Cicília Maia apresentará seu livro no dia 9 (Foto: Divulgação)
A professora Cicília Maia, reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern), será uma das escritoras convidadas da Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, que acontece no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, desde o último dia 3 e segue até o dia 12 de outubro. Ela participa do evento, no dia 9, lançando o livro “Universidade Social: desafios e avanços”, publicação das Edições Demócrito Rocha (EDR), em parceria com as Edições Uern.
O livro reúne 39 artigos escritos por Cicília Maia, sobre educação, cidadania, meio ambiente, direitos humanos, e diversos outros temas, sempre relacionados de alguma forma com a educação. Os artigos foram publicados no jornal O Povo, ao longo dos últimos dois anos. Além deles, compõem o livro, também, discursos da reitora.
“É um momento muito feliz, ter estes pensamentos e reflexões materializados em artigos de opinião e, agora, em livro, facilitando o acesso para mais pessoas. Espero que o livro “Universidade social” possa ser útil no envolvimento de mais pessoas na luta por uma educação pública e uma universidade pública ainda melhor e mais forte”, comenta Cicília. “Quero agradecer, também, a todo cuidado e carinho da equipe das Edições Demócrito Rocha e do jornal O Povo que, junto com as Edições Uern, construiram este belo livro”, destaca.
O lançamento do livro “A Universidade Social: desafios e avanços” acontecerá na próxima quinta-feira (9), às 10h, no Círculo das Ideias, no estande das Edições Demócrito Rocha, na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco. Mais informações em: //bienalpernambuco.com/
Reunião com o prefeito interino ocorreu na manhã desta quinta-feira (Foto: Lucas Bulcão)
O prefeito interino de Mossoró, Marcos Medeiros (PSD), recebeu nesta quinta-feira (15) o reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Rodrigo Codes, a reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Cicília Maia, e o vereador Thiago Marques (SDD). Na mesa do Salão dos Grandes Atos do Palácio da Resistência, eles e outros participantes trataram sobre a viabilidade da construção de hospital universitário no Município.
Em Mossoró, há formação anual de mais de 240 pessoas em três cursos de Medicina. Além da Ufersa e Uern, existe ainda uma faculdade privada: a Facene.
‘’A Prefeitura de Mossoró está totalmente à disposição para contribuir com essa pauta, importante para a saúde de Mossoró e para toda a região. Nos somamos às universidades, à Câmara Municipal, para fortalecer essa pauta e buscar os recursos junto à bancada federal. A gestão do prefeito Allyson Bezerra (UB) está à disposição’’, afirmou Marcos.
A reitora Cicília destacou a importância da parceria com o Município e Câmara para fortalecer a pauta. ‘’Essa obra é importante não só para as universidades, mas para toda a sociedade. Quando vemos que o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) atende a mais de 60 municípios, percebemos a real necessidade desse novo hospital’’, pontuou ela.
Demanda
‘’Os cursos de medicina de Mossoró mostram que há demanda para um hospital universitário, então é necessário para o curso, para Mossoró, sem dúvida nenhuma vai contribuir não só com o curso de medicina da Ufersa como o da Uern, já que nós somos a única cidade do estado que tem dois cursos de medicina públicos’’, disse Rodrigo Codes.
‘’Agradeço ao prefeito interino Marcos por atender o pedido para discussão sobre a essa pauta tão importante para Mossoró e região. Temos como objetivo discutir possibilidades, a viabilidade de instalação de hospital universitário em Mossoró, a partir de emendas parlamentares da bancada federal’’, informou o vereador Thiago Marques, propositor da pauta.
Como encaminhamento da reunião está, inicialmente, a oficialização da Frente Parlamentar pela Câmara Municipal, com participação da Uern, Ufersa e Prefeitura de Mossoró. Também será feito levantamento de dados sobre as demandas da saúde do Município e região e visita técnica a hospitais universitários de referência para elaboração de projeto. Com as informações, a Frente irá buscar a bancada federal em Brasília/DF.
Imóvel está em escombros no Centro de Mossoró, à espera do seu resgate (Foto: Carlos Oliveira/Arquivo BCS)
A reitora da Universidade do Estado do RN (UERN), professora Cicília Maia, deve assinar, nos próximos dias, a licitação para a reforma do prédio da antiga Associação Cultural e Esportiva Universitária (ACEU), no Centro da cidade.
O resultado da concorrência eletrônica com o anúncio da empresa vencedora (Hertz Construções e Serviços LTDA) foi publicado na edição desse sábado (21) do Jornal Oficial da Uern (JOUERN).
A obra custará R$ 1.959.000,00 (um milhão novecentos e cinquenta e nove mil reais). Os recursos são próprios da universidade.
História
Integrado ao patrimônio da Uern desde 1983, em 2018 a instituição teve autorização para captar recursos superiores a um milhão de reais através da Lei Câmara Cascudo, para uso em sua restauração. De lá para cá, segue se desmanchando.
Com 2.478 metros quadrados e com 600 metros cobertos de espaço construídos, o Clube Aceu nasceu como área de lazer social, espaço literário e cultural no fim da primeira década do século passado. Seu endereço físico há décadas é a Rua Dr. Mario Negócio, 58-120, Centro.
