Valdemar e Rogério avalizaram chegada de Carla (Foto: PL)
Como esperado, a deputada federal Carla Dickson (UB) oficializou, nesta quinta-feira (05), a sua filiação ao Partido Liberal (PL). O ato foral ocorreu em Brasília.
Filiação aconteceu ao lado do presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, e do Senador Rogério Marinho (PL).
“A vinda da Carla é especial pra nós porque é alguém que tem muita afinidade de propósito conosco. Isso é fundamental para o partido”, afirmou o senador potiguar.
Dickson chega ao PL por sentir inviabilidade de vitória eleitoral este ano, no UB. Além disso, há afinidade ideológica com o partido.
Seu atual mandato foi obtido com a eleição do titular Paulinho Freire (UB) à Prefeitura de Natal. Suplente, ela assumiu.
Somou 43.191 votos em 2022, sendo a 13º nome mais votado à Câmara dos Deputados.
O plenário da Câmara dos Deputados votou na madrugada desta quinta-feira (11), os processos de cassação dos deputados Glauber Braga (PSOL/RJ) e Carla Zambelli (PL/SP) – veja AQUI.
No caso de Glauber, a Câmara decidiu por suspendê-lo por seis meses em vez de cassá-lo, num acordo feito de última hora. Foram 318 votos favoráveis à suspensão e 141 contrários.
A oposição se dividiu na votação de Glauber. A maior parte do PL votou contra a suspensão por querer a cassação do parlamentar. Já partidos como PT e PSOL votaram a favor da suspensão para livrá-lo de uma cassação.
Confira os votos no RN:
A favor de suspender Glauber Braga, para livrá-lo da cassação:
Robinson Faria (PP);
Natália Bonavides (PT);
Fernando Mineiro (PT);
Benes Leocádio (PP).
Contra a suspensão de Glauber por ser a favor da cassação:
Sargento Gonçalves (PL);
General Girão (PL);
Carla Dickson (União Brasil).
Não votou:
João Maia (PP).
Já quanto a Carla Zambelli, o placar foi diferente no RN.
Votaram a favor de cassá-la: Fernando Mineiro (PT), Natália Bonavides (PT) e Robinson Faria (PP).
Votaram contra a cassação de Zambelli: General Girão (PL), Sargento Gonçalves (PL) e Carla Dickson (União Brasil).
Abstenção: Benes Leocádio (PP).
Ausente: João Maia (PP).
Zambelli teve mandato preservado. Foram 227 votos a favor da cassação e 170 votos contra. Eram necessários 257 votos para que o mandato fosse cassado.
Ela está presa na Itália, após fugir do Brasil quando foi condenada por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Apenas Natália Bonavides e Fernando Mineiro votaram contra a matéria (Foto: Fotomontagem do BSV)
Do Blog Saulo Vale
Dos oito deputados federais do RN, apenas dois votaram contra a PEC da Blindagem, proposta que altera a Constituição para dificultar a abertura de processos criminais e prisões contra senadores e deputados.
A votação ocorreu nesta terça-feira.
Votaram contra: Natália Bonavides e Fernando Mineiro, ambos do PT.
“Escandalosa! A direita acaba de aprovar proposta pra que os próprios políticos criminosos decidam junto com seus colegas se serão investigados ou não quando cometerem crimes! Votei não à PEC da Blindagem!”, justificou a deputada Natália.
Já João Maia (PP), General Girão (PL), Sargento Gonçalves (PL), Robinson Faria (PP), Benes Leocádio (União Brasil) e Carla Dickson (União Brasil) votaram a favor.
“O constituinte deixou muito claro que nós, deputados e senadores, temos de ser invioláveis por quaisquer opiniões, palavras e votos”, defendeu o deputado Generão Girão.
A PEC da Blindagem foi aprovada por 344 votos favoráveis a 133 contrários.
Segue agora para o Senado, onde a proposta tende a ser rejeitada.
