Julgamento ocorreu nesta quinta-feira (Foto:TRE/RN)
Na tarde desta quinta-feira (16) o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN) julgou as Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE’s) nº 0600943-35 e 0601640-14 em desfavor de Rogério Simonetti Marinho, Flávio José Cavalcanti de Azevedo e Igor Augusto Fernandes Targino impetradas pelo ex-prefeito Carlos Eduardo Alves.
As duas ações, da relatoria do desembargador Expedito Ferreira, foram relatadas e julgadas em bloco e o Tribunal, por unanimidade, em consonância com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral (PRE), julgou improcedente as ações uma vez que os membros consideraram as provas apresentadas genéricas e insuficientes para caracterizar os abusos de poder econômico e político.
Uma das acusações dizia respeito ao uso da estrutura do Ministério do Desenvolvimento Regional, do qual era titular entre fevereiro de 2020 e março de 2022, em proveito de seu projeto político-eleitoral, do qual sagrou-se eleito.
No entanto, o relator apontou que havia “insuficiência de provas aptas a indicar a ocorrência dos ilícitos eleitorais alegados, frutos de presunções, conjecturas e premissas equivocadas. De início, é necessário consignar que o Ministro de Estado executa o orçamento previamente elaborado pelo Poder Legislativo e sancionado pelo Poder Executivo. Com tais lacunas, não é possível considerar objetivamente que o investigado exerceu sua influência como ministro para privilegiar certos municípios em troca de apoio político, sendoinsuficiente a mera correlação entre transferência de verbas anterior e a aliança posterior, considerando, ainda, que foram distribuídos recursos a gestores da oposição”, disse o relator em seu voto.
O Juiz Marcello Rocha consignou a sua suspeição para atuar no feito e considerando não haver outro membro suplente, na classe dos juristas, na composição desta Corte, o julgamento foi realizado com o quórum possível. Especialmente neste julgamento, atuou como Presidente o Desembargador Saraiva Sobrinho.
Nota do BCS – A turma que adora arrotar que defende democracia, mas que não pode farejar uma brecha para ferrar adversário, no ‘tapetão’, deve estar enfezada.
Uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) protocolada contra o ex-ministro e candidato ao Senado Rogério Marinho (PL), pelo concorrente Carlos Eduardo Alves (PDT), desaguou em Mossoró. O prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) postou vídeo em suas redes sociais nesta quarta-feira (17), em que assinala ter sido arrolado como “testemunha” no caso.
O prefeito, sem rodeios, disse que Carlos Eduardo não conhece a realidade do interior e só aparece a cada quatro anos. Em sua ótica, essa AIJE visa frear a chegada de recursos e equipamentos aos municípios. “É um vale-tudo pelo poder, um vale-tudo para ganhar a campanha”, definiu o prefeito.
A justificativa de Carlos Eduardo, é de que a ação tem caráter saneador para que verbas oficiais cheguem a todos os municípios.
“Candidato, você não conhece a realidade de Mossoró (…). Você não conhece as necessidades dos municípios do RN. Você não conhece o interior,” reagiu. “Poxa, candidato! Você deveria estar lutando para o município receber mais”, apontou Allyson Bezerra.
Recursos assegurados
O prefeito apoia a candidatura de Rogério Marinho ao Senado e durante alguns meses diligenciou em Brasília o andamento de projetos e aquisição de equipamentos para atendimento a demandas na cidade e zona rural. No dia 25 de março, por exemplo, anunciou investimento de mais de R$ 40 milhões do Governo Federal para construção do Anel Viário da Leste/Oeste que interligará a BR-110 à BR-304 (veja AQUI).
Na mesma solenidade em que Rogério Marinho ainda era ministro do Desenvolvimento Regional, ainda foi anunciado o montante de R$ 3.828.065,00 para compra de máquinas e equipamentos de apoio a cadeia produtiva pecuária, via Abatedouro Frigorífico e Industrial de Mossoró (AFIM).
Marinho também entregou as chaves de uma retroescavadeira hidráulica ao prefeito de Mossoró, para trabalho do município que é o maior do RN em território, com 137 comunidades rurais e mais de 250 quilômetros de estradas vicinais. A prefeitura tem enorme carência de maquinário pesado para atender às demandas na zona rural e no setor urbano.
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Rogério traz consideráveis recursos para o estado (Foto: Adriano Machado/Reuters)
O ministro Rogério Marinho (PL) do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho vai ocupar sua sexta-feira (18), no RN, no Seridó. Estará em Currais Novos e Acari.
Vai assinar ordem de serviço para a construção da Cidade da Moda, em Acari, às 14h. Evento está definido para o Ginásio Poliesportivo Jorácio Mamede Galvão.
