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General confirma plano para matar Lula, Alckmin e Moraes

Fernandes fez confissões estarrecedoras (Foto: Iac Nóbrega/PR)
Fernandes fez confissões estarrecedoras (Foto: Iac Nóbrega/PR)

O general Mário Fernandes, ex-secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), confessou ter sido o autor do plano que pretendia assassinar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Batizado de operação “Punhal Verde e Amarelo”, o plano previa que soldados das forças especiais do Exército, conhecidos como “Kids Pretos”, executassem a missão.

A Polícia Federal descobriu que alguns agentes chegaram a ir a campo decididos a executar a operação, que acabou sendo abortada. (CNN Brasil)

Mário Fernandes fez a confissão em depoimento ao STF nesta quinta-feira (24). O general confirmou que imprimiu o plano, mas afirmou que fez isso apenas por costume pessoal, já que não gosta de ler textos em telas. De acordo com ele, após ser impresso, o plano não foi compartilhado com ninguém. Fernandes disse que destruiu a impressão sem mostrá-la a ninguém e classificou sua elaboração como “pensamentos digitalizados”. (g1)

A investigação da Polícia Federal apontou que ao menos três cópias do plano foram impressas no Palácio do Planalto e que, logo em seguida, Mário Fernandes teria ido para o Palácio da Alvorada, a residência oficial do presidente da República.

O general confirmou que usou uma impressora em seu gabinete, mas negou ter compartilhado as cópias com qualquer pessoa. “Eu acredito que não seja o único funcionário público que faça isso eventualmente. Imprimi porque estava ali”, disse. (Estadão)

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Ex-vice-prefeita é lembrada como opção do bolsonarismo em 2024

General Paulo Sérgio e aex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: redes sociais)
General Paulo Sérgio e a ex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: arquivo/2021)

O bolsonarismo mexe-se para ter participação ativa na campanha municipal de Mossoró em 2024, como postamos esta semana (veja AQUI). A hipótese de candidatura própria a prefeito é crescente.

Nessa discussão interna, a ex-prefeita Nayara Gadelha (PL) passou a ser lembrada como opção.

Ela foi vice da então prefeita Rosalba Ciarlini (PP) no período de 2017 a 2020. Filiou-se dia 3 de julho ao PL, em solenidade de posse do senador Rogério Marinho como presidente da sigla no RN (veja AQUI).

Nayara é sobrinha do general de Exército Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, 64, cearense de Iguatu. Ele foi comandante do Exército e ministro da Defesa no Governo Jair Bolsonaro.

Números

Os números no pleito de 2020 em Mossoró foram sofríveis para essa corrente política, mesmo com o então presidente Jair Bolsonaro irradiando sua influência. Não elegeu ninguém sequer a vereador. Seus 24 candidatos somaram 1.503 votos, sendo que 186 terminaram anulados.

Apenas aboletou o psiquiatra Daniel Sampaio (no então PSL) como vice à prefeitura, na chapa da ex-prefeita Cláudia Regina (DEM, à época). Porém, a votação foi esquelética. Tiveram apenas 4.046 (2,94%) votos, ficando na quarta posição.

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Governo do RN devolveu recursos federais milionários para a segurança

O Governo Fátima Bezerra (PT) não gastou nem 6% das verbas federais destinadas à Segurança Pública. Segundo reportagem do Jornal da Record, da Rede Record de Televisão, veiculada nessa sexta-feira (17), foram destinados pelo Governo Federal mais de 77 milhões de reais entre 2019 e 2021, mas a maioria desses recursos acabou sendo devolvido. Isso mesmo.

Até julho do ano passado, o governo estadual tinha investido apenas R$ 4,5 milhões.

Esse montante de recursos federais advém do Fundo Nacional de Segurança Pública. Foram disponibilizados na administração Jair Bolsonaro (PL).

A finalidade do Fundo é garantir meios à prevenção da violência. Podem ser utilizados para compra de viaturas e armas, treinamento, modernizar sistemas de inteligência etc.

O Jornal da Record afirma que procurou o Governo do Estado para se pronunciar, mas não teve retorno.

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Governo diz que corte não afeta instituições federais; Andifes rebate

Do Correio Braziliense, Andifes e outras fontes

Depois da publicação do decreto de reprogramação orçamentária publicado pelo Governo Federal no último dia 30, que prevê ‘contingenciamento’ de cerca de R$ 3 bilhões na pasta da Educação, o ministro dessa pasta Victor Godoy afirmou, em entrevista coletiva nessa quinta-feira (6/10), que o bloqueio na verba não irá comprometer as despesas básicas das universidades federais. Ou seja, a supressão mantém tudo como está.

