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Hospital Universitário precisa ser uma prioridade urgente

Por Josivan Barbosa

A comunidade acadêmica da nossa Universidade do Semiárido está dando importância a temas paralelos e que não deveriam fazer parte dos grandes problemas da nossa instituição nesses tempos tão difíceis do Sistema Federal de Ensino Superior. Não há como explicar a perda de energia e tempo gasto com  processos administrativos e judiciais no Ministério Público Federal, Justiça Federal, Polícia Federal,   Defensoria Pública da União, Justiça Estadual entre outras para a resolução de questões tão minúsculas diante dos grandes problemas que a universidade tem e que,  se não despertarmos no tempo certo, corremos o risco de perder uma década como fizemos no final do século passado, quando perdemos a década de 90.

Hospital Universitário pode ensejar contratação de cerca de mil profissionais (Foto ilustrativa)
Hospital Universitário pode ensejar contratação de cerca de mil profissionais (Foto ilustrativa)

A Universidade do Semiárido precisa de grandes projetos e qual o principal projeto que não podemos abrir mão de imediato? Claro que esse projeto é o Hospital Universitário do Semiárido. O curso de Medicina está prestes a formar a primeira turma e até o momento não conseguimos sequer elaborar o projeto do referido hospital.

A comunidade acadêmica está muito silenciosa diante de tão importante projeto. Infelizmente, usa o tempo para discutir se um quadro pode permanecer ou não numa parede ou se um discente pode ou não se manifestar numa solenidade. Claro que estes são temas próprios da academia e merecem todo o respeito, mas, de longe, não podem ser o foco da discussão nos corredores digitais da nossa Instituição Federal de Ensino Superior (IFES).

O caminho a ser percorrido pelos representantes da comunidade acadêmica para a aprovação do projeto do Hospital Universitário junto aos principais órgãos em Brasília como Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Ministério da Educação e Ministério da Saúde já é bastante claro e para isso se tornar realidade não precisamos inventar a toda. Basta seguir os mesmos passos que recentemente foram percorridos pela Universidade Federal de Roraima (UFRR), uma instituição menor do que a nossa na matriz orçamentária da Secretaria de Educação Superior (Sesu – MEC).

Bancada Federal

                        O projeto do Hospital Universitário do Semiárido precisa ser discutido em detalhes com os oito deputados federais e com os três senadores urgentemente. E precisa chegar em Brasília tendo como defensores principais a Reitoria da Ufersa, a Prefeitura Municipal de Mossoró, Câmara Municipal de Mossoró, Assembleia Legislativa e Governo do RN.  Mas, para acelerar a liberação de recursos, independente da fonte, o projeto executivo (Arquitetônico e Engenharia) precisa ser elaborado por uma empresa especializada.

E para isso, precisa de um edital de licitação bem elaborado para que o projeto não seja entregue à Universidade do Semiárido já com problemas na raiz. A Universidade do Semiárido não deve esperar e deveria aproveitar esse tempo de pandemia, que tem recursos de custeio mais favoráveis porque reduziu os gastos com vários serviços, como energia, transporte, manutenção do campus, entre outros, e abrir o processo licitatório do referido projeto.

Não podemos perder o terceiro ano de mandato dos atuais representantes em Brasília e do Presidente da República sem colocar uma Emenda de Bancada para iniciar a construção desse hospital. Se fizermos isso, estamos no caminho que é o roteiro normal para qualquer universidade federal que implanta um curso de Medicina. Não precisa de milagre, mas a Pró-Reitoria de Planejamento da nossa IFES tem a obrigação de acelerar a elaboração desse projeto. Sem o projeto, corremos o risco de novamente ficar de fora da principal fonte de recursos para investimentos do Governo Federal que são os recursos de Emenda de Bancada.

Prefeito Allyson Bezerra

O projeto do Hospital Universitário não é um projeto exclusivo da Universidade do Semiárido. É um projeto que a exemplo da própria Ufersa, é de Mossoró, do Rio Grande do Norte e do Semiárido. Para ser acelerado precisa que o novo prefeito – Allyson Bezerra (Solidariedade) se torne um grande articulador político desse projeto porque quem vai se beneficiar é a cidade com cerca de 1000 novas vagas de concurso público para profissionais da área de saúde.

Allyson: liderança de movimento (Foto: arquivo)
Allyson: liderança de movimento (Foto: arquivo)

Assim, a Reitoria da Ufersa e o prefeito precisam aproveitar o momento que o RN tem dois ministros em Brasília e não deixar o cavalo passar selado. Lembremos que quando o RN teve o Presidente do Senado e o presidente da Câmara Federal, nós conseguimos cerca de R$ 300 milhões para construir quatros campus universitários e, agora, para o hospital universitário precisamos de pouco mais da metade.

Lembremos, também, que os recursos para o início da construção do campus da Ufersa – Angicos e de Pau dos Ferros foram oriundos de emendas da bancada, após várias reuniões em Brasília e em Natal com deputados e senadores potiguares.

O principal fator que contribuiu para que a Universidade do Semiárido conseguisse iniciar em três anos a instalação de três campi no interior do RN foi que, antecipadamente, contratamos uma empresa especializada para elaborar o projeto do campus de Angicos, podendo ser replicado para os demais municípios. Isso foi decisivo para antecipar a liberação de recursos em no mínimo 24 meses.

Hospital Geral do Vale do Jaguaribe

                        A solução para apoiar os nossos discentes de Medicina na parte prática do curso enquanto o Hospital Universitário do Semiárido não é construído está a pouco mais de uma hora de percurso, a partir da sede do município de Mossoró. Trata-se do Hospital Geral do Vale do Jaguaribe que está sendo concluído pelo Governo do Ceará, no município de Limoeiro do Norte, distante cerca de 100 km de Mossoró, ou a mesma distância Mossoró – Angicos. O curso de Medicina da Ufersa é o mais próximo daquele futuro hospital em funcionamento. Portanto, uma grande unidade hospitalar que vai servir à toda região e nada melhor do que ser aproveitado pelos nossos discentes para o treinamento profissional. Na próxima semana vamos fazer uma visita a Limoeiro do Norte e daremos mais detalhes desse importante equipamento para os serviços de saúde do Semiárido.

Melão brasileiro na Europa

                        Neste início de 2021 o mercado de melão amarelo, Galia e Cantaloupe na Europa oriundo do Brasil (Polo de Agricultura Irrigada RN – CE) é considerado bom. O melão Galia tem apresentado melhor aceitação pelo consumidor europeu neste início de ano.  O preço do melão Galia está em torno de 8 euros e acredita-se que melhorará de preço nos próximos dias.  O melão que chega do concorrente (Honduras) nesta época do ano apresenta qualidade inferior ao melão oriundo do nosso Semiárido.

O melão cantaloupe apresenta menor demanda em relação ao Galia, devido, principalmente aos tamanhos que são oferecidos ao mercado (tamanho grande). O mercado europeu prefere melões de calibres 5/6.

O mercado de melão amarelo está mais complicado nessa temporada em função do preço considerado elevado pelo mercado europeu. Mas, o  preço atual de 8,50 – 9,50 euros  mostra-se favorável para o importador.

A melancia está sendo comercializada em nível de importador a 0,80 – 0,85 euros por quilo.

