Wiginis fez pronunciamento nesta quarta-feira (Foto: reprodução de imagem da TV Cãmara)
O vereador Wiginis do Gás (UB) anunciou nesta quarta-feira (05), na tribuna da Câmara Municipal de Mossoró, que não faz mais parte da base do prefeito Allyson Bezerra (UB). Porém, prometeu que não será oposição. Continuará “votando em favor do povo.”
Segundo ele, teria sido “expulso” por não se afinar com projeto político do governismo.
“Só baixo a cabeça nesse mundo para uma ‘pessoa’, Jesus Cristo, na hora que estou orando” (sic), disse.
Semana passada, Wiginis do Gás anunciou seus nomes à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa, para campanha do próximo ano: Nina Souza (PSD), primeira-dama de Natal e secretária municipal de Trabalho e Assistência Social (SEMTAS) e o deputado estadual Ivanilson Oliveira (UB).
Segundo o vereador, essas preferências colidem com orientações do grupo do prefeito Allyson Bezerra. Daí, “fui convidado a sair.”
O nome de Allyson Bezerra projeta-se à disputa pelo governo estadual e a primeira-dama Cínthia Raquel tem aparecido como opção preferencial do sistema a deputado estadual.
Antônio Rueda fez anúncio da posição dos partidos (Foto: SIdney Júnior/19-08-2025)
Os partidos União Brasil e Progressistas, que juntos formam a federação União Progressista, com mais de 100 parlamentares no Congresso Nacional, anunciaram nesta terça-feira (2) que “detentores de mandato” filiados às legendas devem renunciar a qualquer cargo ocupado no governo federal. A medida formaliza o desembarque dos partidos da base de apoio do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Em caso de descumprimento desta determinação, se dirigentes desta federação em seus estados, haverá o afastamento em ato contínuo. Se a permanência persistir, serão adotadas as punições disciplinares previstas no estatuto”, diz o comunicado.
A nota foi lida pelo presidente do União Brasil, Antônio Rueda, ao lado do presidente nacional do PP, o senador Ciro Nogueira (PI), em um pronunciamento na Câmara dos Deputados. Mais cedo, os dois líderes partidários já haviam acertado os detalhes deste rompimento em reunião com aliados.
“Esta decisão representa um gesto de clareza e de coerência. É isso que o povo brasileiro e os eleitores exigem de seus representantes”, completa o comunicado.
A medida pode impactar a permanência dos ministros do Turismo, Celso Sabino (União-PA), e do Esporte, André Fufuca (PP-MA). Ambos são deputados federais, ou seja, detentores de mandatos filiados aos partidos da federação.
Até o momento, não houve manifestação dos dois ministros mais diretamente impactados pelo comunicado da federação União Progressista. Além disso, o União Brasil, por meio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), tem indicações em outras duas pastas: Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Frederico de Siqueira (Comunicações).
O PP também ocupa o comando da Caixa Econômica Federal, com Carlos Vieira, indicado pelo ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL).
Em nota postada nas redes sociais, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, responsável pela articulação política do governo federal, diz respeitar a decisão da federação, mas cobrou compromisso de quem se mantiver nos cargos.
“Respeitamos a decisão da direção da Federação da UP. Ninguém é obrigado a ficar no governo. Também não estamos pedindo para ninguém sair. Mas quem permanecer deve ter compromisso com o presidente Lula e com as pautas principais que este governo defende, como justiça tributária, a democracia e o estado de direito, nossa soberania. Precisam trabalhar conosco para aprovação das pautas do governo no Congresso Nacional. Isso vale para quem tem mandato e para quem não tem mandato, inclusive para aqueles que indicam pessoas para posições no governo, seja na administração direta, indireta ou regionais”, escreveu a ministra.
Fim de papo e de relação político pessoal. A prefeita de Grossos, Cinthia Sonale (União Brasil), anunciou num vídeo apresentado em suas redes sociais, nesta quinta-feira (17), o rompimento com o vice-prefeito Galego Caetano (PSDB).
A prefeita disse num conteúdo audiovisual de mais de 6 minutos, que o vice-prefeito tem feito “chantagens e ameaças.” Ela reagiu a vídeo em que Galego Caetano critica a governante e faz denúncias contra a gestão da qual ele faz parte.
A gota d’água para o rompimento, justificou a prefeita, foi o fato de Galego Caetano ter colocado em dúvida situação de saúde de um filho seu, como se debochando do caso.
“Foi por isso que tomei a decisão de dizer a vocês que hoje chega ao fim a nossa parceria”, proclamou a prefeita.
“Tenho sido alvo de ataques cruéis, chantagens e ameaças”, destacou.