“Quero deixar claro que não há corte do Ministério, não há redução do orçamento das universidades federais, não há por que dizer que faltará recurso ou paralisação nos institutos federais. Nós tivemos uma limitação na movimentação financeira baseada na Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse o ministro.

Do outro lado da mesa de discussão, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (ANDIFES) manifestou-se através de nota oficial (veja AQUI), com pensamento e exposição diametralmente oposta à apresentada pelo ministro.

O presidente da Andifes e reitor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Ricardo Marcelo Fonseca, considera o novo corte “dramático, decepcionante, inadmissível e inusitado”.

“Se a universidade tiver de fazer um empenho maior do que o limite legal estabelecido pelo governo, pode me procurar, e vamos ajustar com o Ministério da Economia. Há previsão para isso”, destacou o ministro.

Se somados, as instituições de ensino superior perderam R$ 763 milhões, e as unidades de educação básicas federais, mais de R$ 300 milhões de orçamento com bloqueios. O decreto 11.216/2022, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, foi publicado na última sexta-feira (30/09), às vésperas das eleições, e não foi divulgado pela área econômica, que não apresentou o detalhamento dos cortes, como é de praxe.

Veja nesta postagem vídeos com o ministro Victor Godoy e com o professor Ricardo Marcelo Fonseca, que possuem posicionamentos distintos sobre o caso.

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Bolsonaro escolhe o quarto nome para presidir Petrobras

Caio Mario Paes de Andrade é o escolhido (Foto: reprodução)
Caio Mario Paes de Andrade é o escolhido (Foto: reprodução)

Do Poder 360

O governo de Jair Bolsonaro (PL) decidiu novamente trocar o presidente da Petrobras. Em nota divulgada pelo Ministério de Minas e Energia nesta 2ª feira (23.mai.2022), foi anunciado o convite a Caio Mario Paes de Andrade, atual secretário especial do ministro da Economia, Paulo Guedes.

O Conselho de Administração da Petrobras ainda precisa aprovar a indicação do secretário especial de Guedes. Se aceitar o convite, Andrade poderá ser o 4º presidente da estatal na gestão de Bolsonaro.

José Mauro Coelho estava na presidência da Petrobras desde 14 de abril.

Ele substituiu o general Joaquim Silva e Luna, demitido pelo chefe do Executivo em março, poucos dias depois do aumento de quase 25% no diesel e de quase 19% na gasolina nas refinarias. Silva e Luna ficou menos de 1 ano no cargo – assumiu em 19 de abril de 2021.

Na ocasião, a troca de comando, com a saída de Roberto Castello Branco, foi pelo mesmo motivo: os reajustes feitos pela empresa.

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Pelo menos nove ministros devem deixar governo Bolsonaro

Ilustração: Getty Images
Ilustração: Getty Images

O presidente Jair Bolsonaro (PL) prepara uma grande reforma em seu ministério. Será forçado à mudança no atacado, devido as eleições próximas.

Até o inicio de abril, nove ministros devem deixar sua equipe, com projeto de candidatura em seus respectivos estados:

João Roma (Cidadania), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), Damares Alves (Direitos Humanos), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), Flávia Arruda (Secretaria de Governo), Tereza Cristina (Agricultura), Onyx Lorenzoni (Previdência e Trabalho), Gilson Machado (Turismo) e Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).

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Orçamento federal é sancionado com fartura para políticos aliados

Do Canal Meiodinheiro-1024x682

O presidente Jair Bolsonaro sancionou na noite de ontem, com vetos, o Orçamento da União, aprovado pelo Congresso. Os cortes, detalhados somente hoje no Diário Oficial da União, atingem principalmente as áreas de pesquisa, educação, saúde, sustentabilidade e proteção a povos indígenas e quilombolas.

A Fiocruz, por exemplo, perdeu R$ 11 milhões que iriam para pesquisa e desenvolvimento tecnológico em saúde. Já o programa de saneamento básico rural teve corte de R$ 40 milhões.

O controle de desmatamento perdeu R$ 8,5 milhões. Não houve veto à verba de R$ 1,7 bilhão para reajuste da área de segurança nem ao Fundo Eleitoral de R$ 4,9 bilhões.

O poder exercido pelo Centrão dentro do governo pode ser medido em números. Ao longo de 2021, o Executivo liberou R$ 25,1 bilhões em emendas de parlamentares no Orçamento da União, o maior volume já liberado, com uma alta de R$ 1,4 bilhão em relação ao ano anterior, descontada a inflação. Desses, R$ 10,43 bilhões saíram via “orçamento secreto”, principal ferramenta do governo Bolsonaro para fidelizar sua base no Congresso. Partidos como PL, PP e Republicanos receberam cerca de 70% da verba prevista no Orçamento, enquanto legendas de oposição, como o PSOL (31%) ficaram à míngua.

