Depois do pedido de exoneração de sua filha Lorena Ciarlini da Secretaria do Desenvolvimento Social de Mossoró, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) confirmou no Jornal Oficial do Município (JOM) a nomeação de Fernanda Kallyne Rego de Oliveira para ocupar a pasta.
A publicação do JOM é dessa segunda-feira, dia 17 de agosto.
Em maio de 2019 Fernanda Kallyne assumiu como secretária-chefe do Gabinete da Prefeita até fevereiro de 2020, quando iniciou licença maternidade e agora retorna a pasta pela sexta vez.
A posse da “nova” secretária está marcada para essa quarta-feira (19/08) na sede do executivo municipal.
Nota do Blog Carlos Santos – Escolha esperada, que já conhece demais essa pasta. Boa sorte.
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A estilista Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), usou sua rede social neste domingo (16) para comunicar seu desligamento da Secretaria de Desenvolvimento Social. Lorena ocupava a pasta desde o início da atual gestão.
Lorena sai do governo da mãe, assim como ocorreu com o mano, em meio à festa de arromba (Fotos: Blog da Chris e arquivo)
O motivo? Sua aprovação no vestibular de Medicina da Facene.
Festa de arromba
A propósito, no sábado, 08 de agosto, aconteceu na casa de praia da família Ciarlini uma festa de arromba, embalada pela dupla forrozeira Sirano e Sirino, para exaltar o ingresso dela e do irmão e ex-secretário (que ficou menos de três meses), Kadu Ciarlini, no mesmo curso de Medicina da Faculdade de Enfermagem e de Medicina Nova Esperança (FACENE), empresa privada.
Faça o que digo, mas não faça o que eu faço. Por lá, uma grande aglomeração de amigos, correligionários, ignorando o que a própria propaganda da prefeitura prega quanto às prevenções a Covid-19.
Bem, mas deixa pra lá, eles podem!
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O Ministério Público Eleitoral de Mossoró parece que começou a desfiar um novelo de situações que podem se configurar em crimes eleitorais. O ponto de partida foi denunciado há poucos dias pelo site Mossoró Hoje.
Print do site da Prefeitura de Mossoró divulgou, sem rodeios, distribuição de feira no dia 14 (Reprodução BCS)
No último dia 14 de abril, em parceria com a empresa Forte Gema, a Prefeitura Municipal de Mossoró fez distribuição de feiras a pessoas carentes do Abolição IV e adjacências, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Juventude, comandada por Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
O promotor Hermínio Souza Perez Júnior entende que o assistencialismo sob o manto da solidariedade pode esconder, em verdade, a intenção de desequilibrar o pleito municipal deste ano com vantagens indevidas.
A municipalidade foi intimada a prestar esclarecimentos sobre o caso. Paralelamente é apurado em outras frentes possível relação política de proprietários da empresa com o grupo ocupante da prefeitura na atualidade.
Efeito dominó
A postagem publicada pelo Mossoró Hoje pode ter desencadeado um efeito dominó, revelando outras situações parecidas. Versão corrente aponta que noutra data e local houve distribuição de kits de higiene por tradicionais cabos eleitorais do governismo, com apoio de um grupo supermercadista local.
Por enquanto, o caso está ainda muito no campo dos primeiros sinais e versões, mas pode estar associado até mesmo à flexibilização de medidas no comércio em pleno crescimento da pandemia. Seria uma espécie de toma-lá-dá-cá, com repercussão em pacote de “bondades” para a população periférica.
O episódio é narrado como tendo ocorrido no dia 18 de abril, num prédio público no Aeroporto II, com entrega de kits de higiene pessoal e do lar, promovida por cabos eleitorais do governismo.
O que há de particularmente diferente entre um episódio e outro, é que o primeiro (as feiras no Abolição IV) chegou até mesmo a ser publicado no site da Prefeitura Municipal de Mossoró – que há alguns dias está fora do ar. Já a doação dos kits não teve igual cobertura ‘chapa branca’.
Mas em redes de WhatsApp e outras formas de propagação, o fato é narrado em áudios, textos e fotos que descrevem a ‘boa ação’ dos cabos eleitorais governistas. Pelo visto, eles não tem o que temer
Nota do Blog – Impressionante como o filme nunca muda em Mossoró.
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A prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini (PP), reapresentou o Projeto de Lei n° 141, de 29 de outubro de 2019, que altera a Lei Complementar n° 95, de 12 de dezembro de 13, para a criação de 30 novos cargos para atuação na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Juventude.
Rosalba prometeu reduzir em "50%" comissionados, mas nomeou multidão, além de criar 41 cargos e outra secretaria (Foto: arquivo)
Essa pasta tem a filha da prefeita, Lorena Ciarlini, como secretária.
De acordo com o projeto, que retornou à Câmara de Mossoró nesta quinta-feira (12), após ser recolhido pelo Município para complementação, Rosalba poderá preencher os 30 cargos de nível médio sem a necessidade de concurso público.
Salários em atraso
O rendimento mensal dos novos cargos será de R$ 1.388,98, com despesa mensal superior a R$ 40 mil só com salário base, no momento em que Rosalba está pagando os servidores com atraso. Não há, por exemplo, nenhuma previsão para o pagamento do salário de dezembro, que deve ficar para 2020.
Apesar do cenário econômico contrário, a prefeita não vai enfrentar problema para aprovar o projeto. Motivo é que sua bancada é maioria na Câmara de Mossoró.
