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Sucessão municipal está cheia de hipóteses e raras certezas

Monielly Nunes pode ser levada pelo braço, por Doutor Tadeu, a uma postulação a prefeito ou vice (Foto: Instagram)

Oposição e governismo em Luís Gomes (439 quilômetros de Natal e 205 de Mossoró), no Alto Oeste do RN, estão ainda em processo de arrumação para a campanha municipal de 2020. Em ambos os lados, muitas interrogações e nenhuma definição.

O final dessa fase de pré-campanha pode trazer algumas surpresas no próximo ano.

No governismo, a advogada e prefeita Mariana Fernandes (MDB) não tem a seu favor o instituto da reeleição, pois está em seu segundo mandato consecutivo: venceu o pleito suplementar de 2015 (veja AQUI) e foi reeleita em 2016 (veja AQUI).

O candidato do seu grupo é uma incógnita.

Nome a prefeito ou vice?

Na oposição, o ex-prefeito cassado em definitivo no dia 10 de março de 2015, Francisco Tadeu Nunes (à época no PPS), o “Doutor Tadeu”, pode retornar à luta eleitoral através de sua filha, a advogada Monielly Nunes.

Mas há versão corrente, de que Monielly seria uma cartada a vice, numa composição com o grupo de Mariana, liderado pelo seu pai e também ex-prefeito Pio X Fernandes (PSB), o “Doutor Pio”. Duvidar, quem há de? O fosso entre os dois grupos e famílias parece irreparável. Parece.

O empresário, ex-vereador e ex-candidato a prefeito Francisco Joseilson da Silva (PL), “Nilsinho”, flutua e gravita em torno da mesma disputa. Não há muita clareza quanto ao seu futuro na sucessão municipal.

O vice-prefeito dissidente Luciano Pinheiro (PT), eleito em 2015 e reeleito em 2016, com Mariana, não demonstra fôlego para dar vitalidade à faixa política que lidera no município.

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Partidos recebem mais de R$ 365 milhões do Fundo Partidário

Nos primeiros seis meses deste ano, os partidos devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receberam, em conjunto, um total de R$ 365.384.998,79. O valor é resultado da soma das dotações orçamentárias e das multas eleitorais, conforme determina a legislação eleitoral.

O TSE divulgou no dia 29 de janeiro deste ano a Portaria nº 48 com a relação dos 21 partidos que atingiram os critérios estabelecidos na emenda para receber os valores do Fundo Partidário. Naquele momento, foram eles: PSL, PT, PSDB, PSD, PP, PSB, MDB, PR, PRB, DEM, PDT, PSOL, Novo, Pode, PROS, PTB, Solidariedade, AVANTE, PPS, PSC e PV.As demais siglas ficaram impossibilitadas de receber os recursos, pois não alcançaram a cláusula de barreira estabelecida para as Eleições de 2018. Com isso, alguns partidos deixaram de existir ou fizeram fusão com outras legendas, resultando, hoje, na existência de 33 partidos políticos. Desses, desde o último mês de junho, 23 já são aptos ao recebimento de cotas do Fundo Partidário.

Conforme a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019, o montante do Fundo Partidário aprovado pelo Congresso Nacional no início do ano é de R$ 927.750.560,00 – divididos em 12 cotas repassadas mensalmente pelo TSE.

Cláusula de desempenho

De acordo com o artigo 41-A da Lei dos Partidos Políticos, 5% do total do Fundo Partidário devem ser distribuídos, em partes iguais, a todas as legendas, e os outros 95%, na proporção dos votos obtidos pelas agremiações na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, recebem o Fundo as agremiações que atingiram no pleito de 2018 pelo menos 1,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades federativas, com no mínimo 1% de votos válidos em cada uma delas. Ou, ainda, as siglas que elegeram ao menos nove deputados federais distribuídos em pelo menos um terço das 27 unidades da Federação.

Esse cálculo será válido até 2022, já que a EC prevê o ajuste escalonado do percentual até o ano de 2030.

Com informações do TSE.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Cidadania 23 está ‘pronto’ para campanha municipal 2020

Membros tem nominata completa (Foto: divulgação)

Com decisão aprovada no dia 23 de março último em Brasília – em Congresso Extraordinário -, o Partido Popular Socialista (PPS) passou a se chamar “Cidadania 23” (veja AQUI).

