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Ex-senador oscila entre PDT e MDB como novo destino partidário

Jean-Paul Prates poderá tentar a reeleição no próximo ano, mas não é caso de vontade pessoal (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado)
Jean-Paul Prates já tinha se pronunciado à imprensa do RN (Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado/Arquivo)

O ex-senador e ex-presidente da Petrobras Jean Paul Prates confirmou que está de saída do Partido dos Trabalhadores, sigla em que militou por mais de uma década. Em entrevista à Carta Capital publicada neste domingo (28), disse que mantém conversas avançadas com MDB e PDT para uma possível candidatura ao Senado em 2026. Segundo Prates, a decisão não tem relação com a sua demissão da estatal, em maio de 2024, mas com a falta de espaço no PT no Rio Grande do Norte.

O Antagonista, Poder 360, O Globo e outras mídias nacionais replicaram sua posição.

“Candidaturas foram lançadas de cima para baixo, sem discussão interna […] Fui senador, presidi a Petrobras, e ainda assim não houve consulta. Meu ponto não é buscar espaço para mim, mas defender que o processo de escolha de candidatos seja participativo, inclusive com as bases. Pensei que no PT esta seria a regra. Como não foi, vou-me embora para outro lugar que seja assim”, declarou.

O ex-senador disse que pretende sair do partido em 3 etapas: primeiro, despedindo-se de forma “tranquila”, depois escolhendo uma nova legenda e, por último, discutindo eventual candidatura.

Ainda na semana passada, Prates já tinha dado entrevista ao Agora RN, jornal impresso/portal de Natal, deixando claro sua repulsa ao modelo de comando e ‘democracia’ do petismo potiguar. Para ele, o partido é tocado por uma “Raimundocracia” – espécie de regime em que o secretário-chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Raimundo Alves, decide tudo sozinho, submetendo até a governadora Fátima às suas vontades.

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Márcia Maia assume PDT, sigla que marcou sua mãe, Wilma de Faria

Wilma de Faria (falecida há seis anos) e Márcia, no lugar que foi da mãe (Foto: arquivo)
Wilma de Faria (falecida há seis anos) e Márcia, no lugar que foi da mãe (Foto: arquivo)

A ex-deputada estadual Márcia Maia é a nova presidente estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT). Márcia assume o partido que já foi comandado por sua mãe, ex-governadora Wilma de Faria (in memoriam). A mudança no PDT do RN acontece, após a saída do comando da legenda do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves, que foi para o PSD.

Em Nota, Márcia fala de sua decisão e da emoção do reencontro com o pedetismo.

Nota

A luta política verdadeira é um caminho de vida para quem acredita que é possível fazer a diferença. A ex-governadora e minha mãe, Wilma de Faria, acreditava e materializava diariamente este sentimento por meio da trajetória construída por ela em toda a sua vida pública.

Hoje, nossos caminhos sempre trilhados de maneira conjunta se perpassam no simbolismo da minha filiação ao PDT – primeira legenda a qual me filiei – e pela qual Wilma foi deputada federal constituinte e prefeita de Natal. Partido que carrega em sua historia o legado de Brizola e cujas bandeiras, conteúdo programático e engajamento nas lutas por um país e uma sociedade melhor são um tripé indissociável daquilo que faz um partido político, em sua essência, forte.

Por isso, aceitei com orgulho convite do ministro e presidente nacional do partido, Carlos Lupi, em assumir a presidência do Diretório Estadual do Rio Grande do Norte para promover a reestruturação, fortalecimento e a defesa dos ideais democráticos do PDT. Aceitei também o convite em nome da parceria e do fortalecimento do grupo político liderado pela governadora Fátima Bezerra que reconhece no partido um parceiro de longa data na luta por uma sociedade melhor, mais justa e democrática.

Por isso, com orgulho, hoje sou PDT.

Márcia Maia – Socióloga

Leia também: Triste sina de um partido em estado vegetativo.

