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Senador visita obras de três hospitais e promete mais recursos

Styvenson Valentim em Mossoró em obras do HRTM, Hospital da Criança e Hospital da Liga de Mossoró (Fotos de Pedro Cézar/Edição do BCS)
Styvenson Valentim em Mossoró em obras do HRTM, Hospital Infantil e Hospital da Liga de Mossoró (Fotos de Pedro Cézar/Edição do BCS)

O senador e pré-candidato à reeleição, Styvenson Valentim (PSDB), esteve nessa sexta-feira (21) em Mossoró com foco absoluto na saúde. Fez visitas a obras que contam com recursos destinados por seu mandato e conversou com representantes de instituições que recebem esses benefícios.

Hospital da Liga de Mossoró

Na construção do Liga de Mossoró de Estudos e Combate ao Câncer (local do antigo Hospital Duarte Filho), Styvenson Valentin comentou com Dr. Cure Medeiros sobre aprovação do Orçamento Geral da União (OGU) nesse dia 19 e que vai enviar o valor máximo permitido pelo teto para as obras, que estão em fase de fundação, não pararem. Em 2024, ele enviou 8 milhões através do Fundo Municipal para iniciar as obras e fala que vai enviar até 15 milhões este ano para as obras terem continuidade.

O custo desta primeira fase do hospital da oncologia é algo em torno de R$ 80 milhões.

Hospital Regional Tarcísio Maia

No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), a coordenadora hospitalar Saudade Azevedo entregou a prestação de contas do que foi comprado em equipamentos com a emenda destinada pelo senador Styvenson Valentim, que trouxe sua equipe do gabinete para conferir a documentação com notas fiscais e fotos. Por telefone, o secretário de Estado da Saúde Pública, Alexandre Motta, afirmou que estava previsto comprar 400 equipamentos e foram comprados mais de 800 e ainda restam cerca de 1,2 milhão para aquisição de outros, para os setores que serão reformados.

Sobre a reforma e ampliação do HRTM, o senador afirmou que ficou muito animado com o distrato da empresa que não teve condições de fazer a obra e com a efetivação do contrato da empresa WSC, de Mossoró, que tem condições de fazer a obra dentro do prazo previsto.

Ainda no HRTM, o senador comentou que existe um terreno amplo, que é possível construir um prédio novo, vertical, para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Pediu para amadurecer a ideia, pois, particularmente, não gosta de reformar e sim, construir novo já dentro das normas sanitárias, para atender bem a população de quase 1 milhão de habitantes de 64 municípios da região Oeste do Estado do Rio Grande do Norte.

Hospital Infantil de Mossoró

Na Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), o senador Styvenson conversou com a diretora-geral Larizza Queiroz sobre a construção e custeio do Hospital Infantil de Mossoró. Empreendimento começa a ser erguido por trás do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), também sob gestão da Apamim, em frente à Praça da Criança, da Avenida Rio Branco. Investimento total de R$ 15 milhões.

Ao discursar, Styvenson disse que os recursos (11 milhões) já estão em conta da Apamim. Afirmou que vai destinar mais 4 milhões para comprar os equipamentos, ainda no orçamento de 2025.

Falou que pretende construir oito hospitais para fortalecer os serviços de saúde SUS no Rio Grande do Norte. O primeiro já está pronto e funcionando em Currais Novos, atendendo o Seridó e o Trairi. Está em fase de conclusão o Hospital Infantil Oncológico, no Alecrim, em Natal, e trabalha para construir um hospital também em Parnamirim e em outras cidades, além dos dois que já estão em obras em Mossoró-RN.

“Recursos não vão faltar”, assegurou o senador, exigindo, para tanto, tão somente a prestação de contas, transparência dos recursos aplicados.

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Médicos do Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia voltam ao trabalho

HMAC realiza cerca de 20 partos diariamente (Foto: Arquivo)
HMAC ficou alguns dias apenas com dois obstetras pagos pela Prefeitura de Mossoró (Foto: Arquivo)

Do Blog Saulo Vale

Profissionais ligados ao Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia (NGO) retomaram, neste fim de semana, os atendimentos no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC).

A categoria paralisou, no dia 25 de novembro, os trabalhos como forma de protesto por conta de repasses em atraso por parte do Governo do Estado.

Durante cinco dias, somente dois obstetras, que tinham contrato com a Prefeitura de Mossoró, realizaram os atendimentos. Os demais, que dependiam dos repasses da Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN) paralisaram os atendimentos até o pagamento.

Confira a nota da Sesap.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP) informa que, após negociações, foi firmado um acordo com a Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (Apamim) e as Cooperativas para a suspensão da paralisação dos obstetras, garantindo a continuidade dos serviços de saúde à população.

É importante ressaltar que a Sesap regulariza a situação de atendimento da Apamim e garante o atendimento regular da assistência materno infantil na região Oeste como vem fazendo há 10 anos. Além disso, o Hospital da Mulher segue em avanços para abertura plena que ocorrerá em até julho de 2025

A Sesap reafirma seu compromisso com a mediação e resolução de conflitos em prol da garantia da assistência à saúde da população do Rio Grande do Norte.

Mossoró, 30 de Novembro de 2024.