Atualmente o melão brasileiro tem monopólio na Europa até que o melão da Costa Rica (grande concorrente) comece a ser importado, o que deve acontecer a partir de fevereiro. Ao contrário do Brasil, a Costa Rica apresenta boa parte da produção na agricultura praticada por pequenos produtores, o que dificulta o mercado.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Presidente Bolsonaro escolhe Ludimilla Oliveira à reitoria

Ludimilla conversou com Bolsonaro (Foto: Blog do Barreto)

Do Blog Saulo Vale

Durante sua agenda em Mossoró, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciou nesta sexta-feira (21) a professora Ludimilla Oliveira como reitora da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA).

Ludimilla ficou em terceiro lugar na consulta à Lista Tríplice da Ufersa, atrás de Rodrigo Codes, mais votado em todos os segmentos, e Jean Berg Alves, segundo colocado.

Na escolha do presidente, prevaleceu o alinhamento ideológico que Ludimilla possui com o bolsonarismo, algo que fez questão de deixar claro, especialmente após o processo eleitoral da universidade.

Ludimilla assumirá o cargo no dia 8 de setembro.

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Nova realidade nas pesquisas das multinacionais do melão

Por Josivan Barbosa

A cadeia produtiva do melão no Polo de Agricultura Irrigada RN- CE vive uma nova realidade. Aos poucos, as bases de pesquisa das multinacionais de sementes de hortaliças estão deixando a região ou o país. As duas últimas décadas foram marcadas pela instalação na região de diversas bases de pesquisa como a BASF, Nunhems, Sakata, Agristar, Singenta, Rijk Zwaan, Bayer, entre outras.A partir dos últimos três anos verifica-se um novo posicionamento dessas multinacionais. Várias empresas já fecharam as suas instalações e passaram a trabalhar no formato das décadas de 80 e 90, quando usavam as instalações das empresas produtoras de melão como parceiras nas pesquisas de melhoramento.

Em geral, as multinacionais de sementes de hortaliças contam com profissionais especializados em reunir os recursos globais de conhecimento científico em benefício dos agricultores. As empresas oferecem produtos resistentes contra pragas e doenças, alta produtividade, uniformidade e tecnologia em cada semente resultando em alimentos com valor nutricional, sabor, aroma e aparência atraentes.

Os programas globais dessas empresas de melhoramento genético buscam criar produtos inovadores utilizando tecnologias de ponta como biologia celular, marcador molecular e seleção assistida.

Melão para o Japão

O Brasil apontou questões específicas na relação comercial, como subsídios e proteções fornecidas por Tóquio em patamares muito mais elevados do que em outros países desenvolvidos. De maneira que é particularmente prejudicial aos interesses de exportadores como o Brasil.

Além disso, persistem restrições japonesas à entrada de carne bovina termoprocessada, apesar de o produto ter entrado no país livremente antes de 2012.

O Brasil também quer exportar melão para o mercado japonês e apresentou um plano nesse sentido ao parceiro em 2016. Tóquio apresentou diversas demandas técnicas, respondidas em 2017.

EUA, Índia e vários outros parceiros também reclamaram de barreiras na entrada de produtos agrícolas no Japão. A Índia exemplificou que os japoneses impõem sobre alguns produtos tarifas de importação de até 500% e cotas (volume limitado de importação), medidas que prejudicam o fluxo do comércio.

Cajucultura

Durante a semana conversei com Antônio Tertulino, consultor da cadeia produtiva do caju no Semiárido e produtor de mudas certificadas na região compreendida entre os municípios de Taboleiro do Norte e Alto Santo (CE) e Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo e Apodi (RN) sobre os gargalos do setor.

De acordo com Tertulino e analisando os dados do IBGE para esses municípios, estima-se que a área plantada com cajueiro já ultrapassa 20 mil hectares.

O principal gargalo da cadeia produtiva é a falta de crédito ocasionada pela não regularização da posse da terra pelos pequenos produtores. Na análise de Tertulino, o pequeno produtor não quer nada a mais do setor público a não ser a desburocratização do processo de posse da terra.

As quatro principais cultivares são a ´Fraga 11` (destinada a amêndoa), BRS 226 e o CCP 76 (caju de mesa – falso fruto e amêndoa) e o Embrapa 51.

Desemprego muito preocupante

Os brasileiros que não buscaram emprego por conta da pandemia no mês passado somaram 17,8 milhões. Esse número é menor que o de pessoas nessa mesma situação em maio, 18,4 milhões. Se somarmos isso com os 11,8 milhões desocupados, temos aí uma subutilização de 38,5 milhões de pessoas.

Desde o início da crise, especialistas em mercado de trabalho têm alertado sobre a transferência automática dos previamente desocupados ou dos demitidos na crise para fora da força de trabalho, o que atenua os números oficiais do desemprego.

Repondo a verdade sobre a Ufersa

Apesar da falta de ética da atual gestão ao esconder a nossa atuação no processo de transformação da Escola Superior de Agricultura (ESAM) em Universidade Federal do Semi-árido (UFERSA), vejam abaixo parte do documento que se encontra na página oficial da instituição na Internet:

História dos 15 anos da Ufersa é antecedida por período em que tinha a denominação de Esam (Foto: arquivo)