Era a Associação Cultural Ipiranga, o Clube Ipiranga, em terreno doado pela municipalidade. Teve no padre Mota um dos grandes incentivadores, além de empresários locais. Foi inaugurado em setembro de 1920. Virou patrimônio da Fundação Universidade Regional do RN (FURRN) em 1976 e ganhou status de patrimônio municipal tombado pela “Lei do Corredor Cultural”.
O clube Ipiranga, nas primeiras décadas do século passado (Acervo do IBGE/Arquivo do BCS)
Nota do Blog – Adolescente, cheguei a frequentar o Aceu em festas agitadas. Também pude desfrutar de espaços para leitura e esporte – quadra e campo. Não faltaram também projetos culturais bem mais adiante, até ser fechado, aos pedaços. Boa nova, reitora. Agora vai!
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Professora Cicília é vê protagonismo e “formação de qualidade” (Foto: Web)
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) aprovou duas novas propostas de doutorado na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN): em Geografia e em Ciências Naturais.
Os novos cursos passarão a integrar o Programa de Pós-Graduação em Geografia e Programa de Pós-Graduação em Ciências Naturais, respectivamente, que já oferecem os cursos em nível de mestrado.
A partir de agora, a criação dos cursos tramitará internamente, inclusive passando pela análise/aprovação do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE).
O funcionamento ocorrerá após o Ministério da Educação publicar, no Diário Oficial da União (DOU), as portarias homologando a decisão da Capes.
A expectativa é de que os editais de seleção para ingresso nos referidos cursos sejam lançados pela Uern no início de 2025.
“O RN ganha mais dois importantes cursos, com a nossa Uern sendo protagonista dessa formação de qualidade”, enfatizou a reitora Cicília Maia.
Com a conquista, a Uern contará com 09 doutorados. Em se tratando de Mestrado, são 25 programas em diversas áreas.
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Lançamento aconteceu hoje no auditório do Sesi (Foto: Raquel Queiroz)
Foi dada a largada para a edição 2024 do Festival de Teatro da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FESTUERN). O edital com as informações da 18ª edição foi lançado nesta segunda-feira (24), durante solenidade no auditório do Sesi Mossoró. As inscrições para as escolas interessadas em concorrer a uma das 30 vagas para a mostra competitiva ficam abertas até o dia 14 de julho.
O 18º Festuern acontecerá entre os dias 21 e 25 de outubro de 2024, no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado, em Mossoró. Por ano, o festival costuma reunir em média 4 mil pessoas, na plateia, durante uma semana de apresentações. No palco, mais de 500 estudantes participam das apresentações montadas pelas escolas.
Patrocinadores
Realizado pela Uern e pela Fundação para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado do Rio Grande do Norte (FUNCITERN), o festival conta com patrocínio do Governo do Estado, por meio da Lei Câmara Cascudo, e da TCM Telecom. A equipe organizadora está em busca de novos patrocinadores para completar o valor total do projeto.
O lançamento da edição 2024 contou com as apresentações da Companhia Escarcéu de Teatro e da turma de teatro da Escola de Artes de Mossoró, com a performance “Poetas sonhadores”, com direção da professora Luciana Duarte.
Nesta edição, serão selecionadas 30 escolas públicas para a mostra competitiva, cinco a mais que a edição passada. O número de categorias, na premiação, também aumentou. Neste ano, também haverá a entrega da medalha professor Felipe Caetano a entidades que contribuem com a história do festival.
A Reitora da Uern, Cicília Maia, participou do lançamento e destacou o papel transformador do festival na vida de muitos estudantes. “O Festuern é um instrumento de transformação social pela arte e educação. A cada ano ficamos imensamente felizes de poder proporcionar este momento, junto com a comunidade escolar do Rio Grande do Norte”, disse.
As universidades públicas brasileiras vivem um momento de otimismo e esperança. Em quatro meses de gestão, o governo federal tem demonstrado importante compromisso com a valorização e fortalecimento da educação e da ciência pública. No anúncio mais recente, o Ministério da Educação garantiu a recomposição orçamentária das universidades e institutos federais, com a injeção de R$ 2,44 bilhões.
Há expectativa que um projeto de apoio e fortalecimento para as universidades estaduais e municipais também seja anunciado. Mas, uma questão tem dedicado atenção especial do ministro Camilo Santana: a qualidade da formação docente.
No caminho do projeto de reconstrução da educação pública nacional, o MEC tem demonstrado preocupação com a formação inicial docente. Para isso, o ministério já criou um Grupo de Trabalho (GT) específico para propor políticas de melhorias nesta formação. Um dos dados que acendeu o alerta na nova equipe do MEC foi a quantidade de cursos de graduação em licenciatura que obtiveram qualidade insatisfatória na avaliação de 2021.
Os dados dos indicadores de qualidade da educação e do Censo da Educação Superior mostraram também índices consideráveis de evasão em alguns cursos de licenciatura.
O número de concluintes é maior, em universidades públicas, somente nos cursos de letras-português (51%), ciências biológicas (55%), ciência da computação (67%), física (70%) e química (70%). Nas demais licenciaturas, as universidades privadas têm maior proporção de concluintes: pedagogia (90%), educação física (85%), artes visuais (84%), letras português e inglês (80%), história (70%), letras português e espanhol (66%), música (60%), matemática (60%), filosofia (59%), letras inglês (59%), geografia (51%) e ciências sociais (51%).
Quanto à modalidade de ensino, somente ciências sociais, ciências biológicas, física e química têm a maioria dos seus concluintes no formato presencial. Todas as demais licenciaturas registraram maioria de concluintes na modalidade de educação a distância.
