A imunização de crianças entre cinco e 11 anos vai começar na segunda quinzena de janeiro, um mês depois de autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse ontem que esse é o prazo para a chegada das vacinas da Pfizer para esse público, embora a faixa etária ainda não tenha sido incluída no Plano Nacional de Imunização (PNI).
Segundo os governadores, 90% dos municípios têm condições de começar logo a imunização (Foto ilustrativa)
Segundo os governadores, 90% dos municípios têm condições de botar agulha no braço das crianças até 48 horas após a chegada das vacinas. Aliás, pelo menos 19 estados e o Distrito Federal já avisaram que vão ignorar a ideia de Queiroga (e Bolsonaro) de exigir prescrição médica para a imunização infantil. (g1)
A estimativa é que uma primeira leva de um milhão de doses da vacina pediátrica da Pfizer chegue no dia 10, com mais quatro milhões até o fim do mês.
Não há um cronograma fechado, mas a farmacêutica americana prevê entregar 20 milhões de doses desse imunizante no primeiro trimestre, o que seria suficiente para uma aplicação em quase toda população entre cinco e 11 anos, estimada em 20,4 milhões pelo IBGE. (Folha)
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Portaria sob o registro GM/MS Nº 4.012, de 28 de dezembro, publicada nessa quarta-feira (29) no Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro da Saúde, médico Marcelo Queiroga, assegura a liberação de R$ 15.000.000,00 (quinze milhões de reais) em “em parcela única” à Prefeitura de Mossoró. O montante será investido numa série de equipamentos à saúde pública municipal.
Os recursos serão injetados na “Atenção à Saúde da População para Procedimentos em Média e Alta Complexidade”, mostra a mesma portaria. O projeto foi apresentado pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) em audiência que teve em Brasília com o próprio ministro, no dia 18 de novembro último (veja AQUI).
Coube ao deputado federal licenciado e ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), vaquejar celeridade do pleito e a aprovação do ministro.
Os recursos serão aplicados da seguinte forma:
– Construção de uma Policlínica no Grande Alto de São Manoel;
– Construção de quatro unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPSs), que hoje funcionam em prédios alugados;
– Construção de duas unidades de acolhimento (uma adulto e uma infantojuvenil);
– Aquisição de duas ambulâncias ALFA para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU);
– Aquisição de equipamentos para o setor de atenção especializada.
Um estudo realizado com 1.310 colaboradores do Hospital das Clínicas de São Paulo mostrou que após a terceira dose do imunizante contra a Covid-19 a produção de anticorpos sobe para 99,7%, muito perto da totalidade.
O trabalho teve o apoio do Instituto Todos pela Saúde, do Itaú.
Para aumentar a proteção contra a Covid-19, o intervalo para a terceira dose caiu de cinco para quatro meses (Fotos: Ronny Santos)
Para ampliar a proteção contra a variante ômicron, no sábado (18), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a redução do intervalo de aplicação da dose de reforço da vacina contra a Covid-19 de cinco para quatro meses.
Os participantes da pesquisa estavam em acompanhamento desde o início da pandemia e receberam as duas primeiras doses da Coronavac e o reforço da Pfizer.
A dosagem de anticorpos é uma das formas de medir a proteção de uma vacina.
Para a infectologista do Hospital das Clínicas e responsável pelo estudo, Silvia Figueiredo Costa, provavelmente, se as duas primeiras doses tivessem sido de outro imunizante, a resposta seria semelhante, o que ressalta a importância do reforço. Porém, não é possível confirmar essa hipótese no momento, uma vez que estudos sobre a dose de reforço começaram a sair recentemente.
“O que nos deixa mais tranquilos, como parte da população brasileira, do Chile e de outros países receberam a primeira e a segunda dose da Coronavac, após o reforço com a vacina de outro fabricante houve essa pontuação bem elevada de produção de anticorpos”, avalia Costa.
O reforço não impede as formas leves da doença, mas protege da hospitalização. “Nós não tivemos nenhum caso [no Hospital das Clínicas] com a terceira dose que tenha sido internado”, afirma.
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O ministro da Saúde, médico Marcelo Queiroga, assegurou nessa quinta-feira (18) o montante de R$ 15 milhões e 627 mil reais para investimento na saúde de Mossoró. A garantia foi dada ao prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade), em audiência em Brasília.