Em fevereiro 2004, o novo diretor da ESAM, professor Josivan Barbosa, articula a classe política do Rio Grande do Norte, em especial a Governadora do RN, Vilma Faria, os Deputados Federais Betinho Rosado, Sandra Rosado e Fátima Bezerra para apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em março de 2004, a Câmara Municipal de Mossoró realiza Audiência Pública em apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade;
• Em abril de 2004, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, através de proposição da Deputada Estadual Larissa Rosado, realiza Audiência Pública, em apoio ao Projeto de transformação da ESAM em Universidade;
• Em junho de 2004, através dos apoios políticos ao Diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa, é reiniciado com o Ministro Tarso Genro, o processo de análise do Projeto Institucional, que estava paralisado em face da reforma ministerial do governo federal;
• Em junho de 2004, o diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa e o ex-diretor Marcelo Pedrosa fazem contatos com os parlamentares: Senadores Garibaldi Alves Filho e Fernando Bezerra e os Deputados Federais Henrique Eduardo Alves, Múcio Sá, Roberto Pessoa (coordenador da Bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados), Ney Lopes, Álvaro Dias, Iberê Ferreira e a Governadora Vilma Faria para apoio ao projeto e participação na audiência com Ministro da Educação Tarso Genro;
• Em junho 2004, na audiência com o Ministro Tarso Genro, estiveram presentes, além
do Diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa, Deputado FederaL Roberto Pessoa (coordenador da bancada do Nordeste na Câmara dos Deputados ) que entregou um documento ao Ministro mostrando a importância do Projeto de transformação para o semi-árido, Deputada Federal Sandra Rosado, Deputada Federal Fátima Bezerra, Deputado Federal Betinho Rosado na função de Secretário de Estado de Educação , é representado pelo Secretário Adjunto Sr. Oberi Rodrigues Júnior, Deputada Estadual Larissa Rosado (representando a Assembléia Legislativa que entregou ao Ministro um documento assinado por todos os deputados estaduais do RN em apoio a ESAM), Profª Isaura Amélia (representando a Governadora do RN), empresário Nilson Brasil (presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró – ACIM), e o Vice-Prefeito de Mossoró, Antonio Capistrano, representando a Prefeita de Mossoró, Dra.
Rosalba Ciarline;
• Em junho de 2004, o Ministro da Educação, Tarso Fernando Herz Genro, encaminha Projeto de Lei que transforma a ESAM em UFERSA, para apreciação do Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva;
• Em junho de 2004, o Ministro da Educação, Tarso Fernando Herz Genro, encaminha Projeto de Lei que transforma a ESAM em UFERSA, para apreciação do Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva;
• De julho a dezembro de 2004, o Projeto Técnico da ESAM é apreciado pelos Ministérios da Educação e do Planejamento, recebendo treze pareceres favoráveis das áreas competentes desses Ministérios;
• Em outubro de 2004, o Senador Garibaldi Alves Filho faz pronunciamento no Senado em favor da transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em dezembro de 2004, o diretor da ESAM, prof. Josivan Barbosa e o prof. Francisco Bezerra Neto, Coordenador da Pós-graduação da ESAM, conseguem a aprovação pela CAPES, do primeiro curso de doutorado da Instituição, extremamente necessário para a transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em janeiro de 2005, o subchefe da Casa Civil emite parecer desfavorável, devolvendo ao Ministério da Educação o Projeto de transformação da ESAM em Universidade Especializada;
• Em fevereiro de 2005, a pedido do Diretor da ESAM, Prof. Josivan Barbosa Menezes, a Governadora do Rio Grande do Norte, Vilma Maria de Faria, intervém junto a Casa Civil da Presidência da República e consegue reverter para parecer favorável o Projeto de transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em fevereiro de 2005, Requerimento do Vereador Renato Fernandes, aprova por unanimidade dos edis Moção de Aplauso pelo mudança do parecer da Casa Civil da Presidência da República;
• Em fevereiro de 2005, após a tramitação do Projeto Institucional, pelos Ministérios da Educação, Planejamento e Casa Civil, o Poder Executivo, através do Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, encaminha o PROJETO DE LEI Nº 4.819/05 ao Congresso Nacional que dispõe sobre a transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido -UFERSA;
• Em fevereiro de 2005, a Câmara Municipal de Mossoró, reitera o apoio a transformação da ESAM em universidade especializada, através de ofício encaminhado ao Ministro da Educação, Tarso Genro;
• Em março de 2005, na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara Federal, presidida pelo Deputado Henrique Eduardo Alves, dá total apoio ao projeto da ESAM e convoca reunião extraordinária da Comissão para agilizar a tramitação do projeto. O Relator do Projeto, Deputado Carlos Alberto Leréia consegue aprovação, por unanimidade da Comissão, ao Projeto do Deputado Betinho Rosado e mantém apensado o projeto original do Governo Federal;
• Nessa Comissão o pronunciamento do Deputado Vicentinho, Norteriograndense (Acari), foi muito importante, como também, da Deputada Fátima Bezerra, e de outros parlamentares como: Deputado Ênio Tático, de Goiás, Deputado Isaías Silvestres, de Minas Gerais e Deputado Walter Barelli, de São Paulo. O parecer do Relator é acompanhado por unanimidade pela Comissão;
• Em abril de 2005, a Deputada Federal Fátima Bezerra, apresenta Requerimento à
Mesa da Câmara solicitando urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 4819 de
2005, de autoria do Executivo, que dispõe sobre a transformação da ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-Árido;
• Em abril de 2005, na Comissão de Educação e Cultura, tendo como Relatora do Projeto, a Deputada Fátima Bezerra, o parecer da Relatora é aprovado por unanimidade pela Comissão;
• Em maio de 2005, na Comissão de Finanças e Tributação, tendo como Relator o Deputado Federal Gonzaga Mota, o parecer do Relator é aprovado por unanimidade pela Comissão, tendo o ex-diretor Pedro Almeida articulado junto ao Relator para o seu parecer favorável;
• Em junho de 2005, na Comissão de Constituição e Justiça e Cidania, tendo como Relatora a Deputado Federal, Sandra Rosado, o parecer da Relatora é aprovado por unanimidade, mantendo-se o Projeto do Poder Executivo. A articulação da Deputada
para obtenção do quorum necessário a instalação da Comissão, foi fundamental para a tramitação na Câmara Federal;
• Em julho de 2005, o Projeto de Lei do Poder Executivo é aprovado pela Câmara Federal e encaminhado ao Plenário do Senado Federal. Nesta ocasião a articulação das Deputadas Sandra Rosado e Fátima Bezerra, junto ao líder do governo na Câmara Federal, Deputado Professor Luizinho, foi importantes no sentido de priorizar a apreciação do projeto, no plenário da Câmara;
• Em 13 de julho de 2005, o Senado Federal aprova o PROJETO DE LEI que transforma a ESAM em Universidade Federal Rural do Semi-árido – UFERSA, tendo como Relator o Senador Garibaldi Alves Filho. As deputadas Sandra Rosado e Fátima Bezerra fazem gestão junto ao Senador Aloísio Mercadante, líder do governo no senado, para incluir em regime de urgência, o projeto da ESAM, junto com as outras quatro instituições contempladas;
• O Deputado Federal Betinho Rosado, professor da ESAM e incansável defensor do Projeto de transformação da ESAM em Universidade, num gesto de grandeza, retira a sua proposição de vistas ao projeto, cuja decisão foi fundamental e viabilizou a aprovação do Projeto de Lei, no Senado Federal.

• EM 29 DE JULHO DE 2005, O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, SANCIONA A LEI Nº 11.155 QUE CRIA A UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMIÁRIDO – UFERSA;
• A LEI Nº 11.155, DE 29 DE JULHO DE 2005 É PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO NO DIA 01 DE AGOSTO DE 2005, NA SEÇÃO 1, Nº 146. O PARECER QUE PASSA PARA A HISTÓRIA DA ESAM

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Médica prevê “desastre” com falta de tudo na saúde pública

É grande a distância entre o que os governantes publicam e a realidade da saúde pública, em Mossoró.

São dois mundos.

Um, real e aterrador.

Outro, ilusório, baseado em propaganda ufanística e personalismo.

Veja o que publica em rede social a médica neurologista e professora da Universidade Rural do Semi-árido (UFERSA), Sâmila Pinheiro, egressa da Faculdade de Medicina da Universidade do Estado do RN (UERN).

No Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM) falta o básico.

O que temos comentado nesta página e em outras plataformas virtuais não é invencionice ou terrorismo psicológico. É apelo, é alerta, é cobrança em nome do interesse público.

Lutamos por vidas.

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Ação inclusiva acontecerá domingo em Tibau

O Fórum de Mulheres com Deficiência e parceiros realizarão a 2ª edição do projeto “A Praia é Para Todos”, domingo (26), das 8h às 15h, na Praia do Ceará, em Tibau (a 42 quilômetros de Mossoró).

A ação oferecerá atividades de esporte e lazer para cerca de 700 pessoas com deficiência e seus familiares.

