Capa da reportagem destaca governadora Fátima Bezerra (Reprodução)
Base de Lula tem impasses nos estados do Nordeste para as eleições de 2026.
A manchete acima é de reportagem especial da Folha de São Paulo na edição deste domingo (27).
Em relação ao Rio Grande do Norte, a Folha diz que o Blog Carlos Santos já assinalou (veja AQUI) algumas vezes: “Pesquisas de intenção de voto indicam o senador Capitão Styvenson (PSDB) na liderança e uma disputa pela segunda vaga entre a governadora Fátima Bezerra (PT) e a senadora Zenaide Maia (PSD), vice-líder do governo Lula no Senado.”
E acrescenta: “Aliados de Zenaide acreditam que a segunda vaga está em disputa entre ela e Fátima. Com isso, não haveria sentido numa aliança. A senadora cogita se aliar ao prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra (UB), pré-candidato a governador, que não deverá apoiar Lula.”
Na mesma reportagem, é lembrado que “em 2022, a divisão da base do PT no estado facilitou a vitória ao Senado do bolsonarista Rogério Marinho (PL), atual líder da oposição no Senado.”
A possível migração do presidente estadual do PSDB e da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira, para o MDB, deve provocar uma desnutrição acelerada e maciça da legenda em território potiguar.
Cabe ao senador Styvenson Valentim cuidar do espólio. Desde que se filiou à sigla em 1º de fevereiro deste ano (veja AQUI), já ficou certa a sua ascensão à presidência.
Sua pouca habilidade como dirigente do Podemos, onde estava anteriormente, é prenúncio do que remanescentes ‘tucanos’ podem ter muitos problemas sob sua tutela. Algo muito delicado, principalmente em ano eleitoral.
Nas eleições municipais do ano passado, o PSDB já teve um abalo em relação ao pleito de 2020. Elegeu apenas 15 prefeitos, enquanto que em 2020 tinha somado 31.
Também viu a debandada de quatro deputados estaduais para o PL no dia 29 de novembro do ano passado (veja AQUI): José Dias, Gustavo Carvalho, Tomba Farias e Doutor Kerginaldo.
Em entrevista ao programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM Telecom), Canal 10, nessa quinta-feira (10), o editor do Blog Carlos Santos (Canal BCS), Carlos Santos, analisou quadro de disputa eleitoral no RN. O foco, claro, 2026.
Sobre corrida ao Senado, sublinhou que o senador Styvenson Valentim (PSDB) “nada de braçadas” à reeleição e “só ele mesmo pode jogar a reeleição fora.”
A segunda vaga tem a governadora Fátima Bezerra (PT) com boas possibilidades de vitória, mas descartando a senadora Zenaide Maia (PSD) do seu palanque – “operação que já começou.”
Em relação à corrida à Governadoria, a constatação da grande dificuldade de viabilização à vitória de Cadu Xavier, nome da governadora. Ninguém tire de cogitação de ele ser substituído pelo vice, que será governador, Walter Alves (MDB).
Na oposição, a avaliação é de que o quadro está muito embaciado. Pode ocorrer união das forças que se conflitam em torno de uma candidatura consensual. Por enquanto, mesmo não admitindo que será candidato, o prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) desponta com crescente apoio popular.
O jornalista Vonúvio Praxedes, âncora do programa, selecionou fotos e prints de nomes e de legendas partidárias para avaliação do entrevistado. Assim foi feito. Quem é quem e o peso de cada um/cada uma.
Em relação ao pleito proporcional, Carlos Santos comentou sobre a distorção bilionária causada por emendas orçamentárias, que “transformaram deputados em executivos”, mas “sem ônus algum. Fazem caridade com o chapéu alheio.”
Veja a entrevista no vídeo, onde outros pontos são tratados no bate-papo entre Carlos Santos e Vonúvio Praxedes.
A cidade de Parnamirim ganhará a nova unidade da Liga contra o Câncer. O assunto foi definido esta semana com uma reunião da Superintendência da Liga e o senador Styvenson Valentim (PSDB), que se comprometeu a alocar os recursos para a nova unidade. Inclusive o parlamentar e os diretores da Liga visitaram o terreno que já foi doado e abrirá todo centro de saúde. O hospital beneficiará diretamente uma população de 800 mil pessoas.
A nova unidade da Liga será erguida numa área de 4 mil metros quadrados e terá construção em três etapas. O investimento envolverá cerca de R$ 67 milhões.
Durante a visita, o senador Styvenson Valentim recebeu todas as explicações sobre a nova unidade dos diretores Arthur Villarim, Luciano Luiz e Ricardo Curioso.