Vereadores visitam e defendem hospital afetado por atraso salarial

Comissão ouviu exposição de médico e dirigente do HMAC (Foto: divulgação)
Comissão ouviu exposição de médico e dirigente do HMAC (Foto: divulgação)

Uma comissão de vereadores de Mossoró visitou o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), na manhã de hoje (26), após a sessão da Câmara Municipal. Preocupados com a paralisação de obstetras na unidade, os parlamentares abordaram a situação no plenário e, na sequência, foram à maternidade verificar de perto a situação, atendendo sugestão do líder do Governo no Legislativo, vereador Genilson Alves (União Brasil).

Além de Genilson Alves, participaram da visita à maternidade os vereadores Ozaniel Mesquita (União Brasil), Marckuty da Maisa (União Brasil), Tony Cabelos (União Brasil), Ricardo de Dodoca (União Brasil), Wiginis do Gás (União Brasil), Lucas das Malhas (União Brasil), e os vereadores eleitos Wladimir (PSD) e Jailson Nogueira (PL).

Eles se reuniram com os diretores Manoel Nobre e Larizza Queiroz e discutiram o cenário da obstetrícia em Mossoró, ouvindo dificuldades e propondo soluções para o serviço. Os parlamentares cobraram que o Governo do Estado assegure às mulheres de Mossoró o direito de dar à luz na cidade pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Alternativas

Entre as alternativas propostas, está o aproveitamento de profissionais médicos do Hospital da Mulher Maria Correia, enquanto não se resolvem gargalos desse hospital e o atraso de pagamento aos obstetras vinculados à Associação de Proteção à Infância e à Maternidade de Mossoró (APAMIM), mantenedora da instituição de saúde.

Genilson Alves considerou positiva a visita. “A Câmara Municipal de Mossoró está atenta e vigilante ao problema da obstetrícia em Mossoró”, assegurou o vereador, ao elogiar a iniciativa do prefeito Allyson Bezerra de garantir o atendimento na Apamim, através de dois médicos obstetras. Ozaniel Mesquita complementou: “Vamos continuar  acompanhando e cobrando para que o atendimento seja assegurado”.

Obstetras vão parar serviços; não recebem há 7 meses

HMAC realiza cerca de 20 partos diariamente (Foto: Arquivo)
HMAC realiza cerca de 20 partos diariamente (Foto: Arquivo)

Médicos  obstetras que atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, vão paralisar atividades a partir de segunda-feira (25). O Governo do Estado deve sete meses contínuos de remuneração aos profissionai

No HMAC, além de outros serviços, são realizados cerca de 20 partos por dia.

Em julho, a categoria se reuniu com a secretária de Estado da Saúde Pública do RN (SESAP/RN), Lyane Ramalho, o Conselho Regional de Medicina (CRM) e o Ministério Público do RN (MPRN). Ficou acordado que o MPRN iria propor um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o Estado pagar aos profissionais.

Até agora, o governo Fátima Bezerra (PT) esquiva-se de entendimento e da cobertura financeira.

Nessa quinta-feira (21), a diretora da Almeida Castro, Larizza Queiroz, foi comunicada que logo amanhã, sexta-feira (22), haveria suspensão dos trabalhos. Porém, ela conseguiu prazo para comunicar o fato ao juiz Magno Kleiber Maia, da Justiça do Trabalho, interventor do hospital.

Nesse ínterim, o corre-corre é para tentar que o Governo do RN cumpra minimamente seus deveres. Débitos com médicos que servem ao HMAC chegam a cerca de R$ 4,5 milhões.

Bebê nasce em Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Mossoró

"Aurora" foi uma surpresa para todos, inclusive à própria mãe (Foto: cedida)
“Aurora” foi uma surpresa para todos, inclusive à própria mãe (Foto: cedida)

Notícia do G1 RN, assinada pela jornalista Iara Nóbrega: uma criança nasceu na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do São Manoel em Mossoró, nesse domingo (27). Segundo o médico plantonista que atendeu à mulher, Marcelo Duarte, a paciente não mencionou gravidez no momento em que deu entrada na unidade, “nem apresentava barriga pra gente pensar nisso”, disse.

A atendente de telemarketing Milda Allany Pinheiro, de 21 anos, procurou a UPA relatando estar com dores nas costas e quando tentava urinar. Não sabia que estava grávida e entrou em trabalho de parto ao se preparar – no banheiro da UPA – para recolher material à exame laboratorial. O nascimento começou lá mesmo.

Quem chegou ao mundo foi “Aurora.” Saudável. É a primeira filha de Milda.

A bebê nasceu com 3,08 kg e medindo 46 cm. Após o nascimento na UPA, mãe e filha foram transferidas para o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) e passam bem. Segundo a equipe, a médica que atendeu a bebê estimou que ela já tivesse mais de 41 semanas de gestação.

Nota do Blog – Parabéns a Marcelo Duarte, à técnica de enfermagem Ana Brasil e aos demais profissionais de apoio pelo êxito em situação tão inesperada.

O paradoxo dessa história é que em Mossoró existe o Hospital da Mulher Maria Correia, da estrutura de saúde do  Governo do Estado, onde até hoje não nasceu qualquer criança. Até em UPA brota bebê. Por lá, não. Nenhum.

