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Mossoró Oil & Gas começará na próxima terça-feira

Considerada a capital brasileira do onshore (produção de petróleo e gás em terra), Mossoró sediará a edição 2022 do Mossoró Oil & Gas Expo (MOGE), maior evento do segmento no Brasil, de terça-feira (5) a quinta-feira (7), no Expocenter, da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (Ufersa).

Produção em terra é o núcleo do evento, com abordagens diversas (Foto: arquivo)
Produção em terra é o núcleo do evento, com abordagens diversas (Foto: arquivo)

Com ênfase na inovação e nas novas oportunidades geradas no setor a partir da presença da iniciativa privada nas operações, a feira retoma em 2022 a programação 100% presencial.

Interessados em participar das palestras e painéis da edição 2022 do Moge têm até domingo (3) para efetuar a inscrição, no site institucional do evento //mossorooilgas.com.br/, onde devem preencher o formulário disponível na aba “inscrições”. Após esse prazo, serão aceitas somente inscrições na modalidade presencial.

O evento

O Mossoro Oil & Gas surgiu em 2016, como Fórum Onshore Potiguar. Em seis anos, evoluiu de 10 estandes e 100 pessoas para 80 estandes e mais de 2.000 participantes. É realizado pela Redepetro RN e Sebrae RN, com apoio de Associação Brasileira de Produtores Independentes (ABPIP), Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), Governo do Estado, Prefeitura de Mossoró, patrocinadores e outros parceiros.

O presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, informa que, além da exposição institucional, em mais de 90 estandes, o Moge contará com vasta programação técnica. As palestras e painéis temáticos serão apresentados, ao longo dos três dias de evento, nos espaços denominados de Arena Petróleo e Gás e Arena Inovação.

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Presidente da Redepetro é o entrevistado no PodFalar

Podfalar - Gutemberg DiasPresidente da Redepetro e membro do diretório estadual do PCdoB, Gutemberg Dias é o entrevistado do PodFalar, da Super TV, desta quarta-feira (15).

Tem muito assunto a ser abordado.

Petroleiros em terra (onshore), combustível, política, eleição e muito mais.

O programa começa às 20h, na Super TV – canal 14.1 da tv aberta em Mossoró e 173 da Brisanet, além de todas as redes sociais da emissora.

É apresentado pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jailton Magalhães.

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Redepetro diz que RN não pode perder “janela de oportunidades”

O novo ciclo do petróleo no Rio Grande do Norte, iniciado com a saída da Petrobras e a chegada de novas empresas, abre janela histórica de oportunidades para a cadeia produtiva no Estado. A avaliação é do presidente da Associação Redepetro RN, Gutemberg Dias, feita na audiência pública sobre impactos da venda dos ativos da Petrobras no RN, nesta quinta-feira (17), na Assembleia Legislativa.

Dias acha que o momento é para o RN não errar como antes (Foto: Redepetro/RN)
Dias acha que o momento é para o RN não errar como antes (Foto: Redepetro/RN)

Segundo ele, o Rio Grande do Norte perdeu oportunidade semelhante, quando do início da exploração da energia eólica, há alguns anos. Mas tem a chance de fazer diferente no novo cenário do segmento onshore (produção e exploração de petróleo em terra). De preferência, se estimular o protagonismo de empresas locais no fornecimento de bens e serviços para os novos operadores dos campos ex-Petrobras.

“Precisamos atrair novos negócios e fortalecer atuais, principalmente empresas daqui, para aproveitar esse novo momento. Quando vieram as energias renováveis, nós perdemos o trem com relação a atrair indústrias para gerar bens e serviços para esse cenário das renováveis”, disse Gutemberg Dias.

“Então, para esse novo cenário que a gente tem do petróleo, a gente tem que pensar dessa forma, fazer chamamento das gestões estadual e municipais. Ou seja: é dada uma nova oportunidade e nós precisamos pensar em atrair novos negócios que forneçam para essa cadeia”, apontou.

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Redepetro prevê aumento de 30% na produção onshore potiguar

A conclusão da venda de ativos da Petrobras no Rio Grande do Norte, com a compra de 22 concessões na Bacia Potiguar pela 3R Potiguar S/A, eleva as expectativas de reaquecimento do onshore (produção em terra) no Estado. Segundo a Redepetro RN, entidade que congrega empresas fornecedoras de bens e serviços do setor, a operação pode significar acréscimo de até 30% na produção de petróleo no estado, a médio e longo prazos. Atualmente, são produzidos cerca de 23 mil barris/dia.

Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)
Clara Camarão faz parte do negócio bilionário no setor petrolífero (Foto: Petrobras)

A expectativa, segundo o presidente da Redepetro RN, Gutemberg Dias, tem como base a reativação dos poços paralisados e a manutenção dos demais. Ele lembra ainda que também devem ser levadas em consideração experiências exitosas em outros campos já repassados à iniciativa privada pela Petrobras, como Riacho da Forquilha (Região Oeste), onde, em apenas dois anos de operação, a Potiguar E&P elevou em 70% a produção.

“Pela experiência dos campos vendidos, é possível ampliar a produção, sim. Particularmente, acredito que, só reativando os poços paralisados e feita manutenção nos demais, a produção tende a aumentar em 30%. Claro que isso não ocorrerá da noite para o dia. Só vamos conseguir ter uma real noção da negociação seis meses depois de os novos operadores assumirem. Mas estamos otimistas. Há anos, a Petrobras vinha desinvestindo no RN, e a negociação é muito positiva para a cadeia produtiva”, analisa.

Negócio bilionário

A área vendida pela Petrobras a 3R Potiguar, subsidiária integral da 3R Petroleum Óleo e Gás S/A, denominada de Polo Potiguar, comporta os campos de Canto do Amaro, Estreito, Alto do Rodrigues, além da Refinaria Clara Camarão, Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) de Guamaré, Termoaçu e todas as linhas de dutos dentro desses ativos. O valor da negociação, concluída nesta sexta-feira, 28, é de US$ 1,38 bilhão de dólares.

