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“Dilma não tem perfil para assumir banco”, mostra Meirelles

Meirelles deu entrevista ao SBT News nessa sexta-feira (Reprodução de foto do Estadão)
Meirelles deu entrevista ao SBT News nessa sexta-feira (Reprodução de foto do Estadão)

O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles afirmou nesta 6ª feira (10), em entrevista exclusiva ao SBT News, que a ex-presidente Dilma Rousseff não tem perfil para assumir o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), também chamado de Banco do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

O governo brasileiro negocia com parceiros do bloco a indicação da ex-presidente.

“Ela tem um perfil extenso, já foi ministra de Minas e Energia, foi presidente da República, mas é um perfil diferente de alguém que administra uma instituição financeira cuja função básica é fornecer crédito para os países em desenvolvimento. Falta a experiência de direção de banco, que faz empréstimos, e falta habilidades,” afirmou.

“É uma experiência muito específica para uma pessoa que vai ser dirigente de uma instituição financeira”, avaliou na conversa com os jornalistas Roseann Kennedy e Guto Abranches.

Atualmente o NDB é presidido pelo economista Marcos Troyjo, que tem mandato até 2025, e teria de renunciar.

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Ex-adversários apoiam Lula e Herique Meirelles faz balanço econômico

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSB), da Coligação Brasil da Esperança, receberam nesta segunda-feira (19/09) o apoio de ex-candidatos à Presidência da República em eleições anteriores. Entre os presentes estavam Marina Silva, João Vicente Goulart, Cristovam Buarque, Guilherme Boulos, Luciana Genro e Henrique Meirelles.

Meirelles, último à esquerda de Lula, é um nome de prestígio nacional e internacional (Foto: divulgação)
Meirelles, último à esquerda de Lula, é um nome de prestígio nacional e internacional (Foto: divulgação)

Talvez, Meirelles tenha maior representatividade entre todos, por simbolizar um segmento de pensamento e referência em termos de política econômica, tanto para o mercado interno como o setor financeiro internacional. Ele foi titular do Banco Central na gestão Lula, após ser eleito em 2002 como deputado federal por Goiás, no PSDB.

Sequer chegou a tomar posse, aceitando a missão no BC, sob reprovação de boa parcela do PT e da esquerda nacional.

Ex-presidente do Bank of Boston, Henrique Meirelles falou do convite e apoio a Lula, recapitulando em suas redes sociais como foi sua passagem pelo governo, sob a ótica econômica. Leia abaixo:

Trabalhei no governo de Lula durante oito anos, de 2003 até 2010, convidado para comandar o Banco Central. Neste período, mais de dez milhões de empregos foram criados no Brasil. Isso é um fato inquestionável. Quarenta milhões de pessoas saíram da linha da pobreza, o que mudou a vida do país por um longo tempo.

Meirelles foi do BC no governo Lula (Foto: Teirrer)
Meirelles foi do BC no governo Lula (Foto: Teirrer)

Tivemos no país um crescimento médio de 4%, que é relevante – e o último ano, em 2010, foi de mais de 7%. No período em que a meta de inflação foi de 4,5%, de 2005 até 2010, a inflação média foi de 4,5%. Isso é impressionante, e a longo prazo a inflação na meta é a que gera mais emprego. 

No cenário externo, quando assumi o BC, o país tinha baixo nível de reservas cambiais e dívida de US$ 30 bi com o Fundo Monetário Internacional (FMI). A diretora do FMI à época, Ana Maria Jul, vinha todo ano cumprir a missão de dizer o que o Brasil deveria fazer. Pois bem, eu tive a felicidade de, como presidente do BC, assinar o cheque pagando a dívida e dando adeus ao FMI.

O Brasil decretou sua independência financeira. Ao longo da minha passagem pelo BC, conseguimos acumular quase US$ 300 bilhões em reservas, dando ao país condições de enfrentar situações posteriores difíceis e graves. Encaramos com sucesso a crise de 2008, quando o Brasil teve a menor e mais curta recessão no mundo.

 Este é um resumo dos fatos. Isso é, na minha opinião, o que interessa à população, que é emprego, renda, e melhor padrão de vida. E mostrar quem faz, quem realiza. 

Essa história de só falatório pode impressionar muita gente, mas eu acredito em fatos. Eu olho e vejo os resultados. Isso me fez participar hoje do evento de apoio ao Lula com tranquilidade e confiança, porque sei o que funciona, e o que pode funcionar no Brasil.

Veja AQUI o conteúdo na íntegra.

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Ex-ministro da Fazenda diz que prioridade é salvar vidas

Em entrevista ao jornal Valor Econômico nesta quarta-feira (25), o ex-presidente do Banco Central e ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles defendeu que o poder público, da União aos municípios, priorizem o ser humano nessa crise da pandemia do coronavírus.“Primeiro tem que preservar a vida, depois a economia”, afirmou.

