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“Abdicar da luta, jamais!”, um convite à leitura

Capa do livro Foto: BCS)
Capa do livro Foto: BCS)

Chegou às minhas mãos Luiz Alves Neto – “Abdicar da luta, jamais!”

O livro tem o jornalista Caio César Muniz, o professor Glênio de Azevedo Alves e o professor-pesquisador Lemuel Rodrigues da Silva à frente de sua produção.

A princípio, presumi que seria uma publicação biográfica. Não, não mesmo. Vai muito além.

Fala sobre um tempo delicado do país, a ditadura militar de 1964, e disseca a vida de alguém pouco conhecido às novas gerações: Luiz Alves Neto, ou o “Velho”, como é tratado pelos amigos esse areia-branquense, bancário aposentado e ex-preso político do regime de exceção.

Convida-nos à leitura.

Assim será nos próximos dias ou mesmo horas.

Obrigado, gente!

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Universidades de Mossoró não adquirem mais livros de autores locais

Por Caio César Muniz

Arte ilustrativa com Inteligência Artificial para o BCS
Arte ilustrativa com recursos de Inteligência Artificial para o BCS

Mossoró sempre foi um grande celeiro de escritores. Livros de toda natureza: poetas, historiadores, genealogistas, cronistas, romancistas e o diabo a quatro. Uma efervescência impulsionada até 2005 pelo trabalho incansável do professor e editor da Coleção Mossoroense, Vingt-un Rosado.

O selo criado em 1949 chegou a ser mencionado em jornal de nível nacional como a “maior Coleção de títulos publicados no Brasil” e só não figurou no Guiness Book, porque a intempestividade literária de Vingt-un deixou de lado por muito tempo informações importantes para uma publicação, como o ISNB ou qualquer outro registro oficial, junto à Biblioteca Nacional, por exemplo. Era publicar, e pronto.

Entrei para este rol em 2016 como o meu livro “E na solidão escrevi”, um livro de iniciante mesmo, com versos juvenis e com tiragem de 300 exemplares, era (e ainda é) suficiente para o nosso universo literário que raramente ultrapassa a reta Tabajara.

Pois bem, para nós, desde aquele tempo, tínhamos pelo menos a garantia de venda de algo em torno de 20% da tiragem para um público específico dentro da nossa própria urbe: o Colégio Diocesano, na pessoa do saudoso padre Sátiro Cavalcante Dantas, sempre adquiria pelo menos 10 exemplares; a UERN e a ESAM/UFERSA também adquiriam algo em torno disto e às vezes 20 exemplares. Um desafogo para o autor que só vende mesmo no lançamento ao seu público restrito a alguns familiares e amigos. Depois vê um “pinga-pinga” que se espraia até se tornar um livro “esgotado”. Costumo dizer que nossos livros cheiram a sovaco, a gente publica e bota debaixo do braço e sai em busca de venda.

Pois bem, estes dias fui surpreendido com a triste informação de que acabou aquela possibilidade de venda “certa” dos autores locais para as nossas universidades e a presença fácil de padre Sátiro agora não existe mais e o motivo é mais triste ainda: bu(rr)ocracia.

É que para se adequar “ao sistema” (sempre ele). As universidades têm que fazer licitações para aquisição das obras, mas não precisa ser um expert em direito para saber que em determinados casos existe a dispensa desta exigência, tendo em vista que não existe dois Antônio Francisco Teixeira de Melo para competir entre si, dois Davi Leite, duas Margateh Freire, duas Dulce Cavalcante.

O outro argumento é a falta de recursos. Mas falta de recursos para adquirir livros de autores locais, se de fato existe, é um problemão, caso a se pensar, coisa a se resolver, pois é inadmissível a uma Universidade.

Ressalte-se que existe uma lei de nº 11.231, de 04 de agosto de 2022, que fala sobre a inclusão de conteúdos de Literatura Potiguar na rede estadual de ensino. Diz a lei no seu artigo 1º que “Fica instituído na rede estadual de ensino público e particular o conteúdo de Literatura Potiguar como temas complementares de forma interdisciplinar.” E no artigo 2º que o “Órgão público competente estabelecerá as diretrizes básicas para a adequação das atividades mencionadas no caput do art. 1º desta Lei.” Letra morta?

Enfim, perdemos todos, nós, os autores locais, já tão desprestigiados; um público leitor, que cada vez menos vai conhecer os nossos escritos e as Universidades, que descumprem o seu papel de ultrapassar os seus próprios muros e “universalizar” os conhecimentos.

Mas, penso que tudo isto pode ser revertido com facilidade com um pouco de sensibilidade e estudo em detrimento das amarras bu(rro)cráticas e sinceramente não acredito na versão de falta de dinheiro para aquisição de dez ou vinte livros. Se esta versão é verdadeira, é melhor fechar a bodega.

Caio César Muniz é jornalista e escritor

IV Festival da Cachaça de Mossoró acontecerá dia 13 de setembro

Vários rótulos consolidados e outros em ascensão vão estar no evento (Foto: divulgação)
Vários rótulos consolidados e outros em ascensão vão estar no evento (Foto: divulgação)

Instituído pela Lei nº 173/2017, o Dia Nacional da Cachaça é celebrado no dia 13 de setembro. A data será lembrada nessa data, a partir das 14h, com o IV Festival da Cachaça de Mossoró, no Hotel Thermas.

O evento também contará com um momento de formação, com palestra às 14h sobre a história e a produção da bebida e a partir das 15h será iniciado a parte festiva, com degustação livre das várias marcas participantes, com direito a caldos e frutas e ao som de duas atrações musicais: o samba de André da Matta e o forró das antigas de Crys Saraiva.

Já são presença confirmadas no IV Festival de Cachaça de Mossoró os seguintes rótulos: Extrema (RN), San Valle (RN), Samanaú (RN), ¼ de Milha (RN), Serra de Martins (RN), Triunfo (PB), Matuta (PB), São Paulo (PB), Preciosa do Vale (PB), Ipueira (PB), Princesa do Brejo (PB) e Viçosa Real (CE). Algumas outras marcas ainda poderão ser acrescidas até a data.

“O Festival da Cachaça de Mossoró já se consolidou como um dos grandes eventos para o fortalecimento do produto no Rio Grande do Norte. Atualmente o Estado já tem mais de vinte marcas em atuação e com excelente cachaça no mercado,” diz Caio César Muniz, da SobreArt Produções Culturais, realizadora do Festival.

“Vem crescendo e a tendência é que continue desta forma e atraindo mais e mais produtores de várias regiões do Brasil,” comenta Vává da Mata, da Da Mata Produções, também da produção do Festival.

