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O perigoso mundo das fakes – comunicação e justiça nas redes sociais

Por Marcello Benevolo

Arte ilustrativa da Web
Arte ilustrativa da Web

No último “Direito e Justiça”, podcast semanal que busca trazer clareza jurídica, tive a honra de conversar com o professor, jornalista e advogado Cid Augusto. Nosso papo? A interseção explosiva entre comunicação e direito, com foco nas temidas “fake news” e suas sérias ramificações legais.

Embora o termo “fake news” seja moda, a mentira na informação não é novidade. Relembramos, por exemplo, o pânico de uma barragem falsa que “estourou” em Pernambuco nos anos 70, e até mesmo relatos bíblicos de desinformação.

A grande virada, porém, veio com as redes sociais. Se antes éramos meros espectadores de notícias, hoje, com um celular na mão, todos nos tornamos produtores de informação. Essa democratização, por mais que traga coisas boas, abriu a porteira para a enxurrada de erros, mentiras, ódio e ataques gratuitos, muitas vezes amplificados por algoritmos e robôs.

Um dos nós mais apertados dessa teia é a falsa sensação de invisibilidade que as telas nos dão. É como se, protegidas por um perfil, as pessoas liberassem uma agressividade que jamais teriam frente a frente. Isso revela um lado, talvez o mais genuíno, de suas personalidades e alimenta uma intolerância que assusta. Afinal, muitos confundem a liberdade de expressão com uma licença para o crime. Mas é preciso ser claro: a liberdade de expressão tem seus limites, e ofender ou difamar jamais será um direito.

Na prática do dia a dia, tribunais já condenam quem usa as redes para atacar. Crimes como:

Calúnia: acusar alguém de um crime (ex: “Ele roubou o celular!”).

Difamação: atribuir um comportamento indigno, mesmo que verdade, dependendo da forma (e isso mancha reputações!).

Injúria: proferir um desaforo, um palavrão ou um gesto ofensivo.

E aqui vai um alerta: compartilhar uma ofensa é cometer o mesmo crime. Sim, tem gente sendo condenada por um simples “repost”.

Aliás, a tragédia da desinformação é real, como no caso de uma mulher inocente brutalmente assassinada em São Paulo após uma acusação falsa de tráfico de crianças que viralizou no Facebook.

Mas como frear esse trem? A regulamentação das “big techs” é um ponto crucial. Assim como jornais são responsáveis pelo que publicam, essas plataformas deveriam ser corresponsáveis por conteúdos falsos ou ofensivos que mantêm. Hoje, o desafio é gigante, pois muitos “veículos” online operam sem informar qualquer dado de contato, dificultando sua identificação.

A saída mais promissora, na visão do professor Cid, com a qual compartilho, é a educação midiática. Precisamos, desde cedo no ensino fundamental, ensinar as crianças a desconfiar, a checar, a buscar diferentes lados de uma mesma história. Essa educação pode ser interdisciplinar, permeando matérias como História, Geografia e Português.

E, para além da educação escolar, a formação sólida de um curso superior em jornalismo se mostra cada vez mais vital, para que os profissionais da comunicação saibam a responsabilidade por trás do poder da informação, contrapondo-se à avalanche de fontes não-transparentes e duvidosas que hoje dominam as redes sociais.

Marcello Benevolo é jornalista e advogado e apresenta semanalmente o Podcast Direito e Justiça disponível em //www.youtube.com/@PodcastDireitoeJustiça

Jornalismo é visto como primordial no combate às fake news

Ilustração IA
Ilustração IA

Cerca de 89% dos brasileiros entrevistados (acima da média global de 84%) consideram o jornalismo fundamental para combater fake news, de acordo com o ‘Global MARCO New Consumer Report 2024’. Realizada pela agência de comunicação Marco em parceria com a Cint, empresa pioneira em tecnologia de pesquisa, a terceira edição do estudo reúne um panorama de opiniões e emoções a partir da visão de mais de 7.300 pessoas em 11 países.

De acordo com a pesquisa, as redes sociais (como X, Facebook, Instagram, Threads, TikTok, Twitch e Snapchat) e os aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, são considerados menos confiáveis como fontes informativas pelos brasileiros. Os percentuais variam apenas entre 6% e 8% dentre aqueles que atribuíram nota 10 (extremamente confiável) para esses canais.

“Apesar do crescimento explosivo das redes sociais, o jornalismo ‘tradicional’ continua sendo um pilar na busca por informações confiáveis. Para marcas e organizações que buscam prosperar, construir uma presença estratégica no mercado por meio do relacionamento com a imprensa não é apenas uma opção – mas sim algo essencial para sobreviver em um ambiente tão dinâmico”, afirma Juan Manuel Dortez, Diretor Multimercado da MARCO.

“À medida que a desinformação se prolifera no ambiente online, o jornalismo tradicional se mantém como uma linha de defesa importante contra as fake news,” acrescenta.

