Benes, Carla, Robinson, João, Gonçalves, Girão, Mineiro e Bonavides: mandatos em foco (Fotomontagem Web)
Pelo menos três nomes despontameste ano como fortes candidatos à eleição à Câmara dos Deputados pelo RN. Nenhum é estreantes à concorrência. São ‘desafiantes.’
O deputado estadual Dr. Bernardo Amorim (PSDB), a secretária de Desenvolvimento de Natal, Nina Souza (UB), e a vereadora natalense Samanda Alves (PT).
Porém, só existem oito vagas.
Benes Leocádio (UB), Carla Dickson (UB), Fernando Mineiro (PT), João Maia (PP), General Girão (PL), (PL), Natália Bonavides (PT), Robinson Faria (PP) e Sargento Gonçalves (PL) são deputados e devem concorrer à reeleição.
A pesquisa TCM/TSDois, divulgada à noite dessa segunda-feira (15), trouxe os números para disputa ao Governo do RN e outras concorrências eleitorais. O levantamento ouviu 1.870 eleitores do Rio Grande do Norte, distribuídos em 70 municípios de todas as regiões do estado, entre os dias 9 e 13 de dezembro. É a terceira pesquisa da série TCM/TSdois este ano, com cobertura de todas as regiões do território potiguar.
Veja nesta postagem, os números ao Governo do RN. O prefeito mossoroense Allyson Bezerra (UB) tem dianteira larga em relação a outros nomes tidos como pré-candidatos e também a menor rejeição. Veja abaixo:
Estimulada – Cenário 1
No cenário 01, Allyson Bezerra aparece com 38,6%. Rogério Marinho tem 19,0%. Branco/nulo/nenhum com 15,8%. Não sabe/não respondeu 15,8%. Cadu Xavier tem 10,9%.
Estimulada – Cenário 2
No cenário 02, Allyson Bezerra tem 38,2%. Branco/nulo/nenhum com 18,1%. Não sabe/não respondeu 17,4%. Álvaro Dias tem 15,1%. Cadu Xavier tem 11,1%.
Estimulada – Cenário 3
No cenário 03, Allyson Bezerra tem 35,9%. Rogério Marinho com 15,6%. Não sabe/não respondeu 14,7%. Branco/nulo/nenhum 14,5%. Cadu Xavier 10,2%. Carlos Eduardo com 9,1%.
Espontânea
Na espontânea, não sabem/não responderam têm 62,9%. Em seguida aparece Allyson Bezerra com 16,3%. Rogério Marinho logo após com 6,6%. Cadu Xavier tem 3,9%. Branco/nulo/nenhum com 3,2%. Álvaro Dias tem 2,9%. Styvenson Valentim tem 2,7%. Carlos Eduardo aparece com 1,1%. Outros com 0,5%. Walter Alves tem 0,1%.
Rejeição
No quesito rejeição, Rogério Marinho tem 22,3%. Cadu Xavier tem 22,0%. Não sabe/não respondeu 20,0%. Álvaro Dias tem 15,6%. Não votaria em nenhum 14,4%. Carlos Eduardo tem 13,6%. Votaria em qualquer um 12,9%. Allyson Bezerra tem 10,3%.
Rejeição na Estimulada (Reprodução TCM/TSDois)
Segundo turno
O Instituto TSDois também fez projeções em cenários diversos em relação a um hipotético segundo turno. Veja abaixo:
Cenário 1
No cenário 01 de segundo turno, Allyson Bezerra tem 43,9%. Branco/nulo/nenhum 22,4%. Não sabe/não respondeu 22,2%. Cadu Xavier tem 11,6%.
Cenário 2
No cenário 02 de segundo turno, Allyson Bezerra tem 41,8%. Branco/nulo/nenhum 20,5%. Rogério Marinho tem 19,8%. Não sabe/não respondeu 17,9%.
Cenário 3
No cenário 03 de segundo turno, Allyson Bezerra tem 42,5%. Branco/nulo/nenhum tem 22,6%. Álvaro Dias tem 20,1%. Não sabe/não respondeu 14,9%.
Cenário 4
No cenário 04 de segundo turno, Rogério Marinho tem 27,4%. Não sabe/não respondeu tem 28,9%. Branco/nulo/nenhum com 22,1%. Cadu Xavier tem 21,6%.
Cenário 5
No cenário 05 de segundo turno, não sabe/não respondeu tem 28,3%. Cadu Xavier tem 26,7%. Álvaro Dias tem 24,9%. Branco/nulo/nenhum tem 20,1%.
Sobre a pesquisa
O levantamento ouviu 1.870 eleitores do Rio Grande do Norte, distribuídos em 70 municípios de todas as regiões do estado, e segue rigorosos critérios técnicos e científicos.