Para se ter uma ideia da disparidade, o valor total de emendas liberadas em 2019, antes de o presidente voltar para o Centrão, ficou em R$ 9,98 bilhões.

Para 2022 estão previstos R$ 37 bilhões em emendas, e Bolsonaro entregou ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, principal nome do Centrão no Governo, o poder de vetar cortes no Orçamento feitos pela área econômica. (Estadão)

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Inflação estoura a meta e Banco Central procura justificativas

Do Canal Meio

O Brasil teve no ano passado a maior inflação desde 2015. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,73% em dezembro, acumulando alta de 10,06% em 2021. Além do recorde, o resultado é quase o dobro do teto da meta prevista pelo Banco Central para o ano, que era de 5,25%, e dá munição para os adversários do presidente Jair Bolsonaro (PL) no ano eleitoral. Na comparação mensal, apesar de o IPCA ter desacelerado — indo de 0,95% em novembro a 0,73% —, todos os grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta.Inflação no Brasil desde 2010 até 2021 - maior em 15 anos

De acordo com o IBGE, o resultado foi influenciado principalmente pelo grupo Transportes, com a alta no preço dos combustíveis. Em seguida vieram habitação, alimentação e bebidas. (Agência Brasil).

Justificativas

Em carta aberta enviada ontem ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que também é presidente do Conselho Monetário Nacional (CMN), o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, teve de justificar o descumprimento da meta inflacionária, indicar providências e o prazo para o retorno à meta.

O presidente do BC apontou o forte aumento dos preços de commodities (produtos básicos, como petróleo, alimentos e minério), a bandeira tarifária de escassez hídrica e a falta de insumos como os principais fatores que levaram a inflação ao estouro da meta em 2021. Ele também frisou a influência da pandemia e destacou que a alta inflacionária foi um fenômeno global. (Estadão)

Saiba mais informações AQUI.

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500 servidores da Receita Federal entregam cargos

Do Canal Meio

Já são quinhentos os servidores da Receita Federal que entregaram seus cargos em todo o país, de acordo com o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil. Na carta de exoneração, os delegados argumentam que o órgão teve seu orçamento reduzido em mais da metade só na parte de tecnologia. Os cortes afetam também a administração das unidades e põem em risco até contas de água e energia.

Decisão coletiva tem consequências comprometedoras para trabalho (Foto: Pillar Pedreira/Agência Senado)
Decisão coletiva tem consequências comprometedoras para trabalho (Foto: Pillar Pedreira/Agência Senado)

Este mesmo corte que afeta o núcleo de arrecadação do governo federal se equivale, em valor, ao aumento salarial garantido à Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN). Cobrado, o Ministério da Economia explicou que o aumento se deve a uma “decisão do presidente da República”. (g1)

Paralisações

Os servidores não pediram demissão, mas abriram mão dos bônus que têm quando ocupam cargos de chefia e deixaram acéfalas inúmeras unidades que incluem as alfândegas. (Metrópoles)

A luz de alerta ligou a toda no governo federal. A insistência de Bolsonaro em garantir aumento para as polícias mas não para os outros servidores deve produzir pedidos de reajustes em todas as categorias. Em muitos casos, também ameaças de paralisações e entrega de cargos como ocorre na Receita. (Globo)

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Bolsonaro quer encerrar exigência de comprovante de vacina

Do Canal Meio

Estados e municípios já exigem comprovante de vacinação para uma série de atividades, mas o presidente Jair Bolsonaro pretende, na prática, acabar com isso. Ele anunciou que enviará ao Congresso uma Medida Provisória determinando que somente o governo federal possa estabelecer esse tipo de exigência.

Comprovante é uma exigência para acesso a diversos ambientes públicos e privados (Foto ilustrativa)
Comprovante é uma exigência para acesso a diversos ambientes públicos e privados (Foto ilustrativa)

“Tem uns itens (na lei) que falam das medidas a serem adotadas por qualquer agente sanitário, estado e município. Quero trazer para agente federal. Por mim, vacina é opcional. A lei era da pandemia, não falava de vacina ainda”, afirmou. Em abril de 2020 o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que estados e municípios têm autonomia para aplicar medidas de combate à covid-19, e é certo que a MP, se for editada, vai ser levada à Corte. (Poder360)

A ofensiva

A determinação de Bolsonaro contra o passaporte de vacinação dentro do país torna ainda mais remota a chance de ele atender à recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), feita em 12 de novembro, para exigir o documento de estrangeiros chegando ao Brasil.

Já existe uma ação no STF pedindo que o comprovante seja cobrado, e integrantes do governo tentavam convencer Bolsonaro a adotar a medida, mas ele parece mais inclinado a agradar sua base, onde ainda é forte o negacionismo. (Folha)

Nota do Canal BCS – Presidente e Governo Federal (do qual ele é chefe) duelam com ações e visões que se conflitam, algo nunca visto na República. À medida que o Governo Federal propagandeia sucesso da vacinação, o chefe de governo prega tudo em contrário. Não deve ser fácil viver nesse mundo surreal.