Credibilidade

Quando questionados sobre a credibilidade de jornalistas e influenciadores como fontes de informação, 72% dos brasileiros responderam que é mais provável acreditar em um jornalista. No entanto, cerca de 20% indicaram acreditar igualmente tanto em jornalistas quanto em influenciadores. A preferência pela imprensa tradicional se manteve entre todos os países pesquisados, com Portugal (83%), Espanha (73%) e Brasil (72%) se destacando por priorizarem jornalistas em relação a outras fontes.

Seguindo essa tendência, 89% dos brasileiros (acima da média global) acreditam que as fake news são combatidas por meio do jornalismo. Essa convicção é novamente observada em diferentes localidades, sendo que 87% dos entrevistados nas Américas defendem essa percepção, acima dos 82% na Europa e dos 79% na África.

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A pesquisa teve como objetivo explorar e analisar as atitudes e a conscientização dos consumidores em 11 mercados-chave. O período de pesquisa abrangeu de dezembro de 2023 a janeiro de 2024, proporcionando uma visão abrangente das opiniões contemporâneas sobre tópicos globais.

Investigação de Central de Fake News no RN tem nova fase

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com o apoio do Gaeco do MPBA cumpriu nesta segunda-feira (27), um mandado de busca e apreensão na cidade de Lauro de Freitas, na Bahia. A ação é uma continuidade da Operação DesFarsa, que investiga a existência de uma Central de Fake News que opera com a intenção de criar, disseminar ou promover notícias falsas sobre autoridades do Estado do RN, com fins políticos e manipulação da opinião pública.

A Operação foi deflagrada na quinta-feira (23) – veja AQUI, quando foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em Natal, Parnamirim e Lagoa Salgada (RN), além de Garuva, em Santa Catarina.

As investigações do MPRN revelaram um esquema voltado à contratação dos serviços de postagens em perfis em redes sociais voltadas a beneficiar interesses políticos. As postagens de conteúdos falsos eram feitas em pelo menos seis perfis de redes sociais, uma delas contando atualmente com mais de 20 mil seguidores, que se diziam oferecer conteúdo político sobre cidades do interior do Rio Grande do Norte.

As informações são criadas conforme o interesse dos clientes para influenciar e formar a opinião pública, bem como propósito de coagir servidores públicos em suas atribuições funcionais e enfraquecer o prestígio de instituições públicas.

As condutas analisadas se amoldam aos crimes de calúnia, difamação, ameaça contra servidor público e coação no curso do processo, além da prática dos delitos de associação criminosa do tipo milícia digital, com vistas à manipulação da opinião pública.

A investigação segue em andamento e os materiais apreendidos serão analisados pelo Gaeco.

Investigação combate Central de ‘fake news’ no RN

Operação avançou pelo RN e Santa Catarina (Foto: MPRN)
Operação avançou pelo RN e Santa Catarina (Foto: MPRN)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com o apoio do Gaeco do MPSC e da Polícia Militar, deflagrou nesta quinta-feira (23) a Operação DesFarsa, que investiga a existência de uma ‘Central de Fake News’ que opera com a intenção de criar, disseminar ou promover notícias falsas sobre autoridades do Estado, com fins políticos e manipulação da opinião pública.

As investigações do MPRN revelaram um esquema voltado à contratação dos serviços de postagens em perfis em redes sociais voltadas a beneficiar interesses políticos. As postagens de conteúdos falsos eram feitas em pelo menos seis perfis de redes sociais, uma delas contando atualmente com mais de 20 mil seguidores, que se diziam oferecer conteúdo político sobre cidades do interior do Rio Grande do Norte.

As informações são criadas conforme o interesse dos clientes para influenciar e formar a opinião pública, bem como propósito de coagir servidores públicos em suas atribuições funcionais e enfraquecer o prestígio de instituições públicas.

Nos chats de conversas, as declarações dos idealizadores deixam claro que os responsáveis pela Central de Fake News têm consciência da natureza ilegal de suas ações, demonstrando a elaboração de estratégias para obstar sua identificação pelos investigantes.

As condutas analisadas se amoldam aos crimes de calúnia, difamação, ameaça contra servidor público e coação no curso do processo, além da prática dos delitos de associação criminosa do tipo milícia digital, com vistas à manipulação da opinião pública.

A Operação DesFarsa cumpriu sete mandados de busca e apreensão em Natal, Parnamirim e Lagoa Salgada (RN), além de Garuva em Santa Catarina, e contou com o apoio da Polícia Militar e do Gaeco catarinense.

Foram decretadas medidas cautelares pessoais e relacionadas à cessação da atividade de desinformação.

Os materiais apreendidos serão analisados pelo Gaeco a fim de dar continuidade às investigações.

Quatro promotores de Justiça, 14 servidores do Gaeco/GSI e 20 policiais militares do RN, além de cinco integrantes do Gaeco/SC estiveram envolvidos na operação.