O professor Antônio Valdeci Caetano, o Galego Caetano, é irmão do ex-prefeito Veronilde Caetano. A chapa encabeçada pela prefeita na “Coligação Para Grossos Seguir Avançando” foi reeleita em 2024 com 4.713 votos (55,17%).
Antônio Henrique e Júlio César, atual e ex-prefeito, em foto do ano passado, com ‘caneta’ a quatro mãos (Foto: redes sociais)
Começou a temporada de rompimentos políticos no RN. Parece cedo, mas não é o que está se desenhando num município do RN, com um mês de gestão nova.
Pelo menos em Ceará-Mirim, na região da Grande Natal, o distanciamento do ex-prefeito Júlio César Câmara (PSD) do seu sucessor, Antônio Henrique (PSD), parece engatilhado. Consumado, não. Ou, ainda não. Existe caminho ao entendimento.
O ex-prefeito queixou-se de Antônio Henrique (PSD) por não prestigiar colaboradores do grupo, priorizando pessoas estranhas, até mesmo ao município. Ao final de uma live (vídeo ao vivo) à noite dessa quinta-feira (30), ele admitiu o temor de se arrepender: “Só espero não ter ido à praça pública à toa.”
Um pouco antes, disse, que “até certo tempo eu dei minhas opiniões, dei meus palpites, mas vou me resguardar um pouco, porque eu vejo muita gente boa aí, muita gente que tem uma alta capacidade administrativa sendo preterida.”
Júlio César Câmara também anunciou em primeira mão, que sua mulher e ex-primeira-dama, Ana Paula Ramalho Câmara, pediu exoneração do Instituto de Previdência Municipal de Ceará-Mirim (Ceará-Mirim Previ).
O outro lado
Na manhã desta sexta-feira (31), o prefeito de Ceará-Mirim, Antônio Henrique, reuniu os 16 vereadores da bancada governista na Câmara Municipal para reforçar a continuidade da aliança política com o ex-prefeito Júlio César. Durante o encontro, o gestor foi categórico ao negar qualquer rompimento:
“Não há rompimento político nem administrativo entre mim e o ex-prefeito Júlio César. Júlio continua sendo nosso líder político e será o nosso candidato a deputado estadual em 2026,” reportou a página CMN Notícias.
Ex-vereador, Antônio Henrique foi eleito com 32.941 votos, 70,97% dos votos válidos.
Lawrence deverá ser candidato a prefeito, marcando posição de Ezequiel (Foto: PSDB)
O anúncio é oficial. Informação do próprio PSDB do RN. O partido informa que vai solicitar a todos os institutos de pesquisa do RN que realizem sondagem eleitoral, a inclusão do nome do vereador-presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB), como pré-candidato a prefeito.
Amorim é peça-chave no projeto de chegar ao Senado, nas eleições de 2026, do presidente da Assembleia Legislativa e do ‘partido dos tucanos’ no RN, Ezequiel Ferreira.
Rompimento com o prefeito Allyson Bezerra (UB) sacramentado, Ezequiel tem pressa em medir o peso de Lawrence Amorim e trabalhar rapidamente sua postulação à prefeitura.
Em Mossoró, a presidência do partido está com a farmacêutica-bioquímica Fátima Tereza, mulher de Lawrence Amorim.
Senador deixa claro que cabeça de chapa é com Genivan; e ponto final (Foto: redes sociais/Arquivo)
“Genivan Vale será o candidato do PL a prefeito de Mossoró.” Quem reforça essa posição é o senador e presidente estadual do partido, Rogério Marinho. E ponto final, deixa claro.
Na segunda-feira (6), em Natal, em entrevista à 96 FM, programa “Jornal das Seis”, o pré-candidato a prefeito Genivan Vale anunciou o rompimento do presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB), com o prefeito Allyson Bezerra (UB) – veja AQUI.
A partir daí, já se comentou de forma volumosa em redes sociais e escaninhos da política, mossoroense, que a chapa do PL poderia ter mudança: Lawrence chegaria como nome a prefeito e Genivan cairia à posição de vice (veja AQUI).
Nada disso. O PL discute com outros partidos a montagem conclusiva da chapa à campanha municipal, sem mexer com o topo. É Genivan Vale, farmacêutico-bioquímico, empresário e ex-vereador (dois mandatos), que também preside o partido em Mossoró.
O senador não tem agenda definida, mesmo que remotamente, para conversar com o presidente do PSDB no RN, deputado estadual Ezequiel Ferreira. Cada coisa em seu lugar. O PL cuida de sua chapa e o PSDB de Ezequiel e Lawrence trata dos seus novos rumos na política de Mossoró.