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Ministério garante recursos para início de obras em estrada

O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) aloca recursos da ordem de R$ 9 milhões para obras da estrada à Serra do João do Vale, no Rio Grande do Norte. Os recursos são estabelecidos através do aviso de Licitação (RDC Eletrônico Nº 28/2021 – UASG 195006), publicada na edição desta segunda-feira (18) no Diário Oficial da União (DOU).

Serra de João do Vale tem enorme potencial para ecoturismo, turismo de aventura e investimento imobiliário (Foto: arquivo)
Serra de João do Vale tem enorme potencial para ecoturismo, turismo de aventura e investimento imobiliário (Foto: Léo Melo )

Segundo documento, a licitação está prevista para 27 de dezembro na modalidade concorrência pública. A Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF), empresa pública vinculada ao MDR, ficará responsável pela execução dos serviços junto à empresa ganhadora.

A expectativa é que as obras comecem ainda no primeiro semestre de 2022, a partir do cumprimento de toda um trajeto burocrático.

Serra tem c3rca de 750 metros de altitude (Foto: autoria não identificada)
Serra tem c3rca de 750 metros de altitude (Foto: Léo Melo)

O pavimento asfáltico é uma reinvindicação antiga de moradores e empreendedores que enxergam no turismo um potencial de crescimento para a localidade.

Reportagens e determinação

O deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) participou das tratativas para a viabilidade do projeto e comentou a decisão:

– “Graças ao ministro Rogério Marinho, ao presidente Bolsonaro e à nossa determinação, acredito que vamos finalmente alcançar esse benefício para a região e RN”.

O Canal BCS (Blog Carlos Santos) postou série de matérias sobre história e potencial turístico da Serra de João do Vale, fomentando exumação de luta por esse empreendimento e outros investimentos. Veja série abaixo, assinada pelo jornalista Tárcio Araújo:

Série Especial

Leia também: Serra de João do Vale, um destino a ser descoberto no RN;

Leia também: Serra de João do Vale tem marcas de disputas coloniais;

Leia também: História de beatos e messianismo lembra Canudos;

Leia também: Articulações tentam viabilizar estrada.

Com potencial para o desenvolvimento do turismo local, a Serra de João do Vale padece pela falta de infraestrutura de estrada.  Localizada entre os municípios de Jucurutu-RN, Triunfo Potiguar-RN e Belém do Brejo do Cruz-PB, a 275 km de Natal e 130Km de Mossoró, estando a 750m acima do nível do mar, o lugar desponta como próximo destino serrano do Rio Grande do Norte. Falta pelo menos essa estrada.

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Fábio Faria é representado por propaganda eleitoral antecipada

Da revista Fórum

O deputado federal Ivan Valente (PSOL-SP) protocolou junto à Procuradoria-Geral da República (PGR), nesta terça-feira (28), uma representação contra o ministro das Comunicações, Fábio Faria, por desvio de finalidade e propaganda eleitoral antecipada no programa “Wi-Fi Brasil”.

Presidente Jair Bolsonaro e Fábio Faria são citados por Valente (Foto: Marcos Corrêa)
Presidente Jair Bolsonaro e Fábio Faria são citados por Valente (Foto: Marcos Corrêa)

Conforme denúncia feita pelo jornal Estadão, a cada vez que acessam a internet banda larga do Wi-fi Brasil, projeto do Conecta Brasil de inclusão digital do Ministério das Comunicações, alunos, professores e moradores da zona rural de Santa Filomena, no interior do Piauí, são obrigados a assistir a uma propaganda de 30 segundos sobre programas sociais do governo e que enaltecem o presidente Jair Bolsonaro.

Se o usuário precisar entrar na internet cinco vezes no dia, ele vai ter de assistir a propaganda cinco vezes. Se demorar para usar, a rede desconecta e tem de assistir de novo.

De acordo com o Ministério das Comunicações, ao menos 26 milhões de brasileiros passaram a ter acesso à banda larga pelo Conecta Brasil. O programa tem um custo previsto de R$ 2,7 bilhões. Deste montante, R$ 2,46 bilhões serão alocados no Norte e no Nordeste, onde é maior a carência de internet.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Governo Federal deixa vencer testes de Covid, remédios e vacinas

O Estado de São Paulo

A Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS), ligada ao Ministério da Saúde, deixou vencer milhares de kits para diagnóstico da covid-19 e dezenas de medicamentos e vacinas para outras doenças. O órgão foi notificado em duas ocasiões sobre a proximidade da data de validade de 32 tipos de insumos.