Policial mal-informado ou político irresponsável?

Lagartão, mesmo sabendo bem o que é segurança pública, fomenta o pânico (Foto: reprodução)
Lagartão tem oportunidade de aprender com o próprio erro (Foto: reprodução)

Exatamente há um mês, dia 24 de abril último, o deputado federal Sargento Gonçalves (PL), o “Lagartão”, postou um vídeo em suas redes sociais avisando que haveria uma nova onda de ataques criminosos no RN, como a série acontecida em março deste ano (veja AQUI). Passado esse período todo, nada de excepcional ocorreu.

Não existiu uma única escaramuça, nada que pudesse amparar o alarme do parlamentar que começou seu primeiro mandato eletivo em fevereiro.

“Notícia urgente, de última mão”, alarmou o Lagartão. “Informação de que facções criminosas já se articulam para iniciar novamente uma onda de atentados no RN”, assegurou o deputado em vídeo, na cabine de um automóvel.

No mesmo vídeo, paradoxalmente, ponderou que sua postura “não é querendo colocar pânico na sociedade” (já colocando) – veja AQUI. Na mesma postagem, ainda insinuou: “Não sei se a governadora deixou de cumprir o acordo do acordo…”

Oriundo da Polícia Militar do RN, Sargento Gonçalves é o típico policial muito mal-informado ou um político neófito e irresponsável.

Vou ficar com a primeira hipótese, para não cair no pecado de ser leviano.

Que ele aprenda a lição e não volte a pulverizar redes sociais e a vida cotidiana da sociedade com notícias falsas.

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Instituto de pesquisa aponta fake news com uso de seu nome

O Instituto TS2 emite Nota à Imprensa, em que aponta a existência de divulgação de notícia falsa em diversos endereços na Internet, sobre pesquisa sobre pesquisa que teria sido realizada pela empresa.TS2 com nota de esclarecimento sobre fake de pesquisas - 17-01-2023

Tudo não passa de fake news. “Não realizamos qualquer sondagem em Natal nos últimos meses, sendo, portanto, FALSA qualquer vinculação desta suposta pesquisa à nossa empresa”, mostra o TS2.

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TSE tenta conter conteúdo mentiroso nas redes sociais

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes recebeu nesta quarta-feira (19) representantes das principais plataformas de redes sociais.Fake News - notícias falsas

No encontro, ele disse que a atuação das plataformas foi razoavelmente boa no primeiro turno, mas que neste segundo turno a situação da desinformação está um desastre.

Moraes afirmou ainda que há demora para remover conteúdo e pressionou para que plataformas como YouTube, TikTok e Kwai não levem mais que quatro a cinco horas para retirada de vídeos após denúncias do tribunal.

Com uma remoção mais rápida seria possível reduzir a viralização desses conteúdos nos aplicativos de mensagens.

Também foi dito na reunião que o TSE vai votar nesta quinta (20) uma resolução que amplia o poder de polícia para agir de ofício contra desinformação eleitoral e também proibir propaganda paga na internet de 48 horas antes até 24 horas depois do pleito.

Segundo relatos de participantes, o YouTube teria se mostrado mais resistente a uma maior rapidez na remoção. Já o WhatsApp teria afirmado que a incidência de disparos em massa diminuiu nesta eleição e apoiou o pedido pela retirada mais rápida de vídeos nas plataformas de origem para inibir viralização.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – O TSE não consegue o básico: evitar o dilúvio de fake news, grande ameaça à democracia e ao voto. Nem mesmo difere o falso do verdadeiro e punições são pífias aos que abusam da mentira na produção ou multiplicação dela. Essa é uma guerra perdida. Lamento muito. E as pessoas “de bem” em muito contribuem para isso.

A 10 dias das eleições, o TSE e as empresas não firmaram novos acordos, segundo um dos presentes. Participaram representantes do Google, Kwai, LinkedIn, Meta/WhatsApp, TikTok, Twitch e Twitter. Representante do Telegram só chegou quando a reunião já havia terminado.

Com informações da Folha de São Paulo e outras fontes.

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Eu ainda não vi tudo

supresaa, espanto, susto, perplexidade, estupefatoEu já vi de tudo, mas ainda não vi tudo.

Nas últimas horas, deparo-me com o presidente Jair Bolsonaro (PL) em vídeo que o inclina à pedofilia (veja AQUI);

O bilionário conservador João Amoêdo (Novo) anunciando voto em Lula (PT) – veja AQUI;

Bolsonaristas revoltados com fake news (veja AQUI).

Falta o quê?

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Notícia falsa para prejudicar candidato Jadson tem alcance nacional

Viralizou uma publicação falsa feita a partir de Mossoró, com objetivo de ridicularizar o candidato a deputado estadual Jadson (Solidariedade). A “nota” anunciava suspensão de sua programação de campanha nessa quinta-feira (8), sob justificativa de pesar pela morte da Rainha Elizabeth II do Reino Unido.

