Arquivo da tag: campanha eleitoral

Caravana O Melhor Vai Começar no Oeste

A governadora e candidata à reeleição, Fátima Bezerra (PT), emocionou-se nessa quarta-feira (7), na fase final da segunda etapa da denominada Caravana O Melhor Vai Começar.

Em Pau dos Ferros, ela chegou a chorar em agradecimento à acolhida nas visitas a municípios da região Oeste, programação iniciada na sexta-feira (2) passada.

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Getúlio Rêgo reúne amigos em busca do 11º mandato consecutivo

O deputado estadual Getúlio Rêgo (PSDB) promoveu evento político nesse sábado (13), em Portalegre (sua terra Natal), no Clube Acep. Denominada de “Encontro Regional com Amigos de Getúlio”, a iniciativa foi ponto de partida oficial à sua 11ª campanha consecutiva à Assembleia Legislativa.

Getúlio foca no décimo mandato consecutivo, quase 40 anos na Assembleia Legislativa (Foto: reprodução do Canal BCS)
Getúlio foca no 10º mandato consecutivo, quase 40 anos na AL (Foto: reprodução do Canal BCS)

Rêgo aglomerou seguidores e amigos da região Oeste e de outras áreas do RN, como o ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (PP) e a ex-governadora e ex-prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini (PP).

O parlamentar é o decano da Assembleia Legislativa. Enfileira dez mandatos desde o pleito de 1982. De lá para cá, repetiu o êxito nas eleições de 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018. Portanto, são quase 40 anos na Casa.

Médico, formado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), 78 anos, Getúlio Rêgo foi Líder do Governo na Assembleia Legislativa do RN nos dois períodos de gestão José Agripino (União Brasil) e de Rosalba Ciarlini.

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RN tem três pesquisas eleitorais em menos de 24 horas

Pesquisa-Eleitoral-Recorte-SemiFreeEm menos de 24 horas, três pesquisas eleitorais foram divulgadas no RN.

A avalanche continua, como nunca antes visto neste lugar.

Já comentamos sobre o assunto e, mais recentemente, mostramos como esse dilúvio de números e interpretações serve a tudo, menos ao norteamento do eleitor.

Mais do que informar, desinforma. Tumultua, confunde.

O fenômeno é bem potiguar. Difícil encontrarmos similar noutros estados federados.

Leia tambémConfusão babélica de números numa enxurrada de pesquisas.

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Promete ser emocionante a disputa ao Senado

concorrênciaPipoca e guaraná estão agendados.

Vou acompanhar como diversão a campanha e eleição ao Senado no RN, neste 2022.

Marcha para ser emocionante a disputa pela única vaga que teremos em jogo.

Mas, por favor, nem leve em conta números mais quentinhos que divulgam por aí. Existem muitos senões inconfessáveis neles.

O que de fato estabelece equilíbrio é que nenhum dos pré-candidatos têm folga para queimar na corrida eleitora, todos devem muitas explicações e nenhum é popular-populista.

E a perfídia está no ar, com forte odor.

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Deepfake (falsificação profunda) e campanha eleitoral

Por Odemirton Filho

Nos últimos tempos as redes sociais têm sido o palco para o embate político-eleitoral. As ruas não são mais o centro da disputa. Pelo menos, nas grandes cidades, os comícios já não arregimentam multidões.

Deepfake com o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula joga humor, mas às vezes simula algo original (Reprodução)

É no mundo da internet que os candidatos e seus partidários disputam simpatizantes para as suas ideias e o voto do eleitor. Entretanto, as fake news ganharam força. As notícias falsas são compartilhadas em uma velocidade que é difícil conter.

Todavia, uma nova modalidade de desinformação vem ganhando espaço. São as deepfake, ou seja – a falsificação profunda – conforme tradução livre.

A falsificação profunda significa uma forma de propagação da desinformação, através de vídeos, no quais a imagem e o áudio são adulterados. Isto é, tem-se um vídeo e é possível editar a imagem e a voz de determinada pessoa, manipulando a verdade.