Desde então, há intensa movimentação interna na legenda em todo o país, já com olhos nas eleições de 2020. É o caso de Mossoró, onde o Cidadania 23 consegue o feito de se reordenar quase que instantaneamente.

Tem mais.

A legenda possui nominata praticamente fechada à Câmara Municipal, com 32 nomes.

Importante frisar que em 2020, não haverá coligação na proporcional e cada partido precisa fazer lista própria para disputa de vagas à Câmara Municipal.

Em relação ao Cidadania 23 de Mossoró, a presidência do diretório fica com Nicodemos Fernandes. O primeiro vice-presidente é Roberto Carlos Pereira Barreto.

Alexandre Motta foi escolhido como secretário-geral.

Antônio Joaquim das Chagas é o tesoureiro e Sara Adriana Mendonça é membro do diretório.

Em boa parcela, os componentes do Cidadania em Mossoró advêm do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e Partido da Mobilização Nacional (PMN).

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Robinson e Tião Couto são condenados por conduta vedada

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE/RN) condenou nesta quarta-feira (20) o ex-governador Robinson Faria (PSD) por conduta vedada nas eleições de 2018. Ele teve sua candidatura irregularmente beneficiada devido à doação de duas ambulâncias ao Município de Santo Antônio, em pleno período eleitoral, segundo o Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou.

Além dele, foram condenados o então candidato a vice, Sebastião Couto (PR); o prefeito da cidade, Josimar Custódio; o ex-secretário estadual de Saúde Pedro de Oliveira Cavalcanti Filho; assim como a Coligação Trabalho e Superação (formada pelo PRB, PTB, PR, PPS, PMB, PTC, PSB, PRP, PSDB, PSD, Avante e Pros).

Todos foram sentenciados a pagar multas individuais no valor de 10 mil Ufirs, mas da decisão ainda cabem recursos.

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Teto de Gasto dificulta estados federados

Por Josivan Barbosa

Os secretários estaduais de Fazenda informaram que os seus Estados não têm condições de cumprir o teto de gasto estabelecido pela lei complementar 156/2016, que concedeu um prazo de mais 240 meses para o pagamento das dívidas renegociadas pela União.

Para terem direito ao prazo adicional, os Estados se comprometeram a limitar o crescimento anual das suas despesas correntes à variação da inflação. O teto de gastos valeria nos dois exercícios subsequentes à assinatura do termo aditivo do contrato de refinanciamento das dívidas.

A lei complementar 156 estabelece que, se o teto de gastos não for cumprido, será revogado o prazo adicional de 240 meses para o pagamento da dívida renegociada.

Umas das explicações dos secretários é a de que a inclusão das despesas com saúde e educação no teto dos Estados, que estão vinculadas ao comportamento da arrecadação, compromete a capacidade do Estado de cumprir a determinação da lei complementar 156.

PPS

O PPS deve mudar de nome no próximo mês, quando irá realizar seu congresso nacional e adaptar-se para tentar abrigar filiados do Rede Sustentabilidade, partido da ex-senadora Marina Silva (AC), e de movimentos de renovação política, como o Agora!. O partido poderá passar a se chamar Cidadania. Há uma discussão se o novo nome da legenda terá uma ou duas palavras. O que está cedido é que as expressões “partido” e “socialista” deverão ser eliminadas.

Caminhoneiros

O presidente eleito, Jair Bolsonaro, deve herdar mais uma pendência da gestão Michel Temer: o impasse entre caminhoneiros e empresas transportadoras em torno do tabelamento do frete.

Previdência

A equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, ainda não concluiu sua proposta de reforma da Previdência. O sonho de Guedes é caminhar do atual sistema de repartição simples (no qual os trabalhadores da ativa bancam os aposentados) para um sistema de capitalização (no qual cada pessoa tem uma conta e receberá ao se aposentar uma renda equivalente ao seu estoque de contribuições).

Essa ideia, contudo, além de polêmica e altamente complexa do ponto de vista técnico, é vista como muito difícil de prosperar no Congresso Nacional.

Uma parte do governo, incluindo integrantes da atual equipe econômica, aponta que o ideal é tentar avançar pelo menos parte da atual proposta que está no Parlamento e que foi aprovada na Comissão Especial de Reforma da Previdência. O objetivo é fazer com que pelo menos ajustes como a definição de uma idade mínima e regras mais convergentes entre os setores público e privado sejam aprovados ainda no primeiro semestre.