Publicação no Twitter d'O Estadão foi às 11h35 e até agora não foi retirada do ar (Reprodução do Canal BCS)
Publicação no Twitter d’O Estadão foi às 11h35 e até agora não foi retirada do ar (Reprodução do Canal BCS)

Nas redes sociais do candidato há registro de contínua atividade de campanha, sem pausa por qualquer razão, reforçando que a notícia foi de má-fé. Uma simples checagem permitiria identificar que a informação era inverídica.

Espalhada em várias plataformas de redes sociais, a fake news ganhou até status de notícia verdadeira no prestigioso jornal O Estado de São Paulo, “O Estadão.” Seu Twitter, por exemplo, tem mais de 7,3 milhões de seguidores e mantém o registro no ar até a hora desta postagem (19h18).

O Estadão não fez retificação ou manifestou pedido de desculpas ao candidato e a seus webleitores.

Em vídeo gravado pelo candidato, ele lamentou o comportamento desonroso de quem pretende atingir sua candidatura, que tem-se projetado – conforme seguidas pesquisas – como uma das mais lembradas à eleição à Assembleia Legislativa do RN.

NOTA

Sobre a nota de pesar que circula na internet, informamos que trata-se de fake news. A informação inverídica espalhada nas redes sociais mostra o desespero dos adversários com a campanha do candidato a deputado estadual Jadson, que aparece em primeiro lugar no partido em todo o estado, conforme pesquisas divulgadas recentemente.

Mossoró-RN, 9 de setembro de 2022
Assessoria do Candidato a Deputado Estadual Jadson

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Quem maquinou e produziu essa notícia falsa não podia imaginar que acabasse dando a quem queria atingir, a visibilidade estelar para ser conhecido maciçamente no estado e além de suas divisas. Como dizia Tancredo Neves, “o problema do esperto é que acaba tropeçando na própria esperteza”.

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Rogério diz que esquerda do RN produz fake news sobre duplicação

O ex-ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL), candidato ao Senado, revelou o que considera uma fake news dos parlamentares de esquerda do RN. Nos últimos dias, conforme o ex-ministro, eles mentiram ao dizer que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) prejudicou o RN ao vetar a duplicação da BR-304 na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Segundo Marinho, a esquerda potiguar distorce os fatos, produzindo fake news (Foto: divulgação)
Segundo Marinho, existe desconhecimento ou má-fé no caso, produzindo fake news (Foto: divulgação)

Ocorre que projetos como o da duplicação da BR-304 têm recursos alocados no Orçamento Geral da União (OGU), que sequer foi discutido ainda. Esse é o ponto, assinala Marinho. Quem levantou a questão foi o senador Jean-Paul Prates (PT) – veja AQUI.

“Mais uma mentira, mais uma narrativa distorcida da esquerda. Esses parlamentares mostram desinformação, o que é grave porque mostra despreparo, desconhecimento, falta de maturidade como parlamentar, ou malícia, o que é pior, pelo uso da desinformação para querer confundir, enganar o povo do RN”, disse Rogério.

“Façam a sua parte”

Segundo o ex-ministro, “o recurso para ser executado no ano subsequente não está na LDO, fica e sempre ficou no OGU, que nem mesmo foi debatido no Congresso Nacional. Se esses parlamentares estão tão preocupados em defender o estado, façam a sua parte, para deixar no OGU os recursos necessários para que essa ação seja efetivada”.

Ainda de acordo com Rogério, “é lamentável esse tipo de comportamento, espero que campanha que se inicia não seja com factóides, mentiras, para que possamos fazer uma eleição construtiva, que é o que o RN merece”.

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Juíza tenta conciliação sobre shows que MP quer cancelamento

Do Blog Saulo Vale

A juíza Anna Isabel de Moura Cruz, da Vara da Infância e da Juventude da Comarca de Mossoró, atendeu pedido da Procuradoria-Geral do Município e marcou uma audiência de conciliação com representantes da Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) e do Ministério Público do RN.conciliação, acordo, entendimento, união

O encontro será na próxima quarta-feira (8) por videoconferência, às 8h30.

Na pauta, o pedido de promotor Olegário Gurgel para cancelamento dos shows de Wesley Safadão e Xand Avião no Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2022, programados, respectivamente, para os dias 9 e 16 deste mês.

Se houver acordo entre PMM e MP, então tudo estará resolvido. Se não houver, a juíza decidirá.

Entenda

O promotor Olegário Gurgel, da 4ª Promotoria de Justiça de Mossoró, quer o cancelamento da apresentação das duas maiores atrações nacionais programadas para o MCJ 2022 – Wesley e Xand.

O representante do MP pede que o recurso empregado nessa contratação seja direcionado para a educação especial da rede municipal de ensino.

