Bárbara Azevedo tem origem mossoroense (Foto: Arquivo do BCS)
No mês marcado pelos 45 anos de trajetória da instituição e pelo Dia Internacional da Mulher, a Universidade Potiguar (UnP), empossa sua primeira reitoria 100% feminina. A cerimônia de posse acontece nesta terça-feira, 3 de março, e contará com um encontro com jornalistas e autoridades convidados, no Hotel Holiday Inn, em Natal.
Assumem a gestão a reitora Bárbara Azevedo, a pró-reitora acadêmica Jusselle Santiago e a pró-reitora administrativa Tâmara Souza. O momento simboliza o fortalecimento da presença feminina em posições estratégicas na educação superior.
Natural de Mossoró, Bárbara tem uma trajetória profundamente conectada à história da UnP. Está na instituição desde 2007, com passagens por áreas estratégicas como Internacionalidade, Comercial e Relacionamento com o Aluno. Em 2021, assumiu a Gestão de Unidades com a chegada da Ânima, ampliando sua atuação executiva e sua contribuição para o fortalecimento institucional.
Jussele Santiago, que assume a pró-reitoria acadêmica, é mestre em Administração pela UnP e se dedica à educação superior e à pós-graduação há mais de 18 anos. Essa experiência se soma aos mais de 20 anos de atuação da pró-reitora administrativa, Tâmara Souza, especializada em gestão para qualidade, que se desenvolveu em cargos ligados à padronização de processos, desenvolvimento humano, administração completa de unidades, entre outros.
Reitora e segmentos apresentaram proposta ao governo (Foto: Luziária Machado)
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), em conjunto com a Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), o Sindicato dos Técnicos Administrativos da Uern (SINTAUERN) e o Diretório Central das e dos Estudantes (DCE), entregou nesta terça-feira (11) ao secretário estadual de Fazenda, Cadu Xavier, a proposta de repactuação da autonomia financeira da Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Fuern).
O documento trata da Proposta de Repactuação da Autonomia Financeira da Fuern, conforme prevê a Lei da Autonomia 11.045/2021 que busca fortalecer o cumprimento da missão institucional da Universidade e o papel estratégico que a Uern exerce na execução de políticas públicas em todo o Rio Grande do Norte.
A proposta prevê um escalonamento crescente do percentual da Receita Líquida de Impostos (RLI) destinada à composição do orçamento anual da Fuern, iniciando em 2026 até 2029. O secretário Cadu recebeu a proposta e vai fazer a análise com a equipe, seguida da discussão de percentuais com a Uern e segmentos. E por fim, apresentar a governadora Fátima Bezerra (PT) para os próximos passos.
Essa repactuação representa um passo essencial para garantir o fortalecimento da autonomia financeira, pedagógica e administrativa da instituição, assegurada pela Lei nº 11.045, sancionada pela governadora em 2021 – argumenta a Uern. A autonomia foi aprovada pela Assembleia Legislativa dia 16 de dezembro de 2021 (veja AQUI) e sancionada pela governadora Fátima Bezerra (PT) no dia 29 de dezembro do mesmo ano (veja AQUI).
Números
De acordo com a lei, o percentual para 2022 seria de 2,31% ou R$ 290 milhões de reais; 2,50% para o ano de 2023; 2,98% para o ano de 2024 e 3,08% para o ano de 2025.
A reitora Cicília Maia destacou que a proposta reafirma o compromisso coletivo com a sustentabilidade financeira da instituição e com a educação pública de qualidade.
“A proposta de autonomia, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pela Governadora não foi a ideal, mas a real para aquele momento. A própria lei já previu a necessidade desta repactuação, que irá assegurar as condições para que a Uern continue a cumprir sua missão de transformar vidas e territórios por meio da educação, da ciência e da inovação”, afirmou.
Banner com agradecimento dos reeleitos (Reprodução do BCS)
Os professores Cicília Maia e Chico Dantas foram reeleitos nesta terça-feira (18) como reitora e reitor da Universidade do Estado do RN (UERN).