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Pão nosso de cada dia

Por Marcos Ferreira

Foto do autor da crônica
Foto do autor da crônica

Presumo que poucas pessoas se interessem por esse conteúdo, por essa informação. Pois se trata, a bem da verdade, de uma sensaboria, algo de quem parece não ter coisa melhor para dizer. Teimoso, porém, vou contar esta história insípida. É que hoje acordei cedo. Cedinho mesmo: pouco depois das quatro da madrugada. A bexiga estava de fato nas últimas, então fui ao banheiro e não consegui reaver o sono. Volta e meia isso acontece; uma emergência fisiológica. Ainda assim, com o quarto na penumbra e naturalmente frio, retornei para a minha rede e os cobertores.

Vocês sabem que em ocasiões dessa ordem, quando a gente se encontra insone por inteiro ou parcialmente, mil e uma maluquices nos vêm à cabeça. Então nos alcança um monte de besteirol, pessoas e meio mundo de lucubrações. No meio disso, fato corriqueiro, vêm ao meu juízo determinados temas que julgo aproveitáveis, com certo potencial para converter em uma crônica garranchosa.

Recordei-me, por exemplo, de uma dúzia ou mais de amigos que têm (coloco-me no meio deles) esse alumbramento visceral, comunhão, enlace com o exercício da escrita. Sim. É o que estou dizendo. Somos, de forma saudável, reféns espontâneos e um tanto orgulhosos dos vencilhos, das amarras da escrita. Como no verso de Camões, é estar preso por vontade, é servir a quem vence o vencedor. O bardo caolho é fora de série, extraordinário, um fenômeno da poesia. É incomparável.

Então penso, após todo esse nariz de cera, nos meus pares, nos meus amigos literatos, homens e mulheres dominados pelo micróbio da literatura. Alguns desses indivíduos inéditos em livro (por razões que a própria razão desconhece) seguem fugindo da raia, fazem ouvidos moucos ao chamado da Literatura. Lembro, mas que isso fique apenas entre nós, de figuras preciosas e cheias de hesitações como nosso querido arquivo ambulante Rocha Neto. E não apenas o Rocha. Há outros desertores da tinta e do tinteiro nesta Macondo nordestina. Faço aqui a vez de dedo-duro.

O que tanto esperam (insisto que esse assunto fique só entre nós) os senhores Marcos Araújo, Bruno Ernesto, Odemirton Filho, Ailson Teodoro, Raquel Vilanova e, entre outros, Bernadete Lino? Pois é, meus caros. A senhora Bernadete Lino, pernambucana que mora em Caruaru, tem o que verter para o papel. Ela, que me oferece a honra de sua amizade e tem um forte elo com nossa terra, possui uma biografia muito bonita. Estou certo de que um livro seu de memórias, considerando a clareza de seu pensamento e intimidade com nosso idioma, seria uma ótima contribuição às letras. João Bezerra de Castro, gramático vocacionado, pode afiançar o que digo.

A labuta da escrita, perdoem esta metáfora talvez de mau gosto, representa o nosso pão de cada dia, mesmo em se tratando (repito) de personagens que ainda não estrearam em livro. De repente alguém pode saltar e dizer que estou cobrando dos outros uma produção que eu próprio não reúno. Quem isto afirma não está de todo errado, considerando que sou autor de um só livro publicado.

Todavia, para quem não sabe, possuo quase dez títulos inéditos nos gêneros romance, contos, poesia e crônicas, tudo isso à espera de melhores horizontes financeiros ou da possibilidade de ser pego no pente-fino de concursos literário que oferecem premiação em dinheiro e, no mais das vezes, publicam a obra vencedora. Este é o caminho que percorro há tempos.

Ressalto, claro, que estou a anos-luz da fecundidade, da prenhez e dos recursos econômicos de autores de minha estima como Clauder Arcanjo, Ayala Gurgel e o prolífero e versátil Marcos Antonio Campos, três mosqueteiros, três espadachins bem-sucedidos nos salutares duelos com a arte do fazer literário.

Além desses três, e não menos meritórios, temos no País de Mossoró e no estado manejadores da língua portuguesa bem-aventurados como Vanda Maria Jacinto, Fátima Feitosa, Dulce Cavalcante, Margarete Freire, Lúcia Rocha, Júlio Rosado, Caio César Muniz, Cid Augusto, Jessé de Andrade Alexandria, Crispiniano Neto, François Silvestre, Carlos Santos, Inácio Rodrigues Lima Neto, Airton Cilon, Thiago Galdino, Marcos Pinto, Francisco Nolasco, David Leite, Honório de Medeiros, Antonio Alvino e, devido às condições da memória, outros mais que ora não recordo.

Todos, com um nível maior ou menor de arrebatamento, buscam esse pão nosso de cada dia que resulta em crônicas, contos, romances, poemas. No que me toca, enquanto cativo deste mister de arranjar palavras e exibi-las em páginas com um mínimo de qualidade, produzo coisas desse tipo: uma crônica um tanto quanto prolixa, mas sempre com a mão na massa do verbo do qual nos alimentamos.

Marcos Ferreira é escritor

“O Velho” mergulha novamente nas sombras da ditadura

Arte de pré-venda
Arte de pré-venda

“Abdicar da luta, Jamais! Jamais abandonar companheiros, jamais deixar cair sua bandeira. Levante-a.”

(Luiz Alves Neto, “O Velho”)

Prestes a completar 104 anos, no próximo dia 10 de abril, a Liga Operária de Mossoró estreia também como um selo editorial devidamente registrado na Biblioteca Nacional e traz como a sua primeira publicação a biografia de um dos mais emblemáticos nomes dos movimentos sociais e políticos do Rio Grande do Norte, Luiz Alves Neto, “o Velho”.

Organizado pelo professor e historiador Lemuel Rodrigues, “Luiz Alves Neto – Abdicar da luta, Jamais!” reúne entrevistas de companheiros de luta e também memórias do revolucionário potiguar, companheiro de Anatália de Melo Alves, símbolo da resistência à ditadura militar instaurada no Brasil nos anos 1960 e vítima dos anos de chumbo que deixaram marcas profundas em todo o país.

Para garantir alguns custos de produção da obra, a Liga Operária está abrindo a sua pré-venda no valor de R$ 50,00.

A coordenação editorial de “Luiz Alves – Abdicar da luta, Jamais!” é da SobreArt Produções Culturais, do poeta, jornalista e editor Caio César Muniz.

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Garanta o seu exemplar com antecedência pelo Pix: 386.152.152-00

Após o depósito, envie o comprovante para o número (84) 9.9904-0286.

Há 18 anos morria Dorian Jorge Freire, referência do jornalismo

Por Caio César Muniz (Portal da Rádio Difusora)

Dorian morreu aos 71 anos de idade (Foto: Arquivo do extinto Gazeta do Oeste)
Dorian morreu aos 71 anos de idade (Foto: Arquivo do extinto Gazeta do Oeste)

Há exatos 18 anos (24 de agosto de 2005), falecia em Mossoró, o escritor e jornalista Dorian Jorge Freire. Nascido em Mossoró em 14 de outubro de 1933, filho de Jorge Freire de Andrade e da professora Maria Dolores Couto Freire de Andrade, Dorian iniciou a sua vida no jornalismo nos passos do pai. Logo aos 12 anos de idade já ocupava uma coluna no jornal O Mossoroense.