Ele listou, na ação civil pública, várias deficiências nessa área.

A juiza deu, na sexta-feira passada (3), 72 horas para a Prefeitura se manifestar.

Se manifestou.

Disse, em 819 páginas, dentre petição inicial e documentações anexadas, que quer manter as apresentações e que o pedido do promotor não se sustenta.

Negou ainda que tenha se recusado a firmar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para contratação de profissionais para a Educação especial, acusação que foi feita pelo promotor na ação que impetrou contra o Município.

E falou que há um planejamento de concurso público nessa área para 2023.

Pontuou que tem a contratação de 365 estagiários para atuarem na educação especial e outros 50 convocados “de modo a cumprir a efetiva recomendação ministerial”.

Destacou ainda o impacto econômico e social do Mossoró Cidade Junina.

Corriola distribui em escala material com informação falsa (Reprodução)
Corriola distribui material com notícia falsa (Reprodução)

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Agora à noite, numa pulverização em larga escala nas redes sociais, principalmente grupos de WhatsApp, foi divulgado que os shows de Wesley Safadão e outros artistas, para a quinta-feira (9), já estariam “cancelados”.

Não é verdade.

Infelizmente, é outro caso, mais um entre tantos, de fake news (notícia mentirosa, produzida de forma intencional).

Não tem sido fácil para essa corriola suportar que o quanto pior, melhor, não esteja prosperando.

Essa dor parece que realmente não sara.

Leia também: Promotor quer cancelamento de shows;

Leia também: Prefeitura aponta equívocos do MP; entidades apoiam eventos.

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A cortina de fumaça na guerra política em ano eleitoral

Cortina de fumaçaAs vozes da bancada de oposição na Câmara de Mossoró que se manifestaram sobre a mensagem anual do município, lida nessa terça-feira (1º) pelo prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade), evitam comentar dois aspectos delicados para elas:

Um – O relatório sobre o caos encontrado, mostrado em números pelo prefeito. Não desmentem nada;

Dois – Ações positivas do novo governo, com algumas realizações sem paralelo na história local.

Sob a ótica do marketing político, a oposição trabalha uma estratégia conhecida e compreensível à sua necessidade. O movimento é tirar a atenção daquilo que lhe incomoda e tentar criar embaraços para o prefeito e sua administração.

Não há nada de errado ou ilegal na postura. É da guerra.

Não se trata – necessariamente – fake news (notícia falsa), mas a tentativa de desviar a atenção da opinião pública de certos temas, priorizando outros do interesse .

E o ano é eleitoral, lembre-se.

A cortina de fumaça tem e terá grande serventia.

Leia também: Em mensagem a vereadores, Allyson cita diferenciais de sua gestão.

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Ex-deputado Betinho Rosado é condenado por espalhar notícia falsa

Betinho espalhou informações falsas com linha celular da Câmara Federal Reprodução)
Betinho espalhou informações falsas com linha celular da Câmara Federal Reprodução)

Da agência Saiba Mais

O ex-deputado federal Betinho Rosado foi condenado a se retratar e pagar multa de R$ 1,5 mil a Gleisi Hoffmann por ter espalhado notícia falsa sobre a parlamentar e associá-la a Adélio Bispo, autor da facada em Bolsonaro (sem partido), na época da campanha para a presidência da República, em 2018.

Na ação, Gleisi, que além de deputada federal é a presidente nacional do PT, alegou que Betinho causou dano à sua honra ao insinuar uma suposta amizade entre ela e Adélio, através de uma imagem enviada por grupo de WhatsApp.

Pela sentença, o juiz André Gomes Alves, do 3º juizado cível de Brasília, entendeu que o ex-deputado “agiu com imprudência ao replicar informação inverídica, pois dispunha de meios para averiguar a veracidade do fato antes de divulgá-lo em um ambiente coletivo de comunicação eletrônica”.

Linha indevida

Em maio deste ano, a Agência Saiba Mais publicou matéria denunciando o caso. Além de espalhar a notícia falsa, Betinho Rosado, que não pôde se candidatar nas eleições por ter sido barrado pela Lei da Ficha Limpa em 2015, também utilizou um telefone celular pago pela Câmara Federal, mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2015. A linha 61 9629-2853, utilizada por ele, estava vinculada ao gabinete do deputado Beto Rosado (PP), seu filho.

De acordo com o Portal da Transparência da Câmara dos Deputados, Betinho não é assessor parlamentar do filho, ou seja, o uso do celular é ilegal.

Em contato com a Agência Saiba Mais, a Câmara Federal confirmou que o chip 61 9629-2853 está vinculado ao gabinete de Beto Rosado e que, de 2015 até abril de 2021, a soma das contas telefônicas da linha chegou a R$ 18.248,49.

A notícia falsa espalhada por Betinho já havia sido desmentida em agosto de 2018 pela Agência Lupa, que verificou que o homem na foto com Gleisi não é Adélio.

