Nessa sexta-feira (7), a gente participou de um bate-papo com o jornalista Saulo Vale na Super TV, dentro do programa “Enfoque Político”.
O vídeo constante dessa postagem é a íntegra da nossa conversa.
Falamos sobre disputa à Câmara Municipal de Mossoró, sucessão municipal mossoroense, reformas da Previdência Social em Mossoró e no Estado, o possível vice da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), enxurrada de pré-candidatos a prefeito na oposição, a força da estrutura pública na disputa, hipótese de união oposicionista, além da luta desproporcional entre a postulação oficial da prefeita Rosalba Ciarlini e os oposicionistas.
Nitidamente uma luta entre um Golias e vários Davis.
– Nós teremos uma força descomunal em favor de Rosalba e os adversários se virando – assinalamos.
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Reunião virtual teve manifestação comum (Reprodução BCS)
Os pré-candidatos a vereador pelo Solidariedade-Mossoró defendem de forma conjunta que o partido lance a pré-candidatura do deputado estadual Allyson Bezerra a prefeito de Mossoró nas eleições de 2020.
Em reunião virtual nesse fim de semana, houve discurso comum dos pré-candidatos nesse sentido. Allyson até o momento não se apresentou como pré-candidato.
O deputado começou um ciclo de conversas e participação em eventos interpartidários oposicionistas ainda ano passado, no início do mandato. defendendo o lançamento de uma “competitiva”.
João Marcelo, um dos pré-candidatos a vereador, destaca que “Allyson é o nome forte do Solidariedade para disputar a majoritária em 2020. Tem feito um mandato com seriedade e transparência, sendo alternativa a um modelo de poder que só pensa em si e nos seus. Basta olhar como Mossoró está”.
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Emílio é filho de Maria Lúcia, ex-presidente da Câmara de Mossoró (Foto: Edilberto Barros)
Vereador em primeiro mandato e já compondo bancada governista, Emílio Ferreira assina ainda nesta manhã de sexta-feira (3), ficha de filiação ao Partido Progressista (PP).
É a legenda da prefeita Rosalba Ciarlini e do deputado federal Beto Rosado, presidida no estado por seu pai e ex-deputado federal Betinho Rosado.
Emílio Ferreira obteve 1947 votos em 2016, sendo o 13º mais votado entre os eleitos. Ele é filho do casal médico Manoel Ferreira-ex-vereadora Maria Lúcia Ferreira (ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró).
Com a chegada dele, o PP salta de um para oito parlamentares na Câmara Municipal de Mossoró, dos 14 que compõem a bancada governista na Casa. É o principal “chapão” do rosalbismo para as eleições 2020.
Articulação
A prefeita Rosalba participa nesses dias de intensas articulações, conversas e reuniões para fortalecimento da nominata do PP e de sua pré-candidatura à reeleição.
Ontem, chegou a almoçar com Emílio e familiares, ao lado do marido e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Bateram o martelo.
O Encontro Regional do Solidariedade em Mossoró conseguiu o feito de lotar o maior auditório do Hotel VillaOeste, em plena sexta-feira (1º) à noite. Isso, a um ano do pleito sucessório de 2020. O evento aberto à presença de representantes de outras siglas reforçou costura para montagem de um arco de alianças no campo oposicionista local.
Os discursos exaltaram a necessidade de união e mudança no modelo de gestão e mentalidade política.
Mesa do Encontro Regional reuniu representantes de mais de oito partidos da oposição (Foto: divulgação)
Presidente do Solidariedade em Mossoró, o deputado estadual Allyson Bezerra foi o último orador da noite. “Nós temos que construir a mudança que a gente quer pra Mossoró. Estamos aqui hoje com lideranças políticas da nossa cidade e estado (…), porque política a gente não constrói sozinho (…). Mossoró vai mudar”, afirmou.
Num ambiente com atmosfera de convenção partidária, em que não faltaram apitaço, balões coloridos, bandeirolas, cartazes, confetes, palavras de ordem, gritos de guerra e jingles, representantes do Solidariedade na região e delegação com lideranças estaduais e de Natal prestigiaram o Encontro Regional. Deputados estaduais Kelps Lima e Cristiane Dantas, ex-candidata ao Senado Magnólia Figueiredo e o ex-candidato a governador Brenno Queiroga fizeram parte desse grupo.
Jorge do Rosário
“Estamos aqui para discutir, fazer um projeto sustentável de desenvolvimento econômico e social para nossa cidade, porque como foi dito neste evento, Mossoró é uma cidade rica e que não tem um projeto de desenvolvimento. Nós sequer estamos discutindo, por exemplo, nosso plano diretor”, mostrou Jorge do Rosário, ex-candidato a vice-prefeito em 2016 e presidente do Partido Liberal (PL) em Mossoró.
Evento foi bastante expressivo (Foto: divulgação)
A deputada estadual Isolda fez um discurso didático e desmistificador: “Muitos apostam que a oposição não vai se unir, mas a cada encontro que tem a gente prova que tem divergência; e é pra ter mesmo porque na política tem que ter. Mas nós que estamos aqui sabemos a necessidade de Mossoró. E Mossoró tem que mudar”.