Há pouco mais de 40 minutos, a reitora reeleita se manifestou em postagem em suas redes sociais, com agradecimento pela vitória, em chapa única. Os dois tiveram votações praticamente ‘casadas.’
Momento de agradecer
Com alegria e gratidão, agradecemos à toda comunidade acadêmica que aceitou nosso chamado e fez um lindo momento na primeira eleição sem lista tríplice, e com chapa única, para a Reitoria e Vice-Reitoria da UERN.
Foram 3.410 votos para a nossa candidatura à reitoria, e 3.375 votos para a candidatura à Vice-Reitoria, um resultado expressivo e muito gratificante.
Cada voto dado fortaleceu ainda mais a democracia em nossa universidade.
Cicília Maia obtém importante conquista para a Uern (Foto: Rafa Neddermeyer)
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) e outras 10 instituições que fazem parte da Associação Brasileira de Reitoras e Reitores de Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM) assinaram nesta quarta-feira (6), em Brasília, acordo de cooperação coletivo com a Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Permitirá a exploração de TV e Rádio Universitária junto à Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
“Precisamos veicular, cada vez mais, as nossas ações de ensino, pesquisa e extensão para a sociedade. A parceria das universidades estaduais e municipais fortacele a Rede EBC e a comunicação pública, passando pela integração com as nossas instituições via Abruem. O Brasil precisa ouvir os vários sotaques que formam esta nação e isso se dará com a participação dessas instituições que estão essencialmente no interior do nosso país”, comemorou a reitora da Uern, Cicília Maia.
Através de parceria com a EBC, a Uern está em processo de implantação de seus canais oficiais de TV e Rádio educativas. No final de fevereiro, a universidade recebeu a visita técnica de representantes da Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que conheceu as instalações da Uern TV e da torre de transmissão localizada no Campus Mossoró.
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Disputa por Reitoria promete ser novamente bastante acirrada (Foto: Ufersa)
Do Blog Regy Carte
Definido o regulamento da consulta para escolha de reitor (a) e vice-reitor (a) da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa), mandato 2024/2028.
Conforme o cronograma, oficializado ontem (29), a votação será em 4 de abril. A inscrição das chapas vai de sexta-feira (8) ao próximo dia 11.
Já a campanha eleitoral ocorrerá entre os dias 16 deste mês e 3 de abril. E o resultado da consulta será anunciado em 10 de abril.
Votarão professores (a), servidores (a) técnicos-administrativos e estudantes.
Os três principais concorrentes de 2020 de novo disputarão a Reitoria.
Chapas
A reitora Ludimilla Oliveira terá como postulante a vice a professora Monique Lessa.
O professor Jean Berg Alves escolheu o professor Quirino Silva Júnior companheiro de chapa.
E o professor Rodrigo Codes definiu o professor Nildo Dias como nome para vice-reitor.
Turbulência
Na consulta de 2020, Codes saiu vencedor. Mas o então presidente da República, Jair Bolsonaro, optou pela nomeação de Ludimilla.
Ao quebrar a tradição de se nomear o mais votado, a medida acirrou ânimos políticos na Ufersa. A eleição de 2024, portanto, promete.
Nota do BCS – Essa consulta terá fortes emoções. Veja abaixo como foi o resultado das urnas em 2020, quando cinco nomes concorreram, incluindo o ex-reitor Josivan Barbosa:
Reitora assinou as Portarias de Consignações (Foto: Assecom/Ufersa)
A Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) e outras 32 universidades federais vão ser contempladas com a nova expansão da Rede Nacional de Comunicação Pública. Ao todo, serão 51 novas emissoras de rádio e 40 novas estações de televisão, a serem instaladas em todo país com prioridades para as cidades que não contam com emissoras públicas.
A reitora da Ufersa, professora Ludimilla de Oliveira, assinou as Portarias de Consignações tanto para a aquisição da emissora de rádio quanto para a estação de tevê. A solenidade de assinatura reuniu reitores de universidades de todo o país, na tarde desta terça-feira (17), no Anexo I do Palácio do Planalto.