Ao longo da sua vida, morou no Rio de Janeiro e São Paulo, onde se firmou como um jornalista combativo e de grande estilo. Entrevistou figuras importantes como Jânio Quadros, Aldous Huxley e Jean-Paul Sartre (Prêmio Nobel de Literatura).

Também manteve contatos com Fidel Castro, Elizabeth II, Craveiro Lopes, Raymond Cartier e Greene. Foi fundador, juntamente como Alceu de Amoroso Lima e Samuel Wainer, do jornal Brasil Urgente, um dos precursores da imprensa independente do país.

No Rio Grande do Norte escreveu para os jornais Tribuna do Norte, O Mossoroense e Gazeta do Oeste. Dorian faleceu aos 71 anos de falência múltipla dos órgãos.

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Boêmio sem boemia

Por Marcos Ferreira

Nunca fui de fato um boêmio. Não ao menos por natureza. Embora tenha ido a certos lugares etílicos por um determinado tempo. Isto em companhia dos notívagos Caio César Muniz, Túlio Ratto e Cid Augusto. Eu frequentava os bares e alguns outros endereços onde se adquiria bebida alcoólica, no entanto nunca passei de uma garrafinha ou duas de refrigerante.

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

Hoje, por respeito à saúde, não bebo nem mais isso. Só uma vez por ano sucumbo à tentação de uma KS geladinha.

Há outras coisas que mudaram. Refém da Netflix, costumo assistir a vários filmes. O mais recente que vi foi “O Pálido Olho Azul”, longa-metragem bem-bolado que destaca a vida do poeta americano Edgard Allan Poe. Há poucos dias, a propósito, essa película ganhou uma bela resenha de Cid Augusto. Então, quanto a “O Pálido Olho Azul”, depois da resenha de Cid, não tenho mais nada a declarar.

Com o tempo, em especial quando a literatura “se fez mais forte/ mais sentida”, como na canção do Peninha, tornei-me recluso. Durante determinada parte do dia, embora não seja aposentado, eu me dedico ao exercício da palavra escrita, feito agora acontece. À noite, para descontrair, armo uma rede e vou me entreter com a sétima arte. A essa altura, porém, já tenho tomado meu arsenal de remedinhos e aí acontece de eu deixar cerca da metade das cenas para a noite seguinte.

É isto. Não mais me sinto confortável ou à vontade nesses espaços muitas vezes barulhentos, com música ao vivo e pessoas falando alto ao mesmo tempo. É por essas e por outras razões que não boto meus pés na praia de Tibau nessa época do ano. Um empresário ricaço deste município chegou a me oferecer duzentos mil reais para que eu passasse o final de semana em Tibau, porém recusei.

Como dizia Camões: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”. Além de não mais ir a bares, lugares que se encontram cheios de homens vazios, segundo afirmou Vinicius de Moraes, habituei-me a viver só e a ter uma vida social mínima, com um pequeno número de amigos de fato verdadeiros.

Com isto não pretendo dizer que as pessoas que frequentam os referidos bares sejam inferiores ou vazias. Não. Tal frase, a meu ver, não passa de uma boutade do autor de “Pátria Minha”.

No momento, para que ninguém diga que veio a esta casa e não bebeu coisa nenhuma, tenho a oferecer um bom café numa residência novinha. Como a obra está nos acabamentos, não entrarei em detalhes. Mas Carlos Santos e Elias Epaminondas já cantaram a bola e disseram que devemos (regado a café) promover um sarau para inaugurarmos a casa.

Concordo e todos serão bem-vindos.

Marcos Ferreira é escritor

Em casa, Caio César Muniz caminha à Academia de Literatura de Cordel

Caio nasceu em Iracema, mas desde 1992 vive e atua em Mossoró e RN na área cultural (Foto: redes sociais)
Caio nasceu em Iracema, mas desde 1992 vive e atua em Mossoró e RN na área cultural (Foto: redes sociais)

Radicado em solo potiguar desde 1992, o poeta cearense Caio César Muniz, de Iracema, praticamente construiu sua carreira literária no Rio Grande do Norte. Autor de vários títulos, entre poesias, crônicas e trabalhos de cunho histórico e literatura de cordel, o poeta terá nesta segunda-feira (25) a oportunidade de mostrar seu trabalho e fixar sua arte em seu estado natal.

Caio, que também é presidente da Academia Iracemense de Letras e Artes, será sabatinado com vistas a integrar o corpo de acadêmicos da Academia Cearense de Literatura de Cordel (ACLC), criada em agosto do ano passado e atualmente com 50 imortais.

A sabatina com Caio acontece nesta segunda à partir das 16h.

A ACLC é presidida pelo poeta Charles Melo.

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“A arte de escrever biografias” na Feira do Livro

Amanhã (terça-feira, 3), às 19h30, será a abertura da 16ª Feira do Livro de Mossoró, no Campus Central da Universidade do Estado do RN (UERN). Serão cinquenta horas de programação cultural, até a sexta-feira (6).Lucia Feira do Livro de Mossoro

No Palco das Letras na quinta-feira (5), às 17h, por exemplo, duas pratas da casa vão falar sobre a arte de escrever biografias. Serão os jornalistas e escritores Caio César Muniz e Lúcia Rocha.

Autógrafo

O público poderá acompanhar e dialogar com eles, sabendo mais sobre esse gênero literário que é o de maior sucesso em vendagem de livros no mundo inteiro.

Lúcia e Caio são graduados em jornalismo e escrevem livros há mais de vinte anos.

Logo após, Lúcia Rocha estará autografando Memórias de Milton Marques de Medeiros – O Menino do Poré, lançado ano passado.

A partir da quarta-feira (4), a Feira do Livro de Mossoró estará aberta das 9h às 21 horas. O evento conta com o apoio cultural do Governo do Rio Grande do Norte, através da Lei Câmara Cascudo, Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Progresso Atacado e RN Leitura.

Dentre os eventos programados para esta edição – considerada a maior feira de livros do interior do estado – haverá bate papos com autores, diversos lançamentos de títulos, contação de história, exposições, manifestações artísticas de dança, música, teatro e outras atividades.

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Sábado é dia de poesia no Teatro Lauro Monte Filho

É hoje! Sábado, 12 de março de 2022, é dia de poesia no Teatro Lauro Monte Filho em Mossoró. A partir das 18h, a gente tem o Grande Encontro de Poetas, idealizado pelo músico, compositor e poeta Zé Lima.Grande Encontro de Poetas - 12 de Março de 2014 - Mossoró

A entrada será de dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a artistas que estejam em dificuldade por conta da pandemia.

O evento é uma forma de comemoração do Dia Nacional da Poesia (14 de março), alusão ao aniversário do poeta baiano Castro Alves, o “poeta dos escravos” (1847-1871).

