Tabuleiro do Norte, Limoeiro do Norte, Apodi, São Jão do Jaguaribe, enfim de toda a chapada do Apodi e Vale Jaguaribano que não estão conosco apoiando essa grande luta?

As grandes empresas do agronegócio que por muito tempo estão instaladas as margens da Estrada do Cajueiro, nunca se pronunciaram em favor de sua construção.

Podemos estar enganados com relação a isso. Falamos baseado no último grande debate que houve sobre o assunto na Câmara Municipal de Baraúna. Dos muitos convocados e avisados para o evento, não compareceu nenhuma das empresas que fazem parte desse conjunto, dentre elas foram avisadas: Mizu, Del mont, Agrícola, Carbomil, entre outras.

Tomara que nos bastidores esses grandes representantes da economia local estejam envolvidos nesse processo da nossa luta, no entanto a essa altura em que vivemos um avanço onde nunca havíamos chegado, é importante que todas as possibilidades e notícias positivas, venham a público já que a parte licitatória do lado do Rio Grande do Norte está finalizada.

Seria interessante sabermos como anda essa fase burocrática no lado Cearense.

Outro fator que também temos a nosso favor, com relação à conjuntura política: há uma boa renovação no Congresso já que durante todo esse tempo de nossa caminhada, os velhos de Brasília que estiveram no comando não abraçaram a luta como deveriam (salvo algumas exceções).

Quem sabe o novo sangue de parlamentares atuais, possa fazer diferente e lutar pelos recursos da obra, colocá-los à disposição para que a empresa pelo menos o lado potiguar, inicie a construção da BR 437.

Seria interessante que nosso apelo chegasse até às bancadas de nossos estados, tanto na parte da câmara como no Senado para que ambos se prenunciassem a favor de causa. Acompanho quase que diariamente os trabalhos naquelas casas legislativas e não vejo nenhum parlamentar usar a tribuna pra falar sobre a Estrada do Cajueiro.

Outra grande diferença em relação a luta nos dois lados, é que os gestores do Rio Grande do Norte, governadores/as de uns certos anos até os dias atuais, todos prometeram empenho na construção da BR 437, no entanto com relação a esforços para correr atrás dessa causa, todos falharam e costumamos dizer que essa rodovia os colocou no ridículo muitas vezes. Até hoje ainda não sabemos o posicionamento do Governo atual do RN sobre a Estrada do Cajueiro.

Os governadores cearenses parece que são alheios à causa, ou trabalham de forma bem discreta nessa questão. Não ouvimos comentários relativos a promessas sobre a pavimentação dessa estrada, porém queremos aqui reforçar o chamado a todos e todas que acreditam que Estrada do Cajueiro pavimentada.

Ela trará grandes melhorias  população da Chapada do Apodi e do Vale do Jaguaribe.

Para reforçar nossa luta, agora sabemos que do lado do Rio Grande do Norte aconteceu um avanço significativo. Já temos a processo licitatório pronto, já sabemos qual a empresa vencedora, aguardamos os recursos para instalação do canteiro de obras.

Acreditamos que o pessoal do Ceará também vem trabalhando no sentido de conclusão do Projeto dos 48 km da parte do nosso estado vizinho.

Nosso comentário é só pra reforçar que estamos acompanhando o processo, que a luta está viva, e convidar em especial as empresas e indústrias as margens da Estrada do Cajueiro a se engajarem nessa caminhada, reforçando o chamado aos gestores e legisladores do poder público do Rio Grande do Norte e Ceará para que apoiem nossa causa.

A construção da BR 437 – Estrada do Cajueiro, é uma luta de todoS!

Maurílio Santos é cantor/compositor/músico e integrante do Conselho das Comunidades do Jucuri

Caminhos para a realidade da “Estrada do Cajueiro”

O Conselho Fraterno das Comunidades Integradas de Mossoró e Baraúna – RN, doravante chamado de CONSELHO FRATERNO é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, criada em 24 de dezembro de 1998.

Nobre Jornalista Carlos Santos, receba ai nosso humilde comentário e poste ai pra todos saberem que a Estrada do Cajueiro  (veja postagem AQUI), caso ela venha ser construída, é filha de “Tiquinho” um tiquinho de cada um e o CONSELHO FRATERNO faz parte dessa luta.

O Conselho Fraterno das Comunidades Integradas de Mossoró e Baraúna – RN tem como missão realizar ações que promovam o desenvolvimento humano, econômico, sócio-político, ambiental e cultural junto a crianças, adolescentes, jovens e famílias das comunidades dos municípios de Mossoró e Baraúna, visando à superação da pobreza e tendo como eixo e objetivo estratégico o desenvolvimento sustentável transformador.

