Depois de soltar os cachorros à possível atração ao palanque petista no estado, de nomes da oligarquia Alves, o senador e ainda pré-candidato à reeleição Jean-Paul Prates (PT) dá um passo atrás.
Em postagem em suas redes sociais nessa terça-feira (8), o senador petista mudou o tom, para não ficar para trás.
Segundo ele, “a hora é de união e de construirmos alianças para sustentar um projeto de longo prazo para os brasileiros e brasileiras“.
Bingo!
Ah, Agora sim!
No último dia 2, vendo que avançava a costura da governadora Fátima Bezerra (PT) para contar com o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), seu ‘adversário’, como nome ao Senado, Prates estrilou:
– (…) Seria constrangedor ver o partido oferecer a opção de votar na chapa ao Senado em um candidato que irá nos trair… Não acredito que isso vá acontecer (veja mais detalhes AQUI).
A Executiva Estadual do PT decidiu na última segunda-feira (7), que caberá à Fátima Bezerra conduzir o próprio processo sucessório. Mais: em termos de RN, sua reeleição é a prioridade.
A reunião/decisão foi medida urgente tomada justamente após a insurreição de Jean-Paul.
Joca Basílio, de Riachuelo, foi recebido pela governadora ao lado do deputado Rafael (Foto: divulgação)
As principais necessidades dos municípios foram levadas à governadora Fátima Bezerra (PT) pelo deputado federal Rafael Motta.
Presidente estadual do PSB, o parlamentar levou três lideranças do partido para diálogo com a chefe do Executivo estadual, nesta quinta-feira (19).
Participaram das reuniões Hélio Araújo, liderança da sigla em Florânia, e os prefeitos socialistas Joca Basílio, de Riachuelo, e Joaquim de Medeirinho, do município de Cruzeta.
O parlamentar está cada dia mais alinhado com a governadora e o governo estadual.
PT e PSB devem firmar aliança política para as eleições 2022.
A princípio, Rafael Motta é pré-candidato à reeleição.
A princípio.
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Em entrevista a Rádio Cabugi do Seridó em Jardim do Seridó, nesse sábado (17), ouvido pelos entrevistadores Rodrigo Fernandes e Jenully Cristiano, o ex-prefeito do Natal e ex-candidato a governador em 2016 Carlos Eduardo Alves (PDT) deixou clara sua flexibilidade no diálogo político para 2022. E mais: o canal está aberto para composição com a atual governadora Fátima Bezerra (PT), sua adversária no pleito anterior.
Rodrigo, Jenully e Carlos Eduardo no estúdio da emissora seridoense (Foto: cedida)
“Eu quero dizer a você o seguinte: estou aberto a conversar, inclusive com a governadora Fátima Bezerra e o PT”, avisou.
“Fátima votou em mim duas vezes pra prefeito de Natal, e eu apoiei ela na minha sucessão. Em 2004 eu disputei a eleição e Fátima perdeu. Aí eu fui pro segundo turno, ela não foi e ela votou em mim no segundo turno. Votou, declarou e tal. Em 2012, o PT não foi para o segundo turno e Fátima me apoiou para Prefeito de Natal. Em 2008 estava terminando um dos meus mandatos e apoiei ela para prefeita de Natal. Infelizmente perdemos naquela época”, relembrou.
“Então eu dizer o seguinte: que não tenho nenhum ressentimento. Eu acho que você não pode ficar olhando pra trás e ser magoado disso, não”, reforçou.
Já tem já tem algum projeto definido?
– O meu partido decidiu que eu devo disputar a eleição majoritária ao governo ou ao Senado. Na realidade, eu sou candidato pré-candidato ao Governo do Rio Grande do Norte. Agora, também eu não descarto a possibilidade de disputar o Senado.
Isso seria possível numa aliança com a Governadora Fatima Bezerra?
