Posição foi tomada à unanimidade nesta terça-feira (Foto: Sindiserpum)
É greve. Em assembleia geral realizada nesta terça-feira (25), na sede social do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), ficou decidido: professores da Prefeitura Municipal de Mossoró vão parar.
À unanimidade, houve aprovação de indicativo de greve para o próximo dia 10 de março.
A categoria cobra pagamento do Piso Nacional do Magistério, em 6,27% para este ano. Também quer 14,95% negados de 2023.
“Uma greve é a última instância na tentativa de conseguirmos assegurar os nossos direitos e é um instrumento legal de luta dos trabalhadores. Caso não haja qualquer avanço no sentido de ao menos se discutir o que foi apresentado pela categoria, infelizmente não haverá outro caminho”, disse a presidente do Sindiserpum, professora Eliete Vieira.
Indicativo de greve. Essa a posição do professorado estadual, tirada em assembleia geral nesta quarta-feira (19), em Natal.
A assembleia promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE-RN) ocorreu em frente à Governadoria, no Centro Administrativo de Lagoa Nova. Proposta do governo estadual para pagamento do Piso do Magistério no índice de 6,27%, de forma fatiada, foi rejeitada.
Uma nova Assembleia está agendada para o dia 25 de fevereiro, às 14h, na Escola Estadual Winston Churchill, em Natal. Possivelmente será desencadeada a greve, se a gestão não atender ao professorado.
O Governo do Estado apresentou proposta no dia anterior em reunião com representantes do Sinte/RN. O Ministério Público e o Tribunal de Justiça (TJRN) fizeram intermediação.
Para pagamento do piso a todos os ativos e aposentados, a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) ofereceu 2% em março de 2025 e de 4,27% em dezembro. Professores viram algum avanço, mas não o suficiente.
Além do reajuste de 6,27%, outras demandas importantes precisam ser atendidas, como o pagamento dos retroativos do Piso referentes aos anos de 2023 e 2024, além da revisão do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) dos profissionais da educação.
Manifestação pressionou Fátima Bezerra, mas assembleia foi mais flexível (Fotomontagem do BCS)
O indicativo de greve da Rede Estadual de Ensino será avaliado no dia 19 de fevereiro. É o que decidiu a Assembleia realizada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE/RN), na tarde desta quinta-feira (11), dia de Parada da Rede Estadual. Cobra-se reajuste de 6,27% .
O sindicato deu mais um considerável tempo para o governo estadual se manifestar, mesmo com uma ala do professorado cobrando paralisação imediata.
Pela manhã, em frente e nas galerias da Assembleia Legislativa, a categoria reivindicou a manutenção do Piso Salarial na carreira e o envio do PCCR dos funcionários da educação ao poder Legislativo. O protesto ocorreu durante a fala anual da governadora Fátima Bezerra (PT), ex-dirigente do próprio Sinte/RN, é criticada pela categoria, como se pronunciou Erlon Valério, diretor de Organização do Sinte/RN (veja vídeo mais abaixo nesta postagem).
Outros encaminhamentos da Assembleia:
– Conversar com as comunidades escolares entre 12/02 e 18/02;
– Realizar assembleias regionais com a categoria até 18/02;
– Continuar a campanha de pressão nas redes sociais.
O piso salarial do professor em todo o país, em 2025, é de R$ 4.867,77 com jornada de 40 horas semanais.
Os professores da Rede Estadual de Ensino aprovaram ‘indicativo de greve’ em Assembleia Geral na tarde desta segunda-feira (27), na Escola Estadual Winston Churchill, em Natal. Convocado pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Rio Grande do Norte (SINTE/RN), o encontro de hoje definiu não começar uma paralisação logo. O movimento será deflagrado – ou não – na próxima sexta-feira (3) em nova Assembleia.
Assembleia optou por aprovar apenas indicativo de greve nesta segunda-feira (Foto: Lenilton Lima/Sinte/RN)
Até lá, conforme determina a Lei de Greve, o Sindicato vai comunicar ao Governo o que foi decidido coletivamente.