Foi inaugurado em 29 de dezembro de 2022, com investimento de mais de R$ 134 milhões. Portanto, há quase dois anos.

Seja bem-vinda, Aurora. Que a sua vida seja uma luz à mãinha e demais familiares.

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Justiça do Trabalho renova intervenção na antiga Apamim

HMAC tem atrasos que terceirizada não consegue sanar (Foto: arquivo)
HMAC seguirá com administração excepcional longe de uma solução final (Foto: arquivo)

Do portal Rádio Difusora de Mossoró

O juiz Magno Kleiber Maia, da 2ª Vara do Trabalho de Mossoró, renovou o decreto interventivo da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), após a revogação anterior pela 8ª Vara Federal do Rio Grande do Norte (veja AQUI).

O Ministério Público do Trabalho solicitou a manutenção da intervenção devido a notícias sobre a ausência de direção constituída na Apamim.

Em sua decisão, o juiz afirmou: “Pois bem, conforme teor da decisão de id. d268442, ciente da revogação, pelo Juízo da 8ª Vara Federal, do decreto de intervenção judicial da APAMIM, bem como tomando conhecimento, por canais de notícias, sites e perfis jornalísticos da existência de atos relacionados a uma possível transferência da administração da Apamim ou à ausência de constituição legal da diretoria da referida entidade, este juízo renovou a intervenção judicial decretada neste feito, nos mesmos termos da sentença de id. 34f9487, proferida em 30/12/2015.”

A intervenção será por no mínimo cinco anos, sem estipulação de prazo máximo.

O juiz reafirmou a continuidade da junta interventora previamente designada para assegurar que os serviços vitais prestados pela Apamim  não sejam interrompidos, protegendo assim os interesses de funcionários, pacientes e da comunidade.

Nota do Blog Carlos Santos – A decisão da Justiça Federal, através do juiz João Batista Martins Prata Braga da 8ª Vara da Justiça Federal, deixou uma série de interrogações e vácuos, quanto as atividades da antiga Apamim, através do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Estado, Ministério Público e entidades médicas chegaram a discutir ações emergenciais (veja AQUI e AQUI) para continuidade de serviços, pagamento de compromissos e gestão.

A nova intervenção dá segurança jurídica, mas paralelamente endossa uma anomalia: o que seria emergencial e excepcional ficará por pelo menos 15 anos como regime legal de administração. Podendo ser esticado para até mais ou bem mais. Surreal.

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Seja bem-vindo, Davi!

Davi sendo recebido por Lawrence e Fátima (Foto: redes sociais)
Davi sendo recebido por Lawrence e Fátima (Foto: redes sociais)

Nasceu às 9h42 desta quinta-feira (18), no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, o segundo filho do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim, com a farmacêutica-bioquímica Fátima Tereza.

O nome dele é Davi.

Chega com saúde e em paz.

Amém!

Seja bem-vindo, Davi.

Muita luz à toda família.

Com 2024, também chega Maria Liz no Almeida Castro

Do Mossoró Hoje

Maria Liz e sua mãe: a boa nova em 2024 (Foto: Reprodução)
Maria Liz e sua mãe: a boa nova em 2024 (Foto: Reprodução)

O primeiro bebê nascido no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró-RN, neste ano de 2024, é de pais originários do município de Messias Targino-RN, região Oeste do RN.

Maria Liz nasceu às 8h10 desta segunda-feira, dia 1º de janeiro de 2024, pesando 4.040kg e medindo 50cm, com muita saúde, para a felicidade dos pais Hévila Stefany Silva dos Santos e José Maria Alves da Silva.

Liz é o segundo bebê que chega para tornar mais feliz a casa de Hévila e José Maria.

Imagens e informações autorizadas.

Em nome de @patriciaoliveira27silva e @psikellyreginaas , agradecemos a toda equipe de acolhimento, atendimento e parto do Hospital @maternidadealmeidacastro_ , pela forma atenciosa que atendeu à nossa reportagem.

Nota do BCS – Seja bem-vinda, moça. Muita saúde e paz. Parabéns a Hévila e José Maria por essa benção.

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Carnaubais perde Aluízio Lacerda

Aluízio Lacerda estava internado desde sexta-feira em Mossoró (Foto: Blog Toni Martins)
Aluízio Lacerda estava internado desde sexta-feira em Mossoró (Foto: Blog Toni Martins)

Quem noticia é o Blog Toni Martins: “Carnaubais perde Aluízio Lacerda”.

Com profundo pesar comunicamos o falecimento do professor carnaubaense Aluízio Dias de Lacerda.

Perdemos um grande conterrâneo.

Deus, Pai Eterno e Misericordioso, console os corações de familiares e amigos.

Particularmente, estou sem palavras diante essa notícia confirmada agora há pouco por seu filho Adílio.

Ele estava internado desde sexta-feira (13) no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, com problemas renais sérios.

Nota do BCS – Minha solidariedade a todos os seus familiares. Conhecia o comunicador e professor Aluízio Lacerda.

Bonachão, leve, de muitos amigos e ótima prosa, faria 73 anos no próximo dia 17, terça-feira.