Entre as opções, estão surf adaptado, vôlei sentado, gincana e futebol para surdos, banho de mar em cadeiras de rodas (anfíbias), música ao vivo com a dupla sertaneja Beth e Jammir, fitdance, espaço kids para crianças com autismo, ensaio fotográfico, entre outras.

Evento está bem mais ampliado este ano em atividades e abrangência de participantes (Foto: divulgação)

A edição 2019 tem apoio de 16 instituições de inclusão social, Uern, Ufersa, Faculdade Católica do RN, 13 empresas, Câmara Municipal de Mossoró, Prefeitura de Tibau e articulação do vereador Petras Vinícius (Democratas) e da ex-prefeita de Mossoró Cláudia Regina (Democratas).

O evento deste ano – aperfeiçoado do sucesso da estreia, em janeiro de 2019 – terá ainda mais alcance, com participantes de Mossoró, Currais Novos, Paraú, Apodi, Baraúna, Governador Dix-sept Rosado e Areia Branca e mais opções de esporte e lazer.

Inclusão

A presidente do Fórum das Mulheres com Deficiência, Cláudia Medeiros, diz que todos são bem vindos para o momento de inclusão social. “É uma oportunidade para que pessoas com deficiências vivenciem a praia e tudo que ela traz de bom, em contato com a natureza e de forma saudável”, convida.

O vereador ressalta a importância das parcerias para viabilização do projeto. “A junção de tantos parceiros com o mesmo ideal de inclusão garante que pessoas com diferentes deficiências ou limitações vivam momentos inesquecíveis”, agradece.

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Senador discute aplicação de R$ 16,5 milhões no Tarcísio Maia

Styvenson vai repetir investimento ano a ano (Foto: divulgação)

O senador Styvenson Valentim (Podemos) promoveu reunião nesta sexta-feira (20) à tarde em Mossoró, no Hospital Regional Tarcisio Maia (HRTM). Um dos convidados foi o secretário de Estado da Saúde Pública (SESAP), médico Cpriano Vasconcelos.

O congressista tratou como serão investidos e em que setores, o montante de R$ 16,5 milhões destinados ao Tarcísio Maia, através de emendas suas relativas ao Orçamento Geral da União (OGU) 2020, aprovado  na terça-feira (17) pelo Congresso Nacional.

Participaram ainda da reunião o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), Arimatéa Matos, diretoria do HRTM e representantes de várias entidades convidadas que devem colaborar com fiscalização.

A próxima reunião já ficou marcada para o dia 10 de janeiro de 2020.

Styvenson disse que pretende anualmente destinar recursos para outros hospitais de referência no estado, dando apoio prático e concreto à melhoria deles, no atendimento à população.

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Doutorado em Agronomia – muito a ser comemorado

Por Josivan Barbosa

No último sábado (7) os docentes, servidores e discentes do Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia se reuniram para comemorar os 30 anos de criação do programa, cujo ápice ocorreu em dezembro de 2004 quando a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) aprovou a proposta de criação do doutorado em Agronomia: Fitotecnia da Universidade Federal Rural do Semi-árido (UFERSA).

Este programa começou em 1999 quando a antiga Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM) começou a oferecer o curso de especialização pelo antigo departamento de Fitotecnia.Doutorado em Agronomia II

Houve um momento de grande importância na história do Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia. Em 14 de janeiro de 2005 o ministro em exercício da Casa Civil deu parecer negativo no projeto de transformação da ESAM em UFERSA e determinou arquivamento do processo.

O Principal argumento do parecer: a instituição não oferecia três mestrados e um doutorado. Entretanto, a aprovação da proposta do doutorado em dezembro de 2004 (que não estava no projeto de transformação da ESAM em UFERSA, pois o projeto havia sido encaminhado no ano anterior) e mais 2 mestrados no mesmo período foram o suficiente e necessário para que fizéssemos uma nova exposição de motivos e conseguisse a reconsideração do parecer.

Doutorado em Agronomia III

O Programa de Pós-graduação em Agronomia: Fitotecnia da UFERSA (mestrado e doutorado acadêmicos) é um dos melhores do país e possui conceito com classificação internacional. O conceito é 6 numa escala que tem como limite o conceito 7 (escala adota pela CAPES – MEC).

Atualmente o programa de pós-graduação forma profissionais de alto nível para a agricultura familiar, agricultura orgânica, agroecologia e agricultura tradicional. Os profissionais egressos do programa têm se destacado na região e são os principais responsáveis pela competência do Pólo de Agricultura Irrigada RN – CE na colocação dos frutos tropicais nos mercados dos Estados Unidos, União Européia e com a perspectiva de atingir o mercado asiático nos próximos anos.

RN longe da foto

Em reportagem da semana do Jornal Valor Econômico sobre o PIB per capita de vários Estados da Federação, o Rio Grande do Norte não aparece nem na foto quando se coloca os dez primeiros Estados do país.  O nosso Estado está longe de se aproximar do Espírito Santo que está em décimo lugar com pib per capita de 28,2 mil reais.

O Distrito Federal lidera o ranking do pib per capta com 80,5 mil reais e São Paulo fica em segundo lugar com 47 mil reais. Isso mostra o desafio que a equipe econômica e de planejamento do Governo do RN tem para os próximos anos. Não há como se pensar em avanço na qualidade dos serviços públicos sem aumento do pib per capita.

STF

Três importantes questões ficam para o próximo ano no Supremo Tribunal Federal (STF). O debate sobre como deve ser a divisão dos royalties entre produtores e não produtores de petróleo estava previsto para 20 de novembro. A análise do caso foi adiada a pedido do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que tenta costurar um acordo entre os estados.

Já a ação sobre a descriminalização do uso de drogas, pautada para 6 de novembro, foi adiada por conta do julgamento sobre a prisão após condenação em segunda instância, que levou cinco sessões para ser concluído.

A discussão sobre o compartilhamento de dados fiscais sigilosos de órgãos de controle com o Ministério Público fez Toffoli tirar da pauta o julgamento do caso sobre a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins.

Plano Mansueto

O chamado Plano Mansueto tem sido se transformado numa medida frustrada em auxílio aos Estados. Formalmente batizado como Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), o programa foi desenhado pela Secretaria do Tesouro Nacional para possibilitar a Estados com rating C ou D obter financiamentos com aval da União em troca do cumprimento de pelo menos três entre oito medidas de ajuste sugeridas. Intensamente debatido entre representantes do Tesouro e dos Estados, o programa foi enviado ao Congresso via projeto de lei complementar ainda no primeiro semestre do ano, mas não andou.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Ufersa

Governo promove Feneciti a partir desta sexta-feira

Começa nesta sexta-feira (30) à noite e vai até amanhã (sábado, 31), na Estação das Artes Eliseu Ventania em Mossoró, a II Edição da Feira Regional de Negócios, Ciência, Tecnologia e Inovação do RN (FENECITI).

A iniciativa é conduzida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC).

Visa oferecer aos empresários, investidores, empreendedores e pesquisadores um espaço onde seja possível integralizar e potencializar os negócios regionais, gerar redes de contatos e impulsionar o desenvolvimento econômico de Mossoró, da região do Oeste e do RN.

