Arquivo da tag: reforma previdenciária

Correção de injustiça com os aposentados

Por Ney Lopes

A reforma da previdência, que entrou em vigor em 13 de novembro de 2019 (EC 103), causou grande prejuízo mensal aos aposentados por invalidez.

Antes, esses aposentados recebiam 100% da média salarial, independentemente do tempo de contribuição, ou seja, era pago um benefício integral.Aposentados, aposentadoria, fazer contas, dinheiro, crise,

Após a reforma, ocorreu redução que chega a 40%. Por exemplo: quem recebia 6 mil reais teve perda mensal de R$ 2.400 reais. Exceção para aposentados por acidente de trabalho ou de doenças profissionais ou de trabalho.

Critérios novos – O cálculo passou a ser feito a partir de um percentual de 60% da média, somado a 2% para cada ano de contribuição, no caso de mais de 15 anos de contribuição acumulados para as mulheres, e 20 anos para os homens.  Assim, na maioria dos casos, o valor do benefício passou a ser menor do que um auxílio-doença — que é temporário e calculado a partir de 91% da média do salário de benefício

Justiça – Os Juizados Especiais Federais do Sul do país têm firmado entendimento em decisões recentes, de que o cálculo da aposentadoria por invalidez após a reforma é inconstitucional, por ofensa aos princípios da igualdade, da proporcionalidade e da razoabilidade,

STF I – De acordo com o acórdão do STF (Recurso Extraordinário n. 1.360.286), “além da flagrante ofensa aos princípios da razoabilidade, da seletividade na prestação dos benefícios, da irredutibilidade do valor dos benefícios e da isonomia, cabe ressaltar o cabimento do devido processo legal substancial como meio de controle de constitucionalidade”.

STF II – E complementa: “ Desta forma, entendo que as alterações trazidas pelo art. 26, §§ 2º e 5º, da EC nº 103/2019 ofendem o princípio do devido processo legal substancial, já, além de não atender aos anseios da sociedade, colabora para a perpetuação das injustiças sociais. Assim, diante da flagrante ofensa aos princípios da razoabilidade, da seletividade na prestação dos benefícios, da irredutibilidade do valor dos benefícios e da isonomia, bem como ao princípio do devido processo legal substancial, entendo pela inconstitucionalidade do art. 26, §§ 2º e 5º, da EC nº 103/2019”.

Direito – Conclui-se que  segurados, em qualquer situação, com incapacidade permanente, não podem ganhar valor inferior a 100% da média salarial em suas aposentadorias por invalidez.

Cálculo – Portanto, o cálculo da média salarial para benefício concedido após a reforma, deve levar em conta os salários de contribuição desde julho de 1994, ou desde o início da contribuição.

Advogado – A recomendação é que, quanto antes, o segurado prejudicado acione o Judiciário contra o cálculo que reduz seu benefício.

Desvalorização – O direito à aposentadoria por invalidez foi desvalorizado a partir da mudança da reforma previdenciária. As decisões do Judiciário brasileiro têm sido fundamentais para corrigir essa distorção imposta pela reforma.

Não é cabível que um benefício temporário seja maior que uma aposentadoria que reconhece a invalidez permanente do segurado do INSS.

Acréscimo – Aposentado por invalidez que comprove depender de outra (s) pessoa (s) para realizar atividades da vida diária, como banho e alimentação pode requerer o acréscimo de 25% do benefício.

É permitido que o  acompanhante seja um familiar

Provérbio – Para os injustiçados com a reforma é bom lembrar o provérbio português: “a justiça tarda, mas não falha”.

Ney Lopes é jornalista, advogado e ex-deputado federal

*O autor do artigo  dará orientação a quem interessar, independente de honorários.