Atualmente, Meirelles é secretário de Estado da Fazenda de São Paulo, trabalhando 18 horas por dia, mas dizendo que toma muitos cuidados com a própria saúde.

A saúde pública exigirá que o governo federal aumente gastos usando meios através do BNDES, Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco do Brasil, opinou o ex-ministro.

Com o pico de infectados em abril, segundo infectologistas, um início de recuperação da economia poderá ser visto por volta de julho – calculou Henrique Meirelles.

Para ele, a crise financeira irá ocorrer de qualquer maneira e que o discurso do presidente Jair Bolsonaro na última terça-feira (24) – veja AQUI, é de negação. “Ele optou por entrar na chamada crise de negação, onde o doente recusa-se a ver o que está acontecendo”.

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Hermano cobra que MDB volte às origens para sobreviver

Reeleito para o terceiro mandato consecutivo à Assembleia Legislativa com 38.053 votos (2,26%), o deputado Hermano Morais (MDB) nutre uma visão crítica e revisionista sobre seu partido no país e no RN. Em sua análise, “precisamos mudar de rumo, voltar às origens. Precisamos ser o MDB de antes, envolvido em causas sociais e combativo”, prega.

“Mudou só uma consoante, tirou o ‘P’ para ser de novo MDB, mas não é o suficiente”, complementa Hermano Morais ao Blog Carlos Santos.

Hermano conseguiu reeleição este ano para terceiro mandato como o sexto mais votado à AL (Foto: AL)

Formado em Direito e servidor concursado da Caixa Econômica Federal (CEF), Morais teve presença preliminar por quatro mandatos na Câmara Municipal do Natal, sempre pela mesma legenda. Esse natalense de 56 anos é um dos ‘sobreviventes’ das corrosivas eleições 2018, que desnutriram profundamente o MDB no Brasil e no RN. Foi o sexto mais bem votado entre os 24 eleitos à AL à próxima legislatura.

Em vez de cinco deputados estaduais eleitos como em 2014, o partido teve apenas a reeleição dele e de Nelter Queiroz este ano. O deputado federal Walter Alves também escapou, mas com grande retração de votos.

O MDB também viu um de seus ícones, o senador Garibaldi Alves Filho, não conseguir a reeleição e ainda convive com o banimento do líder e ex-deputado federal Henrique Alves da vida pública, após prisão e redemoinho em sua vida pessoal, causado por várias demandas judiciais puxadas pela Operação Lava Jato.

“Na disputa presidencial tivemos o ex-ministro Henrique Meirelles com votação irrisória”, cita. “Apoiamos Carlos Eduardo (PDT) ao governo e também não fomos felizes”, lembra.

Mudança na cúpula

Apesar desse balanço preliminar apontar 2018 como um ano “atípico e com baixos resultados também para o MDB”, Morais adianta que no RN o partido ainda não se reuniu para avaliar as eleições e planejar o futuro. É prudente quando questionado se está na hora – ou não – de mexer na própria cúpula partidária. O presidente atual é o ainda senador Garibaldi Filho.

Hermano aguarda reflexão de Garibaldi (Foto: Web)

– Nós não tivemos qualquer reunião. Falar em mudança é cedo. O senador deve estar num momento de reflexão também e se não tiver condições ou disposição para continuar, nós trataremos disso no devido tempo ouvindo o partido como um todo – comenta.

Ele admite, que ausência de Henrique Alves da campanha causou profundas dificuldades ao MDB e à coligação da qual fez parte no RN. “Henrique sempre foi bom articulador e poderia ter ajudado muito na construção de alianças, montando parcerias partidárias mais fortes”, deduz.

Votado em 150 dos 167 municípios do estado, Hermano Morais fala que apesar de sua boa capilaridade no estado, com características de partido municipalista, o MDB não está imune a deserções nesse momento. Paralelamente, em face das restrições impostas a várias siglas pela Cláusula de Desempenho, o partido também pode ser ancoradouro de muitos quadros políticos importante. “Vamos ver tudo isso. É cedo para se avaliar”, comenta.

Relação com o governo

Na Assembleia Legislativa, Hermano Morais enxerga sua convivência como parlamentar oposicionista, numa coabitação respeitosa com a bancada governista, que deverá ser majoritária. “A governadora Fátima Bezerra (PT) teve mérito pessoal para ser eleita, mesmo a gente levando em conta que houve uma onda pró-PT na região Nordeste, que também se verificou no RN”, destaca.

O deputado reeleito adianta, que “apresentarei sugestões para que o governo acerte. Já estive pessoalmente com ela (Fátima) e falei o que penso e torço que governe com êxito. Precisamos melhorar a gestão, é imprescindível um ajuste fiscal, pois o estado está em situação de insolvência”.