Eduardo Bolsonaro

Para Eduardo Bolsonaro, que tem sido o porta-voz mais eloquente do entorno do pai para questões externas, a China tornou-se o principal parceiro comercial do Brasil por razões ideológicas. A sugestão é que, por uma escolha do governo petista, as transações comerciais com os chineses foram facilitadas e estimuladas, em detrimento das relações com os Estados Unidos. O argumento desconsidera que o aumento das exportações para a China não é um fenômeno que se restringe ao Brasil. Tampouco contempla o fato de que o crescimento acompanhou a aceleração do PIB chinês a partir do início do milênio.

FHC

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso alertou para o perigo de o novo governo tomar partido na guerra comercial. A declaração de FHC vai de encontro ao que disse Bolsonaro Filho.  O comentário foi de teor econômico, mas, o peso político da declaração é inevitável, dado os movimentos da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro, em torno da questão. Enquanto os mercados globais vivem dias de forte sobe e desce em reação ao desenrolar da dança Trump-Xi Jinping, Eduardo Bolsonaro, filho do presidente eleito, não usou meias palavras para defender uma “guinada” do Brasil na área comercial, em favor dos Estados Unidos.

China

É evidente que, ao contrário dos Estados Unidos, o Brasil não tem força econômica que lhe dê a liberdade de colocar em segundo plano uma parceria econômica como a que tem com a China.

O país asiático é nosso principal parceiro comercial – este ano respondeu por 24% da corrente de comércio total do país, gerando superávit para o Brasil. Como comparação, o comércio com os Estados Unidos representou 16% da corrente total, com déficit para os brasileiros.

Dória

Com as indicações para o primeiro escalão – com seis ministros e ex-ministros de Temer-, o tucano Doria começa a pavimentar sua eventual candidatura presidencial, em 2022.

Henrique Meirelles deve ser a estrela do secretariado. Como forma de dar mais prestígio ao ex-ministro, o tucano afirmou que ele comandará uma “supersecretaria”, que englobará a atual Secretaria de Planejamento e Gestão, e o programa de Desestatização. Doria anunciou Meirelles como “um dos maiores nomes da economia mundial” e disse que ele terá um gabinete no Palácio dos Bandeirantes, além do atual gabinete da secretaria, no centro de São Paulo.

Além de Meirelles, Doria nomeou outros cinco ministros e ex-ministros de Temer: Sérgio Sá Leitão (Cultura), Rossieli Soares (Educação), Gilberto Kassab (Casa Civil), Alexandre Baldy (Transportes Metropolitanos) e Vinícius Lummertz (Turismo). Escolheu também políticos que derrotados nas urnas, como Celia Leão (Pessoa com Deficiência), Marco Vinholi (Desenvolvimento Regional) e Aildo Rodrigues Ferreira (Esporte).

Haddad

O Ex-ministro e candidato derrotado nas últimas eleições presidenciais, Fernando Haddad (PT) resumiu assim sobre o Governo do PSL que assumirá em janeiro: “No Brasil há três núcleos diferentes no governo eleito, um que chamo de fundamentalista, cujo foco são os direitos civis, que une vários ministros de forma coerente. Depois tem o núcleo da economia, que é escancaradamente neoliberal e não está nem aí para direitos civis. Não vai aumentar imposto, então tem duas formas de acomodar: vendendo patrimônios, a agenda de privatizações radical, e cortando na carne. E tem um terceiro núcleo, que é o político, dado basicamente pelo Ministério da Justiça e pelos ministros militares. O destino do governo Bolsonaro vai depender do núcleo político que tem duas possíveis tarefas: a tutela e a intimidação”.

Segurança pública

O governador eleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), manifestou-se contrário à redução da maioridade penal, discussão que deve avançar no Congresso no ano que vem, com o apoio do presidente eleito Jair Bolsonaro. Anfitrião do II Fórum de Governadores, Ibaneis divergiu do futuro ministro da Justiça, Sergio Moro, que defendeu a medida para crimes praticados com “extrema violência”.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

Garibaldi recebe apoio de partido sem espaço no governismo

Garibaldi recebeu comitiva do PPS (Foto: divulgação)

A campanha de reeleição do senador Garibaldi Filho (MDB-RN), candidato pela coligação 100% RN, recebeu o apoio do Partido Popular Socialista (PPS/RN), na manhã desta quinta-feira (27), em Natal.