O parlamentar ressaltou que estará engajado para erguer mais esta unidade de saúde. “Terá um grande benefício para a grande Natal, mas sobretudo para população da região Agreste”, afirmou o senador.
Fátima, de fato, disputará segunda vaga com Zenaide, sua “companheira” de grupo (Fotomontagem: BCS/EBC/Senado)
É preciso que se entenda com clareza o seguinte: a governadora Fátima Bezerra (PT) não concorre contra o senador Styvenson Valentim (PSDB) por uma das duas vagas ao Senado em 2026 no RN.
Ele nada de braçadas bem à sua frente, devendo ter reeleição tranquila. Sobra uma segunda cadeira à disputa.
O problema próximo, bem ao lado, como forte ameaça ao seu sucesso nas urnas, é a “companheira” de grupo Zenaide Maia (PSD), senadora que tentará renovar o mandato.
O governismo não trabalha pelo êxito eleitoral dela.
Elementar, meu caro Watson!
Em todas as pesquisas eleitorais divulgadas até o momento, mesmo em algumas generosíssimas com o governo, o peso do segundo voto catapulta Zenaide Maia como maior opção, capitalizando-se com intenções de voto também na oposição.
Fácil compreender, portanto, que a senadora se ficar no governismo será cristianizada com o segundo voto “em branco”. PT não votará em Zenaide Maia.
Matemática simples, raciocínio político elementar, sem qualquer rebuscamento.
Depois traremos mais detalhes sobre esse assunto, esmiuçando detalhes dessa engenharia política no grupo da governadora, que na prática está em franca operacionalização.
Postagem de Styvenson, contra, ele tratou de se livrar (Reprodução)
Da Agência Saiba Mais
Em contradição com o que havia afirmado publicamente, o senador Styvenson Valentim (PSDB) votou a favor do Projeto de Lei Complementar nº 177/2023, que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. A proposta foi aprovada no Senado na última quarta-feira (25) e deve gerar impacto direto superior a R$ 64 milhões por ano no Orçamento Geral da União (OGU).
O parlamentar potiguar não apresentou justificativa para a mudança de postura e, após a votação, apagou de suas redes sociais uma publicação em que dizia: “Não precisamos de mais deputados, precisamos que os que já estão eleitos entreguem mais. O Brasil precisa de mais resultados, não de mais cargos.”
A reportagem da Agência Saiba Mais solicitou ao senador, através da sua assessoria de comunicação, uma explicação sobre a mudança de voto, mas até o fechamento da matéria não obtivemos retorno.
Além de Valentim, o senador Rogério Marinho (PL) votou pelo aumento no número de deputados. Apenas Zenaide Maia (PSD), do RN, foi contra.
O RN ganhará mais duas vagas à federal, passando de oito para dez. Também haverá aumento de 24 para 30 na Assembleia Legislativa.
Álvaro saiu de um ponto quase inercial, ganha de novo visibilidade, mas ainda não é o suficiente para subir (Foto: arquivo)
O sacrifício pessoal e renúncia ao seu próprio estilo, ao se dispor a sair de Natal e tentar uma costura política mais direta, em Mossoró, com o prefeito Allyson Bezerra (UB), fez o ex-prefeito natalense Álvaro Dias (Republicanos) ser de novo protagonista de 2026. Mas, ainda não é o suficiente para se viabilizar a governador, seu sonho pessoal.
O noticiário é favorável, coloca-o em evidência, mas não é o bastante para fazê-lo tracionar. Entre os protagonistas da oposição, é quem está com menor capital político-eleitoral atualmente. Nem o apoio do prefeito de Natal, Paulinho Freire (UB), pode contar até aqui – mesmo depois de esforço hercúleo para elegê-lo.
Isolado pelos senadores Rogério Marinho (PL) e Styvenson Valentim (PSDB), Dias reordena planos e passa a ter no prefeito mossoroense o seu trunfo para negociações. Combinado ou não. é seu trunfo.
Fora do jogo não está mais.
O ex-prefeito de Natal enxerga que provavelmente Rogério Marinho não será candidato a governador. O senador blefou, quando semana passada afirmou ser pré-candidato a governador. Um dia antes, o senador aliado Styvenson Valentim declarou à imprensa da capital que seria candidato ao governo, se o Marinho não quisesse ser.
Claro que Styvenson Valentim não quer ser candidato a governador nem o será. Seu objetivo é claro de ser candidato à reeleição. Pode ser muitas vezes estabanado, mas o senador sabe que ser governador é passar a carregar ônus, ao contrário do mandato de senador, onde praticamente só tem bônus.