Com isso, através dessa fraude, se criam mensagens e imagens falsas de um determinado candidato, por exemplo.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), explicando o tema, diz que “a tecnologia utiliza a inteligência artificial para criar vídeos falsos que parecem verdadeiros. Assim, a deepfake pode ser considerada uma nova forma de desinformação”.

Imagine o uso dessa falsidade em tempos de eleições? Quantas mensagens inverídicas podem ser repassadas?

Sobre o tema, o professor Diogo Rais afirma:

“Importante refletir sobre o impacto das deepfakes em ambiente eleitoral e, especialmente, com relação a pronunciamentos importantes em vésperas de eleições, podendo inclusive impossibilitar o candidato ofendido de esclarecer os fatos a seus eleitores ou de conseguir esclarecer o fato, por não haver tempo hábil de que o vídeo-resposta se propague e tenha a mesma escalabilidade do vídeo falso”.

Além disso, é possível a edição de áudios, adulterando uma voz, fazendo-a quase idêntica ao do candidato que se quer prejudicar, causando-lhe enormes prejuízos eleitorais.

De se ressaltar que, conforme a legislação eleitoral, a livre manifestação do pensamento do eleitor identificado ou identificável na internet somente é passível de limitação quando ofender à honra ou a imagem de candidatos, partidos ou coligações, ou divulgar fatos sabidamente inverídicos.

Ademais, segundo a Resolução que trata da propaganda eleitoral (n. 23.610/19), com o intuito de assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura, as ordens judiciais de remoção de conteúdo divulgado na internet serão limitadas às hipóteses em que, mediante decisão fundamentada, sejam constatadas violações às regras eleitorais ou ofensas a direitos de pessoas que participam do processo eleitoral.

O presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, em recente entrevista, afirmou:

“Eu tenho a teoria de que a integridade vem antes da ideologia. Portanto, em primeiro lugar, as pessoas têm o dever de serem corretas, honestas. No enfrentamento da corrupção, eu mesmo digo que não tem corrupção de direita ou de esquerda, porque a integridade vem antes dessas escolhas ideológicas”.

E acrescenta:

“E evidentemente isso vale também para campanhas fraudulentas. Uma das campanhas que o TSE pretende fazer é justamente para pessoas não disseminarem notícias fraudulentas ou notícias sem checar a autenticidade”.

Como se percebe, a Justiça Eleitoral tem se esforçado para coibir à desinformação no processo eleitoral. Contudo, diante da imensidão do mundo virtual e da rapidez do que é compartilhado, torna-se uma tarefa complexa.

Assim, espera-se que os atores do processo eleitoral, partidos políticos, candidatos e eleitores, conduzam-se dentro das regras do jogo, evitando-se o compartilhamento de fake news e/ou deepfakes.

Difícil? Sem dúvida. O jogo, infelizmente, sempre foi desleal.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

MP Eleitoral garante eventos políticos com respeito a normas

Ronaldo Chaves: liberdade com responsabilidade (Foto: arquivo)

A Procuradoria Regional Eleitoral no Rio Grande do Norte (PRE/RN) expediu orientação aos promotores eleitorais para reforçar a liberdade de realização de atos de campanha que respeitem normas sanitárias federais e estaduais de prevenção da covid-19. As limitações podem variar de acordo com a situação epidemiológica de cada região do estado.

A PRE/RN e o Ministério Público estadual (MP/RN) também cobraram à Secretária de Saúde Pública do estado (Sesap) retificação de parecer técnico que transferiu às prefeituras a decisão de permitir ou não os atos, o que é vedado pela Constituição Federal.

O objetivo da orientação é compatibilizar os atos de propaganda eleitoral com as restrições sanitárias para garantir a segurança dos eleitores e de todos os envolvidos no processo eleitoral, com atuação coordenada e uniforme entre as Promotorias Eleitorais e acordos com os demais órgãos envolvidos.

Competência

De acordo com o procurador Regional Eleitoral, Ronaldo Sérgio Chaves Fernandes, “a Justiça Eleitoral tem competência para apurar e inibir a prática de propaganda eleitoral em desacordo com as regras sanitárias impostas por autoridade sanitária estadual ou federal, afastando-se eventual regulamentação por legislação municipal”.