Tião Couto
“Nosso propósito é mudar essa cidade para que tenhamos um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social. O recado está dado: vamos juntos até o fim, até outubro para ganharmos as eleições”, sinalizou Tião Couto (PL), ex-candidato a prefeito em 2016.
Já o presidente do PSL mossoroense, médico e ex-candidato a deputado federal Daniel Sampaio, também amparou sua fala nas discussões entre siglas e forças divergentes no lado oposicionistas. Para ele, esse é um caminho natural. “Mossoró não vai mudar porque alguém aqui quer ser prefeito, vai mudar porque a paciência do povo esgotou”, disparou.
Entre os vereadores locais, cinco dos seis parlamentares da oposição prestigiaram a mobilização do Solidariedade: Alex do Frango (PMB), Genilson Alves (PMN), Petras Vinícius (DEM), Raério Araújo (sem partido) e Ozaniel Mesquita (PL). O ex-candidato a prefeito Gutemberg Dias (PCdoB) foi outro nome presente.
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Seguindo a rotina de toda pré-campanha em Mossoró, começa a se formar um “congestionamento” de pré-candidatos a prefeito. Com o afunilamento do processo, claro que haverá um enxugamento.
A época é mesmo de balões-de-ensaio e jogo de cena.
Daniel Sampaio (PSL), Gutemberg Dias (PCdoB) e Telma Gurgel (Psol) apresentam-se como pré-candidatos à municipalidade.
A atual prefeita Rosalba Ciarlini (PP) trabalha há tempos seu projeto de reeleição.
Jorge do Rosário (PL) poderá ser, mas não confirma sequer a pré-candidatura.
O deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) tem defendido união em torno de um nome em ampla aliança de oposição (veja AQUI), mas nunca se colocou como pré-candidato.
A também deputada estadual Isolda Dantas (PT) é opção do governismo estadual, com postulação defendida por setores do partido, entretanto tem sido cautelosa em se definir como tal.
Nas eleições passadas (2016), Rosalba venceu o pleito (veja AQUI) e conquistou seu quarto mandato municipal. Disputou conta Tião Couto (PSDB, hoje no PL), Gutemberg Dias e Josué Moreira (PSDC, hoje no PSL), além do então prefeito Francisco José Júnior (PSD). Esse último começou campanha, mas desistiu semanas depois. (veja AQUI).
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O Partido Liberal (PL) pretende realizar evento político em setembro em Mossoró. O PL começou a discutir esse encontro em reunião nessa quarta-feira (14).
Dentre os assuntos pautados, trabalho para atração de novos filiados, discussão sobre problemas e propostas para o desenvolvimento de Mossoró, formação da chapa proporcional e participação nas eleições municipais do próximo ano.
Estiveram presentes os empresários Jorge do Rosário (pres. do PL/Mossoró e ex-candidato a vice-prefeito), ex-candidato a prefeito Tião Couto, Everton Aragão, vereador Ozaniel Mesquita e o ex vereador Vingt-Un Neto.
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É válida a especulação de que o empresário e ex-candidato a vice-prefeito em 2016 em Mossoró, Jorge do Rosário (PL), possa ser companheiro de chapa de Rosalba Ciarlini (PP), em 2020.
Trata-se de um raciocínio abstrato, muitas vezes espalhado pelo governismo para provocar cizânia na oposição ou como balão de ensaio, tipo “se colar, colou”.
Tião e Jorge: tudo como antes (Foto: arquivo)
Mas os laços políticos entre ele e o ex-candidato a prefeito Tião Couto (PL), estão muito acima dos interesses eleitorais.
Em 2016 foi assim. Provavelmente se manterá assim para 202: na oposição.
25ª hora
Àquele ano, o grupo da então candidata Rosalba Ciarlini esperou até à vigésima-quinta hora por Rosário, para encaixá-lo como vice. Ele sofreu pressão inominável de amigos comuns, do próprio partido e de outras forças de influência.
Virou vice mesmo de Tião.
Pode mudar para 2020? Poder, pode.
Entretanto não é provável, mesmo que continue sendo o vice dos sonhos da “Rosa”.
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O nome da ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) é novamente trabalhado pelo rosadismo, seu grupo, com vistas a uma campanha eleitoral. Dessa feita, o foco aparente é outra vez ser prefeita de Mossoró em 2020.
Mas também há o “Plano B”, que pode ser na verdade o “Plano A”: colocá-la como vice de Rosalba Ciarlini (PP), de quem são aliados recentes, há menos de quatro anos.
Importante lembrarmos: a última vez que Larissa venceu uma eleição faz quase nove anos.
Foi em 2010, quando se reelegeu à Assembleia Legislativa.
De lá para cá, acabou derrotada pela terceira vez na disputa municipal de 2012 e empilhou o quarto insucesso paroquial no pleito suplementar de 2014.