Estrada liga Chapada do Apodi ao Vale do Jaguaribe

A construção da “Estrada do Cajueiro” vem sendo discutida desde a década de 70, já foram feitos dois estudos técnicos nos anos de 1986 e outro em 2005. O projeto de execução da estrada se arrasta há mais de quatro anos no DNIT em Brasília.

Portanto o que falta para a consolidação do projeto é apenas o compromisso e a vontade da classe política do nosso estado e do nosso vizinho o Ceará.

A rodovia significa a integração da Chapada do Apodi no Rio Grande do Norte como Vale do Jaguaribe, garantindo o crescimento econômico dos dois estados. Proporcionando, também, um melhor tráfego para a população.

Desde o ano de 2010 que este Conselho tem articulado e promovido ações para que a BR 437 seja asfaltada, a classe política dos dois estados já foi inserida no processo da luta com as três audiências públicas que aconteceram em 14 de Maio de 2010 e 22 de Junho de 2011 nas cidades de Tabuleiro do Norte e Baraúna e a última na comunidade do Jucuri na zona rural de Mossoró de onde começa a rodovia.

Acreditamos que o setor privado que também depende dessa via de acesso para escoar sua produção, e outros serviços, sonha com a concretização desse projeto, por isso nossa intenção é fazer uma parceria com esse segmento para que as forças somadas possam ajudar na construção da BR 437 a famosa estrada do cajueiro.

Continuando as ações efetivadas por esse conselho, em Setembro de 2013 reunimos várias pessoas do poder público, sindicatos, sociedade civil organizada e fizemos um grande debate na câmara municipal de Baraúna sobre a estrada, presentes na ocasião pessoas do nosso Estado e do estado do Ceará.

Como encaminhamentos, reforçamos a comissão que já havia sido retirada nas audiências anteriores. Na verdade, essa comissão tem procurado parceiros e notícias junto os responsáveis diretos pela construção dessa BR de suma importância para o desenvolvimento do vale do Jaguaribe e a região da Chapada do Apodi. Porém as respostas (quando acontecem) não nos chegam da maneira como deveriam.

Já mandamos vários pedidos de informações aos parlamentares e gestores dos dois estados e a maioria nunca tiveram a gentileza de nos dar uma resposta, talvez o tempo nos gabinetes seja bem curto ou os assuntos e escritos em suas mesas e “ gavetas” sejam muito grandes.

A última novidade emergente sobre a Estrada do Cajueiro foi a respeito da licitação para o começo da construção da obra. Jornais, blogs e outros meios de mídias postaram o dia 30 de Janeiro de 2014 como o dia D para que isso acontecesse, mais uma promessa não se sabe de quem que não foi cumprida.

Caso fôssemos citar nomes políticos que fizeram isso, faltariam dedos nas mãos e até nos pés. Uma certeza eu tenho: muitos pais e padrinhos aparecerão para batizar a “criança” quando da conclusão do projeto. Essa conversa de luta de 50, 60 anos pela construção da estrada do cajueiro não procede pelo fato que jamais houve um movimento organizado nesse sentido antes do ano de 2010.

O que aconteceu foram ações esporádicas de alguns representantes parlamentares pedindo a construção da estrada como os casos do Deputado Betinho Rosado e da Deputada Sandra Rosado, o primeiro entrou com pedido de federalização da rodovia em 2002 e a segunda com um requerimento para a construção dessa estrada em 2003.

E 2010 foi um ano decisivo para a luta pela construção da Estrada do Cajueiro. Eu costumo dizer que foi o divisor das águas pra todos saberem que há uma luta organizada encabeçada pelo Conselho Fraterno com parcerias de outras entidades públicas e privadas. Antes disso foram ações individuais que também não deixam de ser importantes para a concretização desse projeto.

Citemos aqui uma luta desde antes do nosso movimento, a do advogado Junior Heronildes – que já tentou contato e respostas de várias pessoas do nosso parlamento e os frutos também foram pequenos pelo que sabemos.

Quero deixar aqui no meu comentário o nosso pensamento: Embora gestores e parlamentares que solicitamos informações sobre esse assunto, tanto potiguares quanto cearenses, mesmo os/as nobre senhores e senhoras não tenham nos dado uma resposta, saibam que vossas excelências estão contribuído para reforçar o pensamento unânime da população brasileira que foi as ruas em Julho de 2013, mostrando o descontentamento geral com relação vossos trabalhos e ações desenvolvidos no congresso e em outras casas públicas do nosso país.