A coleta de dados foi realizada entre os dias 9 e 13 de dezembro, junto a eleitores a partir dos 16 anos, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações de referência foram obtidas a partir do TSE (setembro de 2025) e do Censo do IBGE 2022.
Com margem de erro de 2,3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%, a pesquisa deste mês de dezembro assegura representatividade estatística de todas as regiões e microrregiões do estado, levando em conta a densidade eleitoral de cada território.
A metodologia aplicada foi quantitativa, com perguntas abertas e fechadas, realizadas por meio de questionário digital com interação presencial face a face.
Veja AQUI a íntegra do programa TCM Eleições 2026.
Flávio e Michelle, mesmo grupo e conflitos que não param (Fotos: Fotos Lula Marques/Agência Brasil e Paul Hennessy/Anadolu via AFP)
O ex-presidente Jair Bolsonaro mal se acostumou com a cela onde vai cumprir parte da pena de mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e já assiste a uma guerra familiar pela disputa de seu papel de liderança na direita brasileira. A tensão no núcleo mais íntimo dos Bolsonaro explodiu nesta segunda-feira após uma declaração de Michelle Bolsonaro em um comício em Fortaleza. A ex-primeira-dama criticou publicamente a aliança firmada pelo PL do Ceará com Ciro Gomes, afirmando que o acordo foi “precipitado” e insinuou deslealdade da legenda ao marido. A intervenção inesperada irritou os filhos do ex-presidente.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu primeiro e afirmou que Michelle “atropelou” Bolsonaro ao desautorizar um movimento que, segundo ele, havia sido previamente avalizado pelo ex-presidente. Carlos Bolsonaro endossou o irmão e afirmou que é preciso “respeitar a liderança” do pai. Jair Renan também compartilhou as críticas. Mais tarde, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos EUA, classificou a fala da madrasta como “injusta e desrespeitosa”. (g1)
Os ataques contra Michelle pelos irmãos Bolsonaro aconteceram no X, a plataforma usada por eles para criticar, defender, elogiar ou enviar recados a aliados ou inimigos. Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro fizeram posts atacando a madrasta. O caçula, Jair Renan, tratou de reproduzir as críticas. Veja aqui alguns dos posts que agitaram a família Bolsonaro nesta segunda. (Folha)
A atuação de Michelle tem incomodado não só a família. Lideranças do Centrão têm manifestado incômodo com a atuação dela na articulação de palanques estaduais para 2026. Com Bolsonaro impedido de atuar politicamente, dirigentes de partidos de direita avaliam que Michelle tenta assumir protagonismo nas negociações eleitorais. Ela comanda hoje o PL Mulher, estrutura que ampliou sua influência interna na sigla. Mesmo aliados do bolsonarismo admitem, nos bastidores, desconforto com a intervenção da ex-primeira-dama. Líderes do centro e da direita afirmam não querer que integrantes da família Bolsonaro ditem alianças locais, consideradas cruciais para a formação de palanques competitivos em 2026. (g1)
O conflito entre os filhos do ex-presidente e a madrasta é antigo, dos tempos em que a família estava no poder. Mas desta vez o estopim da crise familiar ocorreu na terça-feira passada, quando Michelle Bolsonaro fez uma piada durante reunião do PL que desagradou aos filhos do ex-presidente. Diante de dirigentes da sigla, a ex-primeira-dama contou que havia preparado milho cozido para o marido e revelou o apelido íntimo com que o chama: “meu galo”. Na sequência, fez uma brincadeira afirmando que Bolsonaro precisava mostrar que continuava “imbrochável”, referência às medalhas dos “3 is” distribuídas por ele a aliados. A fala foi interpretada por integrantes da família como exposição indevida do ex-presidente. (Globo)
Merval Pereira: “A família Bolsonaro vem se esmerando em destruir-se publicamente, com intrigas e acusações em tom elevado que transformam a privacidade em ação política, para o bem e para o mal”. (Globo)
Eliane Cantanhêde: “Michelle não tem autonomia nem mais a força do marido, preso e inelegível, para sair por aí desautorizando as articulações estaduais do PL”. (Estadão)
É a 1ª vez em que há aumento da concentração de prefeitos nos 5 principais partidos desde 1996 (Gráfico do Poder 360)
Do Poder 360
Os 5 partidos mais vitoriosos nas eleições de 2024 ficaram com 3.615 prefeituras, ou 65% dos municípios. É o maior percentual em 20 anos e um sinal de redução na fragmentação partidária. O número inclui todos os vitoriosos nas urnas, contando também 41 candidaturas que ainda estão sub judice, sujeitas a cassação.