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Carlos Eduardo lidera sondagem para Prefeitura do Natal

Do Tribuna do Norte

Carlos, Natália Styvenson, Paulinho e BG são nomes da sondagem (Fotomontagem da TN)
Carlos, Natália Styvenson, Paulinho e BG são nomes da sondagem (Fotomontagem da TN)

A sucessão municipal ocorrerá em 2024, mas se as eleições fossem hoje, Carlos Eduardo Alves (PDT) teria a preferência dos eleitores para suceder o prefeito de Natal, Álvaro Dias (Republicanos), com 26,75% das intenções de votos, segundo pesquisa Tribuna do Norte/Instituto Consult. Em segundo lugar aparece a deputada federal Natália Bonavides (PT), com 17,0, seguida do senador Styvenson Valentim (Podemos), 12,0%.

Outros pré-candidatos apresentados aos eleitores foram o deputado federal Paulinho Freire (União Brasil), que é preferido de 7,50% dos natalenses, seguido do comunicador Bruno Giovanni (BG), 3,88%, mesmo índice do presidente estadual do PSB e ex-deputado federal Rafael Motta.

Os vereadores Robério Paulino (PSOL) e Kleber Fernandes (PSDB) aparecem com 0,63% e 0,50%, respectivamente. Já os eleitores que disseram não votar em nenhum desses candidatos são 9,50% e não souberam dizer – 18,38%.

Na hipótese de surgirem apenas os seguintes pré-candidatos a prefeito de Natal – Carlos Eduardo, Natália Bonavides, Paulinho Freire e Rafael Motta, o resultado  da pesquisa continuou apontando o ex-prefeito Carlos Eduardo na liderança, com 31,38%, seguido da parlamentar petista, com 18,38% e Paulinho Freire, 10,25%. Motta aparece com 6,50%. Os eleitores que não votariam em nenhum deles são 13,63% e não souberam dizer, 19,88%.

Quando se reduz a três o número de pré-candidatos, o resultado foi o seguinte: Carlos Eduardo, 33,88%; Natália Bonavides, 19,63% e Paulinho Freire, 11,38%. Não votam em nenhum, 15,0% e não sabem dizer, 20,13%.

A pesquisa também perguntou em qual pré-candidato votaria para prefeito de Natal, com a retirada do nome de Carlos Eduardo. O resultado foi o seguinte – Natália Bonavides, 21,38%; Paulinho Freire, 20,25% e Rafael Motta, 10,75%. Em nenhum desses, 20,25% e não sabe dizer, 27,38%.

Natália lidera rejeição

No quesito rejeição, a maioria dos eleitores respondeu que não votaria de maneira nenhuma em Natália Bonavides (23,3%) e em Styvenson Valentim (21,8%). Depois aparece Carlos Eduardo, 15,6%; Rafael Motta, 9,4%; Paulinho Freire, 8,4%; Bruno Giovanni, 6,8%; Robério Paulino, 6,4% e Kleber Fernandes, 4,9%. Em nenhum, 5,3% e não superam responder, 24,4% e todos, 8,3%.

A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 8 e 11 de março, com resultados sujeitos a um erro máximo permissível de 3,4%, com confiabilidade de 95%.

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Militância do PT apoia Carlos Eduardo, mas “não há felicidade”

Ex-candidato ao Senado (2018) e candidato a deputado federal pelo PT este ano, o médico Alexandre Motta Câmara concedeu uma longa entrevista neste sábado (20) ao programa Política em Debate, na Rádio Difusora de Mossoró. Um dos pontos tratados por ele foi sobre o pouco envolvimento da militância petista com a candidatura de Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Senado, apesar de ser ele o nome do petismo ao cargo.

Motta acha que não se pode estar o tempo todo olhando para trás, ao defender Carlos Eduardo (Foto: divulgação)
Motta acha que não se pode estar o tempo todo olhando para trás, ao defender Carlos Eduardo (Foto: divulgação)

“Não há felicidade, mas não há rejeição”, disse Alexandre Motta sobre Carlos Eduardo. “Meu candidato é o Jean (atual senador Jean-Paul Prates, do PT, que é o 1º suplente de Carlos Eduardo). Mas nossa premissa básica é derrotar o bolsonarismo”, apontou.