Ministério não se pronunciou sobre assunto delicado (Foto: arquivo)
Ministério não se pronunciou sobre assunto delicado (Foto: arquivo)

Mesmo assim, não agiu a tempo de distribuí-los. O resultado é que, agora, milhares de imunizantes, soros, diluentes e testes que custaram R$ 80,4 milhões não foram aproveitados a tempo e terão de ser incinerados.

O desperdício inclui, por exemplo, mais de 18 mil kits de testes de covid, considerados fundamentais pelos especialistas para monitorar e controlar a transmissão do vírus. Também estão na lista 44 mil vacinas meningocócicas (contra meningite) e 16 mil vacinas contra a gripe.

As informações constam de documentos internos da pasta obtidos pelo Estadão. O material estava armazenado no Centro de Distribuição que o Ministério possui em Guarulhos (SP). Planilha do Ministério da Saúde aponta que, para sete desses insumos, houve mais de uma notificação sobre o vencimento do prazo. A SVS foi alertada, em abril e em junho deste ano, sobre produtos que venceriam entre 8 de julho e 31 de agosto. Eles custaram R$ 2,6 milhões aos cofres públicos.

Lista

Na lista de itens que se perderam, estão kits para diagnóstico de covid, dengue, zika e chikungunya, vacinas contra gripe, pentavalente (difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b), tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) e BCG, soros e diluentes.

Os testes para covid, dengue, zika e chikungunya são os itens mais caros perdidos pelo Ministério da Saúde. Por estes, a pasta pagou R$ 133 milhões. Deste total, R$ 77 milhões apenas pelos kits para detecção do novo coronavírus.

Na avaliação do presidente do  “perder doses de algo que é plenamente controlável” é consequência da “falta de planejamento do Ministério”. “Longe de ser um episódio, reflete toda a conduta da política pública do governo federal há pelo menos 2 anos”, disse ele, titular da pasta do Maranhão.

A reportagem questionou o Ministério da Saúde sobre os milhares de testes e medicamentos vencidos. A pasta, porém, não respondeu até as 10 horas desta terça-feira, 28.

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Após problemas delicados de saúde, ministro volta à agenda

Marinho acabou trocando férias por mais trabalho Foto: reprodução BCS)
Marinho acabou trocando férias por mais trabalho (Foto: reprodução BCS)

O ministro do Desenvolvimento Regional, ex-deputado federal Rogério Marinho (sem partido), retomou nessa sexta-feira (23) rotina de trabalho em sua pasta.

A expectativa de férias que acalentou e iniciou há poucos dias, acabou tendo que refluir.

No último fim de semana, ele ao desembarcar em Trancoso (Porto Seguro-BA) com a família, acabou sofrendo princípio de infarto que resultou em procedimento de angioplastia e fixação de um stent (veja AQUI, AQUI).

Nessa sexta, sua programação foi em cidades paulistas: Campinas, Sorocaba, Botucatu e Bauru “para entregar obras de saneamento e habitação, prioridades do Governo Bolsonaro”, adiantou.

Saúde, ministro.

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MP investiga Governo Bolsonaro por superfaturamento de vacina

Do Canal Meio

O Ministério Público Federal (MPF) pediu uma investigação criminal sobre a compra de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin pelo Ministério da Saúde, intermediado pela empresa Precisa Medicamentos. Segundo a procuradora Luciana Loureiro, a falta de correções no contrato, o alto preço das vacinas e o fato de sócios da Precisa estarem envolvidos em outras investigações na Saúde são indícios de crime.

A Covaxin aparece com preço bem acima do que fora apresentado antes (Foto ilustrativa)
A Covaxin aparece com preço bem acima do que fora apresentado antes (Foto ilustrativa)

O Governo Jair Bolsonaro aceitou pagar R$ 80,7 por dose, enquanto a vacina da AstraZeneca custa, em média, R$ 19,87. A importação do imunizante foi possibilitada por emenda do líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR).

Ele é investigado por irregularidades quando foi ministro da Saúde, no governo Temer, envolvendo a Global, empresa que tem sócios em comum com a Precisa. (Globo)

Precisa

Francisco Emerson Maximiano, sócio-administrador da Precisa recorreu ao STF contra a quebra de seus sigilos, determinada pela CPI da Pandemia. Ele quer ingressar numa ação já julgada pelo ministro Nunes Marques mantendo os sigilos do ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde Elcio Franco. Maximiano deveria prestar depoimento à CPI hoje, mas alegou estar em quarentena após uma viagem à Índia. (CNN Brasil)

Documentos em poder da CPI mostram que o preço cobrado pela Precisa por dose era 1.000% maior que o anunciado seis meses antes pelo fabricante indiano.