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TRE/RN debaterá temas relacionados ao processo eleitoral 2022

Acontece na próxima semana o Prata da Casa, evento realizado pela Escola Judiciária Eleitoral do Rio Grande do Norte que contará com transmissões de debates sobre temas atuais relacionados ao processo eleitoral brasileiro. As lives acontecerão diariamente de 13 a 15 de outubro. Às 17h na quarta e quinta e às 10h na sexta.

Elas serão transmitidas no canal do YouTube do TRE-RN.

Essa iniciativa, que celebra os 25 anos de utilização da Urna Eletrônica no processo eleitoral brasileiro, busca disseminar o funcionamento do processo eletrônico de votação ao eleitorado potiguar.

“O tema urna eletrônica tem sido um dos mais comentados do momento e nosso papel é mostrar à sociedade que a urna eletrônica é um sistema seguro de votação e acompanha os avanços tecnológicos. E para isso, nada melhor que debater sobre a segurança dos sistemas eletrônicos de votação da Justiça Eleitoral”, disse o presidente do TRE-RN, desembargador Gilson Barbosa.

Em razão da pandemia do Coronavírus, só será permitida a presença dos magistrados, servidores e autoridades convidadas. A imprensa poderá realizar a cobertura do evento, de forma presencial, com limitação de dois profissionais por veículo de comunicação. A população poderá acompanhar o evento através do canal do TRE-RN no YouTube. TRE-xx102021-post-semana-de-live-25-anos-da-urna-2

Segurança no Processo Eleitoral – 13/10/2021

Palestrantes:

Bruno Andrade – Secretário de Modernização, Gestão Estratégica e Socioambiental do TSE

Edilson Nobre – Ex-Procurador Regional Eleitoral

Mediação: Anna Ruth Dantas – JornalistaTRE-xx102021-post-semana-de-live-25-anos-da-urna-3

Participação Feminina no Processo Democrático – 14/10/2021

Palestrantes:

Adriana Magalhães – Juíza da Corte Eleitoral do RN

Nina Souza (PDT) – Vereadora do município de Natal

Mediação: Geraldo Mota – Juiz da Corte Eleitoral do RNTRE-xx102021-post-semana-de-live-25-anos-da-urna-4

Desinformação e Fake News – 15/10/2021

Palestrantes:

Fernanda Zauli – Jornalista e Coordenadora do G1RN

Liz Nóbrega – Jornalista e mestre em Estudos da Mídia pela UFRN

Medição: Fernando Jales – Juiz da Corte Eleitoral do RN.

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Senadora Zenaide Maia propõe devolução de MP polêmica

Zenaide Maia vê absurdo na MP (Foto: divulgação)
Zenaide Maia vê absurdo na MP (Foto: divulgação)

A senadora Zenaide Maia (Pros – RN) é contra a Medida Provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no último dia 6, que dificulta a retirada das redes sociais e da internet de conteúdos inadequados, como discursos de ódio e fake news.

A parlamentar propõe a devolução da MP pelo Congresso, o que significa que ela nem deva ser debatida por deputados e senadores.

“Defendo que o Congresso devolva a MP que dificulta a retirada de conteúdo inadequado das redes, medida que só beneficia as redes de ódio e os produtores de fake news. Essa MP é mais um ataque de Bolsonaro à democracia!”, publicou Zenaide, via Twitter.

A MP 1.068/21 altera trechos do Marco Civil da internet e, desde a sua edição, tem sido alvo de críticas de parlamentares. O texto está sendo interpretado como forma de proteger postagens antidemocráticas, insufladas pelo discurso do presidente nos atos de sete de setembro.

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Ler para não crer

Por Marcelo Alves

A sábia menina Mafalda, do cartunista Quino (1932-2020), tem uma frase fantástica, que vivo repetindo por aí: “viver sem ler é perigoso. Te obriga a crer no que te dizem”. Não sei de quando é essa sentença, já que a tira de quadrinhos foi criada lá nos anos 1960. Mas a ideia por detrás dela nunca foi tão atual.Fake News - tecla

Hoje, a desinformação proposital, que batizamos de “fake news”, ganhou o mundo e, para atender aos interesses dos nossos milicianos digitais, fez casa no Brasil, sobretudo por meio do WhatsApp. Li na Internet dados estarrecedores. Em 2018, o instituto francês Ipsos divulgou o estudo “Fake news, filter bubbles, post-truth and trust” (“Notícias falsas, filtro de bolhas, pós-verdade e verdade)”, realizado em 27 países, que revela o buraco em que nos metemos: 62% dos entrevistados brasileiros disseram ter acreditado em fake news, valor bem acima da média mundial de 48%.