No palco, o próprio Zé Lima, Antônio Francisco, Nildo da Pedra Branca, Lalauzinho de Lalau, Zé Cardoso, Geraldo Amâncio, Moisés Marinho, Caio César Muniz, André da Mata e Symara Tâmara recitarão seus poemas e interpretarão poemas musicados.

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Poetas e prosadores vão fazer o Dia Nacional da Poesia

O dia 14 de março marca o Dia Nacional da Poesia, uma alusão ao aniversário do poeta baiano Castro Alves, o “poeta dos escravos” (1847-1871). Em Mossoró, a data é lembrada desde 1997, ano de criação da Poetas e Prosadores de Mossoró (POEMA) e, depois, com outras instituições.

Vários poetas vão mostrar seu trabalho no palco do teatro, dia 12 (Fotomontagem de divulgação)
Vários poetas vão mostrar seu trabalho no palco do teatro, dia 12 (Fotomontagem de divulgação)

Este ano, o cantor, compositor e poeta Zé Lima idealizou um grande show para o próximo sábado (12), às 18h, reunindo grandes nomes da arte do verso no Teatro Lauro Monte Filho. No palco, Antônio Francisco, Nildo da Pedra Branca, Lalauzinho de Lalau, Zé Cardoso, Geraldo Amâncio, Moisés Marinho, Caio César Muniz, André da Mata e Symara Tâmara recitarão seus poemas e interpretarão poemas musicados, além do próprio Zé Lima.

O evento também terá um aspecto de solidariedade. A entrada será de dois quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a artistas que estejam em dificuldade por conta da pandemia.

“Esta data deve ser sempre lembrada por nós, amantes da poesia e este encontro será uma grande celebração. Mossoró é muito rica na arte da poesia e certamente gostaríamos de ter todo mundo no palco, mas seria impossível, então também será uma homenagem a todos os nossos demais poetas da cidade”, comenta o promotor do evento, Zé Lima.

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Os domingos

Por Marcos Ferreira

Enfim, apesar de uma semana tétrica e medonha, chegou o domingo. Coisa totalmente óbvia e inevitável, haja ou não pandemia. Portanto, prezado leitor e caríssima leitora, sem que eu me sinta obrigado a lhes apresentar justificativa, eis o meu dia favorito, ainda mais neste início de manhã, em meio à fragrância do café (que evapora com estrépito da cafeteira) e a uma playlist municiada com seis horas de blues.

Ao fundo, não menos agradável, há o trinado de pássaros de vários tipos na frondosa mangueira no quintal de uma residência por trás da minha.Café, caneca com café,

Além do blues, aprecio outros gêneros de música não muito populares, os quais não cito para que não soe esnobe. Só não tolero, por mais que digam que gosto não se discute (de mau gosto, no caso), esse dilúvio de excrementos sonoros da moda. Com especial repulsa ao forró pornográfico tão encontrável nos palcos deste país e ao sertanejo high-tech cheio de absoluto vazio.

Salvo exceções, felizmente há exceções, tudo bobajada, pieguice oca, melosidade enjoativa, chulice difundida aos quatro ventos. Uma indústria de berrantes e cuspidores de microfones que fatura alto à custa da indigência cultural do grande público ouvinte. Que falta nos faz um Luiz Gonzaga, um Dominguinhos ou uma dupla como Tonico e Tinoco.

Desculpem-me a rudeza, prezado leitor e caríssima leitora. Às vezes, ou quase sempre, certas coisas dessa ordem me dão nos nervos, desafiando os meus comprimidinhos estabilizantes do humor. Não é toda hora que os psicofármacos seguram as pontas, ou as rédeas, como acharem melhor. Bom, continuemos a falar sobre o domingo, que é o protagonista e a motivação desta crônica um tanto desgovernada, malnascida.

Costumo perder a unidade, o rumo, o foco. Dirceu Lopes, meu competente psiquiatra, é quem melhor lhes explicaria o que nem mesmo o senhor Sigmund Freud saberia explicar. Mas nem tudo se explica ou carece ser explicado.

Permitam-me, por gentileza, uma última consideração, um alegórico palpite sobre música. Em conúbio com a literatura, a música é um dos meus deleites. O célebre compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart, precocemente morto com trinta e cinco anos de idade, afirmou que a poesia é a filha obediente da música. Ouso dizer, sem modéstia, que sou um filho obediente de ambas. Há também a sétima arte, da qual não abro mão e estou sempre na plateia.

Pois bem, retomemos o assunto do domingo. Antes que o respeitável leitor e a caríssima leitora me deixem falando sozinho.

O DOMINGO, AO MENOS PARA MIM, é um bocejo de vinte e quatro horas. É o dia consagrado a não se fazer outra coisa exceto café e a prática do ócio criativo. É aí, puxando a brasa para a minha sardinha, que entra o exercício da escrita, da leitura, da criação artística de um modo geral. Nada de lavar roupa, cortar grama, limpar a casa, varrer quintal, sacudir tapetes, bater capachos, ir a supermercado, fazer a barba, limpar fogão nem cozinhar.

Um dia só a expensas da geladeira não mata ninguém. Digo isto, sobretudo, no tocante a mim mesmo, posto que moro sozinho há catorze anos. Mas, se o seu estômago é do tipo inconciliável, pode-se recorrer a um serviço de delivery da sua escolha. Existem para todos os bolsos e paladares. Julgo oportuno que até o sexo seja rolado para os dias com feiras ou para os sábados.

Quanto ao ócio criativo, prezado leitor e distinta leitora, nem precisa ser tão criativo assim. Porque a única regra a ser seguida num dia de domingo, segundo minha filosofia antissocial, é não estar obrigado a fazer coisa alguma. Você pode apenas ficar no bem-bom, estendido numa rede ou sofá curtindo um filme bacana na plataforma de streaming que porventura possua, livre de compromissos, coçando o saco (esta última dica não se destina à nobre leitora, evidentemente) ou dando um passeio pelos sites e blogues, jornais e revistas eletrônicos do estado.

Podemos, por exemplo, abrir o notebook, navegar pelo celular, como lhes aprouver, e conferir a Revista Papangu, os blogues do Carlos Santos, do Bruno Barreto, o caderno de cultura do jornal O Mossoroense, o portal Oeste em Pauta, entre outros endereços internéticos. Nesses espaços, mormente aos domingos, sempre encontramos as belas páginas dos cronistas Odemirton Filho, Honório de Medeiros e François Silvestre, estes no blogue do Carlos Santos.

Na Papangu, além das matérias culturais, deparamos com bons artigos, contos e crônicas de Ana Cadengue, Túlio Ratto, Clauder Arcanjo, David Leite e demais colaboradores.

Os dias de domingo na imprensa local, especialmente quando o mestre Dorian Jorge Freire estava em cena com sua coluna na extinta Gazeta do Oeste, mantêm um forte traço literário. O caderno Universo, do jornal O Mossoroense, cuja editoria de cultura esteve sob minha responsabilidade durante três anos, era uma vitrine de poetas e prosadores de Mossoró e região.

