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Prazo de filiações termina sem rosalbismo fechar nominata

Rosalba (Centro) reuniu vários filiados, aliados e pré-candidatos no fim de semana (Foto: Redes sociais)
Rosalba (Centro) reuniu vários filiados, aliados e pré-candidatos no fim de semana (Foto: Redes sociais)

O Progresssitas (PP) não conseguiu fechar sua nominata à campanha à vereança este ano, em Mossoró. Repete o que ocorreu em 2020, quando estava no poder com a então prefeita Rosalba Ciarlini. O grupo da ex-prefeita viu vários nomes ‘certos’ à sua lista fazerem novas escolhas na reta final de transferências partidárias, no sábado (6).

Ficaram entre pré-candidaturas mais destacadas, as ex-vereadores Cláudia Regina (também ex-vice-prefeita e ex-prefeita) e Arlene Rosado.

É pouco provável que o Progressista consiga formalizar uma nominata forte à homologação em convenção, que deve acontecer entre os dias 20 de julho e 5 de agosto. Com fim de prazo de filiações, a ex-prefeita tem que se arranjar com o disponível entre filiados.

Alguns rosalbistas debandaram para partidos ligados ao campo de oposição e existem casos de embarque em siglas governistas. Indefinições do grupo quanto à postulação à prefeitura da própria Rosalba, que não se apresenta como pré-candidata, e em relação à nominata, também dificultaram acertos.

Fracasso

O rosalbismo tentou até mesmo importar grupos prontos de pré-candidatos, mas não foi convincente nos argumentos. É o caso dos pré-candidatos e ex-vereadores Tassyo Mardonny e Celso Lanches, que decidiram seguir outro caminho, o Avante.

Em suas redes sociais, Rosalba evitou publicar qualquer informação sobre o assunto. Mesmo assim, circularam fotos de encontros seus com potenciais nomes à vereança, lideranças comunitárias e aliados diversos.

Em 2020, prefeita e candidata à reeleição, Rosalba teve apenas 15 candidatos a vereador no Progressistas, numa nominata que podia listar até 35 candidatos. Eles somaram 15.973 votos, contra 17.220 dos 35 candidatos do Solidariedade, partido do prefeito eleito Allyson Bezerra. A “Rosa” fracassou aí e na corrida para se manter na cadeira como prefeita.

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“Diálogo & Política” ouve Blog Carlos Santos sobre ano eleitoral

Bate-papo com Bênia Medeiros pode ser conferido na TV Câmara  (Fotomontagem do BCS)
Bate-papo com Bênia Medeiros pode ser conferido na TV Câmara (Fotomontagem do BCS)

Atendi convite para participar do programa “Diálogo & Política”, da TV Câmara Mossoró. O bate-papo foi com a jornalista-âncora Bênia Medeiros, quando falamos sobre política nacional, estadual e paroquial.

Oposição em Mossoró, papéis da deputada estadual Isolda Dantas (PT) e ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP), formação de nominatas, pré-candidatura do prefeito mossoroense Allysson Bezerra (UB), Câmara de Vereadores, essência da política, dificuldades do governo Fátima Bezerra (PT), Lula e sua relação com Congresso Nacional, questões do sistema partidário-eleitoral brasileiro e outros pontos de pauta são dissecados.

Internautas e telespectadores vão ver o programa na sexta-feira (8), às 19h30, nos canais 23.2 da @tcmtelecom e 2 da @telecabtvinternet.

Obrigado pelo espaço também à produtora Iara Monteiro, presidente da Fundação Vereador Aldenor Nogueira, Jório Nogueira, além do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (Solidariedade).

Câmara Municipal caminha para não ter mudança radical

Duas cadeiras, duas vagas, diarquiaApenas seis vereadores conseguiram a reeleição em Mossoró no pleito de 2020, de um total de 21 componentes da legislatura (2017-2020). Vale lembrar que oito não concorreram (veja AQUI), por razões diversas e 23 vagas foram disputadas pela primeira vez. Para 2024, o quadro pode ser bem diferente, mas com esse poder voltando a ser formado por 21 vereadores, redução legal de duas vagas.

Não se forma, a princípio, um cenário que desenhe mudança radical e majoritária nos nomes da Câmara Municipal de Mossoró à próxima legislatura. No governismo, chapão do União Brasil, legenda do prefeito Allyson Bezerra, quase a totalidade dos vereadores de sua bancada terá abrigo e possibilidade de reeleição.