“Esse é mais um passo importante dado pela nossa gestão que visa o fortalecimento da comunicação pública de qualidade”, afirmou a reitora Ludimilla de Oliveira ao ressaltar a importância dos canais de comunicação universitária para toda a Região Oeste do Rio Grande do Norte.
“Não tenho dúvida que é um marco de grande importância para a nossa instituição”, considerou. Ainda segundo a reitora, o próximo passo será a viabilização dos recursos para a instalação da FM Semiárido e da Tevê Ufersa.
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Ludimilla (centro), apesar do brilho, não completou fala (Foto: BCS)
O inferno astral da ainda reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professora Ludimilla de Oliveira, parece sem fim.
Agora à noite, na abertura da Feira Internacional da Fruticultura Tropical Irrigada (EXPOFRUIT), na Estação das Artes Elizeu Ventania, ela começava discurso quando houve pane na energia elétrica.
O dispositivo da solenidade acabou sendo encerrado, sem que ela e os demais oradores programados à oratória pudessem falar.
Ludimilla está nas ‘mãos’ de um colegiado que tende a lhe julgar desfavoravelmente (Foto: redes sociais)
Um parecer da comissão formada pelo Conselho Universitário (CONSUNI) da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) orientou que esse colegiado dê entrada no processo de destituição da reitora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira junto ao Ministério da Educação (MEC).
Em resumo: diz que há fatores que embasam a anulação ou revogação do decreto que nomeou Ludimilla, uma vez que a Reitora perdeu o título de doutorado.
O próximo passo é o Consuni marcar uma reunião extraordinária, para votar se acata ou não esse parecer da comissão.
A recomendação é assinada pelos professores doutores Marta Lígia Pereira da Silva, Ulisses Levy Silvério dos Santos, Reginaldo José dos Santos Júnior e Midiã Medeiros Monteiro, além do técnico-administrativo Jeferson Santos Teixeira da Silva e do estudante Pedro Victor Cavalcante Santos.
Se o Consuni acatar – a tendência é essa – então o pedido de anulação da nomeação da Reitora será entregue oficialmente ao ministro da Educação, Camilo Santana, a quem cabe a palavra final.
Processo
Ludimilla enfrenta um processo no Consuni, por conta da anulação de seu doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). A instituição acatou uma denúncia de plágio em 44% de sua tese de doutorado.
Na Ufersa, só pode ser reitor quem tem doutorado.
A partir daí, o Consuni, onde a reitora tem minoria, formou, no dia 27 de junho, uma comissão, para elaborar, no prazo de 30 dias, um parecer sobre o que a universidade deve fazer no caso de Ludimilla.
O documento, apresentado nesta segunda-feira, representa mais um passo no processo que pode culminar na destituição da reitora.
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Ludimilla Oliveira enfrenta cerco de professores e discentes da Ufersa (Foto do Jornal de Fato)
A Associação dos Docentes da Universidade Federal do Semiárido (ADufersa) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) protocolaram na manhã de hoje (quinta-feira, 15) ofício ao Conselho Superior da Ufersa (CONSUNI) solicitando a substituição da professora Ludimilla Serafim do cargo de Reitora.
Segundo o ofício, a solicitação leva em consideração a decisão da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), que atestou plágio (veja AQUI) na tese de Ludimilla e define a anulação do título de doutora, que é obrigatório para o cargo de Reitor na Ufersa.