Tínhamos ali colaboradores semanais como Líria Nogueira Alvino, Kalliane Amorim, Cid Augusto, Caio César Muniz, Geraldo Maia, Kydelmir Dantas, Antônio Alvino, Margareth Freire, Rubens Coelho, Agnaldo Andrade, Ricarte Balbino e Francisco Nolasco.

Guardemos os domingos, prezado leitor e simpática leitora, para as coisas informais, livres de cabrestos ou agenda. Aproveitem para usar a roupa mais velhinha e confortável que possuam. Gastem alguns minutos ouvindo um pouco de boa música, lendo passagens de um bom livro — poemas, romance, contos ou crônicas. E quando isto lhes fatigar, deixem a preguiça entrar em campo.

Afinal de contas hoje é domingo, único dia em que ninguém deveria estar sujeito a nenhuma forma de labuta. Muito menos afazeres domésticos histórica e injustamente impostos às mulheres, enquanto a maioria dos marmanjos assiste a futebol na TV.

Ao contrário de mim, o passaredo na mangueira da residência aos fundos da minha está inspiradíssimo. Dá gosto ouvir essas criaturinhas canoras. Peço licença a B.B. King e baixo o volume do som. Apuro o ouvido e desconfio de que um bem-te-vi e um sabiá disputam a minha atenção ocultos entre a folhagem da grande árvore.

Abandono esta página sem brilho e vou ao quintal prestigiar esses compositores alados, sem pagar ingresso, bebericando uma caneca de café.

Marcos Ferreira é escritor

Clóvis Vieira e Vanda Jacinto são eleitos para a Amol

Clóvis e Vanda: eleitos (Fotos: arquivo)

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL) escolheu seus dois novos acadêmicos.

A eleição aconteceu nessa quinta-feira (6).

Na disputa pela cadeira nº 02, que teve como último ocupante o jornalista Dorian Jorge Freire e a Cadeira, o eleito foi o advogado Clóvis Vieira, com 16 votos.

O segundo colocado, poeta e escritor Caio César Muniz, alcançou nove votos.

Em relação à disputa pela cadeira de nº 33, ocupada anteriormente pelo pesquisador e poeta João Bosco Queiroz Fernandes, o poeta Antônio Francisco perdeu de 20 x 5.

Quem levou a melhor no pleito foi a poetisa Vanda Jacinto.

A votação ocorre das 8h às 17h na Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte, onde fica a sede da academia.

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Academia de Letras escolhe dois novos ocupantes hoje

A Academia Mossoroense de Letras (AMOL), realiza nesta quinta-feira (06) a eleição para ocupação de duas de suas cadeiras vagas. A de nº 02, que teve como último ocupante o jornalista Dorian Jorge Freire e a Cadeira de nº 33, do pesquisador e poeta João Bosco Queiroz Fernandes.

Caio, Clóvis, Antônio e Vanda são os nomes concorrentes na eleição de hoje (Fotomontagem Facebook)

A votação ocorre das 8h às 17h na Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte, onde fica a sede da Academia, mas o voto também pode ser enviado por e-mail para a Comissão Eleitoral até o horário limite da votação presencial (17h).

Concorrem às vagas o poeta e jornalista Caio César Muniz e o advogado Clóvis Vieira, para a Cadeira deixada por Dorian Jorge Freire e para a vacância de João Bosco Queiroz Fernandes a poetisa Vanda Jacinto e o poeta Antônio Francisco.

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Caio César concorrerá à cadeira que foi de Dorian Jorge Freire

Muniz: primeiro inscrito à concorrência (Foto: Web)

O escritor, poeta e jornalista Caio César Muniz concorrerá à Cadeira nº 02 da Academia Mossoroense de Letras (AMOL), que tem como patrono o também jornalista Jorge Freire de Andrade. Foi ocupada pelo seu filho Dorian Jorge Freire, maior referência do jornalismo mossoroense.

A abertura de inscrições foi anunciada na quinta-feira (28) pela Academia, numa solenidade com a presença de familiares de Dorian, que foi homenageado pelo advogado e acadêmico Paulo Afonso Linhares.

A concorrência promete ser acirrada entre os pretendentes à vaga do autor de “Os dias de domingo” e “Veredas do meu caminho”, obras que imortalizaram a maioria das crônicas de Dorian Jorge Freire em suas passagens por vários veículos de imprensa do país.

Academias

Trinta votos estão em disputa, tendo em vista que a AMOL tem ainda pelo menos dez vagas sem ocupantes ou ainda não assumidas por novos acadêmicos. A previsão de eleições é no início de fevereiro do próximo ano.

Caio César foi o primeiro concorrente a formalizar inscrição à cadeira.

Natural de Iracema (CE), ele é autor de vários livros, sócio-fundador da Poetas e Prosadores de Mossoró (POEMA), além de integrante da Academia Apodiense de Letras (AAPOL) e da Academia Iracemense de Letras e Artes (AILA) – da qual é o atual presidente.

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A chegada de Belchior ao paraíso

Muniz: livro pronto (Foto: divulgação)

Do Blog Saulo Vale

O poeta Caio César Muniz lançará na próxima quarta-feira (10) o livro “Batendo à Porta do Céu – A Chegada de Belchior ao Paraíso”. Uma homenagem ao cantor e compositor cearense Antonio Carlos Gomes BELCHIOR, falecido em abril de 2017.

Será na Barbearia do Seu Pedro, na Avenida João da Escóssia, Nova Betânia (Mossoró), próximo ao SESI, às 20h.

O título extenso foi uma sugestão do especialista em literatura de cordel Jorge Mello, que assina uma introdução ao trabalho e faz uma referência à música Knockin’ on Heaven’s Door”, de Bob Dylan e ainda à gravadora Paraíso Discos, criada por Belchior em 1983.

Além de Mello, o jornalista Jotabê Medeiros, biógrafo de Belchior e autor do livro “Apenas um Rapaz Latino-americano”, também assina texto introdutório no cordel de Caio.

As ilustrações são do artista natalense Carlos Alberto, sob a coordenação editorial do mossoroense Marcos Garcia.

O lançamento terá ainda a exposição de itens do Fã-clube Alucinação, criado em 2008 por Caio e ainda a participação especial do poeta Genildo Costa.

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Salvação do RN não aparece no vazio de sua pré-campanha

Por Carlos Santos

Nenhum pré-candidato ao governo do RN tem qualquer esboço de plano de governo à mão. As evasivas vão desde clichês retóricos à fuga física de entrevistas, em que possam ser cobrados. A prioridade é falar de pessoas, em vez de ideias.

Ninguém espere que esse cenário mude, seja alterado, com a elevação de debate (que não existe nessa pré-campanha). Daí, para pior.

A crise vivida pelo Rio Grande do Norte tem explicações diversas, que se intercalam, mas a principal é a incapacidade de nossa classe política em tratar a gestão pública como prioridade e com eficiência.