Em Currais Novos, na Praça da Igreja Imaculada Conceição, às 16h, lançará edital de contratação da Adutora do Seridó.
Também serão anunciados recursos para obras hídricas em oito cidades potiguares, além de implantação de sistemas dessalinizadores do Programa Água Doce.
Segundo informações do seu ministério, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (CODEVASF) vai tocar investimentos da ordem de R$ 314 milhões. Serão beneficiadas cerca de 165 mil pessoas nesta fase.
Expectativa é de alcançar 300 mil pessoas em 22 municípios potiguares até sua conclusão.
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Rogério passou a dar duelar diretamente com o governo local (Foto: reprodução)
Pré-candidato ao Senado, o ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL) consegue um feito, até involuntário, que não alcançou durante vários meses: começa a polarizar com o governo estadual petista.
O ‘truque’ é simples: alvo de seguidas notas e de pronunciamentos oficiais até azougados da gestão da governadora Fátima Bezerra (PT), ele aproveita-se como duelista para tirar proveito.
Responde com equilíbrio, com argumentos e joga para a governadora e não para qualquer porta-voz visível ou institucional, a responsabilidade de se virar.
Quanto mais bate-boca, melhor para o ministro.
“Eu não tenho conhecimento de nenhum governo que está chateado porque o Governo Federal está investindo no seu estado”, provocou ironicamente Marinho, em vídeo gravado nesse domingo (6).
Excelente para seu projeto de concorrer ao Senado, num momento em que ainda é raso o palanque majoritário da oposição.
Veja AQUI em nosso Instagram (siga-nos) o vídeo de Rogério Marinho.
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General Carlos César Araújo Lima, o superintendente (Foto: Web)
O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, deu posse nesta segunda-feira (22) ao novo superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), general Carlos César Araújo Lima. Desde março do ano passado, o cargo era ocupado por Evaldo Cruz Neto.
Formado em Ciências Militares e em Administração de Empresas pela Academia Militar das Agulhas Negras, o general Araújo Lima tem mestrado em Ciências Militares pela Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e doutorado e pós-doutorado em Ciências Militares pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
O novo superintendente da Sudene tem, ainda, duas especializações, uma em Logística Militar e outra em Operações Militares na Selva pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva.
Como oficial general do Exército Brasileiro, Araújo Lima assumiu a subchefia de Integração Logística do Ministério da Defesa, responsável pela integração entre as Forças Armadas brasileiras e estrangeiras, e, também, a subchefia de Assuntos Internacionais do ministério.
O general atuou ainda como subcomandante Logístico do Exército Brasileiro e foi assessor militar da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República.
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O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (sem partido), estará nesta segunda-feira (17) na sede da Federação dos Municípios do RN (FEMURN), a partir das 9 horas.
O ministro assinará ordem de serviço para instalação de 462 cisternas em sete municípios potiguares: Luís Gomes, Jaçanã, José da Penha, Santa Cruz, São Tomé, Monte das Gameleiras e Coronel Ezequiel. O investimento federal será de R$ 3,5 milhões.
Além disso, Rogério Marinho também assina duas ordens de serviço para perfuração e instalação de 275 poços em 47 municípios do estado. No total, serão investidos R$ 13,2 milhões.
A presença da imprensa e de convidados será limitada devido aos protocolos sanitários de enfrentamento à Covid-19.
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O ministro Rogério Marinho está balançando e já foi informado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido).
O presidente quer (ou precisa) trocar o ministro do Desenvolvimento Regional por um legítimo quadro do Centrão —. Marinho só integrou dois partidos na vida, PSB e PSDB, legendas que passam longe do Centrão.
Esta era pelo menos a situação até o momento desta nota ir ao ar.Como se sabe que Bolsonaro detesta que suas trocas de ministros sejam antecipadas pela imprensa, talvez Marinho ganhe uma sobrevida.
Mas não será longa.
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Recursos estão assegurados para operação (Foto: Governo Federal)
O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) efetivou nesta quarta-feira (24) a descentralização de R$ 62,46 milhões para o Ministério da Defesa (MD), com o objetivo de retomar a execução da Operação Carro-Pipa (OCP) federal em toda a região rural do Semiárido.
Nos meses de janeiro e fevereiro, a pasta, por meio da Defesa Civil nacional, conseguiu realizar o repasse emergencial de R$ 89,7 milhões, que foram descentralizados ao Exército Brasileiro (EB) – responsável direto pela execução do serviço. Porém, o retardo na aprovação do Projeto de Lei Orçamentária Anual 2021 (PLOA) pelo Congresso Nacional desencadeou a paralisação temporária do serviço.
Atendimento
Com a aprovação do PLN 1/21 no Congresso Nacional, no dia 17, e com a publicação da Lei 14.127, de 22 de março, foi ampliada a execução orçamentária provisória para este ano, abrindo crédito extraordinário para a retomara da OCP Federal em sua integralidade.
