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Março já é o mês mais violento do ano em Mossoró

Mossoró soma nove homicídios em 12 dias deste mês, além de vários casos de ferimentos à bala.

Nessa terça-feira (12) à noite, mais um registro: o popular Rodrigo da Costa Araújo, 25, foi perseguido e morto – com vários tiros – no bairro Boa Vista.

Março já é o mês mais violento do ano.

Ao todo, 2019 totaliza 34 homicídios no município.

Vários casos são de execução, incluindo duplo homicídio que envolveu uma criança de dois anos de idade no final de semana (veja AQUI).

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Quatro pessoas mortas e cinco feridas em menos de 48 horas

Entre a madrugada de domingo (10) e esta segunda-feira (11), à noite, quatro pessoas foram assassinadas em Mossoró.

Ou seja, em menos de 48 horas.

Até uma criança de apenas dois anos de idade foi executada, ao lado de seu pai, na madrugada de hoje.

A chuva de bala ainda gerou um total de mais cinco pessoas feridas.

Município totaliza 33 homicídios este ano.

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Carlos Eduardo pela primeira vez fala sobre Governo Fátima

Candidato ao Governo do RN no ano passado, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) pela primeira vez se manifesta no tocante à gestão Fátima Bezerra (PT), adversária que o venceu nas urnas ano passado.Com postagem em rede social nesta terça-feira (5), Carlos lamenta que governadora não tenha participado de reunião com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro (veja AQUI), para tratar do Pacote Anticrime.

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Violência – Há algo esquecido em sua análise

Por Honório de Medeiros

Em 13 de outubro de 2012 escrevi, e postei, em meu blog, um artigo cujo título era “O que leva o jovem ao crime”.

Nele eu dizia o seguinte:

Uma das conseqüências possíveis relacionadas com a teoria da antropóloga Alba Zaluar, Coordenadora do Núcleo de Pesquisa das Violências (NUPEVI), ligado ao Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, de que apenas a pobreza e a desigualdade social não explicam a ida de jovens para a criminalidade, é dar razão ao senso comum do povo quando clama pelo endurecimento da legislação penal.

A teoria, exposta em matéria assinada pelo jornalista Antônio Góis, da sucursal da Folha de São Paulo no Rio de Janeiro, apresenta como uma das causas do envolvimento de jovens com a violência, a estrutura cultural que induz o surgimento do que ela chamou de “ethos da hipermasculinidade”, ou seja, trocando em miúdos, “a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo”.É algo decorrente da chamada “cultura machista”: os filhos homens são criados em ambientes que reproduzem condutas herdadas de desrespeito sistemático às mulheres, aos homossexuais, aos negros, às minorias, enfim, e valorização direta ou subliminar dos ícones da masculinidade distorcida; a música, a tradição oral, o lazer, a literatura, a própria postura passiva das minorias contribuem para a construção desse perfil medíocre e ameaçador.

A antropóloga lembra que “se a desigualdade explicasse a violência, todos os jovens pobres entrariam para o tráfico. Fizemos um levantamento na Cidade de Deus (conjunto habitacional favelizado na zona Oeste do Rio de Janeiro) e concluímos que apenas 2% da população de lá está envolvida com o crime.”

É outra comprovação científica que respalda o senso comum: se apenas a pobreza fosse passaporte para o crime, não haveria Sociedade da forma como conhecemos. Melhor, não haveria tantos ricos criminosos.

De posse do trabalho apresentado por Alba Zaluar talvez pudéssemos pelo menos iniciar a discussão em torno da ampliação das penas no Brasil. Quem sabe instaurarmos a prisão perpétua: não outra punição merece uma quadrilha de assaltantes recentemente presa em São Paulo, todos na faixa dos vinte anos, especializados em condomínios, que se tornaram conhecidos por torturarem suas vítimas, fossem elas novas ou idosas. Prisão perpétua com alimentação, saúde, lazer, tudo pago com trabalho – há tantas estradas para ajeitarmos, Brasil afora, tanta terra para ser arada…

E o maior empecilho, para aumentarmos a dosagem das penas no nosso país, para criarmos a prisão perpétua, é exatamente esse remorso social – quando não é a defesa em causa própria, como por exemplo, o caso dos nossos congressistas, grande parte respondendo algum tipo de processo – hipócrita que nos corrói a capacidade de enxergar o óbvio agora corroborado cientificamente.

