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Política no “Jornal das Seis”, nessa terça-feira (19)

Amanhã (terça-feira, 19), às 18h05, a gente vai participar de mais uma edição do Jornal das Seis, da FM 95 de Mossoró.Jornal-95-com-Tárcio-Araújo-e-Elisângela-Moura-tag-de-divulgação-e1587136647108

Um papo sobre política com os apresentadores Elizângela Moura e Tárcio Araújo, sobre formação de chapas majoritária e proporcional, pesquisas, disputas ao Governo do RN e corrida à presidência da República, entre outros assuntos.

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Ezequiel Ferreira vai anunciar que é pré-candidato à reeleição

nota-oficialDecidido em ser candidato à reeleição à Assembleia Legislativa, o atual presidente desse poder e do PSDB no RN, deputado Ezequiel Ferreira, deverá emitir nota oficial comunicando essa sua posição.

Nada, absolutamente nadica de nada, chance mínima que seja, de ele concorrer ao governo estadual. Enfim, tudo o que essa página já afirmava há muitos e muitos meses.

Ezequiel agora tem pressa em fazer o anúncio. Teme prejuízos eleitorais em suas bases, com a contínua indefinição pública que paira no ar sobre seu destino político em 2022.

Ele deu ultimato aos demais interlocutores da oposição bolsonarista em reuniões no fim de semana. Não vai esperar muito para proclamar que é pré-candidato à reeleição. Amanhã, ou no máximo quarta-feira, bota a boca no mundo: “Serei pré-candidato à reeleição”.

O bolsonarismo teme que com a desistência pública de uma pré-candidatura que nunca existiu, a de Ezequiel, o clima azede ainda mais na busca por um candidato qualquer. Quer primeiro proclamar uma pré-candidatura, para só depois Ezequiel Ferreira emitir sua nota.

A angústia só aumenta.

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Para onde caminha o RN em 2022?

Por Ney Lopes

Faltam praticamente seis meses para a eleição geral de 2022. No RN, somente a reeleição da governadora Fátima Bezerra coloca-se na disputa, além de partidos menores. A oposição está sem definição. O quadro já é consumado? Não. Pode mudar.

Marco Maciel dizia, que “enquanto há prazo, há tempo”.elefante na estrada

O que se comenta é o deputado Ezequiel Ferreira de Souza como candidato da oposição ao governo, entretanto sem confirmação oficial. Um bom nome. Mas, será que o “silêncio” dele o beneficia? Ou assemelha-se ao aforisma de Adriana Falcão, roteirista da Rede Globo, quando diz: “Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer, mas acha que devia querer outra coisa”.

O cenário indefinido revela a falta de ações compatíveis com a conjuntura política que vivemos. A classe política local teima em não querer enxergar. Sempre raciocina com base em precedentes passados, que deram certo, tais como, “apoios”, “colégios eleitorais”, “marketing” sofisticado, “nominatas”, “caixa de campanha” e vai por aí.

Atualmente, tais fatores influem na eleição proporcional. Na majoritária, a realidade é outra, totalmente diferente.

Em período pós pandemia e violenta crise econômica, uma campanha política não pode ser unicamente “tática”, mas sim “estratégia”.

Sun Tzu, o chinês, alertava que “tática sem estratégia é o ruído antes da derrota”. Abraham Lincoln dizia, “que nunca se conseguirá convencer um rato de que um gato traz boa sorte”. Pavarotti afirmava que fazer política sem estratégia, é o mesmo que fazer amor por correspondência.

Candidato majoritário competitivo necessita apresentar-se com antecedência e com “algo mais”, que seriam propostas concretas, causando impacto de gestão ao eleitor. Essa exigência acentua-se diante da descrença na classe política. Aliás, há exemplos passados.

Em 1994, no RN, a ex-prefeita de Natal Wilma de Faria candidatou-se ao Governo do Estado como o “novo”. Perdeu a eleição. Fernando Bezerra, senador e candidato a governador, encarnou o empresário novo, líder nacional da indústria e amargou a mesma experiência.

Ambos eram nomes dignos, mas falharam na estratégia. Consideraram-se vitoriosos, antes das urnas abrirem.