Assim como no ano passado, a principal reivindicação da categoria é a atualização do Piso Nacional do Magistério. Dessa vez, o índice é de 14,95%. Embora o Governo esteja negociando, “apresentou duas propostas consideradas “ruins” pelo Sindicato e pela categoria, “ambas já rechaçadas” – assinala o Sinte/RN em sua página oficial na Internet.
Propostas
A primeira proposta apresentada pelo Executivo estadual consistia no seguinte:
Em março implementar para todos os ativos e aposentados que ganham abaixo do Piso, retroativo ao mês de janeiro; para os demais (ativos e aposentados) 3% em maio; Em setembro 2,71%; e em dezembro 8,66%. Já o retroativo seria implementado a partir de maio de 2024.
A outra proposição, levada à discussão hoje, tinha o seguinte formato: implantar 5,70% em maio e 8,66% em dezembro. O retroativo seria pago a partir de maio do ano que vem. Um detalhe a mais: em janeiro de 2024 já terá que será implantado mais um Piso Nacional do Magistério.
Calendário de luta
Os participantes da Assembleia aprovaram o calendário de luta sugerido pela diretoria do Sinte/RN. Confira abaixo:
Assembleia para deflagração da greve no dia 03 de março (sexta-feira), às 14h, na E. E. Winston Churchill;
Comunicação ao Governo da deflagração da greve e solicitação de pedido de audiência de negociação, tendo como pauta emergencial os seguintes temas: Piso Salarial, Carreira dos Funcionários, Projetos de lei do Porte das Escolas e Escolas em Tempo Integral e realização de Concurso Público;
Realização de assembleias nas regionais até o dia 02/03;
Atividade de rua: faixaço no cruzamento do Midway Mall, no dia 06 de março (segunda-feira), às 15h;
Aula pública no Ato do dia 08 de março (quarta-feira), em frente à calçada do IFRN – Campus Central (Av. Sem. Salgado Filho), no período da tarde;
Assembleia no dia 10 de março (sexta-feira), às 14h, na E. E. Winston Churchill. Pauta: Avaliação da greve e encaminhamentos.
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Os professores da Rede Estadual de ensino rejeitaram as propostas do Governo Fátima Bezerra (PT) para atualizar o Piso Salarial do Magistério 2023. A decisão foi tomada em Assembleia promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE/RN), na tarde desta quinta-feira (16). De forma unânime, os trabalhadores consideraram as proposições ruins e incompatíveis com o que reivindicam.
Posição do professorado foi por unanimidade hoje (Foto: Lenilton Lima)
Consequentemente, aprovaram a realização de uma nova Assembleia no dia 27 de fevereiro tendo como pauta um indicativo de greve. Uma paralisação poderá acontecer dia 8 de março.
A categoria também definiu quantos profissionais da base vão compor a comissão que continuará negociando com o Executivo estadual.
Propostas
Duas propostas foram apresentadas pelo Governo nesta semana. A primeira, em audiência na última terça (14), consistia no seguinte:
Em março implementar para todos os ativos e aposentados que ganham abaixo do Piso, retroativo ao mês de janeiro; para os demais (ativos e aposentados) 3% em maio; Em setembro 2,71%; e em dezembro 8,66%. Já o retroativo seria implementado a partir de maio de 2024.
Nesta quinta (16), em audiência virtual, uma outra proposição foi exposta para a direção do Sinte. Tinha o seguinte formato: Implantar 5,70% em maio e 8,66% em dezembro. O retroativo seria pago a partir de maio do ano que vem.
Consideradas ruins, ambas foram rechaçadas em mesa pela diretoria do Sindicato.
Além da Assembleia com indicativo, outros cinco encaminhamentos foram aprovados coletivamente nesta quinta-feira. São eles:
– Os professores devem conversar nas unidades de ensino com os estudantes e seus pais sobre a Campanha Salarial deste ano e a implantação dos 14,95%;
– As regionais do Sinte/RN devem realizar assembleias para ouvir a categoria em todo o Rio Grande do Norte;
– O Sinte/RN deve preparar uma paralisação para o dia 08 de março;
– O Sinte/RN deve elaborar um plano de mídia para a Campanha Educacional e Salarial 2023;
– O Sinte/RN deve apresentar no Núcleo de Ações Coletivas (NAC) uma proposta de negociação com vistas a reduzir o parcelamento do passivo do Piso 2022, incluindo a correção dos valores.