Sempre achamos, segmentos da elite, que a criminalidade tinha ligação direta com a pobreza.

Recusávamo-nos a perceber, com o povão, que sofre nas mãos da delinquência e nas mãos da polícia, que não era assim, afinal não se justifica que haja tortura e morte desnecessária em cada assalto realizado: a crueldade é um ritual de passagem na hierarquia do crime, dependente da admiração dos companheiros: quanto mais cruel, mais admirado, quantos mais homicídios, mais enaltecido.

Agora é tempo de ir atrás do prejuízo antes que seja tarde demais: contamos nos dedos as casas e condomínios onde não há cerca elétrica e cães, isolamento e medo.

Fazemos de conta que não há guerra civil em São Paulo e Rio de Janeiro.

Iludimo-nos pensando que o Estado é soberano em algumas áreas das grandes cidades do Brasil.

Em 13 de junho de 2014, voltei ao tema, novamente em meu blog:

“Diferente da corrente majoritária hoje nas análises sociológicas acerca das causas da criminalidade e suas consequências, defendo uma abordagem, acerca do tema, de caráter darwinista. Ou seja, penso que está mais que no tempo de superar a falida postura de atribuir às condições sociais, à pobreza, por assim dizer, o surgimento da criminalidade.

A pobreza não é causa, é um dos ambientes do surgimento da criminalidade.

Para o senso comum, principalmente o brasileiro, é fácil entender essa hipótese: basta acompanhar, diariamente, o noticiário acerca da corrupção. Existe uma lógica perversa, típica, por trás da difusão e aprofundamento dessa manobra diversionista que é atribuir à pobreza o surgimento da criminalidade.

É uma lógica de gueto, secessionista, da qual se apropriam os interessados em usufruir da confusão que ela origina.

Em relação ao reconhecimento desse “ethos da hipermasculinidade”, ou seja, trocando em miúdos, “a busca do reconhecimento por meio da imposição do medo”, a literatura também se manifesta, mesmo que obliquamente, no sentido de reconhecê-la como uma das causas da criminalidade.

Leiam atentamente o trecho a seguir, pinçado de “Maigret hesita”, do genial Georges Simenon, escrito em 1968: ‘É provável que lá também encontrasse um pobre sujeito que havia realmente matado porque não podia agir de outro modo, ou então um jovem delinquente de Pigalle, recém-chegado de Marselha ou da Córsega, que eliminara um rival para se fazer crer que era um homem.’”

Inesperado e surpreendente é encontrar o relato feito por Frederico Pernambucano de Mello em sua obra canônica Guerreiros do Sol, o mais completo estudo sobre o cangaço, um tipo de banditismo rural que medrou no Sertão do nordeste brasileiro desde a metade do século XIX até meados do século XX, quanto ao entusiasmo que as façanhas dos bandoleiros exerciam “entre a flor em botão da mocidade”.

Na obra, Pernambucano de Mello cita Marilourdes Ferraz, festejada escritora de O Canto do Acauã, e sua constatação sobre “o notável poder de sedução que o cangaço exercia sobre os jovens, inclusive os das chamadas “boas famílias”. E complementa apresentando trecho do discurso do deputado estadual pernambucano Maviael do Prado, transcrito no Relatório sobre o ano de 1928, da Repartição Central da Polícia Estadual do Estado de Pernambuco, no qual aquela autoridade discorria sobre o assunto, enfatizando exatamente essa perspectiva.

Ai estão o senso comum e a literatura mais uma vez mostrando de forma inequívoca por qual razão podem e devem ser pontos-de-partida para o conhecimento da realidade social.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e Governo do RN

RN contabiliza o 18º policial assassinado este ano

Sipriano: outra perda lastimável (Foto: Web)

Mais um policial foi morto no Rio Grande do Norte. É o 18º só este ano.