Já em 2002, Wilma na largada da campanha era a última colocada nas pesquisas. Montou estratégia ousada, embora não somasse apoio sequer de dez prefeitos. Ganhou a eleição. Vamos esperar e ver como ficarão as coisas em 2022.

Debilitado na economia, o RN dá sinais de colapso político, quase caminhando para o WO na disputa pelo governo, que seria a vitória dada pelo fato do adversário não competir.

No passado, não era assim. O estado era dos mais politizados do país. Recordo que em 1960 recebi convite de Sales da Cunha e Hélio Vasconcelos para presidir um “Comitê” de estudantes, em prol da candidatura de Djalma Marinho, ao Governo do Estado. A primeira providência foi realizar debates para sugerir ideias e propostas ao candidato.

Hoje, existem inegavelmente nomes capazes, mas não se sabe “para onde caminha o RN”. Tudo é escondido em “cúpulas partidárias” hermeticamente fechadas, que não dão chances a ninguém e só favorecem escolhas de algibeira, sem a credibilidade que inspire confiança ao eleitor.

Na falta dessa credibilidade, até na escolha dos vices e suplentes, o naufrágio torna-se iminente e abre portas para aventureiros.

Essa conjuntura estadual reflete o país, transformado em latifúndio privado, com os partidos na defesa de interesses pessoais e de grupos. As siglas são propriedades privadas, custeadas pelo dinheiro público.  Praticam crimes de responsabilidade, todos aqueles que, com deveres públicos, cruzaram os braços e facilitam a propagação dessas distorções, por não terem eliminado as causas da doença, através de mudanças políticas.

Quando um dia for indagada a causa desse quadro desolador, a resposta será a omissão da atual classe dirigente.  Afinal, no frigir dos ovos, o que foi feito de concreto para combater essa pandemia política? Nada. Absolutamente nada.

Vergonhosamente, o governo e o Congresso Nacional engavetaram a reforma político-eleitoral. E deu no que está dando.

Ney Lopes é jornalista, ex-deputado federal e advogado

Empresário se apresenta como primeiro adversário de Fátima Bezerra

O empresário Haroldo Azevedo está filiado ao Patriotas. É um passo obrigatório o registro partidário, para ele materializar adiante sua candidatura ao Governo do RN.

Haroldo promete combater "os desmandos" do atual governo (Foto: redes sociais)
Haroldo promete combater “os desmandos” do atual governo (Foto: redes sociais)

Azevedo assinou ficha de filiação nessa quinta-feira (24) em Natal, ao lado de dirigentes partidários e do ex-deputado estadual José Adécio.

O ato simples de filiação aconteceu em seu escritório, divulgado sem maiores pompas em suas redes sociais e órgãos de imprensa. Até bem poucos dias, ele não tinha definido a sigla em que ingressaria, chegando a conversar com o Progressistas. Contudo, não avançou.

Azevedo vai para sua primeira experiência eleitoral direta. Antes, já tinha sido suplente do falecido senador Geraldo Melo.

“Haroldo vestiu oficialmente sua armadura e assumiu o combate aos desmandos da atual gestão! A batalha só começou”, diz texto publicado em suas páginas na Internet, estocando a governadora Fátima Bezerra (PT). Ele, até aqui, o primeiro nome com real clareza de propósito e definição à candidatura.

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Disputa entre Fátima e Ezequiel já começou

Corda esticada, corda esgarçada, esgarçando cordaMesmo antes de um possível confronto em campanha e nas urnas, Fátima Bezerra (PT) e Ezequiel Ferreira (PSDB) estão numa disputa em particular: ver quem consegue mais apoios para montagem de chapão.

O presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira, tem levado vantagem até o momento.

Ontem (terça-feira, 22) mesmo puxou os deputados Albert Dickson (ex-Pros) e Ubaldo Fernandes (ex-PL) para o PSDB.

Seu partido deverá ter o maior número de deputados concorrendo à reeleição. A governadora terá uma federação atrás de si, formada por PT, PCdoB e PV.

Leia também o que postamos na sexta-feira (18) sobre esse movimento de deputados para lá e para cá: A maratona da sobrevivência na AL.

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É hoje a conversa decisiva entre Fátima e Ezequiel

No sábado (19), às 12h02, publicamos a postagem Governadora e Ezequiel têm pacto firmado. Atestávamos que Fátima Bezerra (PT) e o presidente da Assembleia Legislativa  do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), teriam fechado um compromisso.