Mais de mil municípios podem ficar sem receber recursos federais

Do jornal O Estado de São Paulo

Mais de mil municípios brasileiros correm o risco de ficar de fora da lista de cidades autorizadas a receber transferências voluntárias da União, celebrar acordos e convênios com órgãos do governo federal e ainda obter empréstimos com instituições financeiras. O número (1.039) representa quase 20% de todas as Prefeituras ou cerca da metade das 2.151 que possuem regime próprio de Previdência e ainda não implementaram um sistema complementar para servidores que recebem acima do teto. O prazo se encerra no próximo dia 31.Previdência Social, déficit previdenciário,

A adesão ao modelo foi uma das medidas aprovadas em caráter obrigatório na reforma nacional da Previdência, em 2019. Apesar de deixar Estados e municípios fora do texto final, o Congresso Nacional estabeleceu uma série de normas a serem aprovadas nos Legislativos locais.

Além do modelo complementar de previdência, também chamado de capitalização, é preciso estabelecer, por exemplo, alíquota mínima de 14% para contribuição dos funcionários públicos e deixar de pagar benefícios adicionais, como auxílio-doença e salário-maternidade – ambos passam a ser exclusividade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O não cumprimento das regras impede a concessão do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP) aos municípios. Sem o documento, verbas federais acordadas por meio de convênios custeados por emendas parlamentares ficam, em tese, bloqueadas. A consequência prática é a não execução de obras e serviços nas cidades ou a compra de equipamentos para as prefeituras.

Mas há exceções, como os recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) ou oriundos de fundos constitucionais, como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), que não podem deixar de ser repassados.

Maioria das cidades que ainda não se adaptaram à nova Previdência está no Norte e Nordeste do País

A poucos dias do fim do prazo relativo ao modelo complementar de Previdência, 48% das cidades atingidas pela norma não comprovaram a aprovação de leis sobre o tema, segundo dados do Ministério da Economia e Previdência. Proporcionalmente, a maior parte delas está nas regiões Norte e Nordeste do País. No Maranhão, por exemplo, só 6% das prefeituras que deveriam aprovar legislações próprias comprovaram a medida à pasta. Já em Santa Catarina, esse índice é de 87%.

No regime de capitalização, a aposentadoria é paga com base nas reservas acumuladas individualmente pelo servidor ao longo dos anos de contribuição. Funciona como uma espécie de poupança a ser utilizada no futuro – exatamente como na previdência privada. No setor público, no entanto, ele passa a ser obrigatório para quem recebe acima do teto do INSS e deseja se aposentar com o mesmo valor.

Folhas comprometidas

No caso da alíquota mínima e dos auxílios extras, o cumprimento geral entre os 2.151 municípios foi maior: 77% e 81%, respectivamente, até agora. Em ambos os casos, o prazo já se encerrou. Em ano eleitoral, no entanto, a expectativa é baixa em relação a avanços, especialmente no que diz respeito ao aumento da contribuição previdenciária mínima de 14%.

Até mesmo capitais não seguiram o prazo para reajustar a cobrança, como Macapá (AP), Belém (PA), Teresina (PI), Aracaju (SE) e Boa Vista (RR). Segundo relatório da pasta a que o Estadão teve acesso, outras cidades grandes seguem no mesmo grupo, como Arapiraca (AL), Betim (MG), Altamira (PA) e Piracicaba (SP).

Desatenção às questões previdenciárias pode comprometer o equilíbrio das contas municipais

Por causa das possíveis consequências, e pela proximidade do prazo relativo ao sistema complementar, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (ATRICON) tem enviado alertas a prefeitos e vereadores. Na semana passada, por meio de uma nota técnica, o presidente da entidade, Cezar Miola, apontou que “a eventual desatenção às questões previdenciárias” pode comprometer o equilíbrio das contas municipais e ainda levar à incapacidade de pagamento dos servidores no médio ou longo prazos.

Pressão

Conselheiro ouvidor do TCE-ES, Domingos Augusto Taufner afirma que há uma pressão por parte dos servidores que acaba por postergar e dificultar o debate regional. “Essa pressão é muito forte sobre prefeitos e vereadores porque as reformas trazem prejuízos imediatos às categorias, que têm dificuldade de ver os benefícios futuros da reforma, como a garantia de que os benefícios serão pagos”, disse.