“Rogério Marinho (PL) é quem entendemos que representa o bolsonarismo. Ele é pai da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência. É alguém que prejudica o trabalhador de todas as formas. Então, derrotar o bolsonarismo no Rio Grande do Norte é derrotar Rogério Marinho (candidato ao Senado)”, separou.

“E quem encabeça essa possibilidade é Carlos Eduardo. Ele esteve com Bolsonaro? Esteve. Mas Rafael Motta (PSB, outro candidato ao Senado) votou pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Se olharmos o passado de todo mundo, não vamos fazer política”, argumentou.

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TSE defere recurso que favorece mandato de Beto Rosado

Mineiro e Beto: Eleições 2018 ainda sem fim (Foto: arquivo)
Mineiro e Beto: Eleições 2018 ainda sem fim (Foto: arquivo)

Do Blog Túlio Lemos

Em novo desdobramento do caso envolvendo a vaga de deputado federal disputada entre Beto Rosado (PP) e Fernando Mineiro (PT), o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luiz Felipe Salomão, deferiu recurso impetrado por Kerinho (PDT) para sua candidatura a deputado federal em 2018, na coligação 100% RN I, da qual fazia parte Rosado.

“Dou provimento ao recurso ordinário de Kéricles Alves Ribeiro, nos termos do art. 36, § 7º, do RI-TSE, para deferir o registro de candidatura ao cargo de deputado federal pelo Rio Grande do Norte nas eleições 2018”, determinou o ministro em decisão assinada no dia 21 de outubro.

A decisão ainda excluiu Fernando Mineiro (PT) que tentava a anulação do registro de Kerinho e consequentemente a vaga de Beto Rosado na Câmara.

Entenda o caso

Nas eleições para deputado federal de 2018, Fernando Mineiro, uma das principais apostas do PT/RN, perdeu a vaga para Beto Rosado (PP) que levou vantagem no acumulado de votos pela coligação “100% RN”.

Entretanto, a Corte do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) indeferiu, em 22 de janeiro deste ano, o pedido de registro de candidatura a deputado federal de Kericlis Alves. Os juízes entenderam que Kerinho, como é conhecido, permaneceu vinculado a um cargo comissionado dentro de período vedado para pretensos candidatos.

Com a decisão, todos os 8.990 votos que Kerinho recebeu foram anulados e, consequentemente, retirados da coligação “100% RN”

O TRE destacou que a coligação “100% RN” perdeu uma das vagas que havia conquistado em 2018, a qual pertencia a Beto Rosado (PP), e a coligação “Do Lado Certo” ganhou uma, elegendo Fernando Mineiro como deputado federal.

Após indeferida a candidatura a deputado federal de Kériclis Alves Ribeiro (PDT), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) chegou a expedir, em janeiro deste ano, o diploma de deputado federal eleito em 2018 para Fernando Mineiro (PT).

Desde então, os dois lados brigam na justiça para saber quem fica com a vaga. Beto Rosado segue em exercício desde o momento que assumiu. Com o novo deferimento, o deputado do PP ganha mais segurança em permanecer em sua posição até 2022.

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Dois Alves na disputa ao Senado?

De verdade, de verdade, mesmo que em partidos distintos, dois Alves concorrendo ao Senado em 2022 não me parece algo provável de ocorrer.vaga de garagem, garagem,

Duvido que os primos Carlos Eduardo Alves (PDT) e Garibaldi Filho (MDB), ex-prefeito do Natal e ex-senador, respectivamente, duelem na mesma faixa eleitoral.

Esse tipo de disputa pode até favorecer o surgimento de algum outro nome, capaz de inflar justamente num cenário exageradamente familiar. E, leve em conta, que o deputado federal Walter Alves (MDB) e o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) são nomes no tabuleiro à Câmara Federal, a princípio.

Só para lembrar: estará em jogo apenas uma vaga de senador.

Quem será o candidato ao Senado pelos Alves?

Talvez nem um nem outro.

Quadro está muito confuso e nem de longe parece perto da acomodação de todos os interesses em jogo.