Os dados do Censo da Educação Superior mostram um panorama importante para entender um pouco do cenário da formação docente nas escolas e nas universidades. Um olhar mais atento vai identificar que, com a diversidade dos desafios encontrados, somente uma ação que integre todos os atores pode delinear caminhos acertados para melhorar as condições para formação de nossos professores, guerreiros fundamentais em nossas salas de aula.
Um passo extremamente necessário foi dado, com a ampliação na quantidade de bolsas dos programas de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) e de Residência Pedagógica (PRP). No Pibid, a Capes ampliou as bolsas, de 29.378 para 55.034. Na Residência Pedagógica, o número de beneficiários saltou de 28.304 para 33.929. Para 2024, o compromisso é de aumentar em mais 100 mil.
Na elaboração de estratégias para qualificar o processo formativo docente, a escuta do professor e do aluno é parte imprescindível. A educação se qualifica no diálogo, na troca de experiências e impressões e na humildade de saber ajustar os passos quando necessário.
Cicília Maia é professora-doutora e reitora da Uern
Resultado potencializa ainda mais a instituição e seu alunado (Foto: Arquivo)
Sediada em Mossoró, com quase 55 anos de vida, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) vive momento especial, colhendo frutos de um trabalho coletivo com foco na melhoria da qualidade do ensino na instituição, nos últimos anos. A divulgação do Índice Geral de Cursos (IGC), pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, do Ministério da Educação (INEP/MEC), à semana que passou, mostrou a evolução da universidade no indicador que avalia a qualidade das Instituições de Educação Superior (IES).
Pela primeira vez, a Uern alcançou a faixa 4 do IGC, entrando na seleta lista de 22,5% das IES que encontram-se neste patamar. No Brasil, das 2.012 instituições avaliadas, entre públicas e privadas, a maioria (62,9%) está na faixa 3. Já na faixa 5 (nota máxima), estão 46 (2,3%) IES.
No Rio Grande do Norte, todas as IES públicas (Uern, Ufersa, UFRN e IFRN) estão na faixa 4. O resultado colocou a UERN como a 7° melhor colocada entre todas as universidades estaduais do Nordeste.
Indicadores
O IGC avalia a qualidade das instituições de educação superior, tendo como base as notas dos cursos de graduação e pós-graduação, em avaliações como o Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (ENADE) e a avaliação dos cursos de pós-graduação pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Desde 2017, quando passou a fortalecer a política de avaliação institucional, integrando estudantes, técnicos e professores neste desafio, a Uern trabalha para impulsionar seus indicadores educacionais. No IGC contínuo, que serve de base para o IGC geral, a Uern saltou de 2,67, em 2017, para 3,01 agora em 2021. Em 2014, esse índice era de 2,54.
Reitora Cicília Maia mostra que resultado é crença também em autoavaliação (Foto: Agecom/Uern)
Nos cálculos do Inep, quem ultrapassa os 3 pontos no IGC contínuo entra na faixa 4 do IGC geral. “Este é um resultado que coroa o trabalho de toda a comunidade acadêmica, que acreditou e apostou com a gente na autoavaliação institucional e na construção de caminhos que pudessem qualificar ainda mais o nosso ensino, tanto na graduação como na pós-graduação”, comenta a reitora Cicília Maia.
O engajamento dos departamentos acadêmicos e dos estudantes foi primordial para este resultado, já que uma das bases para o IGC é o desempenho dos estudantes na prova Enade, ao fim do curso. Em 2021, dos 32 cursos da Uern avaliados na prova, mais da metade subiu o conceito, com destaque para 9 que obtiveram conceito 4, em uma escala de 1 a 5, onde 5 é o nível mais elevado.
Da última vez que esses cursos foram avaliados, em 2017, somente 3 alcançaram conceito 4. Em 2021, os cursos de Ciências Biológicas (licenciatura e bacharelado); Educação Física (licenciatura – Pau dos Ferros); Letras – Inglês (Mossoró); Pedagogia (Mossoró, Patu, Assú e Pau dos Ferros) e Química chegaram a esta faixa. O número de cursos com Conceito Enade 3 também subiu, enquanto o número de cursos com conceito 2 diminuiu.
“A soma de todos estes fatores foi crucial para que tivéssemos um avanço no Índice Geral de Curso (IGC), chegando a 3,07 o que nos levou à faixa 4”, explicou o professor Wendson Medeiros, assessor da Assessoria de Avaliação Institucional.
Expectativa
E a expectativa da instituição é crescer ainda mais nos indicadores, na próxima avaliação. “Para o cálculo do IGC é considerado também o desempenho dos cursos de pós-graduação da instituição e, na avaliação de 2021 não foram contabilizados os bons resultados que chegaram em 2022. Assim, acreditamos que mantendo o bom desempenho na graduação, e mais os últimos resultados dos mestrados e doutorados da Uern, há uma chance de elevarmos nosso IGC contínuo”, comentou o pesquisador institucional da Uern, Romell Wladimir.
Na última avaliação quadrienal da Capes, 10 programas de pós-graduação da Uern elevaram suas notas. Cinco deles alcançaram a nota máxima (5). Outros cinco subiram de 3 para 4. Os demais mantiveram as notas anteriores, sendo dois com nota 4 e oito com nota 3.