Diz o documento das entidades:
“CONSIDERANDO que a Professora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira não alcançou a condição de Professora Associada 4 ou Professora Titular e que seu título de doutora foi cassado nos termos supracitados (…) a Associação dos Docentes da UFERSA (ADUFERSA) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) Romana Barros vêm requerer que o CONSUNI/UFERSA adote as providências cabíveis no sentido de que haja a substituição do dirigente máximo da UFERSA (…)”
Confira o ofício na íntegra:
À PRESIDENTA DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO
CONSIDERANDO o DESPACHO DECISÓRIO Nº 45/2023 do Gabinete da Reitoria da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o qual reconheceu plágio na Tese de Doutorado da Professora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira, ao, em seus termos, homologar “o Relatório Final da Comissão de Processo Administrativo Disciplinar Discente nº 23077.086817/2020-21, corroborado pelo Parecer Jurídico nº 00101/2023/GAB/PF-UFRN/PGF/AGU da Procuradoria Jurídica, aplicando a penalidade de EXCLUSÃO à ex-Discente Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira;
CONSIDERANDO que, observado o despacho citado, a consequência de tal exclusão, “nos termos do art. 26 da Resolução nº 157/2013-CONSEPE, é a CASSAÇÃO/ANULAÇÃO do título de Doutor concedido;
CONSIDERANDO que o DECRETO Nº 1.916/96, em seu art. 1º, §1o , impõe, como requisitos àqueles/as que exercem a função de Reitor/a, que sejam “docentes integrantes da Carreira de Magistério Superior, ocupantes dos cargos de Professor Titular ou de Professor Associado 4, ou que sejam portadores do título de doutor, neste caso independentemente do nível ou da classe do cargo ocupado;
CONSIDERANDO que a Professora Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira não alcançou a condição de Professora Associada 4 ou Professora Titular e que seu título de doutora foi cassado nos termos supracitados;
CONSIDERANDO que o Art. 61 da Lei n. 9.784/99 prevê que, em regra, as decisões proferidas em Processos Administrativos têm efeitos imediatos; Considerando tais elementos, a Associação dos Docentes da UFERSA (ADUFERSA) e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) Romana Barros vêm requerer:
1. Que o CONSUNI/UFERSA adote as providências cabíveis no sentido de que haja a substituição do dirigente máximo da UFERSA.
Agradecemos desde já a disposição, ao tempo em que renovamos votos de estima e consideração.”
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Ludimilla diz que “todas as providências foram tomadas (Foto: Jornal de Fato/Arquivo)
O reitor da Universidade Federal do RN (UFRN), Daniel Diniz, acolheu hoje o parecer da Procuradoria Jurídica da instituição, sobre o relatório da Comissão de Processo Administrativo que havia emitido despacho pedindo a cassação do título de doutora da Professora Ludimilla Oliveira, atual reitora da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA/Mossoró). A acusação – agora constatação – é de que houve plágio em sua tese do doutorado feito na Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
O reconhecimento da nulidade desse título de pós- graduação trará certamente graves consequências para a vida acadêmica da professora, sendo a primeira delas a perda do cargo de Reitora. E, possivelmente, a exigência de devolução dos valores extras recebidos em seu contracheque como chefe daquela instituição.
Nos bastidores da instituição diz-se que o plágio chegou a acometer cerca de 45% da dissertação da professora.
Como aconteceu
Um relatório tinha sido elaborado pela Comissão de Processo Administrativo Disciplinar (CPAD) com despacho enviado ao reitor Daniel Diniz. Recomendou a anulação do título de doutora conquistado por Ludimilla através ao Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
O título de sua tese foi “De repente, tudo mudou de lugar: Refletindo sobre a metamorfose urbana e gentrificação em Mossoró-RN”, que teria sido plagiada da dissertação de mestrado “O processo de urbanização da Cidade de Mossoró: Dos processos históricos à estrutura urbana atual”, de Karisa Lorena Carmo Barbosa Pinheiro. Ela também teria copiado trechos do livro “Expansão Urbana de Mossoró – Período de 1980 a 2004”, de Aristotelina Pereira Barreto Rocha.
Indicada por Bolsonaro
Apesar de ter ficado em terceiro e último lugar na disputa para a Reitoria da Ufersa, com 18,33% dos votos na eleição de 2020, a nomeação de Ludmilla Oliveira foi anunciada pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) durante uma visita dele a Mossoró. Na consulta pública a segmentos da Ufersa, Ludmilla ficou atrás dos professores Rodrigo Codes, com 35,55% dos votos; e Jean Berg, com 24,84%.