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Líderes do Sindiserpum comandaram assembleia no dia 31 de janeiro, na sede da entidade (Foto: Sindiserpum)
Sob liderança do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), professores da rede municipal de ensino de Mossoró fazem parada de advertência com indicativo de greve para essa segunda-feira (13) no município.
A implantação do novo piso salarial do magistério é o principal ponto de reivindicação da entidade.
A decisão foi tomada em assembleia geral no último dia 31 de janeiro, na sede da entidade, Centro de Mossoró.
P.S – 10h20 – O Blog Diário Político de Vonúvio Praxedes atualiza que em nova assembleia hoje, Sindicato definiu greve para começar depois do Carnaval, quinta-feira (23). Em seguida ocorreu caminhada para protesto em frente à sede do município, o Palácio da Resistência.
Sindicalistas e professores caminham para Palácio da Resistência (Foto: TCM)
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A Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) vai promover assembleia geral à próxima semana. A assembleia acontecerá em sua sede no dia 6 (terça-feira), a partir das 10h.
Na pauta, um indicativo de greve da categoria por conta da falta de avanço nas negociações com a Reitoria no que se refere ao reajuste salarial.
Também será discutido o Plano de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR), e quais ajustes precisam ser feitos para garantir a paridade e os direitos historicamente conquistados pelos docentes da universidade.
Essa semana, os professores fizeram movimento denominado de Dia de Paralisação Estadual (veja AQUI e AQUI).
Esse é o primeiro embate entre docentes e gestão da Uern, após aprovação da autonomia financeiro-administrativa da instituição. Ou seja, poderá ocorrer a primeira greve nessa nova fase da universidade.
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Em assembleia geral do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) na tarde desta quinta-feira (31/03), a categoria da educação de Mossoró definiu pela aprovação de indicativo de greve para a próxima quarta-feira (06/04).
A decisão foi provocada depois da Câmara de Mossoró aprovar o reajuste do piso em 33,67% com mudanças, mas também projeto que estaria alterando o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) dos profissionais da educação municipal (Lei Complementar 70/2022) – veja AQUI.
– Prefeito a culpa é sua, professor está na rua – bradaram os professores, em coro puxado pela presidente do Sindiserpum, Eliete Vieira, e a vereadora e secretária da entidade, Marleide Cunha (PT).
O outro lado
Em nota, a Prefeitura de Mossoró diz que “o Projeto de Lei aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal, nesta quarta-feira (30), garante os direitos já estabelecidos na Lei Complementar Nº 070/2012, que trata do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) do magistério”. Considera incompreensível o movimento político de oposição no legislativo e sindical.
“Temos a garantia da segurança jurídica a todos os professores através das tabelas salariais e garantia de reajustes futuros que continuam no mesmo padrão de valorização salarial conquistado pela categoria. No final da carreira, os professores terão salário base de R$ 16.150,57 para 40/h e R$ 12.112,93 para 30/h, acrescidos dos quinquênios – o que faz a carreira de professor do município de Mossoró ser mais valorizada do que a dos docentes das universidades públicas”, acrescenta.
Para o Sindiserpum, ao contrário, existirão perdas que vão chegar aos 40%.
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Decisão de indicativo foi tomada hoje (Foto: Sindiserpum)
Funcionários municipais decidiram por um indicativo de greve a partir desta quarta-feira (23). A assembleia Geral aconteceu hoje no auditório da Estação das Artes Eliseu Ventania, centro de Mossoró.
Há possibilidade que deflagrem greve no dia 29, após a realização de nova rodada de conversas entre a gestão e o sindicato, no dia 28.
Na audiência entre governo municipal e representantes da categoria e Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), no dia passado, não houve consenso sobre pauta em questão. Por isso a decisão de indicativo de greve.
“A decisão de hoje é o resultado da frustração. Após vários meses de espera por esta reunião, os servidores não tiveram qualquer proposta para analisarem”, comentou a presidente do sindicato, Eliete Vieira.
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Está aprovado indicativo de greve na rede municipal de ensino de Mossoró. Assembleia Geral promovida pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró chegou a essa decisão nessa sexta-feira (18).