A reunião com Garibaldi contou com a presença do presidente estadual do PPS, Wober Júnior, os representantes do diretório, Laura Helena, Alexandre Chaves, Dilermando Mota Filho, Alexandre Gusmão e o candidato a deputado federal Geraldo Ferreira (PPS).

De modo formal, o PPS compõe a Coligação Avança RN – formada por PMB, PTC, PRP, PTB e Avante, que compõe o arco de apoios em torno da candidatura à reeleição do governador Robinson Faria (PSD).

Sua principal aposta nessa campanha era nova tentativa de eleger Laura Helena, filha do ex-deputado estadual Wober Júnior. Como percebeu a sua inviabilidade, a candidatura acabou retirada no último dia 30 de agosto (veja AQUI).

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‘Candidato’ denuncia que chapão é refeito após convenções

Além do PSD do governador Robinson Faria, candidato à reeleição, outras siglas estão se adaptando e se ajustando ao chapão governista à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. Diversas atas partidárias de convenções estão sendo refeitas conforme os novos acordos.

As “retificações” de atas de convenções partidárias seguem em regime de plantão, reflexos de entendimentos de última hora. Na prática, é como se as convenções não tivessem valor algum e esses documentos fossem meramente peças de faz-de-conta.

No PPS, por exemplo, o Sargento Agenor Batista da região Seridó foi registrado em ata de convenção do partido como candidato à Câmara Federal, mas terminou extirpado abruptamente. O comando partidário o viu como inconveniente nesse novo cenário pós-convenção.

Num vídeo postado nas redes sociais, o “ex-candidato” relata os bastidores para favorecimento do PSB dos deputados federal (Rafael Motta) e estadual (Ricardo Motta).

Áudio de diálogo que travou com um advogado do PPS, por prenome “Alexandre”, é  bastante esclarecedor dos bastidores surpreendentes da pré-campanha estadual no RN. “Ricardo Motta” teria causado todo esse rearranjo, comenta o advogado na conversa.

Leia também: Descartado de chapão, ‘candidato’ diz que vai à justiça;

Leia tambémCandidatos deverão ser descartados para acomodação do PSB;

Leia tambémAta-desata de coligações mantém alianças em aberto.

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“G-7” encolhe, racha e segue sob pressão após convenções

Oficializada no último dia 28 de julho em concorrida convenção, a Coligação Avança RN está se desintegrando. Apesar de inicialmente formada por sete partidos – PMB, PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e Avante -, não se sustenta. Já não é mais um “G-7”.

Convenção do Avança foi dia 28 (Foto: cedida)

A pressão é grande para se acomodar o PSB do deputado federal Rafael Motta e do estadual Ricardo Motta.

Em função da resistência da maioria e revolta de outros, já ocorreu uma deserção, mudança de candidatura e podem acontecer mais baixas.

O médico Cipriano Correia, presidente Estadual do PMN, levou a legenda e sua candidatura à Câmara Federal (onde já esteve) para a coligação encabeçada pelo candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT), além do MDB, DEM, PP e Podemos.

Puxadinho

Já o presidente do Partido da Mulher Brasileira (PMB), Raimundo Mendes Alves, que também é presidente da Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante, percebeu que seria apenas “esteira” na nominata. Preferiu deixar de concorrer à Câmara Federal para disputar vaga na Assembleia Legislativa.

Mesmo com as defecções, a Coligação Avança RN segue com apoio à reeleição do governador Robinson Faria (PSD). Porém deixou de se firmar em faixa própria para ser “puxadinho” do governismo e do PSD.

Novas surpresas podem surgir.

Leia também: “Avança RN” faz coligação com sete partidos em Natal.

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Encaixe do PSB em coligação governista causa revolta

Rafael: sem definição ainda (Foto: Web)

A Coligação Avança RN vive momentos de estresse e tensão. A saída do ex-prefeito de Lajes Benes Leocádio (PTC) da nominata à Câmara Federal para ser o vice do governador Robinson Faria (PSD), mexe com as contas eleitorais.

A aposta é que conseguiriam eleger um nome a deputado federal.

Paralelamente, o PSB com o deputado federal Rafael Motta e seu pai e deputado estadual Ricardo Motta, pode desembarcar nessa aliança. A Avante RN institucionalmente dará apoio à postulação do governador Robinson Faria (PSD), mas liberou seus candidatos para qualquer opção majoritária.

Costura política

Existe revolta de vários candidatos e dirigentes de siglas contra essa rearrumação.