A produção de petróleo em campos maduros por operadores independentes, no Rio Grande do Norte, registra tendência de crescimento, especialmente a partir de 2019.

Em dois anos, a produção de petróleo no segmento aumentou 300%, segundo o Ministério de Minas e Energia (MME). Os chamados produtores independentes, que hoje operam campos maduros comprados da Petrobras, já respondem por mais de 40% da produção do Estado.

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Novo mercado de gás agitará Fórum Onshore Potiguar

A abertura do mercado de gás natural anima a cadeia produtiva no Rio Grande do Norte. A partir de 1º de janeiro de 2022, o Estado terá suprimento de gás natural fornecido diretamente pelas empresas produtoras independentes, que recentemente adquiriram campos da Petrobras. Tal cenário será um dos destaques do VI Fórum Onshore Potiguar, quinta-feira (25), das 8h30 às 17h30, no Garbos Recepções, em Mossoró.

Dutos da unidade de processamento de gás natural em Guamaré (Foto ilustrativa)
Dutos da unidade de processamento de gás natural em Guamaré (Foto ilustrativa)

Consolidado no cenário nacional, o evento reunirá especialistas, membros da cadeia produtiva de petróleo e gás, representantes do Governo do Estado e da agência reguladora. É realizado pela Redepetro RN e Sebrae no Rio Grande do Norte, com apoio da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo (ABPIP) e das empresas patrocinadoras 3R Petroleum, Potiguar E&P, Potigas e Wellbore Integrity.

Novo momento

Novidades do mercado de gás natural no Rio Grande do Norte motivam o setor. No último dia 29 de setembro, a PetroReconcavo assinou contrato para fornecer 236 mil m³ por dia de gás natural à Potigás, a partir de 2022. O gás provém das 32 concessões operadas pela Potiguar E&P (subsidiária da PetroReconcavo) no antigo Polo Riacho da Forquilha, compradas da Petrobras há dois anos por cerca de R$ 300 milhões.

Há uma semana, a Petrobras anunciou contrato com a Potiguar E&P para escoamento de gás natural e cessão de uso do sistema de escoamento da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) Guamaré. A venda à Potigás e a concessão do acesso à UPGN são marcos do novo mercado do gás, segundo o presidente da Repedetro RN, Gutemberg Dias.

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Espanhóis apresentam projeto para fábrica de cimento em Mossoró

Vice-governador recebeu a ABG Mineração e consultores em Natal (Foto: Elisa Elsie)
Vice-governador recebeu a ABG Mineração e consultores em Natal (Foto: Elisa Elsie)

O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto, conheceu nesta sexta-feira (28) o projeto ABG Mineração, que será instalado em Mossoró e inclui exploração mineral e fábrica de cimento. O principal investidor é a espanhola Cementos La Union, que atua também no Egito, no Chile e na República Dominicana.

Os representantes Bruno Camargo e Jairo Abud apresentaram a proposta também aos secretários adjunto do Desenvolvimento Econômico, Silvio Torquato e adjunto de Tributação, Álvaro Luiz Bezerra; além do diretor técnico do Idema, Werner Farkatt, que atualizou o andamento das licenças ambientais.

A empresa já tem 2.100 hectares de direitos minerais e adquiriu 800 para exploração de jazidas, com 20% de reserva legal. A área fica a 34 quilômetros de Mossoró, a 70 quilômetros da rodovia BR 304, e é desabitada, o que não demandará qualquer processo de desapropriação.

Empregos

Bruno Camargo destacou a geração de postos de trabalho. Serão em torno de 800 vagas durante a construção e 300 empregos diretos na operação, estimando ainda 1.200 indiretos.

A previsão de faturamento anual chega a R$ 700 milhões, com R$ 222 milhões de impostos pagos ao ano. A empresa europeia tem lucro anual de 350 milhões de euros. A indústria terá capacidade de produzir 10 milhões toneladas/ano e o investimento previsto é de R$ 1,5 bilhão.

Também acompanharam o encontro o sócio da Projetos Geológicos Ltda. (PROGEL) Gutemberg Dias, e Felipe Arraes, diretor comercial da empresa de consultoria que apoia o investimento no RN.

O vice-governador deu boas-vindas à fábrica e destacou aspectos do Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial do Rio Grande do Norte (PROEDI) que beneficiam investimentos.

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Ney Lopes estreará no Blog Carlos Santos

Ney: Revolução do Liberalismo Social (Foto: arquivo)
Ney vai abordar a “A revolução do Liberalismo Social” na sua chegada ao Nosso Blog (Foto: arquivo)

Quem vai estrear em Nosso Blog no domingo (2) é o advogado, jornalista e ex-deputado federal Ney Lopes.

Abordará o tema “A revolução do liberalismo social”. Está supimpa. Meninos, eu vi!

Reforçará nosso time que já tem uma turma ótima. E chegando mais.

No domingo passado, a estreia foi do escritor e procurador federal Marcelo Alves.

Com eles, gente há mais tempo conosco dominicalmente, como Paulo Menezes, Odemirton Filho, Honório de Medeiros, Josivan Barbosa, Marcos Pinto, François Silvestre, Eduardo Cavalcanti, Phabiano Santos, Paulo Linhares, Gutemberg Dias, Marcos Araújo e Zildenice Guedes.

Mais recentemente, a chegada de Marcos Ferreira e Lúcia Rocha.

Além dos bissextos David Leite e Francisco Edilson Leite Pinto Júnior.

Esses estão devendo, que se diga, ora!

Domingão promete.

Até lá!

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Corrida eleitoral tem, por enquanto, 5 chapas à prefeitura

Por enquanto, Mossoró tem cinco chapas certas à prefeitura, às eleições de 15 de novembro.

Vamos a elas:

Rosalba Ciarlini (PP)/Jorge do Rosário (PL);

Allyson Bezerra (Solidariedade)/Fernandinho (PSD);

Cláudia Regina (DEM)/Daniel Sampaio (PSL);

Isolda Dantas (PT)/Gutemberg Dias (PCdoB);

Ronaldo Garcia (Psol)/Yasmim Dias (Psol).

