O Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) decidiu pelo arquivamento de uma denúncia apresentada contra o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (União Brasil), que apontava suposta irregularidade na gestão fiscal do exercício de 2024. O processo tramitava sob o número 300120/2025- TC e chegou a correr em sigilo, mas a restrição foi retirada após a decisão pelo arquivamento por não haver indícios de veracidade na denúncia.
O arquivamento foi despachado pelo diretor de expediente do TCE, Andrei Herberth Rodrigues de Oliveira, em 1º de agosto. Após quebra do sigilo, foi evidenciado que a denúncia fora formalmente assinada por Lawrence Carlos Amorim de Araújo (PSB), ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, e protocolada em janeiro deste ano. Ou seja, pouco mais de dois meses após as eleições municipais, em que Lawrence Amorim foi derrotado pelo prefeito por 113.121 votos (78,02%) a 16.115 votos (11,11%) – 97.006 votos de maioria.
Segundo Lawrence, o prefeito Allyson Bezerra fechou 2024 com uma dívida de quase R$ 200 milhões a mais do que havia em caixa. Isso significaria que ele gastou além do que podia. Seria uma “pedalada fiscal.”
No voto do relator do processo, conselheiro Gilberto Jales, ele destacou que não havia indícios suficientes de materialidade e que os fatos apresentados por Lawrence não espelhavam a verdade.
Ilustração com recursos de Inteligência Artificial para o BCS
Fracassaram pela via judicial mais duas tentativas de alteração do resultado das eleições municipais de Mossoró no ano passado. O juiz Cláudio Mendes Junior, da 33ª Zona Eleitoral, julgou nesta sexta-feira (23) que são improcedentes duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) contra o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), e o vice-prefeito eleito Marcos Medeiros (PSD). Eles foram denunciados por abuso de poder político, econômico e midiático.
As ações foram apresentadas pelos candidatos a prefeito e vice da Coligação Mossoró de Verdade, Lawrence Amorim (PSDB) e Carmem Júlia Montenegro (MDB), além do Partido Liberal (PL) de Mossoró e seus candidatos a prefeito e vice, Genivan Vale (PL) e Nayara Gadelha (PL). Ou seja, mais uma investida da bizarra combinação política “bolsopetista”, que misturou ‘adversários’ bolsonaristas e petistas na campanha e depois dela, contra a chapa governista.
Alegavam que os Allyson Bezerra e Marcos Medeiros teriam se beneficiado da máquina pública e mídia, alterando o curso das eleições. Simplificando: a derrota acachapante de ambas as chapas não tinha relação direta com a anemia eleitoral que demonstraram nas urnas. Um insulto à inteligência alheia.
O magistrado concluiu não existirem elementos suficientes para comprovação do que fora descrito nos autos de ambas AIJE’s. Negou todos os pedidos formulados nas ações.
O juiz, a propósito, seguiu parecer do próprio Ministério Público Eleitoral (MPE), que teve essa interpretação dos elementos colhidos.
‘Arrendados’ pelo PT, que temia passar vexame com candidatura própria, Lawrence e Carmem Júlia foram derrotados pela chapa Allyson-Marcos. Maioria imposta a eles chegou a 97.006 votos. Já a banda bolsonarista programada para perder, Genivan-Nayara, experimentou soterramento ainda mais impiedoso e humilhante: 102.102 votos de vantagem para a dupla Allyson-Marcos que empilhou 113.121 votos.
Ana Karina Nóbrega entra no lugar de sogra de ex-vice-prefeito (Foto: redes sociais)
O Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) em Mossoró tem nova diretora-geral. A administradora Ana Karina Nóbrega entrou essa semana no lugar da assistente social Francisca Nilza Batista, a “Branca.”
Branca estava na função desde janeiro de 2022. Tinha sido indicação do vice-prefeito dissidente de Mossoró à época, João Fernandes de Melo Neto (MDB) – “Fernandinho das Padarias.”
Já Ana Karina é oriunda da Chefia de Gabinete da Câmara Municipal de Mossoró, gestão do então presidente Lawrence Amorim (PSDB), que a indicou à missão.
A mudança política na gestão do HRTM ocorre num momento delicado da saúde estadual e em especial desse hospital. Há mais de seis meses, por exemplo, o HRTM não tem um diretor técnico (veja AQUI).
Genilson fez exposição pública sobre dados levantados por servidores de carreira da CMM (Foto: CMM)
A Câmara Municipal de Mossoró conseguiu quitar, em apenas um mês, mais de R$ 1,5 milhão das dívidas herdadas da gestão anterior, que era conduzida pelo então presidente Lawrence Amorim (PSDB). Em coletiva realizada na manhã desta sexta-feira (31), a atual presidência da Câmara apresentou à imprensa o total da maior dívida da Casa em todos os tempos, que supera R$ 4,5 milhões.
O ex-presidente reagiu em tom desafiador e provocativo ao conteúdo da coletiva do seu sucessor na função de presidente, vereador Genilson Alves (UB).