A Feneciti tem os seguintes parceiros: Federação da Câmara de Dirigentes Lojistas do RN (FCDL), Câmara dos Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), Prefeitura de Mossoró, Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Rio Grande do Norte (SEBRAE/RN), Sistema FIERN, Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Banco do Nordeste (BNB), Instituto Federal do RN (IFRN), Universidade do Estado do RN (UERN), Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Potigás, Caern, Junta Comercial do RN (JUCERN), Universidade Potiguar (UnP), Uninassau, Cimento Mizu, Coca-Cola, Café Santa Clara e Ster Bom.

A primeira edição da Feneciti aconteceu em Caicó, em junho deste ano.

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Feira de Negócios será lançada em Mossoró amanhã

Mossoró seriará a segunda edição da Feira Regional de Negócios, Ciência, Tecnologia e Inovação (FENECITI) promovida pelo Governo do RN. O lançamento está marcado para as 18h30 dessa quarta-feira (24), no auditório da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL).A iniciativa é conduzida pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (SEDEC). Expectativa é de que a Feira aconteça entre 30 e 31 de agosto na Estação das Artes Eliseu Ventania.

A Feneciti tem como um dos objetivos oferecer aos empresários, investidores, empreendedores e pesquisadores um espaço onde seja possível integralizar e potencializar os negócios regionais, gerar redes de contatos e impulsionar o desenvolvimento econômico de Mossoró, da região do Oeste e do RN.

Os estandes estarão à venda a partir da noite de lançamento da Feira.

A Feneciti tem os seguintes parceiros: como parceiros: a Federação da Câmara de Dirigentes Lojistas do RN (FCDL), Câmara dos Dirigentes Lojistas de Mossoró (CDL), Prefeitura de Mossoró, SEBRAE-RN, Sistema FIERN, Fecomércio RN, Banco do Nordeste (BNB), IFRN, UERN, UFERSA, Potigás, Caern, Jucern, Universidade Potiguar, Uninassau, Cimento Mizu, Coca-Cola, Café Santa Clara e Ster Bom.

A primeira edição da Feneciti aconteceu em Caicó, em junho deste ano.

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Isolamento viário compromete vidas e economia regional

Por Josivan Barbosa

Na semana passada visitamos a terra que era conhecida como Pedra de Abelha e que hoje é o município de Felipe Guerra. Passados quase 50 anos da época em que nasci e morei naquele triângulo compreendido por Apodi – Caraúbas – Felipe Guerra, pouca coisa mudou na zona rural compreendida pelas principais comunidades.

O principal fator de pouca evolução na qualidade de vida das pessoas que vivem na zona rural dessa microrregião ainda é o isolamento das comunidades rurais em relação às sedes dos três municípios em função da falta de uma estrada pavimentada de menos de 20 km que ligaria a sede do município de Felipe Guerra à RN 233, na altura das comunidades de Mariana e Língua de Vaca.

Felipe Guerra tem potencial para alargar sua economia e melhoria da qualidade de vida de sua população (Foto: Web)

Felipe Guerra II

O melhor trajeto para essa Estrada (pedimos licença para denominá-la de Estrada Pedra de Abelha) seria ligando a sede do município de Felipe Guerra iniciando com a construção de uma pequena ponte no Rio Apodi – Mossoró na chamada Cidade Baixa (Pedra de Abelha antiga) passando inicialmente pelas comunidades de Boqueirão, Tabuleiro, Fazendas Itaoca e Vita Mais e Cangalha.

A partir desse último ponto, o melhor roteiro e mais fácil de justificar junto aos órgãos de controle é via o tradicional distrito de Santana que já pertence ao município de Caraúbas do ponto de vista legal, mas que está umbilicalmente ligado ao município de Felipe Guerra em função da demanda por serviços públicos.

Felipe Guerra III

A partir do Distrito de Santana a estrada passaria pelas comunidades rurais de Lagoa do Pacó, Apanha Peixe II, Mariana e Língua de Vaca. Em geral, cada comunidade rural possui cerca de 100 famílias. As famílias dessas comunidades precisam diariamente se deslocar para as sedes dos três municípios (Felipe Guerra, Apodi e Caraúbas) a procura de serviços públicos (educação, saúde e seguridade social) e acesso ao comércio e outras demandas características do setor rural.

Felipe Guerra IV

Do ponto de vista do turismo regional, a construção dessa estrada traria acesso fácil ao balneário Apanha Peixe II, um dos melhores locais de recreação de toda a microrregião. A Lagoa de Apanha Peixe teve a sua parede construída em 1963 e possui capacidade de 10 milhões de metros cúbicos e ocupa, quando cheia uma área de 225 hectares. A bacia hidrográfica é de 395 km quadrados e a cota máxima é de 40 m. A lagoa do Apanha Peixe é um dos principais reservatórios de pesca artesanal da microrregião, juntamente com as Lagoas do Pacó e do Boqueirão, sendo que o acesso aos três reservatórios seria beneficiado com a construção da Estrada de Pedra de Abelha.

Caverna Catedral no Lajedo do Rosário em Felipe Guerra, uma atração turística pouco explorada (Foto: Fernando Chiriboga)

Felipe Guerra V

Além da facilitação do acesso as comunidades rurais citadas acima, a Estrada de Pedra de Abelha facilitaria a vida das comunidades rurais que ficam do lado do município de Apodi, como Pindoba, São Lourenço, Rio Negro, e à futura instalação do Projeto de Irrigação Santa Cruz do Apodi, que terá uma área irrigável de mais de três mil hectares.

As principais atividades econômicas que justificam a construção da Estrada de Pedra de Abelha são a carcinicultura, agricultura irrigada, pesca artesanal e cerâmica. A microrregião está avançando na construção de infraestrutura para a atividade de carcinicultura e a agricultura irrigada já é uma realidade local.

Recentemente, uma empresa tradicional do Polo de Agricultura Irrigada RN – CE adquiriu uma área de 500 ha que pretende explorar para a produção de melão e melancia. A área é bastante arenosa o que facilitará a exploração para estas culturas no primeiro semestre do ano e com foco no mercado interno. Há três empresas instaladas do município de Felipe Guerra que já trabalham com melão, melancia, banana, goiaba e mamão.

Felipe Guerra VI

A construção da Estrada de Pedra de Abelha beneficiará ainda a tradicional atividade econômica do artesanato da palha de carnaúba e da cerâmica, sendo que, também, trará benefícios para a indústria da palha de carnaúba e da cera de carnaúba. A estrada apresenta ainda um excelente potencial para ampliar as atividades econômicas da microrregião no tocante à agricultura familiar, pois facilitará o escoamento da produção de pequenos agricultores para os programas de compra direta do Governo Federal e do recém-criado programa de compra direta do Governo Estadual.

Felipe Guerra VII

A estrada de Pedra de Abelha facilitará muito o acesso dos jovens do município de Felipe Guerra que se deslocam diariamente para a Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) – Caraúbas, único campus universitário da microrregião que atende a todas as comunidades rurais dos três municípios e que a partir da sua construção tem oferecido inúmeras oportunidades de formação profissional, através dos seguintes cursos: Ciência e Tecnologia, Engenharia Civil, Engenharia Mecânica, Letras – Inglês, Letras – Libras e Letras Português.