É com essa leitura que Álvaro Dias trabalha no momento, para não se desgarrar do primeiro pelotão da marcha oposicionista rumo às eleições 2026.
Quanto ao prefeito Allyson Bezerra, há plena consciência do movimento do ex-prefeito de Natal e sobre o que falam e o que pensam Marinho e Valentim. Sua posição é cômoda. Nem precisa se mexer ou falar muito. Até porque, nem como pré-candidato a governador se apresenta. [E prefeito e assim poderá continuar. Contudo, mesmo numa escolha dessa ordem, terá peso na sucessão estadual. Álvaro, Styvenson e Rogério sabem disso.
Matéria sobre o assunto já vem tramitando há tempos na Casa (Foto: Agência Brasil)
Pode ser votada já na próxima semana, no Senado, a proposta de emenda à Constituição que inclui as guardas municipais e os agentes de trânsito entre os órgãos que compõem a segurança pública (PEC 37/2022). O rito especial para agilizar a votação dessa proposta foi aprovado no dia 7 de maio. Com isso, será possível dispensar as sessões de discussão restantes.
A PEC ainda precisava passar pela quinta e última sessão de discussão em primeiro turno e mais três sessões de discussão antes do segundo turno. Com a decisão de 7 de maio, o texto já pode ser votado no Plenário do Senado — e os dois turnos de votação podem ocorrer na mesma sessão.
Além disso, o texto não precisará voltar à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para a análise das emendas apresentadas em Plenário.
A proposta
A PEC 37/2022 altera o artigo 144 da Constituição para incluir as guardas municipais e os agentes de trânsito entre os órgãos e entidades da administração pública responsáveis pela segurança pública. O autor da proposta é o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
Para compatibilizar a intenção da PEC 37/2022 com a decisão do STF, o senador Styvenson Valentim (PSDB-RN) apresentou uma emenda. Nela, está prevista uma alteração na proposta para permitir que os municípios possam renomear as suas respectivas guardas como “polícias municipais” (ou título equivalente).
De acordo com o texto atual da Constituição, os órgãos da segurança pública são: Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Ferroviária Federal; polícias civis; polícias militares e corpos de bombeiros militares; além das polícias penais federal, estaduais e distrital.
— É sobre aquilo que os municípios podem fazer. Aí entra a necessidade do reconhecimento a quem já faz esse trabalho, a quem já colabora, a quem já ajuda, ao lado e em parceria (paralelamente às atribuições e competências constitucionais previstas) com as polícias militares, com a Polícia Rodoviária Federal, com a Polícia Federal. Essa demanda vem de muitos anos — declarou Veneziano durante pronunciamento na semana passada.
Styvenson (Foto: Senado), Fátima (Foto: EBC) e Zenaide (Foto: Senado) disputam duas vagas (Fotomontagem do BCS)
Por Likely Barros (TCM Notícia
A pesquisa TCM/TSDois divulgada nessa segunda-feira (28), além de números relativos à avaliação dos governos municipal, estadual e federal, também trouxe a intenção de votos para o Senado Federal em Apodi, considerando as eleições de 2026.
Vamos aos números
Estimulada – Primeiro Voto
Na pesquisa estimulada, considerando o Primeiro Voto, 45,9% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Styvenson Valentim (PSDB) aparece com 16,1%.
Fátima Bezerra (PT) tem 13,7%.
Branco/Nulo são 12,9%.
Zenaide Maia (PSD) soma 8,5%.
Álvaro Dias (Republicanos) totaliza 1,5%.
Shirley Targino (PP) surge com 1,1%.
Coronel Hélio (PL) 0,2%.
Godeiro Linhares e Babá Pereira ambos não foram citados 0,0%.
Estimulada – Segundo Voto
Já a pesquisa estimulada, considerando o Segundo Voto do eleitorado de Apodi, 60,3% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
Branco/Nulo com 18,8%.
Zenaide Maia aparece com 6,6%.
Styvenson Valentim empalma 4,7%.
Fátima Bezerra tem 2,8%.
Coronel Hélio destacou-se com 2,7%.
Álvaro Dias parou em 2,3%.
Babá Pereira, Shirley Targino e Godeiro Linhares tem 0,6%.
Espontânea
Na pesquisa espontânea, não souberam ou não responderam 72,1% dos entrevistados. Branco/Nulo são 9,9%. A governadora Fátima Bezerra aparece com 6,8%, o senador Styvenson Valentim aparece com 5,3% e a senadora Zenaide Maia surge com 3,8%. Outros com 1,9%. Shirley Targino com 0,2. Álvaro Dias, Babá Pereira, Coronel Hélio, Godeiro Linhares também são citados.
