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Presidente faz balanço e mostra grande produtividade de vereadores

Lawrence falou antes da mensagem anual do prefeito (Foto: Edilberto Barros)
Lawrence falou antes da mensagem anual do prefeito (Foto: Edilberto Barros)

Em pronunciamento antes da mensagem anual da Prefeitura, nesta terça-feira (20), na Câmara Municipal de Mossoró, o presidente da Casa, Lawrence Amorim (Solidariedade), demonstrou confiança em mais um ano produtivo no Legislativo. Segundo ele, será possível conciliar a agenda legislativa e o calendário eleitoral.

“Em 2023, tivemos mais de 100 leis sancionadas pelo Poder Executivo em Mossoró. Realizamos quase 90 sessões, produzimos mais de 6 mil proposições e debatemos os grandes temas da nossa cidade. Em 2024, manteremos a determinação para entregar mais resultados”, disse.

Para isso, o presidente destacou o empenho dos 23 vereadores e vereadoras, da situação e da oposição. “Vamos continuar levando a termo o protagonismo da Câmara Municipal no desenvolvimento de Mossoró, como um dos pilares da democracia e da representação popular”, destacou.

Lawrence defendeu prioridades na Câmara para 2024. Entre elas, a necessidade de Mossoró avançar nas Parcerias Público-Privadas (PPPs). “As PPPs são fundamentais na colaboração entre o setor público e a iniciativa privada, para realizar projetos e serviços de interesse público”, justificou, ao lembrar de projeto, de sua autoria, em tramitação na Câmara.

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Lawrence Amorim faz reunião com aliados e militância

Presidente da Câmara reforçou importância do contato com parlamentares e em ministérios (Foto: Edilberto Barros)
Lawrence é presidente da Câmara Municipal de Mossoró e integra o Solidariedade (Foto: Edilberto Barros/Arquivo)

O vereador Lawrence Amorim (Solidariedade), presidente da Câmara Municipal de Mossoró, realiza reunião nesta segunda-feira (28) com aliados e militantes.

Agendou o encontro para as 19 horas.

Será em auditório do Hotel Vitória Palace.

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PL do RN vai mudar de João Maia para Rogério Marinho

Por Alessandra Bernardo, Do Diário do RN

João Maia foi comunicado em abril e Marinho seria novo presidente (Fotomontagem do portal 98 FM/Natal)
João Maia foi comunicado em abril e Marinho seria novo presidente (Fotomontagem do portal 98 FM/Natal)

O senador Rogério Marinho (PL) assumirá a presidência do diretório do PL no Rio Grande do Norte no mês de julho deste ano, com o objetivo de preparar e fortalecer o partido para as eleições municipais de 2024.

Segundo João Maia, a data definitiva para a posse de Rogério deve ser definida em reunião com a Executiva Nacional do PL.

“Não sei ainda a data que Rogério assumirá. Mas, estou processando como fim de um ciclo”, afirmou Maia, que se despede do cargo de presidente estadual do partido, função que exerceu por 21 anos.

Perguntado sobre possível mudança de partido após perder o comando do PL, João Maia desconversou. Valdemar Costa Neto, dirigente nacional da legenda, informou a João Maia a mudança em abril passado.

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Hora de fechar a matraca, presidente

falastrão, boquirroto, falar demais, propaganda, divulgação, notícia, megafoneVi numa dessas colunas da Grande Imprensa, com registro repetido ou mais florido em tantos outros lugares da mídia, que o presidente Lula (PT) foi aconselhado a fechar a matraca. Sobretudo, em relação aos seus malvados favoritos: senador Sérgio Moro (União Brasil-PR) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Cá para nós e o povo da rua: parece ter virado rotina em nossa vida republicana mais recente, o inquilino do Planalto falar asneira em escala industrial. Gera crise atrás de crise, a maioria de fabricação caseira.