Ezequiel dá um forte abraço na governadora em posse dela no dia 1º de janeiro de 2019 (Foto: AL)
Ezequiel dá um forte abraço na governadora em posse dela no dia 1º de janeiro de 2019 (Foto: AL)

A posição de um e de outro na sucessão estadual seria tomada, após uma reunião decisiva entre os dois.

Esse encontro é hoje, quarta-feira (23). Está marcado. Só algum recuo de última hora, de um dos lados, adiará a conversa frente a frente.

Para dentro ou para fora.

Continuarão aliados ou serão, então, adversários na sucessão estadual.

Nós vamos continuar exumando os bastidores e focalizando detalhes que não estão na superfície do noticiário.

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Ezequiel Ferreira é mesmo candidato a governador?

Pergunta que chega à minha caixa postal no Twitter, em Facebook, WhatsApp e outros canais de comunicação:

– Ezequiel é mesmo candidato a governador?

Ezequiel tem como prioridade absoluta continuar na Assembleia Legislativa (Foto: arquivo)
Ezequiel tem como prioridade absoluta continuar na Assembleia Legislativa (Foto: arquivo)

Resposta de agora:

– Por enquanto, nesse momento, por sua vontade mais pessoal possível, “não”.

O atual presidente do PSDB no RN e da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, realmente fechou ‘união’ (veja AQUI) com o deputado federal Walter Alves (MDB), mas não para composição de chapa à sucessão estatual.

A prioridade dele vamos esclarecer de uma vez por todas: Ezequiel trabalha para continuar na Assembleia Legislativa do RN, costurando presidência para um dos biênios dos quatro anos de mandato da próxima legislatura (2023-2026).

A “Waltinho” caberia ser vice da atual governadora Fátima Bezerra (PT). Vontade dele, vontade de Waltinho. De Fátima Bezerra (PT), a governadora, não.

O impasse está nesse ponto.

Até aqui, recalcitrante, a governadora não abre mão de manter Antenor Roberto (PCdoB) como vice. Até flexibilizou semana passada em longa conversa com Walter (veja AQUI e AQUI) a cessão de lugar para o deputado estadual George Soares (PL), que sairia do atual partido.

Contudo, dias depois, mudou tudo. Giro de 180 graus. Waltinho e Ezequiel entenderam que poderiam mais. Nem George Soares nem mesmo o deputado estadual Bernardo Amorim (MDB), que também teve cogitação a vice. É Waltinho e pronto.

Se explodirem as pontes, aí teremos Ezequiel sendo o que não deseja arriscar: candidato a governador, mas não necessariamente com Waltinho de vice.

Entendeu? Difícil, não é?

Por enquanto, é o que tem à mesa.

Daqui a pouco pode mudar tudo.

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Está nas mãos de Fátima definir se Ezequiel e Walter serão oposição

manche, avião, mão de mulherA sucessão estadual está literalmente nas mãos da governadora Fátima Bezera (PT).

Ela é quem vai decidir se quer como aliados ou contendores os ‘adversários’ Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa e do próprio partido no estado, e Walter Alves (MDB), deputado federal e comandante do emedebismo no RN.

Os termos deles não agradam Fátima.

Resta saber se, descartados pelo o que cobram, terão coragem de ser o que não querem arriscar, na oposição.

Ambos têm muito a perder. Porém, o arrojo é o mínimo que precisam ter para mudança de chave e, quem sabe, alcance de uma vitória nas urnas.

Realmente, ser oposição nesse RN é, no mínimo, um ato de coragem e desprendimento.

Quanto à governadora, é nítido saber que a plena segurança da vitória ela não tem. O que é absolutamente coerente.

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Conversas com o grupo Rosado na Governadoria

Diálogo, conversaA Governadoria recebeu a visita ilustre da ex-deputada federal Sandra Rosado (PSDB) e seus filhos Lahyrinho Rosado (PSDB), ex-vereador, e a atual vereadora em Mossoró, Larissa Rosado (PSDB).

Eleições 2022 em pauta.

Possibilidade de mudança partidária, apoio político e candidaturas a deputado estadual e federal.

Diálogo com a governadora Fátima Bezerra (PT) e o seu chefe de Gabinete Civil, Raimundo Alves Júnior.