Nota do Blog Carlos Santos – A prefeita enviou o projeto no dia 8 de novembro e no dia 11 do mesmo mês pediu sua devolução (veja AQUI). A notícia e detalhes sobre a matéria causaram celeuma, mas a justificativa do governismo é que faltara um anexo para dar amparo legal amplo à sua aprovação. Houve até quem divulgasse que haveria “concurso”.
Levou quase um mês para voltar a apresentar o projeto.
A fórmula de Rosalba combater a crise financeira na municipalidade é interessante: cria novos cargos comissionados e abre várias licitações para contratação de centenas de terceirizados.
Logo que assumiu a prefeitura, Rosalba promoveu exoneração em massa de comissionados oriundos da gestão Francisco José Júnior. O bota-fora chegou a 638 pessoas (veja AQUI), conforme o JOM do dia 4 de janeiro de 2017. Mas cerca de 80 pessoas teriam sido preservadas, a pedido de vereadores aliados, que tinham apoiado o antecessor.
Nos primeiros dias do de seu governo, prometeu – com decreto sob número 5.025/2017 – reduzir “em até 50%” o número de cargos, mas hoje é difícil saber se duplicou ou triplicou esse número. Chegou mesmo a criar, nesse mesmo espaço de tempo, 41 cargos comissionados (veja AQUI) para a Secretaria de Cultura, pasta que também não existia.
Até hoje ela e seu governo não disseram em qualquer documento oficial ou entrevista, quantos são afinal os cargos comissionados determinados por lei, quantos são os nomeados, onde estão lotados e qual a quantidade específica para cada um deles (categorias etc.).
O Tribunal de Contas do Estado (TCE) emitiu alerta à Rosalba em julho de 2017, para que ela reduzisse folha de pessoal: Prefeitura gasta mais de 60% de receita com folha de pessoal. Manifestação do TCE e um risco n’água têm o mesmo valor. Ela não tem o que temer.
Levantamento feito pelo Blog Tio Colorau até o dia 12 de novembro de 2017 atestava, com base em fontes oficiais – edições do Jornal Oficial do Município (JOM) – que 555 pessoas tinham sido nomeadas para cargos comissionados (veja AQUI).
Ô Prefeitura forte! Fraco é o papel de quem deveria fiscalizar tantos notórios abusos.
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Rosalba "combate" crise com cargos comissionados (Foto: arquivo)
Através do Ofício 441/2019-PMM, a Prefeitura de Mossoró solicitou à Câmara Municipal, hoje (segunda-feira, 11), a devolução do Projeto de Lei Complementar do Executivo (PLCE) 140/2019.
A matéria instituía novos 30 cargos comissionados na municipalidade.
Os cargos de Técnico de Nível Médio (TNM), com salário de R$ 1.388,98, seriam criados na Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Juventude, cuja titular é Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Lorena teve seu nome comentado para ser candidata a deputado estadual no ano passado.
Crise, mais cargos e campanha eleitoral
A justificativa oficial da Prefeitura para retirada da matéria, enviada ao Legislativo sexta-feira (8), foi o não envio de anexos obrigatórios. Caso a continuasse em tramitação, o projeto poderia ser votado, em regime de urgência, próxima semana.
O assunto foi mostrado em primeira mão nesse domingo (10) pelo Portal do Oeste, editado pelo jornalista Magnos Alves. Causou péssima repercussão, em face da gestão da prefeita Rosalba alardear que enfrenta grave crise financeira, inclusive com atraso há vários meses no pagamento da remuneração de pessoal.
Não custa lembrar: próximo ano tem campanha eleitoral municipal.
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Lorena e a mãe Rosalba: cargo (Foto: Mossoró Hoje)
Lorena Ciarlini (PP) está de volta à titularidade da Secretaria de Desenvolvimento Social da Prefeitura Municipal de Mossoró. O Jornal Oficial do Município (JOM) do dia 1º de novembro oficializa a posse.
Tinha sido exonerada a pedido no dia 19 de agosto, para se integrar à campanha eleitoral, como força de trabalho em prol dos candidatos do grupo governista.
Em seu lugar, nesse ínterim, esteve a adjunta Fernanda Kallyne Rego de Oliveira.
Lorena foi durante bom tempo um nome cotado para ser candidata a deputado estadual. Mas por decisão pessoal deixou claro à sua mãe-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e ao pai e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP), não pretender ingressar na carreira política.
O nome passou a ser então o de seu irmão, Kadu Ciarlini. Ele acabou sendo deslocado para chapa majoritária, nos acertos políticos do seu grupo, como vice do ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT). Não obtiveram êxito eleitoral.
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O grupo da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) está com um sério problema interno: mais um, que se diga. Não tem um nome certo e de sua confiança à Assembleia Legislativa. Pode se ver obrigado a apoiar a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB). É algo que particularmente Rosalba não quer, mas seu marido e líder do rosalbismo, Carlos Augusto Rosado, já admite.
A princípio, “o nome da Rosa” seria o de Lorena Ciarlini, filha da prefeita e titular da pasta do Desenvolvimento Social. Tudo ia bem até início do segundo semestre do ano passado, quando Lorena estacou. Avisou que não queria. E ponto final.
Entrou em cena Kadu Ciarlini, também filho de Rosalba.
Ele foi secretário de Gabinete da prefeita por menos de três meses (até 21 de março de 2017), quando pediu exoneração. Depois de um mergulho, reapareceu em outubro (veja AQUI) ao lado da mãe – em programações políticas e sociais.