No ano de 2020, a média mensal de atendimento foi de cerca de 2 milhões de pessoas em 600 municípios. Uma média de 4,2 mil carros-pipa foram contratados por mês. No total, foram investidos R$ 603 milhões para o serviço.
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O Palácio do Planalto dá como certa a abertura do governo a indicações políticas do Centrão, inclusive para o primeiro escalão, na esteira dos acordos que viabilizaram a vitória de Arthur Lira (PP-AL) para presidência da Câmara e de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) no comando do Senado.
O desfecho da acirrada disputa para o comando das Mesas Diretoras da Câmara e do Senado impulsionou a reforma ministerial, num momento em que o presidente Jair Bolsonaro precisa consolidar a base de apoio ao governo para votar as reformas econômicas, construir uma alternativa ao auxílio emergencial que terminou em dezembro e aprovar pautas que lhe são caras, como o voto impresso.
Ministro Rogério Marinho é titular do Desenvolvimento Regional do Governo Jair Bolsonaro (Foto: arquivo)
No mapa desenhado até agora, a negociação mais avançada é para que o Republicanos assuma o Cidadania, pasta responsável pelo Bolsa Família e que no ano passado teve o Auxílio Emergencial.
A explosão da pandemia no Amazonas e a abertura de investigação tendo o ministro Eduardo Pazuello como alvo colocaram o Ministério da Saúde no centro do tabuleiro da reforma, abrindo a possibilidade de que a pasta retorne à cota do PP de Arthur Lira (AL).
Outra pasta disputada é o Ministério do Desenvolvimento Regional, que reúne, entre outras, as políticas de saneamento, habitação e os fundos regionais. Pelo potencial de recursos e de emendas parlamentares, a cadeira ocupada por Rogério Marinho (sem partido) é a favorita do ex-presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que cobra espaço no governo.
Bolsa família turbinado
Arthur Lira, novo presidente da Câmara dos Deputados está em sintonia com o relator da PEC Emergencial e do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC). Ambos defendem um Bolsa Família turbinado em vez da prorrogação do auxílio. O modelo concebido por Lira implica uma remuneração média de R$ 280, e a inclusão de 10 milhões de novos beneficiários no programa.
Assaí
A secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mossoró precisa se antecipar e atrair para a nossa cidade uma unidade do Assaí. A rede de atacarejo Assaí começa nova fase após março, com um plano de oferta pública inicial de ações na manga e um projeto ousado de abertura de 123 lojas que pode atingir investimento recorde de quase R$ 7 bilhões em cinco anos.
Há uma projeção para a inauguração de 78 pontos entre 2021 e 2023 – média de 26 ao ano. Em 2020, foram 16 novas lojas e 3 conversões de hipermercados Extra, do GPA, para Assaí. Entre 2024 e 2026 estão previstas 45 inaugurações, totalizando as 123 unidades novas.
Neste ano, serão 28 aberturas. A empresa tem hoje cerca de 180 pontos. Por loja, os investimentos devem alcançar cerca de R$ 55 milhões (na média dos últimos anos), mais R$ 1 milhão ao ano de manutenção, com um período de retorno de 6 a 7 anos.
Hoje, o Assaí compete não apenas com seu principal rival, o Atacadão, do Carrefour, mas especialmente com redes regionais, que abriram dezenas de lojas nos últimos anos. Aos analistas, a administração observou que a flexibilidade do modelo do Assaí, com diferentes protótipos de loja e autonomia na operação, tem sido fator importante para o seu sucesso.
3R Petroleum
A 3R Petroleum, em sociedade com a DBO Energia, assinou um contrato com a Petrobras, no valor de US$ 55 milhões, para a aquisição dos campos de gás natural de Peroá e Cangoá, localizada em águas rasas no litoral do Espírito Santo. A transação é mais uma investida da 3R no programa de venda de ativos da estatal.
Holding sediada no Brasil tem altos investimentos (Foto ilustrativa)
A companhia é, até o momento, o agente mais ativo na compra de campos maduros da gigante brasileira e, desde 2019, já assinou seis acordos, no valor total de US$ 627 milhões, para formar o seu portfólio no Brasil.
No momento, o único ativo de fato operado pela empresa, enquanto os demais negócios não são concluídos, é o Polo Macau (RN) – que produz cerca de 4 mil barris/dia de petróleo e 145 mil m3 /dia de gás.
IPTU
O desconto de 25% no IPTU oferecido pela Prefeitura Municipal de Mossoró para os imóveis que estão com os pagamentos em dia está acima dos valores praticados por outras prefeituras no país.