O relatório elaborado pela equipe técnica desse poder, composta por servidores efetivos, atesta que a Câmara Municipal de Mossoró encerrou 2024 com uma dívida de R$ 4.565.880,68. Esse montante é referente à falta de pagamento de salários dos vereadores (novembro e dezembro), vencimentos dos servidores (dezembro, 13º salário e terço de férias), além de impostos, dívidas com o Instituto Nacional de Previdência Social (INSS) e Instituto Municipal de Previdência Social (Previ Mossoró), multas e juros, dívidas da Fundação Vereador Aldenor Nogueira (entidade ligada à CMM), fornecedores e prestadores de serviços, entre outros.
Somente de multa e juros acumulados pela antiga gestão, a Câmara Municipal de Mossoró pagou, em janeiro, mais de 60 mil reais. Segundo o presidente, Genilson Alves, o trabalho de reorganização das finanças, feito pela equipe técnica da Câmara, conseguiu quitar também todas as pendências financeiras que geram encargos adicionais.
A antiga gestão deixou de pagar mais de R$ 740 mil a fornecedores e prestadores de serviços. Diante do cenário, a Procuradoria e a Comissão de Controle Interno da Câmara recomendaram a revisão dos contratos, permitindo a avaliação detalhada dos processos, adequando-os às leis vigentes, para efetivar o repasse mediante a comprovação da prestação dos serviços.
Medidas
De forma imediata, reduziu o quadro de servidores comissionados e terceirizados, suspendeu passagens aéreas, reduziu funções gratificadas, suspendeu diárias, abastecimentos e uso de carros oficiais.
No primeiro mês, a contenção de gastos fez a Câmara economizar e pagar, além da folha de janeiro, o montante de R$ 1.554.218,54 da dívida deixada. A nova gestão conseguiu quitar de forma integral todos os impostos, multas e juros do PREVI e INSS, o que permite que a Casa Legislativa pare de pagar encargos adicionais por atraso de pagamento.
O outro lado
Em redes sociais, Lawrence Amorim reagiu negando débitos nessa dimensão. Atribuiu os problemas despejados, na legislatura atual, ao prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB), de quem foi aliado até o fim de abril do ano passado.
Em outras postagens, também afirmou que não era “frouxo” como o prefeito e desafiou o líder do Governo na CMM, Alex do Frango (PSD), a confrontar sua passagem como diretor-presidente do Abatedouro Frigorífico e Industrial de Mossoró (sociedade de economia mista controlada pela prefeitura) com a dele, à frente do legislativo mossoroense.
Veja acima, vídeo-reportagem do Mossoró Hoje, com ampla cobertura do caso.
Cabo Deyvison em visita a Walter Alves dia 28 de novembro de 2024, na companhia de um de seus apoiadores, “Geovani do Melão” (Foto: Blog Ismael Sousa)
O vice-governador, pré-candidato a governador e presidente estadual do MDB, Walter Alves, tem um sério problema a resolver em Mossoró, nas relações de sua legenda com o PT da governadora Fátima Bezerra. Isso, de olho nas eleições 2026.
Em sua estreia no plenário da Câmara Municipal de Mossoró na sexta-feira (24), o vereador Deyvison Thalles Martins do Nascimento (MDB), o “Cabo Deyvison”, 35, confrontou manifestantes e militantes de esquerda e do PT para a briga, no “bofete.” O eco do episódio é muito ruim.
O MDB faz parte da composição oposicionista em Mossoró, com o PT. Na campanha do ano passado, o MDB de Deyvison e Walter apoiou a candidatura à prefeitura do vereador Lawrence Amorim (PSDB).
Administrar o temperamento forte do Cabo Deyvison é de uma urgência urgentíssima, visto que as hostilidades entre ele e o PT na Câmara Municipal de Mossoró não devem parar por aí, em face até de sua acentuada vertente bolsonarista.
O incidente de sexta-feira depõe contra a composição entre MDB e PT, que na Câmara Municipal já é de hostilidade de parte a parte.
Veja abaixo, vídeo com a fala ameaçadora do Cabo Deyvison:
Governadora dedicou agenda especial para interagir com forças políticas e amigos na região (Fotomontagem do BCS)
Andar é preciso.
A governadora Fátima Bezerra (PT) aportou o fim de semana em Mossoró/Tibau/Grossos.
Cumpriu agenda administrativa com entrega da pavimentação da avenida litorânea Dehon Caenga entre Tibau e Grossos, conversou com setores produtivos e, principalmente, reuniu-se com sua base política e outros convidados.
No sábado (18), na casa do advogado Lindocastro Nogueira. No domingo (19), na residência do casal Laíre Rosado-Sandra Rosado, ex-deputados federais. Ambos compromissos em Tibau, a 42 km de Mossoró.