Outro motivo para os atrasos, segundo Taufner, está relacionado à decisão do Congresso de não estender a reforma feita em 2019 automaticamente a Estados e municípios, gerando um desequilíbrio entre os funcionários públicos dos diferentes entes.

De acordo com dados da Atricon, apenas 327 das 2.151 Prefeituras com sistema próprio de Previdência aprovaram reformas consideradas amplas, nos moldes da emenda federal.

A capital paulista está nesse grupo desde o ano passado, quando conseguiu aval da Câmara para estabelecer a mesma idade mínima do INSS, que é de 65 anos para homens e 62 para mulheres, assim como para acabar com a isenção dos inativos que recebiam acima de um salário mínimo.

A gestão Ricardo Nunes (MDB) calcula que a reforma possa reduzir o déficit previdenciário da cidade, hoje estimado em R$ 171 bilhões, para R$ 60 bilhões num prazo de 75 anos. Em 2018, o município já havia aprovado o aumento da contribuição dos servidores – a alíquota sobre a folha de pagamento passou de 11% para 14% – e a criação do sistema complementar para quem recebe acima do teto federal.

Recente, o modelo, no entanto, só recebeu a inscrição de 43 servidores. A Secretaria Municipal da Fazenda espera um aumento significativo a partir da próxima semana, quando a legislação permitirá a migração também de funcionários que ingressaram antes de 2018.

Acompanhe o Canal BCS (Blog Carlos Santos) pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.

Deputado defende “uma reforma mais democrática”

Dias: "Reforma democrática" (Foto: João Gilberto)

O Projeto de Emenda Constitucional (PEC) da Reforma da Previdência do Rio Grande do Norte, em análise na Assembleia Legislativa, voltou a ser discutida na sessão plenária desta quinta-feira (12), na Casa Legislativa.

Em pronunciamento, o deputado José Dias (PSDB) disse que é favorável a uma reforma “mais democrática”.

“Queremos uma reforma que atenda também aos mais pobres”, disse.

“Que venha em favor de uma justiça social, buscando diminuir as diferenças, a exemplo da reforma conduzida pelo Governo Bolsonaro, e não essa reforma que o Governo do Estado tenta empurrar no grito”, disparou José Dias.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Governo recebe proposta de grupo de servidores da Uern

Raimundo: recebido (Foto: José Aldenir/Agora RN)

O chefe de Gabinete Civil do Governo do Estado, Raimundo Alves Júnior, confirmou nessa terça-feira (11) o recebimento de documento com proposta de ajustes no projeto de reforma da previdência estadual, apresentado por um grupo de servidores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

Na sexta-feira passada (7), o grupo encaminhou (veja AQUI) ao governo pedido de adiamento do envio do Projeto de Lei à Assembleia Legislativa, previsto para ontem (terça-feira).

Quarenta servidores subscreveram o pedido.

O documento com as propostas foi construído pelos professores Esdras Marchezan Sales, Francisco Carlos Carvalho de Melo, José Mairton Figueiredo de França, Maria Ivonete Soares Coelho, Francisco Soares de Lima, Zezineto Mendes de Oliveira e Joedson Jales de Farias.

“Necessidade”

O grupo “reconhece a necessidade de um ajuste fiscal amplo, capaz de recuperar a capacidade de custeio e de investimento”, ao contrário do que pregam sindicatos de categorias de técnicos e professores da própria Uern, que até se afastaram das negociações.

O envio do Projeto de Lei não aconteceu ainda. A previsão é que chegue às mãos dos deputados no máximo até sexta-feira (14).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Reforma previdenciária leva sindicalismo a sair de reunião

O Fórum Estadual dos Servidores do RN saiu possesso de reunião com representantes do Governo Fátima Bezerra (PT), nessa quinta-feira (30), no Centro Administrativo em Natal.