A nomeação gerou revolta na comunidade acadêmica que, na época, fez uma série de manifestações contra a intervenção federal.
O outro lado
A reitora pronuncia-se em defesa pessoal, através de uma Nota à Imprensa e Sociedade. Veja abaixo:
Meus cumprimentos à sociedade !
Primeiro, quero dizer aos que tentaram assassinar minha moral e idoneidade estudantil, se o objetivo era me matar, não precisava atirar na minha alma. Ela está sangrando, ferida e machucada. Mas, a cura Deus tem para essa dor imensurável, assim como a nódoa do meu espírito. Ele mesmo apagará.
Segundo, nunca plagiei nada na minha vida, quiçá um doutorado que fui: primeiro lugar no ingresso, tirei nota A em todas às disciplinas e A sem ressalvas na tese. Então, a verdade será o caminho das veredas da justiça humana e de Deus. Afirmo, que todas às providências foram tomadas e agora é aguardar .
No mais, como permaneço viva, embora padecendo das agruras da alma seguirei cumprindo minha missão, porque essa história não terminou ontem dia 02 de junho de 2023.
Minha nota a imprensa e à sociedade – Ludimilla Carvalho Serafim de Oliveira – Reitora da UFERSA.
Nota do Canal BCS – As sanções por plágiopodem ir além do que é divulgado pelo portal Novo Notícias, indo pros campos cível e criminal. Ludimilla ainda poderá responder por violação dos direitos morais e violação aos direitos patrimoniais. Determina a legislação a pena de detenção de três meses a um ano, ou multa em casos de violação de direitos de autor e conexos.
Que tudo seja esclarecido.
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Nesta segunda-feira (22), o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), acompanhado de vários auxiliares, visitou a Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Participou de reunião de trabalho com a reitora Ludimilla Oliveira e equipe administrativa da instituição.
Allyson e Ludmilla firmaram entendimento para afinação de parceria (Foto: PMM)
No encontro, foram apresentados projetos para o desenvolvimento da cidade. “É importante essa visita que estamos fazendo à Ufersa, o contato diretamente com a reitora Ludimilla, com os membros da sua gestão, de diversos conselhos da universidade. Temos aqui a oportunidade de discutir os projetos e programas que estão em andamento e de falar de projetos futuros”, disse Allyson Bezerra – que é servidor concursado e licenciado da universidade.
A reitora Ludimilla Oliveira também frisou a relevância da reunião com a equipe da gestão municipal. “Momento muito importante. Tenho uma avaliação imediata muito positiva, inclusive com reflexo direto para Mossoró. A nossa Universidade Federal está à disposição da capital do semiárido”, avaliou.
Saúde
“Pedimos aqui algumas áreas pertencentes à Ufersa. Pedimos uma área para construir uma Unidade Básica de Saúde para o Alto de São Manoel e também uma área para construir uma estrutura administrativa ou um conjunto habitacional, e a reitora ficou de avaliar nossos pleitos. Importante também dizer que a construção de uma UBS fortalece a Faculdade de Medicina, visto que os alunos vão ter a oportunidade de poder ter um local próximo à universidade para estagiar”, salientou o prefeito.
Participaram da comitiva da Prefeitura na visita à Ufersa Almir Mariano, secretário de Programa e Projetos Estratégicos; Thiago Marques, secretário de Governo; Luana Lima, secretária de Administração; entre outros auxiliares da administração municipal.
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A reitora da Universidade do Estado do RN (UERN), professora-doutora Cicília Maia, está há pouco mais de um ano à frente dessa instituição de ensino.
Graduada em Ciência da Computação, Cicília é professora efetiva do Departamento de Informática desde 2006 e compôs o quadro de professores do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (UERN/UFERSA). Obteve doutorado em Engenharia Elétrica e da Computação, pela UFRN, e pós-doutorado no Massachusetts Institute of Technology (MIT).