Em entrevista ao programa “Jornal da Noite” da 96 FM de Natal, nessa segunda-feira (6), o pré-candidato bolsonarista a prefeito de Mossoró, ex-vereador Genivan Vale (PL), afirmou que o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Lawrence Amorim (PSDB), não faz mais parte do governismo municipal:
– “O presidente da Câmara (…) se afastou agora dia 1º, comunicou que está se afastando do prefeito.”
As costuras políticas que ocorrem desde ano passado devem levar Amorim não apenas pro palanque do PL, mas à composição de chapa majoritária.
Genivan Vale e Lawrence Amorim travavam há tempos uma luta silenciosa para lugar de vice do prefeito Allyson Bezerra (UB). Nenhum dos dois prosperou.
O palanque oposicionista que se forma deverá contar ainda com Tião Couto (PL), ex-candidato a prefeito; Jorge do Rosário (Avante), ex-candidato a vice-prefeito do próprio Tião, além de vice também da ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP).
Nos últimos dias, a propósito, a “Rosa” estreitou contatos do seu grupo com Genivan e com o próprio Lawrence, para apressar essa ruptura entre o vereador e o prefeito que a derrotou em 2020, na chapa com Jorge do Rosário. Vão formar uma ampla frente para a campanha municipal, mas ela não será candidata à prefeitura ou vice.
A imprensa de Natal – Blog do BG, primeiramente – noticia nessa segunda-feira (3) declaração do ex-senador Garibaldi Filho (MDB) anunciando rompimento com o primo e parceiro por cerca de 50 anos, na política. O que era camuflado e dissipado desde as eleições de 2018 eclodiu hoje.
Henrique e Garibaldi: a mais duradoura e vitoriosa parceria da política do RN (Foto: arquivo)
“Não existe nenhuma possibilidade de conciliação com Henrique este ano”, afirmou o ex-senador ao portal Saiba Mais.
Questionado se Walter seria o nome colocado para vice-governador, Garibaldi respondeu que existe a intenção, mas que “não dá para adiantar que isso vai ser feito porque também depende do PT”. O MDB também conversa com o PDT e o PSDB para costurar alianças.
Aspiração de pai e filho é que o primeiro seja candidato à Câmara Feral e Walter Alves o vice de Fátima Bezerra (PT), chapa ao governo estadual.
Walter x Henrique
Garibaldi toma as dores do filho Walter Alves. Compreensível. Em 2018, pouco tempo depois de sair da prisão devido operações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), Henrique recolheu-se ao isolamento em família, mas não deixou de fazer política.
O ex-deputado federal sem mandato à época, sinalizou para apoios que lhe eram fieis em favor de Benes Leocádio (PTC, hoje no Republicanos), ex-prefeito de Lajes e um antigo colaborador. Garibaldi esperava que Walter fosse o beneficiado.
De lá para cá não faltaram escaramuças, diversas situações em que “Waltinho” nítida e claramente se esquivava de Henrique ou mesmo o hostilizava. Garibaldi, diferentemente, botava panos quentes. Dessa feita, não. Ano eleitoral, começo de 2022, abre uma fenda em história da mais duradoura e vitoriosa parceria política do RN, desde 1970, em pleno regime militar.
Henrique foi deputado federal por 11 mandatos, enquanto Garibaldi Filho somou quatro como deputado estadual, um como prefeito de Natal, duas vezes governador do RN e três como senador.
Veja adiante: Henrique Alves se manifesta sobre rompimento.
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O candidato mais bem votado das ultimas eleições municipais de Natal com mais de 10 mil votos, Raniere Barbosa (PDT), anunciou na manhã desta terça-feira (22), na Câmara Municipal de Natal, o seu rompimento político com o prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), reeleito na capital com mais de 225 mil votos.
Raniere e Carlos: distância após muita afinação (Foto: Agorarn)
O rompimento do pedetista com o líder do partido e do executivo municipal se dá após Carlos Eduardo ter elegido Júlio Protásio (PDT) como seu novo líder na Câmara no último sábado (19) sem antes consultar o antigo detentor da posição. Como já havia um distanciamento entre ambos, o rompimento tornou-se inevitável.
Manifesto
Para a escolha de Carlos Eduardo em mudar seu líder pode ter pesado o fato de 20 vereadores terem assinado um manifesto em apoio à candidatura de Raniere à presidência da Câmara até a última sexta-feira (18), com o vereador Luiz Almir (PR) tendo sido o último a se aliar ao companheiro de legislação.
Diante do cenário, o vereador recém-eleito Kleber Fernandes (também do PDT) deverá ser o nome apoiado pelo prefeito na busca pela cadeira principal da Casa no ano que vem.