Felipe Guerra VIII

A gestão municipal de Felipe Guerra já delineou a trajetória para convencer o Governo do Estado a colocar no orçamento de 2021 recursos para a construção da Estrada. Para isso, vai procurar os representantes da região junto ao Governo do Estado para que apresentem no OGE 2020 uma emenda de Bancada Estadual para a contratação de uma empresa para elaborar o projeto executivo da Estrada de Pedra de Abelha. É necessário que os nossos deputados estaduais visitem a região e sintam a necessidade da referida estrada.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido

Ex-reitor da Ufersa é nome apontado para secretariado

Josivan: ex-reitor (Foto: Jornal das Cinco)

O PCdoB do Rio Grande do Norte tende a indicar o nome do professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Josivan Barbosa, como opção à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do estado, gestão Fátima Bezerra.

O professor é vice-presidente da sigla em Mossoró.

Barbosa já fora titular da pasta do Planejamento no governo municipal mossoroense de Francisco Jose Júnior (PSD,  hoje sem partido).

Josivan Barbosa chegou a ser candidato a vice-prefeito de Mossoró em 2012, pelo PT, em chapa encabeçada pela deputada estadual Larissa Rosado (PSB, hoje no PSDB).

Ele é também articulista-colaborador do Blog Carlos Santos.

O advogado Renato de Souza Cavalcanti Marinho é o atual secretário, na administração Robinson Faria (PSD).

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Escolhido para formação política pode ser candidato em 2018

Engenheiro, evangélico, estudante de direito da Universidade do Estado do RN (UERN) e servidor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), Alysson Bezerra, 25, foi entrevistado hoje (segunda-feira, 5) pelo programa “Meio-dia Mossoró”, da FM 95.7.

Alysson: Raps (Foto: Web)

Ele é um dos selecionados pela Rede de Ação Política pela Sustentabilidade (RAPS), uma organização não-governamental e suprapartidária com sede em São Paulo, para participar de um trabalho de formação de novas lideranças.

“A Raps faz um trabalho de formação política fora desse modelo tradicional”, explicou. “O objetivo dela é eleger pelo menos 50 nomes de todo o país para o Congresso Nacional este ano. Eu fui um dos dois selecionados no estado e 100 no país para esse trabalho em 2018”, relatou.

Candidatura

Em entrevista à jornalista Carol Ribeiro, no Meio-dia Mossoró, o mossoroense Alysson Bezerra defendeu o ingresso de novas pessoas na política, para “construção de novos hábitos”.

Sobre candidatura, afirmou que poderá disputar uma vaga à Assembleia Legislativa este ano. Convite já recebeu de pelo menos “sete partidos”. Mas não há definição quanto à legenda ainda.

“Quero ter independência para votar, apoiar, ter minhas escolhas”, antecipou.

Conheça a Raps clicando AQUI;

Veja AQUI a lista dos aprovados na seleção 2018 da Raps.

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Senador tem resposta publicada e mostra compromisso

O portal Jornal O Mossoroense publicou nesta quinta-feira (18) em sua coluna Notas e Comentários, resposta do senador Garibaldi Filho (MDB) à postagem veiculada ontem na página, que atribuía a ele má vontade em destinar emendas orçamentárias a Mossoró.

O suposto diálogo teria ocorrido, nesse tom, com a prefeita Rosalba Ciarlini (PP). Ontem, ela silenciou sobre o caso. Mas o próprio portal acabou retirando o registro do ar, devido a repercussão negativa.

Veja abaixo o pronunciamento do senador na postagem de hoje de O Mossoroense:

A assessoria do senador Garibaldi Filho enviou nota sobre comentários divulgados nesta coluna sobre destinação de emendas parlamentares para a cidade de Mossoró, que divulgamos na íntegra o seu teor:

“A conversa reproduzida pelo blog não ocorreu. A própria prefeita Rosalba Ciarlini e a população de Mossoró conhecem o meu compromisso com a cidade. Continuarei ajudando Mossoró como sempre fiz.

Destaco que aloquei no Orçamento de 2018 quase R$ 6 milhões para a construção do hospital universitário da UFERSA. Esse hospital deverá atender às necessidades não apenas de Mossoró, mas de toda a região.

Observo ainda que, no final do ano passado, destinei R$ 10 milhões para obras hídricas a cargo do Ministério da Integração Nacional, sobretudo as da transposição do São Francisco. ”

Garibaldi Filho.

Leia também: Nota jornalística causa embaraço político e é retirada do ar.

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Manifestantes hostilizam senador aos gritos de “golpista”

O ministro da Educação, Mendonça Filho, esteve nesta quinta-feira (30) em Pau dos Ferros-RN.

Entregou oficialmente obras de melhoria e ampliação da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA).

Um episódio à parte foi a mobilização de grupos organizados, que “recepcionaram” o ministro e o senador José Agripino (DEM). O congressista foi o principal alvo de ataques verbais e mensagens em cartazes e faixas.

– Golpista, golpista – repetiam os manifestantes, que foram acompanhados por policiais a distância.

A comitiva tinha ainda o deputado federal Felipe Maia  (DEM), o prefeito local Leonardo Rego (DEM) e o reitor da Ufersa, professor José de Arimatea Matos, entre outras autoridades.

Estudantes, populares e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do RN (SINTE/RN) fizeram parte da manifestação.

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Estudantes esperam visita de Lula ao IF e à Ufersa

Há um movimento crescente entre estudantes no Instituto Federal do RN (IFRN) e Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), campus de Mossoró, que deseja inclusão de visita dele a esses dois equipamentos de ensino na cidade.

Lula estará em Mossoró no próximo dia 28.

Antes, dia 27, aportará em Caicó.

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A realidade cruel que mutila e mata gente sofrida e indefesa

Por Ronaldo Fixina

Merece elogio a atuação da Diretoria do Hospital Regional Tarcisio de Vasconcelos Maia (HRTM), em Mossoró. Faz o possível. Todos os brasileiros e brasileiras, desde o nascimento, têm direito aos serviços de saúde gratuitos.

O Sistema Único de Saúde (SUS) é um direito de todos: é integral, garante equidade e é descentralizado. A população deve exigir seus direitos constitucionais.

A classe médica por um dever de consciência tem a obrigação de denunciar a omissão dos gestores da Saúde Pública. Estes, por uma questão de justiça, deveriam ser punidos pessoalmente com altas multas e prisão.

Centenas de pacientes de Mossoró são penalizados pela atual administração, em virtude da inexistência de cirurgias eletivas. Uma fratura, uma colecistite, um mioma uterino pode motivar a morte de pacientes em Mossoró pela impossibilidade de realizar uma simples cirurgia eletiva.

A Saúde Pública de Mossoró jamais foi levada a sério ou considerada prioridade nesta cidade. Prefeitas enfermeira (fracasso total – horrível ), médicas e até mesmo um almofadinha, nunca estabeleceram metas de prioridades nesta área, talvez por considerarem investimentos em saúde como gastos ou despesas desnecessárias.

Os vereadores, têm grande responsabilidade sobre diferentes aspectos no tocante às políticas de saúde, todavia permanecem silentes. Ao invés de solicitação de recapeamento asfáltico em rua de eleitor barato ou desentupimento de bueiro, legislassem no que coubesse sobre a saúde no que tange à prestação de serviço envolvendo políticas públicas de Saúde.

Omissão total.