Os senadores questionam também o aumento de 20% no preço das vacinas da Pfizer entre a  negociação no ano passado e a assinatura do contrato. (Estadão).

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Rogério Marinho balança no governo Bolsonaro

Bolsonaro: cargo de Marinho é visado (Foto: Web)
Bolsonaro: cargo de Marinho é visado (Foto: Web)

Por Lauro Jardim (O Globo)

O ministro Rogério Marinho está balançando e já foi informado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O presidente quer (ou precisa) trocar o ministro do Desenvolvimento Regional por um legítimo quadro do Centrão —. Marinho só integrou dois partidos na vida, PSB e PSDB, legendas que passam longe do Centrão.

Esta era pelo menos a situação até o momento desta nota ir ao ar.Como se sabe que Bolsonaro detesta que suas trocas de ministros sejam antecipadas pela imprensa, talvez Marinho ganhe uma sobrevida.

Mas não será longa.

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Esquema bilionário envolve governo federal e parlamentares

Orçamento Secreto de Bolsonaro para parlamentares do Centrão - 09-05-2021 - Jornal O Estado de São PauloDo Congresso em Foco, JB e O Estadão

O governo de Jair Bolsonaro seria o responsável por liberar verbas para emendas parlamentares a aliados no Congresso Nacional, em um esquema de “Orçamento paralelo ” que teria movimentado R$ 3 bilhões desde o final do ano passado. As afirmações são do jornal ‘O Estado de S. Paulo’ .

Segundo o jornal, por meio de ofícios encaminhados principalmente ao Ministério do Desenvolvimento Regional, os parlamentares indicavam à pasta onde gostariam de alocar valores, em montantes muito superiores aos R$ 8 milhões que tem direito anualmente em emendas parlamentares.

Os ofícios mostram que deputados e senadores aliados do governo tinham como proposta preferencial alocar recursos em locais como a Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (CODEVASF), para que a estatal liberasse, com mais facilidade, valores para a conclusão de obras e para a aquisição de máquinas como tratores, caminhões-pipa e escavadeiras.

Nem sempre os valores iam para seus redutos eleitorais . Em alguns casos, aponta a reportagem, tratores eram adquiridos por valores 259% acima do valor de mercado.

Saiba mais AQUI e AQUI.

Nota do Blog – O Ministério do Desenvolvimento Regional, do ministro potiguar Rogério Marinho (sem partido), no epicentro da polêmica.

Caso vai botar o RN no mapa com mais nomes. Aguardemos.

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Combate à pandemia vira guerra política com ‘culpados e inocentes’

Rodou, rodou, rodou e desabou em Mossoró a crise política entre a governadora Fátima Bezerra (PT) e o prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB). Coube a infantaria da governante se apressar em criminalizar alguém, pela escassez e falta da D2 (segunda dose) de vacina Covid-19 em solo mossoroense, escudando Fátima. E, por analogia, reforçando erros ou hipotéticas falhas do executivo de Natal.

Na quinta-feira (22) e sexta-feira (23) passadas, em entrevistas a importantes programas e canais de comunicação como o Jornal da Tarde (Rádio Rural) e Cenário Político (TV Cabo Mossoró), a vereadora Marleide Cunha (PT) avaliava a gestão do prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade) como boa, em especial na Saúde. Era justamente o combate à pandemia da Covid-19, segundo ela, esse destaque.

– Ele (Allyson) está indo bem, está enfrentando bem os desafios da pandemia; vacinação está fluindo, não estamos perdendo tempo com vacina estocada (…). A gente não tem o que criticar – disse Marleide, textualmente, ao Cenário Político do dia 22 (quinta-feira) – veja AQUI e no boxe acima. Na sexta-feira no Jornal da Tarde, a mesma análise.

No domingo (25), a vereadora surtou. Com a eclosão pública do problema da falta de vacina, ela mudou radicalmente o discurso e a apreciação dos fatos. Orientação vinda da Governadoria levou Marleide a culpar o prefeito e a “falta de planejamento” pelo problema. Saiu de cena aquela vereadora moderada e sensata, para entrar no palco a militante que cumpre ordens cegamente.

Importante assinalar, que nesse período de tensões com a pandemia, Alysson topou o alinhamento com medidas restritivas adotadas por Fátima, mesmo pontualmente pensando diferente. Inclusive, conversou diretamente com vários prefeitos, defendendo necessidade desse esforço comum.

Marleide mudou completamente o discurso, sob pressão da Governadoria (Reprodução BCS)
Marleide mudou completamente o discurso, sob pressão da Governadoria (Reprodução BCS)

Assumiu desgastes com setores produtivos em Mossoró, sem bônus algum e sem compor sistema político de Fátima Bezerra. Não quis jogar para a “plateia”, como parece ser o caso de Álvaro Dias em Natal com atrasos há três semanas.