Sua agenda de mandato, frisa, será baseada em princípios e prioridades que norteiam sua atuação parlamentar, voltada para o desenvolvimento econômico, “com sua interiorização através do turismo e de investimento em outros setores, além da defesa da educação, segurança pública, saúde, proteção à mulher e de outros grupos sociais importantes”.

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Candidato à Presidência cita Liga Contra o Câncer como padrão

O candidato do MDB à Presidência da República, Henrique Meirelles, visitou nesta terça-feira (2) a Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e prometeu que, se eleito, vai destinar mais recursos para a área da saúde.

Em entrevista à imprensa, o candidato citou dois modelos de gestão que podem servir como “padrão de eficiência”, caso da Liga Norte-riograndense Contra o Câncer (LNCC), sediada em Natal.

A entidade filantrópica foi criada em 17 de julho de 1949 com caráter filantrópico e entidade não-governamental.

“Vamos usar o que está dando certo, o que funciona bem. Eu já visitei outras instituições, já visitei o Incor em São Paulo, já visitei a Liga contra o Câncer, por exemplo, em Natal. São instituições que nós estamos olhando que podem servir e irão servir como padrão para que nós possamos ter eficiência”, disse.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Henrique Meirelles falará no “Fórum Caminhos do Brasil”

Meirelles: palestra (Foto: Money Report)

Na próxima quinta-feira (12), às 9h, na Casa da Indústria em Natal, a Federação das Indústrias do Estado do RN  (FIERN) promoverá mais uma edição do Fórum Caminhos do Brasil.

Dessa feita receberá para palestra e conversa com presentes, o ex-ministro da Fazenda e ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles (MDB).

Ele é pré-candidato à Presidência da República.

A Fiern tem recebido diversos presidenciáveis.

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O vice de Henrique Meirelles

Flávio: vice? (Foto: Cláudio Belli)

O blog “O Antagonista” divulga que o empresário e pré-candidato presidencial Flávio Rocha (PRB) “é mesmo uma possibilidade de vice na chapa de Henrique Meirelles (MDB”.

Mas a resistência no MDB é grande.

Aliados defendem que é preciso buscar alguém do Nordeste. Além disso, avaliam que a chapa Meirelles-Rocha seria “uma chapa muito empresarial”.

Nota do Blog Carlos Santos – Uma chapa com Meirelles é pesada de qualquer jeito. Representa a cara de um governo medíocre, sem autoridade, com enorme rejeição popular, encarnado por Michel Temer (MDB).

No último dia 7, a Coluna do Herzog deste Blog publicou nota sob esse título: Flávio Rocha dificilmente chegará às convenções. Resumimos o que está ocorrendo dia após dia. Não prosperará.

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Grupos de Rosalba e Sandra podem fechar ‘chapa dos primos’

Por Carlos Santos

O grupo da prefeita mossoroense Rosalba Ciarlini (PP) está com um sério problema interno: mais um, que se diga. Não tem um nome certo e de sua confiança à Assembleia Legislativa. Pode se ver obrigado a apoiar a deputada estadual Larissa Rosado (PSDB). É algo que particularmente Rosalba não quer, mas seu marido e líder do rosalbismo, Carlos Augusto Rosado, já admite.

A princípio, “o nome da Rosa” seria o de Lorena Ciarlini, filha da prefeita e titular da pasta do Desenvolvimento Social. Tudo ia bem até início do segundo semestre do ano passado, quando Lorena estacou. Avisou que não queria. E ponto final.

Entrou em cena Kadu Ciarlini, também filho de Rosalba.

Ele foi secretário de Gabinete da prefeita por menos de três meses (até 21 de março de 2017), quando pediu exoneração. Depois de um mergulho, reapareceu em outubro (veja AQUI) ao lado da mãe – em programações políticas e sociais.

O nome é Kadu Ciarlini“, antecipou o Blog Carlos Santos em 11 de novembro de 2017. Este ano, Rosalba e Kadu intensificaram presença pública juntos (veja AQUI), principalmente após passar período de desincompatibilização de cargo e Lorena não pedir exoneração.

Porém a postulação de Kadu está sendo repensada nas últimas semanas. Não é mais consenso mesmo entre seus pais. Coisas de família, ressalte-se.

Paralelamente, Larissa e sua mãe e vereadora Sandra Rosado saíram do PSB para o PSDB, liderado pelo presidente da Assembleia Legislativa Ezequiel Ferreira (PSDB). Criaram um embaraço para Rosalba e Carlos, de quem passaram a ser liderados na pré-campanha de 2016, após décadas como adversários.

A solução para manter essa frágil aliança está à mesa: Sandra não será candidata à Câmara Federal, como sustenta há meses, para apoiar a reeleição do deputado federal Beto Rosado (PP), primo de Larissa e sobrinho-afim de Rosalba. Beto e Larissa passam a ser os candidatos dos dois grupos na campanha deste ano.