É a 1ª vez em que há aumento da concentração de prefeitos nos 5 principais partidos desde 1996, num provável efeito das reformas eleitorais de 2017.
Em 1988, as 5 maiores siglas abocanharam 85,9% das prefeituras. Naquelas eleições, o então chamado PMDB obteve 1.606 prefeitos, contra 1.058 do PFL. As legendas eram herdeiras, respectivamente, do partido de oposição e do de situação durante a ditadura militar.
As cinco maiores siglas do Brasil (Gráfico do Poder 360)
Durante as décadas seguintes, é possível identificar 2 padrões: redução gradual do número de prefeitos dentro dos maiores partidos; a manutenção do PMDB (que passou a ser chamado de MDB) como a legenda com maior número de prefeitos. Ambos os padrões foram quebrados nas eleições de 2024.
Além do 1º aumento em quase 3 décadas do número de prefeitos nos 5 maiores partidos, houve a entrada do PSD de Gilberto Kassab na liderança do número de prefeitos eleitos.
O porquê desse cenário
O novo cenário partidário é consequência da reforma política de 2017. A Emenda Constitucional 97 estabeleceu duas regras que estão mudando o jogo político:
Cláusula de desempenho – siglas com poucos votos e que elegem poucos deputados ficam sem acesso a recursos públicos do Fundo Partidário;
Coligações proporcionais – os partidos ficam proibidos de se coligar em eleições proporcionais, dificultando que legendas nanicas elejam representantes.
Essas regras levaram a uma mudança gradual, sufocando siglas pequenas com baixa representação na sociedade. Assistimos nos últimos anos a diversas fusões e incorporações partidárias, o que fez com que o Brasil deixasse de ter o Legislativo mais fragmentado do mundo. A mesma desfragmentação aparece agora no cenário municipal.
“As novas regras, de certa forma, favorecem que já está no jogo, que recebe mais recursos. A tendência é que o sistema politico brasileiro se consolide e se aproxime do exemplo de países com sistemas mais estáveis, como os EUA, onde há alta taxa de reeleição”, diz o cientista político Carlos Pereira, da FGV (Fundação Getulio Vargas).
Menos partidos, argumentam cientistas políticos, criam um cenário de negociação de interesses mais racional e funcional. Também facilitam que o Executivo consiga ter mais governabilidade (negociar com 3 ou 4 partidos é diferente de ter de ir atrás de 20 legendas).
Partidos que dominaram as eleições desde 1988 (Graficos do Poder 360)
“As próximas eleições devem ter ainda mais concentração partidária e mais reeleição. E, ao contrário de alguns, eu não vejo isso como um problema. Essa estabilização do jogo deixa os políticos mais satisfeitos e comprometidos com a democracia. Quanto mais estável é o jogo, menos risco os políticos correm, e menos incentivos eles têm para quebrar o jogo e ir contra a democracia”, diz Pereira.
Gustavo e Ezequiel tiveram choque irremediável com episódio de nome ao TCE/RN (Foto: arquivo)
Do Tribuna do Norte e BCS
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) decidiu, por unanimidade, julgar procedente o pedido de quatro de parlamentares do PSDB que pediram desfiliação partidária por “justa causa.” Os deputados José Dias, Gustavo Carvalho, Tomba Farias e Kerginaldo Jácome já contavam com a anuência do presidente estadual do partido, deputado Ezequiel Ferreira.
Eles vão sair da legenda sem correrem o risco de perda de mandato por infidelidade partidária. Atuou na relatoria dos autos, a juíza Ticiana Nobre.
Os quatro deputados deverão se filiar ao Partido Liberal (PL), que caminha para se tornar a maior bancada da Assembleia Legislativa, fazendo, inclusive, oposição ao governo Fátima Bezerra (PT).
O PL conta atualmente com os deputados Terezinha Maia e Coronel Azevedo, passando a somar seis deputados, igualando-se ao próprio PSDB, que fica com seis: o presidente da Casa, Ezequiel Ferreira, Dr. Bernardo, Galeno Torquato, Kleber Rodrigues, Nelter Queiroz e Ubaldo Fernandes.
José Dias afirma que o grupo que está deixando o PSDB deverá se reunir em breve com o presidente estadual do PL, senador Rogério Marinho, para definir uma data para a filiação conjunta dos deputados.
“Nós vamos fortalecer a posição do PL no estado. Nós seremos os quatro primeiros, mas virão outros, eu não tenho a menor duvida”, garantiu Dias.
Mais um
Há poucos meses, o deputado Galeno Torquato também manifestou aspiração em sair das ‘asas’ do partido tucano. Sua opção pode ser o União Brasil (veja AQUI).