Rosalba, Sandra, Lahyrinho, Larissa em anúncio de apoio à chapa de Rosalba em 4 de agosto de 2016 (Foto: arquivo)
O agravante veio em duas outras campanhas. Ainda em 2014 e ano passado, não conseguiu novo mandato de deputado estadual.
Nesse espaço de tempo, a ex-deputada ainda se aliou à ferrenha adversária Rosalba Ciarlini (PP), numa ‘união’ que de verdade nunca se consagrou. Boa parte do seu eleitorado já deixou nítida a antipatia ao acerto de ocasião, achatando sua votação.
Em 2014, ela empalmou 24.585 votos (24,35%) à AL em Mossoró; em 2018, não passou de 17.753 votos (15,08%).
Ela, seu grupo, até hoje estão misturados com o rosalbismo. Juntos, não.
São penduricalhos, apêndice apenas. Não dividem espaço e comando com a prefeita Rosalba Ciarlini e seu marido Carlos Augusto Rosado.
Foram cooptados, não agregados.
OS ‘BEM NASCIDOS’
O rosalbismo, nascido da ‘costela’ do grupo Rosado, não é afeito à divisão de poder. Com o rosadismo, em essência, ocorre o mesmo. Uma suposta diarquia (governo exercido por dois soberanos) é algo impensável de um lado e do outro.
Os dois são uma oligarquia, produto da mesma célula-mãe. Fechados, herméticos, ortodoxos na crença da eugenia política, ou seja, plena superioridade em relação a tudo e a todos. São os “bem nascidos”, portanto merecedores do topo.
Nessa cissiparidade (fenômeno biológico da divisão de uma célula), em que ficam claros método e mentalidade, há temor, lado a lado, de cessão de espaços e partilha do despojo político.
Está aí parte da dificuldade em Larissa ser ungida como vice de Rosalba. Impossível, não, que se diga. Pouco provável.
Em 2016, a líder do rosadismo, então ex-deputada federal Sandra Rosado (hoje no PSDB), tentou aboletar o filho e vereador Lahyrinho Rosado (à época no PSB) como vice de Rosalba. Foi vetado. Carlos Augusto considerou ‘pesado demais’ dois Rosados na chapa. “O seu problema já está resolvido em Natal”, asseverou.
Um arranjo político arquitetado em Natal para o então deputado estadual Álvaro Dias (MDB) ser vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) à reeleição (veja AQUI), permitiria a volta de Larissa Rosado à AL (veja AQUI), em face de ser a suplente imediata. A vitória da chapa Carlos-Álvaro era dada como certa. E assim aconteceu.
Para 2020, Rosado e Rosado numa mesma chapa? Pouco provável. Impossível, não, que se diga.
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O rosalbismo começou a ‘fazer caixa’ para a campanha 2020.
Quer chegar lá ‘baludo’.
A antecipação em tantos meses de algumas providências à disputa municipal que só acontecerá no segundo semestre do próximo ano, é algo incomum para o grupo.
Mas tem razão de ser.
As dificuldades não são as mesmas e o cenário que se forma, também não.
As eleições do próximo ano definirão o futuro do grupo ou lhe darão um freio.
Por isso, que levantar recursos passou a ser imprescindível.
Como pregava um ditado popular nos anos 70 do século passado…”é calça de veludo ou bunda de fora!”
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A vereadora mossoroense Sandra Rosado (PSDB) defende que o nome da filha e ex-deputada estadual Larissa Rosado (PSDB) esteja incluído em sondagens eleitorais na disputa para a Prefeitura de Mossoró em 2020.
“Se for uma pesquisa séria e honesta, vai apresentar o nome da deputada estadual Larissa Rosado. Inegavelmente Larissa é a segunda maior eleitora de Mossoró”, afirmou, em entrevista ao Enfoque Político (Super TV) desta quinta-feira (9).
Sobre a aliança com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) para as eleições de 2020, ela afirma: “Nós esperamos que seja um caminhar pela união. Respeitando os espaços que a prefeita tem no partido dela, o PP, e os espaços que nós temos no PSDB”.
Para ela, Rosalba tem vantagens hoje numa disputa à Prefeitura de Mossoró “pelo nome, pela liderança, pelo trabalho”.
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A ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP) teve sua pré-candidatura a prefeito anunciada oficialmente pelo presidente estadual do seu partido, o cunhado e ex-deputado federal Betinho Rosado.
O anúncio nessa data foi em evento de filiação de dezenas de novos inscritos na legenda, como o vereador Francisco Carlos.
O deputado federal Beto Rosado (PP) não compareceu ao evento. Justificou a ausência pelo fato de existir pauta delicada para seu mandato em Brasília, como instalação da Comissão que vai julgar processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).
Vitórias
Rosalba foi prefeita de Mossoró em três mandatos.
Ela foi sucedida, na sequência, por Fafá Rosado (dois mandatos), Cláudia Regina (menos de um ano de mandato, haja vista que foi cassada) e o atual prefeito Francisco José Júnior (eleito em pleito suplementar em 2014). Os três tiveram apoio direto (Fafá e Cláudia) dela e indireto (Francisco José Júnior).