Assim, as duas alas do clã Rosado caminharão felizes para sempre, até que novo conflito de interesses ameace separá-los.

PRIMEIRA PÁGINA

Caminhoneiros passam por cima de ‘candidatura’ de Lula – O movimento nacional e aparentemente apartidário, dos caminhoneiros do país, acabou eclipsando o “lançamento” da candidatura do ex-presidente Lula (PT) à presidência da República. O evento foi definido para o domingo (27) – veja AQUI, através de atos públicos em diversas cidades do Brasil, mas simplesmente foi atropelado pelo protesto.

Meirelles não foi visto nem foi notado – O ex-ministro e pré-candidato à Presidência da República pelo MDB, Henrique Meirelles, esteve em Natal no sábado (26), em programação política e social. Compareceu à celebração dos 100 anos da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Rio Grande do Norte (IEADERN), no estádio Arena da Dunas, em Natal, que teve mais de 30 mil fieis presentes. O senador Garibaldi Filho (MDB) foi o anfitrião de Meireles no estado.

General trata Temer como o “ainda” presidente – O general Eliéser Girão Monteiro Filho, ex-secretário da Segurança do Estado e da Prefeitura de Mossoró, nas gestões Rosalba Ciarlini (PP), tratou o presidente Michel Temer (MDB) em suas redes sociais na sexta-feira (25) como o “ainda” presidente. Não parou por aí. Disparou outro recado verde-oliva contundente: “Ordens absurdas não serão cumpridas!!!” Um dos nomes de referência do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL-RJ) no RN, inclusive como pré-candidato a governador, Girão vociferou no sábado (26): “Brasileiros, só não viramos uma Venezuela porque o nosso EXÉRCITO SERVE ao ESTADO, e não a esse DesGoverno”. Nesta segunda-feira (28), às 8h07, seguiu loquaz: “Não vamos desenterrar a esquerda”.

Mantenho o que disse antes sobre Robinson Faria – Na Coluna do Herzog do dia 18 de fevereiro deste ano, postamos análise política sob esse título: Tratem bem Robinson Faria; vocês podem precisar dele. À porta da campanha sucessória, mantemos o ponto de vista. É pouco provável que o atual governador sendo candidato chegue ao segundo turno, mas pode determinar – num segundo turno – quem não será eleito.

Pesquisa vai avaliar cenário para grupo da “Rosa” – O ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado encomenda nova pesquisa ao Instituto Gama de Fortaleza-CE, que faz trabalhos pro seu grupo, mas não publica números. O levantamento será mais abrangente do que o mais recente que ele recebeu, monitorando inclinação do eleitor quanto a pré-candidaturas diversas e avaliando a gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP). A “Rosa” precisa se cuidar. Existem sintomas de Silveirização do seu governo, que só não é pior graças à imprensa camarada. O Mossoró Cidade Junina e reforço na propaganda são os remédios do momento para estancar a sangria. Não é tempo de “salto alto” no palácio.

Salto alto, não (Foto: web)

Fátima precisa sair dos guetos para as ruas – A governadorável Fátima Bezerra precisa alargar sua circulação da capital ao interior, indo além dos guetos de esquerdas. Novos nichos eleitorais e da sociedade, da área produtiva às comunidades periféricas, precisarão ser alcançadas nessa pré-campanha da senadora ao governo. Outra questão delicada, é insistir numa pauta nacional, esquivando-se de temas que vão estar na campanha e na ordem do dia do governo que pretende liderar, como dívida previdenciária, déficit público, retomada do desenvolvimento, precarização da saúde, violência desenfreada, falta de recursos para investimentos, relação com o servidor público etc.

“Engorda” do PSDB começa a preocupar deputados – O crescimento superlativo do PSDB na Assembleia Legislativa, que na reta final das mudanças partidárias teve “engorda” para total de oito deputados, é algo que começa a causar calafrios em componentes desse lote. Promessas de “apoios” e “meios” à reeleição provavelmente não vão bater. O mal-estar interno é latente. Diz um ditado popular que “quando a esmola é grande, cego desconfia…”

Fábio Dantas procura uma saída razoável – A aventura da pré-candidatura ao governo, do vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB), está próxima de um desfecho racional. Ele procura uma saída razoável. Pode ser até mesmo composição com o PT de Fátima Bezerra. Pesquisas não param de mostrar sua esqualidez eleitoral. Se demorar, acabará “devendo” intenções de voto. Leia: “Fake” criado por Ezequiel tenta sobreviver à própria piada.

EM PAUTA

Padre Pio – Natal sepultou no domingo o padre holandês Gerard Hubert Hensgens (Padre Pio), 86, que desde 1966 residia e pautava sua vida religiosa na capital potiguar. Era também muito conhecido como torcedor-símbolo do Alecrim. Que descanse em paz.