Ela fez parte da equipe do professor Pedro Fernandes na Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – na gestão do reitor Milton Marques, e foi Pró-Reitora de Recursos Humanos e Assuntos Estudantis no primeiro mandato de Pedro Fernandes (2013-2017). Na segunda gestão do reitor (2017-2021), Cicília atuou como assessora técnica da reitoria e na Chefia de Gabinete.
É a reitora da Uern num momento muito especial, com início de período de autonomia financeira da universidade. Nessa entrevista, ela fala sobre alguns aspectos desse trabalho e seus desafios.
Cicília Maia diz que autonomia exige ainda mais dedicação e zelo (Foto: arquivo)
Em um ano de gestão, quais têm sido os principais desafios e conquistas à frente da Uern?
Primeiro, Carlos, obrigado pelo espaço neste importante espaço jornalístico. Quero aqui reiterar o meu agradecimento à comunidade da Uern pela confiança que nos foi dada, ao sermos escolhida, ao lado do professor Chico Dantas, para ser a reitora da instituição. De setembro do ano passado até aqui temos vivenciado importantes momentos na história da Uern, conseguindo conquistas fundamentais ao seu fortalecimento, como foi o caso do fim da lista tríplice para reitoria e vice-reitoria, a autonomia financeira da instituição, os planos de cargos, carreiras e remuneração dos servidores técnicos e docentes, e a ampliação de nossa política de ações afirmativas, atendendo melhor à nossa classe estudantil e toda sua diversidade.
Com a conquista da autonomia financeira, a Uern passou a poder planejar melhor suas ações, tendo a segurança em relação ao recebimento de seus recursos. Isso possibilitou que a universidade conseguisse honrar os compromissos com fornecedores, efetuar os pagamentos necessários, e projetar melhorias na infraestrutura, na aquisição de equipamentos e materiais, retomando, aos poucos, um cenário de investimento que há muito tempo não se tinha condições de fazer devido aos contingenciamentos orçamentários. Estamos trabalhando e cumprindo aquilo que assumimos como compromisso com a comunidade universitária. Melhorias importantes nos campi avançados vêm sendo feitas constantemente, no campo estrutural mas também em relação à equipamentos em salas de aula e laboratórios.
Os desafios são aqueles comuns a qualquer gestão pública, mas temos contado com apoio da comunidade universitária e conseguido avançar em pautas extremamente necessárias à instituição.
Esse trabalho realizado foi importante para fortalecer a imagem da universidade junto às pessoas?
Com certeza. Iniciamos a gestão com duas lutas históricas, que eram a busca de autonomia e dos planos de cargos dos servidores, e conseguimos unir a comunidade, conquistar o apoio da sociedade e concretizar esses sonhos. Tivemos uma recepção e apoio fundamental na Assembleia Legislativa, com todos os deputados e deputadas nos apoiando, e a compreensão e parceria do Governo do Estado. A governadora Fátima Bezerra (PT) e sua equipe foram imprescindíveis para que pudéssemos comemorar essas conquistas.
Foi um momento que não esquecerei jamais. Tudo isso mostrou às pessoas como a Uern é forte e o principal patrimônio vivo do Rio Grande do Norte. De lá para cá, temos colocado a universidade cada vez mais presente no dia a dia das pessoas, seja por ações no campo do ensino, da pesquisa ou da extensão. Precisamos extrapolar cada vez mais nossos muros levando o melhor dos programas/ ações que tenham impacto no dia a dia e qualidade de vida do povo potiguar.
A associação dos docentes (ADUERN) anunciou recentemente uma paralisação das atividades cobrando reajuste salarial. O plano de cargos dos servidores não conseguiu atender às necessidades?