Nessa fase da disputa, a pré-campanha, o mais interessante é produzir críticas ou acusações – caso do governador Robinson Faria (PSD) e ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT).

Já a senadora Fátima Bezerra (PT) evita se desgastar com qualquer pronunciamento ou posicionamento. Opta por mexer apenas com questões nacionais e do interesse partidário.

O vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB) segue cada dia mais atrofiado, mas já se arriscou a promessas mirabolantes, como acabar com déficit previdenciário de uma canetada e defender o fim das oligarquias (ele, integrante de uma delas).

Bate desânimo. Não é pessimismo, mas retrato de observações de fácil percepção. Estamos ferrados.

PRIMEIRA PÁGINA

O “não voto” se confirma mais uma vez – O segundo turno das eleições suplementares ao Governo do Estado do Tocantins ratificou o que parece ser mesmo uma tendência capaz de alcançar seu ápice nas eleições gerais de outubro próximo no país. O “não voto”, soma de votos nulo-branco com abstenções, atingiu 527.868 votos (51,84%). Mauro Carlesse (PHS), governador interino que foi eleito, e Vicentinho Alves (PR), seu adversário, receberam 490.461 votos (48,16%) do eleitorado tocantinense (veja AQUI). Estavam aptas a votar na eleição do Tocantins 1.018.329 pessoas. No primeiro turno, a revolta popular com políticos, partidos e a política já tinha sido expressiva. Leia o que esta página tem antecipado há tempos: Eleitor diz no Tocantins o que está “guardado” para outubro.

Aliança entre PT e PR não tem apoio de Tião e Jorge – O diálogo aberto entre PT e PR com vistas à campanha deste ano no estado não deve prosperar. Pré-candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa pelo PT, os ex-candidatos a prefeito e vice de Mossoró Tião Couto e Jorge do Rosário, respectivamente, não demonstram animação com o enlace. Freiam seu avanço.

Tião e Jorge: veto (Foto: Arquivo)

Estimativa de quociente eleitoral à Câmara Federal precisa ser revista – Refaça suas contas, comece ou recomece a fazê-las a partir de patamares realistas. Em 2014, últimas eleições, o quociente eleitoral à Câmara Federal foi de 197.608 votos. Os campeões de voto foram dois estreantes: Walter Alves (PMDB) – 12,09% (191.064) e Rafael Motta (PROS, hoje no PSB) – 11,15% (176.239). Fábio Faria (PSD) – 10,53% (166.427) – obteve Reeleição. Salve o surgimento de algum fenômeno ou deslocamento de algum campeão de votos (como os senadores José Agripino-DEM e Garibaldi Filho-MDB) para essa faixa de disputa, o quociente terá boa baixa.

Wilma de Faria atrai atenção em memorial – Vai até o próximo dia 30, de 10 às 22h, no Shopping Midway Mall em Natal a exposição Memorial Wilma de Faria. Começou no último sábado (23), após ter percorrido vários municípios do estado, com várias peças e documentos que mostram a trajetória política da ex-governadora do RN.

Agripino e Jácome podem alterar chapa majoritária – O jornal Tribuna do Norte deste domingo (24) noticiou que o senador e presidente estadual dos Democratas (DEM), José Agripino (DEM), não tentará a reeleição ao Senado Federal. Será mesmo candidato a deputado federal. A decisão será anunciada oficialmente nos próximos dias. Com a decisão de José Agripino, o deputado federal Antônio Jácome (Podemos) seria um dos candidatos ao Senado na coligação PDT, MDB e DEM. A chapa majoritária ficaria Carlos Eduardo (PDT) para o governo, Garibaldi Alves Filho (MDB) e Antônio Jácome (Podemos) para o Senado. E mais, o deputado Felipe Maia (DEM) ficaria fora das eleições de 2018, abrindo espaço para a médica Carla Dickson (PROS), vereadora em Natal e esposa do deputado estadual Albert Dickson (PROS), concorrer a uma vaga na Câmara Federal. Assim, Carla iria em busca de conquistar as bases de Antônio Jácome no segmento evangélico. (Do Blog da Chris).

Antônio Jácome quer surpreender como no passado – O atual deputado federal Antônio Jácome (Podemos) pode ser apresentado como nome ao Senado, na chapa a ser encabeçada pelo pré-candidato a governador Carlos Eduardo Alves (PDT). Em 2002, ele foi o vice de Wilma de Faria (PSB), uma chapa vista como fragil, mas TB, mas terminou eleito ao lado dela ao governo estadual. Nesse momento, o cenário é outro e com outros objetivos, como garantir reeleição do filho Jacó Jácome (PSD) à Assembleia Legislativa. Jácome tem a corrida à Câmara Federal comprometida pela concorrência de Carla Dickson (PROS) na faixa dos evangèlicos, além de outros fatores.

EM PAUTA

Carlos Cavalcante – Âncora do Cidade em Debate na Rádio Difusora de Mossoró, o radialista Carlos Cavalcante vai estrear programa com mesmo nome no próximo dia 2 (segunda-feira), às 18h, na TV Cidade Oeste (sistema cabo Brisanet), Canal 172. Sucesso.

Literatura – O XVI Seminário Literário do Colégio Mater Christi (Mossoró) será lançado no próximo dia 30, com cortejo literário saindo às 8h da Praça dos Esportes em direção ao Mater Christi. Já no período de 02 a 06 de julho de 2018, haverá apresentações elaboradas pelos alunos por turmas no Teatro Municipal Dix-Huit Rosado.

Zenóbio: foco poético (Foto: Web)

O livro de Zenóbio – “Verbo Sertanejo” é o título do livro do jornalista e cinegrafista Zenóbio Oliveira, o “Zenóbio das Aguilhadas”, a ser lançado no mês de agosto próximo. O prefácio será do jornalista Sérgio Farias, com diagramação do poeta e jornalista Caio César Muniz. O livro contém sonetos, cordéis e outros estilos poéticos. As vendas estão sendo antecipadas. Quem desejar garantir o exemplar basta depositar a quantia de 30 reais nas seguintes contas: Caixa Econômica Federal, Agência – 0560, Operação – 013, Conta poupança – 00068949-9. Banco do Brasil, Agência – 3526-2, Conta Poupança – 36.732-X, Variação – 051. As duas em nome de Zenóbio Francisco de Sousa Oliveira.

Religiosidade sertaneja – O presidente do Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará (GECC), pesquisador Ângelo Osmiro Barreto, convidou o professor Benedito Vasconcelos Mendes para fazer uma palestra sobre “Religiosidade Sertaneja”, no próximo dia 5 de julho (quinta-feira ), na reunião mensal do GECC, que se realizará no apartamento do professor-doutor e renomado cientista brasileiro, Melquíades Pinto Paiva, em Fortaleza.

Programa na TV – O jornalista Saulo Vale é nome cogitado para compor programa jornalístico na TV Terra do Sal (Canal 14 aberto e 173 na Brisanet), em Mossoró.