Dessa feita, a vítima foi o sargento da Polícia Militar Jailson Sipriano da Silva, 56.

O fato ocorreu à noite de terça-feira (10) no bairro Quinta da Figueira, em Extremoz, município da Grande Natal.

O policial trocou tiros com dois assaltantes que tentaram assaltar uma loja pertencente a membros de sua família. Os marginais chegaram numa moto e ao anunciarem o assalto tiveram o contraponto armado de Sipriano.

Ele foi atingido por balas num dos braços e costela. Apesar de socorrido imediatamente, acabou falecendo. Até o momento, não se tem maiores informações oficiais sobre os bandidos, quanto a identidade deles e se saíram feridos.

Nota do Blog – Policial: profissão perigo no RN. Até quando?

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Policial civil é morto ao tentar evitar assalto em Natal

Newton Brasil: 17º (Foto: cedida)

Outro policial foi morto no Rio Grande do Norte.

Dessa feita, nesta quinta-feira (28), o policial civil Newton Brasil de Araújo Júnior (38 anos) foi a vítima.

Casado, pai de cinco filhos, ele interveio – ao lado de um colega – para evitar assalto que acontecia à madrugada de hoje no bairro de Lagoa Nova em Natal.

Mas acabou alvejado por um dos meliantes, na troca de tiros.

Ninguém foi preso.

Que descanse em paz.

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Prisioneiros do medo

Por Honório de Medeiros

De muito longe, onde estou, vou seguindo, pela “rede”, as notícias da violência que campeia solta de canga e corda no Rio Grande do Norte. Como chegamos a esse ponto, meu Deus?

Vivermos prisioneiros do nosso medo, enquanto pagamos uma fortuna em impostos?

Agências bancárias dinamitadas no interior; criminosos matando inocentes rendidos; assaltos de toda a espécie; bandidos atirando contra postos policiais; filhos sem pais; pais sem filhos; sangue; dor; lágrimas; pessoas sentindo-se felizes porque “o acontecido não foi com ela”.

Que cenário de horror é esse, meu Deus?

A onda de crimes parece tão contundente, mesmo fragmentada, em seu propósito de ferir a Sociedade, que nos leva a desconfiar de algum plano maquiavélico por trás dos acontecimentos. Como se o propósito fosse esse mesmo, de gerar pânico, insegurança, medo; como se o propósito fosse implementar uma política de terra arrasada na Sociedade.

E assistimos tudo isso passivamente, tremendo, amedrontados, iguais a carneiros que temem lobos, sem poder reagir, pois sequer armas possuímos.

O Estado nos arranca o que pode, leva nosso suor, nosso dinheiro, nossa paz, nossa saúde, nossos salários, nossa paciência, e muito pouco nos dá nada, em troca.

Somos meras e deficientes estatísticas, reféns do nosso medo.

Somos a carneirada, a sobreviver sobressaltados a cada arreganhar de dentes dos lobos que nos pastoreiam e devoram, quando bem querem.

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Governo do RN

Anjos da Rua Conde Lage

Por François Silvestre

Hoje, uma loja das Americanas foi assaltada à luz do dia, na Rua da Glória (Rio de Janeiro). Próxima ao cruzamento com a Cândido Mendes, passando pela Rua Conde Lage.

Quase na mesma hora, um policial foi executado no Largo do Machado, a duas estações do metrô da Glória. Área de classe média, antigamente tranquila, cuja violência limitava-se às farras da Lapa, próxima dali, cuja informação de Nelson Gonçalves dizia que “na Lapa baixam valentes, malandros e otários”.

Hoje, não há lugar para otários, malandros nem valentes. O lugar é de bandidos e vítimas.

Os anjos da Rua Conde Lage, pequenas estatuetas, que as meretrizes usavam de enfeite na penteadeira, nem precisam ser virados para a parede, como elas faziam, para poupá-los das cenas obscenas. Não.