– O meu partido não conversou com o PT, nem houve nenhuma iniciativa minha, nem dos partidos, não há absolutamente nenhuma conversa, ninguém procurou. Evidentemente que esse entendimento pode acontecer. Ainda tem muito tempo para a eleição. Não é que você seja um oportunista. A atividade política é dinâmica, desde que você não perca a vergonha na cara. Porque eu encontrei Fátima quinze dias depois da eleição e falei com ela. Conversamos e tal. Em 2004, quando eu disputei contra ela e ganhei a Prefeitura de Natal, ela também teve o mesmo comportamento de naturalidade de conversar comigo. Então, até me ensinou isso. E eu apenas repeti o gesto dela lá atrás.
A previsão de Carlos Eduardo é de que “até abril, maio do ano que vem, as candidaturas estarão colocado com toda a transparência para o eleitor do Rio Grande do Norte fazer fazer a sua escolha”.
Aventura, nem pensar
No momento, disse o ex-prefeito natalense, “eu sou pré-candidato ao governo e eu vou tentar viabilizar minha candidatura ao Governo”. Porém, entretanto, mas, contudo, todavia… “porque num pode também ser uma cruzada irresponsável, né? Quixotesca, né? Num pode ser uma cruzada quixotesca, ou seja, aquela coisa de aventura”.
Na ótica de Carlos Eduardo, assim exprimiu, é imprescindível se construir as alianças. “Nesse processo cabe também uma conversa com a com o PT. Não tem nenhum problema”, repetiu.
Entendeu, Fátima Bezerra?
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Fátima tem postulação diretamente vinculada às tratativas da chapa e campanha presidenciais (Foto: arquivo/2017)
Decisões políticas relacionadas à campanha estadual do próximo ano no RN que tratem de alianças, formação de chapas e outras questões delicadas, vão passar por articulações da Executiva Nacional do PT.
Esse entendimento está fechado.
A governadora Fátima Bezerra (PT) é naturalmente concorrente à reeleição, mas nada será feito sem que se priorize a campanha à Presidência da República, com possível candidatura do ex-presidente Lula da Silva (PT).
O que for amarrado lá em cima, tende a valer aqui embaixo.
Por isso, só para exemplificar, é precipitado se falar que o atual vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) seja mantido na chapa, que partido A ou B estará com a governadora etc.
Acompanhemos.
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Motta: disputa interna (Foto: autor não identificado)
O Partido dos Trabalhadores (PT) vai definir em breve quem será o candidato a prefeito de Natal pela legenda.
Entrevistado no Enfoque Político (Super TV) desta quarta-feira (29), o ex-candidato a senador pelo PT nas eleições de 2018, médico infectologista Alexandre Motta, afirmou que a sigla possui dois nomes para competir ao Executivo natalense: o do próprio Alexandre Motta e o do senador Jean-Paul Prates (PT).
– Por que o PT ainda não definiu nome à Prefeitura de Natal, nessa altura do campeonato?
– Concordo com você, Saulo. Acho que estamos atrasados [nessa definição] e sempre tenho dito isso ao meu partido. Seria bom que já tivéssemos definido. Antes havia a expectativa da deputada federal Natália Bonavides ser a nossa candidata, mas ela já afirmou que vai priorizar seu mandato parlamentar. Eu, pessoalmente, coloquei meu nome, no início do ano, como pré-candidato. Agora, mais recentemente, o senador Jean-Paul também se colocou à disposição do partido. Hoje, o PT tem dois pré-candidatos”, afirmou.
“Ainda no início de agosto, o partido vai definir quem será o seu candidato a prefeito, eu ou o senador Jean-Paul”, acrescentou.
Leia também: O nome do PT à Prefeitura do Natal.
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Natália e Mineiro: nomes (Fotomontagem Potiguar Notícias)
De verdade, verdade verdadeira, o ex-deputado estadual Fernando Mineiro (PT) não se saracoteia para ser candidato (de novo) a prefeito do Natal.