Adoentado, internado, com viagem suspensa ao império chinês, o presidente deu um freio na lista de tolices que vinha espalhando.

Bom, refeito, é esperar. Veremos se vai atender à prudência ou à sua natureza loquaz de mandarim, como o antecessor boquirroto.

“Quem fala demais dá bom dia a cavalo”, só lembrando.

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O segundo biênio na Assembleia Legislativa, eis a questão

Quem, interrogação, dúvida, pergunta,Restam poucas dúvidas de que o primeiro biênio da próxima legislatura na Assembleia Legislatura do RN terá o deputado Ezequiel Ferreira (PSDB) como presidente, o que se repete desde 2015.

A dúvida é o segundo biênio (2025-2026).

Os deputados reeleitos Kleber Rodrigues (PSDB) e George Soares (PV) são os nomes mais comentados, mas pode surgir surpresa com mais gente no páreo.

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Bolsonaro se pronuncia após derrota, mas evita parabenizar vencedor

Finalmente, o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez pronunciamento à nação após ser derrotado à reeleição no domingo (30) passado. Foi à tarde desta terça-feira (1º) em Brasília.

Com a companhia de vários auxiliares, aliados políticos, mas ausência da primeira-dama Michelle Bolsonaro, ele foi curto no pronunciamento. Falou por exatos 2 minutos e 3 segundos, inclusive evitando parabenizar o vencedor do pleito presidencial.

Bolsonaro prometeu respeito à Constituição,, mas evitou citar nome de Lula em sua fala (Foto: Reprodução CNN)
Bolsonaro prometeu respeito à Constituição, mas evitou citar nome de Lula em sua fala (Foto: Reprodução CNN)

Veja abaixo a íntegra:

Quero começar agradecendo os 58 milhões de brasileiros que votaram em mim no último dia de 30 de outubro.

Os atuais movimentos populares são fruto de indignação e sentimento de injustiça de como se deu o processo eleitoral. As movimentações pacíficas sempre serão bem-vindas, mas os nossos métodos não podem ser o da esquerda, que sempre prejudicaram a população, como invasão de propriedades, destruição de patrimônios e cerceamento do direito de ir e vir.

A direita surgiu, de verdade, em nosso país. Nossa robusta representação do Congresso mostra a forca dos nossos valores: Deus, pátria, família e liberdade. Formaram diversas lideranças pelo Brasil.

Nossos sonhos seguem mais vivos do que nunca. Somos pela ordem e pelo progresso. Mesmo enfrentando todo o sistema, enfrentamos a pandemia e as consequências de uma guerra.

Sempre fui rotulado de antidemocrático e, ao contrário dos meus acusadores, sempre joguei dentro das 4 linhas da Constituição. Nunca falei em controlar a mídia e as redes sociais. Enquanto presidente da República, este cidadão, continuarei cumprindo todos os mandamentos da nossa Constituição.

É uma honra ser o líder de milhões de brasileiros que, como eu, defendem liberdade econômica, religiosa, de opinião, a honestidade e as cores verde e amarela da nossa bandeira.

Muito obrigado.

Bolsonaro recebeu 58.206.354 votos no segundo turno, ou seja, 49,1% dos votos. Já o vencedor, o ex-presidente Lula da Silva (PT) venceu o pleito com 60.345.999 votos, ou seja,  50,9%.

O presidente evitou qualquer entrevista, Quem se pronunciou foi seu chefe da Casa Civil, o senador piauiense Ciro Nogueira (Progressistas0. Segundo falou, comandará e representará o governo derrotado no processo de transição. Do lado vencedor, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) terá essa tarefa.

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Bolsonaro e o STF

Por Ney Lopes

O presidente Bolsonaro resolveu não cumprir a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e não compareceu à sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, nesta sexta-feira.