A costura é do deputado federal Fábio Faria (PSD), articulador político do governismo.

Em convenção no sábado (28) passado – veja AQUI, os sete partidos dessa aliança PMB, PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e Avante – fecharam relação de 16 candidatos a Câmara dos Deputados. Entre os nomes, Benes.

Leia também: Segundo colocado em pesquisa é anunciado como vice de Robinso

Leia também: O inferno de Ricardo Motta e Rafael Motta são os outros;

Leia também: Pai ou filho pode se sacrificar para tentar salvar o outro;

Leia também: deputados podem terminar no palanque de Robinson.

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Robinson participa de convenções e aposta que segura apoios

Robinson Faria foi recebido por militantes, filiados e dirigentes de partidos da Avança RN (Foto: Cedida)

O governador Robinson Faria (PSD) desembarcou na Convenção Estadual coletiva da Coligação Avança RN neste sábado (28) em Natal, em intensa maratona política na capital.

Antes, esteve em convenções do PRB e Pros, que lhe são muito próximos.

Tem a garantia de apoio dessas duas legendas à sua pré-candidatura à reeleição.

Na Avança RN – PMB, PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e Avante -, a grande maioria está livre para decidir rumo majoritário (veja AQUI).

Robinson sabe disso.

Mas aposta em crescimento célere que seja capaz de fixar os candidatos proporcionais em seu entorno.

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“Avança RN” faz coligação com sete partidos em Natal

Movimentação começou no Kintal II em Natal (Foto: BCS)

PMB, PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e Avante realizam Convenção Estadual conjunta agora pela manhã em Natal, no Kintal II, Zona Norte da cidade. Formarão a Coligação Avança RN.

Os partidos estarão no arco de legendas ligadas à pré-candidatura à reeleição do governador Robinson Faria (PSD), mas todos os seus nomes à Câmara Federal e Assembleia Legislativa terão liberdade de escolha a nomes majoritários.

Proposta é que se forme conjunto de duas coligações para Câmara Federal e Assembleia Legislativa.

PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e PMB vão lançar 39 candidatos à Assembleia Legislativa. Getúlio Batista (PTB), vereador natalense Ubaldo Fernandes (PTC), Laura Helena (PPS) e Fred da Agrícola(PMB) são alguns desses nomes.

Avante faz coligação à parte

O Avante tem nominata própria para deputado estadual, com  um partido que não faz parte do “G-7”. Vai se coligar somente com o PRB que apoia a reeleição de Robinson Faria. As duas siglas terão juntas 48 nomes à Assembleia Legislativa. Um nome em projeção é do médico Bernardo Amorim (Avante).

Já à Câmara Federal serão 16 candidatos, com os sete partidos juntos: PMB, PTC, PPS, PRP, PTB, PMN e Avante.

Karla Veruska (Avante), ex-prefeito de Lajes Benes Leocádio (PTC), vereador Raimundo Mendes, o “Doutor Mendes” (PMB) – presidente da Câmara Municipal de São Gonçalo do Amarante, vereador em Natal Robson Carvalho (PMB) e o ex-deputado federal/estadual Cipriano Correia (PMN) são alguns dos destaques.

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Seis partidos fecham coligação em chapas proporcionais

PMB, PRP, PMN, PTC, PTB, PPS.

Esses partidos estão praticamente fechados numa coligação proporcional à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa. É a Coligação Avança RN.

Reunião preliminar aconteceu à noite de hoje (quarta-feira, 11), no Cuxá – Hotel Residence (Lagoa Nova, Natal).

Aposta feérica de que possam eleger gente às duas faixas legislativas.

No próximo dia 28 vão realizar conjuntamente convenções estaduais em Natal, provavelmente no Clube Albatroz – em Petrópolis.

A tendência é que os futuros candidatos sejam liberados à atuação em faixa própria, escolhendo livremente quem apoiar ao Governo e Senado da República.

Leia também: Prioridade nas proporcionais é prioridade de pré-campanha.

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Duas legendas se entendem com projeto de Robinson

Do Blog Política em Foco

Mais dois apoios para a reeleição do governador Robinson Faria. O PTB, presidido por Getúlio Batista, e o PPS, de Wober Júnior, estarão no palanque do chefe do Executivo.

No caso do PTB, a legenda indicará o novo secretário estadual de Desenvolvimento Econômico.