Rejeição
No quesito rejeição, Fátima Bezerra aparece com 31,7% de rejeição do eleitorado de Apodi. Não souberam ou não responderam 21,4%. Não votaria em nenhum 16,9%. Votaria em qualquer um 11,8%. Styvenson Valentim tem 9,7% de rejeição. Álvaro Dias 4,2%, Zenaide Maia 3,4%, Coronel Hélio 2,8%, Babá Pereira 1,9%, Godeiro Linhares 1,7% e Shirley Targino 1,3% de rejeição.
Sobre a pesquisa
Foram entrevistados 527 eleitores de Apodi, nos dias 25, 26 e 27 de abril de 2025.
O nível de confiança utilizado é de 95%, com margem de erro de 4,3 pontos percentuais para mais ou para menos.
Arte para divulgação em redes sociais (Reprodução do BCS)
A interventora da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), Larizza Queiroz, entidade responsável pela gestão do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), emitiu Nota à Imprensa sobre o embargo temporário de projeto de suma importância: construção do Hospital Infantil de Mossoró.
Há poucos dias, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB) embargou obra por falta de Alvará de Construção. Seguiu procedimento padrão em nome da segurança de trabalhadores e dos futuros usuários da edificação. Daí surgiu polêmica que ganhou contornos politiqueiros, surfando na teoria da conspiração.
A nota da Apamim esclarece os fatos e vai ao encontro da realidade fática e técnica do episódio. Só isso. Nada além disso. Veja abaixo:
A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) vem a público esclarecer os fatos relacionados ao embargo temporário da obra do projeto do Hospital Infantil de Mossoró, no Estado do Rio Grande do Norte.
A APAMIM respeita integralmente a atuação da autoridade fiscalizadora competente, reconhecendo o exercício regular do seu dever institucional de fiscalização. Desde a notificação do embargo, o corpo técnico da instituição tem adotado todas as medidas necessárias para prestar os devidos esclarecimentos e atender diligentemente às exigências apontadas, com vistas à pronta desobstrução da situação.
Reiteramos que a gestão municipal, por meio das secretarias de Saúde, Meio Ambiente e Urbanismo, demonstrou total solicitude na busca pela resolução da questão, colocando seus respectivos corpos técnicos à disposição para colaborar com a continuidade das atividades do projeto.
O Prefeito Allyson Bezerra também manifestou total apoio à iniciativa, reafirmando seu compromisso com os objetivos e os fins do Hospital Infantil. Sua gestão tem se mostrado sensível às necessidades da população mossoroense, colocando-se à disposição para contribuir com o pleno andamento do plano de trabalho, dentro do que for possível no âmbito da administração pública local.
Na mesma oportunidade, a APAMIM renova os agradecimentos e o compromisso institucional diante do acolhimento ao projeto por parte do Senador Styvenson Valentim. Destacamos sua postura política inovadora, comprometida com os reais interesses da população do Estado do Rio Grande do Norte, sendo um verdadeiro agente de transformação da realidade social do povo potiguar.
O projeto do Hospital Infantil de Mossoró torna-se, a cada dia, mais concreto e possível, graças ao comprometimento de agentes públicos e políticos alinhados com os verdadeiros interesses da população.
Nossos mais sinceros agradecimentos a todos os envolvidos.
Capitão Styvenson e Zenaide Maia (Fotos de Julianne Barreto e Kléber Teixeira-Inter TV Cabugi/2018)
A Pesquisa TCM/TSDois dessa quarta-feira (23) trouxe intenção de votos para o Senado Federal. O campo de levantamento de dados foi Alto do Rodrigues, no Vale do Açu. O trabalho do Instituto TSDois levou em conta que serão eleitos ou reeleitos dois nomes ao Senado, sondando primeira e segunda opções.
Na pesquisa estimulada, considerando o Primeiro Voto, 28,4% dos entrevistados não souberam ou não responderam, Styvenson Valentim (PSDB) aparece com 28,2%. Branco/Nulo são 22%.
Fátima Bezerra tem 13,3%, Zenaide Maia 4,2%, Álvaro Dias (Republicanos) 2,7%, Shirley Targino (PP) 0,7%, Babá Pereira e Coronel Hélio (PL) tem 0,2% e Godeiro Linhares 0,0%.
Segundo Voto
Já a pesquisa estimulada, considerando o Segundo Voto do eleitorado de Alto do Rodrigues, 48,9% dos entrevistados não souberam ou não responderam, Branco/Nulo são 28,2%.
Zenaide Maia aparece com 8,7%.
Styvenson Valentim tem 4,4% e Álvaro Dias 3,8%.