Os recursos serão aplicados da seguinte forma:
– Construção de uma Policlínica no Grande Alto de São Manoel;
– Construção de quatro unidades do Centro de Atenção Psicossocial (CAPSs), que hoje funcionam em prédios alugados;
– Construção de duas unidades de acolhimento (uma adulto e uma infantojuvenil);
– Aquisição de duas ambulâncias ALFA para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU);
– Aquisição de equipamentos para o setor de atenção especializada.
“Estamos trabalhando e somando esforços para fazer Mossoró avançar cada dia mais”, salientou o prefeito em suas redes sociais.
O ministro Queiroga fez questão de gravar um vídeo falando sobre a audiência e destacando o esforço para investimento em Mossoró, município estratégico e polo, que acaba servindo de referência à saúde pública de vastíssima região, até fora de seus limites territoriais e divisas do RN.
Ele antecipou que em breve estará em Mossoró.
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O Governo Federal vai aplicar dose de reforço contra a Covid-19. O Ministério da Saúde anunciou nesta terça-feira (16) essa medida, que vai alcançar pessoas maiores de 18 anos.
Governo garante ter estoque suficiente para atender a demanda (Foto ilustrativa)
Também há determinação que seja encurtado o intervalo de aplicação para cinco meses após o recebimento da segunda dose.
Em entrevista coletiva em Brasília, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, garantiu que o governo federal tem doses suficientes para distribuir aos Estados e municípios, assegurando a aplicação da dose de reforço a todos os maiores de 18 anos.
Até o anúncio desta terça, as doses de reforço estavam sendo aplicadas seis meses após a segunda aplicação e somente a grupos específicos, como idosos e profissionais de saúde.
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A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), ligada ao Ministério da Saúde, deixou vencer milhares de kits para diagnóstico da covid-19 e dezenas de medicamentos e vacinas para outras doenças. O órgão foi notificado em duas ocasiões sobre a proximidade da data de validade de 32 tipos de insumos.
Ministério não se pronunciou sobre assunto delicado (Foto: arquivo)
Mesmo assim, não agiu a tempo de distribuí-los. O resultado é que, agora, milhares de imunizantes, soros, diluentes e testes que custaram R$ 80,4 milhões não foram aproveitados a tempo e terão de ser incinerados.
O desperdício inclui, por exemplo, mais de 18 mil kits de testes de covid, considerados fundamentais pelos especialistas para monitorar e controlar a transmissão do vírus. Também estão na lista 44 mil vacinas meningocócicas (contra meningite) e 16 mil vacinas contra a gripe.
As informações constam de documentos internos da pasta obtidos pelo Estadão. O material estava armazenado no Centro de Distribuição que o Ministério possui em Guarulhos (SP). Planilha do Ministério da Saúde aponta que, para sete desses insumos, houve mais de uma notificação sobre o vencimento do prazo. A SVS foi alertada, em abril e em junho deste ano, sobre produtos que venceriam entre 8 de julho e 31 de agosto. Eles custaram R$ 2,6 milhões aos cofres públicos.
Lista
Na lista de itens que se perderam, estão kits para diagnóstico de covid, dengue, zika e chikungunya, vacinas contra gripe, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) e BCG, soros e diluentes.
Os testes para covid, dengue, zika e chikungunya são os itens mais caros perdidos pelo Ministério da Saúde. Por estes, a pasta pagou R$ 133 milhões. Deste total, R$ 77 milhões apenas pelos kits para detecção do novo coronavírus.
Na avaliação do presidente do “perder doses de algo que é plenamente controlável” é consequência da “falta de planejamento do Ministério”. “Longe de ser um episódio, reflete toda a conduta da política pública do governo federal há pelo menos 2 anos”, disse ele, titular da pasta do Maranhão.
A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre os milhares de testes e medicamentos vencidos. A pasta, porém, não respondeu até as 10 horas desta terça-feira, 28.
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, testou positivo para Covid-19. Ele vai ficar em quarentena por 14 dias em Nova York, em isolamento, e não volta por enquanto ao Brasil.
Depois de “dar o dedo” para manifestantes, Queiroga duela contra a Covid-19 (Foto: Agência Brasil/Arquivo)
O ministro está em Nova York, onde acompanhou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que participou da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas nesta terça-feira (21).