Na pauta, discussão sobre a Reforma da Previdência do RN. O governo não conseguiu apresentar minuta completa do projeto que apresentará à Assembleia Legislativa.

Representantes das entidades de trabalhadores preferiram se retirar da reunião. O governo vai encaminhar nesta sexta-feira (31), a proposta de aumento da alíquota pensada para a reforma estadual.

No dia 05 de fevereiro, haverá uma nova audiência entre Fórum e equipe estadual, mas algumas categorias já deixaram claro que sequer voltam à negociação.

“Direitos não se negociam”

Está mantida greve geral de 48 horas, para os dias 3 e 4 de fevereiro. “Direitos não se negociam”, avisa Carlos Alexandre do Sindicato dos Servidores da Saúde do RN (SINDSAÚDE/RN).

“Foi apresentada uma maquiagem mal feita e incompleta da proposta de Bolsonaro”, comentou Janeayre Souto, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público da Administração Direta do RN (SINSP/RN).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Servidores preparam protestos contra reforma de Fátima

O Fórum dos Servidores do RN, que congrega as entidades sindicais do funcionalismo público estadual, realizarão durante o final do mês de janeiro e durante o fevereiro uma jornada de lutas buscando impedir a aprovação da reforma da previdência do Governo de Fátima Bezerra (PT).

Fórum fará mobilizações contra projeto de reforma que ainda não foi apresentado (Foto: divulgação)

Serão realizados dois seminários com o objetivo de debater e conhecer os riscos do que o Fórum denomina de “contrarreforma”, garantindo que as direções sindicais terão conhecimento dos impactos provocados pelas propostas de Fátima Bezerra (PT) na Previdência Estadual. O primeiro seminário será realizado na próxima quinta-feira (23) e o segundo nos dias 31 de Janeiro e 01 de Fevereiro.

Manifestações

Além dos seminários, o Fórum já convocou duas manifestações unificadas para expor o desagrado com as propostas contidas na contrarreforma da previdência. A primeira manifestação será realizada na Governadoria no dia 28 de Janeiro, e a segunda, no dia 04 de fevereiro na Assembleia Legislativa do RN (ALERN).

O texto completo da reforma, que o Governo se comprometeu em entregar ao Fórum dos Servidores no dia 15 de dezembro, ainda não foi apresentado aos sindicatos, o que tem gerado enorme indignação às categorias, que seguem sem poder discutir com maior densidade as propostas contidas no documento, manifesta a Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN), que faz parte do Fórum.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Governo estadual recua em proposta de reforma previdenciária

Rui: segunda reforma (Foto: A Tarde/UOL)

Após a votação sobre a reforma da previdência para servidores da Bahia ser suspensa nessa segunda-feira (14), por causa de uma liminar do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o governo do estado mudou o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê, entre outros itens, a mudança na previdência dos funcionários públicos.

Valeu a pressão dos setores organizados do funcionalismo, através de seus sindicatos.

O governador baiano Rui Costa (PT) deve enviar nos próximos dias o texto da PEC para Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) e pediu uma convocação extraordinária para análise do documento.

Uma reclamação dos servidores diz respeito à alíquota de contribuição que já tinha crescido de 12% para 14%, em 2019 e ,com a reforma da previdência, chega a 15% para o servidor que recebe mais de R$ 15 mil por mês.

A reforma da previdência deve alcançar 150 mil servidores públicos na ativa e cerca de 130 mil aposentados e pensionistas.

O texto antigo falava em contribuição para quem recebe mais de R$ 10 mil.

Com informações do G1 Bahia e outras fontes.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Professores rejeitam reforma e admitem até greve

Tárcio, Rômulo e Jean: live de hoje (Foto: reprodução do BCS)

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do RN (SINTE/RN), Regional de Mossoró, já tem posição firmada e formada em relação ao esboço da reforma previdenciária do Estado do RN.

