Robinson Faria teve posições contrárias ao PL (Foto: Câmara dos Deputados)
O deputado federal Robinson Faria (PL) mexe-se para transformar sua nova filiação partidária em grande acontecimento político.
Ele vai para o Partido Progressistas (PP). O evento está marcado para o próximo dia 10 de junho, às 19h, na sede nacional da legenda, em Brasília.
Eleito pelo PL em 2022 com 97.319 votos (5,20%), Faria nunca se identificou com a cartilha do partido. Na Câmara dos Deputados, já viveu embaraços e conflitos com opções que colidiram com o pensamento partidário.
No RN, ele estará sob a presidência do deputado federal João Maia. As relações entre ambos são as melhores possíveis.
Em 2022, o PL elegeu quatro federais – General Girão, João Maia, Robinson Faria e Sargento Gonçalves. Porém, já sofreu a baixa de João Maia e agora de Robinson Faria.
Em evento este ano do PCdoB, em Mossoró, Larissa (calça verde) esteve presente (Foto: 04-05-2023)
Agora vai dar certo. O grupo da ex-deputada federal e ex-vereadora Sandra Rosado (União Brasil) deverá se filiar ao PCdoB.
Em 2022, meses antes do início da campanha em que ela foi candidata à Câmara dos Deputados e, sua filha, a então vereadora Larissa Rosado, concorreu a deputado estadual, o PCdoB esteve próximo de recebê-las como filiadas. A conversa não evoluiu. Agora é diferente.
O rosadismo saiu do PSDB do presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, em março daquele ano (veja AQUI), para o União Brasil – presidido pelo ex-senador José Agripino. Mesmo em legenda adversária do PT da governadora Fátima Bezerra, o grupo teve liberdade para fazer campanha com preferências diferentes da orientação partidária.
De olho nas eleições municipais de 2024 e, não querendo se desgarrar da governadora Fátima Bezerra e do PT do presidente Lula, o caminho partidário de mãe e filha é o PCdoB. A legenda faz parte da Federação Brasil da Esperança, composta ainda por PT e PV.
A outra possibilidade seria o PV, hipótese mais remota. Filiação ao PT está descartada, pois a cúpula da legenda impõe veto.
Em conversa com o Blog Saulo Vale, Larissa Rosado admitiu que mudança de sigla está praticamente certa, mas sem adiantar a nova escolha. No União Brasil o rosadismo não ficará, com a chegada do prefeito Allyson Bezerra, que comandará a sigla em Mossoró.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Threads AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
Com o fim do ciclo do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2023, o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) passa a cuidar de seu futuro partidário. Além da gestão, política.
Uma nova legenda deverá ser escolhida para seu projeto de reeleição.
Há um leque muito reduzido de opções e elas estão restritas por certos fatores, como a questão de tempo de televisão/rádio para uma campanha municipal.
União Brasil e PSD são legendas já apresentadas ao prefeito.
Até à próxima semana ele deverá se pronunciar sobre qual vai preferir.
Acompanhe o Blog Carlos Santos (Canal BCS) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e YouTube AQUI.
“Depois de tudo que eu fui, duas vezes governador e quatro vezes senador, não posso dizer que dessa água não beberei. Mas, não é minha prioridade mesmo”. A declaração foi dada há poucos minutos ao Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo ex-senador José Agripino (DEM).
Agripino deverá ser presidente da sigla que nascerá da fusão de DEM e PSL (Foto: rede social)
Ele é um dos principais articuladores da fusão do seu partido, o Democratas, com o PSL. E nessa tarefa, garante, não há lugar para projeto particular e pessoal. “Não é minha prioridade ser candidato em 2022. Quero participar do processo de discussão de chapa presidencial alternativa e no âmbito do RN”, disse.
José Agripino surge como nome ascendente no Democratas e PSL para dirigir a legenda que surgirá dessa composição. “Meu nome tem sido comentado para a presidência”, assinalou. “Nosso trabalho é para fortalecimento do novo partido que nascerá como o maior do país e grande no RN”, reforçou e previu.
DEM e PSL hoje possuem bancada na Câmara Federal com 81 deputados (53 do PSL e 28 do DEM), além de sete senadores (seis do DEM e um do PSL). Porém, a comunhão de forças para surgimento de outra sigla não agrada a todos internamente. Vão existir defecções.
– “Devemos lidar com naturalidade em relação à saída de alguns membros. Formaremos um partido de centro democrático e hoje não existe, que eu saiba, ninguém nos dois que seja de extrema esquerda. De extrema direita existe. Essas pessoas estarão livres para novas decisões partidárias, sem problemas – deixou claro.
Quanto à política do RN, José Agripino não vê como compulsória a ideia de uma candidatura própria do novo partido, ao governo, no próximo ano. Contudo, acredita que a legenda que está sendo germinada nasce atrativa à montagem de projeto viável eleitoralmente.
– “Teremos maior tempo de rádio e televisão e fundo partidário. Candidatos com potencial, que comunguem de nossas ideias, podem se juntar a nós”, acenou.
Providências à fusão
Pesquisas qualitativas estão sendo feitas pelo DEM e pelo PSL quanto à definição de nome e número do futuro partido. Algumas etapas precisam ser cumpridas, de lado a lado, até a tese da fusão se materializar na vontade partidária comum e no cumprimento das etapas burocráticas na Justiça Eleitoral.
Ontem, o Democratas realizou reunião de sua Comissão Executiva nacional, quando houve aprovação da proposta de fusão, à unanimidade, com 41 votos a zero (veja AQUI). Nessa terça-feira (22), o PSL fará a mesma consulta interna sobre essa junção de forças com o partido do ex-senador potiguar.
Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos)pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.
A senadora diplomada Zenaide Maia assinou nesta quinta-feira (31), em Brasília, a ficha de filiação ao Partido Republicano da Ordem Social (PROS).
Filiada ao PHS desde o dia 24 de março do ano passado, após deixar o PR (pelo qual se elegera deputada federal em 2014), Zenaide justificou nova mudança no fato da sua legenda não ter cumprido a cláusula de barreira, tendo que desaparecer ou se fundir a outras legendas.
No RN, o Pros é presidido pelo deputado estadual Albert Dickson.
Ela é o segundo nome eleito ao Senado ano passado no RN, a sair do partido pelo qual foi vitoriosa. Esta semana, Styvenson Valentim formalizou saída do Rede Sustentabilidade (veja AQUI).
Tomam posse nesta sexta-feira (1º) em Brasília.
Acompanhe oBlog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, InstagramAQUI e FacebookAQUI.
O PSD do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab diz que os planos de recriar o Partido Liberal (PL) estão correndo às mil maravilhas. Na prática, trata-se basicamente de concluir o processo idealizado desde o início por Kassab.
É que, na época da criação do PSD, muitos parlamentares que se interessaram em aderir à sigla preferiram adiar a mudança, para garantir que pudessem disputar novos mandatos. Agora, a criação da nova legenda abre a janela para que esses mesmos quadros possam migrar sem perder o mandato.
O time de Kassab está neste momento em fase de coleta de assinaturas.
De acordo com interlocutores do ex-prefeito, cotado para integrar o ministério de Dilma Rousseff, o fato de muitos endossos já terem sido certificados na criação do PSD torna o trabalho infinitamente mais simples.