Ele esteve hoje na Assembleia-Geral da ONU, mas informou que esteve de máscara durante todo o tempo. Devido ao caso de Covid-19, houve uma decisão do Itamraty de suspender a presença de todos os diplomatas brasileiros de todas as reuniões que ocorreriam na ONU até sexta-feira.
Além de ter ido à Assembleia-Geral da ONU, Queiroga acompanhou o presidente Bolsonaro em visita ao Memorial do 11 de Setembro (mas, estava com máscara).
Nota do Blog – Que situação, gente. O mesmo ministro dia passado (veja AQUI) estava travando um duelo com pessoas que faziam protestos contra Bolsonaro (em Nova York). Usava o dedo médio erguido como arma, no interior de uma van, compondo delegação de auxiliares do presidente. Cena obscena inconcebível. Um vexame.
Que fique bom logo, pelo menos da Covid-19.
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Sem comprovação de vacinação contra Covid-19, a primeira refeição do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em Nova Iorque (EUA) no domingo (19) foi à calçada de uma pizzaria. O restaurante não permite ingresso de nenhum cliente sem esse atestado.
Fotografia postada por ministro é retrato do atraso mental em vez de sinônimo de humildade (reprodução)
Em imagem publicada pelo ministro do Turismo, Gilson Machado, ele aparece ao lado de Bolsonaro comendo pizza em uma calçada. Com eles estão o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres; da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos; e o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.
O presidente está nos Estados Unidos para participar da 76ª Assembleia-Geral da ONU, que começa na próxima terça (21).
Com a rigidez em Nova York e por parte da ONU com os protocolos contra a covid-19, a participação de Bolsonaro na Assembleia chegou a ser uma dúvida nos últimos dias. A Organização, no entanto, se pronunciou dizendo que não exigiria comprovante de vacinação de chefes de Estado.
Nota do Blog – Que situação constrangedora e desnecessária. O que poderia ser uma cena de “simplicidade natural”, é o retrato do atraso mental dele e de milhões de outras pessoas em luta contra a vacina.
Santa Paciência, Batman!
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Tenho cá minhas dúvidas. Médico feito nas coxas, caráter duvidoso e agora, comprova-se, cão de fila do genocida.
Ministro da Saúde do Governo Jair Bolsonaro, médico Marcelo Queiroga (Foto: Agência Brasil)
Faz uma leitura distorcida (veja AQUI) de uma orientação da OMS, Organização Mundial da Saúde, e tem a cara de pau de declarar que “segui uma orientação do presidenteBolsonaro, preocupado com o futuro do Brasil”. Puta que pariu!.
Um médico medíocre seguindo orientação do “cientista” Bolsonaro. O estrupício capitão nunca leu nada sobre nada, imagine orientar sobre saúde pública ou vacinação.
O OMS orientou o seguinte: Onde a vacinação para idosos ou portadores de imunodeficiência estiver atrasada, deve-se dar prioridades a estes, e adiar a vacinação de adolescentes. Isso. O que interpretaram o capitão cientista e seu tirador de bicho de pé? Que não se deveria vacinar adolescentes. Bandidos, o capitão e seu dotô.
Engraçado, ou desgraçado, é que para distorcer uma orientação da OMS, eles se valem da credibilidade da OMS. Quando a mesma OMS disse que era criminosa a informação de eficiência da cloroquina para combate ao Covid, eles ignoraram e desrespeitaram essa orientação.
Qual dos dois é mais cretino? O cientista capitão ou o médico de fragata? Pusilânimes! E o país despencando, feito bananas maduras de bananeira abandonada.
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Girão (á esquerda) esteve no gabinete do ministro Marcelo Queiroga (Foto: assessoria)
O deputado federal General Girão (PSL) esteve reunido nesta quinta-feira (10), com o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. Tratou de várias demandas para o Rio Grande do Norte, relacionados à pasta.
“Quanto aos recursos enviados pelo Governo Federal para o Rio Grande do Norte, nós enfatizamos que é preciso uma efetiva cobrança junto ao Governo do Estado para que estes recursos sejam aplicados imediatamente ao seu propósito que é o enfrentamento e combate à pandemia”, pontuou o General Girão.
Assinalou sobre a urgente necessidade de aquisição de um equipamento de radioterapia para a Liga Norte-riograndense Contra o Câncer (LNCC), solicitação que já foi aprovada e encontra-se em processo de remessa para Natal. Processos relativos à saúde do município de Nísia Floresta também foram levantados.
