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Defesa de candidato trata ação adversária como ‘aventureira’ e ‘leviana’

O outro ladoA Assessoria Jurídica da Coligação Mossoró Mais Forte, encabeçada pelo candidato a prefeito Lawrence Amorim (PSDB), emite Nota de Esclarecimento sobre Ação de Impugnação de Registro de Candidatura (AIRC) desencadeada pela Coligação Mossoró do Povo (veja AQUI). Segundo a assessoria, nada ampara legalmente a demanda contra Amorim, ex-prefeito de Almino Afonso-RN e, atualmente, presidente do legislativo mossoroense.

Sua defesa classifica o movimento da Coligação Mossoró do Povo, que tem o prefeito Allyson Bezerra (UN) como candidato à reeleição, por ação “falaciosa, aventureira e irresponsável”, além de “aparentemente amedrontada,” além de “leviana.” Veja abaixo:

Nota de Esclarecimento

A Assessoria Jurídica de LAWRENCE CARLOS AMORIM DE ARAÚJO, candidato ao cargo de Prefeito pela “COLIGAÇÃO MOSSORÓ MAIS FORTE”, integrada pelos partidos/federações: PDT, FEDERAÇÃO PSDB CIDADANIA (PSDB / CIDADANIA), FEDERAÇÃO BRASIL DA ESPERANÇA – FE BRASIL (PT/ PC DO B/ PV), PSB e MDB, para as eleições majoritárias municipais 2024 em Mossoró/RN, vem, perante a sociedade mossoroense, em face das inverdades perpetradas pela coligação do candidato Allyson Bezerra, prestar os seguintes esclarecimentos em pura expressão da VERDADE:

1 – De maneira falaciosa, aventureira e irresponsável (e, aparentemente, amedrontada), a “Coligação Mossoró do Povo”, capitaneada pelo candidato Allyson Bezerra, disse que “o TCU julgou irregulares as contas do Impugnado e esse não recorreu da Decisão da Corte de Contas, submetendo-se ao decreto sancionatório que imputou débitos àquele, de modo que deixou transitar em julgado o Acórdão 1447/2024 – TCU – 2ª Câmara”.

2 – Entretanto, ao contrário do que levianamente afirmado pela coligação adversária, as contas de Lawrence Amorim, enquanto Prefeito do Município de Almino Afonso/RN, foram totalmente aprovadas por quem de direito, ou seja, a Câmara Municipal de Almino Afonso, conforme pacificado pelo Supremo Tribunal Federal no RE 848826, por meio do Tema 835, com repercussão geral, tendo sido fixada a seguinte tese: “Para os fins do art. 1º, inciso I, alínea “g”, da Lei Complementar 64, de 18 de maio de 1990, alterado pela Lei Complementar 135, de 4 de junho de 2010, a apreciação das contas de prefeitos, tanto as de governo quanto as de gestão, será exercida pelas Câmaras Municipais, com o auxílio dos Tribunais de Contas competentes, cujo parecer prévio somente deixará de prevalecer por decisão de 2/3 dos vereadores.”

3 – Demais, o Tribunal de Contas da União, no caso atual, sequer cuidou de julgar as contas de Lawrence Amorim, conforme pode ser verificado em uma simples consulta ao sítio eletrônico do TCU, quando é possível obter, sem maiores complicações, tanto o acórdão respectivo, quanto “CERTIDÃO NEGATIVA DE CONTAS JULGADAS IRREGULARES PARA FINS ELEITORAIS, da qual se infere que NÃO CONSTA o nome de Lawrence Amorim “da relação de pessoas físicas com contas julgadas irregulares e condenação transitada em julgado, para fins de declaração de inelegibilidade, nos termos do art. 11, § 5º, da Lei 9.504/1997, do art. 1º, inc. I, alínea ‘g’ da Lei Complementar 64/1990 e do art. 91 da Lei 8.443/1992.

4 – Doutra banda, a conduta que foi imputada como ímproba pela coligação adversária já foi devidamente analisada pelo Poder Judiciário, por meio do Processo n.º 0805871-77.2018.4.05.8404, cujo trâmite originário se deu perante o Juízo da 12ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio Grande do Norte, sediada em Pau dos Ferros/RN, tendo a Justiça Federal, em desfecho, julgado improcedente a ação, cujo trânsito em julgado deu-se em 17.07.2023 (basta consultar o site da Justiça Federal, que é possível averiguar tanto o resultado acima transcrito, quanto baixar uma certidão negativa para fins eleitorais em nome de Lawrence Amorim – a consulta é pública e certidão semelhante foi juntada no requerimento de registro de sua candidatura). Segundo consta no acórdão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, não houve qualquer irregularidade na conduta do então Prefeito de Almino Afonso e atual candidato a Prefeito de Mossoró Lawrence Amorim.

5 – Por fim, insta destacar que a impugnação ao registro de candidatura de Lawrence Amorim, independentemente de sua citação, já se encontra devidamente contestada e amparada em robusta documentação comprobatória, estando, atualmente, em decurso de prazo para manifestação por parte da coligação impugnante, tendo em vista que, das inverdades alceadas, foi expressamente requerida sua condenação por litigância de má-fé, em obediência ao regramento ínsito nos arts. 80 e 81 do Código de Processo Civil.

Mossoró/RN, quarta-feira, 21 de agosto de 2024.

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Coligação de Allyson entra com ação contra candidatura de Lawrence

Arte ilustrativa
Arte ilustrativa

Do Blog Carol Ribeiro

A coligação Mossoró do Povo, formada pelo União Brasil, partido de Allyson Bezerra, PSD, Solidariedade e Republicanos entrou com ação de impugnação do registro de candidatura de Lawrence Amorim (PSDB) a prefeito de Mossoró.

Entre os argumentos está o julgamento irregular das contas da gestão de Lawrence Amorim no Tribunal de Contas da União (TCU), quando era candidato a prefeito de Almino Afonso, por “malversação dos recursos públicos”. Lawrence foi prefeito entre 2009 e 2016.

Segundo o advogado Caio Victor, a decisão do TCU, que transitou em julgado, de acordo com a ação, preenche todos os requisitos para a inelegibilidade de Lawrence Amorim.

“A supramencionada condenação do TCU em face do Impugnado preenche todos os requisitos do citado dispositivo legal: rejeição das contas por irregularidade insanável; irrecorribilidade das decisões; prática de atos que configuram ato doloso de improbidade administrativa; e com imputação de débito”, diz trecho da impugnação.

A coligação pede o indeferimento do registro do candidato da oposição: “posto que sua vida pregressa é incompatível com a probidade administrativa e a moralidade exigidas de quem quer exercer um mandato eletivo (art. 14, §9º3, da Constituição Federal), ainda mais de chefia do executivo”.

Despacho

De acordo com despacho da juíza eleitoral da 34ª zona do TRE, Cinthia Cibele Diniz de Medeiros, Lawrence, antes mesmo de ser citado, apresentou contestação.