Agregado, mas em faixa própria, o PSDB do presidente Lawrence Amorim arruma nominata para lhe assegurar novo mandato.

Na oposição, a tábua de salvação é a Federação Brasil da Esperança formada por PT, PCdo B e PV, que deverá receber pelo menos três vereadores, com boas possibilidades de reeleger a maioria.

Em 2020…

Em 2020 foram reeleitos Zé Peixeiro (PP) – 3.034 (2,20%), Ricardo de Dodoca (PP) – 2.324 (1,68%), Francisco Carlos (PP) – 2.297 (1,66%), Didi de Arnor (Republicanos) – 1.528 (1,11%), Genilson Alves (PROS) – 1.502 (1,09%) e Raério Araújo (PSD) – 1.301 (0,94%).

Sete tentaram e não conseguiram: Petras Vinícius (DEM), Tony Cabelos (PP), Alex do Frango (PV), Aline Couto (PSDB), Rondinelli Carlos (PL), Flávio Tácito (PP) e Ozaniel Mesquita (DEM).

Duas vereadoras, em especial, acabaram substituídas por filhas nas eleições 2020: Izabel Montenegro (MDB), que era presidente da Casa, e Sandra Rosado (PSDB). A primeira teve problema judicial por condenação na Operação Sal Grosso e lançou Carmem Júlia. A segunda optou por lançar a ex-deputada estadual Larissa Rosado, eleita, mas cassada no curso da legislatura.

Maria das Malhas (PSD) não tentou reeleição, mas lançou o neto Lucas das Malhas, que se elegeu.

Veja AQUI mais detalhes sobre a dança das cadeiras nas eleições de 2016, 2012 e 2008.

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Montagem de nominatas tem condução direta de prefeito

Escrita, texto, escrever, lápis, caneta, discursoO prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) trata pessoal e, diretamente, da montagem de nominatas dos partidos que vão compor a aliança em torno de seu projeto de reeleição à Prefeitura de Mossoró.

Nos últimos dias, a listagem e distribuição ganhou contornos mais claros, partindo de um princípio: tornar equilibrada a disputa em cada lista/sigla.

O PSD começou a divulgar os primeiros nomes de sua nominata (veja AQUI e AQUI).

União Brasil e Solidariedade virão em seguida.

Outros partidos já alinhavam entendimento e discutem a distribuição de pré-candidatos, devendo se juntar ao União Brasil, PSD e Solidariedade.

O tempo urge e ruge.

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A angústia de uma nominata que não fecha

vazio, janela, cadeiraOlhando aqui dessa lonjura a tentativa de formação de nominatas a vereador em Mossoró, é fácil perceber que, na oposição, a angústia só aumenta.

Quando o governismo apresentar o esboço de suas chapas, com arrimo em alguns partidos, é provável que ocorra esvaziamento ainda maior de certas legendas e em forças híbridas (oposição e governo ao mesmo tempo).

Veremos.

Anote, por favor.

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‘Onipresença’ de pré-candidatos embola possíveis nominatas

Normose, normalidade coletiva, máscaras, multidão, rostos, caras, cabeças,O terreno político-eleitoral em Mossoró está tão movediço, que a formação de prévias de nominatas a vereador se transformou num grande faz-de-conta.

As listas que rodam por aí, em boa parte, contêm nomes de pré-candidatos que estão ao mesmo tempo em vários partidos, da ala da oposição ao governismo.

Com o avanço do tempo, logo esse poder da ‘onipresença’ de muitos possíveis candidatos vai chegar ao fim.

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Pequenos partidos estão em baixa e podem ‘encalhar’

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

Alguns partidos de pequeno porte começam a ficar à deriva em Mossoró, uma realidade diferente do que já se viu num passado mais distante.

Dificuldade de montagem de nominata a vereador, escassez de recursos e outros problemas podem levar alguns a encalhar à porta do Palácio da Resistência, sede da municipalidade.

Mas, é pouco provável que o prefeito e pré-candidato à reeleição, Allyson Bezerra (União Brasil), queira apostar nesse tipo de produto ’em baixa’.

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Partidos de grande porte vão compor aliança governista

união partidária, federação de partidos, coligaçãoO grupo governista mossoroense deverá ter um leque de partidos de grande porte, à sua disposição, para a campanha municipal 2024.