Cada ação, cada novidade que venha surgir com relação à estrada do cajueiro, procuramos apurar, pois há um grande número de pessoas que se beneficiarão com a construção da pavimentação dessa rodovia.

Maurílio Santos

Conselho Fraterno/ Comissão Pela Construção da Estrada do Cajueiro.

Estrada do Cajueiro tem edital para ser construída

O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB), anunciou nesta terça-feira (18) em sua conta no twitter, que foi publicado no Diário Oficial da União o edital de licitação para a implantação e pavimentação da Rodovia BR-437 (Estrada do Cajueiro), no Rio Grande do Norte.

Na semana passada, ele esteve reunido com o diretor-executivo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Tarcísio Gomes de Freitas, em Brasília para discutir o início da obra. De acordo com o edital, a estrada, com 32 km de extensão, compreende o trecho do entroncamento da BR-405 com a RN -116 e um sub-trecho que se estende desse entroncamento até Jucuri, na divisa do Rio Grande do Norte com o Ceará.

Edital

A obra está orçada em R$ 30, 3 milhões e as propostas devem ser apresentadas na sede do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) em Natal, até 25 de março deste ano. O edital completo está à disposição dos interessados no site www.dnit.gov.br .

Ainda em sua conta no twitter, Henrique Alves faz questão de externar seu agradecimento à presidenta Dilma Rousseff, por mais este compromisso com o Rio Grande do Norte que começa a ser resgatado.

Licitações

O presidente da Câmara ainda informou que estão marcadas para os dias 27 e 28 deste mês as aberturas das propostas de duas outras licitações já em andamento: uma, para a implantação do complexo viário do Gancho, em Igapó, na confluência de Natal com São Gonçalo; e a outra para ampliação do trecho da BR-101, entre Parnamirim e Natal, no acesso para Nova Parnamirim na altura das Avenidas Abel Cabral e Maria Lacerda Montenegro, até o acesso para a Cidade do Vaqueiro.

Nota do Blog – Nem tudo está perdido.

Desde criança ouço falar em pelo menos três obras que parecem sem fim: Barragem Santa Cruz, BR-110 e Estrada do Cajueiro.

A primeira saiu há cerca de uma década, a segunda está sendo finalizada a sua pavimentação no trecho correspondente a Campo Grande e a Estrada do Cajueiro completará essa tríade de sonhos e lorotas.

Estrada do Cajueiro mobiliza vereadores de 2 estados

Uma comissão de vereadores de Tabuleiro do Norte-CE e Baraúna-RN fez percurso em parte do trajeto da Estrada do Ccajueiro, a BR 437. A mobilização faz parte de movimento para concretizar sonho de várias décadas de pavimentação asfáltica dessa importante  via interestadual.

Comissão de vereadores levanta informações sobre obra no Ceará

Os vereadores averiguaram “in loco” a real situação da estrada, inclusive no trecho compreendido da divisa do RN/CE de Baixa Branca até a BR 116, onde a rodovia se encerra. São cerca de 53 quilômetros em território cearense, em obra a cargo da construtora Delta.

De Tabuleiro do Norte-CE um grupo de sete parlamentares acompanharam o percurso coordenado pelo vereador Naurides Gadelha (PT) que faz parte da comissão em defesa da pavimentação da estrada. Da parte do RN, os vereadores de Baraúna foram acompanhados pelo seu presidente, Tértulo Alves (PMN), onde oito parlamentares puderam ver de perto cada localidade, pontos críticos e as empresas sediadas na extensão da BR.

A comitiva tratou ainda de colher depoimentos, filmagem, fotografias e um relatório detalhando a importância de sua concretização para a Chapada do Apodi e o Vale do Jaguaribe, a ser executado conforme vem prometendo a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e o deputado federal João Maia (PR).

O percurso é parte do trabalho da comissão que vem sendo coordenada pelo Conselho Fraterno das Comunidades Integradas de Mossoró e Baraúna (CONFRACIMB), além do ex-vereador Edson Barbosa e as câmaras de vereadores de Mossoró/Baraúna e Tabuleiro do Norte-CE.

Nota do Blog – Desde menino, pichototinho ainda, ouço falar sobre a Estrada do Cajueiro. Cheguei a produzir um trabalho em vídeo em movimento em defesa da obra, contratado por entidades empresariais, há cerca de 12 anos.

Tenho fé que antes de bater as botas poderei testemunhar a construção desse empreendimento tão vital à economia potiguar e do Ceará.

Amém!