É contra e pode até mesmo promover greve, caso prevaleça o projeto a ser apresentado pela governadora Fátima Bezerra (PT) – que é originária desse segmento sindical.

Isso ficou claro em vídeo da entidade que foi ao ar à manhã desta quinta-feira (12) em seu endereço na rede social Facebook.

– O governo não apresentou o projeto em si,  mas uma série de intenções – assinalou o diretor estadual da entidade, Rômulo Arnaud.

– Nós rejeitaríamos ou rejeitaremos, qualquer projeto que retire direitos do trabalhador – acrescentou Arnaud.

– Vamos resistir – avisou.

A live (postagem ao vivo) foi conduzida pelo jornalista Tárcio Araújo, que também ouviu o coordenador regional do Sinte, professor Jean Carlos Silva.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Consórcio Nordeste reúne 9 governadores hoje em Natal

O RN sedia nesta segunda-feira (16), a partir das 14h30, o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste. Acontecerá no Hotel Senac Barreira Roxa, com presença de governadores dos nove estados nordestinos, tendo a governadora potiguar Fátima Bezerra como anfitriã.

Governadores trataram de agenda prática em favor dos nove estados no Piauí (Foto: Assecom PI)

O chamado Consórcio Nordeste terá uma ampla pauta de discussão. Ele segue uma agenda previamente definida na reunião anterior ocorrida em Teresina-PI, dia 21 do mês passado (veja AQUI).

O projeto Nordeste Conectado, captação de investimentos para a região, compras coletivas envolvendo os estados, parcerias internacionais, debate sobre reforma tributária, concessões e a situação da Petrobras também vão ser objeto de abordagem.

Os governadores vão conversar ainda sobre a 1ª agenda internacional do grupo de governadores acontecerá provavelmente na segunda quinzena de novembro. A missão deverá manter encontros institucionais e empresariais em quatro países – Espanha, Itália, Alemanha e França – e será encabeçada pelo governador da Bahia e presidente do Consórcio, Rui Costa (PT).

PROGRAMAÇÃO

14h30 às 15h: Solenidade de abertura
15h às 16h30: Discussões sobre propostas de reforma tributária
16h30 às 16h45: Agenda Europa
16h45 às 17h: Projeto Nordeste Conectado
17h às 17h30: Análise sobre a efetivação de concessões
17h30 às 18h: Reflexões acerca da Petrobras
18h às 18h30: Solenidade de encerramento
18h30: Coletiva de imprensa

Saiba mais informações sobre o Consórcio Nordeste clicando AQUI.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Sindicato fará protesto em defesa de previdência e educação

O Sindicato Estadual dos Trabalhadores em Educação do Ensino Superior (SINTEST) da Universidade Federal Rural do Semiárido ((FERSA), em parceria com o Fórum dos Servidores Públicos do Oeste Potiguar, organiza um ato em defesa da previdência social e contra o desmonte da educação.

A atividade acontece nessa terça-feira (6), na Praça da Independência, às 15h, centro de Mossoró.

“A proposta de reforma da Previdência é extremamente perversa com todos os trabalhadores, tanto da iniciativa privada quanto do serviço público, e a única forma de barrá-la é fazendo o enfrentamento nas ruas”, prega convocação do Sintest/Ufersa.

Esta semana termina o recesso parlamentar e o governo pretende dar continuidade a aprovação da reforma da Previdência em 2º turno. A previsão é que a Câmara dos Deputados retome a votação da PEC como prioridade nesse período.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, pretende aprovar o texto até o dia 8 de agosto (quinta-feira).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

“Acabou o amor; Bolsonaro traidor”, gritam policiais

Bolsonaro: aliados se voltam contra ele (Foto: Alan Santos)

Da coluna Painel do Folha de São Paulo

Enquanto um grupo de policiais aborda deputados dentro da Câmara, mais de uma centena de policiais, vestidos de preto, marcham em direção ao Congresso com faixas por mudanças na reforma da Previdência e aos gritos de “acabou o amor; Bolsonaro traidor”.