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TRE julga processo que pode levar prefeito à cassação

Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP) tem votação em desvantagem (Foto: Web)
Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP) tem votação em desvantagem (Foto: Web)

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) iniciou na sessão desta quinta-feira, 2, o julgamento da elegibilidade do prefeito de Canguaretama, Wellinson Carlos Dantas Ribeiro (PP). Ele concorreu e foi eleito na Eleição Municipal de 2020, mas o diretório municipal do Partido Democrático Trabalhista (PDT) entrou com recurso contra a expedição do diploma eleitoral concedido ao gestor municipal.

O PDT de Canguaretama apontou que uma condenação criminal do Tribunal Regional Federal da 5ª Região contra Ribeiro, pela prática de crimes contra a fé pública e crime de responsabilidade, o tornaria inelegível.

No julgamento, a relatora do processo, juíza Adriana Magalhães, votou pelo provimento do recurso do órgão partidário, declarando o prefeito inelegível, e a consequente cassação dos diplomas de Ribeiro e da vice, Maria de Fatima Moreira, além da realização de nova eleição para prefeito no município.

“Importa rememorar que o recorrido foi condenado criminalmente pelo juízo da 14ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte como incurso nas penas do artigo 305 do Código Penal e artigo 1º do Decreto-Lei 201 de 1967”, destacou a relatora em seu voto.

A magistrada foi acompanhada pelo revisor do processo, juiz federal José Carlos Dantas. O juiz Daniel Maia pediu vista dos autos do processo e os demais membros do colegiado optaram aguardar o voto do magistrado.

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Memória viva da política, Anchieta Alves recebe Carlos Eduardo

Em sua estada em Mossoró desde o dia passado, para encontros políticos, entrevistas e contatos com interlocutores diversos da sociedade, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) reservou tempo especial para o professor e ex-dirigente pedetista histórico Anchieta Alves.

Anchieta recebeu Carlos Eduardo Alves em sua casa, em Mossoró, num bate-papo recheado de história (Foto: cedida)
Anchieta recebeu Carlos Eduardo Alves em sua casa, em Mossoró, num bate-papo recheado de história (Foto: cedida)

O bate-papo foi na casa de Anchieta à manhã dessa quinta-feira (19).

Loquaz, de memória privilegiadíssima e profundo conhecimento da política nativa, estado e país, Alves botou à mesa para Carlos um retrospecto do pedetismo-trabalhismo, campanhas históricas em Mossoró, RN e país, além de impressões da conjuntura atual.

– Espere aí só mais dez minutos – ponderou algumas vezes Carlos Eduardo, quando cobrado por um assessor para ir embora, em face de outros compromissos já agendados.

Prometeu voltar em no máximo duas semanas, para dar sequência à resenha. O tempo foi pouco, constatou.

Anchieta Alves mantinha há vários anos um encontro político diário, em fins de tarde, à sua calçada no bairro Nova Betânia, onde recebia amigos e visitantes de todos os matizes políticos. A pandemia interrompeu essas reuniões, num espaço que os interlocutores batizaram por “Senadinho”.

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Paulinho Freire planifica e avança para disputa à Câmara Federal

Paulinho está no PDT (Foto: reprodução BCS)
Paulinho está no PDT (Foto: reprodução BCS)

O presidente da Câmara Municipal do Natal, Paulinho Freire (PDT), planifica e esquadrinha cada detalhe da marcha que começou a empreender para ser candidato a deputado federal em 2022.

Está a um passo, por exemplo, de migrar para outra legenda – possivelmente o Democratas.

No páreo, não tenha dúvidas: é favoritíssimo à vitória, abocanhando uma das oito vagas que estarão em disputa.

Além da larga experiência, capacidade de circular em vários estamentos sociais e e muita influência, também preside a Federação das Câmara Municipais do RN (FECAM/RN), o que lhe permite capilaridade em todo o estado.

Vem forte.

Anote, por favor.