Debandada era esperada
A saída de quatro deputados estaduais do PSDB era esperada. As relações entre os parlamentares e o presidente da legenda, Ezequiel Ferreira, deterioraram-se seriamente na disputa na Assembleia Legislativa para indicação do nome desse poder como integrante do Tribunal de Contas do Estado do RN (TCE/RN).
A postura de Ferreira gerou grande insatisfação, pois se esperava seu apoio ao deputado Gustavo Carvalho, mas acabou sendo viabilizada a ascensão de George Soares (PV), ligado à Governadoria (veja AQUI).
O episódio deixou profundas mágoas em boa parte da bancada do PSDB e rachou a legenda na AL.
O grupo de 3.123 cidades que deu vitória a Lula no 2º turno de 2022 elegeu no domingo (6.out) só 217 prefeitos do PT nas eleições municipais de 2024. Ou seja, o partido do presidente conseguiu conquistar a prefeitura de só 7% dos municípios que votaram majoritariamente no petista nas últimas eleições gerais. Fica em 7º lugar no ranking de prefeitos das cidades “lulistas”.
Apesar disso, o resultado do 1º turno (248 prefeitos em todo o Brasil) já representa um avanço em relação a 2020, quando havia conquistado só 182 cidades, o pior número em duas décadas. Os partidos que têm ministérios no governo se saíram melhor. PSD, MDB, PP, União Brasil e Republicanos lideram o número de prefeituras conquistadas nessas cidades.
O crescimento do PL nestas eleições se deu majoritariamente nas 2.445 cidades em que o ex-presidente Jair Bolsonaro venceu no 2º turno há 2 anos. A sigla conquistou 377 desses municípios. É mais do que havia conquistado no Brasil todo em 2020.
Os partidos de centro foram os mais vitoriosos nestas eleições. A maioria teve desempenho levemente superior nas cidades mais alinhadas a Bolsonaro, mas também foram bem nas alinhadas com Lula.
Arte do Poder 360
Eis 3 destaques sobre a eficiência dos partidos em municípios que se alinharam mais a Lula ou Bolsonaro em 2022:
PP – tem 15,6% dos municípios “bolsonaristas” contra 12% dos “lulistas”. Em número absoluto, porém, detém praticamente a mesma quantidade de prefeituras de cada lado (375 X 373, respectivamente);
Republicanos – o partido conservador vai melhor nas cidades que deram vitória a Lula. São 267 prefeituras conquistadas nesse grupo ante 169 dentre as cidades que votam mais no Bolsonaro;
PT e PL – das 248 prefeituras petistas, 217 (ou 88%) vieram das cidades mais “lulistas”. Do lado oposto, 377 das 512 conquistas do PL (74%) vieram dos municípios mais alinhados a Bolsonaro.
Bolsonaro tem rendimentos mensais de mais de R$ 86 mil (Foto: Arquivo)
Do Canal Meio, Folha e BCS
Mais de R$ 17 milhões. Esse foi o montante recebido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro via PIXentre 1º de janeiro e 4 de julho, segundo relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF). Os R$ 17.196.005,80 foram transferidos em mais 769 mil PIX e correspondem a quase todo o valor de R$ 18.498.532, movimentado por Bolsonaro nesses seis meses.
O Coaf indica no relatório que esses depósitos, “recebidos em situação atípica e incompatível”, provavelmente, foram feitos em função da vaquinha aberta para ajudar no pagamento de multas à Justiça. O relatório aponta os montantes de R$ 195.559 e R$ 30.698 como bloqueio judicial na conta do ex-presidente.
Como parte da companha pró-doação, no fim de junho, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pediu a seus seguidores que doassem “qualquer valor para que Bolsonaro pague essas multas e não sofra nenhuma retaliação por parte do Poder Judiciário”.
Rendimentos mensais
Bolsonaro tem rendimentos mensais de mais de R$ 86 mil, incluindo salários como presidente de honra do PL e as aposentadorias de militar e deputado. O Coaf indica que ele recebeu R$ 230.366 em proventos nos seis primeiros meses deste ano. O PL, partido do ex-presidente, transferiu R$ 47,8 mil em dois lançamentos, enquanto outros 18 nomes depositaram entre R$ 5.000 a R$ 20 mil.
Na lista estão empresários, advogados, pecuarista, militar, agricultor, estudante e duas pessoas “do lar”.
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Lagartão, mesmo sabendo bem o que é segurança pública, fomenta o pânico (Foto: reprodução)
O Governo do RN reagiu com uma Nota Oficial emitida pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), a vídeo espalhado pelo deputado federal em primeiro mandato, Evandro Gonçalves da Silva Junior, mais conhecido como Sargento Gonçalves (PL), ou “Lagartão”, no dia passado. O deputado disse que outra onda de ataques criminosos vai assolar o RN. Em março, o estado sofreu com centenas de atos de vandalismo gerados pela facção Sindicato do Crime.