Assim, considerado a necessidade de garantia do contraditório com a apresentação de documentos com a contestação, a magistrada intima a parte de Allyson para, em dois dias, a contar desta terça-feira (20), a se manifestar sobre a contestação de Lawrence.

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TCU ‘legaliza’ relógio de Lula e acena para avalizar joias de Bolsonaro

Ilustração da Web
Ilustração da Web

Do Canel Meio e outras fontes

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu ontem que o presidente Lula (PT) pode ficar com um relógio de ouro recebido como presente em 2005, no seu primeiro mandato. Assim, abriu espaço para rediscutir o caso das joias sauditas recebidas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Prevaleceu o entendimento do ministro Jorge Oliveira, indicado por Bolsonaro, de que não há norma que defina o conceito de “bem de natureza personalíssima” e alto valor de mercado. Ele foi seguido por quatro de oito ministros que votaram.

No ano passado, o TCU determinou que Bolsonaro devolvesse os itens de luxo que ganhou à União com base em resolução de 2016, que estabeleceu que o recebimento de presentes em cerimônias com outros chefes de Estado deveria ser considerado patrimônio público, excluídos apenas itens de natureza considerada personalíssima.

Bolsonaro foi indiciado pela Polícia Federal, que apurou o recebimento e a venda de presentes de luxo de autoridades estrangeiras não registrados pela Receita Federal. Cabe à Procuradoria-Geral da República decidir se o denuncia e, ao Supremo Tribunal Federal, se ele virá réu. (Folha)

Devolução de relógio

Lula não gostou nada da decisão. Ele afirmou a interlocutores que se sente usado pela corte para que posteriormente possa inocentar Bolsonaro do caso das joias, conta Mônica Bergamo.

O presidente disse, inclusive, que pretende devolver o relógio ao TCU, o que seus aliados estão desaconselhando para não abrir brecha para a devolução de outros objetos de valor que recebeu em seus mandatos anteriores. O melhor, sugerem, é recorrer da decisão, afirmando que seus fundamentos estão equivocados. (Folha)

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O mentiroso mor e mais uma no Chiqueirinho

mentira, pinóquio, brinquedo, criançasPor François Silvestre

Jair Bolsonaro, o mentiroso mais notório do Brasil, ontem, no “chiqueirinho” onde recebe diariamente parte do rebanho do seu gado, disse que havia um relatório do TCU, tribunal de contas da União, afirmando serem apenas a metade os anunciados mortos por Covd-19.

Disse e ainda acrescentou: “Mas a imprensa não noticia”. Recebeu palmas, posto que ali a disputa reside entre quem tenta abiscoitar o troféu da estupidez.

Bolsonaro tem muitos concorrentes. Uns por método, outros por gozarem na ejaculação alheia. Uns, remunerados; outros, apenas estúpidos.

Pois bem. Não demorou e o TCU desmentiu. Não existe esse relatório. Até porque o TCU não possui qualificação médica pra dizer tamanha estupidez.

Foi por isso, e só por isso, Bolsonaro, que a imprensa não noticiou. Tudo restrito ao Chiqueirinho!

Leia também: TCU desmente Bolsonaro sobre suposto relatório de mortes.

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TCU autoriza repasse de recursos da repatriação para hoje

Após ter impedido o Governo Federal de repassar aos municípios ainda neste ano R$ 4,4 bilhões referentes à multa do programa de repatriação de recursos do exterior, o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Raimundo Carreiro voltou atrás e restaurou o que a medida provisória 753 dizia inicialmente: que os recursos podem ser transferidos a partir desta sexta-feira (30), último dia útil do ano.

Com isso os municípios brasileiros receberão os recursos ainda hoje, o que foi comemorado como uma grande conquista pela Federação dos Municípios do Rio Grande do Norte – FERMUN, que participou ativamente da mobilização nacional para sensibilizar o Governo Federal.

Assim, a entidade informa que as Prefeituras poderão fechar suas contas em tempo hábil, pagando aos servidores públicos e fornecedores.

A Femurn reforça que a atuação dos parlamentares foi decisiva, em especial dos deputados Fábio Faria (PSD), Walter Alves (PMDB), dos senadores Garibaldi Alves Filho (PMDB) e José Agripino (DEM), bem como do ex-deputado federal Henrique Eduardo Alves (PMDB), que atuaram em defesa dos municípios.

Com informações da Femurn.

Henrique Alves recebeu recursos do petrolão, diz Janot

Do Folha de São Paulo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que o ministro Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Turismo, atuou para obter recursos desviados da Petrobras em troca de favores para a empreiteira OAS.

Parte do dinheiro do esquema desbaratado pela Operação Lava Jato teria abastecido a campanha de Alves ao governo do Rio Grande do Norte em 2014, quando ele acabou derrotado.

Henrique Alves é ministro do Turismo pela segunda vez (Foto: Antônio Cícero da Folhapress)

A negociação envolveria o deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro.

As afirmações da Procuradoria constam do pedido de abertura de inquérito para investigar os três, enviado no fim de abril ao Supremo, mas até hoje mantido em sigilo.

No despacho obtido pela Folha, Janot aponta que Cunha e Alves atuaram para beneficiar empreiteiras no Congresso, recebendo doações em contrapartida.

A investigação tem como base mensagens apreendidas no celular de Pinheiro.

Conversas indiscretas

Henrique Alves para Léo Pinheiro (22 de junho de 2013):

– Charles (não identificado) poderia me procurar segunda cedo em casa? Lá marcaria com presidente do TC, irmão do Garibaldi. Discutiríamos problema. Se ele puder, 8h30! OK

Henrique Alves para Léo Pinheiro (14 de julho de 2013):

– Segunda em Brasília vou pra cima do TCU. Darei notícias.

Segundo a Procuradoria, o ministro diz que procurará o então presidente do Tribunal de Contas do RN, Paulo Roberto Chaves Alves, irmão do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN), para resolver demandas da OAS.

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (10 de outubro de 2014):

– Vê Henrique segundo turno.

– Vou ver.

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (13 de outubro de 2014):

– Amigo, a eleição é semana que vem preciso que veja urgente… (sic)

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (15 de outubro de 2014):

– Henrique, amigo?

– Está muito complicado (Léo Pinheiro).

– Mas amigo, tem de encontrar uma solução se não todo esforço será em vão (Eduardo Cunha).

Henrique Alves para Léo Pinheiro (16 de outubro de 2014):

– Amigo, como Cunha falou, na expectativa aqui. Abs e obrigado.

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (17 de outubro de 2014):

– Amigo, qual a saída para Henrique (Eduardo Cunha)?

– Infelizmente não tenho (Léo Pinheiro).

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (21 de outubro de 2014):

– Deixa falar. Tive com Júnior. Pedi a ele para doar por você ao Henrique. Acho que ele fará algo. Tudo bem (Eduardo Cunha)?

– Preciso que dê um reforço ao Júnior ao menos 1 dele da. Sua contra precisava de emergência (Eduardo Cunha).