“O nome é Kadu Ciarlini“, antecipou o Blog Carlos Santos em 11 de novembro de 2017. Este ano, Rosalba e Kadu intensificaram presença pública juntos (veja AQUI), principalmente após passar período de desincompatibilização de cargo e Lorena não pedir exoneração.
Porém a postulação de Kadu está sendo repensada nas últimas semanas. Não é mais consenso mesmo entre seus pais. Coisas de família, ressalte-se.
Paralelamente, Larissa e sua mãe e vereadora Sandra Rosado saíram do PSB para o PSDB, liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB). Criaram um embaraço para Rosalba e Carlos, de quem passaram a ser liderados na pré-campanha de 2016, após décadas como adversários.
A solução para manter essa frágil aliança está à mesa: Sandra não será candidata à Câmara Federal, como sustenta há meses, para apoiar a reeleição do deputado federal Beto Rosado (PP), primo de Larissa e sobrinho-afim de Rosalba. Beto e Larissa passam a ser os candidatos dos dois grupos na campanha deste ano.
Assim, as duas alas do clã Rosado caminharão felizes para sempre, até que novo conflito de interesses ameace separá-los.
PRIMEIRA PÁGINA
Caminhoneiros passam por cima de ‘candidatura’ de Lula – O movimento nacional e aparentemente apartidário, dos caminhoneiros do país, acabou eclipsando o “lançamento” da candidatura do ex-presidente Lula (PT) à presidência da República. O evento foi definido para o domingo (27) – veja AQUI, através de atos públicos em diversas cidades do Brasil, mas simplesmente foi atropelado pelo protesto.
Meirelles não foi visto nem foi notado – O ex-ministro e pré-candidato à Presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles, esteve em Natal no sábado (26), em programação política e social. Compareceu à celebração dos 100 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Rio Grande do Norte (IEADERN), no estádio Arena da Dunas, em Natal, que teve mais de 30 mil fieis presentes. O senador Garibaldi Filho (MDB) foi o anfitrião de Meireles no estado.
General trata Temer como o “ainda” presidente – O general Eliéser Girão Monteiro Filho, ex-secretário da Segurança do Estado e da Prefeitura de Mossoró, nas gestões Rosalba Ciarlini (PP), tratou o presidente Michel Temer (MDB) em suas redes sociais na sexta-feira (25) como o “ainda” presidente. Não parou por aí. Disparou outro recado verde-oliva contundente: “Ordens absurdas não serão cumpridas!!!” Um dos nomes de referência do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) no RN, inclusive como pré-candidato a governador, Girão vociferou no sábado (26): “Brasileiros, só não viramos uma Venezuela porque o nosso EXÉRCITO SERVE ao ESTADO, e não a esse DesGoverno”. Nesta segunda-feira (28), às 8h07, seguiu loquaz: “Não vamos desenterrar a esquerda”.
Mantenho o que disse antes sobre Robinson Faria – Na Coluna do Herzog do dia 18 de fevereiro deste ano, postamos análise política sob esse título: Tratem bem Robinson Faria; vocês podem precisar dele. À porta da campanha sucessória, mantemos o ponto de vista. É pouco provável que o atual governador sendo candidato chegue ao segundo turno, mas pode determinar – num segundo turno – quem não será eleito.
Pesquisa vai avaliar cenário para grupo da “Rosa” – O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado encomenda nova pesquisa ao Instituto Gama de Fortaleza-CE, que faz trabalhos pro seu grupo, mas não publica números. O levantamento será mais abrangente do que o mais recente que ele recebeu, monitorando inclinação do eleitor quanto a pré-candidaturas diversas e avaliando a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). A “Rosa” precisa se cuidar. Existem sintomas de Silveirização do seu governo, que só não é pior graças à imprensa camarada. O Mossoró Cidade Junina e reforço na propaganda são os remédios do momento para estancar a sangria. Não é tempo de “salto alto” no palácio.
Salto alto, não (Foto: web)
Fátima precisa sair dos guetos para as ruas – A governadorável Fátima Bezerra precisa alargar sua circulação da capital ao interior, indo além dos guetos de esquerdas. Novos nichos eleitorais e da sociedade, da área produtiva às comunidades periféricas, precisarão ser alcançadas nessa pré-campanha da senadora ao governo. Outra questão delicada, é insistir numa pauta nacional, esquivando-se de temas que vão estar na campanha e na ordem do dia do governo que pretende liderar, como dívida previdenciária, déficit público, retomada do desenvolvimento, precarização da saúde, violência desenfreada, falta de recursos para investimentos, relação com o servidor público etc.
“Engorda” do PSDB começa a preocupar deputados – O crescimento superlativo do PSDB na Assembleia Legislativa, que na reta final das mudanças partidárias teve “engorda” para total de oito deputados, é algo que começa a causar calafrios em componentes desse lote. Promessas de “apoios” e “meios” à reeleição provavelmente não vão bater. O mal-estar interno é latente. Diz um ditado popular que “quando a esmola é grande, cego desconfia…”
Fábio Dantas procura uma saída razoável – A aventura da pré-candidatura ao governo, do vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB), está próxima de um desfecho racional. Ele procura uma saída razoável. Pode ser até mesmo composição com o PT de Fátima Bezerra. Pesquisas não param de mostrar sua esqualidez eleitoral. Se demorar, acabará “devendo” intenções de voto. Leia: “Fake” criado por Ezequiel tenta sobreviver à própria piada.