Já o PPS irá para uma autarquia, ainda a ser definida.

Na coligação proporcional, os dois partidos permanecem no chamado G9, grupo de nove pequenas legendas que se aliarão para formar uma bancada na Assembleia Legislativa.

Leia também: Julgamento de contas não atrapalha costuras eleitorais.

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Julgamento de contas não atrapalha costuras eleitorais

Sem alardes, em meio à celeuma de julgamento de contas na Assembleia Legislativa do RN, o governador Robinson Faria (PSD) trabalha seu projeto eleitoral 2018.

Conversas avançadas com PPS, Avante e PSDC.

PRB foi o primeiro a firmar apoio.

Não se pode descartar também o PSDB.

Outros partidos dialogam igualmente com o governador Robinson Faria.

Há conversas que podem evoluir para composição.

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Chega a 31 o total de partidos na campanha 2016 em Mossoró

Ao todo, 30 partidos vão participar das eleições municipais de Mossoró este ano. No momento, ou seja, por enquanto, o Brasil tem 35 partidos registrados oficialmente no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – Veja AQUI pequeno histórico de cada um).

O campeão em quantitativo é a coligação em torno da candidatura à reeleição do prefeito Francisco José Júnior (PSD). Serão 14 agremiações.

Os partidos que o apoiam são estes: PSD, PEN, PMB, PMN, PPL, PPS, PRB, PROS, PRTB, PSC, PTC, SDD, PTN e PV.

A segunda candidatura com maior “engorda” é a da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP).

Está arrimada por sete partidos: PP, PSB, PDT, PMDB, PTB, PTdoB e PHS.

Atrás de ambos está Tião Couto (PSDB), com cinco partidos.

Com ele estão  PSDB, PR, DEM, PSL e PRP.

A candidatura de Gutemberg Dias (PCdoB) tem coligação de outra legenda, o PT.

O mesmo número de partidos envolve o candidato a prefeito Josué Moreira (PSDC), acompanhado pelo PSOL.

Já o PSTU terá apenas chapa proporcional, com três candidatos a vereador e sem apoiar qualquer nome a prefeito.

Em 2012

Em 2012, último pleito municipal, 24 partidos participaram da luta pelo voto, rivalizando-se em especial em dois palanques.

A “Coligação Frente Popular Mossoró Mais Feliz”, da candidata Larissa Rosado (PSB), amealhou a companhia de  14, mesmo número alcançado hoje por Francisco José. Só que ela estava condição de oposicionista.

Os partidos eram estes: PT do B, PRP, PC do B, PSD, PTC, PRB, PP, PPS, PHS, PSB, PTB, PT, PDT e PPL.

Eles formaram três coligações, assim distribuídas: PT do B, PRP e PC do B; PSB, PTB, PT, PDT e PPL; PSD, PTC, PRB, PP, PPS e PHS.

Já a então vereadora Cláudia Regina (DEM) tinha nove partidos na “Coligação Força do Povo”. Mesmo com apoio da então prefeita Fafá Rosado (DEM, hoje no PMDB).

Eram essas as siglas: DEM, PMDB, PV, PSL, PSC, PTN, PSDB, PR e PMN.

Esses partidos inscreveram 120 candidatos a vereador em quatro coligações: DEM, PR e PMN; PMDB e PSC; PTN e PSDB; PV e PSL.

O PSDC teve o professor Josué Moreira como candidato a prefeito, com 23 concorrentes a vereador.

O PSOL apresentou Raimundo Nonato Sobrinho, “Cinquentinha”, a prefeito, também sem fazer coligação. Juntou cinco candidatos a vereador.

O PRTB teve Ednaldo Calixto como candidato a prefeito e oito nomes a vereador.

PMDB campeão

Veja AQUI como cada partido se comportou eleitoralmente em 2012, remetendo a comparativo ainda ao ano de 2008. O campeão de votos foi o PMDB, que alcançou o primeiro lugar em votação cumulativa de seus candidatos (e legenda), além de eleger três representantes: Alex Moacir, Claudionor dos Santos e Izabel Montenegro.

* Um apelo para quem for utilizar essas informações: por favor,  por respeito ao suor da pesquisa e à lei, cite a fonte. Não é feio nem humilhante, mas é ridículo e traduz complexo de inferioridade, não fazê-lo. Pense nisso.