O grupo de Sandra Rosado está vinculado há anos pelo atual presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), ainda (ainda, repetindo) aliado da governadora.

O MDB está no centro das conversas.

Coube ao deputado federal Walter Alves fazer ‘ponte’ com o rosadismo, também pensando em projeto de seu sistema e partido, ao lado de Fátima Bezerra.

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Governadora e Ezequiel Ferreira têm pacto firmado


A governadora Fátima Bezerra (PT) e o presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), firmaram um pacto.

Fátima e Ezequiel têm aliança que começou no segundo turno das eleições estaduais de 2018 (Foto: arquivo)
Fátima e Ezequiel têm aliança que começou no segundo turno das eleições estaduais de 2018 (Foto: arquivo)

Numa reunião presencial antes do Carnaval 2022, em busca de afinação e manutenção de aliança que advém desde o segundo turno das eleições de 2018, acordaram que ele não tomaria qualquer decisão sobre sucessão estadual, sem antes comunicá-la.

Continua valendo.

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A perfídia virou regra

Hoje, é praticamente impossível se afirmar com certeza o que vai ocorrer amanhã em termos de alianças e chapas à sucessão estadual do RN.

A perfídia virou regra.

Ninguém confia mais em ninguém.

Com razão.

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Uma reunião que poderá ser decisiva nesse sábado

mesa de negociação, reunião, trabalho em grupo,O núcleo de uma das frentes de oposição à candidatura à reeleição de Fátima Bezerra (PT) vai ter reunião que pode ser decisiva, nesse sábado (19).

Coisa do tipo ‘para dentro ou para fora’.

O presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira (PSDB), ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL), e o deputado federal Walter Alves (MDB) estão nesse compromisso, além de outros personagens.

O xis da questão é Ezequiel Ferreira.

Se for mesmo candidato a governador, tudo resolvido.

Caso opte por ser uma força-auxiliar de Fátima Bezerra na campanha, como acontece durante todo mandato dela, desde 2019, aí os problemas oposicionistas continuarão e numa escala bem maior.

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O movimento pendular do MDB na sucessão estadual

O MDB do RN segue em seu movimento pendular na sucessão do Rio Grande do Norte.Movimento pendular, pêndulo, indefinição, dúvida, de um lado para outro, vaivém

Conversa com a oposição…

…Conversa com o governismo.

Quer aboletar o vice de um lado ou do outro. A princípio, essa é a versão que mais se ouve nos bastidores.

Mas, de verdade, de verdade mesmo, a prioridade absoluta é emplacar o deputado federal Walter Alves no lugar do atual vice-governador Antenor Roberto (PCdoB).

MDB e o PT de Fátima Bezerra não estão muito distantes um do outro.

E as conversas não são apenas virtuais ou de especulação da imprensa.

São presenciais, como ocorridas essa semana.

Porém, até o momento, inconclusivas.

Segue o movimento de vaivém…

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Ainda não foi dessa vez a decisão de Ezequiel

O deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) não gostou da publicação de nota que atrelaria seu nome à suposta decisão de romper com a governadora Fátima Bezerra (PT), para disputar sucessão estadual.

Ezequiel Ferreira tem se mexido em duas frentes (oposição e governo), mas sem definição final (Foto: Canindé Soares)
Ezequiel Ferreira tem se mexido em duas frentes (oposição e governo), mas sem definição final (Foto: Canindé Soares)

A notícia que percorreu meio-mundo das redes sociais à noite dessa quarta-feira (16) foi logo desmentida, via porta-voz do parlamentar.

Presidente da Assembleia Legislativa e do PSDB/RN, ele segue se mexendo em duas frentes – oposição e governo.

Mas, cá para nós e o povo da rua: de onde partiu então a informação ‘tão credenciada?’

Pelo visto, muitos no entorno do parlamentar têm pressa numa posição final e irremovível dele.

Contudo, ainda não foi dessa vez.

Paciência, gente!

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“De WO a governadora não ganha”, espera e luta deputado

Tomba não quer botar amigo Ezequiel "em precipício" (Foto: reprodução BCS)
Tomba não quer botar amigo Ezequiel “em precipício” (Foto: reprodução BCS)

Nessa quinta-feira (10), o deputado estadual Tomba Farias (PSDB), uma das vozes oposicionistas mais sistemáticas na crítica à gestão da petista Fátima Bezerra, mostrou como está difícil enfrentar a postulação sucessória da governadora.