Nas confrarias, além dos anfitriões, presenças ainda da vereadora Marleide Cunha (PT), ex-deputada estadual e ex-vereadora Larissa Rosado (PSB), ex-candidato a prefeito de Mossoró Lawrence Amorim (PSDB), reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) Rodrigo Codes, Franklin Robso (ex-candidato a vereador pelo Avante em Mossoró), ex-vereadora em Mossoró Carmem Júlia (MDB), ex-secretário de Educação do RN Pedro Almeida Duarte, jornalista social Chrystian de Saboya, deputada estadual Isolda Dantas (PT), deputado estadual Ivanilson Oliveira (UB), Tetê Bezerra (irmã da governadora) etc.
Genilson tem se reunido com equipe e vereadores (Foto: Wesley Duarte)
O presidente da Câmara Municipal de Mossoró (CMM), vereador Genilson Alves (União), e a direção da Câmara, buscam medidas estratégicas para restaurar as finanças e manter o pleno funcionamento da Casa Legislativa. A Câmara enfrenta um cenário crítico com dívidas herdadas que chegam à casa de 4 milhões de reais. Uma grande força-tarefa foi montada para restaurar o equilíbrio financeiro da instituição.
Entre as ações efetivas, tomadas de forma imediata, está a redução no quadro de servidores, além de suspensão de gastos com passagens aéreas, refeições, diárias e gratificações.
Além do trabalho para restauração das finanças, outros projetos estão em andamento para implementação. Um dos pontos defendidos pelo o presidente da Câmara é a transparência dos processos públicos da Casa Legislativa por meio da informatização. “Estamos buscando implementar o que é eficiente, o que é modelo, referência em outras cidades. A informatização é fundamental para trazer mais transparência e equidade nos processo públicos”, defendeu Genilson Alves.
Outro ponto defendido por Genilson é a valorização do servidor da Câmara. Segundo o presidente, a Câmara buscará realizar parcerias com instituições, universidades e órgãos para capacitar os servidores da Casa.
“O que queremos é ter uma Câmara atuante, a serviço do povo. Nosso servidor precisa estar capacitado, pronto, preparado para atender com excelência os anseios da população. E de forma técnica, vamos proporcionar que o nosso servidor tenha espaço, tenha oportunidade de se capacitar, de aprender mais”, finalizou Genilson Alves.
As ações implantadas e organizadas pela nova gestão fazem parte de um projeto contínuo de modernização da Casa Legislativa, com a proposta de garantir mais eficiência e qualidade nos serviços prestados à população de Mossoró.
Genilson assumiu gestão, após passagem do ex-presidente Lawrence Amorim (PSDB) pela função, responsável por esse legado desastroso.
Dr. Cubano (primeiro em pé, à esquerda, lado da mesa) prestigiou posse em palácio (Foto: Célio Duarte)
Yoanis Infante Rodriguez, conhecido como Dr. Cubano, eleito com 1.515 votos a vereador de Mossoró, pelo PSDB, já emitiu diversos sinais.
Está tudo muito claro.
Se o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) quiser contar com ele na bancada governista, já composta por 15 vereadores, é só convocar.
Único vereador eleito pelo PSDB do ex-candidato a prefeito oposicionista, Lawrence Amorim, o médico cubano naturalizado brasileiro foi à passeata da vitória de Allyson Bezerra no dia 6 de outubro. No último dia 1º último, posse do governante, posou a seu lado na sede da municipalidade.
Genilson chegará à presidência com quatro anos de atraso (Foto: Edilberto Barros)
Do Blog Saulo Vale
Vereador reeleito para seu quarto mandato, o empresário, bacharel em Administração e ex-flanelinha nas ruas de Mossoró Genilson Alves (União Brasil) deverá ser o próximo presidente da Câmara Municipal. A eleição será no dia 1º de janeiro de 2025.
O grupo governista e a sua bancada fecharam questão.
No dia 22 de novembro, portanto há pouco mais de um mês, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (União Brasil) conversou com Alves ao lado de outros membros de seu grupo e bateu o martelo.
Só orientou que Genilson Alves conversasse com cada um dos outros 14 vereadores governistas eleitos/reeleitos, para essa escolha.
Sabia que haveria consenso. E houve.
Genilson Alves será presidente por uma questão de reconhecimento e confiança.
Durante este primeiro mandato de Allyson, esteve como líder governista, do primeiro dia ao último dia dos quatro anos de gestão, sem, em momento algum, haver necessidade de trocá-lo.
Genilson Alves é conhecedor do Regimento Interno da Câmara e do pleno funcionamento da Casa, além de passear bem pelas bancadas de oposição e do governo.
Ascensão
Tem outro detalhe sobre essa ascensão de Genilson à presidência: chegará com quatro anos de atraso.
Isso porque na atual legislatura o nome de Genilson Alves já tinha maioria para ser eleito em 2021. Porém, à época, ele recuou para não causar dissidência na base do prefeito Allyson Bezerra, recém-empossado.
Cedeu lugar para Lawrence Amorim (PSDB), que convenceu o prefeito a mudar a escolha.