Bolsonaro x STF virou rotina na República, durante mandato presidencial (Foto: Reprodução CNN)
Bolsonaro x STF virou rotina na República, durante mandato presidencial (Foto: Reprodução CNN)

Moraes intimara Bolsonaro a depor no inquérito que apura o vazamento de investigação sigilosa da PF sobre ataque hacker às urnas eletrônicas, mas a Advocacia-Geral da União (AGU) havia recorrido da decisão.

O magistrado rejeitou prontamente o pedido do presidente para não comparecer à PF.

O impasse está criado. Agora a expectativa são as possíveis consequências para o mandatário.

Neste caso específico Bolsonaro não é obrigado a depor, por ser investigado e não testemunha, como dispõem o artigo 186º do Código de Processo Penal e o artigo 5º da Constituição Federal sobre o direito ao silêncio.

Essa não é uma prerrogativa do chefe do Executivo, mas a todo brasileiro na situação de investigado, que somente querendo se defende.

Se o investigado não tem obrigação de depor, ele também não tem obrigação de comparecer.

Ele tem o direito de não produzir prova contra si mesmo.

O efeito de Bolsonaro não comparecer ao depoimento se restringe exclusivamente a manifestação de que preferiu ficar em silêncio a menos que ele peça a remarcação do ato.

A situação seria diferente, se Bolsonaro estivesse na condição de testemunha, quando teria que prestar depoimento.

De agora por diante, as investigações devem prosseguir, sem as declarações do investigado.

Por ironia do destino, a controvérsia relembra a ilegalidade da decisão em 2016, do então juiz Sérgio Moro, ao conceder mandado de condução coercitiva o ex-presidente Lula prestar depoimento na Operação Lava Jato, antes mesmo dele ser réu.

A polêmica não se ateve aos simpatizantes de Lula, da mesma forma que o incidente desta sexta feira, não envolve apenas seguidores de Bolsonaro.

Trata-se de um assunto relacionado com a estabilidade das instituições democráticas e interessa sobretudo, a quem lida e acredita no direito e na justiça.

A decisão do ministro Alexandre Moraes, em não receber o agravo interposto pela AGU e manter o depoimento, criou um impasse, considerando que presidente não pode ser conduzido coercitivamente para prestar depoimento – ou seja, por meio do uso da força.

Além do mais, pelo artigo 86. § 4° da CF, o “Presidente da República, na vigência de seu mandato, não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções”.

Agora, a indagação é o que acontecerá?

Caso o ministro Alexandre Moraes se mantenha inflexível, certamente a AGU irá interpor agravo interno, já que existem dúvidas na jurisprudência do STF acerca de habeas corpus contra atos dos ministros.

O Agravo Interno é uma espécie recursal que visa impugnar as decisões monocráticas proferidas pelo relator em Tribunal.

A conclusão é que, independente de preferência político-partidária, o episódio analisado é lamentável.

Ainda há tempo de uma solução, que afaste o país do abismo de mais uma crise institucional, decorrente do choque entre o Judiciário e o Executivo

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

Bolsonaro quer fim do uso de máscara em prevenção à Covid-19

Bolsonaro sempre foi contra uso de máscara, questionador de vacinas e promotor de aglomerações (Foto: arquivo)
Bolsonaro sempre foi contra uso de máscara, questionador de vacinas e promotor de aglomerações (Foto: arquivo)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou na noite desta quinta-feira (10) que o presidente Jair Bolsonaro pediu um estudo “que trate da flexibilização do uso de máscaras”.

Mais cedo, Bolsonaro havia dito que o Ministério estava trabalhando em um “parecer” para desobrigar o uso de máscaras para pessoas vacinadas e que já tiveram a doença.

Especialistas e entidades de saúde, como a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Instituto Butantan, recomendam o uso de máscaras, inclusive entre vacinados e pessoas que já ficaram doentes, para evitar casos de reinfecção.

Nota do Blog – Que gente mais insana.

O que falta mais acontecer nessa pandemia de estupidezes?

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