Curta Caicó – O Centro Cultural Adjuto Dias, equipamento administrado pelo Governo do Estado, através da  Fundação José Augusto (FJA) abriga, de 1° a 3 de junho, o Curta Caicó, mostra que tem com o objetivo preencher uma lacuna no audiovisual, em Caicó e região do Seridó. Mas a abertura é nessa terça-feira (29), às 19h.

Renata Soraya e Mattheus Costa estarão no México (Foto: Guilherme Ricarte)

Bailarinos no México – O Diocecena, grupo de dança do Colégio Diocesano Santa Luzia, teve uma dupla de bailarinos selecionados para intercâmbio de dois meses em cidades do México. Os escolhidos foram Renata Soraya e Mattheus Costa, que receberam os convites após apresentação de destaque no ‘Encontro de Dança – Dança Mundo’, realizado entre 27 de abril e 4 de maio no Teatro Municipal de Mossoró Dix-huit Rosado. O embarque deve acontecer dia 1º de setembro.

Tchê – O Restaurante Tchê, em Mossoró, apressa-se para inaugurar um novo espaço anexo ao seu endereço original no bairro Nova Betânia. Será o “Tchê Hall”. Previsão de funcionar a todo vapor a partir de 12 de junho.

Direito Eleitoral – Será no próximo dia 23 de junho, no auditório do Hotel VillaOeste em Mossoró, o evento “Atualização e Prática em Direito Eleitoral”, tendo entre os palestrantes o juiz Herval Júnior e o professor e advogado Daniel Monteiro. Inscrições neste endereço: www.novoeleitoral.com.

Petroleiros em greve – A Federação Única dos Petroleiros (FUP) e seus sindicatos filiados convocam a categoria petroleira para uma greve nacional de advertência de 72 horas. Os trabalhadores do Sistema Petrobrás iniciarão o movimento a partir do primeiro minuto de quarta-feira, 30 de maio, para baixar os preços do gás de cozinha e dos combustíveis, contra a privatização da empresa e pela saída imediata do presidente Pedro Parente.

Tempero Regina – Principal executivo da indústria de Temperos Regina, forte marca mossoroense que atravessou há tempos as divisas do RN, Adel Diniz resolveu fixar de vez residência na Flórida – Estados Unidos, de onde comanda a empresa.

Engenharia – Imerso na atividade de engenheiro civil, Charles Paiva tem projetos em andamento no Vale do Jaguaribe, no vizinho Ceará. Sucesso, meu caro.

SÓ PRA CONTRARIAR

Muita gente querendo a saída de Michel Temer, sem perceber que o substituto imediato é o presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Ô país sem sorte, Senhor!

GERAIS… GERAIS… GERAIS…

O “Pingo da Mei Dia”, que abrirá o ciclo do Mossoró Cidade Junina (MCJ) 2018 no próximo dia 2, tem intensa concorrência de camarotes para o período. Cada um com atrações próprias, além daquelas do roteiro oficial.

“A Bela e a Fera” será o espetáculo em cartaz no Teatro Riachuelo no Midway Mall em Natal, no próximo dia 2 de junho, a partir das 17h. O musical terá mais de 200 figurinos e 16 atores no palco.

Obrigado à leitura do Nosso BlogJânio Rêgo (Feira de Santana-BA), Hugo Vieira (Mossoró) e Iran Oliveira (Natal).

Veja a Coluna do Herzog da segunda-feira (21/05) passado, clicando AQUI.

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MDB aguarda o “sim” de Carlos Eduardo Alves ao governo

Do Agora RN

“Para o MDB, a situação do estado ainda está indefinida. Estamos dependendo de Carlos Eduardo (PDT) para reiterar a candidatura”. O comentário foi feito hoje (segunda-feira, 5) em Natal, pelo senador Garibaldi Alves Filho (MDB).

"Estamos dependendo de Carlos Eduardo para reiterar a candidatura”, diz Garibaldi Alves (José Aldenir / Agora Imagens)

Segundo ele, o MDB acredita na renúncia do prefeito de Natal – que é, por sinal, primo legítimo do senador.

O senador defendeu, também, a candidatura do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (filiado ao PSD), à Presidência. “Ele [Henrique] tem condições de fazer avançar a candidatura. O fortalecimento do nome dele está condicionado à recuperação econômica do país”, diz.

Vale lembrar que o PSD é o partido do atual governador Robinson Faria.

Meirelles esteve hoje em Natal participando do Motores do Desenvolvimento do RN, em que falou sobre o tema “Crise e recuperação, construindo um novo Brasil”. Outro palestrante foi o CEO do Grupo Riachuelo, Flávio Rocha, que depois voou para Mossoró, onde lançou o “Movimento Brasil 200”.

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Governo Temer passará R$ 420 milhões e espera ajuste fiscal

O presidente Michel Temer (MDB) assegurou o repasse de R$ 420 milhões para o Governo do RN, com objetivo de uso em investimentos nas áreas de saúde e segurança. A transferência do valor seguirá o trâmite processual legal, e se dará por meio de convênios e programas já existentes no Orçamento Federal.