Que descanse em paz.

*Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram divulgadas.

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Pediatras retornam ao trabalho, mas avisam que podem parar de novo

Números de atendimentos no HMAC impressionam e mostram dimensão de seus serviços (Foto: cedida)
Atendimentos no HMAC voltam à plenitude, nos serviços que cabem à Neo Clínica SS (Foto: Arquivo)

A Neo Clínica SS, sociedade de pediatras com atuação em Mossoró, recebeu pagamento parcial de contrato com o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC). Assim, os seus integrantes resolveram retornar ao trabalho. Mas, “se a situação persistir em 2 semanas, o prazo de atraso ultrapassará 60 dias, o que pode gerar o mesmo problema,” alerta.

Os serviços de UTI Neonatal, UCINco e salas de parto estão em pleno atendimento. Houve crédito referente ao mês de maio na sexta-feira (15). A conta ‘pendurada’ agora é a partir de junho.

Estavam paralisados desde quarta-feira (13) passada – veja AQUI, em face de dívidas que também afetam outras especialidades médicas. Conta do Governo do Estado (veja AQUI) chegou a ser bloqueada, por ser devedor da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), entidade gestora do HMAC.

Em Nota, a Neo Clínica SS detalha a situação, admitindo nova paralisação se não houver atualização do pagamento:

Comunicamos que, embora não tenhamos obtido nenhuma resposta formal sobre possíveis soluções para a regularização dos pagamentos atrasados, da Apamim, na sexta-feira ela quitou a produção médica mais antiga (maio, com 74 dias de atraso). Com isso, o prazo máximo de atraso reduziu-se para 48 dias (junho). Diante desse fato, não poderíamos continuar com a paralisação, pois estaríamos descumprindo o contrato assim como eles fizeram. Portanto, os pediatras retomaram as atividades na sexta-feira. No entanto, entendemos que se a situação persistir em 2 semanas o prazo de atraso ultrapassará 60 dias, o que pode gerar o mesmo problema.

Leia também: O verdadeiro Hospital da Mulher de Mossoró e região.

A Apamim/HMAC está sob intervenção federal desde setembro de 2014.

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Médicos pediatras cobram pagamento de vários meses em atraso

HMAC é onde a Neo Clínica SS atua com pediatras (Foto: divulgação)
HMAC é onde a Neo Clínica SS atua com pediatras (Foto: divulgação)

Os médicos da Neo Clínica SS lançaram nota pública, devido ao atraso de pagamentos de plantões e de visitas médicas realizados desde maio de 2023 em Mossoró. Eles dão ultimato de 48 horas para solução do problema, ou vão interromper os serviços, em caso de permanência do descumprimento contratual.

A Associação de Assistência e Proteção a Infância de Mossoró (APAMIM), administradora do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), onde a Neo Clínica SS atua, é a responsável por realizar os pagamentos para os médicos pediatras – informam. A APAMIM foi nomeada judicialmente para receber verbas do SUS de origem da União, do Estado e do Município e realizar os pagamentos dos médicos, mas os profissionais convivem com constantes atrasos – acrescentam.

Atualmente, a Neo Clínica SS ealiza serviços em Mossoró nos setores de UTI Neonatal, salas de parto e Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal Convencional (UCINCo).

Veja Nota Pública abaixo:

Nota Pública

A NEO CLÍNICA SS, sociedade de Pediatras que presta serviços na Maternidade Almeida Castro, vem a público manifestar sua indignação com os constantes atrasos nos pagamentos realizados pela junta de intervenção judicial que administra a APAMIM.

Hoje, os profissionais que atuam nas áreas de UTI Neonatal, Salas de parto, UCINCo e visitas médicas estão há 70 dias sem receber por plantões e visitas médicas executados de forma ininterruptas, referentes ao período de 01/05/2023 a 31/07/2023. Essa situação é inaceitável e caracteriza descumprimento contratual, ocasião em que os Pediatras se programam para suspender as atividades em até 48 horas.

O descumprimento contratual por parte da APAMIM e a falta de sensibilidade dos entes públicos responsáveis pelo custeio do serviço essencial de saúde prejudicará a qualidade do atendimento aos recém-nascidos de Mossoró e região. A NEO CLÍNICA SS exige o cumprimento do contrato firmado e o respeito aos direitos dos médicos que dedicam suas vidas à saúde materno-infantil.

O outro lado

A Prefeitura Municipal de Mossoró manifesta-se sobre a Nota Pública da Neo Clínica SS, apontando seu papel e compromissos nessa relação com a Apamim/HMAC, não apenas quanto aos autores da nota, como no tocante a outras empresas/cooperativas médicas:

Nota

A Prefeitura Municipal de Mossoró, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, esclarece que não procede que o Município tem pendências com as cooperativas de médicos que atuam na Associação de Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

Importante destacar ainda que, de acordo com a decisão judicial da intervenção federal, a Prefeitura de Mossoró não é responsável pelos repasses para pagamento das cooperativas de médicos que atuam na Apamim. Essa responsabilidade é atribuída ao Governo do Estado.