Lawrence foi eleito presidente e reeleito antecipadamente para segundo biênio, outra vez com aval do Allyson.
À época, o vereador Genilson Alves cedeu de novo, para reeleição de Lawrence.
Carlos Lacerda fez oposição feroz (Foto: Acervo da Folha Press/1968)
“O senhor Getúlio Vargas não deve ser candidato à presidência. Candidato, não deve ser eleito. Eleito, não deve tomar posse. Empossado, devemos recorrer à revolução para impedi-lo de governar.” Na iminência de vencer as eleições à presidência do Brasil em 1950, nos braços do povo, Getúlio Vargas recebia do feroz opositor, Carlos Lacerda, essa ameaça contra a legalidade, a legitimidade e a vontade da massa gente que se confirmou nas urnas.
Em Mossoró, o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) enfrenta a reprodução desse sentimento primitivo. É exercitado por uma parte da oposição paroquial, mesmo com baixa representatividade popular e obtusa, diferentemente de Lacerda, um gênio político, catalizador de multidões e intelectual.
A cólera para ejetar Allyson Bezerra do poder, estranhamente, não parte de quem mais tomou prejuízo com sua ascensão: os Rosados. A oligarquia que desde 1948 pontificava em Mossoró desabou nas eleições de 2020 e 2024. Mas, nem assim, rosna e vomita ira. Tem sabido perder, mesmo que ainda estrebuche em seus estertores e insufle porta-vozes de baixa representatividade pública à disseminação de zunzunzum contra o prefeito.
Registre-se: antes mesmo da campanha municipal deste ano, quando foi vitorioso – veja AQUI – com 113.121 votos (78,02%), Bezerra já convivia com o oposicionismo do ‘quanto pior, melhor’. Normal, digamos. O agravante foi o surgimento da perfídia de aliados que viraram adversários ressentidos, casos do presidente da Câmara Municipal Lawrence Amorim (PSDB) e o ex-vereador Genivan Vale (PL), derrotados de forma vexatória à prefeitura. Amorim com 16.115 votos (11,11%) e Vale totalizando 11.019 votos (7,60%).
A avalanche de ações judiciais e denuncismo orquestrado contra Allyson Bezerra (veja AQUI) e seu vice eleito Marcos Medeiros (PSD) não foi parida agora – que fique claro. Bem antes da abertura do processo eleitoral, oposicionistas de carteirinha e esses aliados quintas colunas entraram em sintonia para tirá-lo de cena (veja AQUI). Até aqui, sem sucesso algum.
Contrariados em suas ambições pessoais e obcecados em derrotá-lo no campo judicial, haja vista que sabiam não ter condições mínimas de êxito nas urnas, eles não vão parar. Juntos na pré-campanha, corpo e alma na campanha, seguirão unidos após a posse dos vitoriosos. Seguem úteis às forças políticas estaduais que os recrutaram à essa missão. Mossoró em segundo plano. O que interessa é marcar posição para 2026.
Juíza não acolheu o disparate conjunto de Lawrence e Genivan, derrotados com maiorias superiores a 97 mil votos (Foto: Célio Duarte)
Fracassa mais uma empreitada judicial para cassar e tornar inelegível o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB) e seu vice Marcos Medeiros (PSD). A juíza da 34ª Zona Eleitoral de Mossoró, Cinthia Cibele Diniz de Medeiros, rejeitou nesta quinta-feira (19) representações conjuntas dos ex-candidatos a prefeito Lawrence Amorim (PSDB) e Genivan Vale (PL).
A magistrada aplicou apenas uma multa pecuniária para prefeito e vice, no valor individual de R$ 11.851,91 (onze mil oitocentos e cinquenta e um reais e noventa e um centavos). Deixou claro, que a aspiração – de cassação e inelegibilidade por oito anos de Allyson e Marcos – não se configuraria em algo “proporcional e razoável.”
Lawrence e Genivan tentaram convencer a magistrada de que só foram derrotados à prefeitura, porque houve grande desequilíbrio de mídia pública, em benefício do prefeito.
“Analisar a proporcionalidade da sanção a ser aplicada, no presente caso, faz-se extremamente necessária, pois trata-se de candidatos eleitos com imensa maioria de votos, sendo essencial privilegiar a manifestação popular, a qual somente pode ser afastada quando caracterizada conduta dotada de gravidade qualitativa e quantitativa”, constatou Cínthia Cibele.
Allyson Bezerra foi reeleito prefeito de Mossoró com 113.121 votos, o que equivale a 78,02% dos votos válidos. Uma maioria de 97.006 mil votos sobre o segundo colocado, Lawrence, que computou apenas 16.115 votos.
O vexame de Genivan foi ainda maior, colocado na terceira posição com apenas 11.019 votos. Maioria de Allyson sobre ele bateu em 102.102 votos.
Allyson e Marcos foram os mais votados em todas as 555 seções eleitorais. Lawrence e Genivan juntos somaram 27.134 votos. O cumulativo de votos brancos, nulos e abstenções superou a dupla oposicionista: 39.666.