Já o “Reuters Institute Digital News Report” (relatório anual feito pelo Instituto da Universidade de Oxford), na versão 2021, constata que o WhatsApp é, com o Facebook, uma das principais redes de notícias no país. 47% dos brasileiros pesquisados usam o WhatsApp como fonte de informação. E isso é muito superior – muito mesmo – à média dos países desenvolvidos, a exemplo do Reino Unido e dos EUA, onde se tem 14% e 6%, respectivamente.

Embora “a incerteza trazida pela pandemia tenha encorajando o apetite das pessoas por informação confiável” – e esse é o dado positivo de 2021 –, vocês podem imaginar, por comparação, a borda/precipício da “terra plana” em que a milícia do WhatsApp nos pendurou.

As fake news crescem a partir da divulgação criminosa por gente de má-fé. Mas também na medida do compartilhamento, sem a leitura questionadora, das pessoas de boa-fé. Uma coisa que sempre me indignou, agora muito mais, é a capacidade do ser humano de repetir lugares-comuns e cretinices.

As sofisticadas fake news são um plus em relação a isso. Com títulos ou imagens sensacionalistas, distorcendo a verdade, apelam ao emocional do divulgador. Corroboram os seus preconceitos inconfessáveis. Fazem-no divulgar aquilo que acredita mas não tem a coragem de assumir com suas próprias palavras. As leis da imitação, de Gabriel Tarde (1843-1904), nunca encontraram terreno tão fértil como no estrume iletrado do WhatsApp.

O caso dos movimentos antivacina ilustram tragicamente a situação. Amalucados criminosos, contrários às vacinas, espalham falsidades, sugerindo que as vacinas podem ser ineficazes ou mesmo prejudiciais à saúde. Coisas sutis como provocar autismo nas crianças ou conspirações como modificar o nosso DNA. De mentira em mentira, volta o sarampo ou temos uma explosão de Covid nos não vacinados, perigando o fim da pandemia em prejuízo de todos.

Há gente como Pierre Lévy (1956-) e Yuval Harari (1976-) que veem na Internet e na inteligência artificial, em contrapartida ao lado positivo, um perigo enorme à democracia e ao mundo civilizado. O controle imperceptível que as fake news – e as bolhas de informação criadas por elas – podem ter sobre o que pensamos e compartilhamos é imenso. E acabam nos dando de volta sempre mais do mesmo, insuflando os nossos – às vezes, terríveis – preconceitos. Peter Sloterdijk (1947-) nos fala de um mundo ou vários mundos forjados a partir de “bolhas”. Bolhas cheias de “idiotas da aldeia”, como dizia Umberto Eco (1932-2016).

A pergunta é: existe solução para isso no estado democrático de direito? Não queremos um big brother, por óbvio. Há dicas para não se cair nas mentiras das redes sociais.

Desconfie de títulos milagrosos ou sensacionalistas. Eles são criados para gerar robotização. Confira a data da publicação. Notícia real, mas antiga, distorce a verdade. Confira e investigue a fonte. Ela existe ou é apenas um print de WhatsApp? A fonte tem credibilidade? Aliás, é bom consultar os sites de verificação gratuitos. Existem vários.

Sinceramente, eu não sei a solução. Apenas acredito no infinito poder das palavras. Das bibliotecas, dos livros e da leitura questionadora, assim como o autor de “O nome da rosa”. E que “viver sem ler é perigoso”, como diz a Mafalda.

Marcelo Alves Dias de Souza é procurador Regional da República e doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

Falso, fake ou mentira?

verdade-mentiraPor François Silvestre

Nesse governo bolsopinoquiano tudo é falso. Tudo. Não gosto da palavre fake e não é por ser de outra língua. Não. É que na nossa língua, “última flor do Lácio”, há palavras melhores. A palavra boa tem sonoridade, força e fotografa o fato. Quando você diz “peixe” a palavra parece nadar. É uma palavra boa.

Falso é mais sonora do que fakementira é muito mais forte. Então, nisso o governo do Bolsopinóquio possui sonoridade franca e força de cão hidrófobo. Veio ao Rio Grande do Norte e fez o quê? Mandou uma menina retirar a máscara e ele mesmo retirou à força a máscara de um menino de colo. E os pais, cúmplices, acharam bonito a visão luciferiana de crianças vilipendiadas.

Ontem, eles se superaram no quesito mentira. Um tal Onyx Lorenzoni convocou uma entrevista coletiva. O que é entrevista? É o ato de alguém, geralmente jornalista, perguntar algo a outrem. E a coletiva? Quando alguém convoca vários veículos da imprensa para lhe fazer perguntas sobre um ou vários fatos. Pois bem.

O Ministraço num sei de quê convocou uma “coletiva”, fez um pronunciamento mentiroso e retirou-se. Ninguém pode perguntar nada.

É falso, mentira ou fake? Tudo junto. Todas as palavras feias ou belas. Onix é nome de colchão. Talvez seja a tentativa de fazer Bolsopinóquio dormir melhor. Mas a insônia parece ter vindo para ficar.

