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Hospital Infantil de Mossoró começa a ser construído nesta sexta-feira

Projeto do hospital (Reprodução do BCS)
Projeto do hospital (Reprodução do BCS)

A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) inicia, oficialmente, às 16h desta sexta-feira (21), a construção do Hospital Infantil de Mossoró, com investimento de R$ 15 milhões e previsão de conclusão até o final de 2025.

Os recursos para construir a unidade hospitalar foram destinados pelo senador Styvenson Valentin (PSDB), que vem pessoalmente oficializar o início da construção ao lado da diretora geral da Apamim, Larizza Queiroz, no final da tarde desta sexta-feira.

Dos R$ 15 milhões, o senador Styvenson já enviou R$ 11 milhões, através do Fundo Municipal de Saúde. Estes recursos chegaram no dia 13 de dezembro, superou a questão burocrática e chegou às contas da Apamim, para dar início a obra.

O prédio, que terá quatro andares, será erguido em aço e concreto armado na Av. Rio Branco, em frente à Praça da Criança, no Centro de Mossoró.

Serão, pelo menos, 30 leitos de Terapia Intensiva neonatal e pediátrica, além de pronto socorro 24 horas.

Histórico

Larizza Queiroz, o advogado Gustavo Lins e o jornalista Cézar Alves apresentaram o quadro de carência de um hospital infantil, com pronto socorro 24 horas e suporte UTI Pediátrica em Mossoró ao senador Styvenson Valentin, em Brasília-DF, no segundo semestre de 2023.

De imediato, o senador ordenou que sua equipe técnica iniciasse os procedimentos para destinar os recursos necessários para sanar esta deficiência em Mossoró, enquanto que a equipe da Apamim trabalhava na construção do projeto arquitetônico.

Para Larizza Queiroz, a construção do hospital infantil simboliza um avanço significativo para a região Oeste do Estado, oferecendo atendimento especializado e reduzindo a sobrecarga de outras unidades de saúde de Mossoró e também da capital do Estado.

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Vereadores visitam e defendem hospital afetado por atraso salarial

Comissão ouviu exposição de médico e dirigente do HMAC (Foto: divulgação)
Comissão ouviu exposição de médico e dirigente do HMAC (Foto: divulgação)

Uma comissão de vereadores de Mossoró visitou o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), na manhã de hoje (26), após a sessão da Câmara Municipal. Preocupados com a paralisação de obstetras na unidade, os parlamentares abordaram a situação no plenário e, na sequência, foram à maternidade verificar de perto a situação, atendendo sugestão do líder do Governo no Legislativo, vereador Genilson Alves (União Brasil).

Além de Genilson Alves, participaram da visita à maternidade os vereadores Ozaniel Mesquita (União Brasil), Marckuty da Maisa (União Brasil), Tony Cabelos (União Brasil), Ricardo de Dodoca (União Brasil), Wiginis do Gás (União Brasil), Lucas das Malhas (União Brasil), e os vereadores eleitos Wladimir (PSD) e Jailson Nogueira (PL).

Eles se reuniram com os diretores Manoel Nobre e Larizza Queiroz e discutiram o cenário da obstetrícia em Mossoró, ouvindo dificuldades e propondo soluções para o serviço. Os parlamentares cobraram que o Governo do Estado assegure às mulheres de Mossoró o direito de dar à luz na cidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Alternativas

Entre as alternativas propostas, está o aproveitamento de profissionais médicos do Hospital da Mulher Maria Correia, enquanto não se resolvem gargalos desse hospital e o atraso de pagamento aos obstetras vinculados à Associação de Proteção à Infância e à Maternidade de Mossoró (APAMIM), mantenedora da instituição de saúde.

Genilson Alves considerou positiva a visita. “A Câmara Municipal de Mossoró está atenta e vigilante ao problema da obstetrícia em Mossoró”, assegurou o vereador, ao elogiar a iniciativa do prefeito Allyson Bezerra de garantir o atendimento na Apamim, através de dois médicos obstetras. Ozaniel Mesquita complementou: “Vamos continuar  acompanhando e cobrando para que o atendimento seja assegurado”.

Obstetras vão parar serviços; não recebem há 7 meses

HMAC realiza cerca de 20 partos diariamente (Foto: Arquivo)
HMAC realiza cerca de 20 partos diariamente (Foto: Arquivo)

Médicos  obstetras que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, vão paralisar atividades a partir de segunda-feira (25). O Governo do Estado deve sete meses contínuos de remuneração aos profissionai

No HMAC, além de outros serviços, são realizados cerca de 20 partos por dia.

Em julho, a categoria se reuniu com a secretária de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN), Lyane Ramalho, o Conselho Regional de Medicina (CRM) e o Ministério Público do RN (MPRN). Ficou acordado que o MPRN iria propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o Estado pagar aos profissionais.

Até agora, o governo Fátima Bezerra (PT) esquiva-se de entendimento e da cobertura financeira.

Nessa quinta-feira (21), a diretora da Almeida Castro, Larizza Queiroz, foi comunicada que logo amanhã, sexta-feira (22), haveria suspensão dos trabalhos. Porém, ela conseguiu prazo para comunicar o fato ao juiz Magno Kleiber Maia, da Justiça do Trabalho, interventor do hospital.

Nesse ínterim, o corre-corre é para tentar que o Governo do RN cumpra minimamente seus deveres. Débitos com médicos que servem ao HMAC chegam a cerca de R$ 4,5 milhões.