União Brasil, PSD e PSDB estão à mão.

Outros estão na fila.

Vão abrigar nominatas a vereador e a chapa majoritária de prefeito e vice, além de viabilizarem espaços privilegiados na propaganda de rádio e televisão.

Bote no somatório, ainda, os fundos eleitorais generosos.

O atual prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) é nome natural à disputa à reeleição.

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Perspectivas para disputa à Câmara Municipal

chapa, nomes, fotos, candidatos, política,A disputa à Câmara Municipal de Mossoró no próximo ano terá alguns chapões com atuais vereadores.

Tentar reeleição em faixa própria ou montando nominata só com “esteira,” sozinho, não deve prevalecer.

Poucos partidos estarão competitivos à disputa, por vários fatores que depois trataremos noutra postagem.

Também haverá redução no número de candidatos.

E a oferta de vagas deverá cair de 23 para 21.

Anote, por favor.

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Entenda o porquê do fracasso mossoroense nas urnas 2022

São muitas as teorias, em boa parte com base em preferências e repulsas, que tentam explicar o baixo desempenho de Mossoró na eleição de nomes à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. São muitas as razões que se somam e estabelecem esse quadro desolador de 2022.

Isolda conseguiu vitória com proporção de votos bem maior fora de Mossoró (Foto: Wigna Ribeiro)
Isolda conseguiu vitória com proporção de votos bem maior fora de Mossoró; prioridade do PT (Foto: Wigna Ribeiro)

Apenas a deputada estadual Isolda Dantas (PT) conseguiu vitória nas urnas, ou seja, sua reeleição. Em 2018, ela e o também estreante Allyson Bezerra (Solidariedade) tinham sido eleitos. O outro político com base local, deputado federal Beto Rosado (Progressistas), fracassou ao tentar chegar ao terceiro mandato consecutivo.

Que fique claro: não faltaram candidatos à peleja de acesso a essas duas casas legislativas. Ao mesmo tempo, não se pode reclamar da ausência de certa dose de bairrismo do mossoroense.

Entre os oito primeiro colocados à Assembleia Legislativa em Mossoró, todos são desse município. Em relação à Câmara dos Deputados, os três mais votados são de Mossoró. A partir daí, aparecem em 7º, 8º, 11º, 12º e 14º lugares outros concorrentes nativos.

Mas, por que o município que já elegeu quatro deputados estaduais em 1974 e três em 1990, 1998 e 2002 (veja AQUI), agora chegou a esse resultado pífio?

Por que zerou sua representação na Câmara dos Deputados, depois de já ter conseguido eleger três deputados num único ano (1998) e dezenas de mandatos desde 1945 (veja AQUI)?

Fracasso como gênese

O ponto de partida à compreensão está no próprio fracasso de quem dominou a política de Mossoró por mais de 70 anos: a oligarquia Rosado. É a gênese. Seu enfraquecimento continuado até a queda livre este ano, não elegendo ninguém, revela a perda de um mando que privilegiava apenas seus membros.

Sempre houve escassa oportunidade de prosperidade eleitoral a qualquer outro não-Rosado local ou de fora. Os fatos falam por si.

Com o vácuo, surgem não apenas candidaturas viáveis e propósitos ousados, mas também uma diversidade de nomes e projetos que ambicionam seu quinhão em terra arrasada. Muitos são aventureiros e sonhadores, mas mesmo assim fracionam bastante os votos.

Estadual – Mossoró

1º lugar – Jadson (Solidariedade) – 17.781 votos – R$ 174.500,00

2º lugar – Cabo Tony Fernandes (Solidariedade) – 15.647 votos – R$ 186.964,04

3º lugar – Isolda Dantas (PT) – 15.489 votos – R$ 551.814,54

4º lugar – Jorge do Rosário (Avante) – 6.861 votos – R$ 234.500,007

5º lugar – Isaac da Casca (MDB) – 6.520 votos – R$ 18.000,00

6º lugar – Zé Peixeiro (PMN) – 5.957 votos – R$ 57.386,08

7º lugar – Larissa Rosado União Brasil) – 5.796 votos – R$ 776.107,13

8º lugar – Marleide Cunha (PT) – 5.342 votos – R$ 181.346,80

Federal – Mossoró

1º lugar – Lawrence Amorim (Solidariedade) – 33.303 votos – R$ 782.5000,00

2º lugar – Pablo Aires (PSB) – 14.997 votos – R$ 513.636,00

3º lugar – Beto Rosado (Progressistas) – 11.136 votos – R$ 1.295,650,00

7º lugar – Samanda Alves (PT) – 4.216 votos – R$ 792.565,45

8º lugar – Sandra Rosado (União Brasil) – 3.254 votos – R$ 1.336,934,13

11º lugar – Fernandinho das Padarias (Republicanos) – 2.598 votos – R$ 553.405,74