O indicativo de greve foi aprovado por mais de 95% dos docentes.
A Prefeitura Municipal de Mossoró definiu para o próximo dia 24 uma audiência com o Sindiserpum, para discussão da pauta do professorado, sobretudo pagamento do reajuste do piso do magistério.
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Os professores vinculados à Prefeitura do Natal estão sendo convocados pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do RN (SINTE/RN), para Assembleia da categoria que terá como pauta central um indicativo de greve. A atividade ocorre nessa quinta-feira (12), às 14h30, no Auditório do próprio sindicato.
Encaminha-se greve porque a gestão do prefeito Álvaro Dias (MDB) não apresentou, até o momento, qualquer proposta oficial de implantação do reajuste do Piso Nacional do Magistério 2020.
Em 2020, o reajuste é de 12,84% e a Prefeitura do Natal deveria ter implantado a correção desde o mês de janeiro. Contudo, além de não ofertar até agora uma posição, a gestão de Álvaro Dias ainda acumula um débito com os inativos, visto que deve o retroativo dos meses de janeiro e fevereiro de 2017.
Apesar da vigência de acordo para o pagamento em 12 parcelas do retroativo dos meses de janeiro a maio de 2018, no último dia 15, quando a parcela de nº 1 foi quitada, apenas os educadores da ativa foram contemplados.
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O Governo do RN antecipou para esta terça-feira (03) a rodada de negociação com a categoria de servidores representada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (Sinte-RN), conforme solicitado pelo grupo. O Estado apresentou nova proposta quanto à forma de pagamento do reajuste do Piso Nacional do Magistério, fixado em 12,84% em janeiro deste ano pelo Ministério da Educação (MEC).
Reunião antecede assembleia da categoria que tem indicativo de greve (Foto: Demis Roussos)
O governo propõe que seja pago em três parcelas de 4,11%, nos meses de junho, setembro e dezembro de 2020 para os professores ativos; e em agosto, outubro e dezembro, para os aposentados.
A primeira proposta quanto ao pagamento do retroativo prevê parcelamento em 24 vezes, nos exercícios de 2020 e 2021. Mas, dependendo da liberação de um saldo que o Estado tem para receber referente ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (FUNDEF), o retroativo poderá ser pago ainda em 2020.
Paralisação
A categoria realizará uma assembleia geral nesta quarta-feira (04) em Natal, no Colégio Winston Churchil, Candelária, às 14h30. Será apresentada a proposta de hoje e também será estudada uma contraproposta, a pedido da comissão do Governo. Mas não está descartada uma paralisação. Indicativo de greve será colocado em pauta – como decidido dia 28 passado.
Num primeiro momento, o governo apresentou esboço de uma proposta que foi completamente rejeitada (veja AQUI): 4,28 % em maio de 2020, 4,28% em janeiro de 2021 e 4,28% em abril do ano que vem. Ou seja, mais de um ano para pagamento. E não se falava em retroativo.
A reunião com alguns representantes da base e a diretoria do sindicato, representada pela coordenadora Fátima Cardoso e outros membros da direção, foi realizada na sala de reuniões do Gabinete Civil, conduzida por uma comissão formada pelo chefe da Casa Civil, Raimundo Alves Júnior, pelo secretário de estado da Educação, da Cultura, do Desporto e do Lazer (Seec-RN), Getúlio Marques, e pela secretária de estado da Administração (Sead-RN), Virgínia Ferreira, designada pela governadora Fátima Bezerra.
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A grande maioria dos filiados à Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (UERN) decidiu não acatar proposta de indicativo de greve da categoria, contra salários em atraso e a falta de pagamento do 13º salário de 2017. Governo do Estado ainda não pagou para quem recebe mais que R$ 5 mil.
A assembleia geral aconteceu à manhã desta terça-feira (20), na sede da Aduern em Mossoró.
A última paralisação do professorado foi encerrada em assembleia no dia 16 de março deste ano (veja AQUI). Durou 127 dias. A anterior, em 2015, teve 2015 ocorreu o recorde de 147 dias. Em menos de quatro anos, a Uern teve 274 dias de greve dos seus professores.