Remédio de “kit intubação” chega a aumentar 3000% fechando UTI’s

No dia 19 de março de 2021, o Governo Federal requereu a produção nacional dos medicamentos que compõem o kit de intubação. Em função dessa medida, esses medicamentos sumiram das distribuidoras, deixando os hospitais privados e filantrópicos com enormes dificuldades para reabastecimento.

Com o decreto, o Governo Federal recebe os produtos dos fabricantes, envia para os estados e os estados aos hospitais públicos, privados e filantrópicos. O que parecia caminhar para pleno andamento, sem maiores sobressaltos, se transforma dia após dia num calvário (com muitas mortes).

Um exemplo: o Propofol (indicado para indução e manutenção de anestesia geral e outros procedimentos), que era comprado no início do ano por R$ 4,00, agora custa entre R$ 90 e R$ 120,00. Uma elevação de 3 mil por cento. Porém, cada dia está mais difícil encontrar esse e outros insumos básicos à UTI Covid-19.

Em muitos casos, familiares e amigos de pacientes internados estão se mobilizando à aquisição, fazendo cotas, e até mesmo “vaquinhas” em sites nas redes sociais.

O custo mensal apenas com este sedativo, num cálculo rápido, saltou de R$ 48 mil para R$ 1.2 milhão, no Hospital São Luiz em Mossoró, que é hospital de campanha desde o início da pandemia, ano passado.

Saúde busca uma luz à superação de mais essa diiculdade, mistura de desorganização, falta de planejamento e ganância (Foto: cedida)
Saúde busca uma luz à superação de mais essa dificuldade feita de desorganização e ganância (Foto: cedida)

No dia 23 de abril, com insumos hospitalares em veloz consumo em todo o país, houve envio de parte de um carregamento (comprado na China e doados ao Governo Federal pela Petrobras, Vale do Rio do Doce e outros grupos) ao RN. A providência adotada pelo Governo Federal ajudou, mas não estancou essa crise.

Sábado (24) passado, a Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT) em Natal destinou 750 ampolas de Propofol para o Hospital São Luiz, que é Hospital de Campanha desde o ano passado, em Mossoró, na luta contra a pandemia da Covid-19. Numa média, o São Luiz precisa de 12 mil ampolas a cada 30 dias, para atender 50 pacientes de UTI.

As ampolas acabaram nessa terça-feira (27), ao meio-dia.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) tratou de mandar mais 600 ampolas do sedativo Propofol, que acabaram no início da manhã desta quarta-feira (28).

Preços sem controle

Como não existe uma ampla rede de abastecimento para compra e não há quem controle os preços de quem possa estar estocando os remédios, o São Luiz e qualquer hospital privado ou filantrópico, estão de mãos atadas. Dezenas, centenas e milhares de pessoas estão sob ameaça desse vírus e de um misto de desorganização, falta de planejamento e usura.

Um velho aforismo diz que em toda e qualquer crise, existem os que choram e os que vendem lenços. A indústria farmacêutica vende os “lenços” e não para de acumular ganho estratosférico.

Sob a administração da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), mantenedora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), o Hospital São Luiz está sendo obrigado a bloquear leitos de UTI Covid-19. Noticiamos ontem e hoje (veja AQUI e AQUI).

Por enquanto, já são 17 leitos a menos para acomodar pacientes no limite entre a vida e a morte. Outros tendem a ser bloqueados.

A administração da Apamim (sob intervenção federal desde 2014) e do São Luiz pediu com urgência à bancada federal do RN, que um rol de medicamentos seja entregue à Sesap para entrega aos hospitais do RN. Também houve solicitação à mesma bancada federal do RN, para que o Governo Federal encaminhe socorro financeiro às Santas Casas, como aconteceu no início da pandemia.

Medicamentos

Último pedido feito para atender às necessidades urgentes da Apamim, que administra o São Luiz e o HMAC:

1- Propofol 10mg/ml fa 20ml : 8000 fa
2- Cetamina 50mg/ml fa 10ml: 400 fa
3- Fentanila 50mcg/ml amp 10ml: 9.000amp
4- Fentanila 50mcg/ml amp 2ml: 300 amp
5- Midazolan 5mg/ml amp 10ml : 8.000 amp
6- Midazolan 5mg/ml amp 3ml: 500 amp
7- Morfina 10mg/ml amp 1ml: 900 amp
8- Suxametonio 100mg fa: 300
9- Rocuronio 10mg/ml: 1000
10- Cisatracurio 5mg/ml: 800
11- Adrenalina amp: 600
12- Atropina: amp
13- Dobutamina 250mg/20ml amp: 500
14- Noradrenalina amp: 4000

Ontem, a governadora Fátima Bezerra (PT) conversou com o pessoal técnico do Ministério da Saúde e pediu urgência no envio destes kits de intubação.

No dia passado, a interventora da Apamim e do São Luiz, bioquímica Larizza Queiroz, reuniu-se com o Ministério Público do RN (MPRN), Prefeitura de Mossoró e Governo do Estado. Mostrou tecnicamente que o custo de manutenção do Hospital São Luiz, assim como qualquer outro hospital, aumentou tanto, que é preciso fazer uma readequação nos valores liberados pelo Governo Federal, Governo do Estado e Prefeitura para que fiquem funcionando.

O Hospital de Campanha São Luiz nasceu de articulação da própria Larizza, com o juiz federal da 8ª Vara, sediada em Mossoró, Orlan Donato Rocha, no início da pandemia em 2020.