O Decreto que estabeleceu a Calamidade Pública na rede Hospitalar do Estado por analogia é um atestado de incapacidade administrativa. E em Mossoró a situação é critica, muito crítica.

Uma “rede” de bajuladores é orientada para propagar que não existem recursos. Dinheiro tem e muito.

Por mais estranho que pareça nos deparamos em horário nobre da TV Globo,  com uma feérica propaganda do São João que diz a verdade: o São de Mossoró é “É muito mais do que você imagina”. Uma verdade.

Realmente a Saúde de Mossoró “É pior do que você pode imaginar”.

Aqui você se depara com o sofrimento de dezenas de pacientes mendigando uma cirurgia. Enquanto isso, escutamos um festival de dislates: reabrir o eternamente inútil Hospital da Policia, a Universidade do Estado do RN (UERN) vai construir um grande hospital escola (sem leitos), retomar as obras do Hospital Duarte Filho. A Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), certamente também vai construir um fenomenal hospital universitário baseado em evidências.

Apenas exemplificando a inversão de prioridades: no dia do derramamento de “cultura” de Michel Teló em Mossoró, na Estação das Artes Elizeu Ventania, um paciente aqui, sentindo intensas dores não era submetido a uma cirurgia (amputação de uma perna) por falta de uma serra de Gigli (instrumento medieval) que custa a bagatela de R$ 50,00 reais. É uma desumanidade.

Ridículo e cômico se o paciente não estivesse sentindo tanta dor

É uma estupidez uma paciente de Mossoró ser encaminhado para cirurgia em Alexandria! E mudou? Outrora as pacientes de Mossoró eram encaminhadas pela Secretaria Municipal da Doença e da Incompetência para Russas (CE).

Uma matula de jurássicos invadiu os corredores da Secretaria Municipal de Saúde. Quem é responsável pela inexistência das cirurgias eletivas dos usuários dos SUS em Mossoró? A quem interessa a judicialização de filas de pacientes? Quanto vale uma vida de um usuário do SUS para alguns gestores da saúde?

A realização de uma cirurgia eletiva aqui em Mossoró implica em percorrer um caminho extremamente difícil. Uma peregrinação dolorosa para crianças e idosos. Um massacre. Nenhum documento elucida possíveis acordos entre os hospitais privados e os gestores da saúde.

Por uma questão jurídica e, de obediência aos critérios para contratualização com o SUS, nenhum hospital em Mossoró poderia ser contratado pois eles não tem funcionários médicos.

Como realizar cirurgias sem anestesiologista, cirurgião, ortopedista, etc. etc. Sem um contrato de prestação de serviços entre especialistas e os gestores da saúde, não há nenhuma obrigação de atendimento.

Da mesma forma que o calote institucional torna o trabalho sem satisfação e sem determinados compromissos por parte do trabalhador médico. E o médico encontra-se amparado no direito irrefutável de receber seus honorários justos e possíveis. E por que médico honesto não pode ser bem remunerado??

O cidadão (contribuinte) já não suporta mais ver seus direitos constitucionais serem usurpados. As autoridades constituídas deveriam obedecer os princípios constitucionais da eficácia, eficiência e efetividade, etc. etc. etc.

Ronaldo Fixina é médico anestesiologista, delegado sindicato do Sindicato dos Médicos do RN (Sinmed/RN) e dirigente Cooperativa dos Anestesiologistas de Mossoró (CAM)

Audiência discutirá por que governo segura recursos do HRTM

Por iniciativa do deputado Manoel Cunha Neto, o Souza (PHS), a Assembleia Legislativa promove nesta sexta-feira (26), em Mossoró, audiência pública a fim de discutir obras de reforma e ampliação dos leitos de UTI do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM). O debate acontece no auditório da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual do RN (UERN), às 9h.

HRTM espera quase R$ 2 milhões para obras e governo não atende emendas "impositivas" (Foto: arquivo)

“O hospital regional atende cerca de 65 municípios do nosso Estado e, mesmo assim, possui um número reduzido de leitos de UTI. Além disso, constantemente o Governo do RN vem custeando esses serviços em unidades privadas, por força de determinação judicial”, afirma o parlamentar.

O deputado explica que destinou, para a unidade de saúde, emendas parlamentares “impositivas” (governo é obrigado a atender) no valor de R$ 1,8 milhão, que não foram liberadas por falta de deflagração do processo licitatório por parte da Secretaria de Estado da Saúde Pública (SESAP).

Sem solução

Ainda segundo o parlamentar, apesar de o hospital já ter sido objeto de relatório da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), de inspeção do Ministério Público e de deferimento de ação cautelar pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN), não houve soluções práticas para a melhoria da saúde pública na região.

“A referida audiência, portanto, visa discutir questões de extrema necessidade e relevância e que têm causado prejuízos tanto à sociedade potiguar quanto aos cofres públicos”, reforça Souza.

Para o debate, foram convidados representantes do TCE, da OAB/Mossoró, da UERN e da UFERSA, do Hospital Regional Tarcisio Maia, das Secretarias de Saúde envolvidas, da Secretaria de Infraestrutura, Promotorias, Prefeituras e Câmaras Municipais do Estado, além de outras instituições ligadas ao tema e sociedade civil.

Com informações da Assembleia Legislativa.

Prefeitura prepara organização legal do Parque Municipal

Segundo informação da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Mossoró, “está em fase de elaboração, através do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CONDEMA), a minuta do regimento interno do Parque Municipal Maurício de Oliveira. As reuniões iniciaram em março e o documento vai determinar regras de funcionamento do equipamento”.

Ano passado o Parque Municipal era assim... (Foto: arquivo)

O Condema é um órgão consultivo e deliberativo que tem por finalidade definir diretrizes e políticas voltadas ao meio ambiente. Participam das reuniões representantes do IBAMA, ICMBio, UERN, UFERSA, Ministério Público Estadual, Polícia Ambiental, Câmara Municipal e Prefeitura de Mossoró, além de representações da sociedade civil.

A presidente é a titular da Secretaria Executiva de Meio Ambiente e Urbanismo, Doriana Burlamaqui.

Criado em 2016, o Parque Municipal sequer possuía regimento, salienta a municipalidade.

Foi obra articulada pelo então prefeito Francisco José Júnior (PSD), com recursos da iniciativa privada (empresa A&C).

Nos últimos meses têm sido objeto de intensas críticas de usuários, em face do abandono a que o local foi condenado.

Nota do Blog – Importante iniciativa da prefeitura. Mas isso não a impede de tomar providências mais urgentes como garantia de limpeza, desobstrução de pista para caminhadas, segurança e retirada do mato que avança célere.

...e agora é assim: abandono (Foto: cedida)

A estrutura disponível na municipalidade pode realizar isso, sem maior dispêndio. Basta iniciativa e boa vontade, pois o equipamento é público e não do ex-prefeito.

Repetindo: iniciativa e boa vontade. O patrimônio é dos mossoroenses.

Vamos lá!

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Realize Comunicação aposta em trabalho diferenciado

Joyce: monitoramento (Foto: Jeane Meire)

Monitoramento de mídia, assessoria de imprensa e marketing político e eleitoral. Essa é a tríade de especialidades da Realize Comunicação, empresa mossoroense comandada pela jornalista Joyce Moura, que amplifica sua atuação no mercado este ano, a partir de Mossoró.