Os policiais cobram regras de transição mais suaves para forças que atuam na segurança pública.

Integrantes do PSL, o partido do presidente Jair Bolsonaro, estão entre os principais entusiastas da mudança.

A equipe econômica é contra.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Estudo mostra situação caótica de previdência estadual

“A situação das previdências estaduais”. Esse é o título de um amplo estudo feito pelo Instituto Fiscal Independente (IFI) quanto ao cenário da previdência dos servidores estaduais em todo o país. O trabalho foi entregue ao Senado nessa última segunda-feira (3), ao qual o IFI é ligado.

A dinâmica das despesas previdenciárias é um aspecto central da delicada situação fiscal de muitos estados. De modo geral, os números apontam desequilíbrios tanto sob o aspecto financeiro, como o atuarial.

Ademais, o quadro vem se agravando ao longo dos anos e as perspectivas não são favoráveis, em particular por conta da redução do número de servidores ativos em relação ao de inativos, da baixa contribuição previdenciária e de regras que possibilitam aposentadoria precoce e benefícios elevados em relação à remuneração na ativa.

O quadro se torna ainda mais complicado com o elevado número de servidores de categorias com regras mais favoráveis em relação aos servidores em geral, notadamente professores e militares.

Em alguns estados a situação é mais grave, como MG, RJ, RS, RN e SC.

A alteração das regras previdenciárias do servidor estadual parece ser o modo mais eficaz de enfrentar os atuais desequilíbrios e as perspectivas desfavoráveis, diz o estudo.

Veja AQUI a íntegra desse levantamento.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Maioria dos deputados é contra proposta previdenciária

Do Blog do Barreto

O conteúdo da reforma da previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) segue dividindo opiniões.

Mas como se posiciona os oito deputados federais do Rio Grande do Norte?

A partir de agora, veja a posição de cada deputado potiguar sobre o tema.

Natália, Girão, Beto, Benes, Fábio, João, Rafael e Walter mostram posição em relação ao tema (Fotomontagem BB)

Cinco deputados são contra a proposta do jeito que ela está: Beto Rosado (PP), Rafael Motta (PSB), Walter Alves (MDB), Benes Leocádio (PRB) e Natália Bonavides (PT).

Dois são a favor com ressalvas: João Maia (PR) e Fábio Faria (PSD).

General Girão (PSL) é a favor, mas se coloca aberto ao diálogo.

Único membro do Rio Grande do Norte na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, onde a proposta  começa a ser analisada, Beto Rosado (PP), afirma que não há inconstitucionalidades, mas deixa bem claro o que ele não aceita. “A proposta que foi enviada eu não estou de acordo. Como membro do Progressistas nós enviamos um documento assinado pelas lideranças ressaltando a necessidade da retirada da aposentadoria rural, BPC (Benefício de Prestação Continuada) e este último o próprio ministro Guedes admitiu alterar”, frisou.

O coordenador da bancada federal Rafael Mota deixa claro que não vai votar a favor de injustiças contra o trabalhador. “Nosso mandato tem tido uma posição firme com relação às reformas. Não somos contra mudanças, mas somos contra novidades que imponham ao trabalhador e ao contribuinte uma conta que não é deles”, disse.

O deputado General Girão se coloca favorável a proposta, mas entende que ela pode ser aperfeiçoada. “Sou a favor. Claro que iremos aperfeiçoar nos diálogos, que já estão sendo feitos”, explica.

Já Fábio Faria diz ser contra mexer na aposentadoria rural e alterar o Benefício de Prestação Continuada. O restante da posição ele está tratando como em análise.

A mesma tendência é a de João Maia. “Sou a favor com modificações na aposentadoria rural, BPC e discutindo magistério e regras de transição”, explica.

Os deputados Benes Leocádio e Walter Alves afirmam ser contra o texto na forma como ele está.