Ortopedia
O parlamentar também solicitou o apoio do MS para a implantação da Oficina Ortopédica de Natal e a aquisição de um caminhão ambulatorial de próteses para o município de Pau dos Ferros, em convênio com Associação Beneficente Nossa Senhora da Conceição.
O ministro Marcelo Queiroga prontamente identificou a disponibilidade de um caminhão para esta finalidade em outro estado e, agora, restam apenas trâmites burocráticos para o transporte do referido veículo.
Com informações da Assessoria do deputado General Girão.
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Bolsonaro sempre foi contra uso de máscara, questionador de vacinas e promotor de aglomerações (Foto: arquivo)
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na noite desta quinta-feira (10) que o presidente Jair Bolsonaro pediu um estudo “que trate da flexibilização do uso de máscaras”.
Mais cedo, Bolsonaro havia dito que o Ministério estava trabalhando em um “parecer” para desobrigar o uso de máscaras para pessoas vacinadas e que já tiveram a doença.
Especialistas e entidades de saúde, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Instituto Butantan, recomendam o uso de máscaras, inclusive entre vacinados e pessoas que já ficaram doentes, para evitar casos de reinfecção.
Nota do Blog – Que gente mais insana.
O que falta mais acontecer nessa pandemia de estupidezes?
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Tenho reafirmado a posição de que a CPI da Covid poderia ter sido adiada a sua instalação, embora considere legal a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) e o cumprimento do acórdão pelo senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).
Justifico invocando outra alternativa que poderia ter sido acolhida pelo STF, com base na sua própria jurisprudência.A Corte acumula entendimento diverso, quando constata a existência de “situações atípicas”, que não anulam a regra de que toda ofensa legal é reprovável. Apenas, define o alcance e os limites dos juízes.
Nos casos anteriores, em que o STF considerou “situações atípicas”, aplicou-se o “juízo de conveniência”, que consiste nos princípios da “proporcionalidade, razoabilidade, conveniência e oportunidade”. Tais critérios ponderam os valores e riscos envolvidos na demanda.
Na realidade atual, a crise sanitária é indiscutivelmente uma “situação atípica”. Desde 1993, a Corte legitimou essa jurisprudência (Adin n° 855-2? PR), ao interpretar o parágrafo 2º, art. 5º, da Constituição, que abrange as partes não-escritas dos direitos e garantias constitucionais.
Tal entendimento se justificaria, por ser público e notório, que a pandemia está em ascensão e a CPI afetará as ações de combate, além de antecipar o debate eleitoral de 2022.
Diante do fato consumado, não há como lamentar o leite derramado.
O que se observa é a transformação da CPI em palco de conflitos e “bate boca”, que podem conspirar para a indispensável credibilidade do relatório final.
Os desvios cometidos envolvem oposição e governo.
Vejamos.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, prestou depoimento com humildade, calmo, defendendo pontos de vista médico-sanitários.
Foi acusado de não ter denunciado o presidente Bolsonaro de omisso e criminoso pelo uso indevido da cloroquina
O ministro Queiroga esclareceu várias vezes, que defende todas as medidas sanitárias preventivas. Entretanto, ao ser jogado de encontro a parede, para opinar “sim” ou “não” sobre certas posições (realmente equivocadas) do presidente, ele preferiu não fazer juízo de valor.
O ministro exerceu direito, garantido na lei.
A testemunha não emite opinião. Se o fizer, incorrerá em falso testemunho. A CPI não pode exigir somente respostas, que lhes convenham.
De outro lado, o presidente Bolsonaro não se cansa de dar tiro “no próprio pé”.
Em solenidade no Planalto, insinuou que a China fez guerra química e o vírus foi propagado pelo país.
O presidente diz não ter citado a China. Mas, disse claramente, que seria “aquele país que o PIB cresceu na pandemia”. Ora, esse país obviamente é a China.
A China já reagiu, através do porta-voz Wang Wenbin, que condenou a “politização e estigmatizarão do vírus”.
Enquanto isso, o Butantan está à beira de paralisar a produção da Coronavac, pelo fato de depender da chegada dos insumos chineses, em tempo.
Não se sabe o que irá acontecer, diante do risco de represálias às declarações do presidente.