Enquanto isso, Fátima Bezerra tem 2,2%, Coronel Hélio 2,0%, Shirley Targino 1,6%, Babá Pereira tem 0,2% e Godeiro Linhares 0,0%.
Rejeição
No quesito rejeição, 27,6% não souberam ou não responderam. Fátima Bezerra tem 25,8% de rejeição com o eleitorado de Alto do Rodrigues. Votaria em qualquer um 21,1%. Styvenson Valentim tem 9,1%. Não votaria em nenhum 8,7%. Coronel Hélio tem 4,2% de rejeição, Álvaro Dias 3,3% e Zenaide Maia tem 2,2% de rejeição. Shirley Targino 1,1% e Babá Pereira e Godeiro Linhares ambos tem rejeição de 0,7% dos entrevistados.
Local onde será erguido o Hospital Infantil fica na Rio Branco (Foto: Jornalismo TCM)
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB) embargou obra de construção do Hospital Infantil de Mossoró, da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM). A edificação começou dia 21 de março e até o momento não apresentou sequer o pedido de Alvará de Construção, documento indispensável.
O alvará tem, por exemplo, a Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) emitida pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA) para engenheiros, bem como o Registro de Responsabilidade Técnica (RRT), do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU) para arquitetos. É legalmente impossível se levantar um prédio sem a plena garantia de segurança para quem trabalha e àquelas pessoas que vão utilizar o imóvel.
Mesma situação acontece com o Hospital da Liga do Câncer, que também começou obra sem ter o indispensável: Alvará de Construção. O Hospital Infantil será erguido na Avenida Rio Brando e o Hospital da Liga no terreno onde funcionou por décadas o Hospital Duarte Filho.
Em nota oficial, o município esclareceu os dois casos (veja abaixo), que foram rapidamente transformados numa pauta político-eleitoral pelo senador Styvenson Valentim (PSDB), com mote de ‘teoria da conspiração’. Em vídeos lançados em redes sociais, o senador rosnou.
Ele é patrono de recursos de emendas federais para tocar os dois hospitais, o que é contestado pela mídia ligada à governadora Fátima Bezerra (PT).
Veja abaixo a nota da Prefeitura de Mossoró
A Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo (SEMURB), informa que a obra de construção do Hospital Infantil, da APAMIM, está embargada em razão da falta de documentação legal, que garante a sua segurança. Ou seja, a obra não possui alvará de construção e sua execução assim está ilegal e impossibilitada de ser liberada por um servidor público da carreira urbanística.
A obra foi iniciada no dia 21 de março de 2025 de forma ilegal, sem ao menos ter pedido de alvará por parte da Apamim, que só foi feito no dia 15 de abril. Os fiscais urbanísticos da Prefeitura, que são servidores efetivos, identificaram a ilegalidade da obra, notificaram, mas a direção do hospital não compareceu no prazo legal. Restando a obrigação dos servidores embargarem a obra ou correrem o risco de responderem pelo crime de prevaricação.
No que se refere também à obra do Hospital da Liga do Câncer, é importante explicar a sociedade que é mais uma edificação que está sendo executada sem alvará de construção e portanto de forma ilegal. A instituição foi notificada pelos fiscais, servidores efetivos do município, e mesmo depois disso está sem o controle de legalidade e de segurança.
A Prefeitura de Mossoró reconhece a importância da realização das obras para a saúde pública do Município, bem como está à disposição para contribuir para a devida regularização dos trabalhos.
A Secretaria de Urbanismo orienta a população que obras executadas sem alvarás e sem nenhum controle podem resultar em sérios riscos à segurança, como já ocorreu em outros casos em todo o país. Esclarece também que os servidores efetivos estão realizando o trabalho pautados na legalidade e obrigação de suas funções.
Dianteira numérica é de Styvenson no primeiro voto (Arte: Grupo TCM)
Do TCM Notícia
A Pesquisa TCM/TSDois traz nesta segunda-feira (14), o primeiro levantamento de 2025 com a intenção de votos para o Senado Federal em Pau dos Ferros, além dos números ao governo estadual (veja AQUI).
Serão duas vagas ao Senado em 2026. E, quanto ao primeiro voto, senador Styvenson Valentim (PSDB) aparece com 20,3% da intenção de votos. Não sabem ou não responderam 20% dos entrevistados. A senadora Zenaide Maia (PSD) soma 19,8%, Fátima Bezerra (PT) totaliza 17,7%, Brancos/Nulos 17,3%.