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A decisão do prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD), o “Francisco”, de ser candidato à reeleição este ano não tinha e não teve o endosso do governador Robinson Faria (PSD), seu líder político. A preferência de Robinson foi a ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP), vencedora do pleito no domingo (2) passado.
Ele chegou até mesmo a estimular o voto nela, em contatos com eleitores e liderados em Mossoró, contrariando o projeto pessoal de Francisco, que em sua ótica não teve humildade, pois “as pesquisas mostravam que ele não tinha nenhuma chance de reeleição.”
Robinson fez essas confissões e revelou outros detalhes de bastidores relativos à sucessão municipal 2016, no programa “Diógenes Dantas Entrevista” (veja boxe acima, a partir dos 20 minutos de gravação), exibido hoje pela TV Tropical, afiliada da Rede Record de Televisão.
Robinson afirmou que após se reunir em Natal com o prefeito no período da pré-campanha (sem precisar o tempo), “ele tomou uma posição em Mossoró sem me consultar. Sem consultar o governador. Apoiou o candidato Tião da Prest (Tião Couto-PSDB), levou o PSD, sem consultar o governador. Então eu não tenho motivo de ir a Mossoró” (sic).
O governador deixou claro que se desembarcasse na cidade não seria para defender a candidatura do prefeito do seu partido, mas para “apoiar o nome de Rosalba. Rosalba era o nome que eu desejaria que o PSD apoiasse em Mossoró”.
Conversas com Carlos Augusto
Informou que chegou a conversar com várias vezes com o líder do rosalbismo (Carlos Augusto Rosado), marido de Rosalba, e adiantar para “alguns amigos meus: você vote em Rosalba.”
Sobre as relações político-administrativas, com eleitos em outubro deste ano, deixou patente que não adotará seletividade com base em afinidades partidárias ou não. “Eu sou o governador de todos os partidos, tenho que governar com as cidades”.
Disse que já telefonou para Carlos Eduardo Alves (PDT), vislumbrando uma parceria administrativa necessária e importante para a capital entre Prefeitura e Estado.
As relações com o prefeito mossoroense que está nos últimos meses de gestão, é que parecem esgarçadas. “Eu disse a ele, aqui, que o nome dele não tinha nenhuma viabilidade para reeleição”, destacou o governador, relembrando reunião no primeiro semestre do ano, com Francisco.
– Falei que ele pensasse, tivesse humildade, que as pesquisas mostravam que ele não tinha nenhuma chance de reeleição. E depois ele desapareceu, lançou-se candidato, sem conversar comigo (…), botou o bloco nas ruas – disse a Diógenes Dantas.
Rosalba cumprimenta o sucessor Robinson pela vitória, no dia 31 de outubro de 2014, ao lado do marido Carlos (Foto: arquivo)
Amélia Ciarlini
O que Robinson Faria parece não ter digerido mais ainda nesse enredo da sucessão mossoroense, conforme expôs na entrevista, foi a forma como o prefeito e sua mulher Amélia Ciarlini tentaram satanizá-lo, num episódio burlesco (veja AQUI e AQUI):
– Ele foi para as redes sociais com a primeira-dama, querer questionar o governador, querer cobrar uma conta que não era minha. Além de renunciar a candidatura, teve aquela questão de sua esposa, da rede social que eu nem respondi, nem ia responder – isolou.
Quem terminou se envolvendo na polêmica à ocasião foi a primeira-dama do Estado, Juliane Faria (veja AQUI), que tratou Amélia como farsante, precipitando dias depois a desistência da candidatura do próprio Francisco José Júnior (veja AQUI).
Robinson e Rosalba foram eleitos governador e vice em 2010, após ele romper com o grupo da então governadora Wilma de Faria (PSB), insatisfeito com inclinação dela a apoio à sua própria sucessão, ao vice-governador Iberê Ferreira (PSB).
Com menos de um ano de mandato, ele rompeu com Rosalba e começou a pavimentar caminho à sua sucessão em 2014. Foi eleito e Rosalba sequer conseguiu se viabilizar à reeleição, devido estrondosa reprovação popular.
Rosalba e Robinson estão ‘juntos’
Nesse espaço de tempo, os dois não chegaram a alimentar um fosso político entre si. Muito pelo contrário. Em 2014, Rosalba orientou seu eleitorado a votar em Robinson em Mossoró, na disputa ao Governo do Estado entre ele e Henrique Alves (PMDB), seu ex-aliado.
Meses antes, fizera o mesmo na eleição suplementar à Prefeitura de Mossoró: insuflou seus eleitores a descarregarem votos em Francisco José Júnior, para frustrar possibilidade de vitória da adversária (hoje aliada) e então deputada estadual Larissa Rosado (PSB).