Os municípios grandes e médios como as capitais ampliaram ou mantiveram incentivos para o Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU) em 2021, principalmente para estimular a antecipação no recolhimento à vista. Os descontos para pagamento antecipado chegaram a 20%, caso de Campo Grande (MS).
Em Natal (RN), a redução de 16% valeu para quem está em dia com o tributo. Em Porto Alegre houve abatimento de 10% para quem adiantou pagamento. Em Belo Horizonte, o desconto para pagamento antecipado em parcela única foi ampliado de 5% para 6%. São Paulo manteve o desconto de 3% para pagamento antecipado e deixou de reajustar o imposto pela inflação.
Furna Feia
O tão esperado turismo de cavernas do Parque Furna Feia (localizado entre Mossoró e Baraúna) pode morrer antes de nascer. O problema é que há um movimento em surdina no Governo Federal para destruir justamente a base da bioeconomia brasileira, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e o Programa Nacional de Conservação das Espécies Ameaçadas de Extinção. E, assim, a extinção do principal órgão desse sistema e programa, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Animais e vegetais dependem de seus ecossistemas para viver. É por essa razão que existem as áreas protegidas, que chamamos de “unidades de conservação”. Além de proteger e conservar as espécies e os ecossistemas, esses espaços naturais fornecem amplo conjunto de benefícios. São lugares de incrível beleza para a visitação, garantem água, alimentos e recursos naturais mesmo para quem mora longe deles, além de fornecer serviços ambientais como a manutenção das chuvas, a polinização e o controle de pragas, essenciais para a agricultura.
ICMbio
A autarquia possui cerca de 1.500 especialistas em meio ambiente. Quando foi criada, em 2007, tinha cerca de 2.000. A não reposição das aposentadorias foi diminuindo esse contingente, mesmo sob a acentuada expansão do número de áreas protegidas nesses 13 anos.
Ao final de 2020, o atual governo federal deu início ao seu plano de extinguir o ICMBio, estabelecendo um grupo de trabalho formado por policiais militares para viabilizar fusão com o Ibama. Seu argumento? A necessidade de redução de custos.
ICMbio não é caro
Existem atualmente pouco mais de 780.000 servidores públicos federais civis. O ICMBio representa 0,2% desse contingente. Considerando que seus servidores cuidam de 10% do território brasileiro, tal “economia” não parece ter sentido técnico.
A autarquia possui cerca de 1.500 especialistas em meio ambiente. Quando foi criada, em 2007, tinha cerca de 2.000. A não reposição das aposentadorias foi diminuindo esse contingente, mesmo sob a acentuada expansão do número de áreas protegidas nesses 13 anos.
Auxílio emergencial
Impulsionado pelo socorro federal durante a pandemia, Estados e municípios encerraram o ano passado com um superávit primário de R$ 38,7 bilhões. O resultado positivo apresentado foi o maior desde que se registra essa estatística, evidenciando que o caixa dos entes, principalmente dos governos regionais, está em um patamar bem melhor que nos últimos anos.
Diante desse quadro, alguns economistas já sugerem que os Estados participem de uma eventual nova rodada de auxílio emergencial, aliviando a conta para o governo federal, que teve no ano passado seu pior déficit da história. Representantes dos Estados, porém, apontam que o superávit não é sobra de dinheiro e que a ideia não seria factível para os entes.
Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)
O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (sem partido), pousou em avião oficial da União agora à tarde, no Aeroporto Dix-sept Rosado, em Mossoró.
Ministro chegou acompanhado de deputados federais; pernoita em Mossoró para cumprir agenda (Fotos: BCS)
Chegou acompanhado dos deputados federais Benes Leocádio (Republicanos) e Beto Rosado (PP).
Cumprirá agenda oficial no Seridó, Vale do Açu e Mossoró (veja AQUI).
Pernoita em Mossoró, para amanhã levar a termos os compromissos oficiais.
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Rogério: relação republicana (Foto: reprodução BCS)
O novo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PSDB), destacou que a missão que pretende desempenhar à frente da pasta será construir pontes para cumprir a missão que está sendo dada a ele presidente Jair Bolsonaro.
“Fique tranquilo, vou dar o melhor de mim, sobretudo, para buscar construir pontes”, disse ele durante o discurso de posse nesta terça-feira (11/02).
Abriu parênteses para cumprimentos e agradecimentos, nominando pelo menos dois políticos do seu estado, o Rio Grande do Norte: o presidente do PSDB e da Assembleia Legislativa no estado, Ezequiel Ferreira, e a governadora Fátima Bezerra (PT).
Para ela, presente na primeira fila do auditório do Palácio do Planalto, onde ocorreu a solenidade, dirigiu mensagem curta e direta sobre sua presença – mesmo adversária política, à sua posse:
– A nossa é e será uma política de estado. Uma política republicana.