Esse o resultado prático da reunião com o presidente, em Brasília, do governador Robinson Faria (PSD) e a bancada federal potiguar.

Reunião aconteceu hoje em Brasília e assegurou liberação de recursos (Foto: Alan Santos)

A contrapartida do Governo do Estado é equilibrar as contas públicas, conseguindo principalmente aprovar o pacote do ajuste fiscal que tramita na Assembleia Legislativa.

Apesar de ser uma ajuda relevante em áreas essenciais, este montante não pode ser empregado na folha de pagamento, cuja regularização tem sido uma das prioridades da  gestão estadual.

Participantes

Neste sentido, o governo federal se comprometeu a concluir no próximo dia 25  o diagnóstico das contas estaduais chegando às possíveis saídas para o reequilíbrio fiscal.

Do governo federal, além do presidente Temer, estavam presentes os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Moreira Franco, e o ministro de Planejamento Dyogo Oliveira.

Da bancada federal, compareceram os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB) e José Agripino (DEM), além dos deputados federais federais Fábio Faria (PSD), Beto Rosado (PP), Rafael Motta (PSB) e Walter Alves (MDB).

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Robinson apresenta recurso para ter auxílio-financeiro

O Governo do RN vai protocolar hoje no Ministério da Fazenda um Recurso Hierárquico Próprio dirigido ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, em defesa da edição da Medida Provisória que prestaria auxílio-financeiro ao Rio Grande do Norte.

O documento foi preparado após manifestação pública do Ministério, na manhã desta terça (26), informando que suspendeu a edição da Medida Provisória (MP) que prestaria auxílio ao RN.

O Governo do Estado solicita que o Governo Federal “reforme a decisão recorrida, afastando todo e qualquer impedimento ao trâmite administrativo da Medida Provisória a ser editada em socorro ao Rio Grande do Norte”.

Temer e Meirelles

No documento assinado pelo Governador Robinson Faria, o Governo do RN historia que no dia último 12 de dezembro o Tribunal de Contas da União (TCU), em julgamento de consulta formulada pelo Ministério do Planejamento, deu o aval à abertura de crédito extraordinário pela União para transferência de recursos a Estados em grave crise financeira, de acordo com o previsto constitucionalmente.

O governador já tinha previamente conversado com o presidente Michel Temer e também já se reunira com o ministro Meirelles, negociando esse socorro financeiro.

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Robinson aguarda R$ 750 milhões para sanear folha de pessoal

O governador Robinson Faria (PSD) alimenta uma esperança e guarda a “sete chaves” um trunfo para reoxigenar as contas do estado.

Trata-se de um socorro financeiro do Governo Federal, da ordem de 750 milhões de reais.

É um pleito reiteradas vezes solicitado ao presidente Michel Temer (PMDB) e apresentado ao ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Robinson quer sinal positivo de Meirelles e aval de Temer para sanear folha de pessoal (Foto: arquivo)

Ele é nos moldes do que foi proporcionado ao Rio de Janeiro, mas em valores até modestos.

No Rio de Janeiro foi decretado “estado de calamidade financeira”, sendo o estado federado de maior déficit fiscal do país.

O decreto que regulamenta a ajuda financeira da União ao estado do Rio de Janeiro foi publicado em 28 de julho deste ano.

No caso do RN, os recursos possibilitarão a atualização salarial dos servidores e cobertura de compromissos com fornecedores e prestadores de serviço.

Mas essa conta não sai de graça. O estado precisará fazer sua parte, para que seja acertado o fluxo de caixa entre o Tesouro Nacional e o erário estadual.

Venda de ativos do RN (como empresas) deve constar dessa negociação. A lei que cria o Regime de Recuperação Fiscal prevê auxílio a estados com problemas de liquidez, mas também cobra a “fatura”.

Traremos mais informações depois.

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Robinson pede socorro em conversa com ministro Meirelles

Robinson esteve hoje com Meirelles (Foto: cedida)

O governador Robinson Faria (PSD) apresentou ao Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, um detalhamento da situação financeira do Rio Grande do Norte, na tarde desta quinta-feira, 16, em Brasília. O chefe do executivo estadual destacou números relativos à queda de repasses federais, déficit da previdência e folha de servidores.

Em resposta, o representante do Governo Federal se comprometeu a enviar ao RN uma equipe de técnicos e especialistas na área de finanças públicas e previdência do Ministério para, juntamente com o governo potiguar, desenhar um plano de ação rápida para retirar o estado deste momento de desequilíbrio das contas e de atraso de pagamento.

Operações de crédito

“O encontro foi muito positivo. O ministro se comprometeu a nos ajudar no que for possível, atendendo, segundo ele mesmo disse, uma recomendação do presidente da República, Michel Temer”, destacou Robinson Faria.