“Notícia urgente, de última mão”, alarmou o Lagartão. “Informação de que facções criminosas já se articulam para iniciar novamente uma onda de atentados no RN”, assegurou.
Mas, no mesmo vídeo, paradoxalmente, disse que sua postura “não é querendo colocar pânico na sociedade” (já colocando).
Ainda aproveitou para fazer insinuação perniciosa: “Não sei se a governadora deixou de cumprir o acordo do acordo…”
Em sua nota, o governo estadual destaca: “A Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) destaca que as forças de segurança do estado e da União continuam com ações unificadas e mobilizadas no enfrentamento à criminalidade no Rio Grande do Norte. Os serviços de inteligência das polícias permanecem atuando em regime de colaboração, com o objetivo maior de detectar situações adversas e que possam representar risco eventual à sociedade. Esse trabalho é diuturno.”
“Qualquer declaração, ou posicionamento que se afaste dessas premissas, especialmente se propagada por quem ocupa um cargo público, tem como objetivo tumultuar e causar pânico à sociedade. É um desserviço”, afirmou a Sesed.
Nota do Canal BCS – Quanta irresponsabilidade de um parlamentar com deveres de representar o interesse do povo do RN, com conhecimento teórico e prático sobre segurança pública, ao jogar no ar essas declarações. Se tem informações privilegiadas, por que não as repassou à Segurança Pública? Qual o objetivo de fomentar o pânico?
Francamente!
Qualquer informação importante, colabore com as forças de segurança fazendo denúncia anônima. Não faça parte da corrente colaborativa do medo: disque 181 ou mande mensagem pelo WhatsApp (84) 9-8132-6057. Faça o mesmo, deputado.
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Elisângela está em seu terceiro mandato (Foto: Web)
A Câmara Municipal do Assu empossou sua nova mesa diretora nessa segunda-feira (2). O pleito foi antecipado em 26 de julho de 2021. Nesse segundo biênio (2023-2024), a presidência sai do vereador Francisco de Assis Souto (Solidariedade), o “Tê”, para Elisângela Albano (PL).
Em seu terceiro mandato, ela venceu o pleito em disputa tensa contra o também governista João Wallace (PL), que seria o nome preferencial. Conseguiu votos da oposição e virou o jogo a seu favor.
A parlamentar é a primeira mulher a chegar ao cargo na história do legislativo local.
Elisângela Albano, a “Eli da Saúde”, é alinhada com o prefeito Gustavo Soares (PL) e presidirá um poder majoritariamente governista.
Uma curiosidade a mais nesse acontecimento na Câmara Municipal assuense, é o fato de ser uma Casa composta por sete mulheres, de um total de 15 parlamentares.
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Ubaldo e Lagartixa são nomes na disputa judicial no âmbito do TSE (Fotomontagem)
Do Blog do BG e Blog do Barreto
O processo que julga a elegibilidade de Wendel Lagartixa está pautado para a próxima sexta-feira (25).
O caso a ser julgado determinará se ele poderá tomar posse do cargo na Assembleia Legislativa.
A defesa de Wendel entrou com recurso e ele pretende fazer a sustentação oral de sua defesa, de forma presencial ou por vídeoconferência.
Caso Lagartixa
Em outubro, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Ricardo Lewandowski, indeferiu monocraticamente o registro de candidatura de Wendell, que foi eleito deputado estadual com a maior votação da história da Assembleia Legislativa do RN (AL/RN).
A decisão de Lewandoski acatou recurso do Ministério Público Eleitoral (MPE) que considera o policial militar da reserva inelegível por ter cumprido pena por crime hediondo encerrada em 2021.
Caso seja mantida a decisão do TSE, Wendell perde o mandato e seu partido, o PL, perde uma das cadeiras na AL/RN. A vaga passa a ser ocupada pelo atual deputado Ubaldo Fernandes (PSDB). Ele obteve 34.426 votos e, à priori, não conseguiu a reeleição, porque o primeiro suplente do PL, Tenente Cliveland, não atingiu votação proporcional a 20% do quociente eleitoral.
Lagartixa recebeu 88.265 votos (4,69%), se tornando o candidato mais votado na história da Assembleia Legislativa.
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Eudiane, George, Vivaldo e Hermano, no PV, na federação (Fotomontagem: Blog do Barreto)
Do Blog do Barreto
O PV fechou nessa terça-feira (29) as filiações dos deputados estaduais Eudiane Macedo, Vivaldo Costa, George Soares e Hermano Morais que deixam respectivamente Republicanos, PSD, PL e PSB.