Entenda
A PEC prevê que a prisão e os processos criminais contra parlamentares só poderão ocorrer com aval da Câmara e Senado.
Segundo o texto, desde a expedição do diploma, os membros do Congresso “não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, nem processados criminalmente, sem prévia licença de sua Casa”.
Reunião ocorreu no escritório do ex-senador José Agripino (Foto: redes sociais)
Federação União Progressista no RN começa a funcionar e ganhar corpo para valer. Nesta segunda-feira (28), em Natal, lideranças dos dois partidos que a compõem – União Brasil (UB) e Partido Progressistas (PP) – estiveram reunidos.
O encontro de trabalho ocorreu no escritório do ex-senador e presidente do UB no RN, José Agripino. Em torno da mesa, os prefeitos de Natal e Mossoró, respectivamente Paulinho Freire (UB) e Allyson Bezerra (UB).
Além deles, bancada federal com João Maia, presidente do PP no estado; Robinson Faria (PP), Carla Dickson (UB) e Benes Leocádio (UB).
Organização da Federação no RN, pauta federal e preliminares da campanha eleitoral do próximo ano foram pontos de discussão.
Robinson fez anúncio em suas redes sociais (Foto: reprodução)
Do Blog Carol Ribeiro
O deputado federal Robinson Faria assinou nesta segunda-feira (5) o pedido de CPI do INSS. Inicialmente assinado por General Girão (PL), Sargento Gonçalves (PL) e Carla Dickson (União), Robinson é o quarto deputado da bancada potiguar a assinar a CPI.
O parlamentar não informou o motivo da decisão. Nas redes sociais, escreveu: “CPMI do INSS: assinado!”.
O pedido de instalação da CPI do INSS na Câmara Federal foi apresentado por deputados da oposição com o objetivo de investigar suspeitas de fraudes em filiações de aposentados a entidades associativas. O requerimento já conta com mais de 180 assinaturas — acima das 171 necessárias para criação de uma CPI — e aguarda análise do presidente da Câmara, Arthur Lira, para que a comissão seja oficialmente instaurada.
De acordo com os requerentes, o foco principal é apurar irregularidades em descontos indevidos nas aposentadorias e supostos acordos fraudulentos, com suspeitas de envolvimento de servidores públicos e favorecimento político. O tema também está sendo utilizado como instrumento de disputa política da oposição.
Arte ilustrativa com recurso de Inteligência Artificial pro BCS
A federação que vai misturar Progressistas (PP) e União Brasil (UB) está nas minudências finais para ser fechada.
As duas legendas vão formar uma força gigantesca no Congresso Nacional, país e RN.
Só na Câmara Federal, serão cerca de 109 deputados dos 513, com 59 do União Brasil e 50 do PP.
O PL, que possui a maior bancada, tem 92.
No Senado, a federação caminha para somar 13 senadores – seis do Progressistas e sete do UB, num contingente de 81 assentos. Por enquanto.
RN
No RN, são 48 prefeitos dos dois partidos. Na soma, 20 do Progressistas e 28 do UB, entre os quais os prefeitos Paulinho Freire (Natal) e Allyson Bezerra (Mossoró).
A federação no RN também contará com três deputados federais – Benes Leocádio (UB), Carla Dickson (UB) e João Maia (PP), além de três deputados estaduais: Taveira Júnior (UB), Ivanilson Oliveira (UB) e Neilton Diógene (PP).
Progressistas tomaram posição nesta terça-feira (Foto: Uol)
Integrantes do Partido Progressistas (PP) aprovaram nesta terça-feira (18), em Brasília, a federação partidária com o União Brasil. A decisão foi unânime. Os líderes baterão o martelo até o final dessa semana, deixando o UB com sua deliberação que já se fecha nesse sentido. O Republicanos participava das conversas, mas optou por seguir em faixa própria.