A Uern possui 58 cursos de graduação e 22 programas de pós-graduação, estando presente em seis municípios potiguares com seus campi (Mossoró, Natal, Pau dos Ferros, Assu, Caicó e Patu). Na Educação a Distância (EaD) possui 6 cursos de graduação, com apoio em 15 polos da Universidade Aberta do Brasil (UAB).
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Em agenda da Associação Brasileiras de Reitoras e Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM), no dia internacional da mulher (8 de março), com ministros do Governo Federal, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) esteve em evidência. A reitora Cicília Maia foi escolhida para representar todos os colegas reitores em discurso.
Vice-presidente recepcionou grupo de reitores (Foto: divulgação)
Em reunião com os ministros da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos, e da Educação, Camilo Santana, a professora Cicília Maia fez questão de enfatizar a necessidade do Governo Federal ter um tratamento igual para todas as instituições de ensino superior, sejam da esfera federal ou estadual e municipal.
“Ministra, o que queremos hoje aqui nesta primeira audiência de muitas é o seu compromisso em olhar para o Brasil – em olhar para o sistema nacional de educação superior – e a senhora já pensar imediatamente que tem um conjuntos de instituições estaduais e municipais que estão espalhadas em todo Brasil e que são instrumentos de oportunidades e transformações de um povo que a muito tempo grita por uma sociedade mais justa e mais igualitária”, destacou durante fala à ministra Luciana Santos.
Cicília defendeu com ministra um olhar para universidades em geral (Foto: divulgação)
“Teríamos muitas pautas para colocarmos hoje, mas queremos apenas um compromisso: quando falarem em ensino superior inclua a Abruem. Inclua esse coletivo para as discussões e construções. Olhe para todos nós como agentes de transformação. A Abruem está aqui em números e em qualidade espalhada em todo Brasil”, reforçou Cicília Maia.
Em agenda com o ministro Camilo Santana, a reitora também destacou essa necessidade das instituições e reforçou que todas sempre estiveram à disposição para trabalhar pelo desenvolvimento do País. “As nossas 47 afiliadas, como o senhor muito bem sabe, estão espalhadas em todo Brasil e inteiramente à disposição do governo nessa reconstrução nessa revolução que precisamos”, disse.
Camilo Santana acompanhou pronunciamento de reitora (Foto: divulgação)
Ela também participou com os colegas reitores de reunião com o vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento e Indústria, Geraldo Alckmin. Toda a agenda de trabalho foi conduzida pelo presidente da Abruem, professor Francisco Lima Júnior, reitor da Universidade Regional do Cariri (URCA).
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O anúncio do aumento nos valores das bolsas de pós-graduação, iniciação à docência e formação de professores da educação básica, feito pelo Governo Federal, no dia 16 de fevereiro, em Brasília, deixou de ser uma simples solenidade oficial para transformar-se em momento histórico para a ciência do País. Com valores defasados desde 2013, as bolsas atendem mais de 250 mil bolsistas da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e são fundamentais para a manutenção do trabalho de pesquisa nas instituições de ensino superior do país.
Anúncio foi feito no último dia 16 em Brasília (Foto: Agência Brasil)
Dados da Capes mostram que, hoje, 160 mil pessoas são bolsistas de cursos de mestrado, doutorado, pós-doutorado e dos programas de formação de professores, no Brasil. Destes, 61 mil são estudantes de cursos de licenciatura.
Contando com a presença do Presidente Lula – que reassumiu o compromisso com o fortalecimento do investimento público na produção científica – a solenidade mostrou um novo momento de uma área estratégica para o desenvolvimento do país – educação – ciência e tecnologia.
Muito além do impacto financeiro, a decisão garante maior segurança às universidades e demais instituições de ensino superior para cumprirem seu papel no desenvolvimento nacional. Um próximo passo importante é a discussão, pelo Ministério da Educação, com as instituições, sobre formas de garantir condições para que elas possam equiparar suas bolsas internas aos valores ajustados pelo Governo Federal. Pegas de surpresa, muitas estão tendo que cortar em outros setores para não prejudicar os estudantes e pesquisadores.
Os primeiros passos do Governo Federal mostram que, a partir de agora, as instituições serão tratadas como parceiras estratégicas do projeto de desenvolvimento nacional, participando e construindo junto as políticas públicas necessárias à superação de problemas urgentes como a fome, a desigualdade social e o analfabetismo, entre outros. Além disso, passam a ter abertura ao diálogo em favor do fortalecimento da ciência brasileira, evidenciando seus potenciais e possibilidades.
Nesse sentido, a ampliação dos programas de formação de professores da educação básica e iniciação à docência foi mais um acerto. Executado em parceria com as instituições de ensino superior, estes programas têm contribuído de forma especial com a melhoria na qualidade da educação nas escolas.
Para este ano, o governo prometeu ampliar em mais 30 mil a quantidade de bolsas no Pibid e Residência Pedagógica, que juntos ofertam hoje 60 mil auxílios para estudantes de cursos de licenciatura.
Com um cenário bem mais favorável do que o que vivemos nos últimos anos, acreditamos que educadores, cientistas e todos que têm compromisso com a educação pública brasileira têm a oportunidade de, junto a outros setores importantes da sociedade, promover as mudanças e reconstruções necessárias ao surgimento de um Brasil mais justo para todas as pessoas.