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Mineiro quer pressa do TRE/RN para assumir restante de mandato

Mineiro: mandato próximo (Foto: TN)
Mineiro: mandato próximo (Foto: TN)

Favorecido diretamente com decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) – veja AQUI e AQUI, que determinou recontagem do quociente eleitoral à Câmara Federal em 2018 no RN, o que tende a levá-lo ao mandato, o ex-deputado estadual Fernando Mineiro (PT) quer pressa na publicação de acórdão (decisão colegiada dessa Corte).

Vendo-se prejudicado há mais de dois anos (de quatro de um mandato eletivo na Câmara Federal), Mineiro disse nessa sexta-feira (22), que “estou no aguardo que o TRE publique a decisão o mais rápido possível”.

No julgamento dessa sexta-feira, a maioria do TRE/RN “tornou nulos os votos” (8.990) do então candidato a deputado federal na Coligação 100% RN I, Kéricles Alves Ribeiro (PDT), mesma coalizão em que Beto foi reeleito. Assim, a Corte determinou que se recalcule os quocientes eleitorais.

Veja pronunciamento dele abaixo:

Em primeiro lugar, quero agradecer à militância, aos advogados e a cada uma das pessoas que, independente de serem petistas ou terem votado em mim, se somaram nesse verdadeiro movimento pelo respeito ao resultado das urnas e à democracia.

Agradeço, também, à imprensa que publicou a verdade dos fatos e em muito contribuiu para que a justiça fosse feita.

Minha expectativa sempre foi de que o TRE manteria a mesma posição que teve em 2018, assim como fez o MPE.

Agora, estou no aguardo que o TRE publique a decisão o mais rápido possível, faça a recontagem dos votos e a diplomação, para que eu possa tomar posse e me somar com a bancada do PT na trincheira da Câmara Federal.

Fernando Mineiro era deputado estadual até 2018 e desde fevereiro de 2019 ocupa a titularidade da Secretaria Extraordinária para Gestão de Projetos e Metas de Governo do RN.

Leia também: Beto questiona decisão do TRE e diz que tomará “medidas cabíveis”.

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Rosalba é candidata e promete melhor mandato de sua vida

Foi homologada à noite dessa sexta-feira (11) na Escola de Artes de Mossoró, a chapa majoritária de disputa à Prefeitura de Mossoró, encabeçada pela atual prefeita Rosalba Ciarlini (Progressistas). Seu vice será o empresário e ex-candidato a deputado estadual (2018) e vice-prefeito (2016) Jorge do Rosário (PL).

Jorge e Rosalba sacramentaram aliança interpartidária para disputa municipal (Foto: divulgação)

A convenção deliberou sobre a coligação partidária para eleição majoritária e discussão, aprovação e nome da coligação. O evento definiu os candidatos a vereador, sorteios dos números e nomes que utilizarão nas urnas, entre outras deliberações.

A chapa majoritária foi confirmada com os partidos Progressistas, PL,  PSC, PDT, MDB, PSDB, Cidadania e Republicanos.

O evento contou com a presença de filiados e a população em geral, que também acompanhou pelas redes sociais a transmissão ao vivo.

Em discurso, Rosalba Ciarlini fez um retrospecto do quarto mandato à frente da Prefeitura de Mossoró.

“Esse será o melhor mandato da minha vida. Tenho certeza disso. Todos sabem como encontrei a Prefeitura de Mossoró. Hoje posso ver muitas realizações com obras e melhorias concluídas, mas a minha maior realização é ter devolvido a credibilidade a Mossoró. Ter dotado Mossoró de capacidade para se desenvolver. Mossoró hoje tem crédito, pode fazer investimentos. Queremos ver o crescimento ainda maior da minha cidade, o potencial dos mossoroense ainda mais em destaque. Essa é a Mossoró que eu acredito”, finalizou.

Leia também: Pequena nominata assusta vereadores que tentam a reeleição;

Leia também: Sandra e Larissa viram as costas para candidatura de Rosalba.

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Um espaço para o PT em Natal

Um pouquinho lá atrás, houve aceno do prefeito natalense Álvaro Dias (MDB) para contar com o PT em seu arco de apoios.