“A Realize possui um know-how que possibilita oferecer serviços inovadores e de grande valia para o público que será atingido”, garante Joyce.

Campanhas

Segundo ela, a agência trabalha para empresas privadas e setor público, com marketing político e eleitoral, além de de assessoria de imprensa. Um dos diferenciais, “é podermos acompanhar a projeção do assessorado nos mais diversos veículos de mídia, identificando ainda seus pontos fortes e deficiências”.

Na bagagem, a Realize traz campanhas vitoriosas em segmentos institucionais como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseccional Mossoró, Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA), além de campanhas proporcionais.

A Realize abriu escritório à Rua Machado de Assis, 209, no centro da cidade.

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Empresa resolve botar seus ônibus em circulação

A empresa concessionária do serviço de transporte coletivo urbano de Mossoró, Cidade do Sol, recuou em sua decisão tomada nesse domingo (31 de Julho), de não colocar veículos em circulação nesta segunda-feira (1º).

Havia o temor de ataques de vandalismos, como ocorreu no final de semana, mas houve garantia do setor público de proteção para os ônibus circularem.

Uma nota foi emitida pela empresa, explicando sua posição. Veja abaixo:

O transporte público coletivo em Mossoró funcionará normalmente nesta segunda-feira, 1º. A empresa concessionária do serviço, Cidade do Sol Transportes, tomou a decisão após garantias dos gestores da Segurança Pública de que novas medidas, mais rígidas, são adotadas para assegurar a integridade de passageiros e colaboradores.

Dessa forma, a Cidade do Sol comunica aos usuários que os ônibus começam a circular às 5h30, desta segunda-feira. A empresa, apesar do quadro de insegurança, reveste-se de coragem e compromisso com os milhares de mossoroenses que confiam nos ônibus de Mossoró.

Nota do Blog – Aulas em escolas públicas e privadas estão mantidas para hoje em Mossoró. Universidade do Estado do RN (UERN) e Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA) também garantiram a normalidade.

Mesma decisão foi tomada pela direção do Instituto Federal (IFRN) e faculdades/universidade privada.

Em Natal, 70% da frota começou a circular a partir das 5 horas de hoje, mas com escolta policial.

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Servidores federais vão paralisar atividades na quinta-feira

Vem aí mais uma paralisação de trabalhadores técnico-administrativos da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Decisão tomada na última sexta-feira (8).

Decidiram que vão parar as atividades na próxima quinta-feira, 14 de abril. A decisão segue recomendação da federação nacional da categoria, a Fasubra.

O movimento tenta enfrentar o Projeto de Lei Complementar 257/16, anunciado no último dia 22 de março, pelo Governo, e que “adota uma política de ajuste e controle de gastos e corte de direitos dos servidores públicos, como por exemplo, o congelamento de salário por tempo indeterminado, programas de demissões voluntárias, privatizações, entre outras mazelas que trazem enormes prejuízos a categoria”, avisa o Sintest, sindicato da categoria.

Na assembleia também ficou definido que a quinta-feira, 14, será um dia voltado para a conscientização dos servidores que não aderirem à paralisação e a comunidade universitária.

Candidatos à Ufersa vão participar de ciclo de debates

Os três candidatos à reitoria da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA) vão participar de um ciclo de debates promovidos por entidades de servidores, professores e estudantes da instituição – SINTEST-RN/UFERSA, ADUFERSA e o DCE. O primeiro será no Campus Mossoró nesta terça-feira, 29, a partir das 18 horas, no Ginásio de Esportes.

As regras para o ciclo de debates que vai acontecer também em Pau dos Ferros, às 15h do dia 31/03; Angicos, às 15h do dia 04/04 e, Caraúbas, às 09h no dia 06/04, foram amplamente discutidas pelos representantes das três entidades promotoras, bem como pela assessoria dos candidatos que disputam a reitoria da Ufersa.

Os candidatos são o atual reitor Arimatéa Matos, Ludimilla Oliveira e Francisco Odolberto.

Normas

As normas para o ciclo de debates para a consulta a reitor/a e seus respectivos vices, foram aprovadas por unanimidades por todos os representantes das candidaturas à reitoria. Ao todo, serão 05 blocos. O primeiro destinado à apresentação das chapas, com tempo de 5 minutos para cada candidato. A ordem inicial será feita mediante sorteio, podendo fazer uso da palavra tanto o candidato a reitor/a quanto o vice. O segundo bloco será para discussão temática entre os candidatos.

Tantos os temas, quanto à ordem de quem e para quem faz a pergunta será mediante sorteio. Cada candidato terá direito a fazer e responder a uma única pergunta, sendo garantida réplica e tréplica. O tema só poderá ser explorado em uma rodada, na rodada seguinte deverá ser sorteado outro tema.

As perguntas deverão ser direcionadas pelos temas: assistência estudantil, ensino, pesquisa e extensão, infraestrutura e gestão de pessoas. Não será permitido questionamentos sobre a vida pessoal, bem como acusações a integridade moral dos candidatos.

Antes de passar para o terceiro bloco, o debate terá um intervalo de 10 minutos. Nesse tempo, os candidatos poderão descer do palco para se reunirem com as suas coordenações de campanha. Neste momento será o prazo final para que os participantes possam depositar sua pergunta na urna destinada para esse fim. As perguntas do público deverão ser feitas em formulário padrão disponibilizados pela organização.

O terceiro bloco é destinado para as perguntas das entidades de classes, ou seja, o SINTEST-RN/UFERSA, a ADUFERSA e o DCE. Cada entidade fará uma pergunta escrita para cada candidato, que responderão por ordem de sorteio. O tempo para a resposta será de 3 minutos por pergunta.

O quarto bloco será destinado à participação da comunidade. Serão sorteadas três perguntas do público que foram encaminhadas por escrito. Cada candidato responderá a mesma pergunta por ordem de sorteio, com 3 minutos para a resposta.

O quinto e último bloco será destinado às considerações finais de cada chapa. Nesse bloco, a exemplo do primeiro, os candidatos a vice-reitor poderão fazer o uso da palavra, sendo destinados 5 minutos para cada chapa.

Regras

As entidades promotoras do ciclo de debates pontuaram algumas regras que devem ser rigorosamente seguidas pelos participantes. Uma comissão formada por um membro do SINTEST-RN/UFERSA, ADUFERSA e DCE será responsável por julgar os pedidos de direitos de resposta e demais solicitações dos candidatos no decorrer do debate, além de auxiliar o mediador. O candidato a que venham sofrer algum tipo de ofensa de natureza moral ou ideológica terá um minuto para a sua defesa. Os mediadores serão formados por pessoas externas da comunidade universitária da UFERSA.

Outra regra é que caberá ao mediador indeferir perguntas impertinentes ou de cunho pessoal; evitar alterações entre os candidatos e entre estes e a plenária e vice-versa; censurar o uso de expressões injuriosas e depreciativas da imagem de membros e candidatos da UFERSA; solicitar da plenária contenção em manifestações consideradas inoportunas; interferir na condução dos trabalhos, podendo cassar a palavra; e efetuar os sorteios da ordem das falas dos candidatos durante o debate.