Graças a esse trabalho que município e governo estadual assinaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para manutenção do São Luiz.

Os leitos são contratados por meio de pactuação entre Governo do Estado (70%) e Prefeitura de Mossoró (30%).

Saiba mais

Leia tambémFalta de “kit intubação” pode gerar clima de terror em hospital;

Leia tambémMunicípios vivem risco de falta de oxigênio e “kit intubação”;

Leia tambémQuase mil municípios temem ficar sem “kit intubação”.

A juiz deverá se reunir com MPRN, Prefeitura de Mossoró, Governo do Estado, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF/RN) para tratar de medidas para o enfrentamento do problema.

Com preços de remédios praticados em níveis fora de controle, o São Luiz e o HMAC, que estão sob mesmo comando, procuram alternativas à aquisição e com preços menos escorchantes. O mesmo acontece em tantos outros hospitais privados e filantrópicos.

A corrida pela vida enfrenta um vírus até aqui incontrolável e um mal de sempre e sem cura: a ganância humana.

Hospital de campanha vive período de tensão com gravidade da falta de medicamentos (Foto: arquivo)
Hospital de campanha vive período de tensão com gravidade da falta de medicamentos (Foto: arquivo)

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Hospital de campanha desativa 17 leitos por falta de “kit intubação”

São Luiz está com leitos todos ocupados e pode desativas mais em face do problema (Foto: cedida)
São Luiz está com leitos todos ocupados e pode desativas mais em face do problema (Foto: cedida)

O Hospital São Luiz está com 17 leitos para pacientes Covid-19 “bloqueados”, ou seja, foram literalmente desativados. E poderá bloquear mais.

A falta de “kit intubação” obrigou sua diretoria a tomar essa decisão. Eram 15 até a terça-feira (27) e ontem, quarta-feira (28), mais dois leitos foram desativados.

Bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos são alguns dos remédios imprescindíveis que não estão à disposição, conforme a necessidade do São Luiz. Desde o início da pandemia no ano passado, ele é o “hospital de campanha” de Mossoró, comandado pela bioquímica Larizza Queiroz.

O Hospital São Luiz tem 50 leitos de UTI covid-19, sendo que 17 estão bloqueados e 33 com pacientes. Ou seja, 100% de ocupação.

São mais 25 leitos clínicos, sendo que 20 estão ocupados na manhã dessa quinta-feira (29).

Acompanhe o caso

Leia também: Sem “kit intubação” hospital desativa 15 leitos;

Leia também: Falta de “kit intubação” pode gerar clima de terror em hospital;

Leia tambémMunicípios vivem risco de falta de oxigênio e “kit intubação”;

Leia tambémQuase mil municípios temem ficar sem “kit intubação”.

Aguarde postagem especial revelando bastidores desse problema e o tamanho de sua gravidade.

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Sem kit intubação e insumos, hospital desativa 15 leitos UTI

São Luiz tem responsabilidade por insumos, diz TAC, mas busca socorro (Foto: reprodução)
São Luiz tem responsabilidade por insumos, diz TAC, mas busca socorro (Foto: reprodução)

Do Diário Político e Blog Saulo Vale

Dos 50 leitos de UTI Covid-19 do Hospital São Luiz em Mossoró, 11 estão bloqueados sem a possibilidade de receber pacientes por causa da falta de ‘kit intubação’ e outros 4 por falta de insumos. Os bloqueios começaram nessa terça-feira, 27/04.

As informações constam no sistema RegulaRN/Lais UFRN. Os leitos são contratados por meio de pactuação entre Governo do Estado (70%) e Prefeitura de Mossoró (30%).

Em contato com o Blog Saulo Vale, a diretora do Hospital São Luiz, Larizza Queiroz, informou que tem entrado em contato com os entes (Prefeitura, Governo do RN e Ministério da Saúde, para resolução do problema. A Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP) se manifestou em nota sobre esse problema:

A Sesap esclarece que responsabilidade de abastecimento de insumos e medicação é do Hospital São Luíz, de acordo com a pactuação para o funcionamento dos leitos de UTI Covid-19,  através de Termo de Ajustamento de Conduta. Os leitos do hospital que estão bloqueados, se dão  por falta de kit de intubação, insumos que estão em escassez a nível nacional.

A Sesap informa ainda que, através da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), vem auxiliando hospital São Luís com envio de anestésicos. Porém, a situação atual dos estoques da Sesap, voltados para a rede estadual, encontra-se no limite.

Parte dos medicamentos está em processo de reposição, alguns com empenho já emitido e outros em finalização de aquisição.

A Sesap mantém-se vigilante na busca por garantir a disponibilidade de insumos para manutenção  da rede hospitalar. Destacamos ainda que apesar da requisição ter sido feita pelo Ministério de Saúde aos produtores e fornecedores, o Rio Grande do Norte não vem recebendo esse suporte com regularidade,  e não existe cronograma para o fornecimento por parte do governo federal.

Nota do Blog Carlos Santos – Já postamos matérias sobre o assunto e antecipamos que esse colapso iria ocorrer (Falta de “kit intubação” pode gerar clima de terror em hospital).