Eduardo Cunha para Léo Pinheiro (23 de outubro de 2014):

O.K. Bom tocando com Júnior aqui na pressão ele vai resolver e se entende com você (sic).

Segundo a Procuradoria, “Júnior é Benedicto Barbosa Silva Júnior, ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura.

“Verificou-se não apenas a participação de Henrique Eduardo Alves nesses favores, como também o recebimento de parcela das vantagens indevidas, também disfaçadas de ‘doações oficiais'”.

Eduardo: cobranças a Léo (Foto: Alex Ferreira)

Entre 10 e 23 de outubro de 2014, houve ao menos oito pedidos de recursos para Alves, feitos por Cunha a Pinheiro. Também há cobranças diretas do atual ministro ao empreiteiro.

Alves, segundo a PGR, prometeu ao comando da OAS atuar junto ao Tribunal de Contas da União e ao Tribunal de Contas do RN, onde a empreiteira tinha pendências.

As mensagens também citam diversos encontros dos empreiteiros com Alves.

Na prestação de contas da campanha de Alves, há o registro do recebimento de R$ 650 mil da OAS.

Além disso, outros R$ 4 milhões doados p ela Odebrecht, são considerados suspeitos por Janot, porque as doações teriam sido feitas a pedido de Cunha para um posterior acerto da empresa com a OAS.

Veja matéria completa clicando AQUI.

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Agripino emite nota e rebate suposto ‘tráfico de influência’

O senador José Agripino (DEM) emite nota à sociedade potiguar, dando sua posição sobre denúncia que recai sobre ele, com repercussão nacional.

Refere-se à suposto tráfico de influência envolvendo a construção do Arena das Dunas.

Leia abaixo:

O respeito que nutro por cada cidadão norte-rio-grandense me impõe o dever de esclarecer fatos inverídicos, imputados à minha conduta de homem público, o que faço após conseguir formalmente a íntegra dos elementos de investigação em curso na Procuradoria Geral da República.

Agripino: posição tranquila (Foto: Mariana Di Pietro)

Pelo que foi noticiado, uma conversa republicana, ocorrida entre autoridades públicas, foi interpretada como “tráfico de influência” perante o BNDES para favorecer a empresa que construía a obra Arena das Dunas em Natal.

A atividade político-parlamentar inclui, entre suas funções, a de, se necessário, se por à disposição para promover reuniões entre agentes públicos, objetivando defender interesses legítimos e transparentes do Estado, a exemplo da ocorrida para evitar a paralisação da obra de construção do estádio que foi usado para sediar a copa do mundo em Natal.

Dessa reunião específica não resultou entendimento entre as partes, provocando iniciativa do Estado, diretamente ao TCU, sem a minha interferência, que deliberou pela continuidade da obra, autorizando o BNDES a dar prosseguimento ao financiamento contratado. Minha participação nesse assunto resumiu-se a essa reunião e não intercedi, sob nenhum pretexto, nas decisões tomadas pelo Tribunal de Contas da União e, muito menos, pelo BNDES.

É importante salientar que a liberação dos pagamentos da obra foi submetida ao crivo de todos os órgãos de controle estatal e, evidentemente, sem a minha participação, até por ser um Senador da oposição sem qualquer acesso ao atual governo. A análise e a decisão da Corte de Contas da União determinando o prosseguimento da obra afastam inteiramente a repugnante notícia que interpreta como “corrupção passiva” a doação de campanha destinada ao Diretório Nacional do DEM e distribuída a diversos diretórios regionais, conforme consta das prestações de contas e dos registros contábeis do partido que presido.

Do mesmo modo, não se podem interpretar como existência de cumplicidade e conluio com o Diretor Presidente da OAS, os esforços desempenhados para salvar a vida do ex-deputado João Faustino. O pedido que fiz em nome da família para conseguir um avião que o transportasse de Natal a São Paulo foi motivado pela estreita amizade que unia João Faustino a Léo Pinheiro. Infelizmente a viagem não se consumou, pois sobreveio o falecimento que buscávamos evitar.

Por fim, repudio, com veemência, a ilação de que pratiquei “lavagem de dinheiro”, decorrente da análise da movimentação financeira de minhas contas bancárias levada a efeito pelo COAF – órgão subordinado ao Ministério da Fazenda. As movimentações apontadas são provenientes, todas de recursos próprios, operados sob minha inteira responsabilidade, com todos os comprovantes de licitude e legalidade que serão colocados à disposição dos órgãos de investigação e da Justiça.

Estes esclarecimentos conduzem a uma conclusão certa e inabalável: limitei-me ao cumprimento do meu mandato de Senador, cujo papel de oposição continuarei firmemente a exercer, com o entendimento de que as notícias veiculadas têm origem em manobras e armações inaceitáveis, promovidas, deliberadamente, com o propósito de manchar minha reputação construída ao longo de 40 anos de vida pública e tantas vezes submetida ao julgamento popular. Tudo, na tentativa vã de calar a minha voz.

NÃO VÃO CONSEGUIR!

Senador José Agripino Maia

Impeachment de Dilma: a paixão esconde a verdade

Por José Herval Sampaio Júnior

A peça inicial de impeachment traz fatos gravíssimos e objetivos que precisam ser investigados fora do eixo político-partidário!

O site/portal novoeleitoral.com, enquanto veículo de comunicação, tem pautado a sua atuação na discussão livre e plural dos fatos que circundam o direito eleitoral e partidário. E tanto é verdade que os leitores encontrarão neles artigos de opinião a favor e contra o Governo e o PT, pois possíveis paixões não conduzem nossa luta contra a corrupção.

A partir de matéria aqui publicada (Câmara dos Deputados recebe pedido de impeachment de Dilma Roussef), a qual tem como marca a total imparcialidade, trouxemos a íntegra da denúncia por crime de responsabilidade contra a Presidente Dilma Roussef que foi protocolizada na Câmara dos Deputados.

Analisamos, de modo superficial é claro, até mesmo porque não dispomos de acesso aos documentos supostamente comprobatórios da ilegalidade e o próprio conhecimento das técnicas contábeis e do direito orçamentário, e vimos que o pedido protocolado na semana passada se baseia em fatos graves e objetivos, não havendo no mesmo ilações subjetivas e sequer se faz menção aos escândalos da operação Lava-Jato.

Pelo conhecimento técnico do direito constitucional, sabemos que o processo de impeachment possui natureza político-jurídica, e que a história demonstra que a sua procedência ocorre quando o chefe de governo perde as condições políticas para a continuidade do exercício do cargo.

Defendemos, entretanto, que o processo formalmente em curso na Câmara dos Deputados, pela gravidade dos fatos ali descritos, como os amigos e amigas podem ver AQUI, seja analisado sob o prisma técnico, desconsiderando-se a mera discussão de politicagem que tradicionalmente envolve oposição e governo, mais precisamente PSDB e PT, bem como o patente problema pessoal que o Sr. Presidente da Câmara dos Deputados passou a despejar em cima do Governo e dos petistas, de modo que tais aspectos não influenciem o processo.