Frete e sal – O setor salineiro do Rio Grande do Norte e, em especial da região de Mossoró, está asfixiado com o impasse quanto ao frete rodoviário, desde a paralisação nacional dos caminhoneiros. O escoamento da produção está seriamento comprometido. Queda de mais de 50% no fluxo do produto para os centros de consumo, pela via rodoviária.

SÓ PRA CONTRARIAR

Não existe impossível na política, mas o improvável.

GERAIS… GERAIS… GERAIS…

Acontece nessa terça-feira(26), a missa de um ano pela morte do professor e engenheiro José Henriques Bittencourt, na Igreja de São Camilo de Lellis, às 19h, bairro de Lago Nova em Natal. Ele foi um dos fundadores da Escola de Engenharia em Natal e membro-fundador da Academia Norte-Riograndense de Ciências do Rio Grande do Norte, da qual foi presidente.

Obrigado à leitura do Nosso BlogJosé Antônio Nunes (Pau dos Ferros), Raimundo Nonato Sobrinho, o “Cinquentinha” (Mossoró) e Vagner Araújo (Natal).

Veja a edição anterior da Coluna do Herzog (18/06) clicando AQUI.

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Posto de combustíveis abre espaço cultural em Mossoró

Por Caio César Muniz

Localizado no Alto de São Manoel (às margens da Avenida Presidente Dutra/BR-304, o “Posto Planalto” vem ao longo do tempo mostrando um caráter social incomum em se comparando com muitas empresas mossoroenses.

Espaço Cultural Eliezer Ferreira é novidade (Foto: cedida)

Wellington Ferreira, o “Etinho”, empresário do ramo de combustíveis, tem sempre amparado ações culturais na cidade, e chegou a buscar espontaneamente inserir-se como patrocinador de projetos na lei de incetivo à cultura do Estado (a Lei Câmara Cascudo), mas não conseguiu, tendo em vista que a Lei não beneficia postos de combustíveis.

Etinho também é um dos maiores colecionadores de música alternativa de Mossoró, com um acervo com mais de 2 mil títulos, entre Cds, livros e vinis.

Pesquisa

Por iniciativa própria, o grupo empresarial inaugura hoje (sábado, 11), a partir das 10 horas, o Espaço Cultural Eliezer Ferreira (homenagem ao patriarca da família).

Composto de uma biblioteca montada com doações e aquisições próprias, o espaço contará ainda com computador e internet para pesquisa e estará disponível para a população gratuitamente.

Durante a inauguração será servido uma feijoada aos presentes, além de degustações diversas e apresentações artísticas.

O patrono do Espaço Cultural, atuou em diversas áreas comerciais de Mossoró, um dos seus grandes marcos é a construção do Shopping Liberdade, no centro da cidade.

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“Coleção Mossoroense” retrata face real da “Capital da Cultura”

Por Caio César Muniz

Conheci a Fundação Vingt-un Rosado um ano após a sua criação. Fui levado por Cid Augusto para iniciar o processo de publicação do meu primeiro livro. Naquele ano também surgiriam para a nossa literatura os poetas Marcos Ferreira e Genildo Costa, Cid Augusto já estava na seara, já era gente grande.

Em 1999 fui procurado por Vingt-un Rosado para digitar UM livro, depois, sem uma conversa prévia, digitei dois, três, mil livros… Me tornei um auxiliar próximo de Vingt-un. Que sorte a minha! Não pelo emprego, mas pela oportunidade da convivência. De 1999 a 2005 tive um aprendizado sem igual.

Acervo da "Coleção Mossoroense", um trabalho de muitas décadas, virou amontoado de papel e caixas (Foto: Caio César Muniz)

O dinheiro da Fundação vinha de pequeno convênio quase permanente com a Prefeitura Municipal de Mossoró. Nos tempos de Vingt-un ele comprava de papel, de insumos gráficos, depois, com a necessidade de sairmos do ambiente familiar da casa de Vingt-un e ocuparmos um espaço mais neutro, este pequeno convênio servia para pagar o custeio da Fundação: (aluguel, água, luz, telefone, funcionários).

Nunca foi pago em dia, mas saía. Firmamos convênios paralelos, mas específicos para fins de publicação, não podiam ser aplicado e outros fins.

Desde o final do último mandato da prefeita Fafá Rosado (PMDB) a coisa começou a ganhar conotações catastróficas. Os atrasos se tornaram muito grandes e as renovações não aconteceram. Também foram ignorados por Cláudia Regina (DEM) e por Francisco José Júnior (PSD).

Com isto, há cerca de quatro anos, a coisa se tornou insustentável. Era preciso Reduzir custos ao máximo e a Fundação deixou uma sede ampla e acolhedora para ganhar rumos incertos.

Uma organização do acervo, realizado por professores e alunos do curso de História da UERN, foi por água abaixo. Três ano de trabalho e recursos jogados fora.

Aquela mudança dividiu o acervo: uma parte para o Museu do Sertão, na comunidade de Alagoinha, mal acondicionado, empilhado, exposto à umidade e poeira. Outra parte foi para uma residência em um bairro de Mossoró.

Nestas mudanças, sem pessoas qualificadas para tal, só Deus sabe o quanto foi perdido de obras raras da biblioteca particular de Vingt-un, de documentos, de obras da Coleção.

No final do mandato de Francisco José Júnior, para dar uma resposta, mesmo que rasa e paliativa, os acervos foram novamente transferidos de ambiente, agora para o piso superior do Museu Lauro da Escóssia.

Empilhado, empoeirado, sem acesso ao público. Novamente imagine-se no quanto se perdeu do acervo pela má condução.

Nós, os funcionários, fomos dispensados, não havia mais como arcar com a bola de neve que estava se tornando o atraso de salários. A gráfica foi desativada.

Há de se ressaltar aqui o empenho do diretor-executivo Dix-sept Rosado Sobrinho. Somos testemunha do seu esforço, até aqui em vão para erguer a Fundação.

Retirou do seu próprio bolso, comprometendo inclusive seu patrimônio pessoal, recursos consideráveis até aqui.

Agora o acervo faz a sua quarta mudança de local. Vai para a Biblioteca Pública Ney Pontes Duarte. Confio na inteligência e experiência de pessoas como Eriberto Monteiro e Maurílio Carneiro, além de Raniele Costa,que continua realizando o seu trabalho junto à Fundação.

Acho que, enquanto a Fundação Vingt-un Rosado não tiver uma sede própria, ela não estará segura. Assim, mesmo sem apoios financeiros, ela estará guardada em definitivo em local apropriado.

Aos chefes da política e da da cultura de Mossoró, só um pedido: não deixem este patrimônio se perder (mais ainda), tenham sensibilidade para com o nosso passado para que tenhamos um futuro mais digno.

PS: Hoje (06 de abril) a Fundação Vingt-un Rosado completa 22 anos. Em sua história, nada, nunca foi fácil, mas agora está muito, mas muito pior.