Dois nomes em aberto

Pelo menos mais duas pré-candidatas ainda aparecem com hipótese, mesmo remota, de oficializarem candidatura:

Ângela Schneider (PRTB);

Irmã Ceição (PTB).

Chapas em 2016

Em 2016, o quadro de candidaturas foi muito parecido com esse, após costumeiro período de especulações e balões de ensaio. Ao final, cinco chapas foram à disputa, com uma desistência – prefeito Francisco José Júnior (veja AQUI) – antes mesmo do término da campanha.

Veja abaixo o resultado final das urnas no pleito do dia 2 de outubro:

– Rosalba Ciarlini (PP)/Nayara Gadelha (PP) – 67.476 (51,12%)
– Tião Couto (PSDB)/Jorge do Rosário (PL) – 51.990 (39,39%)
– Gutemberg Dias (PCdoB)/Rayane Andrade (PT) – 11.152 (8,45%)
– Josué Moreira (PSDC)/Karliana Fernandes (PSDC) –  1.370 (1,04%)
– Francisco José Júnior (PSD)/Micael Melo (PTN) – 602 (Desistente, com votos inválidos)
– Branco – 2.974 (2,06%)
– Nulo – 9.416 (6,54%)
– Válidos – 131.988 (91,40%)
– Eleitores Aptos – 167.120
– Abstenção – 22.683 (13,59%)
– Maioria pró-Rosalba Ciarlini de 15.486 (11,73%).

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Gutemberg Dias é o vice de Isolda Dantas

A governadora Fátima Bezerra (PT) divulgou há poucos minutos, em Mossoró, que Gutemberg Dias é o vice da deputada estadual Isolda Dantas (PT) à Prefeitura de Mossoró.

Isolda Dantas, Fátima Bezerra e Gutemberg Dias posaram juntos em coletiva (Foto: BCS)

Minutos depois, o próprio Gutemberg do PCdoB chegou à entrevista coletiva.

Ela admitiu que foi dormir tarde participando de conversas para essa escolha.

O PCdoB ainda não tinha tomado essa posição oficialmente (veja AQUI), transferindo desfecho para o próximo dia 16.

Depois daremos mais detalhes.

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Rosalba tem 32,5%; Allyson é o segundo com 20% a prefeito

A Rádio Difusora de Mossoró divulgou há poucos minutos a primeira pesquisa eleitoral deste ano, em Mossoró.

Mostra quadro sucessório em Mossoró nesse momento, em trabalho de campo feito pelo Instituto Agorasei de Natal, no período de 14 e 15 de agosto.Veja o resultado Estimulado abaixo:

Estimulada

Rosalba Ciarlini (PP) – 32,5%

Allyson Bezerrra (Solidariedade) – 20%

Cláudia Regina (DEM) – 14,5%

Isolda Dantas (PT) – 5,5%

Daniel Sampaio (PSL) – 2,5%

Gutemberg Dias (PCdoB) – 1,5%

Irmã Ceição (PTB) – 1%

Doutora Ângela Schneider (PRTB) – 0,2%

Bianca Negreiros (Podemos) – 0,2%

Nenhum – 12,8%

Não Sabem – 9,3%.

Espontânea

Rosalba Ciarlini (PP) – 22,3%

Allyson Bezerrra (Solidariedade) – 8,7%

Cláudia Regina (DEM) – 3,7%

Isolda Dantas (PT) – 3,2%

Daniel Sampaio (PSL) – 1%

Gutemberg Dias (PCdoB) – 0,5%

Bianca Negreiros (Podemos) – 0,2%

Nenhum – 18,2%

Não Sabem – 42,2%.Foi utilizada uma amostra aleatória probabilística de 600 entrevistados, sendo 547 na zona urbana e 53 na zona rural (600 no total).

O intervalo de confiança estimado é de 95% e a margem de erro máxima estimada é de 3.9 pontos percentuais, para mais ou para menos sobre os resultados totais da amostra.

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A maioria somos nós; eles não!

Por Aílson Fernandes Teodoro

Na última quinta-feira, 13 de agosto, o jornalista Carlos Santos, editor-chefe desse espaço, que na realidade é “Nosso Blog”, publicou matéria com o seguinte título: “Oposição precisa cativar povão e mexer com o egoísmo da elite“.

Li, achei interessante a análise e me senti instigado a escrever um artigo sobre o tema, onde deixo minhas impressões sobre o papel dos mossoroenses nas eleições que serão realizadas dia 15 de novembro.

Pois bem. Eis minha opinião: Considero a elite social e política local uma das mais conservadoras e corporativistas do país. Não consegue aceitar nem digerir quem ascende social e politicamente se não for da terra; principalmente se não fizer parte de alguma família tradicional da cidade. Financeiramente também são conservadores, olham com desconfiança e indiferença para quem consegue amealhar vultoso patrimônio, mesmo que adquirido honestamente.No campo político, é ainda pior.

Ajuda a manter no poder e a perpetuar um modelo, representados por uma prefeita desgastada política e administrativamente, fruto de uma gestão desastrosa que não consegue resolver as obrigações mais básicas que competem a um gestor de um município do porte de Mossoró. Uma prefeita que saiu do Governo do Estado avaliada como a pior chefe do executivo estadual do país, à época.

Sequer teve amparo do seu partido, o DEM, para tentar a reeleição em 2014. Em Natal, por exemplo, virou persona non grata.

Mas, a “doutora Rosalba Ciarlini (PP)”, como é chamada com a boca cheia por bajuladores, amigos, asseclas, admiradores, detentores de sine curas e outros que fazem parte da fauna política mossoroense, tem um diferencial: é de família tradicional e, dois anos depois, conseguiu retornar com relativa facilidade à titularidade do Palácio da Resistência, sede do executivo municipal.

O que me deixa constrangido e triste, é ver uma expressiva quantidade de pessoas, de todas as áreas, mas principalmente da classe médica, salvo raríssimas exceções, “passando pano” – gíria que está na moda nas redes sociais e significa “encobrir coisas ruins feitas por colegas ou pessoas que gostamos” – para a prefeita. Só e somente só, por conservadorismo e corporativismo. Algo inato às castas na tentativa de preservação do poder. Ou das espécies.