Dizemos isso porque a força dos fatos gravíssimos apontados na peça, com certeza, perderá envergadura, acaso a paixão passe a conduzir os trabalhos.

Temos que evitar que possa ocorrer, mais uma vez, o que houve com o ex-Presidente Collor, quando a composição política acabou ganhando corpo e os elementos jurídicos foram absorvidos. Isso não nos parece a melhor opção nesse peculiar momento vivido no país, em que além da crise ética e política, indiscutivelmente também atravessamos uma crise econômica, talvez sem precedentes e sem perspectivas, o que é pior ainda.

O presente texto não deve ser interpretado como sendo um prejulgamento da Presidente de nossa República. Pelo contrário, pretende assegurar à mesma que não saia do poder, senão com a garantia do devido processo legal substancial e como estamos vendo fatos objetivos que podem ser investigados sob o pálio técnico, este caminho assegura a todos que a paixão e politicagem partidária não conduza um processo previsto em nossa Constituição e que deve por óbvio ser instaurado e concluído, sob pena de mais uma vez os valores constitucionais não serem observados.

O que não podemos mais tolerar em um Estado Constitucional Democrático de Direito, é a prevalência da politicagem e da impunidade como marcas de um país que formalmente empunha a bandeira contra a corrupção.

Destarte, pedimos aos amigos e amigas que leiam a peça da denúncia e tirem suas próprias conclusões. A minha pessoal, como cidadão que sou e estou pronto para defender tal qualidade sem nunca abrir mão dessa condição, por ser também Juiz de Direito, assumindo desde já, os riscos de minha postura – já tirei e concluo agora objetivamente.

Os fatos precisam ser rigorosamente investigados, até mesmo porque se forem verdadeiros, a punição tem que ser exemplar a fim de que todos os governantes passem a não mais agir dessa forma, descumprindo os ditames de uma lei que apesar de ser bastante rígida, precisa ser observada, sob pena do próprio Estado falir como parece que muitos dos entidades de nosso país se encontram, justamente porque não observaram a responsabilidade fiscal inerente a atuação de um gestor, a qual a lição básica impõe a todos que não gaste mais do que arrecade.

E agora todos nós vimos que os ministros do TCU foram uníssonos em apontar muitas das irregularidades trazidas em tal peça, arrimados em análises técnicas de auditores concursados. Mesmo assim, os defensores do PT e do Governo estão a dizer que a decisão foi politica – ou melhor, de politicagem, e que antes não fora considerado errado.

Sobre tal fato tenho a dizer que não sei como era antes e se isso era considerado normal e agora não é. O erro está no passado e não na presente decisão que é um marco para que todos os agentes estatais passem a ter equilíbrio entre o ato de arrecadar e gastar, imperando-se a tônica de que os gastos são sempre limitados apesar das necessidades sempre sempre ilimitadas, principalmente em Governos que ainda teimam em serem assistencialistas.

E por fim, será que tudo que até agora foi apurado deve ser desprezado porque se for para frente será um golpe ante o resultado das urnas? É razoável que se descumpra a Constituição e as leis e simplesmente não dê em nada? E golpe às instituições, à democracia no sentido lato do termo e principalmente à Constituição não existe?

Com a palavra o povo brasileiro desapaixonado.

José Herval Sampaio Júnior é juiz de Direito, palestrante, professor e escritor forense

Decisão de TCU mexe com alguns natalenses

A decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) à noite dessa quarta-feira (7), veja AQUI, de rejeitar contas da presidente Dilma Rousseff (PT), levou vários natalenses à porta da representação da autarquia em Natal.

Com sede à Avenida Rui Barbosa, Morro Branco, o TCU serviu de cenário para movimentação de vários carros e seus condutores.

Gritos, buzinaço e outras manifestações comemoravam a decisão histórica.

Mas o maior “barulho’ pode ser mesmo espreitado nas redes sociais. Por lá, o burburinho avançou pela madrugada.

TCU reprova por unanimidade contas de Dilma Rousseff

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (7), por unanimidade, o parecer do ministro Augusto Nardes pela rejeição das contas do governo federal de 2014. Devido a irregularidades, como as chamadas “pedaladas fiscais”, os ministros entenderam que as contas não estavam em condições de serem aprovadas.

Esta é a segunda vez na história que o TCU recomenda ao Congresso a rejeição das contas de um presidente. A primeira foi em 1937, durante o governo Getúlio Vargas. Na ocasião, o Congresso não seguiu a recomendação do tribunal.

Sessão do Tribunal de Contas da União para análise das contas do governo federal em Brasília (Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo)

As irregularidades apontadas pelo TCU somam R$ 106 bilhões, sendo R$ 40 bilhões referentes às chamadas “pedaladas fiscais”.

Para o Nardes, ao adotar manobras para aliviar, momentaneamente, as contas públicas, o governo desrespeitou princípios constitucionais e legais que regem a administração pública federal. O cenário no ano passado foi classificada por ele como de “desgovernança fiscal”.

Em seu voto, o ministro defendeu que houve uma política expansiva de gastos “sem sustentabilidade fiscal e sem a devida transparência”. Para o relator, as operações passaram ao largo das ferramentas de execução orçamentária e financeira instituídas.

Congresso

“Nessa esteira, entende-se que os atos foram praticados de forma a evidenciar uma situação fiscal incompatível com a realidade”, afirmou.

Segundo o ministro Augusto Nardes, por tratar-se de um parecer prévio, não cabe recurso da decisão no tribunal.

O parecer do TCU será agora encaminhado ao Congresso, que dará a palavra final sobre o tema. Em entrevista coletiva após a votação, Nardes afirmou que o parecer prévio sobre as contas deve ser entregue ao Congresso até quinta-feira (8).

A análise da corte não tem efeito prático, já que funciona como uma recomendação aos parlamentares. A rejeição, porém, poderá ser usada como argumento para abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Veja matéria completa (com vídeos) clicando AQUI.

Dilma pede afastamento de ministro e causa polêmica

Da coluna Painel (Folha de São Paulo)

Às armas

O pedido de afastamento de Augusto Nardes do julgamento das contas de Dilma Rousseff no TCU foi recebido por ministros do tribunal como uma “intimidação” do Planalto à atuação da corte.

Em conversas com integrantes de sua equipe, o relator do processo disse que não era o único alvo e que o governo tentava “desqualificar” um trabalho coletivo e a própria instituição. “Me atacam porque não podem responder tecnicamente ao nosso parecer”, disse a um colega de plenário.

Aviso prévio

A equipe que defende Dilma no tribunal informou antes a ministros da corte a decisão de pedir a saída de Nardes do caso. A avaliação é que a proposta foi “compreendida”, mas não “bem recebida” por integrantes do Tribunal de Contas.