EM PAUTA
Padre Pio – Natal sepultou no domingo o padre holandês Gerard Hubert Hensgens (Padre Pio), 86, que desde 1966 residia e pautava sua vida religiosa na capital potiguar. Era também muito conhecido como torcedor-símbolo do Alecrim. Que descanse em paz.
Curta Caicó – O Centro Cultural Adjuto Dias, equipamento administrado pelo Governo do Estado, através da Fundação José Augusto (FJA) abriga, de 1° a 3 de junho, o Curta Caicó, mostra que tem com o objetivo preencher uma lacuna no audiovisual, em Caicó e região do Seridó. Mas a abertura é nessa terça-feira (29), às 19h.
Renata Soraya e Mattheus Costa estarão no México (Foto: Guilherme Ricarte)
Bailarinos no México – O Diocecena, grupo de dança do Colégio Diocesano Santa Luzia, teve uma dupla de bailarinos selecionados para intercâmbio de dois meses em cidades do México. Os escolhidos foram Renata Soraya e Mattheus Costa, que receberam os convites após apresentação de destaque no ‘Encontro de Dança – Dança Mundo’, realizado entre 27 de abril e 4 de maio no Teatro Municipal de Mossoró Dix-huit Rosado. O embarque deve acontecer dia 1º de setembro.
Tchê – O Restaurante Tchê, em Mossoró, apressa-se para inaugurar um novo espaço anexo ao seu endereço original no bairro Nova Betânia. Será o “Tchê Hall”. Previsão de funcionar a todo vapor a partir de 12 de junho.
Direito Eleitoral – Será no próximo dia 23 de junho, no auditório do Hotel VillaOeste em Mossoró, o evento “Atualização e Prática em Direito Eleitoral”, tendo entre os palestrantes o juiz Herval Júnior e o professor e advogado Daniel Monteiro. Inscrições neste endereço: www.novoeleitoral.com.
Petroleiros em greve – A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocam a categoria petroleira para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás iniciarão o movimento a partir do primeiro minuto de quarta-feira, 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente.
Tempero Regina – Principal executivo da indústria de Temperos Regina, forte marca mossoroense que atravessou há tempos as divisas do RN, Adel Diniz resolveu fixar de vez residência na Flórida – Estados Unidos, de onde comanda a empresa.
Engenharia – Imerso na atividade de engenheiro civil, Charles Paiva tem projetos em andamento no Vale do Jaguaribe, no vizinho Ceará. Sucesso, meu caro.
SÓ PRA CONTRARIAR
Muita gente querendo a saída de Michel Temer, sem perceber que o substituto imediato é o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ô país sem sorte, Senhor!
GERAIS… GERAIS… GERAIS…
O “Pingo da Mei Dia”, que abrirá o ciclo do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2018 no próximo dia 2, tem intensa concorrência de camarotes para o período. Cada um com atrações próprias, além daquelas do roteiro oficial.
“A Bela e a Fera” será o espetáculo em cartaz no Teatro Riachuelo no Midway Mall em Natal, no próximo dia 2 de junho, a partir das 17h. O musical terá mais de 200 figurinos e 16 atores no palco.
Obrigado à leitura do Nosso Blog a Jânio Rêgo (Feira de Santana-BA), Hugo Vieira (Mossoró) e Iran Oliveira (Natal).
Veja a Coluna do Herzog da segunda-feira (21/05) passado, clicando AQUI.
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Carlos Augusto, Rosalba e Kadu: campanha (Foto: arquivo)
Lorena Ciarlini, filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e secretária titular do Desenvolvimento Social na Prefeitura Municipal de Mossoró, não se desincompatibilizou do cargo, para se habilitar à alguma disputa eletiva este ano.
A mais recente edição do Jornal Oficial do Município (JOM), número 454, não traz portaria com exoneração sua ou de qualquer outro secretário, como Kátia Pinto (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Meio Ambiente, Urbanismo e Serviços Urbanos).
Dia 7 de abril é a data-limite à desincompatibilização, conforme calendário eleitoral em vigor.
Lugar do pai
Assim, a opção de possível candidatura a deputado estadual pelo grupo governista se inclina mesmo para o ex-secretário-chefe de Gabinete da prefeita, Carlos Eduardo Ciarlini Rosado, o “Kadu”.
No dia 13 de novembro do ano passado, o Blog Carlos Santos antecipava: O nome é Kadu.
Sendo eleito, Kadu ocupará uma cadeira que já foi de seu pai – Carlos Augusto de Souza Rosado – em quatro mandados, inclusive assumindo a presidência da Assembleia Legislativa (1981-1983), como também de sua tia materna Ruth Ciarlini.
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Kadu entra no lugar de Lorena; mãe no apoio (Foto: PMM)
A pré-candidatura à Assembleia Legislativa da secretária do Desenvolvimento Social da Prefeitura Municipal de Mossoró, Lorena Ciarlini, definhou de modo praticamente irreversível.
Mas o grupo rosalbista não vai ficar órfão na disputa.
Seu irmão, ex-secretário do Gabinete Kadu Ciarlini, é o nome da vez.
Mais do que escolha de pai e mãe, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado e prefeita Rosalba Ciarlini (PP), é uma decisão dele.
Kadu resolveu ser candidato.
Vai ser.
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Um dos responsável pelo marketing vitorioso da mãe Rosalba Ciarlini (PP) na campanha municipal à Prefeitura de Mossoró em 2016 e, ex-secretário-chefe do Gabinete por pouco tempo (até 21 de março último), Kadu Ciarlini voltou à cena. Mas sem formalismo.