A elite social e política não aceita pessoas como Allyson Bezerra (Solidariedade), Isolda Dantas (PT), Gutemberg Dias (PCdoB), Cláudia Regina (DEM), e outros pré-candidatos, só por não pertencerem a nenhum ciclo elitista tradicional.

Uns são tolerados, outros nem isso. São vistos com reservas ou mesmo tratados com escárnios e insultos em rodas da “alta”.

Se reeleita, muitos atribuirão a vitória de Rosalba a bairros como Santo Antônio, Barrocas e Belo Horizonte, redutos de grande concentração popular, onde a prefeita já possuiu maior densidade eleitoral. Mas na verdade, aqueles que formam o PIB da cidade, em sua quase totalidade, votarão na atual chefe do executivo – por se sentirem representados na pompa e na mediocridade não assumida. Casa e botão.

Se fizer, hoje, uma pesquisa nos condomínios mais luxuosos da cidade, sejam eles compostos de casas ou apartamentos de médio e alto padrão, “A Rosa”, epíteto também atribuído à prefeita por alguns sabujos, aparecerá com mais de 80% de preferência entre os mais abastados financeiramente.

Não aceitam um jovem deputado como Allyson Bezerra, nascido na ‘roça’, filho de lavradores e originário da escola pública, tornar-se prefeito. Nem uma mulher, como Isolda, natural de Patu e criada em Upanema, concebida nas lutas sociais, desde a vida estudantil até se tornar militante e representante das minorias no legislativo municipal.

A eleição de dois deputados estaduais que não fazem parte das corriolas do vinho, das viagens europeias e spas chiques, que não moram em casarões luxuosos (muitos igualmente de péssimo gosto arquitetônico), mexeu com os brios dos donos da cidade. Julgavam-se vencedores e acreditavam em vitória fácil, por conta da estrutura que tinham à disposição.

Ouvi muita gente falando após o resultado 1. Turno, em 2018, a seguinte frase:

– “Como é que o povo de Mossoró deixa de eleger Larissa Rosado, para eleger esse Allyson e essa vereadora do PT? ”.

Falavam como se uma eleição municipal tivesse sido encerrada. E pasme, ponderavam sobre o assunto, como se Allyson e Isolda Dantasfossem os responsáveis pela derrota de Larissa, deputada estadual e candidata apoiada pelo executivo municipal.

Fechadíssimo clube é a elite política, social e financeira mossoroense. Cláudia Regina sabe disso. Foi eleita em 2012 com apoio do rosalbismo, mesmo sem possuir e desfrutar da ampla e irrestrita confiança dos atuais donos do poder e de grande parte da elite financeira e social.

À época governadora, Rosalba Ciarlini, com apoio do esposo e tutor político Carlos Augusto Rosado, usou e abusou da máquina estadual, através de falsas promessas e outras ardilosidades com o escopo de eleger sua candidata. E conseguiram o feito. Cláudia, que podia perder, foi eleita. Rosalba é que não podia ter sua candidata derrotada.

Depois, inúmeras cassações, o resto da história todo mundo conhece, inclusive quem é da elite política e acompanhou a forma que abandonaram Cláudia. Só não sabem exatamente como foi essa mágica que permitiu Rosalba sair ilesa legalmente. Bem, aí são outros quinhentos.

Lembro, à época, como foi renhida a disputa municipal em 2012. Inúmeras pessoas das classes média e alta, expunham: “Eu vou deixar de votar em Larissa Rosado, que é de Mossoró, para votar em Cláudia, que nem é daqui”. Desse jeito. Diziam sem pudicícia alguma. De forma torpe. Desonestidade intelectual grande.

Todos sabem que Cláudia Regina reside em Mossoró há décadas; é tão mossoroense quanto os que aqui nascem. Mesmo que não tenha sido condecorada com o título de cidadã mossoroense, uma das formas mais hipócritas que o legislativo encontrou para bajular pessoas ilustres, principalmente membros do Judiciário e Ministério Público, ou empresários ricos, forma de paparicar a elite. E mais nada.

Isolda, que é Dantas; Allyson, que é Bezerra, e outros pré-candidatos como Gutemberg Dias, Ângela Schneider e outros, nem sequer podem, na visão de alguns, sonhar em ganhar a eleição municipal dia 15 de novembro. Aliás, ver os intrusos Allyson e Isolda eleitos em 2018, já foi demasiadamente duro para muitos.

Ainda existem feridas não cicatrizadas.

A derrota de Larissa Rosado e Cadu Ciarlini (filho de Rosalba, que a mãe tentou empregar como vice-governador) foram duas das maiores vergonhas políticas dos Rosados e seus apaniguados nas últimas décadas. E, agora, fazem de tudo para não passar um vexame ainda maior: Rosalba não pode perder de jeito algum para os párias da oposição, que não têm sangue nobre.

A elite sabe onde, quando e como conversar com o grupo da prefeita. Conhece o caminho. No verão, frequenta os mesmos alpendres. E quando consegue o que quer, recolhe-se a seu valhacouto. Volta a cumprir seu papel subalterno de súdito.

Se a oposição deseja ganhar a eleição, o caminho é conversar com o povão. É essa fração vulnerável que vive em nossa cidade, que mais precisa dos serviços básicos da municipalidade.

É mostrar a essa massa, que é só é vista pelo executivo a cada 2 anos, intervalo entre uma eleição municipal e estadual, alternativas para se livrar da servidão.

Em 2018, o grupo da prefeita sofreu um grande baque eleitoral. De todos os seus candidatos e todos movidos à alta combustão da máquina pública, apenas Beto Rosado se reelegeu à Câmara Federal e, assim mesmo, no “tapetão”. Foi graças a um processo judicial lá para as bandas de Brasília, onde o direito não é exatamente o certo, o reto e o justo, que ele pegou a reeleição “pelo rabo“.