Segue trecho da sentença:

“d) HOMOLOGAR o Convênio de nº 01/2019 (id. 7984116) para todos os fins, inclusive o de desonerar o Município de Mossoró em relação aos profissionais médicos (ginecologistas, anestesistas e pediatras – em salas de parto e UTI-Neo);

g) DETERMINAR que o custeio das cooperativas NEOCLÍNICA, CAM, SAMA E NGO e COOPERFISIO, bem como o fornecimento de oxigênio, continue sendo realizado pelo Estado do Rio Grande do Norte, enquanto perdurar a exclusividade da APAMIM na região para a prestação dos serviços de assistência materno-infantil, ou até que o Estado do RN e a APAMIM celebrem Convênio acerca deste objeto;”

Mossoró-RN, 12 de setembro de 2023
Secretaria Municipal de Saúde
Secretaria Municipal de Comunicação Social

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Almeida Castro tem intervenção esticada; vai passar de 10 anos

A Justiça Federal acatou na sexta-feira (16) um pedido do Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN) para prorrogação da intervenção judicial do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró.

São mais dois anos sob intervenção.

Almeida Castro fará apenas esse mês o total de 60 cirurgias (Foto: Célio Duarte)
Almeida Castro fará apenas esse mês o total de 60 cirurgias (Foto: Célio Duarte)

A determinação judicial também conta com o sequestro de valores das contas da Prefeitura de Mossoró e do Governo do Estado para quitação de serviços prestados pela unidade nos últimos três meses.

O Hospital Maternidade realiza em média 700 partos por mês. Desde o início da intervenção até setembro deste ano, o número de partos realizados ultrapassa 51.000. Só este ano foram 5.309 partos até setembro.

A unidade hospitalar está sob administração de interventores, nomeados pela Justiça Federal, em decisão judicial tomada a pedido do Cremern, desde o dia 27 de setembro de 2014.

Nota do Canal BCS – Antes, o HMAC teve gestão catastrófica da Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), extinta em 2020 por decisão judicial.

Porém, essa intervenção judicial sem fim, não é o melhor dos mundos. Seria encerrada dia 5 de janeiro próximo (veja AQUI), mas agora vai até dezembro de 2024, ou seja, mais de dez anos contínuos.

A intervenção é, por sua natureza, algo excepcional. A excepcionalidade, agora, é a própria, digna do livro dos recordes.

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Destino da Apamim é preocupação com abertura do Hospital da Mulher

O vereador professor Francisco Carlos (Avante), em pronunciamento na sessão ordinária de desta terça-feira (20), da Câmara Municipal de Mossoró, destacou a conclusão das obras do Hospital da Mulher Parteira Maria Correia, que em breve deve ser inaugurado pelo Governo do Estado em Mossoró. O vereador questionou qual será o destino da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM).

A instituição, através do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), atende à demanda que será absorvida pelo Hospital da Mulher. Ele sugeriu que ocorram debates para decidir o destino da unidade.

Números da "parceria" entre Estado e Prefeitura impressionam e revelam pouco caso com saúde (Foto: HMAC)
Apamim impressionam e revelam pouco caso com saúde (Foto: HMAC/Arquivo)

“Então sugiro que façamos debates com os órgãos responsáveis para sugerir outro uso para a unidade. Uma sugestão é direcionar o atendimento do Apamim para outra área. Quem sabe, um hospital municipal”, afirmou Francisco Carlos.

O vereador adiantou que pretende provocar o Ministério Público, a Justiça Federal, que hoje está responsável pela administração do Apamim, e a Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Mossoró, para discussão do caso.

“Será uma oportunidade de discutir como modificar ou se há a necessidade de modificar o perfil atendido pelo Complexo do Apamim, para que ele continue funcionando”, concluiu.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Muito oportuna a posição do vereador. Temos a mesma visão. O complexo Apamim pode ser um Hospital Municipal, ter núcleo de traumas. Não pode é ficar à eternidade sob intervenção (que se alonga demais) para voltar ao que foi no passado. Vamos debater isso logo, urgente.

A Apamim está sob intervenção desde 2014, ou seja, oito anos.

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Corregedor federal conhece realidade do Almeida Castro

Durante o trabalho de correição na Subseção da Justiça Federal em Mossoró, o corregedor do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), desembargador Federal Élio Siqueira, visitou as instalações do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), nesta quinta-feira (26). A unidade passou por uma grande transformação após a intervenção feita pela Justiça Federal em 2014.

Juiz e corregedor estiveram em hospital nesta quinta-feira (Foto: Justiça Federal)
Juiz e corregedor estiveram em hospital nesta quinta-feira (Foto: Justiça Federal)

O desembargador e o juiz federal responsável pela intervenção, Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara da Justiça Federal, inspecionaram e  escutaram relatos sobre a mudança expressiva em serviços e estrutura da instituição, que antes era controlada por um grupo político local, o sistema Rosado.

O processo que culminou com a sentença judicial com desconstituição da entidade mantenedora, foi iniciado pelo Conselho Regional de Medicina do Rio Grande do Norte (CREMERN). Foi a partir dessa medida que a unidade hospitalar começou a viver uma nova realidade. Foi realizada uma ampla reforma física e a melhoria dos serviços de assistência materno-infantil é enaltecida pela sociedade.