Álvaro Dias (Republicanos) ostenta 3,2% e Coronel Hélio com 1,7%
Já na pesquisa estimulada quando avaliado o segundo voto, não sabem ou não responderam corresponde a 37,1% e Brancos/Nulos são 24,3%. A senadora Zenaide Maia aparece com 14,9%, Fátima Bezerra com 9,8%, Styvenson Valentim com 6,2%, Álvaro Dias com 5,5% e Coronel Hélio com 2,1%.
Rejeição
No quesito rejeição, a governadora Fátima Bezerra é a primeira colocada com 31,6%. Não sabem ou não responderam são 22,2%. Não votaria em nenhum são 18,6%.
Styvenson Valentim aparece com 11,3%. Álvaro Dias com 8,5% e Coronel Hélio 8,3%. Votaria em qualquer um 6,4% e Zenaide Maia tem rejeição de 4,7% do eleitorado de Pau dos Ferros.
Perfil da pesquisa
Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Público-alvo: 500 eleitores de Pau dos Ferros. Período de realização da pesquisa: 11 de abril de 2025. Fonte pública dos dados para definição da amostra: TSE (março de 2025) e IBGE. Metodologia: Pesquisa quantitativa, que consiste na realização de entrevistas pessoais (domiciliares e em lugares preestabelecidos de considerável fluxo), com aplicação de questionário digital estruturado junto a uma amostra representativa do eleitorado. O nível de confiança utilizado é 95%. Isso significa dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a atual conjuntura, considerando a margem de erro.
Marinho está fechado com Styvenson e Álvaro, mas com Allyson a conversa é outra (Reprodução do BCS)
Em entrevista ao programa Panorama 95 da 95,9 FM de Caicó, nessa quinta-feira (03), o senador e pré-candidato ao governo do RN, Rogério Marinho (PL), disse não ter dificuldade em apoiar o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (Republicanos) ou o senador Styvenson Valentim (PSDB), se não viabilizar sua postulação própria. Para ele, fundamental é o oposicionismo ter apenas uma candidatura.
Mas, em relação ao prefeito mossoroense Allyson Bezerra (PL), também oposição ao governo Fátima Bezerra (PT), sua visão é outra. O governante municipal é útil como apoio, não como candidato a governador, deixou claro Marinho ao ser entrevistado pelo jornalista/radialista Marcos Dantas.
– “Ele tem desafios à frente e muito trabalho a ser feito em Mossoró, mas no momento oportuno vamos discutir política”, estabeleceu.
Marinho vai ao encontro do ponto de vista de Álvaro Dias. Dia 22 de março, o ex-prefeito de Natal aconselhou, sabatinado no programa “Sem Filtro”, da TV Ponta Negra (veja AQUI), que o prefeito de Mossoró continuasse na prefeitura. Sua justificativa? Porque “é muito jovem” e “depois vai chegar sua vez.” Agora, o momento seria dele mesmo – Álvaro Dias.
Até aqui, Allyson Bezerra não se apresentou como pré-candidato. O senador Styvenson Valentim está decidido em concorrer à reeleição. Os dois sempre aparecem no topo em pesquisas ao governo. Marinho e Dias, bem abaixo.
Rogério Marinho e Álvaro de fato estão na disputa e não querem nem ouvir falar em concorrência com Allyson Bezerra ou Styvenson Valentim.
Senador enfrenta um fogo cerrado que paradoxalmente, pela origem, o favorece bastante (Foto: arquivo)
Há vários dias, o senador Styvenson Valentim (PSDB) tem sido alvo de pesados ataques em redes sociais e setores da mídia. Desqualificam investimentos do seu mandato em equipamentos de saúde, especialmente hospitais públicos e de entidades não governamentais.
Favoritíssimo à reeleição ao Senado, com tendência a ser campeão de votos, ele não tem do que se queixar.
A ideia de achatar seu capital imagem e intenções de voto nitidamente tem efeito contrário. Estão inflando mais ainda sua postulação.
Da Governadoria será preciso algo mais engenhoso para desbancar o senador e elevar o nome da atual governadora e pré-candidata ao Senado, Fátima Bezerra (PT).
A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) inicia, oficialmente, às 16h desta sexta-feira (21), a construção do Hospital Infantil de Mossoró, com investimento de R$ 15 milhões e previsão de conclusão até o final de 2025.
Os recursos para construir a unidade hospitalar foram destinados pelo senador Styvenson Valentin (PSDB), que vem pessoalmente oficializar o início da construção ao lado da diretora geral da Apamim, Larizza Queiroz, no final da tarde desta sexta-feira.
Dos R$ 15 milhões, o senador Styvenson já enviou R$ 11 milhões, através do Fundo Municipal de Saúde. Estes recursos chegaram no dia 13 de dezembro, superou a questão burocrática e chegou às contas da Apamim, para dar início a obra.