Ele não eclipsou Rosalba, aniversariante do dia nessa quinta-feira (26), mas foi coadjuvante ilustre na sede da municipalidade (Palácio da Resistência) e Capela de São Vicente, onde ocorreu Missa em Ação de Graças.
Kadu, com a mãe-prefeita e a irmã Lorena, deixou no mínimo uma dúvida para o futuro próximo do rosalbismo (Foto: PMM)
Kadu circulou o suficiente para inflar preferência ou no mínimo uma dúvida entre muitos rosalbistas: quem a “Rosa” deve apresentar como seu candidato (a) à Assembleia Legislativa em 2018?
Até aqui, o rosalbismo tenta encorpar o nome da secretária municipal do Desenvolvimento Social e irmã de Kadu, Lorena Ciarlini. Ela parece divorciada do próprio projeto.
Com Kadu, não. Aflora nele um crescente apetite pela política.
A chave elementar para se fazer qualquer caminho vitorioso, o marqueteiro e ex-secretário sinaliza possuir: vontade.
Terminou aplaudido na Missa em Ação de Graças na Capela de São Vicente, quando falou em nome dos presentes em homenagem à Rosalba.
O abraço da aniversariante no filho, orador, pode dizer adiante muito mais do que as fotos e vídeos mostram.
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O rosalbismo guarda até mesmo de aliados e colaboradores próximos, números de pesquisa que encomendou sobre quadro administrativo e político em Mossoró. Especialmente, em relação à postulação da secretária do Desenvolvimento Social Lorena Rosado (PP).
A ordem é evitar divulgação. Os números são sofríveis.
Preocupam, mesmo com a estrutura da municipalidade já azeitada e em pleno funcionamento à popularização do seu nome à disputa à Assembleia Legislativa em 2018.
Lorena Ciarlini deverá ser puxada pela mãe Rosalba, a exemplo do que foi feito com a tia Ruth Ciarlini no passado
Filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Lorena passou muitos anos residindo fora de Mossoró e até do estado, não tendo qualquer identidade com a própria pasta que ocupa. Chega a ser uma estranha em Mossoró, onde voltou a residir há pouco tempo.
Sua inaptidão à atividade assistencial e à política precisará ser vencida pelo esforço da própria prefeitura, além do prestígio pessoal e trabalho hercúleo que sua mãe costuma empreender em campanha.
Lorena já é comparada à tia Ruth Ciarlini (DEM), sempre carregada eleitoralmente por Rosalba e sob a força da máquina municipal. Ela foi eleita duas vezes (1998 e 2002) à Assembleia Legislativa – época em que a irmã era prefeita. Não emplacou o terceiro mandato consecutivo, quando a prefeitura passou a ter a enfermeira Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB) como inquilina.
Moeda de troca
Em 2012, o rosalbismo chegou a costurar a renúncia da então prefeita Fafá Rosado para viabilizar a candidatura à prefeitura da então vice-prefeita Ruth Ciarlini. Estava “tudo certo” à renúncia. A moeda de troca, entre outras vantagens, era a sua indicação para o Tribunal de Contas do Estado (TCE), pela governadora Rosalba Ciarlini.
Mas o assunto vazou e virou escândalo antes mesmo que pudesse ser consumado.
O acordo entre as partes foi descartado, quando o chefe de Gabinete e irmão de Fafá, agitador cultural Gustavo Rosado, disse “não” e passou a apoiar o nome da vereadora Cláudia Regina.
Outro ponto que pesou contra à viabilização de Ruth, mesmo com apoio da irmã e governadora, foram várias pesquisas apontando baixíssima aprovação ao seu nome. Era ultrapassada até pelo então vereador governista Chico da Prefeitura (DEM) e Cláudia Regina, que posteriormente venceu o pleito (mas foi cassada).
Acordo desfeito
A desistência da candidatura de Lorena Ciarlini a deputado estadual não pode ser descartada, mas é pouco provável que exista um recuo nessa ideia férrea da mãe-prefeita. Questão de raciocínio lógico e história que mostram isso.
Vicente sobrou (Foto: arquivo)
Foi assim quando a prefeita Rosalba Ciarlini quis a mana Ruth para deputado estadual, em 1998 pela primeira vez.
O nome que já tinha sido definido pelo rosabismo à Assembleia Legislativa era do então presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Vicente Rêgo. Estava tudo resolvido.
Entretanto Rosalba enfrentou até a palavra empenhada do marido e líder do grupo, Carlos Augusto Rosado, para se fazer ouvir e demanchar o compromisso com Vicente Rêgo. E foi clara: “Eu quero Ruth!”
E assim aconteceu. Ruth foi eleita pela primeira vez.
Vicente, um “quase eleito”, sobrou.
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A postagem sob o título “Filha de prefeita carrega peso de projeto familiar estressante” (veja AQUI) segue causando reações diversas no governismo municipal mossoroense.
Lorena e a mãe-prefeita: mãos à obra
Oscilam particularmente entre a indignação e a reflexão sobre o que foi dissecado.
A matéria mostrou dificuldades de conversão da secretária do Desenvolvimento Social e filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), Lorena Ciarlini (PP), em política apta à corrida eleitoral à Assembleia Legislativa no próximo ano.
Cópia de matéria
A própria Lorena printou (copiou virtualmente) a postagem e enviou a endereços reservados, irritada com o enunciado.