Veja AQUI os números finais das eleições a prefeito e vice de Mossoró este ano.
Allyson teve Lawrence Amorim como aliado até abril deste ano (Fotomontagem do BCS/Arquivo)
No entendimento do Ministério Público Eleitoral (MPE), o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), deve ser condenado por “prática de conduta vedada e abuso de poder político”. Da mesma forma, o seu vice-prefeito eleito Marcos Medeiros (PSD).
O parecer é do promotor eleitoral Armando Lúcio Ribeiro, a partir de representação especial desencadeada pelo ex-candidato a prefeito Lawrence Amorim (PSDB). Através dessa e de outras demandas judiciais, Amorim tenta a cassação de prefeito e vice, para que ocorra uma eleição suplementar à prefeitura. O ‘segundo turno’ judicial é alternativa ao resultado sofrível obtido no pleito municipal.
Segundo a manifestação, o gestor “fez uso de publicidade produzida pelas empresas contratadas através de licitação, associando seu nome a eventos, obras e serviços públicos, tendo se apropriado de materiais produzidos pelas empresas contratadas pelo município para usar em sua campanha pessoal”.
Assinalou ainda, na mesma peça jurídica, que o prefeito teria “infringido a legislação eleitoral ao empenhar despesas com publicidade no primeiro semestre do ano eleitoral num montante que supera seis vezes a média mensal dos valores empenhados e não cancelados nos últimos três [anos] aos que precedem o pleito”.
A representação, que tem agora o parecer do MPE, ainda será julgada pelo juiz da 34ª Zona Eleitoral, Cínthia Cibele Diniz de Medeiros.
Números
Nas eleições de 6 de outubro deste ano, Allyson Bezerra foi reeleito prefeito com 113.121 votos (78,02% dos votos válidos). Representou a maior votação de todos os tempos nas contendas municipais. Sua maioria sobre Lawrence Amorim, atual presidente da Câmara Municipal de Mossoró, chegou a 97.006 votos.
Ele superou todos os quatro adversários a prefeito em todas as 555 seções eleitorais, de forma individual e cumulativa.
Lawrence empalmou 16.115 votos (11,11%) nas eleições de outubro.
Até abril deste ano, o vereador era aliado do prefeito, além de ter recebido apoio dele à Câmara Federal em 2022, bem como à viabilização de dois mandatos como presidente da Câmara de Vereadores.
Veja AQUI os números finais das eleições a prefeito e vice de Mossoró este ano.
Circula nos intramuros do poder em Natal, conversa que diz respeito à política mossoroense e o destino do atual presidente da Câmara Municipal mossoroense, Lawrence Amorim (PSDB), após fim de mandato e legislatura.
A conferir, claro.
Fala-se que Amorim tende a ser encaixado no cós da governadora Fátima Bezerra (PT), através de cargo na Companhia de Águas e Esgotos do RN (CAERN).
A propósito, a estatal é campeã de queixas diárias dos mossoroenses em programas de rádio e outras fontes de ouvidoria popular.
Roberto Sérgio Ribeiro Linhares é o atual diretor-presidente da Caern. Escolha pessoal e técnica da própria governadora, que se diga.
Lawrence Amorim foi candidato de Fátima Bezerra a prefeito de Mossoró este ano. Ficou em segundo lugar com 16.115votos (11,11%).
O vencedor foi o prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB), com 113.121votos (78,02%). Maioria de 97.006 sobre ele (veja AQUI).
Documento mostra nova dispensa (Reprodução do BCS)
A pouco menos de um mês e meio de deixar a presidência da Câmara Municipal de Mossoró e concluir mandato, o vereador Lawrence Amorim (PSDB) duela contra os números e o bom senso. Ignora diversificados e vultosos débitos da Casa paridos em sua gestão, para gerar mais e mais despesas com dispensa de licitação.
No Diário Oficial da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM/RN/), desta terça-feira (19), é veiculada dispensa de licitação – com data retroativa ao dia 5 de novembro – no valor total de R$ 55.800,00 (CINQUENTA E CINCO MIL E OITOCENTOS REAIS). Favorecida é a empresa KT Soluções Ltda.
A empresa atuará para “atender às necessidades da Fundação Pública Vereador Aldenor Nogueira,” entidade vinculada à Câmara Municipal.
Antes, situacão semelhante foi consumada com a Gráfica Ideal Eirele, dia 18 de outubro, 12 dias após as eleições municipais, em que Amorim teve fracassada candidatura a prefeito. A dispensa de licitação importou num montante de R$ 55.369,00 (CINQUENTA E CINCO MIL TREZENTOS E SESSENTA E NOVE REAIS).
Cinco dias após as eleições de 6 de outubro, precisamente dia 11, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró – Lawrence Amorim começou processo de exoneração em massa de cargos comissionados nesse poder. Bom sinal para quem parecia tentar, finalmente, arrumar as contas.