A deputada Natália Bonavides (PT) entende que a proposta não está de acordo com o discurso do Governo. “Somos contra a proposta de reforma da previdência de Bolsonaro. O projeto é o contrário do que o governo diz: em vez de combater privilégios, joga a conta da crise para a população mais pobre, de salários mais baixos, e para idosos e pessoas com deficiência que dependem de benefício assistencial”, diz.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Sem medidas austeras, estado vai “piorar”, diz Carlos

Carlos: sem rumo (Foto: Twitter)

Em seu Twitter nesta segunda-feira (8), o ex-candidato a governador do RN Carlos Eduardo Alves (PDT) antecipou avaliação dos 100 dias do Governo Fátima Bezerra (PT), que terá essa marca no próximo dia 10.

“Sem reforma do Estado e da Previdência, venda de ativos e economia no funcionamento da máquina administrativa, a tendência é de que nosso Estado piore na segurança, na saúde e no turismo, pois não existe infraestrutura para custeio ou investimento”, disse.

“Hoje, vivemos como se estivéssemos no ano passado, nada foi feito, nenhuma ação para se conseguir apoio federal, que não virá sem tomada de medidas saneadoras”, assinalou.

“Lamentar que, nos 100 dias do atual Governo do Estado, tudo esteja parado e sem perspectivas. Nenhuma medida de ajuste fiscal, de corte efetivo de cargos, quatro folhas salariais atrasadas, atestam marasmo da gestão e a ineficiência de serviços essenciais”, identificou.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Coragem para fazer uma reforma previdenciária

O ministro do Planejamento e Finanças, Paulo Guedes, considera que é inexorável uma reforma previdenciária séria no país.

Para ele, o atual sistema é uma “fábrica de desigualdades”.

E acrescenta: “Quem legisla e julga tem as maiores aposentadorias e a população, as menores”.

Vamos ver se o Governo Bolsonaro tem coragem e habilidade para mexer nesse vespeiro.

Sem ela, a coragem, “não se chupa nem um Chica-bon”, dizia o dramaturgo e jornalista Nelson Rodrigues.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUI

Reforma Previdenciária para privilegiados

Reforma Previdenciária que não extingue privilégios, não é reforma.

De novo tudo não passa de falácia, baseada em sofismas.

As castas do país continuarão privilegiadas, a expensas do sofrimento da maioria inocente e indefesa.

O Brasil é um caso perdido.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI e o Instagram clicando AQUI.

Quinta Jurídica debate Reforma Previdenciária hoje

Hoje (quinta-feira, 11), a partir das 19h, a Reforma Previdenciária estará em debate na Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN) em Natal, durante a realização da Quinta Jurídica.

Os palestrantes serão a advogada Adriane Bramante, autora do livro “Aposentadoria Especial, Teoria e Prática”, o Juiz Federal Fábio Luiz de Oliveira Bezerra e o ex-secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência Social Jaime Mariz.

As inscrições para a Quinta Jurídica são gratuitas e podem ser feitas através do site www.jfrn.jus.br .

A efetivação da inscrição ocorre com a doação, no dia do evento, de dois quilos de alimentos não perecíveis.

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

PSB pressiona bancada contra reformas, mas há resistência

Rafael: posição

Composta por 35 deputados, a bancada do PSB na Câmara se reunirá na tarde desta terça-feira (25) para discutir a decisão da executiva nacional do partido de fechar questão contra as reformas da Previdência e trabalhista, obrigando parlamentares da sigla a votarem contra as propostas, sob risco de expulsão.

Integrante do PSB, o potiguar Rafael Motta posicionou-se mês passado contra a Reforma da Previdência (veja AQUI).

Ele também foi contra projeto de lei que dispõe sobre terceirização irrestrita em qualquer tipo de atividade (veja AQUI).

Quanto à tramitação em regime de urgência da reforma trabalhista, que tem o deputado federal Rogério Marinho (PSDB) como relator, ele recuou. Votou a favor (veja AQUI).

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.