Concretizada, a federação deve resultar em um bloco político com força incomparável dentro do Congresso com 122 parlamentares. Só na Câmara, são 109 deputados dos 513, sendo 59 do União Brasil e 50 do PP. O PL, que possui a maior bancada, tem 92. No Senado, a federação teria 13 senadores – seis do PP e sete do União.
Além disso, a coligação daria aos partidos um fundo eleitoral de quase R$ 1 bilhão e um tempo de propaganda de rádio e TV superior a dois minutos, cacifando a federação como uma força política de peso para as eleições de 2026.
RN
A federação, fechada, vai se tornar a maior força política do estado do RN, com 48 prefeitos. Na conta entra também o deputado federal e presidente regional João Maia (PP), bem como o estadual Neilton Diógenes. Elegeu 2o prefeitos em 2024.
Já o UB é presidido pelo ex-senador José Agripino. Nas eleições 2024, a sigla somou 28 prefeituras. Na lista, teve os dois maiores colégios eleitorais do RN – Natal e Mossoró, com a eleição de Paulinho Freire e reeleição de Allyson Bezerra.
Em termos cumulativos, os 28 prefeitos do União Brasil obtiveram 435.171 votos. O MDB elegeu 45 prefeitos, mas a soma de votos deles é bem inferior ao UB, com com cumulativo de 207.307 eleitores.
Legenda tem ainda dois deputados federais – Benes Leocádio e Carla Dickson -, além de dois deputados estaduais: Taveira Júnior e Ivanilson Oliveira.
Carla já se apresentou ontem como deputada, após resultado das urnas (Foto: Reprodução do BCS)
A médica e ex-deputada federal Carla Dickson (União Brasil) vai retornar à Câmara dos Deputados. Como da vez anterior, em 2021, por uma excepcionalidade.
A eleição (veja AQUI) do deputado federal Paulinho Freire (União Brasil) à Prefeitura de Natal, nesse domingo (27), enseja sua convocação à titularidade, haja vista ser primeira suplente do seu partido.
Ela somou 43.191 votos (2,31%) nas eleições de 2022 e ficou na primeira suplência do União Brasil. O partido reelegeu Benes Leocádio e elegeu Paulinho Freire.
Carla Dickson assumiu mandato na Câmara dos Deputados pela primeira vez, também como suplente, na legislatura passada. O titular Fábio Faria (PL) virou ministro das Comunicações em 2021 e não disputou a reeleição. Daí a posse e exercício do mandato por ela até o fim da legislatura. Em 2022, tentou se eleger e não obteve êxito.
Samanda, Júlia e Carla: eleição com particular interesse (Fotomontagem do BCS)
Três mulheres estão torcendo especialmente pela deputada Natália Bonavides (PT) e pelo deputado federal Paulinho Freire (União Brasil) na corrida eleitoral pela Prefeitura de Natal, no segundo turno. Cada uma com razão muito particular.
A mossoroense e vereadora eleita de Natal Samanda Alves (PT) e a ex-deputada federal Carla Dickson (União Brasil) são respectivamente suplentes de Natália Bonavides e Paulinho Freire, deputados federais que concorrem à prefeitura. Uma delas será deputada federal adiante, com a eleição de A ou B.
Quem também faz figa por Natália é a vereadora não reeleita, de Natal, Júlia Arruda (PCdoB). Ela é a primeira suplente da vereadora eleita Samanda Alves. Vitória da deputada federal petista, Samanda substituirá a parlamentar em Brasília e Júlia continuará na Câmara Municipal de Natal.
Samanda conquistou 31.240 votos (1,67%) à Câmara Federal em 2022 e ficou na primeira suplência. Nas eleições deste ano foi eleita vereadora em Natal com 5.189 votos (1,30%).
Quanto à Carla Dickson, ela acumulou 43.191 votos (2,31%) nas eleições de 2022 e ficou na primeira suplência do União Brasil. O partido reelegeu Benes Leocádio e elegeu Paulinho Freire. A eleição de Freire a fará deputada federal novamente.