Porém, depois, no dia 28 de outubro, edição 2017 do jornal da mesma Fecam/RN, ele nomeou várias pessoas.
De lá para cá o cenário só se agrava, marchando para um fim melancólico de sua passagem pela presidência. Existem outros casos de dispensa de licitação. E podem ser produzidos outros.
Fornecedores, servidores e prestadores de serviço entendem.
O outro lado
NOTA À IMPRENSA
Contrato assegura transparência à Fundação da Câmara
A empresa KT Soluções LTDA foi contratada, de forma legal, para prestação de serviço de contabilidade, para o período de um ano, à Fundação Aldenor Nogueira. O valor do contrato, de R$ 55.800, dividido em 12 meses, perfaz o valor mensal de R$ 4.650 – compatível ao piso da contabilidade em tramitação na Câmara dos Deputados.
Ademais, serviço contábil é de natureza contínua e essencial. Portanto, é impedido de sofrer interrupção, a fim de assegurar a manutenção da prestação de contas e a transparência na Fundação Aldenor Nogueira. A entidade, assim, continua a cumprir os princípios constitucionais do serviço público.
Allyson tinha Lawrence como aliado até abril deste ano, mas há meses ele se acertava com petismo (Fotomontagem de arquivo do BCS)
A avalanche de ações judiciais que a oposição bolsopetista trabalha contra o prefeito reeleito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), tem mais uma edição. Vá contando. A união em campanha de adversários oriundos do bolsonarismo e petismo não terminou em 6 de outubro, data das eleições. A fase seguinte é uma espécie de “segundo turno”, com judicialização em massa.
Outra demanda na Justiça Eleitoral está em andamento. Agora, a Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) sob o número 0600126-95.2024.6.20.0033, na 33ªZona Eleitoral, comarca de Mossoró.
O adversário Lawrence Amorim (PSDB), da coligação “Mossoró Mais Forte” aponta abuso de poder político, midiático e econômico na campanha deste ano, em que ele foi o segundo colocado com 16.115 votos (11,11%). Na petição inicial, Amorim assegura que o pleito sofreu “desequilíbrio indiscutível e notório.” Chega a pedir quebra de sigilo bancário de empresas e endereços de mídia, por exemplo.
O prefeito reeleito venceu a disputa com 113.121 votos (78,02%), impondo maioria de 97.006 sobre Lawrence Amorim e de 102.102 votos em relação ao terceiro colocado, Genivan Vale (PL), que empalmou 11.019 votos (7,60%).
Allyson tinha Lawrence como aliado até abril deste ano. Antes o fez presidente da Câmara Municipal (duas vezes) e candidato a deputado federal mais votado da história de Mossoró. Atraído pelo petismo, após vários meses de conversas sigilosas em Mossoró e Natal, Lawrence Amorim rompeu com o prefeito.
Como não se viabilizou como vice, por não se apresentar minimamente como confiável, topou enfrentar seu ex-líder. Passou vexame.
Genivan topou em 11.019 votos e Lawrence ainda conseguiu 16.115 votos (Fotomontagem BSV)
Estava escrito. Depois de vexame comum nas urnas, os ‘parceiros’ de campanha municipal em Mossoró, PL e PT, entram com ações judiciais que buscam implodir a reeleição nas urnas do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (União Brasil). O “bolsopetismo” da luta pelo voto não era apenas um ‘namoro colorido’, coisa passageira. Pelo visto… virou caso sério, mesmo após o choque de realidade da votação de cada um.
As duas forças políticas que apoiaram as candidaturas a prefeito de Lawrence Amorim (PSDB) e Genivan Vale (PL) protocolaram no mesmo dia (24.10) ações idênticas. Nas petições, querem que a Justiça Eleitoral casse o mandato e torne inelegíveis o prefeito reeleito com 78,02% dos votos válidos da eleição, Allyson Bezerra, e seu vice, Marcos Medeiros (PSD).
Lawrence e Genivan alegam que a Prefeitura de Mossoró gastou com publicidade institucional no primeiro semestre de 2024 mais do que a média dos três anos anteriores (2021, 2022 e 2023). A partir daí, cobram a quebra de sigilo bancário das agências de publicidade contratadas pelo poder público, através de licitações.
A juíza da 34ª Zona Eleitoral, Chinthia Cibele, indeferiu o pedido liminar dos candidatos derrotados na eleição de 2024, destacando que as alegações careceriam de “argumentação de coesão lógica.” Simplificando: são sem pé nem cabeça, verdadeiros quasímodos jurídicos.
Fundamentou a magistrada:
-“A carência de coesão lógica com o dispositivo invocado pela parte autora se revela mais uma vez no pedido de afastamento do sigilo bancário relativamente aos três anos anteriores ao período eleitoral, ao passo que para a investigação da irregularidade do art. 73, VII da Lei nº 9.504/97 se demandaria tão somente o debate quanto aos valores empenhados no corrente exercício.”