A única verdade é que a China atacada, a vacinação no Brasil estará em risco.
Nesse quadro complicado, dois auxiliares diretos da Presidência são candidatos a “ataques cardíacos” iminentes,
São eles: o ministro das Relações Exteriores, que não tem como explicar a reincidência de ataques à China.
E o ministro da Saúde, a toda hora sendo desmentido pelos comportamentos do presidente, contrários às cautelas recomendadas e criando atritos desnecessários.
Nesse torvelinho, o risco maior é faltar vacina e a terceira onda chegar.
Deus proteja o Brasil!
Ney Lopes é jornalista, ex-deputado federal e advogado
Rodou, rodou, rodou e desabou em Mossoró a crise política entre a governadora Fátima Bezerra (PT) e o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB). Coube a infantaria da governante se apressar em criminalizar alguém, pela escassez e falta da D2 (segunda dose) de vacina Covid-19 em solo mossoroense, escudando Fátima. E, por analogia, reforçando erros ou hipotéticas falhas do executivo de Natal.
Na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) passadas, em entrevistas a importantes programas e canais de comunicação como o Jornal da Tarde (Rádio Rural) e Cenário Político (TV Cabo Mossoró), a vereadora Marleide Cunha (PT) avaliava a gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) como boa, em especial na Saúde. Era justamente o combate à pandemia da Covid-19, segundo ela, esse destaque.
– Ele (Allyson) está indo bem, está enfrentando bem os desafios da pandemia; vacinação está fluindo, não estamos perdendo tempo com vacina estocada (…). A gente não tem o que criticar – disse Marleide, textualmente, ao Cenário Político do dia 22 (quinta-feira) – veja AQUI e no boxe acima. Na sexta-feira no Jornal da Tarde, a mesma análise.
No domingo (25), a vereadora surtou. Com a eclosão pública do problema da falta de vacina, ela mudou radicalmente o discurso e a apreciação dos fatos. Orientação vinda da Governadoria levou Marleide a culpar o prefeito e a “falta de planejamento” pelo problema. Saiu de cena aquela vereadora moderada e sensata, para entrar no palco a militante que cumpre ordens cegamente.
Importante assinalar, que nesse período de tensões com a pandemia, Alysson topou o alinhamento com medidas restritivas adotadas por Fátima, mesmo pontualmente pensando diferente. Inclusive, conversou diretamente com vários prefeitos, defendendo necessidade desse esforço comum.
Marleide mudou completamente o discurso, sob pressão da Governadoria (Reprodução BCS)
Assumiu desgastes com setores produtivos em Mossoró, sem bônus algum e sem compor sistema político de Fátima Bezerra. Não quis jogar para a “plateia”, como parece ser o caso de Álvaro Dias em Natal com atrasos há três semanas.
A comparação Natal-Mossoró que o PT, Marleide e também a deputada estadual Isolda Dantas (PT) tentam fazer, é um mero exercício politiqueiro, sem pensar no todo. Em questão de horas, ambas mudaram de opinião.
Imprescindível passou a ser blindar a governadora, principalmente após pesquisa recente veiculada no final da semana passada, em que o prefeito apareceu com estonteante aprovação em Mossoró.
A mudança do petismo não levou em conta nada além de proteger a Fátima Bezerra e cálculos para 2022. Em momento algum se parou para pensar, por exemplo, na necessidade de se continuar a vacinação. Em tese, essa deveria ser a prioridade.
Rosadismo e rosalbismo
A pressão político-partidária e social para se utilizar a segunda dose da CoronaVac também fez parte do arsenal do rosadismo e do rosalbismo. Botou sua tropa amestrada para culpar o prefeito, insinuando até que o município não o utilizava àquele momento, por pura ‘maldade’.
O vereador Francisco Carlos (PP) empunhou bandeira para uso da reserva técnica. Veja no print abaixo (dia 1º de abril) uma de suas postagens. A vereadora Larissa Rosado (PSDB) foi outro nome a advogar essa tese, cobrando o prefeito. Em redes sociais, militantes foram ao ataque de forma orquestrada, jogando opinião pública contra Allyson Bezerra.
Vereador rosalbista, Francisco Carlos cobrava utilização de todas as vacinas e pressionava governo (Reprodução BCS)
Agora, muitos dos que adotaram essa posição de ataque, calam-se. Fazem pose de estátua.