Realidade

Na sentença do juiz Orlan Donato, ele lembrou que “o cenário fruto da ação foi arquitetado por uma administração desastrosa ao longo de anos, sendo que a situação caótica chegou ao ápice em abril de 2014, quando foi fechada uma das duas salas cirúrgicas pela clínica de anestesiologistas, por absoluta falta de condições de funcionamento, ante a ausência dos instrumentos necessários e imprescindíveis para a prática segura de tal especialidade, juntamente com isto a falta de medicamentos e materiais se tornou rotina, o que culminava suspendendo os procedimentos médicos à época. O atendimento ao público, quando chegava a ser realizado, era de forma extremamente precária e com a constante falta de medicamentos” .

Ele observou que a entidade apresentava dívidas de R$ 1,5 milhão em trabalhistas, R$ 2,2 milhões para fornecedores e outros R$ 9,2 milhões de tributárias e encargos.

Nota do Canal BCS – Blog Carlos Santos – Indiscutível os avanços, mas é discutível que uma intervenção dure tanto tempo. São quase oito anos. A mudança de chave passa da hora.

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Apamim emite nota sobre polêmica de prefeito em hospital

Em Nota de Esclarecimento datada dessa terça-feira (12), a Associação de Assistência e Proteção à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) reporta-se ao episódio de aparição em vídeo do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade), nas dependências do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), gerido por ela. O fato ocorreu último dia 8. Leia abaixo:Hospital Almeida Castro

Nota de Esclarecimento

A APAMIM vem a público promover esclarecimentos quanto aos fatos relacionados a aparição em vídeo do Excelentíssimo Senhor Prefeito de Mossoró, Allysson Bezerra, junto as dependências de Hospital gerido por esta associação, fato este ocorrido no dia 08/10/2021.

Oportunamente, a APAMIM esclarece que a presença da autoridade máxima do Município de Mossoró em suas dependências se deu em decorrência de atos de fiscalização da retomada de serviços de cirurgias eletivas promovidos em Hospital gerido pela APAMIM.

A presença do Senhor Prefeito fora motivada pela inspeção da gestão local SUS as instalações e serviços do Hospital, estando acompanhado da autoridade máxima da gestão municipal de saúde, a secretária da respectiva pasta.

A APAMIM sempre pauta suas atividades em atos de gestão que zelam pela impossibilidade da exposição da identidade da paciente e manutenção da ordem do ambiente.

Na ocasião do fato destacado, percebe-se que todos os fatores supracitados pela APAMIM foram respeitados, inexistindo a exposição indevida do paciente, bem como existindo o respeito ao direito e dever de uma autoridade pública em promover o acompanhamento e fiscalização de serviços públicos prestados, sem que houvesse a violação de direitos e preceitos legais vigentes.

No mais, informa-se que o paciente em questão fora devidamente assistido pelo estabelecimento hospitalar, tendo êxito no tratamento cirúrgico e recebido alta em sua sequencia, inexistindo qualquer formalização de reclamação ou queixa de dito paciente.

Estas são as considerações a serem postas.

Atenciosamente, Direção APAMIM.

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Sobre cirurgias, dignidade humana e deslize de um governante

Destaca-se nas últimas horas em Mossoró, uma polêmica sobre a presença física do prefeito mossoroense Allyson Bezerra (Solidariedade) em sala cirúrgica, na manhã dessa sexta-feira (8), marcando início de um ciclo de centenas de cirurgias eletivas ginecológicas em mulheres carentes. O convênio entre Prefeitura de Mossoró e Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) permitirá esse trabalho aguardado com muita ansiedade.

Prefeito desencadeou ontem um convênio que vai permitir quase 800 cirurgias em mulheres em Mossoró (Foto: reprodução)
Prefeito desencadeou ontem um convênio que vai permitir quase 800 cirurgias em mulheres em Mossoró (Foto: reprodução)

Em minha ótica, o jovem prefeito (29 anos) foi imprevidente – pelas mais variadas razões –  ao ficar no local, poucos minutos que fossem. Seu entusiasmo pela realização de tão importante trabalho de saúde pública é compreensível, até porque fez parte de suas promessas de campanha, mas jamais deveria ter saído dos limites da razoabilidade. Razoável não foi, que se diga.

Ao mesmo tempo, não entendo como a direção hospitalar permitiu o acesso, apesar de se tratar da maior autoridade do município e subscritor do convênio. Com certeza, se fosse eu ou você que me lê, não ocorreria igual franquia. Não passaríamos da recepção.

A grande notícia do dia já bastava à boa propagação de imagem: são quase 800 cirurgias ginecológicas que serão feitas; 60 só esse mês (veja AQUI). Tem mulher na fila de espera por uma cirurgia há mais de 4 anos. Sofrimento torturante que passou “desconhecido” por muita gente, inclusive escamoteado por quem poderia ter agido e não o fez, vendo agora oportunidade à satanização do prefeito por esse episódio insólito.

A oposição de hoje (governista num passado recente) está certa em criticar. É seu papel, é seu dever e faz-se necessária sua existência. Bem mais meritório do que produzir fake news e fabricar páginas anônimas para achincalhes e agressões baixas contra o governante, familiares e aliados.