Durante a campanha municipal, os dois candidatos e suas respectivas coligações trabalharam de forma integrada, dividindo pautas de denúncias e ataques ao adversário. Nos debates, o sincronismo era de seleção olímpica de vôlei: um levantava e o outro cortava (veja AQUI).
Até mesmo a vice de cada um, Carmém Júlia (MDB) e Nayara Gadelha (PL), respectivamente companheiras de chapa de Lawrence Amorim e de Genivan Vale, cumpriram agendas eleitorais juntas (veja AQUI). Isso mesmo. Pasme!
Os números eleitorais dos dois candidatos foram vexatórios. Allyson Bezerra teve 113.121 votos (78,02%), impondo maioria de 97.007 sobre Lawrence Amorim e de 102.102 votos sobre o terceiro colocado Genivan Vale.
A soma da votação dos seus quatro adversários – Lawrence, Genivan, Victor Hugo (UP) e Irmã Ceição (PRTB) – chegou a 31.869 votos – num universo de 144.990 votos válidos.
Isso representa um total menor do que o cumulativo de abstenções, votos nulos e votos em branco – 39.666.
Lawrence Amorim empalmou 16.115 votos (11,11%) e Genivan topou em 11.019 votos (7,60%).
Outras ações vão ser protocoladas, conforme os dois grupos têm conversado e trabalhado. É aguardar.
Arte ilustrativa produzida com recurso de Inteligência Artificial (IA) do BCS
Cinco dias após as eleições de 6 de outubro, precisamente dia 11, o presidente da Câmara Municipal de Mossoró – Lawrence Amorim (PSDB) – começou processo de exoneração em massa de cargos comissionados nesse poder. Agora, o movimento é inverso: dá início a novas contratações.
Candidato à prefeitura, mas derrotado pelo prefeito reeleito Allyson Bezerra (UB), em maioria de 97.006, Amorim administra o caos – que tentou abafar durante alguns meses. Contudo, as nomeações registradas nesta segunda-feira (28), no Diário Oficial da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM/RN), edição 2017 (veja AQUI), é um giro de 360 graus. Sapateia no epicentro da crise.
Com volume de débitos milionários que vêm de causas trabalhistas, dívidas com prestadores de serviços, ‘rolo’ previdenciário, devolução obrigatória de recursos à municipalidade e compromisso com fornecedores, a contabilidade de Lawrence Amorim é incompreensível. Deve ser pouco provável que consiga zerar o passivo que produziu em sua gestão até o fim da legislatura e mandato, em 31 de dezembro próximo.
Paralelamente, as dezenas de exonerados ficam a se perguntar agora o porquê da saída.
Yoanis Infante Rodriguez, o Dr. Cubano (Foto: reprodução do BCS)
Em entrevista ao Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró, o vereador eleito Doutor Cubano (PSDB) disse nessa segunda-feira (21), ouvido pelo jornalista e blogueiro Saulo Vale, que “por enquanto” é oposição.
Ele destacou ainda que vai ter a saúde como pilar de seu mandato.
Então, tá.
O governismo elegeu 15 dos 21 vereadores nas eleições de 6 de outubro, o que lhe confere uma maioria folgada.
Perfil
Yoanis Infante Rodriguez, o Dr. Cubano, foi eleito com 1.515 votos e ocupará uma das 21 cadeiras do legislativo mossoroense. Foi o último da “fila”, numa escala decrescente de votos.
Dr. Cubano desembarcou em Mossoró, originário de Bayamo, Cuba, em 2014, no programa “Mais Médicos.”
Aos 43 anos, casado, com cidadania brasileira, é o único eleito pelo PSDB – legenda que praticamente não lhe deu apoio à eleição. Contou que sequer recebeu “parabéns” de seus dirigentes, pela vitória.
A sua eleição foi surpresa até no partido, em meio ao desastre da majoritária com o candidato Lawrence Amorim, atual presidente da Câmara Municipal. Candidato a prefeito, Amorim perdeu com maioria de 97.006 em favor do prefeito reeleito Allyson Bezerra (União Brasil) – veja AQUI.
Mais exonerações sob a caneta do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB). Neste sábado (12), um cargo comissionado na própria Casa e outros seis na Fundação Vereador Aldenor Nogueira, entidade mantenedora da TV Câmara.
O enxugamento da folha é parte das ações do presidente para estancar o déficit milionário desse poder com previdência social, direitos trabalhistas, fornecedores, acordo judicial, prestadores de serviço e outros compromissos.
Passadas as eleições, a Câmara Municipal de Mossoró adota várias medidas de austeridade que segurou durante os últimos anos. A ordem é enxugar ao máximo as despesas. É uma corrida contra o tempo e números deficitários que só aumentam.
O cinto apertado pega de saída a folha de cargos comissionados. Mas, é só o começo do furacão “Law.”
A primeira leva de exonerações está documentada nesta sexta-feira (11) no Diário Oficial da Federação das Câmaras Municipais do RN (FECAM/RN), com 52 pessoas na lista.