Ele pleiteou ajuda financeira para compensar as perdas e celeridade na liberação de operações de crédito. A reunião técnica com os especialistas da União ainda não tem data marcada, mas a previsão é que aconteça nos próximos dias.

Com informações do Governo do RN.

Governadores tentam recursos de repatriação no STF

Do Congresso em Foco

O Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu pelo menos 18 ações de governadores que exigem da União um percentual do imposto e da multa cobrados pela Receita Federal para regularizar os ativos de investidores brasileiros escondidos no exterior e regularizados até outubro pela Lei da Repatriação. Até o dia 31 de outubro, prazo final da lei, o Tesouro tinha arrecadado R$ 50,9 bilhões para regularizar quase R$ 170 bilhões.

A decisão dos governadores de recorrer à Justiça foi tomada para obrigar o governo federal a fazer a divisão imediata dos recursos utilizando os mesmos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O dinheiro escondido por brasileiros no exterior equivale a todo o déficit da União para este ano.

Movimento político

As ações foram encabeçadas pelo governador do Piauí, Wellington Dias (PT), e argumentam que a repartição dos recursos está garantida pelo artigo 160 da Constituição que veda a retenção ou qualquer restrição a recursos atribuídos a Estados, o DF e os municípios. Além disso, as ações também citam o Código Tributário. As ações fazem parte de mais um movimento político dos governadores que pretendem um socorro de R$ 8 bilhões para socorro financeiro.

As ações fazem parte do movimento político que criou o Fórum dos Governadores e reúne chefes dos executivos do Norte, Nordeste e Centro-Oeste que exige da União o mesmo tratamento dado a estados endividados, como o Rio de Janeiro, que receberam socorro financeiro da União e renegociaram suas dívidas com o Tesouro Nacional.

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Robinson Faria volta a defender compensação para estados

O governador Robinson Faria (PSD), acompanhado dos demais governadores das regiões Norte e Nordeste, reforçou em Brasília o pedido de ressarcimento das perdas do Fundo de Participação dos Estados (FPE). A reivindicação feita ao Ministro da Fazenda Henrique Meirelles retoma o pleito da carta entregue ao presidente Michel Temer (PMDB) no final de junho.

Naquela ocasião, houve solicitação para confecção de um texto específico para beneficiar as unidades federativas menores no Projeto de Lei 257/2016.

Governadores estiveram reunidos com ministro Henrique Meirelles (Foto: cedida)

O PLP 257/2016 estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e cria medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal. No entanto, os estados das regiões Norte e Nordeste pouco aproveitam da proposta apresentada pelo Governo Federal, uma vez que são pouco endividados e suas dívidas com a União conjuntamente mal chegam a 5% da dívida total dos entes.

“O Governo Federal adotou uma medida que só favoreceu aos estados que mais deviam em detrimento dos que não deviam. Hoje fizemos uma renovação do pedido da carta que nasceu no Rio Grande do Norte para que a União encontre uma compensação para estes estados pouco devedores para que possam ter também governabilidade. Queremos o mesmo tratamento dado a Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul”, explicou o governador Robinson.

O secretário estadual de Tributação, André Horta, acompanhou o chefe do Executivo potiguar. O deputado federal Fábio Faria, além de outros representantes da bancada federal na Câmara e no Senado, também participou da reunião.

STF

Pela manhã, o governador participou do encontro de governadores no Supremo Tribunal Federal (STF) com a nova presidente Cármen Lúcia. Entre os assuntos tratados, a criação do Fundo Nacional para a Segurança Pública com a participação da União, Estados e Municípios e a liberação dos recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) para investimentos na construção de presídios, melhorias e aquisição de equipamentos para o sistema penitenciário.

Também foi discutida a necessidade de ações efetivas para a saúde, inclusive diante das despesas criadas através da judicialização. A reunião no STF contou com a participação de 25 governadores.

Com informações da Assessoria de Comunicação do Estado.

Governo propõe reposição de perdas a ministro da Fazenda

O governador Robinson Faria (PSD) apresentou nesta quinta-feira (07), em Brasília, ao ministro da Fazenda Henrique Meirelles, proposta do Governo do Estado para reposição das perdas com a redução dos repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE). A proposta pretende compensar a dilatação da dívida dos estados por um período de 20 anos, previsto no Projeto de Lei complementar 257/16.

Governadores apresentaram proposta à espera de uma negociação mais razoável (Foto: cedida)

Em reunião em Brasília, na sede do Ministério da Fazenda, Robinson disse a Meirelles que o refinanciamento da dívida não atende as necessidades do Rio Grande do Norte, por que, hoje, o problema do Estado é de caixa.