Ainda em 2014, a transição de governo foi pacífica e alimentada por interesses de parte a parte. Robinson não criou dificuldades para que Rosalba aprovasse matéria para uso do Fundo Previdenciário do Estado (FUNFIR), para completar folha de pessoal. Ela sabia que precisaria pegar quadro menos dramático em relação aos servidores.
Robinson também deu sinal verde para que Rosalba nomeasse a sua secretária de Infra-estrutura, engenheira Kátia Pinto, como diretora Agência Reguladora de Serviços Públicos do Rio Grande do Norte (ARSEP), em dezembro de 2014. O cargo tem mandato de quatro anos, dentro justamente da administração do seu sucessor.
Vale ser anotado, que além de Kátia Pinto, a professora Isaura Amélia (cunhada da ex-governadora) é titular da Fundação José Augusto (FJA), órgão da cultura do Estado.
Um vice para Rosalba
O PP, partido controlado no RN pelo ex-deputado federal Betinho Rosado, cunhado de Rosalba, é da base aliada do governador.
Na campanha municipal, o marketing de Rosalba poupou a gestão de Robinson e procurou exaltar a passagem dela pela prefeitura em três mandatos, num contraponto com a administração de Francisco José Júnior.
Em Natal, o Blog ouviu ainda no final do primeiro semestre deste ano, em várias oportunidades, que o Governo alimentava hipótese de indicar um vice de Rosalba, mas sem influência direta ou indireta do prefeito Francisco José.
Sua entrevista de hoje confirma o que era notícia corrente entre auxiliares próximios de Robinson, que ele não acreditava em candidatura à reeleição do prefeito. Não estimulava essa aventura e teve que engolir o delírio do aliado, que realmente não teve humildade.
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O governador Robinson Faria (PSD) conversou demoradamente com o presidente da Câmara Municipal de Mossoró, Jório Nogueira (PSD).
A reunião – longa, repetimos – foi nessa última terça-feira (6), em Natal. Jório foi convocado com urgência pelo Governador.
Fizeram balanço dos últimos acontecimentos políticos em Mossoró, que teve a primeira-dama do município Amélia Ciarlini em evidência (veja AQUI e AQUI).
Candidato à reeleição, Jório deve ocupar espaço generoso no grupo de Robinson na cidade e região, pós-eleição de 2 de outubro.
Já o prefeito “Francisco”, Francisco José Júnior (PSD), com dezenas de cargos que indicou para o Estado, tende a conviver com perdas insanáveis.
Rompimento está sacramentado para Robinson (e sua mulher Juliane Faria – Veja AQUI – deixou isso muito claro).
Depois passo mais bastidores.
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No final da tarde desse domingo (4), o prefeito mossoroense Francisco José Júnior (PSD) voltou a usar o dispositivo Face Live, da rede social Facebook, para se comunicar com internautas. Pronunciou-se sobre desabafo de sua mulher no dia anterior na mesma página, em que ela chorou de forma diluviana e atacou o governador Robinson Faria (PSD) – veja AQUI.
Com “Francisco”, nome político adotado pelo prefeito à sua campanha de reeleição este ano, o impacto das palavras e das cenas protagonizadas por Amélia foi suavizado, mas o conteúdo crítico não necessariamente rebatido. Ficou sem endosso, por exemplo, a afirmação dela de que estaria rompida com o governador, mas a ideia de “ingratidão” foi mantida de modo subliminar.
O prefeito transferiu ao governador o poder de continuar ou não aliado dele, Amélia e seu grupo político.
O vídeo ao vivo teve mais de 25 minutos de duração. Nele, Francisco tem a companhia da própria mulher, sentada também diante das câmeras, mas dessa vez sem choro.
– Esperávamos que a falta de apoio da governadora (Rosalba Ciarlini, do PP, hoje candidata a prefeito) na Saúde fosse superada elegendo Robinson – comentou o prefeito, ratificando o que a Amélia disse do seu jeito – em prantos, no sábado (3).
Aposta em Robinson
O prefeito fez especial abordagem exatamente sobre esse tema, mostrando que a Prefeitura de Mossoró não tem podido contar com o Governo atual, como não tivera no anterior (com Rosalba Ciarlini), no exercício de políticas públicas de Saúde.
– Nós fizemos uma aposta no governador Robinson Faria – destacou. “Esperávamos (…), acreditávamos que esse apoio fosse à altura do apoio que Mossoró deu a ele – disse.