A própria governadora Fátima Bezerra (PT) não gostou da ideia.

Porém é bom lembrar que existe a possibilidade iminente (quase certa) de segundo turno em Natal. E se não estiver lá, o PT pode fazer uma escolha pelo “mal menor”.

Bom lembrar: o lugar de vice está em aberto à futura chapa à reeleição de Álvaro Dias.

Vice-prefeito não está definido nem existe no atual momento, haja vista que Álvaro era vice de Carlos Eduardo Alves (PDT), que renunciou ano passado para concorrer ao governo estadual.

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A junção tática de Carlos Eduardo e Álvaro Dias

Carlos e Álvaro: desenlace esteve perto (Foto: arquivo)

Alguns interesses que se consorciam e falta de coragem impediram o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) de romper com o sucessor e pré-candidato à reeleição natalense – Álvaro Dias (MDB).

Motivos não faltaram para o desenlace, num duelo surdo com episódios nada edificantes, sobretudo quanto ao controle do PDT no RN.

Agora é tudo ou nada em 2020.

Se Álvaro Dias não se reeleger, Carlos atrofiará sobremodo politicamente.

Mesmo que o prefeito ganhe, não será possível esperar muito dele para o futuro.

A afinação é de fachada, a junção é tática.

Anote, por favor.

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É, Carlos Eduardo anda muito calado!

Em seu Twitter pessoal, o ex-prefeito do Natal e ex-candidato ao governo estadual Carlos Eduardo Alves (PDT) faz comentário enigmático.Nele, trata filosoficamente sobre o silêncio.

De fato, Carlos Eduardo anda muito calado.

E a sucessão municipal é bem ali.

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Governante que se apropriou de consignados é condenado

Do site Migalhas

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), por reter na folha de pagamento dos servidores públicos valores de empréstimos consignados, sem repassá-los às instituições financeiras conveniadas, utilizando-os para saldar outras dívidas públicas.

Waldez Góes é condenado na "Lei do Amapá", no STJ (Foto: reprodução)

O fato ocorreu em mandato anterior do político, há mais de dez anos, e Góes agora exerce novo período à frente do governo do Estado.

O colegiado decidiu decretar a perda do atual mandato, que deve ocorrer quando do trânsito em julgado da condenação.

É um negócio realizado entre particulares – servidores e bancos – e o Estado é apenas intermediário do dinheiro. Os valores não podem ser alcançados pelo administrador para outras finalidades que não o pagamento do empréstimo”, argumentou o ministro João Otávio de Noronha, do STJ.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – Já imaginou se essa “Lei do Amapá” vigorasse em Mossoró, por exemplo?

Milhares de servidores municipais sofreram e sofrem com essa apropriação indébita, de forma recorrente. Muitos foram “fichados” em órgãos de cadastramento de inadimplência, vetados a novos contratos ou cobrados por bancos credores porque tiveram desconto em folha, mas o gestor (gestora) desviou dinheiro para outro fim.

Mossoró é realmente “um país” à parte. Merece pagar o preço que paga por tanto sofrimento.

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Leonel Brizola em campanha em Mossoró há 30 anos

Anchieta recebeu Brizola (Foto: Claudino Nunes)

Mexendo em meus alfarrábios, driblando a concorrência das traças, reencontro material que me remete ao distante ano de 1989.

Precisamente, dia 29 de outubro de 1989. São 30 anos de distância no tempo.

Concorrente à Presidência da República, Leonel Brizola (PDT), ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro, fazia comício em Mossoró – no centro da cidade.

Prefeita Rosalba Ciarlini (PDT), prefeita natalense Wilma de Faria Maia (PDT), senador Lavoisier Maia (PDT), vice-prefeito natalense Ney Lopes (PFL) e o dirigente histórico do pedetismo local, Anchieta Alves, foram alguns dos presentes ao evento.

Àquele mês, o pedetismo fez várias ações para levantar o nome de Brizola em Mossoró e região, como instalação do Comitê de campanha no dia 14, movimentação com o deputado federal/ex-ministro da Justiça e candidato a vice-presidente Fernando Lyra (PDT-PE), no dia 18, além de comício no dia 28 com Lavoisier, Rosalba Wilma e outros membros locais e no estado da legenda.