Secretário de Projetos Especiais do Estado, o ex-parlamentar é suplente da deputada federal Natália Bonavides (PT), que já afirmou não ter interesse na postulação (veja AQUI).
Mineiro quer mesmo é ser deputado federal, apesar de citado como um dos cogitados à corrida municipal.
O PT terá candidato a prefeito à sucessão de Álvaro Dias (MDB), isso é fato.
Apesar da negativa de Natália, ela é o nome petista mais forte à sucessão – especialmente se à época existirem bons índices de aprovação da governadora Fátima Bezerra (PT) para içá-la.
Do contrário, o partido tende a não queimá-la, haja vista ser uma estrela em ascensão.
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Fátima duvida do MEC; Camilo aposta (Foto:arquivo)
O Governo do RN comunicou oficialmente na terça-feira (1º de outubro) que não iria aderir ao modelo cívico-militar em duas de suas escolas, protótipo de programa educacional lançado pelo Governo Federal. A decisão divide a opinião pública e gera um debate muito mais ideológico do que técnico-pedagógico.
No vizinho Ceará, a polêmica também existe, mas só que em sentido inverso. O governo estadual compõe leque de 15 estados e o Distrito Federal que tem interesse no programa. Muitas vozes levantaram-se contra.
No Rio Grande do Norte e Ceará os governos são comandados pelo PT, mas as posturas em relação ao caso têm decisões diferenciadas e argumentos, também.
No RN, a governadora Fátima Bezerra deu explicação técnica, com viés político.
Assinalou que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e o Plano Estadual de Educação, Lei n. 10.049, de 27 de janeiro de 2016, estariam feridos com “o pedido do MEC para adesão ao Programa, que não precedeu de tempo hábil para que essa discussão fosse feita junto às escolas e às representações constituídas, tornando a possível decisão unilateral pelo Órgão Central inviável para a Rede Estadual”.
Colocou em dúvida a liberação de R$ 2 milhões pela União para o programa, “ao tempo em que nega os recursos necessários para a continuidade do fomento à ampliação das Escolas de Tempo Integral (…).”
Ceará em posição diferente
O Ceará foi exceção entre os nove estados nordestinos. Vai aderir ao programa. O governador Camilo Santana (PT) rebateu os críticos em redes sociais: “Meu compromisso é fortalecer cada vez mais nosso modelo cearense de educação pública, aumentar as nossas escolas de tempo integral, investir cada vez mais nos nossos alunos e professores, e melhorar ainda mais nossos resultados. O resto da discussão é guerra ideológica, que não leva a absolutamente nada”.
Assinalou, por exemplo, que o Ceará “já possui três escolas militares, “duas da PM e uma dos Bombeiros, num universo de 728 escolas estaduais, sendo 252 de tempo integral”.
Lembrou, ainda, que “quem tenta emplacar informação errada, ou desconhece os excelentes resultados da educação pública do Ceará, considerada referência no Brasil, e que serve de modelo para vários estados, ou age de má-fé”.
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O senador recém-empossado Jean-Paul Prates (PT) precisa dar um freio de arrumação em seu ainda imberbe mandato, herdado da hoje governadora Fátima Bezerra (PT). Descarrila velozmente.
Nova situação o leva a ficar outra vez acuado; CPI pode alcançar nomes do seu partido (Print: reproduçao)
Desde o início deste mês, ele coleciona enredos controversos, situações de difícil justificativa e rapidamente tem capital-imagem dilapidado em redes sociais, imprensa nativa e mídia nacional.
O caso mais recente é da CPI de Brumadinho, que está em gestação no Congresso Nacional, para apurar causas e culpados pelo desastre da barragem da Mineradora Vale, em Brumadinho-MG.
A CPI pode alcançar nomes do seu partido. Paralelamente, é uma investigação que ganha apelo nacional, mesmo com seu viés partidário, haja vista a proporção dessa tragédia.
São dezenas de mortes, prejuízos materiais incomensuráveis e também ambientais que estão em jogo, quando observamos por outro ângulo.