O prédio, que terá quatro andares, será erguido em aço e concreto armado na Av. Rio Branco, em frente à Praça da Criança, no Centro de Mossoró.
Serão, pelo menos, 30 leitos de Terapia Intensiva neonatal e pediátrica, além de pronto socorro 24 horas.
Histórico
Larizza Queiroz, o advogado Gustavo Lins e o jornalista Cézar Alves apresentaram o quadro de carência de um hospital infantil, com pronto socorro 24 horas e suporte UTI Pediátrica em Mossoró ao senador Styvenson Valentin, em Brasília-DF, no segundo semestre de 2023.
De imediato, o senador ordenou que sua equipe técnica iniciasse os procedimentos para destinar os recursos necessários para sanar esta deficiência em Mossoró, enquanto que a equipe da Apamim trabalhava na construção do projeto arquitetônico.
Para Larizza Queiroz, a construção do hospital infantil simboliza um avanço significativo para a região Oeste do Estado, oferecendo atendimento especializado e reduzindo a sobrecarga de outras unidades de saúde de Mossoró e também da capital do Estado.
Novo hospital será erguido no amplo terreno onde funcionou por décadas o Duarte Filho (Foto: Arquivo/Mossoró Hoje/2017)
A diretoria da Liga de Mossoró – Estudos e Combate ao Câncer receberá recebe nessa terça-feira (18), às 20 horas, a visita da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT). A chefe do Executivo estadual conhecerá as obras de reforma do prédio do antigo Jardim de Infância Modelo, cedidas pelo Governo do Estado à instituição por um período de 20 anos. No local, funcionará a Unidade.
Durante a visita, a governadora, acompanhada por representantes do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA), entregará Licença Ambiental para a construção do novo hospital da Liga de Mossoró. O documento será recebido pelo presidente da entidade, Dr. Paulo Henrique Monte, e pelo seu chanceler, médico Francisco Cure de Medeiros.
O novo hospital será construído no terreno onde funcionava o Hospital Duarte Filho, com recursos provenientes da emenda parlamentar do senador Styvenson Valentim (PSDB). No final de 2024, o congressista viabilizou a liberação de R$ 8 milhões para a obra.
O custo total do hospital está estimado em R$ 80 milhões. Quando concluída, a unidade será um importante centro de referência no tratamento oncológico, atendendo pacientes.
HRTM teve recursos garantidos há quase cinco anos e obras não estão concluídas (Foto: Arquivo)
A imprensa está convidada para uma coletiva com os secretários de Infraestrutura Gustavo Coelho, e de Saúde, Alexandre Motta, marcada para as 10h30, de segunda-feira (17), na sede da Segunda Regional de Saúde, em Mossoró. Nota oficial do Governo do RN antecipa que será anunciado oficialmente o distrato com a empresa responsável pela obra do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM).
Também haverá convocação da segunda colocada no processo licitatório para dar continuidade à obra no hospital inaugurado há quase 39 anos.
“A decisão tem como objetivo garantir a retomada das obras e assegurar que a população tenha melhores condições de acesso a um hospital com infraestrutura adequada o mais rápido possível”, justifica o governo estadual.
Histórico
A empresa descartada é a Marbella Residence Incorporadora e Construção Ltda. Os trabalhos foram iniciados em setembro de 2023, com recursos orçados em R$ 10.306.962,00. Desse montante, 6,4 milhões foram destinados por emendas parlamentares do senador Styvenson Valentim, ainda em 2019, primeiro ano do primeiro governo da governadora Fátima, além de outras emendas de bancada e Orçamento Geral do Estado (OGE). Ou seja, quase cinco anos depois, na segunda gestão da mesma governante, ainda não existe absolutamente nada concluído.
O próprio Ministério Público do RN (MPRN) no início de 2024 (veja AQUI) identificou que os serviços estavam quase parando, com empresa tento pouquíssima mão de obra na execução. O próprio governo admitiu: veja AQUI.
Em outubro de 2024, o mesmo MPRN constatou que a obra estava paralisada devido atrasos ou “falta de repasses financeiros” à empresa responsável.
Em janeiro de 2025, houve a rescisão contratual da executora dos serviços. Recomendações foram feitas à celeridade e cobrança de um posicionamento definitivo do governo. Até aqui, sem solução.
O que deveria estar pronto
1 – Reforma do setor de urgência e emergência – Valor R$ 4.053.350,00
2 – Reforma da Pediatria e Necrotério – Valor R$ 958.800,00
3 – Reforma do Centro Cirúrgico, Centro de Material Esterilizado e Lavanderia – Valor R$ 1.635.000,00
4 – Ampliação do setor da Nutrição e Dietética – R$ 3.036.000,00
A governadora Fátima Bezerra (PT) será ou não candidata ao Senado?