Houve deslize do prefeito. Isso é fato.

Sob a ótica da estratégia política, também é compreensível que alguns tentem desviar a discussão sobre o mais relevante desse enredo: o resgate da dignidade humana, com a esperança de restabelecimento de saúde a tantas mulheres filhas da pobreza. Quando puderam, não o fizeram, mesmo com meios para esse fim.

Espero que zerem de verdade a fila de cirurgias. Milhares de mossoroenses estão aguardando sua vez, de procedimentos ortopédicos a oftalmológicos. Chega de maus-tratos a essa gente que precisa ser cuidada com zelo e respeito.

Vamos ratificar: não se justifica que tenhamos mulher precisando de cirurgia há mais de quatro anos e só agora seja possível tratá-la com decência.

Repito: o prefeito foi descuidado e açodado. Critique-se.

Porém, du-vi-do que a paciente em questão esteja indignada com o episódio. Procurem-na e justifiquem o porquê de só agora, após tanto tempo, ela ter o direito à cirurgia que deverá devolver sua saúde. Vocês verão o que realmente lhe causará ira.

É isso.

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Prefeitura começa cirurgias ginecológicas em quase 800 pacientes

A partir de convênio entre a Prefeitura Municipal de Mossoró e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), nessa sexta-feira (8) ocorre retomada de cirurgias eletivas ginecológicas no município. O serviço que estava paralisado ocasionou uma fila de espera que se aproxima de 800 mulheres que vão passar por procedimentos cirúrgicos.

Almeida Castro fará apenas esse mês o total de 60 cirurgias (Foto: Célio Duarte)
Almeida Castro fará apenas esse mês o total de 60 cirurgias (Foto: Célio Duarte)

Segundo registro do hospital, já estão programadas 60 cirurgias para esse mês. Existem casos de mulheres esperando há quatro anos por atendimento resolutivo.

Segundo a secretária municipal da Saúde, Morgana Dantas, “somente para hoje estamos com seis cirurgias agendadas”.

“Hoje é um dia de muita emoção, ver que a espera para a realização de uma cirurgia chega ao fim. Nós acabamos de tomar conhecimento do caso de uma paciente que estava aguardando para realizar um procedimento cirúrgico ginecológico há quatro anos e hoje está pondo fim a essa espera. Para a Prefeitura de Mossoró, é motivo de muita satisfação poder contribuir à saúde de qualidade e dignidade ao povo de Mossoró”, declarou o prefeito Allyson Bezerra (Solidariedade).

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Milhares de pessoas esperam por cirurgias; Governo do RN é cobrado

As cirurgias eletivas em Mossoró seguem emperradas. Aguardam cobertura de recursos do Governo do Estado. O alerta e apelo para superação desse impasse foram feitos pelo vereador Genilson Alves (Pros) nessa terça-feira (14) no plenário da Câmara Municipal.

Genilson Alves mostrou drama que se multiplica diariamente sem contrapartida do Estado (Foto: Edilberto Barros)
Genilson Alves mostrou drama que se multiplica diariamente sem contrapartida do Estado (Foto: Edilberto Barros)

Ele acrescentou que cerca de 400 cirurgias ginecológicas, por exemplo, já poderiam estar atendidas. Lembrou que a Prefeitura e a antiga Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), hoje apenas Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), pactuaram realização desse serviço. Falta a parte do Estado.

Tarcísio Maia, Wilson Rosado, Liga…

As cirurgias ortopédicas pendentes – com muitas pessoas sob ameaça de sequelas irreversíveis – não avançam no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). “Eu não sei por que não se prioriza a Saúde no Governo do Estado”, criticou o vereador.

Lembrou também que Hospital Wilson Rosado (HWR) e a Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) clamam por pagamentos atrasados.

Houve até paralisação de serviços de quimioterapia e diagnóstico por imagem na LMECC, que devem voltar à próxima semana (veja AQUI), após negociação. No HWR pode acontecer paralisação de atendimento pelo mesmo motivo a partir dessa quarta-feira (15). Governo Fátima Bezerra (PT) não repassa valores referentes às complementações dos serviços de oncologia, cardiologia, neurocirurgia, cirurgias em geral e leitos de UTI – queixas a direção do hospital.

Genison Alves foi aparteado por Naldo Feitosa (PSC). Esse vereador reforçou drama de muitas pessoas que acabam sendo deslocadas do HMAC para Natal em ambulâncias, “em busca de cirurgia”. Raério Araújo (PSD) emendou intervenção, estimando que “umas 5 mil pessoas esperam cirurgias eletivas em Mossoró”.

Eletivas ocorrem noutros municípios

Já Isaac da Casca (DC) relatou que chega a amanhecer com “quatro a cinco pessoas” na porta, pedindo apoio para cirurgias. Porém, afirmou estranhar que em alguns municípios de menor porte, também no interior, esses procedimentos estejam ocorrendo normalmente, com apoio do governo estadual. Dois pesos e duas medidas?

“Por que Mossoró não tem essas cirurgias, mesmo com a prefeitura dando sua contrapartida?” – deixou no ar.