Amélia, sem choro, tem apoio do marido que espera posição de Robinson (Foto: reprodução)
Agradeceu o companheirismo de sua mulher (“eu a apoio”) e afirmou respeitar suas palavras. Porém deixou claro que o “rompimento” proclamado por ela não era uma posição sua. Caberá ao próprio governador a decisão de continuar ou não politicamente ao seu lado.
– Eu prefeito acreditar que ele jamais deixaria de atender uma ligação da minha esposa – falou Francisco, numa referência à queixa que Amélia fizera no vídeo do sábado, de que Robinson teria se esquivado de atender ligação sua.
“Falta de parceria”
– Independente dessa questão política, há uma amizade, há o respeito, tem uma história – acrescentou Francisco José Júnior em relação ao governador Robinson Faria.
“Já sobrevivemos ao esquecimento uma vez e se depender de mim, se for abandonado mais uma vez, eu quero dizer que irei sobreviver”, antecipou.
“A gente se completa em nossas ações”, suplementou Amélia no mesmo vídeo, ancorada pela presença do filho de poucos meses (Gabriel). “Eu estou falando pelas famílias de Mossoró”, insistiu, voltando a culpar o Governo por “falta de parceria” – sem ser contestada pelo marido.
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Estou em Natal e acompanhei de perto movimento do Fórum dos Servidores Estaduais do RN, hoje.
Protesto contra a política salarial do Governo Robinson Faria (PSD).
É o primeiro após o rompimento do PT, que se afastou da aliança com Robinson e o PSD, firmada na campanha eleitoral de 2014.
Momento delicado da gestão pública, mas com um enorme diferencial na longa trajetória do movimento sindical e do PT, que se confundem em termos de organização.
A conjuntura é delicada.
As relações políticas rompidas, em verdade, não apagam o passado recente.
O ano eleitoral e esse fosso que passou a existir entre partido e Governo, não tiram a legitimidade das reivindicações, mas provocam vários questionamentos quanto à mobilização.
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Se depender de algumas pessoas muito próximas dele mesmo, o governador Robinson Faria (PSD) rompe com a presidente Dilma Rousseff (PT).
Mas a decisão não é fácil, com a presença de Gilberto Kassab (PSD) no governo.
Impasse
Romper depois de aprovado o impeachment é feio. Romper antes corre o risco do PT vencer a luta no plenário da Câmara ou Senado, jogando o governo na oposição ao Palácio do Planalto.
O que é pior?
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A saída da tendência Avante Socialismo XXI (veja AQUI), incrustada no PT, do Governo Francisco José Júnior (PSD), aos poucos vai desfigurando o próprio partido e sua relação de crescente desgaste ao lado do governante.
Entre Robinson e o prefeito, Fátima opta pela distância (Foto: Arquivo)
Principal nome dessa tendência em Mossoró, a ex-candidata a prefeito e ex-auxiliar do próprio Francisco José Júnior, professora Socorro Batista, é nome da absoluta confiança da senadora Fátima Bezerra (PT). Ela puxou a decisão de afastamento do Governo Municipal.
Do Governo Robinson Faria (PSD) Fátima e sua trupe já se afastaram ainda ano passado.
Distância
A própria Socorro foi ejetada do cargo de adjunta da Educação, por contrariar o Governo em meio à crise provocada pela greve dos servidores da Universidade do Estado do RN (UERN).
O distanciamento de Francisco José e de sua gestão até demorou.
Fátima apoiou a eleição de Francisco José Júnior em 2014 e teve apoio dele à sua jornada ao Senado da República, no mesmo ano.
A corrente interna do Partido dos Trabalhadores (PT), “Avante Socialismo XXI”, que tem como um de seus principais quadros na cidade a professora e ex-secretária Municipal de Segurança Pública, Socorro Batista, decidiu não mais participar da gestão do prefeito Francisco José Júnior (PSD). A decisão foi tomada nesta sexta-feira, 29, em reunião da direção municipal da tendência.
Socorro: também distante de prefeito (Foto: Blog Carlos Santos)
O grupo da ex-secretária já tinha emitido uma nota no último dia 18 de janeiro, em que considera legítima a postulação do professor e Vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT) de se candidatar a prefeito de Mossoró nas eleições deste ano.
Abismo
Ao tomar conhecimento da decisão da Tendência “Avante”, o Vice-prefeito Luiz Carlos parabenizou pela decisão e disse que irá continuar com o diálogo interno com as demais forças políticas para aprovar a candidatura própria a prefeito de Mossoró.
“Fico contente com esta decisão e ela reforça que estamos no caminho certo” diz Luiz Carlos, que acrescente, “nosso partido não pode compactuar com uma gestão que está levando Mossoró literalmente para um abismo, não existe motivo de interesse coletivo que justifique o PT está nesse governo”, finaliza.