Em entrevista à FM 98 do Natal, programa “12 em Ponto”, o deputado mesmo assim prometeu luta:

“Temos vários nomes. Ninguém sabe. De WO a governadora não ganha”.

Sobre Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, ele deixou escapar que os temores, hoje, são maiores do que a convicção de candidatura: “É a maior oportunidade que ele tem na vida. Sou muito amigo dele e não vou colocá-lo em precipício”.

Tomba destacou que, se Ezequiel não aceitar ser candidato, a oposição vai escolher outro nome competitivo. Citou três: o dele, o do ex-vice-governador Fábio Dantas (Solidariedade) e o do deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade).

O 12 em Ponto é apresentado pelos jornalistas Diógenes Dantas, Anna Karina Castro e Túlio Lemos.

O que é WO? – WO é a sigla para a palavra em inglê walkover, que traduzido para a língua portuguesa significa “vitória fácil”. Este termo é bastante famoso por ser utilizado no mundo dos esportes, quando um dos adversários entrega o jogo, não comparecendo à disputa.

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Carla Dickson, uma opção em campo político desértico

Carla: mandato interino (Foto: reprodução BCS)
Carla: mandato interino (Foto: reprodução BCS)

A deputada federal interina Carla Dicson (Pros) pode acabar sendo a solução-tampão dos oposicionistas à disputa ao Governo do RN.

Porém, o certo mesmo é que continua desértico esse campo político para o combate ao governismo estadual em campanha e nas urnas.

Falta algum nome com solidez político-eleitoral.

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O silêncio que Fátima Bezerra tanto precisa agora

bico-calado-doisA governadora Fátima Bezerra (PT) já tem a garantia dos mais açodados, em sua volta, de que vão controlar a língua nas catilinárias contra prováveis aliados.

Ela não precisa mais do que isso desses senhores e senhoras.

Se não pode ajudar, não atrapalhe.

Portanto, bico calado.

A chapa majoritária governo-Senado está praticamente fechada.

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Oposição mostra em nomes e atitudes o medo de disputar governo

Um parâmetro para medirmos a dificuldade da oposição em apresentar um nome competitivo contra a governadora Fátima Bezerra (PT), ao governo do RN, é a lista com supostos pré-candidatos. Não falta quem é e não é, quem é sem ser e os que querem ser citados, mas fogem da raia como o diabo da cruz.Medo, angústia, depressão,

Vamos lá:

Deputado federal Benes Leocádio (Republicanos) – Apresentou-se como pré-candidato e até hoje está ao léu, pronto para anunciar que não é o que nunca foi;

Senador Styvenson Valentim (Podemos) – Esse sempre foi, mas não confirma que será. A maior parte do tempo está envolvido em polêmicas sexuais, supostos ataques misóginos e ‘lacrações’ em redes sociais, sem tempo para fazer política, o que parece só conseguir na primeira pessoa: eu.

Prefeito natalense Álvaro Dias (PSDB) – É, não é, pode ser, jamais será, vai ser. Seu movimento pendular sobre o assunto é resultado da oscilação entre sonho e realidade cruel com a qual se depara. Não será.

Ministro das Comunicações Fábio Faria (PSD) – Citado já foi, mas passou a adotar tática beligerante de confronto verbal com governo e governadora, para se capitalizar ao Senado. Quer distância de um confronto eleitoral com ela. Tem consciência de que seria esmigalhado eleitoralmente.

Ministro do Desenvolvimento Regional Rogério Marinho (PL) – Deseja mesmo ser senador, mesmo que já tenha focado a corrida ao Governo do RN. O governo é uma miragem.

Deputado federal General Girão (PL) – Gosta de ser citado como opção ao governo, mas sabe do seus limites e a esperança mesmo é se reeleger à Câmara dos Deputados. Fátima serve-lhe para alimentar discurso antipetista que seu eleitor adora, indo ao êxtase.

Haroldo Azevedo, empresário, sem partido – Navega como pré-candidato dele mesmo, uma opção à direita, até para ser abraçado pelo bolsonarismo. Não galvanizou ninguém representativo em seu entorno. O comum é se ouvir que ele seria um grande gestor, mas não decola.

Ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) – Ensaiou postulação, trabalhou a hipótese, conversou com alguns próceres políticos, mas quer mesmo ser candidato ao Senado, no palanque da governadora. Usando uma linguagem do turfe, podemos dizer que ele é “pule de dez” (aposta certa, ou quase isso) para estar com ela e não contra.

Clorisa Linhares (Brasil 35), ex-vereadora em Grossos – Nem costuma ser lembrada como pré-candidata, mas está lançada desde ano passado.

Presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB) – Aqui e ali foi lembrado e tentado a ser candidato a governador. Defendeu há meses Rogério Marinho ao Senado (por razões que depois destacaremos), sem deixar de enxergar possibilidade de estar com Fátima, uma dubiedade complicada. Agora (veja AQUI), o seu nome é içado como provável disputante ao governo do RN. Balão de ensaio. Caminha para ser de novo candidato a deputado estadual.

Ex-senador Garibaldi Filho (MDB) – Até o último trimestre de 2021 teve nome citado em pesquisas e gostou de ser lembrado. Mas, resolveu botar para ‘torar’ internamente, rompendo com o primo e ex-deputado federal Henrique Alves (MDB), para se postar como pré-candidato à Câmara Federal.

Brenno Queiroga (Solidariedade) – Ex-candidato a governador em 2018, o ex-prefeito de Olho D’água do Borges está no ataque e quer ser novamente concorrente ao Governo do RN. Só depende de seu partido.

Ufa!

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Ele mesmo, Carlos Eduardo Alves

Fátima Bezerra e Carlos Eduardo já foram afinados e "adversários" (Foto: Web)
Fátima Bezerra e Carlos Eduardo já foram afinados e “adversários” (Foto: Web)

A governadora Fátima Bezerra (PT) não teme surpresas no sertão, no interiorzão, quanto às urnas em 2022.

Seu foco e cuidados mais especiais são em relação à capital e seu entorno.

A fórmula é simples e vem com o nome de um “adversário” que também já foi seu aliado.

Adivinha?

Ele mesmo: o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT).

Caminha para ser o senador de Fátima e provavelmente do PT, queiram ou não queiram alguns mais encarnados.

O cacife dele na Grande Natal é o que a governadora precisa, para navegar em águas menos revoltas à reeleição.

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Fátima tem dianteira e único adversário ao governo é Styvenson

A governadora Fátima Bezerra (PT) aparece em primeiro lugar na corrida sucessória estadual, conforme pesquisa do Instituto TS2, em Mossoró, em trabalho contratado pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL) e entrevistas realizadas em solo mossoroense.

O segundo colocado é o senador Styvenson Valentim (Podemos). Em duas simulações na Estimulada, por exemplo, a vantagem da governadora sobre o senador é de 24,32% e 25,76%. Veja abaixo:Pesquisa CDL-TS2 - 23 de Dezembro de 2021 - Disputa ao Governo do RN, cenários e rejeição - Fátima Bezerra -

A sondagem foi realizada entre os dias 22 (quarta-feira) e dia 23 (quinta-feira), sob encomenda da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL). Foram ouvidos 625 pessoas de Mossoró. A margem de erro é de 3,78% pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.

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Prova de resistência da pré-candidatura de Benes Leocádio

desistência, luz, mala, esperançaA pré-candidatura ao Governo do RN do deputado federal Benes Leocádio (Republicanos) sustenta-se até quando?

Fim desse mês – opção 1;

Fim de dezembro – opção 2;

Vai até o fim – opção 3;

Já morreu e não sabe – opção 4.

Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três.

Dê sua resposta.

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Programa Cenário Político recebe Blog Carlos Santos hoje

A gente vai conversar com Vonúvio e Carol (Foto: BCS)

Os jornalistas Vonúvio Praxedes e Carol Ribeiro recebem o Blog Carlos Santos à noite desta segunda-feira (24).

Vamos participar do programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM), Canal 10.

Bate-papo começa às 18h40.

Em pauta, sucessão estadual, disputa presidencial, pesquisas, corrida eleitoral à Assembleia Legislativa, Senado e à Câmara Federal.

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Até lá!

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