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Sejam bem-vindos

Deputado apresentou recém-nascidos ainda na sala cirúrgica do HMAC, nessa manhã (Foto: reprodução BCS)
Deputado apresentou recém-nascidos ainda na sala cirúrgica do HMAC, nessa manhã (Foto: reprodução BCS)

O deputado federal Beto Rosado (PP) apresenta seus novos reforços afetivos: nasceram à manhã dessa sexta-feira (30) no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró, filhos gêmeos (Carlos Ezequiel e André Jerônimo) com a professora e agrônoma Katherine Bezerra.

Reforçarão a casa com o infante Theodoro.

Sejam bem-vindos com saúde, amor e paz.

Amém!

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Meu hospital, minha vida

HMAC passa por um longo período de intervenção e sua transição precisa ser às claras à sociedade (Foto: arquivo)
HMAC passa por um longo período de intervenção e sua transição precisa ser às claras à sociedade (Foto: arquivo)

Do Blog da Chris

A transição do Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), de entidade mantida por uma instituição filantrópica (Apamim), para novo modelo de gestão, sem os antigos dirigentes, familiares e aderentes, ainda vai mexer muito com os bastidores da política.

Há enormes interesses que não aparecem ao público.

A intervenção federal foi muito benéfica, mas à medida que se alonga, já por quase sete anos, também deixa transparecer que novos vícios e velhos vícios, com novas caras, não ajudam na mudança que se espera.

Eu nem lhe conto.

Nota do Blog – Extremamente oportuna essa postagem, Chris. A Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM) está sob intervenção desde setembro de 2014. Sua dissolução já se formalizou por decisão do juiz Orlan Donato Rocha, da 8ª Vara Federal, no dia 15 de dezembro do ano passado.

Mas, é claro que o processo de transição precisa de maior divulgação e discussão da sociedade, inclusive no âmbito da Câmara Municipal de Mossoró, entidades médicas, Município. Modelo de gestão, forma de constituição societária, administração, patrimônio multimilionário, papel de terceirizadas/empresas e cooperativas etc. estão em jogo.

Há muita coisa a ser vista, muito mais do que nossa vã filosofia possa imaginar.

Traremos mais novidades de bastidores.

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Terceirizada que serve hospital deve dois meses de salários

HMAC tem atrasos que terceirizada não consegue sanar (Foto: arquivo)
HMAC tem atrasos que terceirizada não consegue sanar (Foto: arquivo)

Há dois meses sem receberem salários, enfermeiros terceirizados da empresa “Servem” aguardam a atualização desses direitos. Esses profissionais atuam no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró,

O Blog Carlos Santos procurou informações sobre esse impasse.

Fonte oficial do HMAC diz o seguinte:

A Prefeitura de Mossoró repassou os valores referentes aos serviços prestados ao SUS (produção) durante o mês de abril sexta-feira (11) passada. Devido a instabilidades no site da Caixa Econômica Federal (CEF), somente nesta quarta-feira, 16, foi possível pagar a Servem o valor referente ao mês de abril.

Nesta quinta-feira (17), provavelmente a Servem deve estar pagando aos seus servidores. A produção de maio, a Apamim (mantenedora do HMAC) recebe em julho. A produção de junho, ser depositada em agosto.

Nota do Blog – A empresa Servem – Serviço Enfermagem Mossoró Ltda. tem sede à rua José Damião, 220, bairro Santo Antônio, em Mossoró.

A legislação sob égide da  Lei Nº 8.666/93 obriga a terceirizada a cobrir os compromissos com seus empregados, mesmo com eventual atraso em repasses.

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Hospitais recebem capacetes para uso em pacientes com Covid-19

coordenadora de enfermagem do HMAC, Patrícia Oliveira, recebe equipamentos (Foto: Fiern)
coordenadora de enfermagem do HMAC, Patrícia Oliveira, recebe equipamentos (Foto: Fiern)

Seis unidades do capacete de respiração assistida, Elmo, foram entregues pela Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), aos hospitais Rafael Fernandes, Liga Mossoroense de Estudos e Combate ao Câncer (LMECC) e o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC), em Mossoró.

A entrega dos equipamentos foi realizada, na tarde de hoje (segunda-feira, 05), pelo presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Mossoró (SINDUSCON) e diretor da Fiern, Sérgio Freire.

Cada unidade recebeu dois equipamentos.

A iniciativa é uma ação conjunta da Fiern e da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), junto com o Sinduscon Mossoró e o Serviço Nacional de Aprendizagem Indústria (SENAI-RN). Também participou da entrega o supervisor pedagógico do Senai-RN, Ricardo Alex Paiva.

Equipamento

Acomodado ao pescoço do paciente, o Elmo permite ofertar oxigênio a uma pressão definida ao redor da face, sem necessidade de intubação. Dessa forma, a pessoa consegue respirar com auxílio da pressurização e oferta de oxigênio.

O Elmo é um capacete de respiração assistida, desenvolvido no Ceará, não-invasivo e mais seguro para profissionais da saúde e pacientes.

O equipamento pode ser desinfectado e reutilizado e possui um custo inferior em relação aos respiradores mecânicos, além de permitir uma maior segurança para os profissionais de saúde, podendo ser usado também para tratar outras enfermidades que comprometem o funcionamento dos pulmões, como pneumonia e H1N1.

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