Carla Dickson assumiu mandato na Câmara dos Deputados na legislatura passada, porque o titular Fábio Faria (PL) virou ministro das Comunicações em 2021 e não disputou a reeleição. Ela concorreu em 2022, mas não se elegeu.
Dickson e mulher não obtiveram vitória nas urnas (Foto: Arquivo)
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) emitiu uma sentença condenatória de 21 anos e quatro meses de prisão para o ex-vereador e ex-deputado estadual Albert Dickson (PSDB), juntamente com outras quatro pessoas, por envolvimento em crimes de desvio de recursos públicos, uso ideologicamente falso de documentos públicos e associação criminosa.
Albert Dickson, que ocupou o cargo de vereador em Natal de 2009 a 2015, é acusado pelo Ministério Público potiguar (MPRN) de utilizar seu cargo na Câmara Municipal para desviar verbas públicas em benefício próprio e de terceiros.
Os crimes ocorreram entre janeiro de 2009 e dezembro de 2011, envolvendo o ex-assessor parlamentar Paulo Henrique Barbosa Xavier, a contadora Aurenísia Celestino Figueiredo, o advogado Cid Celestino Figueiredo e o empresário Sidney Rodrigues dos Santos.
Segundo a decisão judicial, o grupo desviou R$ 610.219,61 durante esse período, utilizando a verba indenizatória de gabinete destinada ao custeio da atividade parlamentar.
Documentos apresentados no processo revelam que o grupo contratava empresas para prestação de serviços e fornecimento de bens, falsificando cheques e incluindo-os nas prestações de contas do vereador.
A contadora Aurenísia era responsável pelos serviços fraudulentos, enquanto o assessor parlamentar Paulo gerenciava os recursos e apresentava prestações de contas falsificadas.
Condenações
Albert Dickson e Paulo foram condenados a 21 anos e 4 meses de reclusão, além de 213 dias-multa; Aurenísia e Cid foram condenados a 17 anos e 2 meses de reclusão, além de 173 dias-multa; e Sidney, em virtude de sua colaboração premiada, teve sua pena reduzida para 4 anos de reclusão, substituída por duas penas restritivas de direitos.
Além disso, foi determinado o pagamento solidário entre os réus da quantia de R$ 576.219,60 a título de reparação dos danos causados pelas infrações criminais praticadas contra o Município de Natal.
Os cargos e/ou mandato eletivo que Albert Dickson e Paulo ocupavam durante os anos de 2009, 2010 e 2011, bem como eventuais cargos, funções públicas ou mandatos eletivos que possam ser ocupados atualmente por eles, foram declarados perdidos com base no artigo 92, inciso I, do Código Penal.
Nota do BCS – O médico oftalmologista Albert Dickson não se reelegeu em 2022, mesmo situação de sua mulher e também médica, a deputada federal Carla Dickson (UB). Queda, coisa e trombada. Ele ficou na quarta suplência de seu partido e ela na primeira.
P.S – (29/11/2023, às 15h02) – O advogado de defesa do ex-vereador e ex-deputado estadual, Marcos Lanuce, envia nota a respeito da decisão. Leia abaixo:
NOTA A IMPRENSA
Conforme difundido na imprensa norte rio-grandense, o ex-parlamentar Albert Dickson teve contra si uma sentença penal condenatória, por fatos ocorridos nos anos de 2009 a 2011, ainda quando este exercia mandato de vereador junto a Câmara Municipal de Natal-RN.
Respeitamos a decisão judicial, porém não concordamos com suas conclusões, por entender que há uma dissociação com a prova produzida nos autos, a qual, em nenhum momento, aponta que o mesmo tivesse agido para desviar recursos públicos para si ou para terceiros.