A obscenidade do Rio de Janeiro é resultado da corrupção, combate de mentira da corrupção, domínio da bandidagem e intervenção federal completamente desmoralizada.

Os anjos da Rua Conde Lage, que não tinham vergonha das suas donas, sumiram. Roxos de vergonha.

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O Rio Grande do Norte daqui a pouco

Rio de Janeiro tem 3º PM morto em uma semana; número de casos chega a 115 no ano – diz UOL.

Estamos em guerra civil e perdendo feio.

O Rio de Janeiro é o Rio Grande do Norte daqui a pouco.

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Mais uma chacina é registrada no Rio Grande do Norte

Mais uma chacina no Rio Grande do Norte. Outra.

Hoje (quinta-feira, 28), cinco corpos foram localizados na zona rural de Macaíba.

Todos crivados de bala.

Na sexta-feira (22), seis jovens foram chacinados em Extremoz.

Ontem (quarta-feira, 27), quatro jovens foram executados no bairro das Rocas em Natal.

Segundo dados do portal G1RN, só este ano ocorreram nove chacinas, com o total de 64 vítimas no Rio Grande do Norte.

* Hoje à tarde, Mossoró chegou aos 174 homicidios. Houve duplo homicídio no Parque das Rosas, quando dois homens foram mortos friamente por atiradores que estavam num carro. Armas de calibre 12 e 30 esfacelaram suas cabeças.

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Professor universitário é baleado em tentativa de assalto

Do Blog do Heitor Gregório

O professor de anatomia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e da Universidade Potiguar (UnP), conhecido como Chico Barros, carinhosamente chamado pelos alunos de Dr. Chiquinho, levou quatro tiros no rosto na manhã desta sexta-feira (04), quando chegava em sua granja em Parnamirim e foi abordado por bandidos em tentativa de assalto.

Chiquinho foi socorrido para o Hospital Walfredo Gurgel, onde passa por avaliações médicas e o quadro é considerado delicado, porém está consciente.

Ele era aposentado da Aeronáutica.

Nota do Blog Carlos Santos – Conversei há pouco sobre o assunto com o médico, escritor e professor Francisco Edilson Leite Pinto Júnior.

Ele desabafou: “A vida não vale mais nada. Incrível!”

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Roubo de carro, pistola na cabeça, violência que não para

Carlos Santos,

A violência e a insegurança imperam em Mossoró. Hoje (ontem), dia 04/05/2017, enquanto ministrava aulas na Universidade do Estado do RN (UERN), minha residência foi invadida por homens armados.

Levaram o carro do meu filho José Romero Araújo Cardoso Júnior e colocaram pistolas na cabeça dele.

Até quando seremos reféns do medo proporcionado por essa onda insana de violência que atinge-nos em nossas próprias casas?

José Romero Araújo Cardoso – Professor

Nota do Blog – Na verdade, não quero ser pessimista em relação ao tema, mas realista: ainda não chegou no pior.

Vai piorar muito mais.

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Profissionais do crime ‘sofrem’ com riscos do ofício

À semana passada e ontem (terça-feira, 17) à noite, dois incidentes levaram dois jovens bandidos à morte em Mossoró.

Em tentativas de assalto, encontraram reação de “populares”, que passaram fogo e os levaram a óbito.

Enfim, a população reage com segurança armada e armando-se, para suprir a ausência do Estado numericamente inferiorizado, no combate à criminalidade e na prevenção ao crime.

Aqui e ali os “profissionais” do assalto levam a pior.

São os riscos do ofício.

Acidente de trabalho, digamos.

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Carro é tomado de assalto por dois homens em uma moto

Por volta de 20h de hoje, em frente ao Condomínio Roma, Abolição IV, em Mossoró, tomaram mais um carro de assalto.

Levaram à mão armada um Ford Fiesta sedan, prata, 2006/2007, placas MZL 7327.

Dois homens numa moto abordaram o proprietário do veículo no momento em que ele se preparava para entrar no residencial.