A PRE/RN orienta os promotores a atuarem de forma preventiva para acionar o Judiciário antes da realização de evento eleitoral com tendência a violar as normas sanitárias federais ou estaduais, para fixação de multa coercitiva. Eles também devem cobrar dos candidatos, partidos e coligações a comunicação prévia de atos de campanha, como determinado pela legislação eleitoral, e informar à equipe de fiscalização para acompanhamento.

Além da multa, os responsáveis pelo descumprimento das normas sanitárias responderão por propaganda eleitoral irregular na Justiça Eleitoral. Os promotores eleitorais também irão remeter os casos aos promotores de Justiça do MP/RN com atuação criminal para aplicação das sanções penais e administrativas.

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Governismo pauta bancada para fazer sua propaganda

Câmara passou a ser importante por outra razão (Foto: Edilberto Barros)

A bancada da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) passou a ter uma pauta previamente organizada para divulgação de ações do governo municipal no plenário da Câmara de Vereadores.

A orientação, é transformar as sessões ordinárias e a TV Câmara em palanque da administração.

Com a legislação eleitoral impondo restrições à propaganda oficial, inclusive freando inaugurações e outras atividades de propaganda, o cúpula governista busca alternativas para não sair de cena.

Tem informações de que precisa decolar em termos de avaliação administrativa, com vistas às eleições municipais.

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Agência foca seu trabalho em mulheres na política

A Realize Comunicação está de volta. Esse é o comunicado que essa empresa de origem mossoroense apresenta ao mercado, à porta de nova campanha eleitoral no país, em 5.569 município.

Com um time de mulheres com know-how nas áreas de marketing político, assessoria de comunicação, fotografia, edição de vídeos, redes sociais e marketing digital, a Realize informa que oferece um leque de serviços voltados para incentivar e fortalecer a inserção das mulheres nos espaços de poder.

A equipe da Realize Comunicação é formada pelas jornalistas Adriana Morais, Jeane Meire, Joyce Moura e Laíse Lira, e a publicitária Indyra Costa.

“A Realize é uma agência de mulheres para mulheres”, assinala oficialmente.

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Prefeita tenta apressar viabilização de empréstimo milionário

Tramita na Secretaria do Tesouro Nacional (Brasília) processo referente à viabilização de empréstimo “de até R$ 150 milhões”, que a Prefeitura Municipal de Mossoró pretende operar com a Caixa Econômica Federal (CEF).

Vereadora Sandra Rosado, Rosalba e deputado federal Beto Rosado em Brasília, na posse de Marinho (Foto: Facebook)

À semana passada, a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) esteve em Brasília para agenda administrativa e política, mas oficialmente não noticiou que a grande prioridade é diligenciar a autorização ao empréstimo, vista como imprescindível ao projeto político de reeleição este ano.

O principal canal para acelerar esse propósito passou a ser o recém-empossado ministro do Desenvolvimento Regional, ex-deputado federal Rogério Marinho (PSDB). Paradoxalmente, no RN, seu partido é o principal aliado do PT da governadora Fátima Bezerra – adversária de Rosalba.

Cartada eleitoral

O governismo sabe que praticamente nada pode ser entregue este ano, mas quer ter essa garantia para lançar pesada campanha de propaganda, abrir algumas licitações e até algumas ordens de serviço à porta da campanha municipal. É sua grande cartada eleitoral.

A autorização foi aprovada pela Câmara Municipal no dia 23 de outubro do ano passado (veja AQUI). Mas decisão judicial liminar no dia 11 de novembro (veja AQUI), do juiz da 8ª Vara Federal da Comarca de Mossoró, Orlan Donato Rocha, freou seu andamento.

Entretanto no dia 3 de dezembro de 2019 a municipalidade derrubou essa cautelar no âmbito do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) – veja AQUI.

Leia também: Rosalbismo faz caixa e atua em várias frentes para campanha;

Leia também: Empréstimo ‘multiuso’ serve para neutralizar oposição.