Na corrida eleitoral, Brizola acabou sobrando. Foram para o segundo turno Fernando Collor de Mello (PRN) e Lula da Silva (PT), com vitória do primeiro.

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Carlos Eduardo está em “repouso obrigatório”, mas nem tanto

O ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) convalesce de uma cirurgia.

Anda de molho em casa.

A recomendação médica é de “repouso obrigatório” por pelo menos mais uma semana.

Ele que não invente de fugir à limitação.

Mas mesmo assim, o ex-prefeito natalense não ensarilha as armas.

Segue dialogando. Na política.

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Partido sem comando deve parar nas mãos do rosalbismo

Genivan e Tomaz saíram de comando (Foto: montagem)

Sem comando e sem referência alguma em Mossoró desde a campanha estadual do ano passado, o Partido Democrático Trabalhista (PDT) deverá ficar no arco de partidos ligados ao rosalbismo, para projeto de reeleição da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).

Só para lembrar: na disputa eleitoral de 2018, o seu filho Kadu Ciarlini (PP) foi candidato a vice-governador na chapa do dirigente estadual do PDT, o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves.

Anteriormente, os ex-vereadores Tomaz Neto e Genivan Vale conduziam e eram as principais referências do pedetismo mossoroense.

Mas eles se afastaram da gestão por divergência com comando estadual (veja AQUI) em agosto do ano passado. Não seguiram a candidatura de Carlos Eduardo.

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Uma brecha para Andréa Ramalho ser candidata

Andréa, como mulher do ex-prefeito do Natal, não poderia ser candidata em Parnamirim (Foto: Wallace Azevedo/2018)

O ex-prefeito natalense Carlos Eduardo (PDT) pensa seriamente em lançar sua mulher, Andréa Ramalho (PDT), como candidata a prefeito de Parnamirim.

Ouvi sussurros de que ele possui, em mãos, parecer jurídico para embasar a postulação.

Não custa lembrar, que julgamento do Recurso Extraordinário (RE 637485) – veja AQUI – no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2012, com caso específico de Valença-RJ, criou barreiras legais que impedem de ser ele o candidato.

O acórdão  (decisão colegiada) da Corte produziu repercussão geral, que alcançaria a própria Andréa.

Aguardemos.

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Carlos Eduardo admite apoio a Hermano, sem descartar Álvaro

A princípio, não há pressa do ex-prefeito natalense (quatro vezes) Carlos Eduardo Alves (PDT) em escolher quem apoiará à Prefeitura da capital em 2020. Ponto dois: ele pode estar no mesmo palanque do atual prefeito Álvaro Dias (MDB). Ponto três: há também possibilidade de investir noutro nome, exemplo do deputado estadual Hermano Morais (ainda no MDB).

Nenhuma dessas hipóteses é exercício de futurologia do Blog Carlos  Santos. Todas são conjecturas admitidas pelo próprio Carlos Eduardo, em entrevista exclusiva à nossa página.

Alinhamento entre Álvaro e Carlos na política municipal talvez não resista à própria sucessão (Foto: Alex Regis)

– Houve melhor entrosamento, o que não há mais – admite o ex-prefeito, numa avaliação política quanto à sua convivência com o seu ex-vice-prefeito e sucessor Álvaro Dias. Porém não lava as mãos ou se revela equidistante:

“Tenho participação no governo dele”.

Carlos Eduardo é pausado com as palavras. Parece milimetricamente medir o que fala para estabelecer o tempo como seu aliado e não um duelista a estocá-lo adiante.

É translúcido num ponto, mesmo que controverso: a princípio, a aliança com o prefeito não chegou ao fim, mesmo que não esteja as mil maravilhas. “Isso pode ter uma reconstrução”, afirma.

Em 2012, quando foi candidato e venceu o pleito municipal em dois turnos, chegando ao seu terceiro mandato na prefeitura, Carlos Eduardo teve o deputado Hermano Morais como principal contendor. Daquela época, as lembranças mais vivas para muita gente estão relacionadas a um debate que quase acabava nas vias de fato entre os dois.