Com pesquisas em mãos, a cúpula rosalbista sabe que o Blog não exagerou nem mentiu. Sabe que não basta elege-la, mas o fazer com demonstração de força eleitoral nas urnas.
Daí a consciência de que precisa investir mais e mais para torná-la palatável e menos dependente da máquina municipal, de auxiliares próximos (que tocam de verdade a secretaria) e da prefeita.
Mãos à obra.
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A oligarquia Rosado caminha para uma aposta consideravelmente perigosa na campanha de 2018. Num momento de profundo desgaste da classe política, da política e partidos, esquadrinham um palanque lotado apenas por primos.
Pode desabar.
Serão candidatos a deputado estadual as primas Lorena Ciarlini (PP) e Larissa Rosado (PSB), filhas respectivamente das primas prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e vereadora Sandra Rosado (PSB) – que sonha em voltar à Câmara Federal.
Lorena, estreante na corrida pelo voto; Larissa, que tentará a reeleição.
Ainda consta na lista, Beto Rosado (PP), atual deputado federal e que tende a concorrer à reeleição. Ele é primo de Lorena e Larissa e sobrinho-afim da prefeita.
Ainda há possibilidade da ex-prefeita Fafá Rosado (PMDB) ser candidata a deputado estadual numa faixa partidária oposicionista.
Ela é prima de Sandra Rosado e também prima do ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP), marido de Rosalba.
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Entre interlocutores próximos, a secretária de Desenvolvimento Social da Prefeitura de Mossoró e pré-candidata a deputado estadual, Lorena Ciarlini (PP), tem relatado enxaqueca e estresse com o ritmo da pasta.
Sente-se deslocada num papel que nunca cumpriu e parece não ter qualquer afinidade.
Sua sobrecarga é atenuada, porque em seu entorno e retaguarda foram escaladas assessoras de vasta experiência, que na verdade tocam as atividades da secretaria. Ela é secretária de direito, pelo menos.
Nota do Blog – Filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), que a quer deputada, imagine quando Lorena – sem qualquer vivência na atividade política ou qualquer relação com a finalidade de sua secretaria, começar a percorrer bairros e periferia da cidade, posando com crianças remelentas e catarrentas nos braços.
Hoje, por exemplo, ela estará no bairro Santo Antônio para outra programação político-eleitoral subliminar, denominada pelo marketing da municipalidade de “Meu Bairro Melhor”. Foi criada para alavancar popularmente seu nome.
A primeira edição da iniciativa que leva vários serviços sociais à população periférica e pobre aconteceu no bairro Belo Horizonte, dia 15 de setembro.
É, não é fácil mesmo essa vida! Ela carrega o peso de um projeto familiar com o qual não se identifica.
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Mossoró já chegou a determinar a eleição de quatro deputados estaduais num único ano. Foi em 1974, há 43 anos. Um feito raro. Poderá ser repetir no próximo ano, mas é precipitado se fazer um vaticínio nesse sentido.
João Newton: 1974 (Foto: arquivo)
O excelente resultado contrasta com o fenômeno de 2014: nenhum candidato nativo do município chegou ao êxito nas urnas.
Em 2014, os deputados mossoroenses que tentaram a reeleição, Larissa Rosado (PSB) e Leonardo Nogueira (DEM), fracassaram. Nenhum novato local vingou.
Quem se sobressaiu, com votos determinantes de Mossoró à eleição-surpresa, foi o ex-prefeito areia-branquense Manoel Cunha Neto (PHS), “Souza”, que tem laços familiares, profissionais e estudantis com a cidade. Cerca de 18% dos seus votos foram do eleitorado local.
Em 1974, foram eleitos João Newton da Escóssia (Arena) e Alcimar Torquato (Arena), com apoio do deputado federal Vingt Rosado (Arena). O primeiro, cunhado do parlamentar; o segundo, natural de Luís Gomes, mas que há mais de uma década atuava na medicina local.
Eleitos de 1974 a 2014 tendo Mossoró como base
1974 – João Newton da Escóssia, Alcimar Torquato, Assis Amorim e Luís Sobrinho;
1978 – Carlos Augusto Rosado
1982 – Jota Belmont e Carlos Augusto Rosado
1986 – Laíre Rosado e Carlos Augusto Rosado
1990 – Carlos Augusto, Antônio Capistrano e Frederico Rosado
1994 – Frederico Rosado e Francisco José (pai)
1998 – Frederico Rosado, Sandra Rosado e Ruth Ciarlini
2002 – Larissa Rosado, Francisco José (pai) e Ruth Ciarlini
2006 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira
2010 – Larissa Rosado e Leonardo Nogueira
2014 – Nenhum
“De quebra”, ainda teve a reeleição do médico Dalton Cunha (Arena). Era mossoroense da gema, mas tinha como base principal de votos o município de Apodi e adjacências.
Luís Sobrinho (MDB) e Assis Amorim (MDB), apoiados pelo ex-governador cassado Aluízio Alves (MDB), também foram eleitos no mesmo ano a partir de Mossoró.
Frederico: 1990 (Foto: Arquivo)
Um dado interessante dessa lista de eleitos: nenhum era da família Rosado. Depois de 1974, em todas as eleições essa oligarquia elegeu membros seus à Assembleia Legislativa, à exceção de 2014.
Derrocada
Em 2018, com um cenário político extremamente confuso, Mossoró pode ter uma profusão de candidaturas à Assembleia Legislativa. Há possibilidade de repetir 1974 ou ficar num meio-termo.