Tendência é que se agrave, como acontece no país, inclusive em hospitais privados. Veja o que mais matérrias em que reportamos esse quadro:

Leia também: Municípios vivem risco de falta de oxigênio e “kit intubação”;

Leia também: Quase mil municípios temem ficar sem “kit intubação”;

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São Luiz abre mais 2 leitos e se aproxima de capacidade máxima

Hospital São Luiz em Mossoró (Foto: BCS)
Hospital São Luiz em Mossoró (Foto: BCS)

Do Blog Saulo Vale

O Hospital São Luiz deve abrir ainda hoje mais dois leitos de UTI para Covid-19.

Passa dos 45 para os 47 leitos.

A sua capacidade máxima, segundo a diretora Larizza Queiroz, é de 50 leitos de UTI. A unidade deve chegar a essa quantidade nas próximas semanas, devido à alta ocupação na região.

Hoje, o hospital está com todos os seus 45 leitos de UTI ocupados. A enfermaria está com 90% de ocupação.

No total, o município de Mossoró, que segue com 100% de ocupação há mais de uma semana, possui leitos de UTI Covid distribuídos da seguinte forma:

Tarcísio Maia: 10 leitos de UTI

Rafael Fernandes: 10 leitos de UTI

São Luiz: 47 leitos de UTI, já contando com os dois que serão abertos hoje.

Em tempo: A Região Metropolitana de Natal (RMN) segue como epicentro dessa crise. A falta de leitos na região da capital acabou refletindo numa maior ocupação no interior, para onde pacientes da RMN foram transferidos.

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Hospital São Luiz vai abrir mais 15 leitos de UTI

A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) deverá abrir os 15 leitos restantes de UTI no Hospital São Luiz, que cumpre papel de hospital de campanha contra a Covid-19 no município.

Larizza faz gestão do São Luiz (Foto: arquivo BCS)

Previsão é de que cinco sejam colocados à disposição no próximo dia 10, igual número no dia 15 e os restantes no dia 20.

Assim, estarão sendo usados 35 leitos de UTI.

O São Luiz também dispõe de 65 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), totalizando até o fim 100 leitos destinados apenas no tratamento de doentes com esse novo vírus.

A gestão do Hospital São Luiz é da bioquímica Larizza Queiroz (da equipe de interventoria da Apamim), como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo juiz da 8ª Vara Federal, Orlan Donato, ao observar avanço do vírus e o imobilismo de Estado e Prefeitura.

O TAC acabou sendo subscrito pela Apamim, município, governo estadual, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF/RN).

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Governo Fátima não faz repasse e deixa em risco pacientes

O governo estadual teria que creditar primeira parcela de três depósitos de R$ 633 mil nesta quarta-feira (20), em favor da Associação de Proteção e Assistência, à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), gestora do Hospital São Luiz (hospital de campanha de Mossoró). A transferência não foi feita.

O montante decorre de compromisso assumido pela gestão Fátima Bezerra (PT), na formalização do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que permitiu a contratação do Hospital São Luiz (privado) para uso na assistência a pacientes com Covid-19.

Até fim da tarde de hoje, hospital tinha 20 leitos de UTI lotados e 16 pacientes em leitos de UCI (Foto: BCS)

O não compromisso do governo Fátima Bezerra poderá levar o São Luiz ao colapso por falta de insumos básicos, num momento de alta na demanda de pacientes e crescente registro de óbitos em Mossoró e região, em decorrência  desse novo vírus.

Um detalhe apavorante: já existem pacientes em fila de espera em Mossoró para um leito de UTI.

Compras de medicamentos e insumos

Outro agravante é que o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), gerido pela Apamim, também sofre porque utilizou algo em torno de R$ 183 mil para agilizar abertura de leitos no Hospital Reigonal Tarcísio Maia (HRTM).

O Blog Carlos Santos coletou de duas fontes credenciadas, que só para utilização no São Luiz, a Apamim – administrada por junta interventora federal – adquiriu mais de 600 mil em medicamentos, além de outras compras que passariam de R$ 280 mil.

O TAC foi desencadeado em articulação do titular da 8ª Vara da Justiça Federal em Mossoró, juiz Orlan Donato Rocha. Com ele, a intervenção direta do promotor Rodrigo Pessoa do Ministério Público do RN (MPRN), além de procuradores do Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF/RN) e bioquímica Larizza Queiroz, interventora da Apamim. A partir daí, Prefeitura de Mossoró e Governo do RN foram envolvidos e pactuaram acordo que resultou no TAC.

Dificuldades para fechar TAC

A direção do Hospital São Luiz estava relutante em participar do entendimento, por não confiar em município e estado – com razão. Só com o envolvimento direto do magistrado, promotores e procuradores, além de Larizza Queiroz, é que houve avanço e fechamento dos termos, com compromissos assumidos pelas partes envolvidas (veja AQUI).

A municipalidade já fez repasse de 594 mil, depósito único, como especificado no TAC.

Falta o Governo Fátima Bezerra fazer sua parte, como signatário desse meio alternativo criado para dar celeridade às providências de amparo às vítimas da Covid-19. Se essa iniciativa não tivesse sido tomada, é provável que uma grande tragédia estivesse em andamento, por falta de ação ágil e eficaz dos poderes públicos que deveriam enfrentar a pandemia.

Novos leitos podem não ser abertos

Até fim da tarde de hoje, o hospital tinha seus 20 primeiros leitos de UTI lotados. Dos 30 na Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), 16 estavam ocupados.

O teto de leitos no São Luiz será de 35 para UTI e 65 de UCI, totalizando 100 leitos. Começou a funcionar como hospital de campanha no último dia 1º (veja AQUI).