Ex-integrante de Governo Fafá refuta matéria sobre TCU

Prezadores senhores,

A propósito de matéria veiculada no blog de Bruno Giovani, no último dia 16/12/2014, e repercutida pelo Blog Carlos Santos e Jornal de Hoje, que trata de supostos indícios de desvio de finalidade na aplicação de recursos da saúde pela então prefeita Fafá Rosado pelo Tribunal de Contas da União (veja AQUI), gostaríamos que fossem feitos alguns reparos.

A matéria incialmente veiculada reproduz integralmente o conteúdo publicado em 2010 pelo Jornal O Mossoroense.

Naquela ocasião, havia um relatório emitido pelo TCU que apontava dúvidas sobre a aplicação de recursos financeiros na área da saúde. As questões levantadas não tratavam de desvios de recursos, mas da sua aplicação em finalidades diferentes daquelas  inicialmente previstas.

Como as informações, explicações e justificativas apresentadas foram devidamente acatadas pelo próprio TCU, não existe qualquer pendência da gestão de Fafá Rosado quanto às questões levantadas naquela ocasião.

Portanto, damos o assunto por encerrado.

Lamentamos, contudo, que um assunto de 2010, dado por encerrado pelos órgãos de controle, tenha sido trazido à tona sem o registro de qualquer fato novo ou mesmo a indicação das datas a que se referem, sendo apresentado como notícia que referente a sessão realizada pelo TCU “em 30 de março”.

No caso, março de 2010.

Olavo Hamilton – Advogado e ex-integrante do Governo Fafá Rosado (PMDB)

TCU aponta várias irregularidades no Governo de Fafá Rosado

O Jornal de Hoje e O Mososroense

O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou em relatório que parte de R$ 46 milhões enviados dos cofres da União por meio do Sistema Único de Saúde (SUS) para a Prefeitura de Mossoró no ano de 2009 foram usados de forma irregular. A auditoria foi aprovada pelo ministro-relator José Jorge e apoiada pelos demais ministros em sessão realizada em 30 de março.

Fafá não tem motivos para sorrir, ainda mais fora de qualquer cargo público (Foto: Ricardo Lopes)

Segundo matéria de O Mossoroense, o documento mostra que a Prefeitura de Mossoró usou recursos do SUS para a manutenção de veículos que não estão lotados na Gerência Executiva da Saúde. Ao todo, foram destinados R$ 10.426,00 em desacordo com o que orienta o artigo 6º da Portaria nº 204/GM de 2007 e no art. 8º, parágrafo único, da Lei Complementar nº 201/2000 (LRF).

O levantamento mostrou que foram feitos pagamentos de servidores, o que não é permitido, conforme artigo 6º da Portaria nº 204/GM de 2007 e no artigo 8º, parágrafo único, da Lei Complementar nº 201/2000 (LRF). Entre janeiro de 2009 e julho de 2010, a Prefeitura teria usado R$ 15.402.922,99 para pagamentos de agentes da dengue, do Programa Saúde da Família (PSF) e agentes comunitários de saúde, que recebem dotação específica da atenção básica; auditores do SUS, que devem ser pagos com recursos próprios, constituindo desvio de finalidade.

Falta de relatório

Também foi detectado que a Prefeitura de Mossoró não elaborou um relatório anual exigido pelo artigo 4º, inciso IV, da Lei nº 8.142/90. Ainda conforme o documento, a administração Fafá Rosado (DEM) falhou ao descumprir o inciso II do art. 6º do Decreto nº 1.651/1995, não enviando relatório de gestão dos recursos do SUS ao Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE/RN).

No item transparência, foi mostrado que a Prefeitura de Mossoró não elaborou o relatório anual de gestão exigido pelo artigo 4º, inciso IV, da Lei nº 8.142/90. Nem prestou contas ao TCE dos recursos do Fundo Municipal de Saúde (FMS).

Segundo o levantamento, a Prefeitura de Mossoró feriu o artigo 8 da Portaria 1.286/93, do Ministério da Saúde, ao não apresentar demonstrativo por escrito com valores do serviço prestado aos usuários do SUS. Ficou ainda sem ter conhecimento da prestação de contas dos recursos do SUS o Conselho Municipal de Saúde não teria tido acesso aos relatórios trimestrais de aplicação da verba federal.

A administração municipal, segundo o levantamento, também pecou por não ter uma comissão ou fiscal específico para acompanhar a execução dos contratos e convênios firmados com a rede privada.

Pagamentos

O relatório do TCU aponta ainda irregularidades em pagamentos a prestadores de serviços do SUS através da administração municipal. As irregularidades são pagamentos 259% acima do previsto em contrato no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) em nome de Fernando Gabriel Negreiros. Por meio desse contrato ele recebeu R$ 138.771,85. O relatório não informa quais os serviços prestados.

Em outro contrato com a Clínica de Anestesiologia de Mossoró, foram feitos pagamentos acima da tabela do SUS na ordem de R$ 148.483,26, contrariando a Portaria do Ministério da Saúde de número 1.606/2001. O procedimento licitatório vinculava os recursos ao Orçamento Geral do Município e os pagamentos referem-se ao período de agosto a outubro antes da assinatura do contrato em novembro daquele mesmo ano.

A Prefeitura de Mossoró pagou ao extinto Hospital Duarte Filho a quantia de R$ 118.456,38 por serviços de média e alta complexidades, mesmo com a empresa interditada pela Vigilância de Saúde desde novembro de 2008.

Em um empréstimo de R$ 2.843.680,00 avalizado pela Prefeitura de Mossoró para investimentos no Centro de Oncologia e Hematologia de Mossoró, foram usados apenas R$ 10.347,98 mensais, totalizando R$ 124.175,76 anuais. Valor considerado muito abaixo para o montante.

Robinson participará de reunião com integrantes do TCU

O governador eleito do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD) participa na tarde desta segunda-feira (17) em Brasília de reunião com os presidentes dos Tribunais de Contas de todo o Brasil. A reunião será no Museu da Abolição e contará com presença do presidente do TCU, Ministro Augusto Nardes e dos presidentes dos Tribunais de Contas dos Estados.

Os 27 governadores eleitos receberão um diagnóstico minucioso sobre seis áreas de responsabilidade da União e das respectivas unidades federativas.

A ideia da reunião é orientar os novos gestores quanto à transparência, prestação de contas e atenção à verba pública.

– Como gestores, vamos receber um diagnóstico minucioso sobre seis áreas de responsabilidade da União e dos Estados – antecipa Robinson.

Com informações da Assessoria de Imprensa de Robinson Faria.

Copa do vexame?

Por Honório de Medeiros

O Presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Augusto Nardes, escancarou o que muitos já dizem aos berros nos quatro cantos deste País sem eira, beira, nem cumeeira: “o Brasil vai passar vergonha na Copa”

Ele não estava se referindo ao futebol, muito embora isso também possa acontecer. Referia-se às obras inacabadas, apesar dos rios de dinheiro despejados nos bolsos dos espertos de sempre.

Ora, ora, não é que o Presidente Nardes foi contido? Muito contido. Deveras contido. Sequer mencionou, por exemplo, essa vergonha nacional que é o menosprezo com o qual somos tratados pelas operadoras de telefonia.