Veículo tomado em assalto à mão armada hoje é este (Foto: cedida)

Um dos bandidos, o que pilotava a moto, estava de capacete.

O garupa, não.

Esse, rapidamente desceu do veículo e obrigou o motorista a sair do carro, levando-o em seguida.

É o primeiro da semana. Outros virão, claro.

Nos últimos dias essa modalidade de crime tem crescido bastante em Mossoró.

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MP se posiciona em relação a ataques de vandalismo

Nesta manhã de segunda-feira (1º), a Procuradoria-Geral de Justiça realizou reunião extraordinária em sua sede em Natal, com dezenas de promotores, para definir ações e estratégias adicionais da atuação ministerial a serem adotadas em relação à violência praticada por bandidos em vários municípios potiguares, desde sexta-feira (29).

A mobilização é tanto em apoio às atividades policiais em curso como também de forma autônoma, a partir dos poderes de investigação direta que a Instituição detém.

Na reunião, conduzida pelo Procurador-Geral de Justiça Adjunto (PGJA), Jovino Pereira da Costa Sobrinho, foi formado de imediato grupo de trabalho, integrada por membros com experiências de destaque em relação às matérias de interesse para o problema, com a finalidade de produzir uma atuação ainda mais focada, inteligente e integrada por parte do Ministério Público, em diversas frentes e com objetivos de curto, médio e longo prazos, envolvendo não apenas o sistema penitenciário, como também o sistema de segurança pública e o sistema socioeducativo de repressão aos atos infracionais praticados por adolescentes.

Tal grupo colaborará intensamente com as instituições de segurança do Estado, oferecendo dados e iniciativas que possam ajudar em ações de prevenção a ataques através da antecipação com buscas, apreensões e prisões.

O MP também emitiu uma nota oficial sobre os acontecimentos recentes da ataques de bandidos a equipamentos públicos e privados em vários municípios do RN. Veja AQUI.

Boataria leva mães a temerem por segurança em colégios

Mensagem que o Blog recebeu hoje de uma mãe, que tem filho em escola privada em Mossoró:

Carlos Santos, bom dia amigo.

Paz e luz!

Amigo, ‘tocaram o terror’ dizendo em redes sociais que as escolas seriam invadidas. Fiz o que os pais fizeram: fui buscar meu filho.

Mas vi muitos pais agitados e nervosos. Mas o ambiente em si estava calmo na escola.

Tempo estranho. Nunca imaginei situação assim. A sociedade está em estado de anomia, ou seja, doente.

A. C.

Nota do Blog – Verdade, amiga.

Mas como sociedade, nós temos que reagir, enfrentando o próprio medo.

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O Estado age, mesmo com alguns torcedores do ‘contra’

O Estado não venceu o medo até aqui, mas age. A intimidação e o recuo não podem existir no caso. Tem a chance de vencer o terror o sufocando.

Fico perplexo com o que leio em redes sociais, com algumas pessoas “esclarecidas” até torcendo pelo pior, vibrando com o medo.

Lamentável.

Por enquanto, bandidismo seleciona os bens coletivos como alvos de ataque, mas pode chegar em nós, isoladamente. Até em quem vibra com ele, que se diga.

Presidio Federal de Mossoró, onde sequer existe escaramuça de fuga, ‘acolhe’ chefões de Rio e São Paulo. Pode acomodar colegas potiguares.

Decepando as cabeças dessa hidra, ela fenecerá.

Quanto à torcida do “quanto pior, melhor”… é entregar a Deus!

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Robinson Faria pede socorro ao Governo Federal

Em endereços pessoais nas redes sociais, como Instagram e Facebook, além de Twitter, o governador Robinson Faria (PSD) adianta que está em contato com o Governo Federal, solicitando apoio na luta contra o crime organizado no RN. Ele pediu cessão de pessoal do Exército para o enfrentamento.

Governador usa redes sociais para cientificar população de providências (Foto: reprodução)

Na mesma postagem, o governador diz que aguarda resposta (veja acima).

Também salientar que “todas as forças de segurança permanecem em total atenção para retomarmos a normalidade”.

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