Cicília Maia é professora-doutora e reitora da Universidade do Estado do RN (UERN)
A implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos docentes da Uern está assegurada. Nesta quarta-feira (15) o plenário da Assembleia Legislativa do RN aprovou, por unanimidade, o projeto de lei que altera a remuneração dos cargos públicos de professor do ensino superior da Fundação Universidade do Estado do RN (FUERN).
Plenário aprovou matéria nesta quarta-feira (Foto: Eduardo Maia)
Agora o projeto segue para sanção da governadora Fátima Bezerra.
O projeto complementa a Lei nº 699/2022, que instituiu o PCCR docente, que não foi implantado em sua totalidade devido a restrições da legislação eleitoral no ano passado.
O projeto prevê a conclusão da implantação do PCCR aprovado em assembleia da categoria, com aumento de 5% no salário base, para todas as classes e todos os níveis, retroativo a janeiro de 2023. Para 2024, os docentes passarão por elevação da titulação, sendo 10% para a Classe I; 26% para a Classe II e 55% para a Classe III, além de aumento linear de 10% no salário base.
A reitora Cicília Maia e o vice-reitor Chico Dantas acompanharam a votação, e comemoraram mais uma conquista. O presidente da Associação dos Docentes (ADUERN), professor Neto Vale, também esteve na Casa.
Segundo garante a reitora Cicília Maia, no próximo ano, começam as discussões em torno da repactuação da autonomia financeira e a campanha salarial dos servidores técnicos e docentes.
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Presidente da Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN), o professor Neto Vale faz contraponto em relação a trecho de entrevista (veja AQUI concedida pela reitora da Uern, professora Cicília Maia, quanto à relação com docentes da instituição.
Leia abaixo:
Prezado jornalista Carlos Santos,
Esclarecer alguns pontos da matéria da reitoria:
a) Os assessores da reitoria vem repetindo uma falsa narrativa, sobre a existência de um acordo com a ADUERN, com o único propósito de torná-lo verdadeiro. A verdade: nao existe nenhum acordo entre ADUERN e reitoria, com tabelas com percentuais definidos;
b) A reitoria, continua não cumprindo com a implementação do Plano de Cargos Carreiras e Remunerações (PCCR), para fazer isso teria que consertar os graves erros identificados pela ADUERN. Um dos graves erros, foi a quebra da paridade entre uma parte dos aposentados e ativos. Esse erro será corrigido em parte, graças as ações articuladas da ADUERN, aposentados, Dep George Soares e o Estado que mediou a solução. A verdade: a reitoria nunca concordou com a sugestão da ADUERN, é tanto que o erro persiste com os ativos;
c) Com a aprovação do PCCR, em março de 2022, em seguida a ADUERN realizou uma Assembléia, sendo aprovado pelos docentes às tabelas para os anos de 2023 a 2025, respectivamente, com os seguintes percentuais: 15%; 20%, e, 30,4%;
d) Desde de setembro de 2021, a ADUERN tenta convencer a reitoria que sua proposta de 5% em 2023, não tem como ser aceita, depois de 10 anos sem recomposição, não repõe nem a inflação de 2022;
e) Há recursos, vejamos: só do orçamento do Estado, a UERN receberá 290 milhoes, sem contar outras fontes de captação de recursos, em 2022. Em 2023, a previsão orçamentária é de 341 milhões, sem somar outras fontes. Quer dizer, só do orçamento do Estado, são 50 milhões a mais, comparado com 2022. O problema não é de recursos, é de prioridade; é só repactuar o orçamento.
e) A reitoria aumentou de 406 para 571 suas funções gratificadas e seus cargos comissionados, uma bela farra. A distribuição de parte dessa gratificações é igual às prefeituras, faz a bel prazer da gestão. Com gratificações que pode chegar próxima de 6 mil, pede que aceitemos míseros 5%, por último
f) Nobre jornalista, você sabia que vários docentes estavam para se aposentar e por opção dos assessores da reitoria, ficou mais difícil? Se esses colegas quiserem se aposentar, no último nível de sua respectiva classe ( especialista, mestre ou doutor) terão que esperar 5; …; 10; 15 anos? É justo?
Nunca houve negociação, foi-se impondo percentuais de autonomia, para o PCCR docente, de acordo com outros interesses de poder. O nosso erro foi acreditar que o PCCR não era tão ruim” ( depoimento de colega que acompanhou as discussões anterior a nossa gestão ).
Professor Neto Vale
Programação da Parada:
Segunda feira (28) e terça-feira (29)
Diálogo com Docentes e discentes, em sala de aula
Quarta feira:
Parada Estadual
Ato no portão do Campus Central: 7h
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As universidades brasileiras passaram por um dos momentos mais difíceis de sua história recente – a pandemia da Covid-19 – com a credibilidade fortalecida. Pesquisa conjunta do Centro de Estudos Sou Ciência e do Instituto Ideia Big Data, divulgada em abril deste ano, mostrou que os cientistas lideraram o ranking de confiança do brasileiro. Quando perguntados sobre qual a fonte de informação mais confiável, 41,6% dos entrevistados apontaram para pesquisadores e cientistas de universidades ou institutos públicos de pesquisa.
Group of hand touching together in circle shape, power of cooperation concept
Entretanto, o apoio e a confiança popular não se refletiram em investimentos públicos e valorização das instituições. Pelo contrário.
Chegamos em setembro com a notícia da limitação no uso dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), imposta pelo Governo Federal por meio de medida provisória. Entre tantas limitações, mais uma na conta.