Nota do Blog – Em Mossoró, há a disseminação errônea de que vivemos numa “Capital da Cultura”. O epiteto não lhe cabe. É outra falácia, outra mentira deslavada que faz parte da construção de um imaginário de poder, carregado de personalismo politiqueiro.

Na verdade, Mossoró é cemitério da cultura. Os casos se multiplicam, com destruição do seu corredor cultural arquitetônico – também por muitos Rosado, que se apresentam em propaganda como seus guardiões.

E tudo pode ficar ainda pior, pois a prioridade é a “política de eventos”, para parecer que se faz cultura e continuar mitificando gente que entende e gosta de cultura, tanto quanto eu de física nuclear.

Pobre Mossoró!

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“Catetinho”, patrimônio cultural, poderá ser demolido

Por Caio César Muniz (O Mossoroense)

Pertencente ao espólio do industrial Jerônimo Dix-neuf Rosado Maia, pai da ex-prefeita Maria de Fátima Rosado Nogueira (Fafá) e do ex-secretário de Cultura de Mossoró, Gustavo Rosado, o casarão mais conhecido como “Catetinho”, localizado defronte à praça Bento Praxedes, foi vendido nos últimos dias e, assim como outros prédios históricos da cidade, corre o risco de ser demolido.

Casarão pertence ao espólio do industrial Jerônimo Dix-neuf Rosado Maia) Foto: O Mossoroense)

Construído pelo banqueiro Sebastião Gurgel, o casarão foi vendido em 1928 a Miguel Faustino do Monte, industrial cearense radicado em Mossoró e ex-funcionário de Delmiro Gouveia, um dos pioneiros da industrialização do Brasil.

Em setembro de 1933, o presidente Getúlio Vargas em visita a Mossoró hospedou-se ali e instalou a sede do Governo Provisório do Brasil, ficando, por este motivo, o casarão conhecido como “O Catetinho”, uma alusão ao Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, sede executivo do governo brasileiro de 1897 a 1960.

Área comercial

A equipe de reportagem do O Mossoroense tentou contatar o empresário, novo proprietário do imóvel, mas não obteve êxito. Segundo informações extraoficiais, o empresário que já possui um empreendimento sendo construído próximo ao casarão e pode agora usar a área do “Catetinho” para ampliar o seu projeto comercial.

Caso venha realmente a se concretizar a demolição, Mossoró, que tanto exalta o seu passado e a sua história, testemunhará mais uma vez, a perda de parte do seu patrimônio histórico, sendo que nos últimos anos muitos prédios antigos da cidade foram ao chão. Como exemplo, a casa do jornalista Dorian Jorge Freire, hoje transformada em estacionamento; o Cine Caiçara; O Castelinho.

Informações chegaram na última semana à redação do O Mossoroense de que outro casarão, este localizado ao lado da igreja de São Vicente, vizinho ao Palácio da Resistência, também foi vendido e está na iminência de ser demolido.

Lei sem efeito

Mesmo sancionada em junho de 2011, justamente pela então prefeita Fafá Rosado, herdeira de Dix-neuf Rosado, a Lei de Tombamento Municipal não tem se mostrado eficiente quanto a preservação dos prédios antigos de Mossoró.
Nos últimos anos não foram poucos os imóveis que retratavam a história da cidade que vieram abaixo, dando espaço a novos empreendimentos e ficando apenas na memória de quem os conheceu.

Do chamado “Corredor Cultural”, criado na década de 1980, por Dix-huit Rosado, prefeito à época, para preservar as residências dos abolicionistas mossoroenses, hoje restam apenas algumas placas, que eram afixadas nas paredes, guardadas no Museu Histórico Lauro da Escóssia.

Em 2013, o vereador Genivan Vale propôs uma emenda aditiva (nº 52/2013) ao Projeto de Lei nº 1125/2013, que pedia ações de preservação ao patrimônio histórico e cultural da cidade, inclusive com a implementação de uma política de tombamento e preservação dos prédios históricos da cidade.

Mesmo aprovada em junho do ano passado pela Câmara Municipal, a emenda ainda não foi sancionada pelo Poder Executivo. “Quando você tomba um prédio histórico, acarreta custos para o município e parece que o município não quer arcar com estes custos. Falta vontade política para resolvermos este problema”, afirma o vereador.

Secretário garante apoio à Fundação Vingt-un Rosado

O secretário de Comunicação da Prefeitura de Mossoró, jornalista Julierme Torres, emite nota de esclarecimento em nome do Governo Municipal, dirigida exclusivamente a esta página.

Ele rebate pronunciamento reproduzido pelo Blog, do poeta e um dos administradores da Fundação Vingt-un Rosado, Caio César Muniz, lamentando a falta de compromisso do governismo com a entidade, quanto ao pagamento de repasse (atrasado) de convênio com a fundação. Veja abaixo o teor da nota, na íntegra:

Colega Jornalista Carlos Santos,

Fui surpreendido, ao ler seu blog, com postagem intitulada PALAVRA EMPENHADA: ENTIDADE CULTURAL AGUARDA COMPROMISSO DA PREFEITA.

O texto reproduz desabafo do poeta Caio César Muniz, colocando em xeque a palavra da prefeita Cláudia Regina e denunciando o não cumprimento de um acordo verbal firmado por ela com a Fundação Vingt-un Rosado, mantenedora da “Coleção Mossoroense”.

A denúncia é descabida.

O compromisso reclamado refere-se ao pagamento parcelas de convênio firmado entre o Município e a Fundação, ainda no ano passado. A prefeita Cláudia Regina se comprometeu com o repasse no dia 10 de abril, e esse prazo foi rigorosamente cumprido. O recebimento, inclusive, foi atestado hoje em conversa que tive com o presidente da Fundação Vingt-un Rosado, o respeitado médico Dix-sept Rosado Sobrinho, que lamentou esse incidente.

Você e toda Mossoró conhecem bem a prefeita Cláudia Regina. A cidade sabe que não faz parte de sua biografia a quebra de compromissos.

A palavra da prefeita é uma só e ela não tergiversa. Assume o que pode fazer, e faz. Quando uma coisa não está ao alcance, diz que não será possível e justifica essa posição.

No mais, asseguro que nada vai desestimular a prefeita Cláudia Regina. Amanhã, inclusive, ela estará na Fundação Vingt-un Rosado, às 19h, assinando convênio para que o Município possa ajudar a entidade a continuar atuando na defesa da cultura e da literatura em nossa cidade.

Você é nosso convidado para testemunhar esse momento importante.

Julierme Torres – Secretário de Comunicação da Prefeitura de Mossoró

Nota do Blog – Valeu, “Juli”. Parabéns pela iniciativa de apoio à cultura.

A Fundação Vingt-un Rosado tem um trabalho sem precedentes em favor da cultura e precisa estar e continuar bem viva.

É a melhor forma de homenagearmos o GRANDE (Com letras garrafais) professor Vingt-un Rosado.