12º lugar – Heliane Duarte (MDB) – 2.573 votos – R$ 546.277,14

14º lugar – Gideon Ismaias (Cidadania) – 1.589 votos – R$ 124.900,00

*Natália Bonavides (PT), com 10.290 votos; Fernando Mineiro (PT), com 6.963 votos e General Giral (PL), que empalmou 6.193 votos votos, ocuparam respectivamente a 4ª, 5ª e 6ª posição entre os mais votados. Major Brilhante (Progressistas) ficou em 9º com 3.233 votos; Carla Dickson (União Brasil) foi a 10ª com 3.141 votos e João Maia (PL) o 13º com 1.761 votos.

*Números financeiros atualizados até o dia 8 de outubro de 2022.

Esse abalo sísmico no modelo político meramente familiar, da oligarquia, tem eco forte e consequências diversas. O surgimento e a consolidação de sistemas de substituição não são instantâneos. Não é uma mero processo de reposição de peça avariada por algo novo ou recauchutado. O tempo e as urnas vão fazer essa maturação.

Fundão, nominata, concorrência

Outro ponto que passa despercebido à maioria, é a competitividade financeira proporcionada pelo Fundão Eleitoral. Diferentemente do passado de décadas, pequenos partidos e candidatos de menor posição econômica conseguem fazer campanhas eficazes, com visibilidade e meios à conquista do eleitor.

Com Rosalba longe da prefeitura, Beto buscou socorro fora, mas não deu (Foto: campanha/divulgação)
Com Rosalba longe da prefeitura, Beto buscou socorro fora, mas não deu (Foto: campanha/divulgação)

O quadro acima nesta postagem mostra, por exemplo, os dados financeiros e de votações oficiais disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sobre candidatos a deputado estadual e a federal com origem mossoroense. Fácil perceber, que pela primeira vez em décadas um Rosado não é primeiro lugar nas duas disputas. Tem posições secundárias.

Nessa contabilidade, não se deve esquecer que Mossoró é município polo e todos procuram votos no seu acervo. Dos 187 candidatos oficiais a deputado federal, apenas 12 não foram votados em suas urnas. Dos 320 disputantes à Assembleia Legislativa, 49 não obtiveram nada num total de 129.956 válidos a estadual e 131.239 a federal.

Outro grau de dificuldade à eleição, seja federal ou estadual, foi a complexidade de montagem das nominatas, sob novas regras da minirreforma política, sem coligações, com cada partido se virando para fechar lista com bem menos candidatos do que em pleitos anteriores.

Voto em casa/voto fora

Vencer um pleito de dimensão estadual é uma campanha de guerra. Regionalizada ou estadualizada, mas de enormes exigências em termos de planejamento, organização e ação. No caso de Isolda Dantas, por exemplo, a grande maioria dos seus votos foi obtida fora de Mossoró. Somou 15.489 votos em Mossoró e 57.046 no estado. Venceu. Sua candidatura era uma das prioridades partidárias e foi trabalhada sob esse prisma.

Consciente que teria baixa no seu capital de votos em solo mossoroense, sem Rosalba Ciarlini (Progressistas) na prefeitura como antes, Beto Rosado apostou pesadamente na sua nominata (que não correspondeu), distribuição de emendas parlamentares em dezenas de municípios e deixou Mossoró em segundo plano. Colheu bons resultados fora e votação sofrível em sua terra. Foram 11.136 votos em Mossoró e 83.968 votos em termos gerais. Não se reelegeu.

Em relação ao grupo do prefeito Allyson Bezerra, os números da votação paroquial são muito bons. Seus candidatos foram campeões. Adiante, a performance não foi igual. Não se elegeram.