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Denunciação caluniosa eleitoral

Por Odemirton Filho

O processo eleitoral brasileiro se caracteriza, no mais das vezes, pela ausência de equilíbrio e boa-fé entre os candidatos e seus correligionários.

Troca de acusações, palavras de baixo calão e outros métodos nada republicanos informaram, ao longo do tempo, os nossos pleitos eleitorais.

Assim, não é incomum que, em decorrência desse comportamento, se instaurem inquéritos policiais e sejam ajuizadas ações perante o Poder Judiciário para se apurar os fatos narrados e reparar, eventualmente, os danos.

Como a disputa é desleal alguns candidatos e, sobretudo, seus partidários usam dos mais diversos expedientes para desqualificar o oponente e tentar ganhar a eleição.Não se exaltam as próprias qualidades, ao contrário, procura-se caluniar o adversário, atribuindo-lhe fatos que possam desabonar sua conduta.

“A calúnia, segundo Sócrates, é uma meia verdade, um sofisma de construção muito inteligente que induz ao erro a quem é dirigido”.

Segundo Péricles “é uma afirmação falsa, desonrosa e desconexa a respeito de alguém ou algo, inclusive mortos ou acabados no tempo, que se soma a uma verdadeira ação, criando um dilema”.

Às vezes, os fatos imputados ao oponente não condizem com a verdade, todavia o dano à imagem do adversário já ocorreu.

Atualmente, em razão das redes sociais, as notícias circulam de forma instantânea e, dificilmente, se consegue reverter o que está circulando no ambiente virtual.

O Código Penal prevê o crime de calúnia no art. 138 quando diz que caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime é sancionado com uma pena de detenção de seis meses a dois anos e multa.

Nesse sentido, tentando coibir essas atitudes, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) sancionou a lei 13.834/19 que altera a Lei nº 4.737/65- Código Eleitoral – para tipificar o crime de denunciação caluniosa com finalidade eleitoral.

Assim, dar causa à instauração de investigação policial, de processo judicial, de investigação administrativa, de inquérito civil ou ação de improbidade administrativa, atribuindo a alguém a prática de crime ou ato infracional de que o sabe inocente, com finalidade eleitoral, terá pena de reclusão, de 2 (dois) a 8 (oito) anos, e multa. (Art. 326-A).

A nova tipificação penal eleitoral prevê, como se observa, que atribuir também a prática de ato infracional, isto é, aquele análogo a crime, praticado por adolescente, passará a ser sancionado.

Note-se que o criminoso sabe que o acusado é inocente, mas no intuito de desqualificá-lo dá azo para que se instaure uma investigação policial ou uma demanda judicial.

Ademais, com a atribuição de fato sabidamente inverídico, com manifesta finalidade eleitoral, tem-se um desequilíbrio na disputa eleitoral, com clara ofensa aos princípios democrático e republicano.

Vale destacar que é corriqueiro que se atribua ao adversário a prática de atos de improbidade administrativa, a fim de desestabilizar a sua pretensão ao cargo eletivo ou a higidez de seu mandato.

Desse modo, acusar o oponente de corrupto ou de ímprobo é atitude de praxe.

Ressalte-se que são três os atos que podem configuram improbidade administrativa, quais sejam, atos de improbidade administrativa que importam enriquecimento Ilícito, atos de improbidade administrativa que causam prejuízo ao erário e atos de improbidade administrativa que atentam contra os princípios da Administração Pública.

Essa multiplicidade de atos que caracterizam improbidade administrativa, além de outros que podem constituir abuso de poder econômico e/ou político, formam um verdadeiro arsenal para aqueles que querem minar a candidatura do adversário, mesmo que tais atos ilícitos sejam inexistentes.

Portanto, com a entrada em vigor da mencionada lei, espera-se que se possa inibir ou, pelo menos, minimizar a prática dessas denunciações caluniosas, punindo aqueles que ofendem a honra dos contendores e desmerecem o processo eleitoral.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Pesquisadores e propaganda “fake” se espalham em Mossoró

Impresso com conteúdo falso é distribuído por adversários (Foto: reprodução)

Do Blog Saulo Vale

“Pessoas se passando por pesquisadores estão batendo a porta dos mossoroenses e questionando os votos dos eleitores. Se respondem que votam em Fátima Bezerra (PT), os falsos pesquisadores debulham uma série de Fake News [notícia falsa] tentando mudança da opinião dos abordados. Que jogo sujo… podre!”