O ato de filiação será amanhã à tarde.
Os deputados chegam no partido que vai formar federação com PC do B e PT.
Eles se juntam aos deputados estaduais petistas Isolda Dantas e Francisco do PT.
A projeção dos partidos é que a federação faça cinco cadeiras em 2 de outubro.
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O Partido Liberal, o PL, está numa crise de identidade no RN que em poucos meses vai se dissipar por absoluta imposição de escolha.
Uma parte da legenda é aliada da governadora Fátima Bezerra (PT), mas o comando partidário nacional já decidiu em que lado deve estar, com a filiação do presidente Jair Bolsonaro.
Esse jeitão ‘híbrido’ não vai durar para sempre.
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Bolsonaro declarou que o casamento com o PL do mensaleiro Valdemar da Costa Neto, aquele que foi condenado por corrupção, de quem Bolsonaro dizia querer distância, “vai gerar muitos filhos”.
Bem, pois pois, como se diz a concordar numa ladeira de rua estreita de Lisboa, já podemos imaginar a estatura moral dessa nova família.
A seguir os rumos da genética, comparando com os filhos de casamentos anteriores, é bom avisar aos navegantes que deixem em casa suas bolsas quando tiverem de passar por perto ou convergir em qualquer lugar onde esteja qualquer desses novos filhos.
Pela feição da irmandade existente, a nova filiação será um risco à carteira de qualquer transeunte.
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Foi homologada à noite dessa sexta-feira (11) na Escola de Artes de Mossoró, a chapa majoritária de disputa à Prefeitura de Mossoró, encabeçada pela atual prefeita Rosalba Ciarlini (Progressistas). Seu vice será o empresário e ex-candidato a deputado estadual (2018) e vice-prefeito (2016) Jorge do Rosário (PL).
Jorge e Rosalba sacramentaram aliança interpartidária para disputa municipal (Foto: divulgação)
A convenção deliberou sobre a coligação partidária para eleição majoritária e discussão, aprovação e nome da coligação. O evento definiu os candidatos a vereador, sorteios dos números e nomes que utilizarão nas urnas, entre outras deliberações.
A chapa majoritária foi confirmada com os partidos Progressistas, PL, PSC, PDT, MDB, PSDB, Cidadania e Republicanos.
O evento contou com a presença de filiados e a população em geral, que também acompanhou pelas redes sociais a transmissão ao vivo.
Em discurso, Rosalba Ciarlini fez um retrospecto do quarto mandato à frente da Prefeitura de Mossoró.
“Esse será o melhor mandato da minha vida. Tenho certeza disso. Todos sabem como encontrei a Prefeitura de Mossoró. Hoje posso ver muitas realizações com obras e melhorias concluídas, mas a minha maior realização é ter devolvido a credibilidade a Mossoró. Ter dotado Mossoró de capacidade para se desenvolver. Mossoró hoje tem crédito, pode fazer investimentos. Queremos ver o crescimento ainda maior da minha cidade, o potencial dos mossoroense ainda mais em destaque. Essa é a Mossoró que eu acredito”, finalizou.
Através de transmissão pelo Facebook, a vereadora Clorisa Linhares (PP) lança pré-candidatura à prefeitura de Grossos, nesta sexta-feira (31).
Numa live que começará às 19 horas, ela e o companheiro de chapa Alexandre Paiva (PL), também vereador, vão apresentar ideias para a retomada de crescimento e planejamento para recuperação dos serviços públicos, hoje bastante criticado pela população por não atender às necessidades a contento.
“Fui convocada pelo povo. A voz do povo é a voz de Deus, esse é o destino que vou seguir, propondo um pacto de união e de esforço para fazer Grossos uma terra feliz para as pessoas, que estão sofridas, precisando do poder público para retomar suas vidas” – disse Clorisa.
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O ex-candidato a prefeito de Mossoró em 2016, Tião Couto (PSDB, hoje no PL), ensarilhou armas. Pelo menos por enquanto. Em relação à campanha municipal que se aproxima, ele sinaliza equidistância. Prioridade são seus negócios.Em uma postagem à tarde deste sábado (4) em redes sociais pessoais, Tião Couto declara: “Há algum tempo tenho estado impossibilitado de conciliar minhas atividades empresariais e políticas”. Agora, em face da pandemia do coronavírus, ele se vê inclinado a tratar de suas empresas como foco principal e “total dedicação”.
Veja o que ele postou no boxe abaixo:
Meus amigos e minhas amigas,
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Há algum tempo tenho estado impossibilitado de conciliar minhas atividades empresariais e políticas, o que me impede inclusive de interagir com vocês, como eu gostaria.