Neste cenário, a situação das instituições públicas de ensino superior torna-se ainda mais difícil. Lutando pela regularização de seus calendários, manutenção e ampliação da assistência a estudantes e servidores, e atendimento a demandas essenciais das comunidades, as universidades correm contra o tempo buscando atenuar as consequências provocadas pelo impacto da pandemia em nossas vidas.
Reunidos no VII Fórum Nacional de Reitores e Dirigentes das Universidades Parceiras do Canal Futura, no último dia 26 de agosto, no Rio de Janeiro, representantes de mais de 60 instituições colocaram essa problemática em debate.
A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) esteve presente no evento, promovido pelo Canal Futura e pela Fundação Roberto Marinho. Na discussão, o consenso de que a luta pela valorização e respeito à ciência é uma ação conjunta e integrada de todos.
Com o avanço da desigualdade social e da pobreza, os jovens brasileiros estão entre os mais comprometidos. Com quase 50 milhões de jovens entre 15 e 29 anos de idade, o Brasil possui hoje a maior geração de jovens da sua história. O presidente do Conselho Nacional da Juventude do Brasil e coordenador do Atlas da Juventude, Marcus Barão, fez um alerta necessário e que exige nossa reflexão: “Nunca tivemos tantos e tantas jovens compondo nossa população. A forma como lidamos com elas e eles hoje é decisiva para o futuro de todas e todos nós”, disse.
Neste sentido, é preocupação comum das universidades a garantia dos recursos necessários para a ampliação dos mecanismos de permanência para estudantes que passaram a ter sua condição econômica ainda mais vulnerabilizada diante do cenário econômico do país.
Mais do que o acesso ao ensino, é preciso preocupar-se com a permanência dos jovens na universidade e com a criação de caminhos que possibilitem sua empregabilidade, já que a taxa de desemprego é outro desafio grave. Precisamos que a educação seja vista como aliada e não como alvo. Mais que um compromisso com a educação e a juventude, é hora de união de todos em um pacto muito maior pelo nosso futuro.
Cicília Maia é reitora da Universidade do Estado do RN (UERN)
O deputado estadual George Soares (PV) fez apelo à reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Cicília Maia, para reparar o que ele classificou como “uma falha”. Foi durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa do RN nesta terça-feira (2).
Segundo ele, a situação causa perda nos proventos de uma parte de servidores aposentados da instituição.
George sugere envio de projeto para reparar perdas (Foto: Eduardo Maia)
O deputado explicou que a universidade possui dois segmentos de inativos: titulares e adjuntos nível 4.
“O projeto de lei encaminhado a esta Casa enquadrou titulares na carreira final, enquanto os adjuntos foram enquadrados como se ainda estivessem na ativa. Isso vem provocando prejuízo e fazendo uma diferença muito grande”, explicou.
Diante do exposto, George Soares sugeriu que a reitora encaminhe novo projeto de lei para reparar essa falha.
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Comemorada em todos os pronunciamentos dos parlamentares, a aprovação de dois projetos da UERN foi o destaque na votação durante a sessão plenária desta terça-feira (15) na Assembleia Legislativa.
Ezequiel (centro) destacou aprovações em favor da Uern e seus segmentos (Foto: Eduardo Maia)
Os projetos 5/2022 e 6/2022 marcam uma luta histórica e tratam, respectivamente, do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos professores da Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (FUERN), e do Plano de Cargos dos servidores técnicos administrativos. Outros cinco projetos, de iniciativa parlamentar, da Mesa Diretora e de outros poderes também foram votados.
“Parabenizo em nome da reitora Cicília Maia todos os que fazem a universidade, os seus propósitos e objetivos. Do ano passado para cá, graças à sensibilidade dos colegas parlamentares, de forma célere, a Assembleia Legislativa aprovou não só a autonomia financeira da Uern, como agora faz justiça aprovando esses dois projetos”, afirmou o presidente do Legislativo do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB).
Os deputados enalteceram essa conquista de décadas. “Esse é um dos projetos mais importantes na luta da Uern. É um reconhecimento justo e digno a esses professores que transformaram a vida de muitas pessoas, pois só quem é filho da classe trabalhadora sabe o valor que tem uma universidade pública”, disse a deputada Isolda Dantas (PT), relatora da matéria.
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A projeção de especialistas brasileiros e estrangeiros sobre um pico dos casos da variante Ômicron, no Brasil, durante o mês de fevereiro, foi fator preponderante para que a Universidade do Estado do RN (UERN) repensasse a retomada total de suas aulas presenciais. A princípio, estão marcada para o próximo dia 2 de fevereiro, conforme o calendário acadêmico aprovado pelo seu Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE).
Aulas presenciais dividem o próprio segmento estudantil, consultado hoje (Foto: arquivo)
Setores da universidade, preocupados com a possível ocorrência de surtos da doença entre estudantes e servidores – numa realidade em que os campi da universidade voltariam a lidar com a aglomeração de pessoas -, discutem a possibilidade de um retorno gradual. Seriam aulas presenciais 100% somente em março, conforme orientação do comitê de especialistas em saúde da universidade, o Comitê Covid-19.
O comitê emitiu nota técnica sugerindo adiar para 14 de março a retomada total das aulas presenciais, flexibilizando as atividades acadêmicas práticas, respeitando a autonomia dos departamentos e os protocolos de segurança, já a partir desta data. Quanto aos setores administrativos, o Comitê orienta que estes passem a funcionar, já a partir de agora, de forma híbrida, em sistema de rodízio, com o mínimo de pessoas no setor.