De 2011 até março deste ano, a instituição teve 446 dias de greve do professorado, sem qualquer conquista quanto a seus pleitos.
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Chefe de Gabinete da Universidade do Estado do RN (UERN), o professor Zezineto Mendes manifesta temor com o indicativo de greve em marcha na instituição. Para ele, “uma paralisação agora é algo imprudente”.
Zezineto pede prudência (Foto: Web)
A Associação dos Docentes da Uern (ADUERN) decidiu na segunda-feira (12) – veja AQUI, que no próximo dia 20, às 9h, em sua sede em Mossoró, tomará posição sobre nova greve.
Na pauta, atrasos salariais e a falta de pagamento do 13º salário de 2017, que o Governo do Estado ainda não pagou para quem recebe mais que R$ 5 mil.
Fim
“Estamos no fim de um ciclo acadêmico e uma decisão como essa prejudicará milhares de alunos. Também estamos a poucas semanas do término do atual governo, com outro prestes a ter início em 1º de janeiro”, lembra Zezineto Mendes.
A última paralisação do professorado foi encerrada em assembleia no dia 16 de março deste ano (veja AQUI). Durou 127 dias. A anterior, em 2015, teve 2015 ocorreu o recorde de 147 dias. Em menos de quatro anos, a Uern teve 274 dias de greve dos seus professores.
De 2011 até março deste ano, a instituição teve 446 dias de greve do professorado, sem qualquer conquista quanto a seus pleitos.
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Em assembleia realizada na manhã desta segunda-feira (12), a Associação dos Docentes da Universidade do Estado do RN (ADUERN) convocou os professores da instituição para um novo encontro, com objetivo de decidir sobre um indicativo de greve.
Será no próximo dia 20, às 9h, na sede da Aduern, em Mossoró.
Na pauta, atrasos salariais e a falta de pagamento do 13º salário de 2017, que o Governo do Estado ainda não pagou para quem recebe mais que R$ 5 mil.
Greves
A última greve da Uern aconteceu no governo Robinson Faria (PSD) e durou 127 dias.
Teve como principal reivindicação a atualização dos salários dos servidores, o que até hoje não aconteceu.
Nota do Blog Carlos Santos – A última paralisação do professorado foi encerrada em assembleia no dia 16 de março deste ano (veja AQUI). Começara dia 10 de novembro de 2017. Em 2015 ocorreu o recorde de 147 dias.
Só durante o atual governo, os docentes da Uern somaram 274 dias de greve. Na era Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP) foram duas paralisação, uma com o total de 106 e outra com 66, totalizando 172 dias.
De 2011 até março deste ano, a instituição teve 446 dias de greve dos professores.
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Professores da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) decidem amanhã (01/09/2017), em assembleia geral, se paralisam ou não suas atividades.
Acontecerá a partir das 8 horas na sede da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN).
O indicativo de greve foi aprovado pela categoria no dia 18 de setembro e é motivado pela falta de calendário de pagamento e do descumprimento do plano de cargos e salários dos docentes.
Leia também: Governo diz que não pode pagar em dia nem dar reposição AQUI.
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O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM) mantém indicativo de greve. A decisão foi tomada em assembleia hoje, sexta-feira (27), em assembleia no auditório do Hotel VillaOeste.
O servidores públicos de Mossoró aprovaram com ressalvas a proposta enviada pela Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM), resultado de reunião no dia passado (veja AQUI) entre o Sindiserpum e a prefeita Rosalba Ciarlini (PP). O indicativo de greve fica mantido até à próxima assembleia geral, marcada para o dia 23 de fevereiro.
O ponto de discordância entre os servidores e a proposta da PMM é o pagamento do mês de dezembro. A Prefeitura propôs se reunir novamente com o Sindiserpum no dia 22 de fevereiro para avaliar de que forma e o que poderá pagar o último mês de 2016. Os servidores não aceitaram a ideia de parcelamento e reivindicam o pagamento integral por parte da gestão.
Negociação
O Executivo apresentou como proposta o pagamento no próximo dia 31 da folha completa do mês de janeiro, incluindo ⅓ de férias e 13º salários dos servidores.