O alerta é do jornalista Vonúvio Praxedes, da TCM/95 FM, feito em seu microblog Twitter, à noite desta quarta-feira (24).

Nota do Blog Carlos Santos – Às vezes acabo por me perguntar: o que há de verdadeiro nessas campanhas municipalizadas em Mossoró? São tantos estelionatos eleitorais, que poderíamos levar horas só escrevendo e postando fotos, vídeos e prints dessa campanha e de outras tantas.

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Campanha de Robinson Faria e Tião mexe com o interior

Para quem duvida que a campanha eleitoral deste ano possa ter espasmos do passado, com participação popular, gente em passeata, é bom conhecer Caraúbas na região Oeste do Rio Grande do Norte.

Nesse sábado (8), a chapa ao Governo do Estado com o governador Robinson Faria (PSD)-Tião Couto (PR) fez passeata com expressiva participação popular, por ruas da cidade.

Os dois candidatos caminharam, abraçaram, acenaram e dançaram ao lado de outros correligionários e populares.

Comício fechou programação em Caraúbas, na região Oeste, marcando o sábado de campanha (Foto: redes sociais)

Foto e vídeo constantes desta postagem mostram bem esse quadro. Segundo o marketing da campanha à reeleição do governador, a mobilização é a “Caravana da Verdade”, da Coligação Trabalho e Superação.

Curiosidade: no município, os aliados do governador usam o amarelo como cor padrão, no grupo do prefeito Juninho Alves (PSD), antigo aliado de Robinson Faria, em vez do azul (da identidade visual da campanha ao governo).

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Alexandre Macedo assume marketing de duas campanhas

Do Blog Ênio Sinedino

Alexandre Macedo tem larga experiência no marketing de campanhas no estado (Foto:Web)

O publicitário Alexandre Macedo vai acumular a coordenação de marketing dos candidatos Carlos Eduardo Alves (PDT) e Antonio Jácome (Podemos).

Governo e Senado, respectivamente.

Nota do Blog Carlos Santos – Seja bem-vindo à blogosfera, caro Ênio.

Página já incluída na lista de favoritos.

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Comícios não despertam interesse popular

No Programa “Super Manhã Difusora” desta quarta-feira (8), o apresentador Haroldo Jacome perguntou na “Pesquisa do dia”:

– Você se sente motivado (a) a ir para comício na campanha eleitoral deste ano?

Através de linha telefônica, ao vivo, 47 dos 51 participantes disseram “Não”. Apenas quatro admitiram que vão.

As pesquisas têm mostrado esse desalento.

* Programa é veiculado pela Rádio Difusora de Mossoró (1.170 kHz).

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Vai começar a corrida eleitoral de ‘100 metros rasos’

Terça-feira (16) começará oficialmente a campanha eleitoral deste ano no país. Em rádio e TV, a partir do dia 26 até 29 de setembro.

Como já comparamos, numa analogia aos tempos de Olimpíadas do Rio de Janeiro-2016, será uma corrida diferente em vários aspectos.

O principal, que pode determinar incisivamente a vitória ou derrota de alguém, é o tempo da “prova”.

Serão apenas 45 dias de campanha.

Antes, nós testemunhávamos 90 dias.

No passado, era como se os candidatos participassem de uma disputa de 1500 metros com barreiras. Podia cair, mas tinha tempo-espaço para tentar recuperação.

Hoje, eles vão se deparar com uma corrida de 100 metros rasos: tudo passa em frações de segundo.

Quem sair mal na largada, terá escassa chance de atropelar os adversários.

Daí, como já frisamos também, a importância da boa “pré-campanha”.

Boa sorte a todos.

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Temos 20 dias pela frente para sairmos da “frieza”

Estamos a 20 dias das eleições. Momento delicadíssimo da campanha eleitoral, que até o momento não empolga.