Entre os estudantes, há uma pressão para que o retorno total das atividades siga o que está previsto no calendário acadêmico, com início em 2 de fevereiro. Na manhã desta sexta-feira (21), a reitora Cicília Maia se reuniu, de forma online, com estudantes e representantes dos segmentos acadêmicos da universidade para tratar da questão. Em consulta por formulário online feita pelo Diretório Central de Estudantes (DCE) da Uern, 38,6% dos estudantes se posicionaram favoráveis ao retorno presencial, enquanto 31,9% defenderam a manutenção do ensino remoto, e 29,5% foram favoráveis à aplicação do ensino híbrido.
A reitora Cicília Maia tem destacado que a universidade vai continuar lidando com a situação com a responsabilidade de sempre. “Quando paramos, em março de 2020, muita gente atacou a universidade. Semanas depois sabemos o que aconteceu, com tudo suspendendo as atividades pelo Brasil. Temos um novo cenário que é o crescimento assustador de uma nova variante. Não podemos encarar isso como se fosse uma coisa normal”, disse.
Na próxima semana o Consepe deve se reunir para decidir sobre a manutenção das aulas presenciais a partir de 2 de fevereiro ou retorno gradual com atividades presenciais 100% somente em março.
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Conquistada a autonomia financeira, a Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) terá condições de viver um importante período de evolução acadêmica e administrativa. Neste ano, o primeiro com a autonomia em vigência, a Uern contará com R$ 25 milhões de seu orçamento para investimentos.
Campus Central da Uern fica localizado em Mossoró, cidade onde instituição nasceu há mais de 53 anos (Foto: Ricardo Morais)
É garantia de melhores condições de estruturação para departamentos, faculdades, laboratórios e todo o setor administrativo, nos seis municípios onde está presente com seus campi (Mossoró, Natal, Pau dos Ferros, Caicó, Assu e Patu). A realidade é bem diferente de 2020, por exemplo, quando a instituição executou apenas R$ 510 mil, de recursos do tesouro estadual, para esta área.
Esse valor anual (R$ 25 milhões) será o maior já aplicado, em despesas de capital/investimento da universidade, com recursos dos cofres do estado, nos últimos vinte anos.
Em 2022, de acordo com a lei de autonomia, a universidade contará com um orçamento de R$ 290 milhões. Deste total, R$ 195 milhões serão destinados à folha de pessoal, R$ 70 milhões para o custeio, e R$ 25 milhões para investimento.
Historicamente, a parte de investimento sempre foi a mais prejudicada com o contingenciamento de recursos. Sem dinheiro nessa área, a universidade não conseguia aplicar o valor necessário para aquisição de equipamentos, construção de novas estruturas, e modernização de laboratórios e salas de aula. Nestes casos, a captação de recursos externos, como convênios e emendas parlamentares, tem sido fundamental para manutenção dos serviços.
Passado difícil
No intervalo de 2014 a 2020, os recursos liberados pelo Governo do Estado para despesas de capital/investimento na Uern não chegou a R$ 1 milhão por ano. O valor acumulado foi de 1,97 milhão, média de 280 mil reais anuais.
Na outra ponta, a universidade captou e executou, no mesmo período, R$ 15,4 milhões de reais, em recursos externos. Uma média de R$ 2,18 milhões de reais por ano. Os dados são do Relatório de Gestão 2013-2021, disponível aqui. (//drive.google.com/file/d/1M-fEmzQ7aI0HJCzhi3eHxks8lMdNtQXB/view).
Uern tem 35 laboratórios espalhados em suas unidades (Foto: Uern)
No ano passado, com um diálogo direto e constante com o Governo do Estado, a universidade conseguiu a liberação de R$ 7,8 milhões para aplicação em investimentos na universidade. A ampliação do valor de investimento liberado para a universidade sempre foi pauta nas reuniões com a governadora Fátima Bezerra (PT), tanto na gestão dos professores Pedro Fernandes e Fátima Raquel, quanto na gestão da reitora Cicília Maia, iniciada em setembro de 2021.
Com esse valor, a universidade conseguiu fazer uma de suas maiores aquisições, dos últimos anos, de equipamentos como centrais de ar-condicionado, bebedouros, álcool em gel, máscaras, computadores, roteadores wi-fi, livros, mobília, quadros para sala de aula e veículos. Com os equipamentos, a universidade pretende equipar as unidades acadêmicas deixando-as com condições melhores para a retomada das aulas, em fevereiro.
Resultados ainda melhores
“Temos certeza que, com a autonomia, a universidade terá totais condições de apresentar resultados ainda melhores, contando, efetivamente, com os recursos necessários para construirmos uma Uern maior e mais forte, com mais infraestrutura, mais qualidade no ensino dos nossos alunos, modernização de nossos serviços e cursos, projeção de novos cenários educacionais, e melhores condições de trabalho e salário para nossos servidores”, comenta a reitora Cicília Maia.
“Para este momento de retomada das atividades, em condições seguras, as instituições serão indispensáveis. Com uma estrutura melhor, conseguiremos atuar de forma mais forte e presente junto à sociedade”, acrescenta ao Canal BCS (Blog Carlos Santos).