Essa derrota foi gerada pelo voto do povão; da massa-gente. Esse grande número de eleitores, formado por cidadãos mossoroenses, disse claramente que não estava satisfeito com a prefeita. E é essa fração de eleitores que devem ser procurados pelos prefeitáveis; são essas pessoas que vão decidir os destinos das eleições, contrariando a vontade dessa elite cavilosa, preconceituosa e que arrota caviar depois de beliscar um espetinho.

Durante a ditadura militar, o economista Edmar Bacha, definiu o Brasil como uma “ Belíndia”, resultado da fusão da Bélgica com a Índia. Quem conhece a frase percebe que ela se encaixa com o padrão de alguns bairros de Mossoró.

Existem duas Mossorós; uma rica e sintonizada com o primeiro mundo. Pertence à elite, que não quer mudá-la. A outra é miserável e ineficiente na prestação dos serviços públicos; é arcaica, e reservada a massa-gente.

Espero que em novembro, as classes média e baixa mossoroense, de origem popular, e da qual faço parte, comecem a reescrever uma nova história. A elite política e social, corporativista que é, tentará manter a história como está, seu status quo. Seu egoísmo ignora as necessidades alheias, ou seja, da maioria. A maioria somos nós. Eles não!

Aílson Fernandes Teodoro é bacharel em direito

Mossoró tem outro nome a prefeito, num total de 10

Styvenson e Bianca: não é para ganhar (Foto: web)

Do Blog Carol Ribeiro

Além das cinco pré-candidatas à Prefeitura de Mossoró já apresentadas (veja AQUI), o Blog recebe a confirmação da pré-candidatura de mais uma mulher: Bianca Negreiros, do partido Podemos.

Ela é historiadora por formação e empresária em Mossoró, além de vice-presidente da legenda no Estado.

Objetivo “não é ganhar”

Segundo o senador Styvenson Valentim, que comanda o Podemos no estado e conversou com o Blog sobre a candidatura, o objetivo “não é ganhar, é dar opção para o eleitor analisar e escolher o candidato”.

Ele afirma que Bianca foi escolhida pela dedicação voluntária ao partido desde 2018.

“Avaliamos a conduta das pessoas, quem tem bom currículo e ficha limpa. E temos dificuldade, porque alguns desistem quando descobrem que não terão acesso a fundo eleitoral”, diz o parlamentar.

O senador explica que o Podemos já abriu mão dos fundos partidário e eleitoral. A campanha será feita com teto de gastos, com financiamento do bolso do candidato ou através de vaquinha. O teto será baseado no custo da sua campanha ao Senado em 2018, no valor de R$ 35 mil.

“Em Natal, por exemplo, a campanha será feita com, no máximo, R$ 50 mil”, diz. Ainda não foi definido valor para Mossoró.

Nota do Blog – Ainda existem os pré-candidatos Allyson Bezerra (Solidariedade), Gutemberg Dias (PCdoB), Jorge do Rosário (PL) e Daniel Sampaio (PSL). Ufa!

Total, por enquanto, de dez pré-candidatos. Isso, o que sabemos. Em breve precisaremos fazer um ‘censo’.

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RN vira referência em revitalização da indústria petrolífera

Os resultados exitosos na transferência dos campos maduros à iniciativa privada, na Bacia Potiguar, elevam o Rio Grande do Norte à condição de exemplo no Brasil quando o assunto é a revitalização da produção de petróleo em terra (onshore) no país. A análise é de Márcio Félix, vice-presidente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP).

Evento em ambiente virtual vê consenso em aposta da iniciativa privada do RN no onshore (Foto: cedida)

A entidade promove nesta quarta e quinta-feira (22 e 23), o Circuito Brasil de Óleo e Gás. O evento online trata do atual cenário da produção e exploração de petróleo no Rio Grande do Norte. Ocorre em parceria com a Associação Brasileira de Produtores Independentes (ABPIP), e tem como objetivo integrar os diferentes atores do mercado do petróleo e gás em torno de pautas relativas ao setor.

O destaque, segundo Félix, fica para a Região Oeste, mais especificamente Mossoró, onde está instalado o Polo Riacho da Forquilha. Também Macau e Areia Branca, onde recentemente foi concluída a transferência de campos maduros aos produtores independentes 3R Petroleum e Central Resources, respectivamente.

Novos atores

Outros campos devem ser negociados este ano, em leilão da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP).

“A atividade de produção e exploração terrestre no estado, especialmente na região Oeste, no entorno do município de Mossoró, é um exemplo para o Brasil nessa revitalização do onshore brasileiro. A transição, com o cenário da saída da Petrobras e a chegada de novos atores, está aumentando a produção e gerando mais royalties, o que é muito importante”, observa.

O presidente da Redepetro-RN, Gutemberg Dias, que também participa do Circuito Brasil de Óleo e Gás, etapa potiguar, enxerga na operação dos produtores independentes nova chance ao onshore potiguar. Ele lembra que a entidade sempre apoiou a chegada das novas operações, mesmo diante do cenário de incertezas com o desinvestimento da Petrobras.

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Redepetro/RN revela preocupação com cenário do petróleo

Gutemberg Dias vê cenário preocupante (Foto: arquivo)

Presidente da Associação Redepetro/RN, que agrega a cadeia produtiva de petróleo e gás no RN, o empresário e professor Gutemberg Dias comenta que “a hibernação (suspensão de atividades) das plataformas de produção dos campos offshore (no mar) da Bacia Potiguar começa a impactar a economia do RN em várias frentes”. O setor está preocupado.

“Temos um declínio ano a ano da produção total de petróleo no RN e essa crise passa a impactar sobremaneira a produção e, consequentemente, a arrecadação de impostos e royalties. Sem contar a desmobilização de mão-de-obra própria e terceirizada”.

No último dia 8, a Petrobras comunicou oficialmente ao Sindicato dos Petroleiros do RN (SINDIPETRO/RN), a decisão de hibernar plataformas no estado. Mas seu alcance chega a 62 plataformas em campos de águas rasas nas bacias de Campos, Sergipe, Potiguar e Ceará.