Outros, acabam adotando o discurso lavrado na Governadoria, como se fosse um memorando.
E tem os que apenas estão preocupados em promover o caos, espalhar cizânia e solapar qualquer coisa que possa funcionar minimamente no município. O povo que se dane.
Solução nacional virou problema
No dia 19 de março, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) mandou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ao então indicado para o ministério, Marcelo Queiroga. Pedia que pelo menos 90% das doses da CoronaVac pudessem ser usadas para a primeira dose.
Dia 20 de março Governo Federal dá orientação que hoje preocupa (Reprodução BCS)
Acabaram atendidos além disso. Poderiam utilizar 100%, segundo o Governo Jair Bolsonaro. Pouco mais de um mês depois o cenário é outro.
No dia 20 de março (veja AQUI), textualmente o Governo Federal proclamou orientação a estados e municípios para que não guardassem a segunda dose. Podiam utilizá-las que não faltariam os imunizantes.
Já dia passado, segunda-feira (27), o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu preocupação com o que tinham decidido em março.
O problema vai se agravar por mais alguns dias, falou:
A falta da D2 não está restrita a Mossoró e Natal. Vários outros municípios, centenas e provavelmente milhares, no país, entraram na mesma situação.
Veja outro caso dessa anomalia nacional: o município de Nova Santa Rita no Rio Grande do Sul, com pouco menos de 30 mil habitantes, queixa-se publicamente de falta de vacinas. Está com paralisação no serviço e cobra o Governo Federal pelo problema.
Em Mossoró, o culpado é o prefeito, segundo o PT e a banda Rosado da oposição.
No RS encontraram outro culpado (Reprodução BCS)
O prefeito do município gaúcho é Rodrigo Battistella (PT), vale lembrar.
Lamentavelmente, no caso de Mossoró a politicalha ocupa o lugar da razão e da negociação elevada, como vinha ocorrendo diretamente entre o prefeito e a governadora.
Prioriza-se o sofisma.
Muda-se de opinião e joga-se a opinião pública contra A ou B, por oportunismo. Puro cinismo. Favor não confundir com “desonestidade intelectual”, eufemismo produzido nas academias para suavizar condutas de má-fé.
Agilizar vacinação, como foi feito em Mossoró, inclusive sob elogios de quem agora amaldiçoa seus responsáveis, foi diligência diferenciada – assim falavam os detratores de agora.
Queiroga é destaca de hoje em O Globo (Reprodução de foto de Ueslei Marcelino/Reuters)
O Globo
O ministro da Saúde, Marcelo, Queiroga, criticou nesta segunda-feira a judicialização para entrega de doses da vacina Coronavac e avisou que se todos procurarem a Justiça não haverá “doses pra todo mundo”. Ele citou como exemplo a capital da Paraíba, João Pessoa, que conseguiu uma liminar e recebeu o imunizante.
“Se todos judicializarem não têm doses para todo mundo”, afirmou Queiroga, em audiência pública no Senado.
O ministro informou que doses da Coronavac não serão entregues nesta semana, a previsão é que sejam distribuídas aos estados daqui a dez dias devido ao atraso da entrega o IFA ( Ingrediente Farmacêutico Ativo) ao Butantan pela China. Sem dar detalhes, Queiroga informou que o ministério vai emitir uma nota técnica sobre o assunto.
Segunda dose
Ele lembrou que há cerca de um mês (veja AQUI) a pasta liberou a aplicação da segunda dose, e, agora, “há uma certa preocupação”.
Queiroga também citou a divulgação, no sábado, da atualização do cronograma de vacinação no país. O número de doses esperadas para o mês de maio caiu de 46,9 milhões para 32,4 milhões.
Ele justificou que estavam previstos 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin , que ainda não tem aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa), e também a demora para entrega do IFA para produção de vacinas.
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CNM faz a quinta pesquisa e observa que Governo Federal não consegue superar problemas (Foto ilustrativa)
A quinta edição da pesquisa semanal realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com o objetivo de ter o panorama do enfrentamento da pandemia pelos Entes locais mostra que há pacientes intubados em Unidades de Pronto Atendimento (Upas) em pelo menos 182 Municípios.
O levantamento mostra, ainda, que quase ¼ dos Municípios pesquisados parou a vacinação nesta semana por falta de imunizantes para a primeira dose. A CNM ouviu 2.096 Municípios entre os dias 19 e 22 de abril.