Fazem o que querem conosco. Não são punidas. E quando o são, devem rir da punição recebida. Como se explica que continuem a fazer o que fazem, sem que as autoridades tomem providências? Será corrupção? Não são essas autoridades acometidas dos mesmos problemas que nós, os reles mortais?

Conseguem elas ligar quando querem e manter a ligação durante a conversa?

Nem mencionou a (in)segurança pública. Hoje somos reféns dos bandidos, que nos encurralam em nossas casas, e furtam, roubam, matam, estupram, em escala cada dia maior, mas, também, do aparelho policial-militar que, ao cruzar os braços com seu oportunismo grevista, passa a senha para o crime surgir dos esgotos e atacar à luz do dia.

Tampouco mencionou a saúde pública. O povão, aqui, além da classe média, está se acostumando ao caos que é a saúde pública. As autoridades lidam com a questão de tal forma que já se espraia, nos corações e mentes, a sensação de que tudo isso é assim mesmo, não tem como mudar, e se mudar, é para pior.

Enquanto isso somos espoliados pela máquina de arrecadação do Estado em níveis cada dia mais cruéis. Ou seja: pagamos cada dia mais, por cada dia menos e pior.

Também não mencionou a corrupção generalizada, onipresente, no nosso dia-a-dia. Nada, hoje, no Brasil, parece funcionar sem corrupção. Nada. Essa face horrenda do País estará à disposição dos turistas que vierem, em massa, acompanhar a Copa do Mundo, desde seu contato inicial com os motoristas de táxi, passando por momentos inesquecíveis nos bares, restaurantes e similares.

Torçam, eles, para não terem que manter contato com a burocracia nacional. Torçam muito. E torçam ainda mais para não terem que manter contato com o aparelho repressor do Estado.

Enfim e por fim, não mencionou o Ministro que nem mesmo o brasileiro – pelo menos os das grandes cidades – é mais esse primor de cordialidade e hospitalidade que o Governo apregoa e espera reinar durante o evento. Muito pelo contrário. O brasileiro anda muito mal humorado. E com razão.

Seu dia-a-dia – excluo os bem nascidos -, o dia-a-dia da imensa maioria dos brasileiros, piorou, vem piorando, vai piorar, e a esperança é, hoje, mercadoria em falta.

Não resta a menor dúvida: o Ministro Nardes foi muito comedido…

Honório de Medeiros é professor, escritor e ex-secretário da Prefeitura do Natal e do Estado do RN

Número de inelegíveis sobe 39% em 2 anos, diz TCU

Débora Zampier (Agência Brasil)

Brasília – O número de pessoas que podem ficar inelegíveis nas eleições municipais de 2012 devido ao mau uso do dinheiro federal subiu 38,8% em relação a 2010, segundo divulgou hoje (19) o Tribunal de Contas da União (TCU). O documento com cerca de 6,8 mil nomes foi entregue nesta tarde pelo presidente do tribunal, Benjamin Zymler, à presidenta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia Rocha.

A lista é formada por pessoas ligadas às três esferas da administração que tiveram contas rejeitadas pelo TCU nos últimos oito anos, sem possibilidade de recurso. No entanto, o número de inelegíveis não é definitivo, e cada caso deve ser analisado pela Justiça Eleitoral de acordo com a legislação em vigor sobre o assunto, como a Lei da Ficha Limpa.

“Precisamos saber se é [caso de] improbidade, em que condições [as rejeições de contas] foram feitas, se não há nenhuma decisão judicial suspendendo algumas dessas decisões, se há algum pedido em algum tribunal de revisão, se há decisão com efeito suspensivo”, explicou Cármen Lúcia. O TSE irá encaminhar a lista para todos os tribunais eleitorais locais, que definirão se o candidato é ou não inelegível segundo esses critérios.

Para o presidente do TCU, o aumento de casos de contas rejeitadas “significa pouco” e é explicado pelo maior controle da administração pública. “Tivemos ampliação das nossas esferas de controle, então é natural que tenha um crescimento vegetativo de responsáveis com contas julgadas irregulares”, explicou Zymler.

RN tem 212 nomes

Do Rio Grande do Norte  aparecem 212 nomes na listagem do TCU, entre ex-prefeitos, ex-reitor da Universidade do Estado do RN (UERN), ex-secretário municipal etc.

Veja a lista:

ABEMOR FERNANDES JÚNIOR

ADALBERTO SOARES DE ARAÚJO AMORIM NETO

ADEMAR RODRIGUES DE ARAÚJO

ADILSON DE OLIVEIRA PEREIRA

AÉCIO FERNANDES DA COSTA

AFRÂNIO PEREIRA DE ARAÚJO

AÍLTON ARAÚJO

ALDEMIR ELIAS DE MORAIS

ALDO DA FONSECA TINOCO FILHO

ALMEIDA FERNANDES CARLOS

ALMIR DOS SANTOS SILVA

ALMIR MARTINS FREIRE

ALUÍSIO ELÓI RODRIGUES

ALUÍZIO VIANA DE MIRANDA

AMANDIO LUIS DE ALMEIDA TEIXEIRA

AMARILDO ELIAS DE MORAIS

AMARILDO MARTINS TAVARES

AMAURÍLIO JOSÉ FERREIRA TELES

ANA CRISTINA DE FIGUEIREDO FERNANDES

ANTÔNIA JÂNIA DO NASCIMENTO VIANA

ANTÔNIA ZILDILENE DA COSTA

ANTÔNIO ANCHIETA VARELA

ANTÔNIO CARLOS MARTINS NEWMAN

ANTÔNIO DANTAS NETO

ANTÔNIO EDMILSON DE ALBUQUERQUE

ANTÔNIO FAUSTINO DA COSTA

ANTONIO GENIVAL DE CARVALHO

ANTÔNIO MARTINS SOBRINHO

ARMANDO EMÍDIO DA CÂMARA

ÁUREA DE ALMEIDA ARANTES

BERNARDO CÉSAR CARLOS BELARMINO DE AMORIM

CARLOS EDUARDO MACHADO

CARLOS IVAN DA CÂMARA FERREIRA DE MELO

CLEMENCEAU ALVES

DOMINGOS XAVIER DE OLIVEIRA NETO

EDECLAITON BATISTA DA TRINDADE

EDGARD BORGES MONTENEGRO

EDGAR HORÁCIO DE MEDEIROS

EDIVAN SECUNDO LOPES

EDNARDO BENIGNO DE MOURA

EDUARDO BEZERRA FERNANDES

ELIZABETH LIMA DA SILVA

ENILDO ALVES

ETEVALDO CÂMARA LISBOA

EULÁLIA ALVES DA ROCHA

EUZIM ALVES DOS SANTOS

EVANDRO MARINHO DE PAIVA.