“O refinanciamento é mais interessante aos grandes estados que têm grandes dívidas. A nossa dívida é a segunda menor do país, por isso pouco nos beneficia”, explicou Robinson Faria. Em 2015 o Rio Grande do Norte perdeu do FPE R$ 199.551.785,72. Em 2016, até o mês de maio, o RN deixou de receber do FPE R$ 236.464.793,90. E a previsão é de que até o final deste ano as reduções dos repasses alcancem R$ 567.515.505,36. Se somadas as perdas de 2015 e 2016, o valor atinge mais de R$ 760 milhões.

Governadores

Robinson participou da reunião acompanhado dos governadores da Bahia, Paraíba, Alagoas, Ceará, Maranhão e Piauí, e dos vice-governadores de Sergipe e Pernambuco. Juntos, os 16 estados das regiões Norte e Nordeste têm previsão de perdas do FPE no valor de R$ 14 bilhões até o final de 2016.

O governador do RN ressaltou que o objetivo dos gestores é recuperar ainda no exercício de 2016, as economias estaduais e apresentou ainda outras duas propostas ao Ministro. A do restabelecimento da tributação do imposto de renda sobre lucros e dividendos. Até 1995, os haveres a título de distribuição de lucros e dividendos eram tributados pelo imposto de renda em 15%. Naquele ano, entretanto, passou-se a renunciar a essa receita estabelecendo-se total isenção. A terceira proposta é a de ampliação em 2% – passando dos atuais 22,5% para 24,5% – da destinação do FPE aos Estados.

Presente ao encontro, o secretário da Tributação do RN, André Horta, explicou que o impacto do aumento do percentual do FPE seria de R$ 6 bilhões/ano e o fim da isenção do Imposto de Renda sobre lucros e dividendos de R$ 11 bilhões e 250 milhões/ano.

Avaliação

O ministro Henrique Meirelles disse que iria analisar os pleitos do RN e dos demais estados e, diante da argumentação dos governadores de que os Estados têm pressa diante da gravidade da situação financeira, prometeu dar resposta breve, sem, contudo, estipular prazo.

Vários senadores de diversos estados também participaram da reunião. Do RN, José Agripino e Garibaldi Filho.

Novo presidente do Banco Central é anunciado por Meirelles

Ilan Goldfajn é oriundo do Itaú Unibanco (Foto: UOL)

Do UOL

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou nesta terça-feira (17) que o novo presidente do Banco Central será o economista-chefe e sócio do Itaú Unibanco, Ilan Goldfajn. Ele foi escolhido para substituir Alexandre Tombini.

Antes de assumir, Goldfajn precisa passar por uma sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, atualmente presidida pela senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR). A indicação precisa ser aprovada pelo Senado. Até lá, Tombini, que elogiou a indicação, permanece no BC.

Meirelles também anunciou outros nomes que comporão a nova equipe econômica do presidente interino Michel Temer. As indicações para presidir bancos públicos serão anunciadas nos próximos dias.

Ex-diretor do BC

O economista já exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do BC entre 2000 e 2003, quando trabalhou com Armínio Fraga e, depois, com o próprio Meirelles.

Após sair do BC, foi sócio da Gávea Investimentos. Depois, tornou-se sócio-fundador e gestor da Ciano Investimentos, ajudando a fundar a Ciano Consultoria. Saiu em 2009 para assumir o posto de economista-chefe do Itaú Unibanco.

Queda de juros

O economista, bastante reservado sobre sua vida pessoal, mas até informal com quem trabalha, é muito exigente e atento aos detalhes em relação à qualidade do trabalho, demandando horas a mais de dedicação dos que o cercam até que o resultado esteja a contento.

Ele assume com as apostas crescentes de que o banco começará a cortar a taxa de juros em breve. Suas avaliações mais recentes como economista-chefe do Itaú apontam para essa direção. A taxa básica de juros está em 14,25% ao ano desde julho passado.

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Homem forte de Lula é o mesmo de Michel Temer

Henrique Meirelles estará na Fazenda de Michel Temer.

Foi homem forte de Lula no Banco Central.

Eleito federal pelo PSDB de Goiás em 2002, nem chegou a assumir, atendendo convocação do presidente eleito petista.

Meirelles foi presidente mundial do Banco de Boston com sede nos Estados Unidos.

Seu retorno revela que tudo será como antes.

Essa curta narrativa Reitera tese que sustento há anos: como eles – PT e PSDB – são próximos, apesar de parecerem excludentes.

A volta de Meirelles e de Lula

Diz-se em Brasília, que o economista Henrique Meirelles vai retornar ao Banco Central.

Esteve lá na gestão Lula a partir de 2013, apesar de ter sido eleito deputado federal pelo PSDB de Goiás.

Foi indicado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), com passagem pela presidência do Banco de Boston dos EUA.

Se isso acontecer, de fato o presidente Lula voltará à presidência.

Dilma será mera coadjuvante em seu próprio governo.