Porém é pouco provável que se veja uma reedição de 2014. Três candidaturas do clã Rosado a deputado estadual, desgaste político da então governadora Rosalba Ciarlini (PP), a prefeitura nas mãos de um adversário dos Rosados (prefeito Francisco José Júnior) e escassez de recursos para financiamento de campanhas, foram alguns dos fatores que desenharam a derrocada à época.
Alguém pode sobrar
Mesmo assim, a conjuntura que se forma para o próximo ano poderá gerar surpresas, principalmente porque após se reunificar parcialmente, o clã Rosado tentará eleger quadros familiares num contexto completamente diferente do passado recente e tempos mais remotos.
O “maior eleitor” mossoroense, a Prefeitura Municipal de Mossoró, historicamente não tem elegido mais do que um deputado estadual por pleito. Preliminarmente, não há qualquer pré-candidatura Rosado se formando na oposição, mas pode surgir a figura da ex-prefeita Fafá Rosado (ainda no PMDB).
No governismo, as primas Larissa Rosado e Lorena Rosado (PP) – filha da prefeita Rosalba e secretária do Desenvolvimento Social do município, tendem a ser candidatas no mesmo palanque. Alguém pode sobrar.
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Na sessão solene da Câmara Municipal de Mossoró, à noite de sexta-feira (29), no Teatro Dix-huit Rosado, claques de comissionados do Estado e da Prefeitura de Mossoró se rivalizaram.
Na plateia, deram tudo de si.
Os governistas estaduais fizeram ruidosa aclamação à primeira-dama Julianne Faria (PSD), nome que pode despontar como candidata a deputado estadual no próximo ano.
Em contraposição, os governistas municipais fizeram o mesmo em favor de Lorena Ciarlini (PP), filha da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e secretário do Desenvolvimento Social do município que será candidata à Assembleia Legislativa no próximo ano.
De lambuja, a claque governista ainda fez barulho em prol de Kléber Azevedo, assessor da primeira-dama Julianne, que se mexe para ser candidato a vereador em 2020.
Ah, Mossoró!
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A Prefeitura Municipal de Mossoró começa amanhã (sexta-feira, 15), o que denomina de projeto ‘Mossoró Mais Cidadã’. Segundo é divulgado, é a primeira de muitas edições e acontecerá logo a partir das 8 h, no bairro Belo Horizonte, na Escola Estadual Raimundo Gurgel.
Francisco José Júnior fez "Meu Bairro Melhor" (Foto: PMM)
A fórmula utilizada na iniciativa não é nova, mas é usualmente levada a termo em período pré-eleitorais – com outras nomenclaturas, em Mossoró: consiste na disponibilização de serviços de várias secretarias, de forma que “estes cheguem mais próximos à população dos mais diversos bairros”, explica informação oficial da gestão Rosalba Ciarlini (PP).
A aposta agora é colocar à frente da programação a pré-candidata a deputado estadual e filha da prefeita Rosalba Ciarlini, secretária do Desenvolvimento Social Lorena Ciarlini.
Meu Bairro Melhor
Em 2015, ano anterior ao pleito municipal de 2016, o então prefeito Francisco José Júnior (PSD) começou essa mesma estratégia de levar serviços municipais em massa para comunidades periféricas. Era “Meu Bairro Melhor”.
Fazia uma blitz, com atuação integrada de várias secretarias. Dias depois, tudo voltava ao “normal” em cada comunidade visitada: lixo nas ruas, falta de remédios e outros insumos nas unidades de saúde, precariedade na iluminação pública etc.
O Mossoró Mais Cidadã é também clone do “Prefeitura nos Bairros” que Rosalba Ciarlini já utilizou com mesmo formato em passagens anteriores pela prefeitura, em vésperas de campanhas eleitorais.
No âmbito estadual, a primeira-dama e secretária do Trabalho, Habitação e Ação Social (SETHAS), Julianne Faria (PSD), não foge à fórmula mágica: há meses empreende por municípios do RN o “Vila Cidadã”, oferecendo os mesmos serviços para ao final não resolver nada.
Nota do Blog – Enfim, a mesma “coleira” com nomes diferentes. São décadas de faz-de-conta com nomes diferentes, com objetivos iguais e resultados práticos pífios à população. Segue a dependência, o clientelismo/assistencialismo e a dominação pela necessidade alheia.
Tudo é feito para parecer que algo está sendo feito, de verdade, para minorar as necessidades dos mais carentes.
Tudo muda para continuar como sempre esteve.
Ah, povo para sofrer!
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Rosalba, Carlos e Lorena: politica para 2018 (Foto: AL)
Mentor da carreira política de sua mulher (prefeita Rosalba Ciarlini-PP) ao longo de quase 30 anos, com largo histórico de vitórias e escassos insucessos, o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado assumiu outra missão política.
Cuida da candidatura da filha Lorena Ciarlini à Assembleia Legislativa. Sem perda de tempo, que se diga.
Pressa
Titular da pasta do Desenvolvimento Social da Prefeitura de Mossoró, Lorena é imberbe em política e na gestão pública. Seu pai, não.
Com pesquisas políticas à mão que recomendam pressa, ele planifica e age nos bastidores. Tenta atrair logo apoios estratégicos e ocupar espaços preciosos em favor de Lorena.
Presume, com razão, que haverá densa concorrência nessa faixa eleitoral. Daí, a “antecipação” de ações que possem evitar surpresas.