Houve anúncio pelo secretário adjunto da Saúde Pública (SESAP/RN), Petrônio Spinelli, de que seriam abertos mais 10 leitos na próxima sexta-feira (22). Com esse impasse financeiro, a Apamim deve recuar.

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O outro lado

Nota de Esclarecimento – A Sesap só recebeu a nota fiscal da Apamin hoje (20/05/20). O documento foi encaminhado por email, mas para ser pago é necessário pelo menos 24 h para ser atestado, visto e finalmente pago. O Governo do Estado está ciente da necessidade de pagamento em data fixa e vai cumpri-lo. Mas você sabe como é burocracia.

Nem sei qual o intuito desse vazamento porque a gente não tinha como fazer o pagamento hoje sem a nota fiscal em mãos. Eu nem vou mandar nota oficial porque não há interesse nenhum de termos qualquer conflito com a Apamin. Muito ao contrário, a gente só tem a agradecer.

Guia Dantas – Secretária de Comunicação do RN.

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Dez leitos abertos são lotados em menos de 24 horas

São Luiz: hospital de campanha (Foto: arquivo)

Notícia passada há pouco pelo jornalista Saulo Vale em uma de suas redes sociais:

– Os 10 leitos de UTI do Hospital São Luiz, abertos ontem (10), já estão lotados.

E complementou:

– Lotou em menos de 24h.

– Já no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) só há um leito de UTI Covid disponível.

Nota do Blog Carlos Santos – O São Luiz é hospital privado, mas que passou a ser administrado excepcionalmente para enfrentamento à Covid-19 pela bioquímica Larizza Queiroz, da equipe de intervenção da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

Foram abertos 10 leitos de UTI e mais 10 leitos clínicos no sábado (9).

No total, o Hospital São Luiz já conta com 40 leitos, sendo 20 clínicos e 20 de UTI, podendo chegar aos 100, sendo 35 de UTI e 65 clínicos.

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Aumento de casos de Covid-19 leva hospital a abrir mais leitos

Larizza gestão do São Luiz na pandemia (Foto: arquivo BCS)

Do Blog Saulo Vale

O Hospital São Luiz abriu hoje pela manhã mais 20 leitos para tratamento da covid-19.

Foram 10 leitos de UTI e mais 10 leitos clínicos.

A ampliação de leitos é necessária devido à aumenta demanda de pacientes com coronavírus na região de Mossoró.

No total, o Hospital São Luiz já conta com 40 leitos, sendo 20 clínicos e 20 de UTI.

Quase 30 leitos já estão ocupados, segundo dados da unidade, divulgados hoje pela manhã.

Previsão de mais leitos

Segundo a diretora Larizza Queiroz, o Hospital São Luiz deve abrir mais 10 leitos clínicos na próxima segunda-feira (11).

O São Luiz, aberto no último dia 1° de maio, está apto a colocar até 100 leitos para pacientes com a covid-19, a depender da demanda.

O hospital atende exclusivamente pacientes com suspeita ou confirmação de coronavírus, em estado grave, transferidos pelas UPAs ou hospitais regionais, por meio da regulação.

É administrado provisoriamente pela Apamim, que também gerencia o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

É custeado com recursos do Governo do RN e Prefeitura de Mossoró, via SUS, numa parceria que contou diretamente com apoio da oitava Vara da Justiça Federal do RN, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público Federal  (MPF) e Ministério Público do Trabalho (MPT).

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Município e Estado jogam cadáver de um lado para o outro

O jornal Tribuna do Norte trouxe à tona nessa última quarta-feira (6) um assunto que boa parcela da mídia do RN e de Mossoró faz vista grossa, sabe-se lá por quais motivos: a morte de uma senhora de 72 anos, no fim de semana, por falta de leito de UTI (ou agilidade no socorro).

Originária de Ipanguaçu, no Vale do Açu, ela testou positivo na sexta-feira (1º) e precisava de um leito de UTI, sendo Mossoró o polo de saúde pública mais próximo com estrutura para esse fim. Mas no sábado (2), a idosa faleceu sem a devida assistência.

Jornal Tribuna do Norte estampou reportagem mostrando situação crítica e que deve se repetir mais vezes

Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do Estado estão num jogo de empurra-empurra, eximindo-se de culpa no episódio. A municipalidade é responsável pela regulação dos leitos em Mossoró. Garantiu à imprensa da capital e em nota, que à ocasião do pedido da Secretaria Municipal de Saúde de Ipanguaçu, não havia disponibilidade de leitos na rede pública e terceirizada (Hospital São Luiz, hospital de campanha).

Citou, que dos 10 leitos “abertos pelo Governo do Estado, com ajuda de empresários locais, 7 estavam ocupados e 3 fechados por falta de insumos, de acordo com informações do próprio hospital”.

O Governo do Estado retruca. Garante que havia, sim. O Hospital São Luiz abriu na sexta-feira por volta de 17 horas os seus primeiros leitos (veja AQUI). De início, logo foram colocados em aproveitamento 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria. Só na segunda-feira (4), é que leitos de UTI teriam lotado.

Horas antes na sexta-feira em que o São Luiz começou a receber pacientes, o Blog Carlos Santos postava a seguinte matéria: Mossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

Na segunda-feira, uma reportagem do Mossoró Hoje, reproduzida e reforçada em informações por nossa página, apontava que o São Luiz tinha àquela data, pela manhã, 18 pessoas sob tratamento, sendo que nove somente na UTI – veja AQUI. Ou seja, só um leito disponível para situações mais urgentes.