Utilizaremos os recursos cabíveis nos momentos processuais pertinentes, e estamos convictos que a decisão será revista pelas instâncias judiciais superiores.
Reiteramos a confiança na Justiça, e cremos no restabelecimento da verdade dos fatos.
Marcos Lanuce – Advogado
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Fábio assumiu ministério em 2020 e participou de coordenação de campanha de Bolsonaro (Foto: arquivo)
O deputado federal licenciado Fábio Faria (PP) deixou o comando do Ministério das Comunicações. A exoneração “a pedido” foi publicada nesta quarta-feira (21) no Diário Oficial da União (DOU).
O chefe do Executivo não nomeou um substituto.
Fábio Faria assumiu o recém-criado Ministério das Comunicações em junho de 2020 e foi um dos coordenadores da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Ele não anunciou ainda se retomará o mandato, ocupado pela suplente Carla Dickson (União Brasil), que não conseguiu se eleger no pleito deste ano.
A legislatura em vigor vai até o último dia de janeiro de 2023. Dia 1ª de fevereiro serão empossados os eleitos dia 2 de outubro último.
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Segundo informações do G1 RN e o portal Novo, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público Eleitoral (MPE) passam a investigar discurso da deputada federal e médica Carla Dickson (União Brasil) em evento “Médicos pelo Brasil em prol de Bolsonaro”, que aconteceu no domingo (23), na Associação Médica do Rio Grande do Norte (AMRN), em Natal.
No evento, a deputada pregou que seus colegas médicos deveriam pedir votos, entregar santinhos e escreverem ’22’ em receitas aos pacientes, num momento de fragilização deles e de familiares.
– Furem a bolha, pelo amor de Deus. Peguem o paciente de vocês (…). Entregue o santinho do 22, bote 22 abraços paraa ele na receita – aconselhou a deputada federal bolsonarista, acrescentando um sorriso sarcástico.
No Artigo 40 do Código de Ética Médica, é muito claro que a médica-parlamentar se excedeu. É vedado o comportamento prescrito por ela: “Aproveitar-se de situações decorrentes da relação médico-paciente para obter vantagem física, emocional, financeira ou de qualquer outra natureza (…).”
Em nota, o Conselho Regional de Medicina do RN (CREMERN) afirmou que “não pré-julga pessoas ou instituições pelos seus atos, até porque os procedimentos internos deste Conselho possuem caráter sigiloso, nos termos da legislação vigente”.
Dezenas de médicos e o prefeito natalense Álvaro dias (PSDB), que também é médico, compareceram ao encontro político na entidade.
Carla Dickson é oftalmologista e mulher do também médico e deputado estadual Albert Dickson. Os dois não se reelegeram em 2 de outubro.
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A comunidade evangélica representada em poderes político-partidários sofreu abalo no Rio Grande do Norte este ano. Nomes de expressão desse segmento não prosperaram nas urnas, dia 2 de outubro, ano em que pautas religiosas e de costumes tomaram boa parte dos debates eleitorais.
Carla e Albert, com o presidente Bolsonaro, ficaram em suplências de seus partidos (Foto: redes sociais)
Na campanha à Assembleia Legislativa, o deputado estadual Albert Dickson (PSDB) totalizou 21.354 votos e não se reelegeu. É o quarto suplente do seu partido. Nem a notoriedade nacional e até repercussão internacional receitando Ivermectina contra a Covid-19 lhe rendeu sucesso eleitoral.
Sua mulher, a deputada federal Carla Dickson (União Brasil) conseguiu 43.191 votos, que não foram suficientes à sua vitória. É primeira suplente.
Ela é parlamentar federal interina na atual legislatura, porque o titular do mandato se licenciou para ser ministro das Comunicações: Fábio Faria (PL). Carla Dickson chegou a ser lembrada para concorrer ao Governo do RN, pelo grupo do presidente Jair Bolsonaro (PL), mas se esquivou da missão.