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Prefeito fará convenção para tentar reeleição com 14 partidos

O prefeito Francisco José Júnior (PSD) fechou articulações para montagens de chapas majoritária e proporcionais à disputa da Prefeitura de Mossoró e vagas à Câmara Municipal.

Ele terá 14 partidos apoiando seu projeto de reeleição e cerca de 200 candidatos a vereador.

Francisco José Júnior montou larga composição de partidos e vai à disputa da reeleição (Foto: cedida)

Nesta quinta-feira, 4 de agosto,a convenção multipartidária ocorrerá no auditório do Hotel VillaOeste, a partir das 18h.

Siglas

Farão convenção o PSD, PEN, PMB, PMN, PPL, PPS, PRB, PROS, PRTB, PSC, PTC, SDD, PTN e PV.

Mas PTN e Solidariedade farão suas respectivas convenções noutros endereços.

“Nossa aliança possui ainda mais de 200 pré-candidatos a vereador, nomes qualificados e com serviço prestado a Mossoró. É com muita alegria, otimismo e disposição que iniciamos esse novo momento da nossa trajetória política”, pontua Francisco José Júnior.

O prefeito terá como vice o advogado e evangélico Micael Melo (PTN), indicado pelo deputado federal Antônio Jácome (PTN).

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PPS anuncia apoio à postulação de Francisco José Júnior

Wellington, prefeito e filiado do PPS (Foto: divulgação)

O Partido Popular Socialista (PPS) declarou apoio a Francisco José Júnior (PSD), pré-candidato à reeleição. O anúncio foi feito durante encontro realizado nesta segunda-feira, 1º, entre os líderes das duas legendas.

O advogado Wellington Barreto, presidente municipal do PPS, enfatizou que a escolha pelo nome de Francisco José Júnior se deve ao trabalho realizado por ele à frente da municipalidade.

“Com muito orgulho, anuncio que estaremos juntos com Francisco José Júnior nesta caminhada. Foi uma decisão unânime em todas as instâncias do nosso partido e se deve ao grande trabalho feito pelo prefeito no nosso município”, afirmou.

O PPS possui uma nominata de 10 pré-candidatos a vereadores e confirmou que estará presente na Convenção Municipal do PSD, que será realizada na próxima quinta-feira, 4, às 18h, no Hotel Villa Oeste.

“Estaremos neste momento importante, com nossos pré-candidatos e filiados”, enfatizou Wellington Barreto.

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Ex-deputado é campeão de processos em lista do TCE

O ex-deputado estadual Wober Júnior, dirigente estadual do PPS, consegue um feito sem concorrente direto no âmbito do Rio Grande do Norte.

Ele é campeão de processos constantes na lista liberada ontem pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), sendo um dos 1.364 agentes públicos ‘fichados’ (veja AQUI).

Wober: campeão de processos (Foto: Agorarn)

Wober aparece com 84 processos, que lotam duas páginas e meia da lista desse órgão técnico.

Boa parte é decorrente de sua passagem pela Secretaria de Estado da Educação e Cultura (SEEC), no período de gestão da então governadora Wilma de Faria (PSB, hoje no PTdoB).

Aposta na filha

Wober foi também vereador em três mandatos em Natal e obteve quatro como deputado estadual, além de ter concorrido à Prefeitura da capital em 2008, sem sucesso.

Alijado de disputas políticas por força dos problemas que enfrenta no âmbito judicial, Wober aposta em sua filha Laura Helena (PPS) como herdeira política.

Ela tem sido “âncora” de propaganda do partido no plano estadual, que recentemente foi ao ar em rádio e TV.

Em 2014, Laura Helena foi candidata a deputado estadual, mas sem obter êxito.

Atualmente, ela integra os quadros da Assembleia Legislativa, em cargo comissionado.

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PPS e DEM conversam sobre chapa proporcional

Cláudia, Roberto e Wellington em diálogo (Foto: Marquessoel de Castro)

O presidente do PPS em Mossoró, advogado Wellington Barreto, ao lado do pré-candidato a vereador Roberto Barreto, esteve reunido hoje com a dirigente do DEM em Mossoró, ex-prefeita Cláudia Regina.

O diálogo segue a prática da conversação entre dirigentes partidários, na pré-campanha municipal deste ano.

PPS e DEM podem fazer uma aliança para composição na proporcional, ou seja, à Câmara Municipal.

No passado, os dois partidos já estiveram unidos.