Toda a sociedade acompanhou o trabalho que fizemos, junto com a comunidade acadêmica, em busca da autonomia financeira e também dos planos de cargos. Para que pudéssemos avançar com o projeto dos planos, cada categoria elaborou sua proposta, aprovou em assembleia, e encaminhou para que a reitoria pudesse enviar ao Governo do Estado. Trabalhamos todo o tempo em constante diálogo e acordo com os sindicatos, encaminhando as propostas elaboradas por suas categorias. O plano dos servidores técnicos, por conter uma tabela única com as previsões salariais, foi aprovado integralmente. O plano dos servidores docentes – contendo tabelas escalonadas para os anos de 2022, 2023, 2024 e 2025, em alinhamento com o que foi pactuado na lei de autonomia financeira para estes anos, foi aprovado e transformado em lei, mas somente com a tabela referente às previsões salariais para 2022. Porque? Pelo fato do impedimento legal do governo, em seu último ano de mandato, de sancionar uma lei que resultaria em impacto financeiro para os anos subsequentes.
Desta forma, pactuou-se que, ao final de 2022 seriam encaminhadas as tabelas restantes (2023,2024 e 2025), ao Governo e Assembleia Legislativa, para efetivação da parte complementar do plano de cargos docente, por meio de nova lei.
Entretanto, a associação dos docentes passou a desconhecer o plano por ela apresentado, e tem reivindicado a aprovação de novas tabelas, desta vez com um impacto financeiro bem diferente daquele apresentado nas tabelas enviadas ao Governo do Estado ainda em 2021.
Reitora fala sobre reajuste salarial (Foto: Uern)
Temos dialogado com a associação reafirmando o nosso compromisso, assumido desde o início, de cumprimento do que foi estabelecido inicialmente, já que é essa a realidade prevista nos percentuais da autonomia financeira para os respectivos anos. Desde o início de todo este processo fizemos questão de ressaltar que os planos apresentados não corrigiam todas as perdas salariais históricas que tivemos ao longo de mais de uma década, mas que seria um começo importante para que ao final de 2025 pudéssemos passar a prever um cenário com reajustes salariais que possamos compensar esse histórico e gradativamente pudéssemos realinhar o que é justo e merecido aos servidores que tanto trabalham em prol da educação pública, gratuita e de qualidade.
Então, não se trata aqui de propostas de reajustes que a reitoria tenha oferecido, se trata de cumprir o que está previsto no plano – frise-se novamente – pactuado por todos. Todo o histórico deste processo é público e pode ser conferido por qualquer cidadão. A comunidade nos conhece e sabe que lidamos com responsabilidade, zelo e verdade.
No início de sua gestão uma das marcas foi a efetivação de uma política que garante que no mínimo 50% dos cargos de primeiro escalão da administração central sejam ocupados por mulheres. Qual o impacto disso junto à comunidade?
A equidade de gênero é um compromisso que não deve ser somente das mulheres, como algumas pessoas pensam. Deve ser um compromisso de todas as pessoas que acreditam e que lutam por um mundo mais justo. Ter mais mulheres liderando os processos de gestão, seja na universidade, no governo, nas empresas, no dia a dia, é uma experiência que muda todo o sistema. Por meio de ações como essa, e outras mais, queremos que as mulheres que fazem a universidade sintam-se cada vez mais acolhidas neste espaço, e tenham cada vez mais oportunidades e condições de estudar, pesquisar e fazer aquilo que lhe interessa nesse seu percurso profissional. Recentemente, inauguramos o espaço da Diretoria de Ações Afirmativas e Diversidade, no Campus Central, em mais um momento de fortalecimento dessa atuação estratégica. A diretoria de ações afirmativas e diversidade foi um compromisso que assumimos e que já concretizamos. Com ela, questões fundamentais de apoio e assistência a estudantes e servidores e servidoras terão um suporte e acompanhamento institucional mais humanizado e forte.
Cicília, as pessoas conhecem bem a reitora da Uern, a professora, mas parece que há uma poetisa escondida em você. Isso é verdade?
Nossa, Carlos. Você já sabe disso? Olha costumo dizer que sou uma poetisa em construção e tímida nesta matéria. Mas na pandemia resgatei a poesia como forma de colocar para fora muito do que não conseguia compreender. Gosto das letras e de sua intensidade. E foi muito bom! Encontrei pessoas que me inspiraram como prof. Ailton Siqueira e a jornalista Rosalba Moreira. Com Rosalba fiz alguns versos. Quem sabe liberaremos nosso livro, que está pronto já, em breve.