Lawrence, Allyson e Jadson numa campanha em que os interesses da cúpula estavam na capital (Foto: campanha/divulgação)
Lawrence, Allyson e Jadson numa campanha em que os interesses da cúpula estavam na capital (Foto: campanha/divulgação)

Faltaram votos além dos limites de Mossoró para a eleição de Jadson (Solidariedade) e Lawrence Amorim (Solidariedade), candidatos respectivamente a estadual e federal. Jadson conseguiu 17.781 votos em Mossoró e 27.763 no RN. Lawrence bateu um recorde com maior votação da história no município, a federal. Foram 33.303 votos. No plano estadual, ele recebeu 57.598 votos.

Erro capital: o governismo local ficou à mercê dos interesses próprios da cúpula partidária e chapa majoritária ao Governo do RN, em Natal, que tinham como prioridades a reeleição da deputada estadual Cristiane Dantas e a eleição de Luiz Eduardo à AL, além da candidatura do atual deputado estadual Kelps Lima à Câmara Federal. Só falhou a ascensão de Kelps, comandante-em-chefe do partido no estado.

Rescaldo

O ano de 2022 é emblemático. Vira a chave e arrima as condições primárias de uma nova era política em Mossoró. Todavia, é ainda muito vago o que deixa em números, para que possamos enxergar o que virá adiante e compreendermos completamente as mensagens das urnas.

É preciso um período de rescaldo, estudos, avaliação de cenário pós-eleições, para leitura mais precisa da voz do povo.

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Saiba tudo sobre as eleições na Resenha Moscow desta segunda

Do Blog William Robson

O jornalista Carlos Santos do Canal BCS (Blog Carlos Santos) é o convidado para participar do programa Resenha Moscow desta segunda-feira (26), onde fará uma avaliação do cenário eleitoral a pouco menos de uma semana para a votação. O Resenha começa às 20h no canal da Agência Moscow no Youtube.Carlos Santos no Resenha Moscow 26-09-2022

Será conduzido pelos jornalistas William Robson e Bruno Barreto.

Exibido sempre às segundas-feiras, o Resenha traz a análise semanal de um jornalista convidado. Já passaram nomes como Saulo Vale, Thiago Medeiros, Diógenes Dantas, Wellington Morais, entre outros, que imprimem sua visão sobre o processo eleitoral, analisam pesquisas, candidatos e apontam tendências.

Carlos Santos é um dos mais experientes jornalistas potiguares em atividade, com foco no jornalismo político.

Acompanhe o bate-papo clicando neste endereço AQUI.

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A pajelança político-partidária e eleitoral que agoniza

partidos políticos, campanha, planfletagem, eleiçãoPor tudo que estou vendo, sendo testemunha ocular, a campanha 2022 promete implodir de vez o surrado sistema político-partidária e eleitoral brasileiro. Há tempos é um zumbi, que se diga. Agoniza.

O vale-tudo para se eleger ou se reeleger virou quase uma imposição para quem quer vencer. Entrou no jogo é para jogar assim mesmo.

As regras, o que está normatizado, impõem as mais esdrúxulas alianças, muitas de ocasião. Na formação de listas (nominatas) a mandatos de deputado estadual e federal, a situação é ainda mais bizarra. A mistura é heterogênea e ao arrepio de programas partidários e afinidades mínimas.

Nada mais oligárquico neste Brasil do que partido político. E com o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o Fundo Eleitoral, conhecido como Fundão, o poder é ainda mais concentrado. São quase R$ 5 bilhões (R$ 4.961.519.777,00) rateados.

Assim, com dono e muito dinheiro, essa organização social de ideais que só existem no papel estatutário, segue seu faz de conta.

Daí, não estranhe o resultado final dessa pajelança em gestões e parlamentos. Ela não vai curar nossa arquejante democracia de seus principais vícios. Irá apenas agravar suas enfermidades nos próximos anos.

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Pressão só aumenta para desmanche de nominatas na reta final

No dia 11 de julho deste ano, bem antes de começar oficialmente a campanha eleitoral, postamos a seguinte matéria: Algumas nominatas podem se desmanchar.

Foto ilustrativa (Arquivo)
Foto ilustrativa (Arquivo)

A corrida pelo voto não é apenas na conquista de apoios, mas também de operações ardilosas para implosão de chapas concorrentes – alertamos à ocasião.

E é o que ocorre silenciosamente, em algumas frentes, principalmente na disputa desesperadora à Assembleia Legislativa do RN.