O atual deputado estadual Jacó Jácome (PSD) conseguiu 19.456 e não avançou como deputado federal.
Azevedo exibiu pistola em entrevista (Reprodução do Canal BCS)
Seu pai, o ex-vereador em Natal, ex-deputado estadual, ex-vice-governador e ex-deputado federal Antônio Jácome também ficou longe de uma vitória à Assembleia Legislativa, somando 24.163 votos.
Pistola, fé e antipetismo
Evangélico, o coronel André Azevedo (PL) deu-se bem, reelegendo-se deputado estadual como o terceiro mais votado, ao atingir 62.607 votos. Com a Bíblia numa mão, pistola noutra, e forte discurso antipetista, ele chegou à vitória com folga.
Coronel Azevedo no dia 7 de abril deste ano, em entrevista à emissora de rádio em Natal, chegou a exibir uma pistola e desafiar o ex-presidente Lula (PT) a aparecer.
“Taqui pra você (sic). Estou lhe esperando”, vociferou.
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Metade dos deputados federais do Rio Grande do Norte votou nesta quarta-feira (13) contra a proposta do PSB de tornar o Auxílio Brasil permanente no valor de R$ 600. Ao todo, foram 338 votos contrários no plenário da Câmara dos Deputados, o que derrubou a proposta.
Beto, Girão, João e Walter votarão contra auxílio permanente (Fotomontagem FM 98 de Natal)
Com isso, a PEC que amplia benefícios sociais faltando menos de três meses para a eleição avançou prevendo que o Auxílio Brasil terá R$ 600 apenas até o fim deste ano.
Todos os oito deputados potiguares estiveram presentes na sessão.
Votaram contra:
Beto Rosado (PP)
General Girão (PL)
João Maia (PL)
Walter Alves (MDB)
Votaram a favor:
Benes Leocádio (UB)
Carla Dickson (UB)
Natália Bonavides (PT)
Rafael Motta (PSB)
Com a votação na tarde desta quarta-feira desse pedido para tornar o Auxílio Brasil permanente em R$ 600, a Câmara finalizou a votação, em 1º turno, da PEC. Agora, falta a votação em 2º turno. A proposta autoriza o governo a gastar R$ 41,2 bilhões para conceder benefícios a menos de três meses das eleições, burlando as legislações fiscais e eleitorais.
A PEC foi aprovada em 1º turno por 393 votos favoráveis e apenas 14 contrários. Sete dos oito deputados do Rio Grande do Norte votaram a favor. Rafael Motta não votou.
Entre outros pontos, a PEC — discutida a menos de três meses das eleições — aumenta o valor do Auxílio Brasil para R$ 600 até dezembro, amplia o Vale-Gás para R$ 120 e cria um “voucher” de R$ 1 mil para os caminhoneiros.
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) injeta R$ 41,25 bilhões em programas sociais e cria outros benefícios a menos de três meses das eleições. Apelidada de PEC Kamikaze, a proposta teve 469 votos a favor e somente 17 contra. Ela eleva o Auxílio Brasil de R$ 400 para R$ 600, aumenta o vale-gás e cria vouchers para caminhoneiros e taxistas, mas somente até o fim deste ano.
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O bolsonarista raiz que compareceu à solenidade presidencial no Pitimbu, nesta manhã de sexta-feira (17), na estada do presidente Jair Bolsonaro (PL), em Natal, separou o que entende como sua identidade e os que não o são (ou não o seriam).
Álvaro, um dos vaiados, com o “mito” (Foto: redes sociais)
Sobrou vaia para o prefeito Álvaro Dias (PSDB), além dos deputados federais Carla Dickson (União Brasil) e João Maia (PL).
Quem foi ovacionado calorosamente, logicamente, foi o “mito” (epíteto dado a Bolsonaro), deputado federal General Girão (PL), ministro das Comunicações Fábio Faria (PL) e o ex-ministro e pré-candidato ao Senado Rogério Marinho (PL)
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Esse sábado (2) foi de reuniões intensas e sem resultado satisfatório nas hostes do bolsonarismo do RN.