Em 2021, o orçamento da Uern fechou o ano em R$ 231,2 milhões executados. Em 2020, o orçamento executado da instituição foi de R$ 208,7 milhões.
O projeto de lei que dispõe sobre a de autonomia financeira da Universidade do Estado do RN (UERN) foi aprovado à unanimidade na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do RN. A reunião foi nessa manhã (terça-feira, 7).
Estiveram presentes os deputados Raimundo Fernandes (PSDB), que é o Presidente da comissão, Kleber Rodrigues (PL) o vice-presidente, Hermano Morais (PSB), Subtenente Eliabe (SDD) e Albert Dickson (PROS), que participaram remotamente, e a deputada Isolda Dantas (PT) que é a relatora do projeto.
Agora, a matéria segue para a Comissão de Finanças e Fiscalização e, em seguida, à Comissão de Educação. Sendo endossada ainda nessas comissões técnicas, o projeto irá para plenário. Expectativa é que seja aprovada antes do fim do período legislativo em andamento, este ano.
A reitora da Uern, Cicília Maia, acompanhou apreciação do projeto. Com ela, dirigentes da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), presidente Neto Vale, o vice Ramos Neves e o tesoureiro Gautier Falconieri.
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O Conselho Diretor da Fundação Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (CD/FUERN), mantenedora da Universidade do Estado do RN (UERN), aprovou resolução nessa terça-feira (23), que institucionaliza na instituição a obrigatoriedade de que, no mínimo 50% dos cargos de gestão superior (chefia de gabinete, sub-chefia de gabinete, pró-reitorias, e assessorias e diretorias vinculadas à reitoria) sejam ocupados por mulheres.
Cicília Maia é a terceira mulher a assumir reitoria da Uern (Foto: arquivo/2021)
A proposta foi encaminhada ao Conselho pela reitora Cicília Maia e é uma das marcas do início de sua gestão e de sua campanha. Ao anunciar sua equipe de auxiliares, a reitora já atendeu a essa marca. Das sete pró-reitorias titulares da universidade, cinco são ocupadas por mulheres.
A medida vai ao encontro da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), que tem entre seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) a equidade de gênero em cargos de gestão em corporações públicas e privadas. Com a medida, a Uern passa a ser a única instituição de ensino superior do Rio Grande do Norte a adotar a medida e uma das poucas do Brasil.
“Acreditamos que o trabalho pela equidade de gênero nos cargos de comando das repartições públicas e privadas é uma pauta que deve ser colocada constantemente no debate público, entendendo que isso fomenta uma sociedade melhor e mais justa”, comentou a reitora.
Cicília Maia é a terceira mulher a chegar ao comando da Uern. Antes dela, as professoras Maria Gomes e Nevinha Gurgel.
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A Reitora da Universidade do Estado do RN (UERN), Cicília Maia, participou de reunião da bancada federal do estado nessa segunda-feira (8), no auditório da Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN). Defendeu a liberação dos recursos de emendas que tramitam no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Cicília apontou que mais de R$ 22 milhões estão retidos (Foto: Uern)
A demora na liberação de recursos tem impedido que a universidade execute projetos importantes, como a reforma da Associação Cultural e Esportiva Universitária (ACEU), construção da nova biblioteca, do auditório e Centro de Convivência do Campus Central, e novas salas de aula e estruturas diversas nos campi avançados.
A reitora apresentou dados sobre a Uern e defendeu a destinação de recursos das emendas para a educação pública, principalmente no cenário pós-pandemia.
A Uern tem hoje 16 convênios que estão tramitando no FNDE, referentes a emendas de 2018, 2019 e 2020. Além da emenda de bancada de 2019, há também convênios de emendas do ex-deputado Rogério Marinho (sem partido) e Beto Rosado (PP), de 2018; da deputada Natália Bonavides (PT) e senador Styverson Valentim, de 2020.
No total, as emendas somam um investimento de R$ 22.180.039,88.
O deputado federal Benes Leocádio (Republicanos), coordenador da bancada federal, presidiu a reunião.
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Sebastião, Hermeson, Cicília e Diana na Uern (Foto: assessoria)
Os candidatos à presidência e vice-presidência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Mossoró), Hermeson Pinheiro e Diana Paula, estiveram nesta quarta-feira (27), às 10 horas, em audiência com a reitora da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN), Cicília Maia.
“Eu preciso dizer a vocês, como reitora, que precisamos dialogar mais institucionalmente. Principalmente, no acolhimento aos egressos, na construção e avanço das nossas matrizes curriculares para uma melhor preparação do profissional para o mercado de trabalho”, destacou Cicília ao receber candidatos.
Diálogo
“Nossa gestão quer ampliar o diálogo entre a Subseccional e a Universidade. O sonho de ver a Uern, enfim, ter sua autonomia financeira conta com nossa defesa, dado que entendemos que todo e qualquer avanço nas instituições públicas de ensino é uma vitória da educação e da democracia”, comentou o candidato Hermeson Pinheiro.
Também participaram da audiência o advogado, consultor geral do município e, também professor do curso de Direito da Uern, Humberto Fernandes; o assessor jurídico da Universidade, Iata Anderson; o candidato a vice-presidente da OAB RN, Sebastião Jales, a candidata a conselheira federal da OAB RN, Izabel Fernandes; o candidato a conselheiro estadual e, também professor de Direito da Uern, Dennys Tavares, e os advogados: Igor Bernardino, Francisco Valadares.
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