A oposição no RN tem um quadro de nomes citados como possíveis pré-candidatos ao governo. Senador Rogério Marinho (PL), prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) e ex-prefeito natalense (Republicanos) são os mais comentados.
Mas, como estaria hoje cada um deles e quais perspectivas de efetiva candidatura?
O senador Styvenson marcha para projeto de reeleição ou estaria, minimamente, de olho na Governadoria?
O vice-governador Walter Alves (MDB) é o nome governista à sucessão estadual ou há hipótese de ele mesmo desistir da empreitada?
O quadro de insolvência do erário do RN tem jeito? Quais perspectivas e o que aguarda o próximo governador (a)?
Essa e outras questões foram abordadas nessa segunda-feira (17), às 18h05, no programa Panorama do Vale da 90,9. Horário especial da FM Princesa de Assú, dentro do quadro “Bate Bola da Princesa”, provocadas pelo âncora Lucílio Filho.
O vídeo dessa postagem é a íntegra dessa conversa, que pega outros atalhos e outras veredas, também com descontração.
Capitão Styvenson e Zenaide Maia eleitos em 2018 (Fotos: Julianne Barreto e Kléber Teixeira-Inter TV Cabugi/Arquivo/2028)
A romaria de prefeitos e outros políticos do RN aos gabinetes dos senadores Styvenson Valentim (PSDB) e Zenaide Maia (PSD), em Brasília, diz muito sobre o desenho que se forma para 2026.
Os dois são pré-candidatos à reeleição.
Foram eleitos em 2018, superando os favoritos Geraldo Melo (PSDB, in memoriam) e Garibaldi Filho (MDB), que tentava a reeleição.
Senador fez mudança ainda não compreendida por seu eleitor padrão (Foto: Arquivo)
No universo de discussão sobre o destino do PSDB nacional, setores de sua cúpula defendem uma volta às origens. O partido nasceu da “costela” do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), o MDB do período da ditadura e, no que se transformou, hoje: uma legenda “guarda-chuva”, à esquerda ou à direita, depende da ocasião.
Outra corrente quer sua fusão com o Partido Democrático Social (PSD) de Gilberto Kassab. A sigla foi a que mais cresceu nas eleições do ano passado, com 891 prefeitos eleitos no Brasil (veja AQUI). Pela primeira vez, em 36 anos, que o MDB não foi o primeiro colocado.
Filiado ao PSDB dia 1º último (veja AQUI), depois de sair do Podemos, o senador potiguar Styvenson Valentim tem essas perspectivas pela frente. Nenhuma é animadora e de identificação com seu perfil ideológico.
A polêmica de hoje, de estar num partido adversário do governo Lula (PT) no plano nacional e que é, assim, unha e carne, com o PT da governadora Fátima Bezerra, promete causar ainda mais polêmica. Seu eleitor padrão está inquieto.
O senador precisa sair logo desse emaranhado de dúvidas, especialmente em sua casa – o RN.
Como nasceu o PSDB? – Fundado em 1988 e registrado definitivamente em 1989, surgiu a partir de uma cisão do PMDB que mesclava a social-democracia e o liberalismo econômico e social. Nomes como Mário Covas, Fernando Henrique Cardoso e Franco Montoro puxaram o racha e a formação do “Partido dos Tucanos.”
No dia 19 de outubro de 2018, fim do segundo turno, Ezequiel garantiu apoio seu e do seu grupo à Fátima (Foto: Arquivo)
Vendo o deputado estadual Ezequiel Ferreira – presidente regional do PSDB e da Assembleia Legislativa – em apuros, a governadora Fátima Bezerra (PT) lhe ofereceu o comando estadual do PSB.
Hoje, o PSB tem a ex-deputada estadual Larissa Rosado como presidente. Recebeu a legenda ano passado, numa costura para tirar o ex-deputado federal Rafael Motta (hoje no Avante) do seu comando (veja AQUI).
A governadora sabe que a chegada do senador Styvenson Valentim ao PSDB (veja AQUI), praticamente tornará inviável a permanência do aliado Ezequiel Ferreira na sigla. É de cima para baixo.
Fátima e Ezequiel têm aliança desde o segundo turno das eleições estaduais de 2018, quando ela foi eleita ao governo estadual pela primeira vez.
No plano nacional, o PSDB é oposição ao PT e ao governo do presidente Lula. No RN, não será exceção nem o senador aceita ser correligionário da governadora.