A comparação Natal-Mossoró que o PT, Marleide e também a deputada estadual Isolda Dantas (PT) tentam fazer, é um mero exercício politiqueiro, sem pensar no todo. Em questão de horas, ambas mudaram de opinião.

Imprescindível passou a ser blindar a governadora, principalmente após pesquisa recente veiculada no final da semana passada, em que o prefeito apareceu com estonteante aprovação em Mossoró.

A mudança do petismo não levou em conta nada além de proteger a Fátima Bezerra e cálculos para 2022. Em momento algum se parou para pensar, por exemplo, na necessidade de se continuar a vacinação. Em tese, essa deveria ser a prioridade.

Rosadismo e rosalbismo

A pressão político-partidária e social para se utilizar a segunda dose da CoronaVac também fez parte do arsenal do rosadismo e do rosalbismo. Botou sua tropa amestrada para culpar o prefeito, insinuando até que o município não o utilizava àquele momento, por pura ‘maldade’.

O vereador Francisco Carlos (PP) empunhou bandeira para uso da reserva técnica. Veja no print abaixo (dia 1º de abril) uma de suas postagens. A vereadora Larissa Rosado (PSDB) foi outro nome a advogar essa tese, cobrando o prefeito. Em redes sociais, militantes foram ao ataque de forma orquestrada, jogando opinião pública contra Allyson Bezerra.

Vereador rosalbista, Francisco Carlos cobrava utilização de todas as vacinas e pressionava governo (Reprodução BCS)
Vereador rosalbista, Francisco Carlos cobrava utilização de todas as vacinas e pressionava governo (Reprodução BCS)

Agora, muitos dos que adotaram essa posição de ataque, calam-se. Fazem pose de estátua.

Outros, acabam adotando o discurso lavrado na Governadoria, como se fosse um memorando.

E tem os que apenas estão preocupados em promover o caos, espalhar cizânia e solapar qualquer coisa que possa funcionar minimamente no município. O povo que se dane.

Solução nacional virou problema

No dia 19 de março, a Frente Nacional de Prefeitos (FNP) mandou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e ao então indicado para o ministério, Marcelo Queiroga. Pedia que pelo menos 90% das doses da CoronaVac pudessem ser usadas para a primeira dose.

Dia 20 de março Governo Federal dá orientação que hoje preocupa (Reprodução BCS)
Dia 20 de março Governo Federal dá orientação que hoje preocupa (Reprodução BCS)

Acabaram atendidos além disso. Poderiam utilizar 100%, segundo o Governo Jair Bolsonaro. Pouco mais de um mês depois o cenário é outro.

No dia 20 de março (veja AQUI), textualmente o Governo Federal proclamou orientação a estados e municípios para que não guardassem a segunda dose. Podiam utilizá-las que não faltariam os imunizantes.

Já dia passado, segunda-feira (27), o novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, admitiu preocupação com o que tinham decidido em março.

O problema vai se agravar por mais alguns dias, falou:

Leia também: Governo não tem CoronaVac e lamenta ter estimulado uso da 2ª dose.

A falta da D2 não está restrita a Mossoró e Natal. Vários outros municípios, centenas e provavelmente milhares, no país, entraram na mesma situação.

Veja outro caso dessa anomalia nacional: o município de Nova Santa Rita no Rio Grande do Sul, com pouco menos de 30 mil habitantes, queixa-se publicamente de falta de vacinas. Está com paralisação no serviço e cobra o Governo Federal pelo problema.

Em Mossoró, o culpado é o prefeito, segundo o PT e a banda Rosado da oposição.

No RS encontraram outro culpado (Reprodução BCS)
No RS encontraram outro culpado (Reprodução BCS)

O prefeito do município gaúcho é  Rodrigo Battistella (PT), vale lembrar.

Lamentavelmente, no caso de Mossoró a politicalha ocupa o lugar da razão e da negociação elevada, como vinha ocorrendo diretamente entre o prefeito e a governadora.

Prioriza-se o sofisma.

Muda-se de opinião e joga-se a opinião pública contra A ou B, por oportunismo. Puro cinismo. Favor não confundir com “desonestidade intelectual”, eufemismo produzido nas academias para suavizar condutas de má-fé.

Agilizar vacinação, como foi feito em Mossoró, inclusive sob elogios de quem agora amaldiçoa seus responsáveis, foi diligência diferenciada – assim falavam os detratores de agora.

Leia também: Mossoró vacina 2.348 pessoas, mas não tem estoque à 2ª dose.

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Novo titular do Exército é tio da ex-vice-prefeita Nayara Gadelha

General Paulo Sérgio e aex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: redes sociais)
General Paulo Sérgio e aex-vice-prefeita Nayara Gadelha (Foto: redes sociais)

Um dos novos comandantes das Forças Armadas que o Governo Jair Bolsonaro anunciou nessa quarta-feira (31) tem ligação muito próxima com Mossoró.

O comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, é irmão do odontólogo Francisco Adolfo e tio também da ex-vice-prefeita mossoroense Nayara Gadelha (PP).

Seu pai, José Adolfo, foi gerente do Banco do Brasil em Mossoró.

Perfil

O general de Exército Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira era o chefe do Departamento-Geral de Pessoal do Exército. Nascido em Iguatu (CE), tem 62 anos de idade. Ele concluiu a Academia Militar das Agulhas Negras na arma de artilharia em 1980.

O Departamento-Geral de Pessoal responde, entre outros serviços, pelo serviço de saúde do Exército, administração de dados, assistência religiosa, serviço militar, assistência social e movimentações e demissões.

Segundo o Exército, foi adido de Defesa na embaixada do Brasil no México e, como general, entre outros postos, foi chefe do Estado-Maior do Comando Militar do Oeste; comandante da 16ª Brigada de Infantaria de Selva (AM); chefe do Estado-Maior do Comando da Amazônia; comandante logístico do Hospital das Forças Armadas; e comandante Militar do Norte.

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Plano Nacional de Imunização vai priorizar pessoal da segurança

PNI passará a colocar segmento como prioritário (Foto ilustrativa)
PNI passará a colocar segmento como prioritário (Foto ilustrativa)

Nessa terça-feira (30), o Ministério da Saúde acatou resolução proposta pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), composta recentemente pelo órgão federal, em conjunto com o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (CONASS) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde: vai incluir profissionais da segurança pública no grupo prioritário da vacinação contra a Covid-19.

Até o momento, o Plano Nacional de Imunização (PNI) do Governo Federal não favorecia esse segmento. Só no Rio Grande do Norte, essa pandemia ceifou a vida de 15 pessoas na ativa, nessa área.

Os governadores apresentaram esse pleito ao novo ministro, Marcelo Queiroga, em reunião virtual realizada na sexta-feira (26). O pedido foi reforçado nesta terça-feira (30) pelo Consórcio Nordeste, em carta endereçada ao presidente da República Jair Bolsonaro.

Nota do Blog – Decisão chega com alguns meses de atraso. Tudo tão óbvio, mas precisa de pressão, cobrança, até o acatamento e operacionalização.

Incrível!

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Ministro Fábio Faria bate boca com jornalista no Twitter

Do Poder 360

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, iniciou um bate-boca no Twitter com o âncora da rádio CBN e colunista do jornal O Globo, Carlos Andreazza, neste sábado (6.mar.2021). O jornalista afirmou que o governo, depois de “acabar” as “obras herdadas”, agora inaugura até “wi-fi em praça”. 

Faria rebateu: “Tenha compromisso com a verdade”.

Segundo o ministro, Bolsonaro foi a Goiás, principalmente, inaugurar trecho da Ferrovia Norte-Sul. Durante o evento, no entanto, também foi entregue um sinal de internet livre do programa Wi-Fi Brasil –ao qual se referia Andreazza.

O bate-boca foi esticado no Twitter.Carlos Andreazza e Fábio Faria batem boca - 1Carlos Andreazza e Fábio Faria batem boca - 2Carlos Andreazza e Fábio Faria batem boca - 3Carlos Andreazza e Fábio Faria batem boca - 4

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STF manda governo federal bancar mais leitos de UTI

Rosa urgência para leitos de UTI (Foto: Arquivo)
Rosa urgência para leitos de UTI (Foto: Arquivo)

Do Folha de São Paulo

A ministra Rosa Weber, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou ao Ministério da Saúde o custeio de UTIs (unidades de tratamento intensivo) para pacientes do Covid -19 nos estados da Bahia, do Maranhão e de São Paulo.

Os governadores dos três estados recorreram ao Supremo para a retomada do repasse, suspenso gradativamente em 2021 pelo governo federal.

A decisão de Rosa, deste sábado (27), é de aplicação imediata. Ela tem caráter provisório e precisará ser confirmada pelo plenário da Corte. Não há previsão de data para essa providência.

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS) fez alerta recente da diminuição de leitos custeados pelo governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em dezembro 2020, segundo o conselho, 12.003 unidades contavam com o financiamento do Ministério da Saúde para sua manutenção. Em janeiro/2021, esse número reduziu para 7.017 e em fevereiro fechará com apenas 3.187.

A ministra determinou ainda que, dentro de cinco dias, as três administrações estaduais juntem aos autos dos processos os protocolos trocados com a pasta da Saúde sobre a renovação ou novas propostas de habilitação de leitos de UTI.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – A que ponto nós chegamos!

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