EXPEDITO DE OLIVEIRA DANTAS

FÁBIO MAGNO SABINO PINHO MARINHO

FLÁVIO JOSÉ DE OLIVEIRA SILVA

FLÁVIO MARTINS DOS SANTOS

FRANCISCA ROCHA SOARES

FRANCISCO BERNARDES BEZERRA NETO

FRANCISCO CARLOS LAGO PICADO

FRANCISCO DAS CHAGAS CRUZ

FRANCISCO DAS CHAGAS DE LIMA.

FRANCISCO DE ALMEIDA BRAGA

FRANCISCO DE ASSIS DE OLIVEIRA

FRANCISCO FERNANDES DO NASCIMENTO

FRANCISCO GILSON DE OLIVEIRA

FRANCISCO GOMES NETO.

FRANCISCO HENRIQUE BEZERRA DA FÉ

FRANCISCO HENRIQUE SOBRINHO

FRANCISCO HUDSON XAVIER CUNHA

FRANCISCO IRAMAR DE OLIVEIRA

FRANCISCO JUCIER FURTADO.

FRANCISCO LIMA RIBEIRO

FRANCISCO MARCELO CAVALCANTE DE QUEIROZ

FRANCISCO MARTINS CAVALCANTE

FRANCISCO MEDEIROS SOBRINHO

FRANCISCO NEUREMBERG FERNANDES

FRANCISCO NILTON PASCOAL DE FIGUEIREDO

FRANCISCO PEREIRA DO VALE

FRANCISCO RUBENS LOPES

GENIVAL MARQUES DE MACEDO

GERLÂNDIA DO NASCIMENTO DANTAS

GERMANO DE AZEVEDO TARGINO

GERSON GONÇALVES CHICOUREL

GIOVANNI SILVA WANDERLEY

GIOVANNU CESAR PINHEIRO E ALVES

GIVALDO SOUZA DE OLIVEIRA

HÉLIO PIGNATARO FILHO

HENRIQUE EUFRÁSIO DE SANTANA JÚNIOR

HERIBERTO RIBEIRO DE OLIVEIRA

HOSTÍLIO JOSÉ DE LARA MEDINA

IONAS CARVALHO DE ARAÚJO FILHO

IRENE FLORÊNCIA DE OLIVEIRA

IVONE DE FREITAS VIANA

JACÓ PEREIRA NUNES

JOÃO BATISTA DA SILVA

JOÃO BATISTA DE SANTANA

JOÃO DEHON DA SILVA

JOÃO EPAMINONDAS DE ARAÚJO NETO

JOÃO FÉLIX NETO

JOÃO LOURENÇO NETO

JOÃO MARIA DE GÓIS

JOÃO PEDRO FILHO

JOÃO RAIMUNDO SOBRINHO

JOÃO WEINE NOBRE CHAVES

JÔNATAS MARTINS BEZERRA.

JOSÉ ANTÔNIO DE MENEZES SOUSA

JOSÉ ARIMATEA DE MATOS

JOSÉ BATISTA DE LUCENA

JOSÉ BERNARDINO DA SILVA

JOSÉ BEZERRA MARINHO JÚNIOR

JOSÉ CARLOS DA COSTA

JOSÉ DE ARAÚJO DIAS

JOSÉ DE NICODEMO FERREIRA

JOSE EDILSON ALVES DE MENESES

JOSÉ ERISTOTES NETO

JOSÉ FARIAS DA COSTA

JOSÉ FERNANDES CARLOS

JOSÉ GENILSON OLIVEIRA DE SOUZA

JOSÉ GONZAGA DE QUEIROGA

JOSÉ JOVINO DE SOUZA

JOSÉ LUIZ DE ASSIS COUTO

JOSÉ MARIA DE MACÊDO MEDEIROS

JOSÉ OTÁVIO FREIRE DIÓGENES

JOSÉ RIBAMAR DE SOUZA

JOSÉ RIBAMAR LEITE

JOSÉ ROBENILSON FERREIRA

JOSÉ SALISMAR SENA

JOSÉ TEIXEIRA DE SOUZA JÚNIOR

JOSÉ WALTER DA FONSECA

JOSÉ WILSON DE SOUZA

JOSÉ WILTON XAVIER

JÚLIO CÉSAR DA SILVA

JURANDIR FREIRE MARINHO

KÁTIA TERESA MAIA CUNHA

KAYO TEMÍSTOCLES AQUINO LIRA

LAÉRCIO JOSÉ DE OLIVEIRA

LENIVALDO BRASIL FERNANDES

LEÔNIDAS FERREIRA DE PAULA

LIANE SOUSA DE ARAÚJO

LINDOBERTO FERREIRA DE MIRANDA

LUCIANO ARAÚJO LOPES

LUCIANO AUGUSTO DA CRUZ

LÚCIO ROBERTO DE MEDEIROS PEREIRA

LUFRAN MEDEIROS

LUIS CARLOS VIDAL BARBOSA

LUIZ CLÁUDIO LEAL CALDAS

LUIZ FERREIRA DOS SANTOS

MANOEL BARBOSA DE LUCENA

MANOEL DANTAS BARRETO FILHO

MANOEL JAMIR FERNANDES JÚNIOR

MANOEL JÚLIO DOS SANTOS

MANOEL LOPES FERREIRA JÚNIOR.

MANOEL LUIZ DO NASCIMENTO

MANOEL MARTINS

MANOEL PAULO CAVALCANTE

MARCELO JOSÉ PEDROSA PINHEIRO

MARCOS DAMON LEITE DE QUEIROGA

MARCUS WELBY MARTINS FERREIRA

MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS DANTAS

MARIA DA CONCEIÇÃO SOUSA

MARIA DAS GRAÇAS MIRANDA GONÇALVES

MARIA DE LORETO AMORIM LINO

MARIA DIONE DE SOUZA REINIGER

MARIA EDNA BEZERRA FURTADO

MARIA JOSÉ DE LUCENA

MARIA JOSÉ DE MACEDO SILVA

MARIA JOSÉ JÁCOME DA SILVA

MARIA JOSÉ SANTIAGO ARAÚJO

MARIA SALÉSIA FERNANDES

MARIA SÉDIMA DE LIMA

MARILENE RODRIGUES DOS SANTOS.