Promessas e propagandas fantasiosas

Prometido para começar a funcionar no dia 20 de abril, o Hospital de Campanha da Prefeitura de Mossoró, também chamado de Unidade de Campanha e de Unidade Hospitalar de Campanha na propaganda oficial confusa, só teve abertura à noite da segunda-feira – veja AQUI. Assim mesmo, sem totalidade de leitos claramente explicitadas.

A própria secretária municipal da Saúde, Saudade Azevedo, noticiou que  seria “cerca (ou seja, algo aproximado) de 10 leitos para pacientes com síndromes respiratórias graves”. Ela não tinha sequer algo preciso, mas estimado.

Divulgação institucional e na imprensa constrói narrativa de protagonismo da prefeita que solta notícia fake (Reprodução BCS)

Município e Estado são inconfiáveis no que divulgam. A opinião pública e imprensa devem ficar com um pé atrás sobre o que lhe é repassado em tom oficial.

Na terça-feira (28), há mais de uma semana, a prefeita Rosalba Ciarlini visitou o Hospital São Luiz, que passou a ser administrado pela bioquímica Larizza Queiroz (interventora da Associação de Proteção e Apoio à Maternidade e à Infância de Mossoró-APAMIM). Logo, sua assessoria espalhou que ela “anunciou” (indevidamente) a abertura dos leitos dessa unidade hospitalar, que passava a ser Hospital de Campanha na luta contra a Covid-19.

Nada estava pronto. Rosalba sabia. O São Luiz só começou a receber pacientes na sexta-feira no fim da tarde (veja vídeo mais abaixo).

Fátima Bezerra não deixa por menos, no comando do governo estadual, com sua promessa de 20 leitos de UTI no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). Até o momento, apenas dez são utilizados, graças sobretudo a investimento da iniciativa privada.

Hospital da Polícia Militar e Hospital Rafael Fernandes que deveriam estar em plena atividade, não passam de promessas.

TAC salvador

Por enquanto, de forma clara, já se tem esse cadáver de uma senhora vitimada em situação suspeita. Mas outros podem surgir e muitos já teriam sido somados, não fosse a iniciativa de pessoas como o juiz federal Orlan Donato, promotor público Rodrigo Pessoa e a interventora da Apamim, Larizza Queiroz, que articularam aproveitamento do Hospital São Luiz como hospital de campanha.

A partir de conversação entre eles é que passou a ter negociação com município e estado. Daí surgiu o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para gestão do São Luiz na pandemia (veja AQUI e AQUI), com outros endossantes.

Se Mossoró e região estivessem à espera da agilidade e competência de governos estadual e municipal, os danos à vida humana seriam maiores e irreparáveis, baseados na incompetência e falácia. Resta esperar que o Ministério Público abra procedimento para apurar esse caso específico, além de perscrutar como está o processo de regulação de leitos.

Falta agilidade? Existem pacientes prioritários por município ou classe social?

De certo, um cadáver. Alguém de origem muito humilde que se foi. Familiares e amigos que ficam a chorar. Do outro lado, a estatística. O número frio, notas e versões, além de certa dose de cinismo.

Vai para quem o débito dessa morte?

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Hospital São Luiz tem rápida ocupação de leitos com Covid-19

O Hospital de Campanha de Mossoró, instalado no Hospital São Luiz (privado) está com crescente ocupação. Quem mostra essa preocupante demanda é o site Mossoró Hoje.

Mossoró Hoje acompanha o avanço da ocupação de leitos e necessidade de rápida abertura de outros

O São Luiz começou a funcionar com essa destinação específica de atendimento na sexta-feira (1º), com 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria – (veja AQUI. Mas nesta segunda-feira (4) já está com 18 pessoas sob tratamento, sendo que nove somente na UTI. Ou seja, só um leito disponível para situações mais urgentes.

O planejamento da gestão é que ao ocupar 90% dos leitos, passe logo a agilizar outros, até atingir seu teto – 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria.

Leia tambémMossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

A gestão do Hospital São Luiz nesse período de enfrentamento à Covid-19 é da bioquímica e interventora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC),, Larizza Queiroz, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Justiça Federal, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), além de Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do RN.

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Hospital São Luiz começa a receber os primeiros pacientes

O Hospital Sao Luiz – Hospital de Campanha em Mossoró para exclusivo atendimento a pacientes com Covid-19, por volta de 17 horas desta sexta-feira (1º) recebeu seu primeiro paciente.

Um veículo do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (SAMU), com o médico Dixon Fradik, fez transferência de paciente que estava provisoriamente no Hospital Maternidade Almeida Castro  (HMAC).

Outros serão transportados de Unidades de Pronto-Atendimento (UPA’s), onde estão também de forma emergencial e em face de falhas na montagem de estruturas da municipalidade e governo estadual.

O Hospital de Campanha no São Luiz começa com 10 de UTI e 15 de enfermaria.

Quando tiver 90% ocupados, será agilizada a abertura de mais 10 leitos de UTI e 15 de enfermaria, até chegar – a 35 UTIs e 65 leitos de enfermaria.

Leia tambémMossoró já vive saturação para atender pacientes com Covid-19.

A gestão do Hospital São Luiz nesse período de enfrentamento à Covid-19 é da bioquímica e interventora do HMAC, Larizza Queiroz, como resultado de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado por representantes da Justiça Federal, Ministério Público do RN (MPRN), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público Federal (MPF), além de Prefeitura Municipal de Mossoró e Governo do RN.