Certas nominatas com algum potencial de eleição de pelo menos um nome a deputado são alvos de candidatos/partidos de maior poder de “fogo”.

A pressão para desistência de candidaturas ou corpo mole só aumenta à medida que se aproxima o pleito.

Tudo pode desmoronar – como um castelo de areia, sobrando vaga para disputa pelos gigantes, principalmente concorrentes já com mandatos.

Como diz um famoso locutor esportivo, com um de seus bordões mais famosos… “haja coração!”.

Anote, novamente, por favor!

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Solidariedade confirmará candidaturas em convenção nessa sexta-feira

Nessa sexta-feira (29), o partido Solidariedade formaliza suas candidaturas às eleições deste ano no Rio Grande do Norte.

O Solidariedade confirmará a candidatura de Fábio Dantas ao Governo – na sede do partido na Cidade Alta, Natal-RN, às 10h.

Também apresentará suas chapas proporcionais, ou seja, deputado federal e deputado estadual.

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PL prepara sua convenção estadual para o próximo domingo

João Maia preside o partido no Rio Grande do Norte (Foto: divulgação)
João Maia preside o partido no Rio Grande do Norte (Foto: divulgação)

O Partido Liberal (PL) irá realizar sua convenção estadual no próximo domingo (31), a partir das 8h, no Palácio dos Esportes Djalma Maranhão, em Natal.

Presidente do Diretório Regional do Partido Liberal no Rio Grande do Norte, o deputado federal João Maia mobiliza convencionais, filiados diversos e aliados a participarem da Convenção Estadual, que irá deliberar sobre as candidaturas para este ano.

O PL tem como uma das prioridades, além das nominatas a deputado estadual e federal, a eleição ao Senado do ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho.

A partir da realização da convenção estadual, o partido vai formalizar seus indicados para disputar os cargos para as Eleições 2022.

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MDB faz convenção e fecha oficialmente chapas à disputa eleitoral

Walter, Fátima, Garibaldi e Carlos Eduardo Alves: governismo (Foto: divulgação)
Walter, Fátima, Garibaldi e Carlos Eduardo Alves: governismo (Foto: divulgação)

O Movimento Democrático Brasileiro no Rio Grande do Norte (MDB-RN) realizou, na manhã de hoje (23), convenção cartorial para homologar os nomes que vão disputar as Eleições 2022. O MDB-RN terá candidatos a deputado federal, deputado estadual e o presidente da legenda, deputado federal Walter Alves, foi confirmado como candidato a vice-governador na chapa encabeçada pela governadora Fátima Bezerra (PT).

A governadora Fátima Bezerra (PT) e o pré-candidato a senador Carlos Eduardo Alves (PDT) participaram da convenção.

Nominatas

O ex-governador Garibaldi Filho é o principal nome da nominata de deputado federal que é composta, entre outros nomes, por Dr. Pio X, ex-prefeito de Luís Gomes e líder político na região do Alto Oeste; Marina Trindade, ex-vice-prefeita de Pedro Avelino; Iron Jún, ex-vereador de Jardim do Seridó; e Kaline Amorim, advogada e servidora pública.

Na nominata de deputado estadual, o MDB-RN apresenta nomes como o do ex-secretário de Assistência Social de Natal, Adjuto Dias; vereador mossoroense Isaac da Casa, vice-presidente da Câmara de Mossoró; Yara Costa, ex-secretária de Igualdade Racial, Direitos Humanos, Minorias e Pessoas com Deficiência de Natal; Sheila Freitas delegada e ex-secretária estadual de Segurança Pública, e Dagô, ex-vereador de Natal.

“A nominata para a Câmara Federal ficou muito boa com Garibaldi Filho puxador de votos e, para a Assembleia Legislativa, 23 candidatos, com Adjuto Dias puxador de votos. Vamos eleger de 2 a 3 deputados estaduais e 2 federais. O apoio à nossa candidatura a vice-governador com a governadora Fátima Bezerra representa a união de forças para ajudar o estado”, disse Walter Alves à imprensa.

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Algumas nominatas podem se desmanchar nos próximos dias

castelo-da-areia-47907046Até o fim do período de convenções, no dia 5 de agosto, algumas nominatas a deputado estadual e federal podem se desmanchar como um castelo de areia à beira-mar.

A corrida pelo voto não é apenas na conquista de apoios, mas também em operações ardilosas para implosão de chapas concorrentes.