“A indústria do petróleo vive a pior crise nos últimos 100 anos. É uma combinação de queda acentuada no valor do brent, de forte diminuição de demanda e de excedente de produtos no mercado. As consequências já estão ocorrendo e são drásticas”, disse a Petrobras, através de Marta Regina Dal Cere Garcia, gerente de Relações Sindicais da estatal.

Mercado

No mercado do petróleo, o barril do WTI teve nova queda durante a madrugada, na ordem dos 20%, enquanto o Brent também recuou, embora bem menos.

Na manhã de ontem (terça-feira, 28), por exemplo, o Brent subia 3,3%, para US$ 20,65 o barril. A consultoria internacional Kpler relatou que “a demanda por combustíveis apresenta queda de 30% globalmente, enquanto os espaços de estoque estão se tornando algo precioso, com praticamente 85% do armazenamento onshore do mundo preenchido até a semana passada”.

Satélites dão localização de petroleiros no mundo com produto estocado, a custo médio de 30.000 dólares/dia por embarcação

Em termos de atividade onshore (em terra), Gutemberg Dias que o investimento do setor privado em campos maduros a partir do ano passado, passou a ser um alento e com bons números à indústria. Mas “a média da redução dos dois primeiros meses de 2020 em relação a Jan/Fev de 2019 chega a 11,71%”, comenta.

* O petróleo Brent é comercializado na Bolsa Londres, tendo como referência tanto o petróleo extraído no Mar do Norte como no Oriente Médio.

Com informações adicionais do Financial Times, Valor Econômico e G1.

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Uma visão geral sobre a Covid-19

Por Gutemberg Dias

O Coronavírus ou Covid-19 é o tema mais falado no mundo na atualidade. E, logicamente, não seria diferente no Rio Grande do Norte. Dentro desse contexto apresento nesse artigo, de forma simples, uma visão geral de como essa pandemia se alastra no âmbito de nosso estado. Os números que serão apresentados são oriundos do Ministério da Saúde e da Secretaria Estadual de Saúde do RN, logo dados oficiais.

Primeiro quero iniciar falando sobre a doença. É algo nunca visto na humanidade, por isso, as dificuldades que os países, mesmos os de primeiro mundo, em controlar essa doença nos seus territórios nacionais, cito o exemplo dos EUA que no momento que escrevo esse artigo já tem mais de 38 mil mortes e mais de 700 mil pessoas contaminadas.Seu contágio é exponencial, ou seja, uma única pessoa infectada depois de alguns dias pode ter contaminado milhares. Os números mostram que ela tem uma taxa de mortalidade de 6,4% no Brasil, muito maior que o H1N1 que seria a doença mais próxima para fazermos um comparativo.

Num contexto geral é uma doença sem cura até o momento e que causa morte em todas as faixas etárias.

No Rio Grande do Norte a doença tem seu marco inicial no dia 26/02 quando a SESAP confirmou o primeiro caso suspeito. Só no dia 13/03 é que vamos ter a primeira notificação de caso confirmado e a primeira morte ocorre no dia 29/03 quando já tínhamos 68 casos confirmados.

Os dados do boletim epidemiológico de 16/04 já apresenta um total de 23 óbitos e 463 casos confirmados, ou seja, dentro de um mês temos um crescimento rápido dos casos no âmbito do estado. No gráfico abaixo é possível observar o incremento dos casos confirmados e os óbitos.

Se apoderando de ferramentas de estatísticas é possível, ao analisar os números, confirmar que as curvas de detecção e óbitos, no Rio Grande do Norte, estão em ascensão. Os gráficos a seguir mostram as projeções de óbitos e casos confirmados até o final do mês de abril. Veja que até o final do mês, continuando o padrão de notificação até o dia 17/03, poderemos ter quase 700 casos confirmados e quase 50 óbitos.

Ainda, é importante ressaltar que no estado temos uma taxa de letalidade da doença de 5% e, também, lutamos contra a questão das subnotificações, fato que pode jogar para cima os números no estado.

É importante também apresentarmos a espacialização dos casos confirmados e os óbitos no âmbito do estado. No mapa abaixo é possível ver que já temos vários municípios com notificação, mas numa análise mais segmentada fica claro que a região metropolitana de Natal e a região oeste, tendo como base Mossoró, são as áreas de maior concentração dos casos notificados e óbitos.

Em relação aos obtidos Mossoró se destaca com 8 casos e na sequência Natal com 6.

Numa análise geral é possível afirmar que a curva dos casos no Rio Grande do Norte ainda está em ascendência e que as medidas de isolamento precisam se manter para garantir o achatamento dessa curva, dessa forma, impedindo o colapso do sistema de saúde, principalmente, no que se refere a disponibilidade de leitos de UTI.

Diante dos números fica claro que não podemos brincar com essa pandemia e que as mediadas de controle precisam ser seguidas por todos nós. Ainda não entramos na fase crítica no Brasil e, consequentemente, no Rio Grande do Norte. Não pense que não iremos passar por grandes aflições, nosso estado não está à margem do mundo e temos que trabalhar com cenários críticos para podermos tomar ações de maior envergadura para garantir a estabilidade sanitária.

Por enquanto, fique em casa. Não tem outra forma de conter o avanço da doença.

Gutemberg Dias é professor do Departamento de Geografia da UERN

O inimigo silencioso que ataca o mundo

Por Gutemberg Dias

O Covid-19, ou Coronavírus, vem causando inúmeros problemas à sociedade mundial. É uma ameaça invisível, que mata, sobretudo, por atingir com muita força as estruturas de saúde, principalmente, as públicas, que tem maior demanda, como é o caso do Brasil.

O surto teve seu epicentro na China e hoje quase todos os países do mundo já registraram casos diagnosticados, muitos já com elevados números de óbitos, como é o caso da própria China e da Itália. Este último país, com uma taxa de mortalidade altíssima, muito maior do que a China.

Diante dessa ameaça, o que fazer? Muitas são as informações que circulam nas redes sociais, mas o importante é se ater as informações oficiais dadas pelas secretarias de Saúde dos estados e, também, pelo Ministério da Saúde. Por incrível que pareça, as fakenews continuam ajudando a desinformar nesse momento crítico.