Qual a importância de uma mulher na liderança da única universidade pública estadual do Rio Grande do Norte para inspiração e motivação a mais mulheres ocuparem espaços de liderança?
Tenho como princípio e vontade me aperfeiçoar enquanto pessoa humana. Falo isso para poder dizer às mulheres que muito temos a construir, a aprender e a fazer e se não formos nós dizendo ao mundo o que nós queremos e merecemos quem dirá?
Eu, terceira reitora mulher, mãe, professora e pesquisadora, aproveito todos os espaços, toda ocupação de fala para levar essa voz que por muito tempo foi de homens. E sempre digo que a missão é coletiva e só ganhará a dimensão necessária quando a sociedade entender que a luta é de todos e todas e não somente de nós mulheres.
Qual sua expectativa para os próximos anos, tendo a Uern, agora sim, como uma universidade autônoma financeiramente?
Neste ano a Uern teve conquistas importantes e históricas e isso foi possível porque toda a comunidade universitária esteve junta e unida. Quero agradecer toda essa construção coletiva à nossa comunidade universitária (estudantes, docentes, técnicos (as) e terceirizados) e sociedade em geral. Estou cada dia mais convicta que a autonomia financeira da Uern é uma conquista fundamental para a instituição exigindo cada vez mais responsabilidade, zelo, compromisso, diálogo, união e maturidade institucional para que possamos tornar a universidade ainda mais forte.
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O professor e jurista Paulo Linhares recebe nesta segunda-feira (4) o título de professor emérito da Universidade do Estado do RN (UERN).
O evento acontecerá às 15h.
A solenidade será no gabinete da reitora Cicília Maia.
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Merecido, que se diga.
Parabéns, Paulo.
Todos os aplausos deste editor.
*Professor Emérito é o docente aposentado que alcançou uma posição eminente em atividades de pesquisa (principalmente), ensino e extensão, os pilares de qualquer universidade.
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Reitora enfrenta resistências à mudança (Foto: Web)
Do Blog Saulo Vale
A reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Ludimilla de Oliveira, anunciou que o curso de Arquitetura e Urbanismo pode ser transferido de Pau dos Ferros para Mossoró.
Uma portaria (nº 611) publicada na quarta-feira passada, 13, designou uma comissão que terá 45 dias para apresentar um projeto de viabilidade de transferência que será submetido aos conselhos competentes.
Um estudo já está sendo realizado pelos docentes de Arquitetura e Urbanismo, que visa realizar a mudança.
Atualmente, Mossoró possui o curso de Arquitetura e Urbanismo apenas em instituições privadas.
Polêmica
A transferência do curso de Arquitetura e Urbanismo para Mossoró tem causado polêmica em Pau dos Ferros.
A prefeita Marianna Almeida (PSD) chegou a criticar a medida. Foi rebatida pela reitora em vídeo nas redes sociais (veja aqui).
A direção do campus de Pau dos Ferros também criticou sendo “contrária a todo tipo de iniciativa que venha a enfraquecer e comprometer campus/instituição e região, tal como a extinção/migração de qualquer dos nossos cursos”.
Já a coordenação do curso de Arquitetura se posicionou a favor da transferência.
“Fizemos a reivindicação para a reitora Ludimilla, que compreendeu e acatou nossos pontos. Estamos com diálogo aberto com os estudantes do curso. Acreditamos que a mudança será benéfica para todos”, ressaltou Rafaela Balbi, coordenadora do curso.
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – A gente pergunta se não é feito qualquer estudo primário à instalação de um curso, observando-se custo vários aspectos, como a questão de mercado. Em Mossoró mesmo, quantos cursos estão esgotados, começando com 30 alunos e a turma chegando ao fim com três ou quatros formandos?
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