O vice-prefeito Luiz Carlos Martins já tinha anunciado rompimento do Governo em dezembro do ano passado, por considerá-lo “antidemocrático, centralizador e sem transparência”, além de não ouvir população e priorizar legítimas demandas sociais.
Durou apenas três meses a parceria entre Thábata Mendes e Ximbinha. A loira decidiu largar o projeto do ex-marido de Joelma durante uma reunião na tarde desta sexta-feira, em Belém. O motivo foi uma discussão entre ela e o guitarrista após o show que a banda fez na cidade de Tibau, no Rio Grande do Norte, dia 16 deste mês.
Thábata e Ximbinha em material de divulgação da banda
Após a apresentação, que teve pouca presença do público, os fãs da cantora se reuniram na frente do camarim e ela quis atender cada um. Ximbinha se irritou com a demora e deixou o local com os músicos.
Briga em Tibau
De acordo com uma fonte ligada a Thábata, ela não aguentava mais ser maltratada por Ximbinha: “Tudo o que foi publicado sobre ele é a mais pura verdade. A situação ficou insustentável para ela, que já vinha planejando isso há algum tempo”, conta a fonte. “Eles tiveram uma briga horrível no último show. Ele vive bêbado”.
Um post chegou a ser publicado no página da cantora no Facebook anunciando uma coletiva de imprensa, mas logo foi apagado.
É emblemática a decisão do vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT), de se distanciar do Governo Francisco José Júnior (PSD).
Ela é emblemática, não porque represente o rompimento do seu partido, o PT, nem que seja capaz de puxar dezenas, centenas ou milhares de pessoas na mesma direção.
A importância de sua postura, para análise, é porque ele expôs uma série de motivações que vai ao encontro do que se tornou senso comum, ou seja, o pensamento da maioria da população.
Luiz Carlos Martins disse que o prefeito faz um governo antidemocrático, centralizador, sem dialogar com a sociedade, sem transparência e incapaz de ouvir as demandas sociais.
Tudo aquilo que qualquer pessoa medianamente atenta percebe há muito tempo.
E o rompimento em si?
Estava escrito.
Era anunciado.
Aconteceu.
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“O rompimento é unilateral, vontade própria do vice-prefeito”. A declaração foi dada agora há pouco pelo presidente do PT em Mossoró, Nelson Gregório.
Pronunciou-se dentro do Jornal das Cinco, da FM 105,1 (Santa Clara).
Ele deixou claro que o “açodamento” do vice-prefeito petista Luiz Carlos Martins, ao anunciar rompimento do Governo Francisco José Júnior (PSD), não é uma questão necessariamente partidária.
Enfim, o partido não parece com qualquer pressa em discutir informal e internamente a decisão.
Para Gregório, Luiz Carlos Martins “deve responder pelos atos dele, que ele cometeu, e não o partido dos trabalhadores.”
O rompimento foi anunciado no dia passado, através de nota emitida pelo vice-prefeito (veja AQUI).
Aconteceu o que estava se desenhando há considerável tempo e este Blog vinha antecipando em filigranas: o vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT) resolveu formalizar rompimento político. Passa a ser dissidente e deixa o prefeito Francisco José Júnior (PSD) ainda mais à vontade para ser o que tem sido: ele.
Em sua nota, denominada de “Indignação e Solidariedade, ele disseca a gestão municipal conduzida por “Silveira”. Faz uma espécie de autópsia, tratando-a como antidemocrática, centralizadora, sem transparência e distante das demandas sociais. Vai mais além.
Veja abaixo a íntegra da nota:
Na condição de Vice-Prefeito de Mossoró, venho a público reafirmar nosso distanciamento político e administrativo diante à condução da gestão do Prefeito Silveira Júnior (PSD), que ao optar por um modelo de gestão centralizador e indiferente às demandas sociais da cidade, assume uma feição autoritária na relação com os mais diversos segmentos sociais e se mostrou incapaz, ao longo do curto mandato, de manter uma relação institucional e respeitosa com a Vice-Prefeitura.
Ademais, destacamos ainda a falta de transparência dos atos do Executivo e ausência de uma agenda política e programática capaz de enfrentar a crise econômica e administrativa, bem como o quadro de insolvência que o município vivencia. Nestes trinta anos de vida pública, sempre pautei minha conduta com seriedade, respeito e transparência.
Vice-prefeito traça um retrato da gestão do prefeito que tem se tornado senso comum (Foto: arquivo)
Mossoró inteira conhece as minhas concepções de manter-me fiel aos meus princípios cristãos, éticos e políticos. Exerci mandato de vereador em três Legislaturas e fui alçado à condição de Vice-Prefeito, por consequência da cassação justa e inquestionável da Prefeita eleita em 2012.