O ministro da Saúde, Luiz Carlos Mandetta, foi claro em entrevista coletiva no dia 20 de março, que os meses de abril e maio devem ser o auge do pico de contaminação no Brasil, estendendo-se em patamares altos até julho, quando a curva começa a ficar estabilizada, e em setembro deve ocorrer a diminuição de novos casos diagnosticados. Ainda foi enfático em dizer que o nosso sistema de saúde tende a entrar em colapso, se as ações de contenção não forem eficazes.

Não serão tempos fácies. Essa doença, que inicialmente no Brasil atingiu a classe mais abastarda, fará nos próximos dias sua aterrisagem no âmbito da população mais carente de nosso Brasil. E, aí sim, teremos uma grande guerra a ser travada, principalmente, para dar a condição dessas pessoas de acessarem os centros de saúde, que o andar de cima tem mais facilidade.

Por isso, não resta dúvida que devemos aderir a esse grande movimento de quebra da corrente de contaminação. Não podemos ser ignorantes ao ponto de não acreditarmos que nada vai nos acontecer. É uma guerra, e ela só será ganha com estratégias e, sobretudo, nosso comprometimento em acatar muitas ações que estão sendo apresentadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e as Secretarias Estaduais de Saúde.

Não pense que você está imune. Todos nós estamos susceptíveis ao adoecimento, sejam os mais idosos, ou mesmo, os mais jovens. É hora de seguir os protocolos e tratar o isolamento social como uma das grandes alternativas para barrarmos o avanço desse inimigo oculto. Vale lembrar que uma interrupção pelo método do isolamento de 14 dias, só se tem seus resultados 28 dias depois. Vejam que o tempo é nosso maior inimigo nesse caso. Por isso, focar no isolamento social, agora, sem nenhuma dúvida, passa a ser nossa maior arma.

Empresas grandes e pequenas começam a trabalhar no regime de home office, ou seja, o serviço passa a ser em regime de isolamento social. Tem dificuldades? Não resta dúvidas que tem, mas tudo pode ser contornado, com gestão para que as nossas empresas não parem e continuem fazendo o Brasil crescer.

Deixo aqui o apelo a todos que leem esse artigo. Não espere fazer algo contra o Coronavírus depois que ele entrar na sua casa. Vamos juntos lutar contra essa ameaça mundial, que poderá deixar um saldo enorme de mortes.

Destaco aqui a pandemia de gripe (H1N1) nos anos de 1918-1919, na época conhecida como Gripe Espanhola. Estima-se que a doença matou entre 50 e 100 milhões de pessoas e que mais de 500 milhões de indivíduos foram contaminados, correspondendo a 27% da população mundial à época. No Brasil, a gripe Espanhola chegou a matar mais de 35 mil pessoas, inclusive, vitimando o presidente da República, Rodrigues Alves, em 1919. Essa pandemia foi uma das mais letais da história.

Volto a afirmar, para concluir, o que estamos vivendo não é brincadeira. É algo grave e, por tudo que temos hoje de informação, não podemos nos dar à ignorância de achar que o Coronavírus é apenas uma gripe de inverno.

Estou fazendo minha parte junto com minha família. Estou tentando me manter, bem como todos ao meu redor, em isolamento social. Saindo apenas para comprar o básico para a sobrevivência de todos. Conto com cada um de vocês para juntos ajudarmos os guerreiros que fazem a saúde pública e privada no Brasil a ganharem a luta contra esse inimigo oculto, chamado Coronavírus.

Gutemberg Dias é professor da Uern e empresário

Redepetro tenta abrir mercado internacional para empresas

A internacionalização de empresas do setor de petróleo e gás no Rio Grande do Norte foi tema de reunião entre a Associação Redepetro RN e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), nesta quarta-feira (11), na sede da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), no Rio de Janeiro (RJ).

Gutemberg e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, conversaram no RJ (Foto: Redepetro/RN)

O presidente da Redepetro, Gutemberg Dias, e o analista de investimento da Apex Brasil, Carlos Padilha, trataram de missão de empresários potiguares ao evento Global Energy Show (GES), de 9 a 11 de junho de 2020, em Calgary, Canadá. A reunião também contou com a presença de representantes do Consulado do Canadá no Brasil.

“Estamos avançando nos contatos para conectar as empresas da Redepetro no mercado internacional de petróleo e gás, por meio de missões prospectivas e outras ações. Além da visita ao Canadá, também discutimos com a Apex Brasil alternativas para atrair investimentos para o Brasil, a partir das empresas congregadas na Redepetro”, diz Gutemberg Dias.

Diálogo internacional

A Apex-Brasil atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A agência realiza ações de promoção comercial, a fim de valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior. Isto é, faz a ponte entre o empresariado brasileiro e o mercado internacional.

Uma das oportunidades para isso, segundo Gutemberg Dias, é o Global Energy Show – evento líder em energia na América do Norte, que atrai mais de 53mil executivos internacionais e nacionais de petróleo e gás de mais de 22 mil empresas, além de mais de 170 especialistas do setor. “Excelente oportunidade para prospectarmos negócios”, observa.

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“Movimento 65” vai ser lançado no próximo dia 14

O PCdoB lançará em Mossoró, dia 14 (sábado da próxima semana), às 9h, no Hotel Villa Oeste, o Movimento 65 – mobilização para aglutinar forças democráticas e populares para as eleições municipais deste ano.

O secretário de organização estadual do PCdoB e pré-candidato a prefeito de Mossoró, Gutemberg Dias, informa que o Movimento 65 é mobilização nacional do partido em defesa da democracia.

A estratégia se contrapõe a atitudes antidemocráticas no contexto nacional, disseminadas em maior grau após a eleição presidencial de 2018. A ideia é formar frente ampla no campo progressista.

Eleições

“Convidamos lideranças políticas e sociais de Mossoró para se candidatarem pelo ‘65’. Para tal, o requisito é um só: compromisso com a defesa da democracia”, explica Gutemberg Dias.