Proposta do governo foi apresentada em audiência no dia passado; negociações vão prosseguir (Foto: reprodução)
Propôs ainda o pagamento do restante da folha de novembro no dia 11 de fevereiro, juntamente com os respectivos 13º salários dos servidores que aniversariaram naquele mês. Na mesma data, a PMM pretende iniciar a reposição do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ) – veja postagem sobre o assunto clicando AQUI.
Ainda segundo o Executivo, a folha salarial completa de fevereiro deve ser paga no dia 02 de março, devido aos feriados de carnaval, já com o reajuste do Piso Nacional do Magistério retroativo à janeiro.
Questões em aberto
O Sindiserpum cobrou ainda a publicação de um calendário de pagamento por parte da Prefeitura, o que foi negado temporariamente pela prefeita Rosalba Ciarlini, mas que assegurou que pretende manter o último dia útil de cada mês com data limite para a quitação da folha dos servidores, salvo quando houver algum feriado, o que deve transferir o pagamento para o dia útil seguinte.
Dia 22 de fevereiro, a prefeita e auxiliares seus vão receber novamente o Sindiserpum. Nesta audiência também serão discutidas outras demandas da categoria que se encontram em atraso, como reajustes do auxílio deslocamento e retroativos salariais do ano passado referente aos meses de maio, junho e julho.
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Assembleia geral do funcionalismo municipal de Mossoró à manhã de hoje, decidiu realizar um indicativo de greve. Ideia é paralisação dia 27 próximo, conforme posição avalizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).
Auditório lotou e foi unânime em decisão (Foto: Sindiserpum)
Com alguns servidores tendo salários de novembro em atraso, além de muitos com 13º de novembro e dezembro em igual situação, além dos salários de dezembro de todos os funcionários de carreira, a decisão foi vista como inevitável, na assembleia desta terça-feira (17), no auditório do Hotel VillaOeste.
Houve repasse de informações sobre a audiência ocorrida ontem com o Executivo municipal (veja AQUI) e discussão sobre o atraso salarial.
À espera de Rosalba
Servidores aprovaram por unanimidade o indicativo, além de uma proposta a ser apresentada à Prefeitura Municipal de Mossoró (PMM) em audiência marcada para o dia 26.
Na proposta a ser apresentada, os servidores reivindicam o pagamento do restante da folha de novembro junto com a folha de janeiro e a de dezembro, junto com a folha de fevereiro.
Na audiência realizada ontem com os dirigentes do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (Sindiserpum), o Executivo se comprometeu a pagar a folha de janeiro dentro do mês. Mas não apresentou nenhuma proposta com relação aos meses atrasados.
Administração marcou para o dia 26 uma nova audiência com o Sindiserpum, quando a Prefeita Rosalba Ciarlini (PP) terá um levantamento da situação.
Com informações do Sindiserpum.
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Docentes da Universidade do Estado do RN (UERN) se reunirão em Assembleia na próxima quarta-feira (19) às 9h na sede da Associação dos Docentes da Uern (ADUERN), a fim de discutir a posição da categoria sobre o indicativo de greve geral para os dias 09 ou 11 de novembro.
Outro ponto que deve ser discutido na Assembleia da ADUERN é o caráter desta Greve Geral.
A categoria deverá apontar se defende a suspensão das atividades durante apenas um dia ou se apoiará a paralisação por tempo indeterminado.
As definições serão levadas para a Assembleia Unificada do Funcionalismo Estadual, onde as categorias vão deliberar conjuntamente sobre a possibilidade e o formato desta greve.
A atividade acontece no dia 21/10 a partir das 9h, na Praça Cívica, em Natal.
Nota do Blog – Questão delicadíssima para a própria Uern. Nos últimos anos, greve atrás de greve. O recorde é do ano passado com 147 dias.
Na gestão de Rosalba Ciarlini (PP) foram duas, uma delas com 106 dias e outra com mais de 66, num total de 172 dias parados.
Além dos limites de Mossoró, a própria imagem da Uern tem-se deteriorado sobremodo, num momento de esqualidez crescente do erário estadual. Entendo que há profundo erro tático dos grevistas, pulverizando apenas imagem do que não funciona na instituição, em vez de assinalarem sua importância em números.
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