Lorena Ciarlini é a prioridade número um para o próximo ano. Não há espaço para projeto paralelo no grupo, no governo municipal e no coração de pai e mãe.
Parece cedo, mas não é. Até porque, 2018 é bem ali.
Leia também: Rosalba terá filha em equipe focando Assembleia Legislativa AQUI;
Leia também: Lorena, filha de Rosalba, começa a ser projetada para 2018 AQUI.
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A dicotomia Rosado x Rosado durante 30 anos dividiu a política em Mossoró. Embora o grupo de Rosalba Ciarlini tenha sido hegemônico durante praticamente todo esse período, o sandrismo equilibrava as forças tendo mandatos na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.
Sem contar que na maior parte desse período esteve aboletado na estrutura do Governo do Estado.
O rosalbismo também tinha seus espaços na Assembleia e Câmara dos Deputados. Havia um equilíbrio de poder entre as duas alas do rosadismo. Agora o cenário é diferente e lembra o período anterior à divisão política dos Rosados.
O grupo rosadista tinha Carlos Augusto Rosado na Assembleia Legislativa e Vingt Rosado na Câmara Federal e o comando da Prefeitura de Mossoró com Dix-huit Rosado. Agora esses papeis são ocupados por, respectivamente, Larissa Rosado, Beto Rosado e Rosalba Ciarlini.
Como no período que antecedeu o pleito de 1986, há uma tensão abafada nos veículos de comunicação. Larissa quer ser reeleita como Carlos Augusto queria há 31 anos.
Mas o rosalbismo quer lançar um nome novo de dentro de casa, Lorena Ciarlini, como Vingt Rosado queria fazer com Laíre Rosado no passado.
Beto Rosado quer renovar o mandato como antes desejara Vingt, mas Sandra Rosado quer retomar o espaço que foi de seu clã por 13 legislaturas na Câmara Federal.
No passado, esse embate familiar provocou uma cisão que durou três décadas. Hoje não há a condição de grupo unido, mas de aliados de ocasião e com prazo de validade (?).
A estrutura da Prefeitura de Mossoró não tem condições de bancar duas dobradinhas federal/estadual no próximo ano. Na lógica rosadista é sempre “os de casa” primeiro.
Sem uma estrutura de poder, a ala sandrista sabe que não voltará a ter o poderio de antes e já provou disso em 2014. Insistir numa candidatura de Sandra a deputada federal pode por em risco uma reeleição possível de Larissa.
Só uma estrutura tornaria a dobradinha viável. Sem a ajuda palaciana, Sandra vai aceitar passivamente engolir mais um sapo ou seguirá máxima eternizada por seu pai, Vingt Rosado, de abrir os braços para não ser engolida?
A resposta a essa pergunta ajudará a responder a pergunta do título desta postagem: a aliança Rosado/Rosado tem prazo de validade?
Bruno Barreto é jornalista da FM 95.7 (Mossoró) e TV Cabo Mossoró (TCM)
Comentários correntes nos labirintos e intramuros da política do Rio Grande do Norte indicam que o grupo rosalbista pode apostar numa readequação de posições, com vistas às eleições 2018. Nomes à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa seriam invertidos, digamos.
Em síntese, o atual deputado federal Beto Rosado (PP) recuaria do projeto de reeleição para ser candidato a deputado estadual, com a atual secretária do Desenvolvimento Social da Prefeitura de Mossoró, sua prima Lorena Ciarlini (PP), sendo içada à postulação à Câmara dos Deputados.
Beto: um vice improvável, mas não impossível (Foto: Arquivo)
Ainda nessas discussões, o próprio Beto Rosado poderia ser o nome a vice-governador, numa hipotética chapa encabeçada pelo prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT). Dobradinha Alves-Rosado/Rosalbismo.
É possível? É provável?
Possível, sim. Não muito provável. Vejo esses ‘formatos’ como inconsistentes, hoje. Uma acomodação entre Lorena (filha da prefeita Rosalba Ciarlini-PP) e Beto Rosado (filho do ex-deputado federal Betinho Rosado-PP) foge à prudência nesses tempos bicudos para a classe política.
O encaixe de um Rosado em chapa com um Alves, num momento de instabilidade política, negação à própria política e desgaste das forças tradicionais e oligarcas, é uma aposta de alto risco, mesmo diante de um governo Robinson Faria (PSD) bastante depauperado.
Exemplo clássico desse temor: as eleições de 2016 em Mossoró. Rosalba e o líder do seu grupo, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, vetaram nome do hoje secretário municipal do Planejamento, Lahyrinho Rosado (PSB), como vice. O palanque ficaria exageradamente pesado. Acertaram em cheio na exclusão.
É cedo para definições, mas não é cedo para avaliações e planejamentos.
Porém é precipitado qualquer projeção para 2018 na atual conjuntura. O que há de mais certo, no momento, é a incerteza.
P.S – O Blog Carlos Santos tentou falar com Beto Rosado através de contato com seu número telefônico, mas não obteve retorno. Ele não respondeu.
Conversou com um de seus assessores, até antecipando a pauta, mas não conseguiu êxito à sua localização.
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O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) em Mossoró apresentou inadimplência da ordem de 55% no exercício 2016 (veja AQUI).
Agora, passará dos 70%, “facim, facim”.
Prejuízo também eleitoral em 2018.
A “derrama” gera antipatia em escala geométrica em relação à prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e afetará a postulação de sua filha Lorena Ciarlini – secretária do Desenvolvimento Social – a deputado estadual.
Anote, por favor!
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