Atendi prontamente à indicação do meu partido, o PT, e também o convite do então Prefeito Interino Silveira Junior. Mas atendi, sobretudo, a necessidade da minha cidade que vivia momento de instabilidade institucional e exigia dos seus cidadãos e cidadãs espírito público.
Renunciei ao mandato de vereador e me coloquei à disposição de uma gestão, que se iniciava com amplo apoio popular e esperança de uma nova cultura política na gestão da cidade. Os fatos subsequentes ao ato de posse foram marcados por tratativa nada aceitável para um Vice-Prefeito, que não almejava um emprego, pois já era professor aposentado da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte e exercia o mandato de Vereador.
Apresentamos ideias e propostas galgadas na concepção construída ao longo da nossa militância. Mas todos os sinais da gestão iam de encontro aos nossos princípios. Veio o desconforto quando cobramos mudança de rumo da gestão.
Ao tomar posse na condição de Vice-Prefeito, passei dois meses sem gabinete e nenhuma assessoria/servidores. Em seguida, ocupei por mais de um ano, juntamente com meus assessores, uma sala cedida pela Controladoria do Município, no edifício Rômulo Negreiros.
Somente, no mês de setembro de 2015, portanto, dezoito meses do exercício da função pública, que me foi outorgada pela vontade soberana do povo, a Vice-Prefeitura passou, mesmo sem identificação visual, a ter endereço. Contudo, sem a mínima estrutura para dar cumprimento às prerrogativas institucionais e que espero não serem revogadas por decisão do Senhor Prefeito, a exemplo do que vem ocorrendo unilateralmente com pessoas, que dividem comigo responsabilidades e compromissos em bem servir ao Povo de Mossoró, através das ações e iniciativas, dentre as quais destaco, o projeto Escuta popular, Fórum Pensando Mossoró, GT Orçamento Democrático, efetiva participação nas Conferências Municipais, posicionamento público em todos os momentos de impasses em defesa dos direitos dos estudantes, servidores municipais e terceirizados, categorias dos camelôs e taxistas, dentre outros.
Diante destas responsabilidades, manifesto meu compromisso na defesa dos interesses da cidade, reafirmando a agenda de trabalho que tenho executado com minha assessoria e o posicionamento político programático assumido publicamente em relação à gestão, que por não se coadunar com o modelo de gestão pública pelo qual lutei e pedi respeitosamente o voto de cada mossoroense, não é mais merecedora do meu apoio.
Fizemos uma escolha que não nos restam dúvidas: Entre uma gestão calcada em métodos antidemocráticos, na falta de transparência com os recursos públicos e na falta de respeito à centenas de trabalhadores e trabalhadoras, assumimos manter nossa trajetória de compromisso com as classes populares.
Por último, quero manifestar o meu irrestrito apoio e solidariedade à toda minha assessoria, que vem sendo vítima de retaliação pelo Executivo, o que se caracteriza em ato de absoluto desrespeito às prerrogativas e à autonomia de gestão que o Vice-Prefeito exerce constitucionalmente e sobre a qual, ao nosso entender não cabe ingerência unilateral do Chefe do Executivo.
Ao incidir sobre as minhas prerrogativas, esquece o Senhor Prefeito de zelar pelas de si próprio, o que, aliás, reflete de forma velada o descompasso dos seus atos com as reais necessidades da população e a sua opção em perpetuar uma agenda política reprodutora dos costumes e vícios que marcam a administração pública de Mossoró.
O vice-prefeito Luiz Carlos Martins (PT) deverá emitir nota oficial nas próximas horas, oficializando seu rompimento político com o prefeito Francisco José Júnior (PSD).
Luiz Carlos em lado oposto (Foto: Portal Luiz Carlos)
Oficializará um racha que estava anunciado, em verdade.
O prefeito evita-o por telefone e para um simples despacho burocrático e deve exonerar alguns auxiliares ligados ao vice-prefeito.
Luiz Carlos Martins não tem sido parcimonioso na relação com Francisco José Júnior
Nas redes sociais continuadamente tem dissecado o Governo, tratando-o nitidamente como adversário.
A postagem sobre as vaias sofridas pelo prefeito no dia passado, ao final da procissão de Santa Luzia, é mais do que clara da distância entre ambos:
“Prefeito Silveira toma vaia do tamanho da procissão de Santa Luzia” (veja AQUI).
No final de semana, já tinha sido incisivo: Sem obra em Mossoró, governador e prefeito ‘inauguram’ complexo do Abolição” (veja AQUI).