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Apamim administrará Hospital São Luiz contra Covid-19

Do Blog Saulo Vale

A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) assinou contrato para gerir, por um prazo mínimo de quatro meses, o Hospital São Luiz.

O “aluguel” é no valor de R$ 260 mil mensais.

Larizza Queiroz, que coordena a intervenção na Apamim, tem papel decisivo para gestão do São Luiz (Foto: arquivo)

O objetivo é de que essa unidade hospitalar atenda pacientes com suspeita ou confirmação da Covid-19 na região.

A fase agora é de montar equipes médicas e de enfermagem.

Segundo a farmacêutica Larizza Queiroz, interventora da Apamim, que hoje administra o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), o Hospital São Luiz deve ser aberto até o dia 1º de maio.

Ela afirma que serão disponibilizados de imediato leitos clínicos.

Disponibilidade de leitos

“Manteremos contato com o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) e com o setor de regulação do município, para que nós possamos abrir leitos de UTI, a medida que surja a demanda”, esclarece.

A Apamim vai gerenciar e ofertar até 35 leitos de UTI adulto e até 65 leitos de retaguarda, totalizando os 100 leitos hospitalares, para casos suspeitos e confirmados da covid-19, que vão funcionar no Hospital São Luiz.

O que cabe a cada um

Segundo o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), a Prefeitura de Mossoró fará repasse imediato de R$ 594 mil e parcelas mensais pós-fixadas em R$ 4,1 milhões, com recursos do SUS.

O Governo do Estado deve garantir toda a escala médica e prestar apoio técnico e de capacitação para o funcionamento dos leitos.

O TAC é fruto de uma parceria entre Governo do RN, 8ª Vara da Justiça Federal, Apamim, Prefeitura de Mossoró, Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público do RN (MPRN).

Tanto o Governo do Estado quanto a Prefeitura de Mossoró deverão criar uma Página de Transparência exclusiva para a divulgação das despesas relacionadas ao combate à Covid-19 com empenhos, contratos, fornecedores e demais informações decorrentes do dever de transparência.

Nota do Blog Carlos Santos – Essa operação delicadíssima chegou a emperrar, quanto o Governo do RN tentava negociação direta com o São Luiz. A intervenção de promotores, MPT, Justiça Federal e da própria Larizza Queiroz mudou o rumo do entendimento, para que o TAC fosse fechado.

A própria escolha da Apamim à gestão diz muito sobre esse entendimento. Larizza Queiroz consolida-se como nome de gestora exemplar na saúde – caso de sucesso na Apamim, sob intervenção desde setembro de 2014. Aplauso a todos os envolvidos.

Depois traremos detalhes de bastidores.

Leia também: TAC vai assegurar Hospital de Campanha no São Luiz.

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TAC vai assegurar Hospital de Campanha no São Luiz

Do Mossoró Hoje

A governadora Fátima Bezerra (PT) disse em entrevista ao Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), no início da noite desta sexta-feira, 17, que a contratação do Hospital São Luiz está assegurada. A negociação saiu através da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), que está sob intervenção federal desde setembro de 2014.

A interventora Larizza Queiroz deverá administrar o hospital nessa fase de excepcionalidade de enfrentamento à pandemia do coronavírus.

O projeto é colocar o hospital em funcionamento o mais rápido possível. O local atualmente tem 25 respiradores, ou seja, será possível instalar de imediato 25 leitos de UTI e pelo menos 75 de UCI. Serão necessários mais equipamentos e profissionais de saúde, para que ele seja um adequado Hospital de Campanha.

Hospital São Luiz tem estrutura para ser o necessário Hospital de Campanha da região (Foto: arquivo)

Mossoró já conta com o Hospital Tarcísio Maia, com 27 leitos, sendo que 20 de UTI e 7 de UPI; com o Hospital Wilson Rosado, que tem contratado 11 leitos de UTI pelo SUS; com o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), com 10 leitos de UTI do SUS para as mulheres grávidas.

Tem também a estrutura que está sendo montada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Belo Horizonte e o Hospital da Policia Militar.

Negociação

A negociação para contratar o hospital foi tentada direto com o Governo do Estado, porém o negócio não foi fechado.

Os entendimentos começaram a ter avanço, com promotores de Justiça de Mossoró, da Secretaria Municipal de Saúde e da equipe de Intervenção Judicial da Apamim (que administra o HMAC).

Os promotores de Justiça, observando a necessidade urgente de ser resolver a situação, propuseram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), entre Governo do Estado, Prefeitura de Mossoró e Apamim, para arrendamento do Hospital São Luiz.

O TAC está sendo assinado pelo secretário de Saúde do Estado Cipriano Vasconcelos Maia, pela secretária de Saúde de Mossoró, Saudade Azevedo, pelo procurador Gladson Gadelha, do Ministério Público do Trabalho (MPT), promotor Rodrigo Pessoa, do MInistério Público do RN (MPRN), e Larizza Queiroz, da Apamim.

Comunicado

Assinaram também o procurador geral do Estado, Luiz Antônio Marinho da Silva, a procuradora geral do município de Mossoró, Karina Martha F. d S. Vasconcelos e o promotor Carlos Henrique Haper Cox, do Laboratório de Orçamento e Polícias Públicas do Rio Grande do Norte.