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Candidata seridoense aposta em votação em Mossoró

A candidata a deputada estadual pelo PPS, Francielle Lopes, cumprirá agenda em Mossoró, nesta quinta (04) e sexta-feira (05).

Fisioterapeuta, Francielle se revelou na campanha municipal de Caicó em 2012, quando foi candidata a prefeita e alcançou mais de 11 mil votos.

“Ela é uma das poucas candidatas à Assembleia Legislativa com um plano de ações voltado para as áreas prioritárias, sobretudo Saúde, Segurança e Juventude”, garante sua assessoria.

Ex-vereador confirma candidatura à Câmara Federal

O presidente mossoroense do Partido Popular Socialista (PPS), advogado e ex-vereador Wellington Barreto, atendendo chamamento de seu partido será candidato a deputado federal. Ele confirma a postulação.

Barreto: missão partidária (Foto: Marquesuel de Castro)

Wellington Barreto tem larga experiência na luta política e social. Ele já foi vereador, assessor parlamentar, secretário municipal, líder estudantil e líder comunitário.

OAB

Wellington Barreto é professor da rede pública de ensino, membro da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Mossoró), tendo ainda presidido a Comissão da Memória e da Verdade da mesma subseccional.

Wellington Barreto tem participação importante na vida cultural do estado sendo o presidente da Academia Maçônica de Letras do RN (licenciado) e já publicou 06 seis livros tratando da temática da luta dos movimentos sociais.

Wellington Barreto é filiado ao PPS há mais de 30 anos.

Partidos se mobilizam e fazem escolhas para campanha

Fátima faz convocação para luta (Foto: divulgação)

Apesar do crescente caos na cidade do Natal nesse sábado (14), devido fortes chuvas, a política partidário-eleitoral não parou. Eventos do PPS e do PCdoB movimentaram o dia, mobilizando lideranças das principais estruturas políticas que vão disputar o Governo do Estado.

“Entusiasmo, coragem e resistência”. Foram essas as palavras de ordem da militância do PCdoB durante o encontro estadual do partido, realizado na manhã de sábado. Na ocasião, foram reafirmados os apoios aos pré-candidatos Fátima Bezerra (PT) e Robinson Faria (PSD), para o Senado e Governo, respectivamente.

O encontro do PCdoB serviu ainda para discutir a tática eleitoral para as eleições deste ano. “O PCdoB é protagonista no plano nacional na aliança com o PT. O apoio do PC do B me dá um orgulho imenso pela historia e trajetória de luta comuns, por construirmos juntos um Brasil novo com Lula e Dilma, e um RN que queremos e precisamos”, destacou Fátima Bezerra.

O evento que foi coordenado pelo presidente estadual do PCdoB, Antenor Roberto, e contou com a presença do deputado estadual Fábio Dantas, do prefeito de Apodi, Flaviano, do vereador de Natal, George Câmara, entre outros nomes.

PPS com Henrique e Wilma

O PPS (Partido Popular Socialista) foi a primeira legenda a formalizar em convenção eleitoral, realizada neste sábado (14), na Assembleia Legislativa, o apoio aos pré-candidatos Henrique Alves (PMDB) e Wilma de Faria (PSB), respectivamente ao Governo e Senado.

Henrique agradeceu o apoio e reforçou que a união política será prioridade na sua aliança. “Esse momento marca o início de uma trajetória”, afirmou. “Eu prefiro unir a desunir, somar em vez de dividir. Ter mais a ter menos. Ter mãos segurando nas minhas do que mãos que se escondem das minhas”, discursou o deputado, acrescentando que o PMDB sozinho não ganharia esta eleição, mas com as coligações quem vai ganhar é o Rio Grande do Norte.

Henrique defende união de forças (Foto: divulgação)

A ex-governadora Wilma de Faria, presidente do PSB, falou da experiência de Henrique e reforçou a importância da união. “Sozinho, ninguém governa” disse, lembrando que Henrique poderia ser reeleito presidente da Câmara dos Deputados e está renunciando a essa possibilidade pelo Rio Grande do Norte.

O presidente estadual do PPS, Wober Júnior, disse que o partido apóia a pré-candidatura de Henrique por saber que ele tem a força para melhorar o estado. “O RN tem que expandir e seu compromisso, Henrique, com a saúde, educação, segurança pública nos fez tomar esta decisão. Por conhecer sua competência é que o partido se une nesta candidatura”, adiantou. Os filiados ao PPS estiveram presentes a convenção.