O momento também não é fácil. A crise provocada pelo coronavírus (covid-19) exige atenção. Mais do que nunca as minhas empresas precisam da minha presença e total dedicação, pelo bem dos meus colaboradores e da economia do município.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Dessa forma, é com pesar que comunico a todos o meu desligamento das redes sociais (Instagram, Facebook) que tenho utilizado para mantermos um debate com objetivo comum: melhor para Mossoró. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Agradeço a cada um de vocês pelo apoio, confiança e amizade. Inspirados por vocês e por todos os mossoroenses, continuarei a lutar por uma Mossoró melhor.
Obrigado e até breve!⠀
Tião Couto
Quando debutou na política como candidato em 2016, Tião obteve 51.990 votos, o que corresponde a 39,39% dos votos válidos, tendo o também empresário Jorge do Rosário (PL) como vice. Ficaram em segundo lugar, com a vitória da chapa Rosalba Ciarlini (PP)-Nayara Gadelha, que empalmou 67.476 votos (51,12%).
Em 2018, Tião foi candidato a vice-governador na chapa do então governador Robinson Faria (PSD). Ficaram em terceiro lugar, com 192,037 votos (11,85%).
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Jorge: unido com Tião na oposição (Reprodução BCS)
“Se o PL tiver um candidato a prefeito, esse nome será o meu”.
A declaração foi dada agora à noite pelo empresário e ex-candidato a vice-prefeito em 2016, Jorge do Rosário.
Não fez rodeios e deixou claro que é opção no seu partido à cabeça de chapa. Porém… disse adiante: “Tudo se resolve conversando”.
Deixou claro ainda, em entrevista ao programa “Cidade Oeste em Debate” da TV Cidade Oeste (Canal 172, sistema cabo Brisanet), que o também empresário Tião Couto (PL) – candidato a prefeito em sua chapa no último pleito – participa das conversas políticas na oposição.
– Ele está presente, tem participado de tudo – disse Jorge do Rosário, ao ser sabatinado por Carlos Cavalcante, apresentador do programa.
Segundo o empresário, nenhuma decisão será tomada individualmente por ele, que criticou a falta de diálogo da gestão Rosalba Ciarlini (PP) como um dos mais graves entraves à gestão.
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O Encontro Regional do Solidariedade em Mossoró conseguiu o feito de lotar o maior auditório do Hotel VillaOeste, em plena sexta-feira (1º) à noite. Isso, a um ano do pleito sucessório de 2020. O evento aberto à presença de representantes de outras siglas reforçou costura para montagem de um arco de alianças no campo oposicionista local.
Os discursos exaltaram a necessidade de união e mudança no modelo de gestão e mentalidade política.
Mesa do Encontro Regional reuniu representantes de mais de oito partidos da oposição (Foto: divulgação)
Presidente do Solidariedade em Mossoró, o deputado estadual Allyson Bezerra foi o último orador da noite. “Nós temos que construir a mudança que a gente quer pra Mossoró. Estamos aqui hoje com lideranças políticas da nossa cidade e estado (…), porque política a gente não constrói sozinho (…). Mossoró vai mudar”, afirmou.
Num ambiente com atmosfera de convenção partidária, em que não faltaram apitaço, balões coloridos, bandeirolas, cartazes, confetes, palavras de ordem, gritos de guerra e jingles, representantes do Solidariedade na região e delegação com lideranças estaduais e de Natal prestigiaram o Encontro Regional. Deputados estaduais Kelps Lima e Cristiane Dantas, ex-candidata ao Senado Magnólia Figueiredo e o ex-candidato a governador Brenno Queiroga fizeram parte desse grupo.
Jorge do Rosário
“Estamos aqui para discutir, fazer um projeto sustentável de desenvolvimento econômico e social para nossa cidade, porque como foi dito neste evento, Mossoró é uma cidade rica e que não tem um projeto de desenvolvimento. Nós sequer estamos discutindo, por exemplo, nosso plano diretor”, mostrou Jorge do Rosário, ex-candidato a vice-prefeito em 2016 e presidente do Partido Liberal (PL) em Mossoró.
Evento foi bastante expressivo (Foto: divulgação)
A deputada estadual Isolda fez um discurso didático e desmistificador: “Muitos apostam que a oposição não vai se unir, mas a cada encontro que tem a gente prova que tem divergência; e é pra ter mesmo porque na política tem que ter. Mas nós que estamos aqui sabemos a necessidade de Mossoró. E Mossoró tem que mudar”.