Uma grande preocupação por parte dos gestores é a falta de medicamentos do chamado “kit intubação” e de oxigênio.
Ministro
O tema vem sendo levantado pela CNM desde a primeira edição da pesquisa e foi destaque em reunião com o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, nesta segunda-feira, 19 de abril, quando falou sobre as ações do governo para garantir o suprimento dos insumos.
A pesquisa aponta uma melhora neste cenário ao longo das últimas semanas, apesar de ainda preocupante. Nesta semana, 591 Municípios relataram ter risco iminente do hospital da região ficar sem o “kit intubação” e 171 relataram esse risco para oxigênio.
Na semana passada, esses números eram 975 e 391, respectivamente. No início de abril, eram 1.207 e 589 nessa situação. Os dados desta quinta edição apontam, ainda, que pelo menos 745 Municípios ficaram sem o kit em algum momento deste ano.
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Ministro tenta dar explicações para o problema (Foto: Tony Winston)
Do Valor Econômico
Diferentemente da gestão anterior, que previa vacinar as quase 78 milhões de pessoas dos grupos prioritários até maio, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, estimou que a vacinação dessa parcela da população deve ser finalizada até setembro. A mudança no cronograma, diz ele, se deve ao atraso nas entregas de doses da vacina pelo consórcio internacional da Organização Mundial de Saúde (OMS) Covax-Facility, pela carência de insumos e por aspectos regulatórios nacionais.
O calendário é sujeito às entregas. “O Covax-Facility não nos entrega o que foi acordado. Há carência de insumos, não é questão do Brasil, é mundial”, disse em coletiva hoje à tarde.
“Não ter atingido a meta dos 78 milhões se deve a esses aspectos e aspectos regulatórios. O Ministério da Saúde não vai colocar vacinas não aprovadas pela Anvisa para serem utilizadas pelo nosso mercado”, pontuou.
Nota do Blog – O Brasil está no “rabo da fila” nessa corrida pela vida, graças à postura tresloucada do seu presidente que desde o início dessa guerra faz tudo ao contrário do que o mundo inteiro prega e promove.
Ainda bem que o “calça apertada”, apelido que Jair Bolsonaro deu ao governador paulista João Dória (PSDB), teve a ousadia de instigar a produção da CoronaVac, a “chinesa” que o presidente desdenhava e estimulava o povo a não aceitar.
Sem essa iniciativa, a tragédia seria ainda pior.
Infelizmente, perdemos tempo demais e as promessas de abundância de vacinas e estímulo à vacinação, não batem com a realidade.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse à imprensa essa semana, que mais de 1,5 milhão de brasileiros não voltaram aos postos de saúde para receber a segunda dose da vacina contra a covid-19. Quem não tomou a segunda dose no prazo estipulado, não está imunizado.
Mais de 1,5 milhão de brasileiros não retornaram para a segunda dose, alertou ministro (Foto: BBC News Brasil)
“Os dados que temos mostram que a pessoa fica resguardada com duas doses. Se ela toma só uma, não completou o esquema e não está vacinada adequadamente”, explica a médica Isabella Ballalai, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações.
Existe um intervalo entre uma dose e a seguinte. Varia de acordo com o imunizante aplicado. No caso da CoronaVac, da Sinovac e Instituto Butantan, o tempo entre a primeira e a segunda dose é de 14 a 28 dias.
Já na AZD1222, de AstraZeneca, Universidade de Oxford e Fundação Oswaldo Cruz, o período de espera é de 3 meses.
Falsa segurança
Por mais que a primeira dose já dê um pouco de proteção, essa taxa não está dentro dos parâmetros estabelecidos pelos especialistas e pelas instituições que definem as regras do setor, como a Organização Mundial da Saúde, o Ministério da Saúde e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária.
Outro ponto perigoso: ao receber a primeira dose (e não retornar para completar o esquema vacinal), o indivíduo corre o risco de ficar com uma falsa sensação de segurança.
Ele pode até achar, de forma absolutamente equivocada, que já está imune ao coronavírus e seguir a vida normalmente, sem os cuidados básicos contra a covid-19.
Recomendações mantidas
As recomendações, porém, continuam as mesmas para quem recebeu duas, uma ou nenhuma dose de vacina: todos precisam manter distanciamento físico, usar máscaras, lavar as mãos e cuidar da circulação de ar nos ambientes.