O lançamento do Movimento 65 reunirá lideranças municipais e estaduais do PCdoB e contará com a presença do ex-senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), que ministrará palestra sobre o cenário atual.

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Gutemberg Dias responde por presidência do PCdoB

O professor e empresário Gutemberg Dias vai ficar até à próxima segunda-feira (16), interinamente, na presidência do PCdoB do RN.

Dias: interinidade (Foto: reprodução BCS)

Secretário de Organização do partido no estado, ele ocupa cargo em face de viagem a Lisboa (Portugal) do presidente Divanilton Pereira, representando a direção nacional da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB) na Conferência Internacional: “Lutar pela valorização do trabalho e dos trabalhadores, solidariedade e paz”.

Esse evento ocorre dentro da programação do 14º Congresso da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses — Intersindical Nacional (CGTP-IN), no Pavilhão Municipal da Torre da Marinha (Seixal),

Gutemberg Dias passou a ocupar a presidência nessa última quarta-feira (12).

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Carlos Augusto trabalha para engolir adversários em rádio e TV

Carlos: tempo e fragilização adversária (Foto: arquivo)

Em sua casa em Tibau (a 42km de Mossoró), no apartamento de Mossoró no bairro Nova Betânia ou na sede do Partido Progressista (PP) no centro da cidade, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado promove verdadeiro rally para apressar decisões à campanha deste ano.

Uma das prioridades é fechar um arco de partidos para coalizão majoritária. Para isso, a propósito, não mede distância com incursões que vão além dos limites do município e divisas do RN.

Trabalha sob raciocínio bifurcado em duas frentes: juntar para somar o máximo de tempo de rádio e TV, bem como impedir paralelamente, que eventuais adversários consigam enfileirar partidos com espaço suficiente para palanque eletrônico que desnude a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Um terceiro interesse é acomodar candidaturas de vereadores governistas. Entre eles, algumas prioridades. A maioria, não. Vire-se.

Em 2016

Em 2016, a ex-governadora Rosalba Ciarlini, com a Coligação Força do Povo, foi eleita à prefeitura pela quarta vez com o total de sete partidos: PP, PSB, PDT, PMDB, PTB, PTdoB e PHS.

Quem mais somou nessa missão em 2016 foi o então candidato à reeleição Francisco José Júnior (PSD), da Coligação Liderados pelo Povo.

Fizeram fila com ele a ‘ruma’ de 14 siglas: PSD, PEN, PMB, PMN, PPL, PPS, PRB, PROS, PRTB, PSC, PTC, SDD, PTN e PV.

Mesmo assim, acabou desistindo de concorrer em plena campanha.

Tempo precioso

Em termos de tempo de rádio e televisão, a disputa nas eleições municipais de 2016 colocou os cinco candidatos a prefeito com esses espaços, diariamente:

Rosalba Ciarlini (PP) – 3min 39seg
Tião Couto (PSDB) – 2min 17seg
Fco José Júnior (PSD) – 2min 08seg
Gutemberg Dias (PCdoB) – 1min 34seg
Josué Moreira (PSDC) – 19seg

Leia também: Pré-campanha reforça uso de tática do quanto maior, melhor.

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Daniel Sampaio e Gutemberg Dias no Conversa de Alpendre

Gutemberg e Daniel: no ar (Fotos: divulgação)

Dando continuidade ao Verão TCM, o programa Conversa de Alpendre da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom) desta semana recebeu, nos alpendres de Tibau, os pré-candidatos à Prefeitura de Mossoró, médico psiquiatra Daniel Sampaio (PSL) e o empresário Gutemberg Dias (PCdoB).

As entrevistas completas vão ao ar hoje (sexta-feira, 17), às 20h10, na TCM Telecom. O programa também pode ser acompanhado pelo tcm10hd.com.br ou pelo ap TCM10Play. A reprise acontece no domingo, às 17h.

Os entrevistados foram sabatinados pelos jornalistas Carol Ribeiro e Moisés Albuquerque.

Dr. Daniel falou sobre a necessidade de Mossoró ser “renovada”, os planos de eventos de negócios na cidade, a ligação direta com o presidente Jair Bolsonaro e a possibilidade de não se criar a tempo para a eleição o novo partido “Aliança pelo Brasil”.

Já Gutemberg Dias defendeu a união da oposição “sem vaidades”, a aliança histórica com o PT e a possibilidade do partido PCdoB passar por uma renovação.

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“Não tem essa de apoio automático ao PT”, afirma Gutemberg

Do Blog Saulo Vale

Secretário estadual de organização do PCdoB, o empresário Gutemberg Dias afirmou que o partido não garante ‘apoio automático’ ao PT para as eleições de 2020, tanto em Mossoró quanto em outros municípios.

Saulo ouviu Gutemberg Dias na Super TV (Foto: divulgação)

“Não tem essa de apoio automático ao PT. Há uma ligação histórica e uma certa afinidade ideológica, mas isso não quer dizer que tenhamos necessariamente que estar com o PT nas eleições de 2020”, afirmou, em entrevista ao Enfoque Político (Super TV) desta sexta-feira (27).

“Nós estamos [executiva estadual do PCdoB] chamando o PT para uma mesa de negociação, para tratarmos de parcerias nos municípios, onde vai ter aliança, onde não vai ter. Nós poderemos ter, em Mossoró, uma candidatura a prefeito do PT e uma candidatura a prefeito do PCdoB. O que estamos dizendo para a sociedade e para o PT é que é preciso ter conversa”, avisou.

Caminho natural

“Se não tiver diálogo, o partido [PCdoB] vai fazer o caminho dele, que é o caminho natural de conversar com todas as forças políticas e com todos os outros nomes da oposição que serão candidatos a prefeito”, acrescentou.

O PT tem como pré-candidata a prefeita de Mossoró a deputada estadual Isolda Dantas; o PCdoB apresenta o nome do empresário Gutemberg Dias.

Gutemberg Dias foi candidato a prefeito de Mossoró em 2016 e ficou em terceiro lugar, com 11.152 votos. Foi a maior votação de um candidato de esquerda a prefeito num pleito mossoroense.

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