Presidente da Casa, o vereador e ex-candidato a prefeito Lawrence Amorim (PSDB) tem pressa – agora – para enfrentar uma avalanche de compromissos trabalhistas, dívidas com prestadores de serviços, ‘rolo’ previdenciário e débitos com fornecedores, antes de fechar seu mandato em 31 de dezembro.
Há poucos dias, o diretor-geral Francimar Honorato dos Santos pediu exoneração do cargo (veja AQUI). Evitou justificativas públicas, mas suas razões estão ligadas em boa parte a essa insolvência crescente, sempre questionada por ele.
Um dos pontos nevrálgicos dessa situação foi a criação na atual gestão de 68 cargos comissionados e a produção de uma série de contratos com terceirizados, prestadores de serviços etc. Assinalamos há meses (veja AQUI).
O gasto com cargos comissionados em abril deste ano, por exemplo, passou de 328 mil reais, enquanto que em meados de 2021, início da legislatura, não chegava a 100 mil reais. As contas são públicas.
A Câmara Municipal de Mossoró recebe mensalmente, em 2024, mais do que empalmava em anos anteriores na atual legislatura, mesmo tendo que cumprir acordo judicial para devolução do que recebeu indevidamente. Apesar da crise, houve uma engorda considerável nas despesas nos últimos meses e o pé no acelerador foi uma constante, em vez de redução de marcha.
Victor Hugo se beneficiou também de escolha feita pelo PT local (Foto: reprodução)
Do Blog Saulo Vale
O estudante Victor Hugo, que foi candidato a prefeito de Mossoró pela Unidade Popular, teve destaque nacional em sua legenda.
Dentro de seu partido, proporcionalmente, foi quem computou mais votos nas eleições de 2024 em todo o país.
Sem tempo de rádio, TV, excluído do debate da Intertv Cabugi e com recursos absolutamente escassos, Victor computou 4.375 votos, o que equivale a 3,02% dos votos válidos. Ficou acima de Lenilda Luna (UP), em Maceió, que teve 2,05% dos votos válidos e de Ricardo Sense (UP), em São Paulo, 0,09%.
Por aqui, Victor era, de fato, o único candidato de esquerda nessa eleição municipal.
Conseguiu capitanear parte desse eleitorado.
Para a missão que foi posta, um feito e tanto.
Municipal
Em termos locais, Victor também foi destaque.
Só para se ter uma ideia, ele teve mais votos que a ex-prefeita Cláudia Regina em 2020.
À época, ela computou 4.046 sufrágios, o que equivaleu a 2,94% dos votos válidos.
Nota do Blog Carlos Santos – Nitidamente, também, Victor Hugo soube se beneficiar com seu discurso, do constrangimento que causou a segmentos do petismo, a escolha de Lawrence Amorim (PSDB) como candidato a prefeito pela “esquerda.” Foram muitos os votos explícitos em Victor Hugo, antecipados em redes sociais.
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Lawrence foi o segundo colocado na disputa (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)
O vereador Lawrence Amorim (PSDB) divulgou carta ao povo de Mossoró, na noite de hoje (6). Nela, avalia a campanha à Prefeitura de Mossoró, faz agradecimentos, reconhece o resultado das urnas e promete oposição responsável. Segue a carta:
Querido povo de Mossoró,
Fizemos uma campanha responsável, propositiva, pé no chão. Sem vender ilusões nem brincar com as dores da população. Apesar de já ter sido duas vezes prefeito e de ser vereador e presidente da Câmara Municipal, disputar a Prefeitura de Mossoró foi o maior desafio da minha vida política. Desafio que valeu a pena.
Debatemos ideias, confrontamos projetos e apresentamos soluções para o momento delicado que vivemos, em que faltam serviços públicos de qualidade e sobra desrespeito aos servidores e às famílias que mais precisam da Prefeitura.
Em resposta a essa dura realidade, oferecemos nossa contribuição ao debate político de Mossoró. Nosso programa de governo foi elaborado a muitas mãos, sem promessas vazias ou soluções mágicas, mas propostas reais para um governo popular, capaz de enfrentar os problemas que afligem nosso povo.
O sentimento que partilho é de gratidão. Obrigado a todos e a todas que acreditaram no nosso projeto; obrigado à nossa companheira de chapa, Carmem Júlia; aos candidatos e às candidatas do nosso grupo à Câmara Municipal; a todas as lideranças políticas que estiveram conosco. Enfim, a todos e a todas que estiveram conosco nessa caminhada eleitoral de 2024.
Em especial, expresso gratidão aos 16.115 corações e mentes que, neste domingo (6), depositaram o 45 na urna como esperança de um futuro melhor para Mossoró. Democrata que sou, respeito a decisão da maioria e, de cabeça erguida e com fé em Deus, continuaremos firmes, em uma oposição responsável, a trabalhar por um futuro melhor para as famílias mossoroenses.
Muito obrigado!
Lawrence Amorim
Nota do BCS – Cabia um desejo de boa sorte ao vencedor, não?
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