Procura-se desesperadamente um nome para ser candidato a governador por esse movimento político no estado do RN.
Ezequiel Ferreira, presidente da Assembleia Legislativa do RN, foge da ideia como o diabo da cruz;
A deputado federal interina Carla Dickson (União Brasil) foi cortejada para esse fim pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, mas escafedeu-se.
Outros nomes tiveram cogitação, sondados, conversados, mas ninguém topou.
Até um “laranja” (o vocábulo colocado aqui sem segunda intenções, que se diga) pode ser, mas quem?
Todos sabem que a adversária Fátima Bezerra (PT) não tem altos índices de intenções de voto ou de aprovação de governo. Há uma enorme margem para crescimento de força em contrário.
E daí?
Mesmo assim, quem topa?
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Carla: disputa onde eleição é viável (Foto: reprodução Canal BCS)
Sitiada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (PL) para ser candidata ao governo estadual, pelo bolsonarismo, é pouco provável que a deputada federal interina Carla Dickson (União Brasil) tope a missão.
Na estada curta do presidente no RN na última quarta-feira (30), publicamente Bolsonaro a exaltou como um nome (veja AQUI), em dobradinha com o pré-candidato ao Senado Rogério Marinho (desincompatibillizando-se do Ministério do Desenvolvimento Regional).
Carla sabe que tem uma postulação à Câmara Federal bastante viável no União Brasil, a que se filiou na terça-feira (29) – veja AQUI.
Já ao governo…
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Alguns dos novos filiados do União Brasil (Foto: redes sociais)
O União Brasil conseguiu fechar uma forte nominata para deputado federal, vislumbrando eleição no pleito de 2018. Nessa quinta-feira (31), o último rol de filiados chegou à legenda pelas mãos do ex-senador José Agripino, seu presidente no RN.
Os deputados federais Carla Dickson (ex-Pros) e Benes Leocádio (ex-Republicanos) estão no partido.
Além deles, a ex-deputada estadual e vereadora em Mossoró Larissa Rosado (ex-PSDB). Seu grupo político todo migrou para a sigla, casos da ex-deputada federal e mãe Sandra Rosado (ex-PSDB) e o irmão Lahyrinho Rosado (ex-PSDB).
A médica Vanessa Brasileiro (ex-Republicanos, mulher do ex-prefeito Ivan Júnior do Assu), ex-prefeito de Pau dos Ferros Leonardo Rêgo (ex-DEM) e o presidente da Câmara Municipal do Natal, Paulinho Freire (ex-PDT), foram filiados.
A vereadora de Parnamirim, Carol Pires (ex-DEM), bem como a vereadora natalense Camila Araújo (ex-PSD) e o Major Olímpio integrarão a mesma nominata.
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A passagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Rio Grande do Norte em Parnamirim, nessa quarta-feira (30), teve povo, várias autoridades políticas, novas declarações polêmicas e um sentimento ambivalente de frustração e esperança. O grupo do presidente continua sem chapa majoritária às eleições locais, mas tem um alento para fechar nomes.
O bolsonarismo procura desesperadamente alguém para chamar de ‘meu candidato a governador’. Dia passado, vários setores da imprensa falavam e atestavam que a deputada federal interina Carla Dickson (União Brasil) era a ‘bola da vez’.
Carla Dickson postou em suas redes sociais vídeo em que é exaltada e acena em agradecimento por “missão” (Reprodução Canal BCS)
A parlamentar foi sondada para ser o nome desse segmento político ao governo estadual. E no palanque em Parnamirim, Bolsonaro chamou-a mais para perto de si e de um de seus ministros mais próximos, Rogério Marinho (PL), afagando-os com palavras: “Esses aqui representam bem o Brasil e o Rio Grande do Norte”.