O processo deve ser concluído já neste sábado, ocasião que o promotor Rodrigo Pessoa deve divulgar nota já detalhando a negociação, como será o custeio, a gestão, assim como o número de leitos que será disponibilizado na unidade.

Como forma de tranquilizar a população de Mossoró e região, a secretária Saudade Azevedo e a interventora da Apamim Larizza Queiroz, devem divulgar comunicado conjunto, também neste sábado, a exemplo do Ministério Público, sobre a conclusão do processo.

Nota do Blog – Ufa! Excelente iniciativa de promotores e outros envolvidos. À luta.

Venceremos.

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Hospital adota medidas preventivas contra o coronavírus

Do Mossoró Hoje

A equipe de intervenção judicial no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró-RN, está adotando uma série de medidas, seguindo orientações do Ministério da Saúde, para contribuir com o combate à transmissão do Coronavirus (Covid-19).

Os protocolos estão sendo formatados por setores nos diversos setores, como recepção, acolhimento, pré-parto, salas de parto e Centro Obstétrico, assim como no Alojamento Conjunto. O cuidado também se estende à lavanderia, à farmácia, o laboratório, a esterilização, a Nutrição e demais compartimentos da maternidade.

Ainda é imperioso lembrar das orientações ao pessoal da limpeza, da manutenção e da segurança. Vários protocolos já estão prontos e sendo aplicados. Em alguns, está sendo preciso mantê-los em aberto, e atualizá-los conforme as informações que chegam do Ministério da Saúde.

Cuidados especiais

Atenção especial está sendo dedicada pela equipe às unidades de UTI adulto, neonatal, UcincO, UcincA, onde estão internados pacientes que carecem de tratamento intensivo, tanto adulto quanto neonatal.

Em atenção à orientação do Ministério da Saúde, o HMAC está impondo restrições de acesso logo na porta. Visitas, por exemplo, estão suspensas até que a pandemia entre em declínio. Só entra a mulher e a acompanhante.

A diretora geral Larizza Queiroz e a coordenadora de enfermagem Patrícia Oliveira manifestam agradecimento à colaboração de todos os servidores e da população em geral, que precisam dos serviços do HMAC.

“Nesta guerra, agradecemos em especial ao servidor desta casa, que tem dedicado esforços até muito acima do normal para garantir o atendimento à população”, diz Larizza.

Nota do Blog Carlos Santos – As preocupações do HMAC estão ampliadas, depois da oficialização de que um de seus médicos, Inavan Lopes, está com coronavírus (veja AQUI). É um prédio de intensa circulação de pessoas das mais diversas camadas sociais e endereços no município e em dezenas de outros no RN e Ceará, também.

São vigilantes, faxineiros, enfermeiros, médicos, pacientes, acompanhantes, gente para prestar serviços em condicionadores de ar, energia, hidráulica, fornecedores de alimentos etc. Pode ser ponto de partida para expansão em escala geométrica e exponencial da doença.

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Junta Interventora fará balanço de suas atividades

A Junta de Intervenção na APAMIM convida a imprensa de Mossoró e região para conhecer o trabalho de reestruturação e ampliação que foi feito no Hospital Maternidade Almeida Castro no primeiro ano de intervenção.

A explanação será feita pela coordenadora geral da intervenção, Larizza Queiroz, às 9h desta terça-feira, 17, no Hospital Maternidade Almeida Castro, no Centro, Mossoró.

Hospital Almeida Castro tem implantação de mais 18 leitos

A parceria entre a Prefeitura de Mossoró e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – sistema Casa de Saúde Dix-sept Rosado (CSDR) – tem possibilitado a reestruturação da unidade, que está sendo administrada por uma junta interventora após determinação judicial. Na manhã desta sexta-feira, 22, o prefeito Francisco José Júnior (PSD) acompanhou as obras de implantação de 18 leitos do Método Canguru, instalados em uma ala totalmente nova da maternidade.

Prefeito visita instalações de hospital (Foto: PMM)

“Em pouco mais de sete meses de intervenção, diversos novos serviços já foram abertos, o atendimento está sendo ampliado e humanizado, tudo com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Com a instalação de mais 18 leitos, o Hospital passa a contar com mais de 120 leitos, quem ganha com esses avanços é a população. Hoje, o Município é o maior parceiro do Hospital”, relatou Francisco José Júnior.

A nova ala do HMAC possui três enfermarias e uma área de convivência. Os espaços são direcionados para mães e recém-nascidos que precisam ficar no Hospital até o bebê ganhar peso suficiente para ter alta, dessa forma mãe e filho ocupam o mesmo local, de acordo com o que preconizam as portarias do Ministério da Saúde.

Apoio

“Sem o apoio da Prefeitura, esses serviços não estariam sendo abertos, pois os recursos que temos teriam que ser repassados para o pagamento dos médicos, custos que estão sendo arcados pelo Município. A previsão é que até a próxima semana esses novos leitos já estejam em funcionamento, somando aos seis do Método Canguru que já existem ”, afirmou a diretora interventora do HMAC, Larizza Queiroz.

Após a ampliação dos leitos do Método Canguru, o próximo serviço que será aberto no Hospital Maternidade Almeida Castro é a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto.

Entre as melhorias que já foram implantadas na unidade nos últimos meses, está a retomada das cirurgias eletivas, que estavam paralisadas há anos; reabertura de leitos da UTI neonatal; abertura de serviços de laboratório, entre outros.

Com informações da Prefeitura de Mossoró.