E o fenômeno não é potiguar. Corre Brasil afora.

Com escassas exceções, se constata a apatia como regra.

No caso do Rio Grande do Norte, por exemplo, não podemos afirmar que exista o completo distanciamento.

Esse estado de insensibilidade emocional não é sinônimo de alheamento. Não é alheamento, é reflexão.

Boa parte do eleitor flutua entre “indeciso” e “nenhum” dos candidatos, nas pesquisas.

Nenhum candidato empolga, nenhum tem verniz popular, nenhum inspira confiança. Reflexão vira frieza.

Temos vinte dias ainda pela frente para que nos motivem.

Campanha segue para um final apertado

O que eu venho dizendo há tempos e tempos vai se confirmando: a disputa ao Governo do Estado é duríssima.

Teremos uma folga pequena nas urnas.

Até o momento, vale tudo nas redes sociais: provocações, insultos, achincalhes, apoio de marido de fulano, patinho de borracha, pinguim da geladeira, criado-mudo e suplente de suplente de conselho fiscal de conselho comunitário.

Contingente de indecisos continua enorme, a indiferença maior ainda.

Falta povo nas fotos, na Web e nas ruas.

O resto é marketing surrado e furado.

Tudo pode mudar?  Pode.

Mas até aqui, tudo é pasmaceira.

À espera da “descida da Presidente Dutra”

“Descer a Presidente Dutra”. Essa expressão é tipicamente mossoroense. Quem conhece um pouco da política local sabe bem seu significado.

Até o momento, na atual campanha eleitoral de 2012 em Mossoró, nenhuma das grandes coligações topou exercitar uma descida da Avenida Presidente Dutra, um dos principais corredores viários urbanos da cidade, em carreata/passeata.

Estamos aguardando, com pipoca e guaraná.

 

A revolução digital na campanha política

Pesquisa para consumo interno na política mossoroense diz que a rede social mais pujante na cidade é o Facebook. O Twitter vem bem atrás.

Aponta também um meteórico crescimento do universo de internautas, ao mesmo tempo em que a navegação cibernética se espalha por estamentos sociais menos favorecidos. Chegou à periferia e não para de crescer.

A revolução digital não pode ser ignorada pelos políticos. Até aqui é sub-utilizada, distorcida ou desdenhada. Poucos agentes públicos conseguem tirar bom proveito dessas ferramentas.

O próprio marketing anda patinhando, sem muita sintonia com os novos tempos.

O mais comum é testemunharmos a conversão da claque real numa claque virtual, espalhando palavras de ordem, rosnando e vomitando intolerância. Sem acrescentar nada ao candidato ou pré-candidato.

Bem usada…ô!!

Mais uma voz contra as agressões e baixarias

O ótimo jornalista Julierme Torres encerrou agora há pouco o programa Cenário Político, da TV Cabo Mossoró (TCM), com um desabafo necessário: não aceita agressões nesse espaço televisivo tão qualificado e digno.

Julierme advoga o pensamento da grande maioria dos mossoroense: a campanha eleitoral precisa ser política e não criminal como fora a de 2008, em que até tivemos farsas montadas para incriminar candidatos etc.

Teremos uma sucessão mossoroense muito renhida e competitiva. Por mim, será definida nos “pênaltis”.

Torço para que os marginais que atuaram na anterior, não prevaleçam nessa. Vaza.

No programa de hoje, Julierme e Carol Ribeiro entrevistaram a pré-candidata a prefeito pelo DEM, vereadora Cláudia Regina.

Promessas e promessas para nova campanha

Anote aí e me cobre: na próxima campanha eleitoral de Mossoró, outra vez a obra de duplicação e urbanização da Avenida Francisco Mota (extensão da BR-110, em que a Ufersa fica às suas margens), será promessa de candidato (a).

Na campanha municipal de 2004, a obra apareceu como realização assegurada. Em 2008, também.

Em várias peças de propaganda da própria Prefeitura de Mossoró, ela foi incluída de forma pomposa.

Até aqui, só “lero”.

Agora teremos 2012. De novo, lá vem a Avenida Francisco Mota carregada num “andor”.

Tem rendido.