E acrescentou: “Vocês têm uma missão, vocês vão cumprir essa missão!”
Carla, efetivando-se, não é exatamente um “Plano B”, mas “Plano D”, de desespero para fechar um palanque. Sem um candidato a governador minimamente competitivo, o bolsonarismo compromete inclusive a eleição ao Senado do ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho.
A ficha caiu
Pelo tempo exíguo e ausência de nomes com mínima coragem e potencial à disputa, vai Carla mesmo.
Há meses que o bolsonarismo embalava, exalta e aposta todas as suas fichas no presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), como seu candidato. Isso, mesmo ele sendo aliado desde o primeiro dia de administração da governadora Fátima Bezerra (PT).
Porém, ontem finalmente caiu a ficha. Ferreira novamente, de novo, outra vez, sequer apareceu para agenda presidencial. Porém, teve o nome anunciado pelo cerimonial como se estivesse presente, uma esperança que estava no roteiro, mas que não se confirmou de fato.
O desabafo do bolsonarismo (veja AQUI), jogando a toalha em relação ao tucano que votou em João Doria para concorrer à presidência da República, em prévias do seu partido, diz muito. Caiu a ficha.
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Benes e Carla (ao centro): mudança (Foto: divulgação)
Mudanças, mais mudanças partidárias.
Os deputados federais Benes Leocádio (Republicanos) e Carla Dickson (Pros) estão de casa nova.
Os dois parlamentares potiguares saíram de suas respectivas legendas e aportaram nessa terça-feira (29) no União Brasil.
Assinaram ficha de filiação em Brasília, cortejados por dirigentes nacionais da sigla, como o presidente Luciano Bivar, deputado federal por Pernambuco.
O novo partido nasceu da fusão do PSL com o DEM.
A chegada de ambos reduz um pouco a sangria das últimas semanas. O União Brasil perdeu mais de 15 deputados federais, a maioria migrando para o PL do presidente Jair Bolsonaro.
No RN, o partido é presidido pelo ex-senador José Agripino e deverá ter uma nominata à Câmara dos Deputados com possibilidade de concorrer pelas oito escassas vagas potiguares.
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O deputado federal Beto Rosado, líder do PP no RN, está em Brasília nesta quarta-feira (23) especialmente para se reunir com Ciro Nogueira, presidente nacional do partido. A dificuldade de formação de nominata para garantir reeleição é a pauta principal do encontro.
Se está difícil garantir a soma de votos para a reeleição do líder Beto Rosado, que dirá para ocupar duas cadeiras na Câmara Federal, objetivo definido pelo parlamentar.
Beto Rosado estava contando com a presença de Robinson Faria, que está de saída do PSD, mas o ex-governador deverá disputar espaço na Câmara Federal pelo PL.
Carla Dickson (PROS) também vinha conversando com Beto Rosado, mas está em diálogo avançado com o União Brasil.
Benes Leocádio também é cotado por Beto Rosado, mas ele pode ver maior vantagem eleitoral em permanecer no Republicanos.
Na reunião desta noite, Beto pode alinhar novos entendimentos que possam ser acordados a nível nacional, ou mesmo definir novo rumo partidário.
Os entendimentos abrangem a nominata à Câmara Federal. Entretanto, a mesma situação alcança a disputa estadual, à Assembleia Legislativa.
O que pode levar a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) a buscar outra legenda, caso decida mesmo ser candidata.
Nota do Canal BCS – Blog Carlos Santos: É luta medonha. Beto e a “Rosa” já bateram em outras portas, em dupla ou em separado, sempre com insucesso para composição à disputa deste ano. Os tempos são outros. Mas, vale lembrar que em 2020, na campanha municipal em que tentava a reeleição, Rosalba não conseguiu sequer completar o teto de 35 candidaturas a vereador em Mossoró. O PP só oficializou 15 nomes.
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