“Se o prazo para receber a segunda dose passou demais, pode ser necessário recomeçar o regime vacinal, pois todos os dados de eficácia que temos são baseados num protocolo. Se fugirmos disso, não temos como garantir a imunização”, diz a imunologista Cristina Bonorino, professora titular da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre.
De acordo com as últimas informações do Ministério da Saúde, até o momento o Brasil vacinou um total de 27 milhões de pessoas contra a covid-19.
O número corresponde a pouco mais de 12% da população do país.
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Álvaro, Marcelo e Rogério: pauta de Natal (Foto: cedida)
Por Laurita Arruda (Território Livre)
O prefeito Álvaro Dias (PSDB) está em Brasília, onde cumpre agenda com reuniões nos Ministérios para buscar parcerias para Natal.
No Ministério da Saúde foi recebido pelo novo titular a pasta, Marcelo Queiroga.
Reunião com presença do padrinho forte na Esplanada, o potiguar Rogério Marinho (sem partido).
Além do assunto Covid-19, Dias tratou do maior sonho/desafio de seu segundo mandato; a construção de um grande Hospital Municipal para capital potiguar a ser construído nos próximos anos.
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PNI passará a colocar segmento como prioritário (Foto ilustrativa)
Nessa terça-feira (30), o Ministério da Saúde acatou resolução proposta pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), composta recentemente pelo órgão federal, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde: vai incluir profissionais da segurança pública no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19.
Até o momento, o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Governo Federal não favorecia esse segmento. Só no Rio Grande do Norte, essa pandemia ceifou a vida de 15 pessoas na ativa, nessa área.
Os governadores apresentaram esse pleito ao novo ministro, Marcelo Queiroga, em reunião virtual realizada na sexta-feira (26). O pedido foi reforçado nesta terça-feira (30) pelo Consórcio Nordeste, em carta endereçada ao presidente da República Jair Bolsonaro.
Nota do Blog – Decisão chega com alguns meses de atraso. Tudo tão óbvio, mas precisa de pressão, cobrança, até o acatamento e operacionalização.
Incrível!
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Ou coturno por jaleco? Pelas declarações primárias do novo ministro da saúde, de um ministério inexistente, parece que só muda a cor da farda. Sai o verde oliva, entra o branco gelo.
O Dr. Marcelo Queiroga, paraibano que fez residência no Hospital Adventista Silvestre, no Rio de Janeiro, é bolsonarista. Até aí tudo bem. É íntimo da família Bolsonaro.
Tudo bem. É evangélico. Tudo bem. Não apoia o isolamento social, defende prescrição médica de medicamentos não comprovados, concorda com a opinião “médica” de Bolsonaro. Aí, paciência, nada bem.
Tomara que entenda de logística mais do que e general Garcia, ops, Pazuello.
Quando um brasileiro, em Lisboa, perguntou a um lisboeta “por que vcs, portugueses, não fazem piadas com brasileiros”? O português respondeu: “E precisa”?
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Marcelo Queiroga já tinha sido cotado antes para ocupar a Saúde no atual governo (Foto: Valor)
Do R7
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) confirmou nesta segunda-feira (15) que convidou o atual presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), Marcelo Queiroga, para assumir o cargo de ministro da Saúde. O médico aceitou substituir Eduardo Pazuello e será o quarto ministro da Saúde da gestão Jair Bolsonaro.
Queiroga ficou cerca de 3 horas em reunião com Bolsonaro no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (15). Após o encontro, o presidente disse ao R7 que “já conhecia o médico” e que ele “é um profissional qualificado”.
O anúncio oficial será feito nesta terça-feira (16). Além de Pazuello, já ocuparam o posto os médicos Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich.
Cotado
No final de semana, houve aproximação do governo com a médica Ludhmila Hajjar, que recusou assumir a pasta.
O paraibano Queiroga é muito respeitado no setor e tem bom trânsito em Brasília e no governo, tendo sido convidado este ano para integrar a direção da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). E já havia sido cotado para a pasta após a saída de Mandetta.
Nota do Blog – Pazuello vai sem deixar saudades. Quando foi noticiada sua possível saída ontem surgiram logo desmentidos. E, de novo, a imprensa estava certa.
Vaza!
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