Tião Couto
“Nosso propósito é mudar essa cidade para que tenhamos um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social. O recado está dado: vamos juntos até o fim, até outubro para ganharmos as eleições”, sinalizou Tião Couto (PL), ex-candidato a prefeito em 2016.
Já o presidente do PSL mossoroense, médico e ex-candidato a deputado federal Daniel Sampaio, também amparou sua fala nas discussões entre siglas e forças divergentes no lado oposicionistas. Para ele, esse é um caminho natural. “Mossoró não vai mudar porque alguém aqui quer ser prefeito, vai mudar porque a paciência do povo esgotou”, disparou.
Entre os vereadores locais, cinco dos seis parlamentares da oposição prestigiaram a mobilização do Solidariedade: Alex do Frango (PMB), Genilson Alves (PMN), Petras Vinícius (DEM), Raério Araújo (sem partido) e Ozaniel Mesquita (PL). O ex-candidato a prefeito Gutemberg Dias (PCdoB) foi outro nome presente.
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O empresário Jorge do Rosário (PL) gracejou com a versão lembrada pelo jornalista Vonúvio Praxedes, no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró-TCM-Telecom) dessa quinta-feira (10), que seu nome é citado como “vice” da prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
– Essa conversa existe faz tempo, desde a campanha passada – disse sorrindo e relaxando ainda mais na cadeira.
Jorge dá o tom e o ritmo da oposição, sem pressa ou personalismo, mas com ideias e união (Foto: Assessoria)
Ex-candidato a vice-prefeito de Tião Couto (PSDB, hoje no PL também) em 2016, além de ex-candidato a deputado estadual ano passado, Jorge do Rosário dissipou qualquer dúvida quanto ao lado em que estará na campanha 2020. Será oposição.
Também não tergiversou quanto à prioridade: unir a oposição em torno de um projeto sustentável para a municipalidade e Mossoró, exorcizando o personalismo e a fulanização da disputa.
– Eu não tenho o que esconder (…). Pessoalmente não tenho nenhuma dificuldade de conversar com ninguém e não aceito que ninguém venha me impor que não converse com qualquer pessoa. Sou liberal – deixou claro.
“Eu não me coloco como pré-candidato”
Listou que tem dialogado com a deputada estadual Isolda Dantas (PT), da mesma forma que tem se reunido com o também deputado estadual Allyson Bezerra, Daniel Sampaio (PSL), Gutemberg Dias (PCdoB) e outros políticos e partidos.
– O PL vai participar do pleito. Eu não me coloco como pré-candidato, pois não tomei essa decisão e não serei candidato por escolha pessoal, de mim mesmo.
– Quem vai ser candidato, quem vai estar com quem, naturalmente com o tempo isso vai acontecendo, as convergências vão surgindo – avaliou.
Para ele, até as convenções partidárias (até julho de 2020) ou bem antes disso, os nomes e possível chapa de consenso vão surgir. “O candidato será aquele com maior capacidade de juntar e conduzir um projeto para Mossoró, sem vaidade pessoal à frente”, definiu.
O Cenário Político é apresentado por Vonúvio Praxedes e pela jornalista Carol Ribeiro.
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Está definido para a quinta-feira da próxima semana, dia 17, o “Encontro Regional do PL e PL/Mulher”. Acontecerá às 19 horas, no auditório do Hotel VillaOese, em Mossoró.
O ex-candidato a vice-prefeito e ex-candidato a deputado estadual Jorge do Rosário faz convocação para os dois eventos, mas assinalando que é aberto a outros setores políticos.
“Ficaremos felizes com a participação de todos. O momento é de construção de um projeto sustentável para Mossoró”, enfatiza. Só para lembrar: eleições municipais serão no próximo ano.
João Maia
O Encontro contará com palestra do Deputado Federal João Maia (PL), sobre Parcerias Público Privadas (PPPs, PL 3453/08). O Deputado preside Comissão Especial em Brasília sobre o tema.
O PL Mulher estará representado pela presidente Shirley Targino, prefeita de Messias Targino, que falará sobre a importância da participação feminina na política.
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A vice-prefeita de Parnamirim, Elienai Cartaxo, confirmou nessa segunda-feira(7) sua filiação em breve ao Partido Liberal (PL). O anúncio da sua filiação ocorreu em Natal, na residência do deputado Federal João Maia, presidente estadual do partido.
O deputado estadual, Kleber Rodrigues também marcou presença no encontro, bem como o vereador Thiago Cartaxo (filho da vice-prefeita).
Elienai confirma, assim, sua saída do Podemos e também do eixo de liderança do ex-deputado federal Antonio Jácome.
A vice-prefeita informou que a assinatura oficial de inscrição no PL acontecerá em evento a ser marcado.
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