MILSON COSTA DA SILVA

MOACIR ALVES GUIMARÃES

NÚBIA MARIA DE LIMA DA COSTA

OLDAIR MANOEL DE LIMA PENA

PANTALEÃO ESTEVAM DE MEDEIROS

PAULO DE TARSO VERÍSSIMO

PAULO GEORGE PEIXOTO

PAULO GOMES JÚNIOR

PAULO SIDNEY GOMES SILVA

PEDRO ALMEIDA DUARTE

PEDRO FERREIRA DE MELO FILHO

PEDRO JOAQUIM DE ANDRADE

PEDRO VICENTE RODRIGUES

RAIMUNDO GURGEL JÚNIOR

RAIMUNDO MARCIANO DE FREITAS

RIACY LOPES LAMPRÉIA SILVA

RIBANA FIALA NASCIMENTO DE MEDEIROS

RICARD WAGNER SILVA FERREIRA

RISOLDO TORQUATO DE LIMA

RÔMULO DE MACÊDO VIEIRA

RONALDO DE OLIVEIRA TEIXEIRA

SAMUEL MONTEIRO DA CRUZ

SANDRA LÚCIA BARBOSA CAVALCANTI

SEBASTIÃO HESÍQUIO PESSOA FERNANDES

SEVERINO DANTAS DA SILVA

SIDRÔNIO FREIRE DA SILVA

SILVANO PINHEIRO DA CÂMARA

SILVESTRE MONTEIRO MARTINS

TARCÍSIO ARAÚJO DE MEDEIROS

TARGINO PEREIRA DA COSTA NETO

TEREZINHA DE JESUS SILVA VERÍSSIMO

THEREZINHA JESUS DA CAMARA MELLO

TUELIS DA SILVA MORAIS

TÚLIO ANTÔNIO DE PAIVA FAGUNDES

TUNEFIS DA SILVA MORAIS

VALDIR FERREIRA DE MIRANDA

VANDY ERNESTO DE ANDRADE

VITAL MARIA PINHEIRO VIEIRA

WALTER SOARES DE PAULA

WELLINGTON TAVARES

WILSON DANTAS SOBRINHO

WILSON ROBERTO DE OLIVEIRA

WILTON GOMES MACHADO

ZILENILDO MORAES DE MENEZES

ZILNÊ DA SILVA MAIA

ZULEIDE TRAJANO DA COSTA

Vereador prova do ‘veneno’ imposto a Carlos Eduardo

Por Dinarte Assunção (Nominuto.com

Após impor ao ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), através de seu relatório na Câmara Municipal de Natal, o caminho da via judicial para garantir sua candidatura a prefeito, o vereadora Enildo Alves (DEM) terá que fazer o mesmo.

Ele está na lista do Tribunal de Contas da União (TCU) entre os gestores que tiveram contas desaprovadas. Enildo, no caso, teve sua contabilidade pública reprovada no período em que foi secretário de Saúde de Natal.

Agora, pela lei da Ficha Limpa, se quiser ser candidato, ele terá de obter na Justiça uma decisão que suspenda ou anule a decisão do TCU para disputar a eleição.

Nota do Blog – Quem com ferro fere…

TCE prepara apresentação de lista com ‘fichas sujas’

Ainda este mês, provavelmente no dia 16 ou um pouco depois, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) deverá apresentar seu listão de políticos e agentes públicos com pendências que inibem formalização de candidaturas eletivas.

A relação promete ser numerosa e encerrar o sonho de muita gente que anda se saracoteando, rumo às eleições de outubro deste ano.

Também é muito aguardado igual relatório do Tribunal de Contas da União (TCU).

Enfim, um amontoado de gente elencada como ‘ficha suja’.

Pente-fino legal ameaça vários projetos políticos

A Lei da Ficha Limpa, a exigência de prestação de contas de campanhas em dia e a listagem de punidos por Tribunal de Contas do Estado (TCE) e da União (TCU) estão tirando o sono de muitos políticos.

O pente-fino legal inabilita uma série de pré-candidatos a vereador e prefeito país afora.

No Rio Grande do Norte, o quadro não é diferente.

Certos projetos políticos podem sofrer mudanças drásticas.

Depois volto ao tema.

Listas do TCE e do TCU preocupam políticos

Além do julgamento da Lei do Ficha Limpa no Supremo Tribunal Federal (STF) – veja postagem mais abaixo – é bom termos atenção com o que vem por aí de dois órgãos técnicos.

Refiro-me ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Tribunal de Contas da União (TCU).

Os dois deverão apresentar lista de políticos (gestores públicos que possuem ou possuíram cargos eletivos ou não) e foram condenados por irregularidades.

As listas do TCE e do TCU podem determinar o fim do sonho de candidatura de muito figurão.

Henrique defende Elias e critica ‘condenação’ de aliado

Através do seu endereço na rede de microblogs Twitter, o deputado federal Henrique Alves (PMDB) pronunciou-se agora há pouco sobre a iminente saída do seu pupilo – ex-deputado estadual Elias Fernandes (PMDB) – do comando do Dnocs.

Eis o seu depoimento, em que diz não existir excessos na transferência de recursos ao estado e questiona o que seria uma condenação” antecipada do ex-parlamentar:

– Aos que corretamente me perguntam sobre DNOCS esclareço com tranqüilidade. CGU, órgão sério que respeito, fez relatório com questionamentos administrativos ao DNOCS.

– Ano passado o DNOCS, cumprindo seu dever, respondeu. Melhor, esclareceu todos os itens. DNOCS esclareceu todos itens levantados. Um por um. Inclusive com correta colaboração do Ministério do Planejamento na explicação de um deles.

– E este envolvia questionamento sobre 120 milhões de pagamentos de pessoal, etc. Planejamento eximiu DNOCS de qualquer responsabilidade! Demais questões foram analisadas e esclarecidas pelo DNOCS, ratificadas em documento pelo Mininistro Fernando Bezerra.

– Documento assim foi enviado à Controladoria Geral da União-CGU. E recentemente por pedido do DNOCS, relatório e resposta enviados ao Tribunal de Contas da União-TCU.

– Nem CGU nem DNOCS-Ministério da Integração são donos da verdade. Órgão autorizado para dirimir conflitos e decidir correção é o TCU. O que o DNOCS e Ministério querem é o direito ao contraditório. Pratica essencial do regime democrático.

– E do nosso Governo.

– Um dado, por exemplo: será que é “privilegio do RN” receber 12 milhões para 37 cidades de um total de 243 milhões da Defesa Civil? 12 Estados tiveram. O RN teve 5 por cento do valor total! Numa luta danada ao lado dos prefeitos.

– Foi “concentração de recursos” para o RN? A CGU diz que sim. Porque viram número de convênios – 37 – e assim julgaram. 37 porque divididos em 37 cidades, média de 400 mil cada! Privilegio?

– É esse julgamento sereno e rigoroso do TCU que queremos. Aceitamos qualquer decisãoo final. É pedir o absurdo?

– Outro exemplo: “má aplicação e desvios em obra de 160 milhões, barragem Congonhas-MG. Vejam. Essa obra foi licitada em 2001 !!!! Cuidado: não é 2011 não ! É 2001 mesmo. Por nãoo licenciamento ambiental obra nem começou!! Nunca foi dada ordem de serviço e DNOCS, gestão Elias com apoio Ministro, anulou edital!!  Não existe simplesmente!! TCU dirá o quê? Não sei!

– Um resumo de questionamentos diversos que queremos esclarecer. Apenas isso. E não um pré-julgamento assim.

– Só esses três casos: pessoal, convênios RN e barragem totalizam 292 milhões denunciados. Assim, não posso concordar.

– Com respeito aos que me pediam explicações, dou essa palavra inicial. Aguardo sereno o julgamento do TCU sobre atuação do DNOCS. Apenas isso .