Ouvido ao chão como bom índio Sioux, Apache, Navajo, Comanche, Sioux, Cheyenne ou Cherokke.

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Luta por sobrevivência vai produzir mais experimentos em eleições

alquimia, experimento, química,Na próxima eleição municipal, em 2024, teremos um novo laboratório para ‘experimento’ de mudanças na legislação eleitoral.

Assim como aconteceu em 202o, com o fim das coligações partidárias, teremos novidades. E a partir daí, saberemos o que virá ou não às disputas gerais em 2026.

A previsão é simples de fazer, com enorme margem de acerto, em face do histórico do Congresso Nacional em sua permanente alquimia para reformar legislação eletiva e partidária.

No fundo, no fundo, nada parece ser feito ao avanço do processo democrático, mas à sobrevivência da espécie.

Esse encolhe-estica deve atacar, entre outras coisas, a questão da formação de nominatas parlamentares. O que está posto e em andamento, é hoje uma das maiores dores de cabeça da classe política, com enormes estragos.

Se o status quo está sob ameaça, a tendência é mexer de novo, mais e mais, para impedir a implosão do sistema que está moribundo há tempos.

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A boca estreita do funil para as eleições a deputado

ônibus lotadoEste ano, com legislação estabelecendo número bem menor de vagas à formação de nominatas a deputado estadual e também federal, uma listagem fraca ou com laranjas pode determinar a derrota até de favoritos.

Para a Assembleia Legislativa cada partido ou federação que venha a ser formada só pode ter 25 candidatos, sendo 30% exclusivas pro gênero feminino.

Quanto à Câmara Federal, o total é de nove candidaturas, também com obediência aos 30%.

A Assembleia Legislativa do RN possui 24 cadeiras em disputas e em relação à Câmara Federal o RN está entre as menores representações com apenas 8.

Em 2018, últimas eleições, cada partido poderia ter até 36 candidatos a deputado estadual. Se formasse coligação eram 48. Em relação à Câmara Federal, o teto era de 12 candidatos por partido ou 16 por coligação.

Todo o estresse dos últimos dias de políticos com mandato e outros que tentam obter, o pula-pula de partido para partido e o fecha-não-fecha nominata são compreensíveis. Leia o que postamos em 12 de março último (Nominata, quociente eleitoral, dúvidas e temores em 2022).

O funil tem a boca estreita e poucos vão sobreviver.

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União Brasil trabalha nomes para nominatas federal e estadual

propaganda, divulgação, publicidade, políticaSem maiores alardes, o União Brasil (fusão do DEM com PSL) trabalha nominatas a deputado federal e estadual às eleições deste ano.

Mossoró é um dos principais focos para atração de nomes às duas chapas.

Políticos novatos e de longo curso estão sendo conversados.

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Carlos Eduardo terá reunião decisiva com o PDT nacional

Carlos: aliança encaminhada (Foto: arquivo)
Carlos: aliança encaminhada (Foto: arquivo)

Por Paulo Tarcísio Cavalcanti (Por dentro de tudo)

O pré‐candidato ao Senado, Carlos Eduardo (PDT), presidente estadual do PDT, viaja a Brasília na próxima terça‐feira (8), para uma reunião com o comando nacional do seu partido. A volta para Natal está prevista para quinta‐feira (10).

Em pauta, a aliança aqui no Estado com o PT visando a formação da chapa majoritária com Fátima Bezerra (PT), candidata ao governo e ele ao Senado. Cada um dos dois, na disputa presidencial, deverá defender os candidatos de seus respectivos partidos à presidência da República – Fátima com Lula e ele com Ciro Gomes.

Na reunião de Brasília, Carlos também espera receber orientação a respeito de como deve conduzir a disputa proporcional, com a organização de nominatas para deputado federal e deputado estadual.

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Desistência e desistências à Câmara Municipal

Uma, duas, três desistências?

Pode ser até mais.

Porém é quase certo, que entre os 21 atuais vereadores em atuação na Câmara Municipal de Mossoró, haverá desistência de projeto à reeleição.

Ou desistências.

Do governismo à oposição, há temor de se apostar numa corrida eleitoral absolutamente perdida, natimorta, devido à falta de nominatas que somem à tentativa de reeleição.

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.

Leia tambémFantasma da derrota ronda 21 vereadores em Mossoró;

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