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A mentira como método

Mentira, pinóquio, noticia falsa, fake newsAuditor do Tribunal de Contas da União (TCU) é acusado de falsificar planilha (veja AQUI), ministro de Comunicações e presidente da República fraudam informações sobre uso de recursos (veja AQUI) e mortes por Covid-19 (veja AQUI).

Isso não é descuido, gente, mas método.

Em que mundo estamos?

O que leva essa turma a tamanho nível de mentira?

Em juízo sairiam presos.

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Fake news sobre pesquisas de Fiern e jornal é desmentida

“Há mais de um mês a agenda do Instituto Consult está fechada, com dois a três municípios por dia”. A informação é comunicada ao Blog Carlos Santos pelo professor Paulo de Tarso Fernandes, dirigente dessa empresa.

Ele estranha e reprova o uso indevido dessa marca com mais de 30 anos de mercado, pela indústria de fake news da campanha municipal de Mossoró. Publicação espalhada em redes sociais noticiou que o Consult faria parte de parceria com Federação das Indústrias do RN (FIERN) e jornal Tribuna do Norte, para realização de duas pesquisas eleitorais este ano.

“Não é verdade”, alerta.

– Fomos procurados por uma coligação para fazer uma pesquisa em Mossoró.  Mas já não tínhamos mais vagas – diz.

Uma fonte da própria Fiern também afirma desconhecer qualquer pretensão da entidade em bancar pesquisas eleitorais este ano.

– Provavelmente não será contratada qualquer pesquisa eleitoral – declara.

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Aquela velha campanha suja de sempre

Desconstruir reputações, mentir, mentir e repetir mentiras são a pauta diária dos recrutados na periferia (Foto ilustrativa)

Do Blog da Chris

De porta em porta em bairros da periferia, sobretudo ambientes miseráveis, equipe recrutada e treinada pelo rosalbismo repete promessas e conta histórias da gestão municipal fantasiosa, que poderiam estar nos versos da Ilíada de Homero.

Mas, a missão principal é promover a desconstrução de adversários.

As fake news nas redes sociais não se comparam ao que esses recrutados falam, repetem e promovem contra a biografia alheia.

A política de Mossoró não muda.

Quem já sofreu isso na pele, no passado, sabe bem do que estou falando.

E como sabe!

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Deputado alerta sobre notícia falsa envolvendo seu nome

Circula um áudio atribuído ao deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM) na rede social WhatsApp, sobre um possível tratamento do novo coronavírus.“É Fake”, alertam o parlamentar e a Assembleia Legislativa do RN. A voz não é do deputado e ele se posiciona contra qualquer prescrição que considera “irresponsável e genérica”, por se tratar de um tratamento específico para um vírus desconhecido.

Veja a íntegra da Nota de Esclarecimento em acima, nessa postagem.

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Juíza veta campanha contra isolamento; governo nega autoria

Do UOl, Record News, Exame e Blog Carlos Santos

A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou, em caráter liminar, que o governo federal não veicule em meios de comunicação a campanha publicitária “O Brasil não pode parar”, que defende a suspensão do isolamento social como estratégia para o combate à covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

Material produzido por agência de Brasília, com brasão do governo, foi negado por Secom (Reprodução BCS)

A medida foi pedida ontem pelo MPF (Ministério Público Federal) e concedida pela juíza federal Laura Bastos Carvalho, no plantão judiciário. A decisão barra propaganda do governo que não tenha embasamento técnico do Ministério da Saúde e científico.

A juíza ainda sustenta que a campanha põe em risco do direito constitucional da população à saúde e que sua adoção pode levar a um colapso da rede de saúde. Em caso de descumprimento por parte do governo federal, a juíza determina multa de R$ 100 mil.

O outro lado confuso

Em nota divulgada à imprensa, Secretaria Especial de Comunicação Social(SECOM) afirma que um vídeo que circula nas redes sociais e que foi divulgado por alguns veículos de imprensa é uma fake news.

Mas adiante, a mesma nota entra em contradição. “Trata-se de vídeo produzido em caráter experimental, portanto, a custo zero e sem avaliação e aprovação da Secom”.

Filho do presidente Jair Bolsonaro, o senador carioca Flávio Bolsonaro (Republicano) divulgou vídeo da campanha em suas redes sociais.

Milhões sem licitação

A empresa brasiliense iComunicação Integrada foi contratada por R$ 4.897.855,00 reais essa semana, com dispensa de licitação, para “disseminar informações de interesse público à sociedade, por meio de desenvolvimento de ações de comunicação”.

A campanha, que o governo nega, mas destinou recursos para esse fim, entrou no ar conflitando com orientação do próprio Ministério da Saúde, que defende o isolamento social.

Leia também: Governo federal faz campanha contra isolamento;

Leia também: Prefeito comanda volta ao trabalho; 4.474 pessoas já morreram.

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