Hermano e Carlos se desentenderam em 2012, mas houve reaproximação e pode existir aliança em 2020 (Foto: arquivo)

Isso é passado. Passa, passa. “Ele foi muito importante em minha campanha ao governo estadual, ano passado, se dedicando ao nosso projeto”, destaca Carlos. “Temos bom entrosamento, há afinidade”, diz.

– Hermano pode ser o seu candidato a prefeito? – provoca o BCS.

– Eu não descarto essa possibilidade.

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PDT instaura processo disciplinar contra deputados

Tabata: processo aberto (Foto: Web)

Do Congresso em Foco

A Executiva Nacional do PDT decidiu nesta quarta-feira (17)  instaurar processo disciplinar contra os oito deputados federais que desrespeitaram decisão partidária e votaram a favor da Reforma da Previdência. Essa demanda pode durar 60 dias.

Entre eles está Tabata Amaral (PDT de SP), que cumpre seu primeiro mandato na Câmara e tem se destacado entre os deputados novatos.

A decisão foi tomada depois de uma reunião de quase três horas na sede do partido em Brasília.

Fundo Partidário

A situação pode ser revertida de acordo com o posicionamento dos deputado em agosto, quando a proposta será votada em segundo turno. O partido admite até que eles possam ser expulsos.

A lista dos deputados que vão enfrentar a Comissão de Ética do partido segue com Alex Santana (BA), Flávio Nogueira (PI), Gil Cutrim (MA), Jesus Sérgio (AC), Marlon Santos (RS), Silvia Cristina (RO) e Subtenente Gonzaga (MG).

Nota do Blog Carlos Santos – Difícil que os parlamentares sejam expulsos, pois isso teria consequências até no Fundo Partidário (veja AQUI), com baixa na capitalização do PDT. O partido elegeu 28 federais ano passado e assim cairia para 20.

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Partidos recebem mais de R$ 365 milhões do Fundo Partidário

Nos primeiros seis meses deste ano, os partidos devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receberam, em conjunto, um total de R$ 365.384.998,79. O valor é resultado da soma das dotações orçamentárias e das multas eleitorais, conforme determina a legislação eleitoral.

O TSE divulgou no dia 29 de janeiro deste ano a Portaria nº 48 com a relação dos 21 partidos que atingiram os critérios estabelecidos na emenda para receber os valores do Fundo Partidário. Naquele momento, foram eles: PSL, PT, PSDB, PSD, PP, PSB, MDB, PR, PRB, DEM, PDT, PSOL, Novo, Pode, PROS, PTB, Solidariedade, AVANTE, PPS, PSC e PV.As demais siglas ficaram impossibilitadas de receber os recursos, pois não alcançaram a cláusula de barreira estabelecida para as Eleições de 2018. Com isso, alguns partidos deixaram de existir ou fizeram fusão com outras legendas, resultando, hoje, na existência de 33 partidos políticos. Desses, desde o último mês de junho, 23 já são aptos ao recebimento de cotas do Fundo Partidário.

Conforme a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019, o montante do Fundo Partidário aprovado pelo Congresso Nacional no início do ano é de R$ 927.750.560,00 – divididos em 12 cotas repassadas mensalmente pelo TSE.

Cláusula de desempenho

De acordo com o artigo 41-A da Lei dos Partidos Políticos, 5% do total do Fundo Partidário devem ser distribuídos, em partes iguais, a todas as legendas, e os outros 95%, na proporção dos votos obtidos pelas agremiações na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, recebem o Fundo as agremiações que atingiram no pleito de 2018 pelo menos 1,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades federativas, com no mínimo 1% de votos válidos em cada uma delas. Ou, ainda, as siglas que elegeram ao menos nove deputados federais distribuídos em pelo menos um terço das 27 unidades da Federação.

Esse cálculo será válido até 2022, já que a EC prevê o ajuste escalonado do percentual até o ano de 2030.

Com informações do TSE.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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