Allyson terá Ricardo integrando chapão do União Brasil Foto: rede social)
No exercício do quarto mandato consecutivo como vereador, Ricardo de Dodoca (PP) pronuncia-se sobre seu destino partidário às eleições deste ano, em Mossoró:
– Avisei ao prefeito Allyson Bezerra que estou pronto para me filiar ao União Brasil, o partido dele.
O relato é feito ao Blog Carlos Santos, num encontro informal do parlamentar com o editor desta página. E emenda: “Eu puxo o chapão. Estou dentro e confiante demais.”
O prefeito Allyson Bezerra fez essa semana, uma reunião preparatória à filiação em massa. O União Brasil deverá receber cerca de 14 parlamentares.
Na Câmara Municipal de Mossoró, dos 23 vereadores que estão na atual legislatura, pelo menos 19 vão mudar de legenda (veja AQUI).
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Existe uma crescente tensão entre vereadores mossoroenses, com vistas à “janela partidária” entre os dias 7 de março e 5 de abril. Do governismo à oposição, o estresse faz parte da rotina de cada um.
Essa é a brecha para mudança de siglas, com amparo da lei, para as eleições de outubro deste ano.
Haverá revoada em massa de vereadores das atuais legendas em que estão. Resta saber o destino de cada um.
É a luta pela sobrevivência.
A Câmara Municipal de Mossoró passou pela maior renovação de sua história com as eleições de 2020. Foram 17 novos parlamentares para 23 vagas. Apenas seis vereadores conseguiram a reeleição, de um total de 21 componentes da legislatura 2017-2020. Vale lembrar que oito não concorreram (veja AQUI), por razões diversas.
O Solidariedade (legenda do prefeito eleito Allyson Bezerra) fez a bancada mais numerosa com quatro parlamentares. Também 14 partidos passaram a ocupar espaços na Casa.
Este ano, haverá encolhimento de 23 para 21 vagas. Ou seja, o funil vai estar ainda mais apertado.
Provavelmente, o número de partidos concorrendo será mais modesto, também com redução no total de candidatos. Teremos a formação de federações e chapões, já que coligações foram abolidas em 2020.
Naquele pleito, prevaleceu a regra da Emenda Constitucional nº 97/2017, que determinou o fim das coligações partidárias nos pleitos para cargos proporcionais (vereadores, deputados estaduais e distritais e deputados federais). Desse modo, pela primeira vez em uma eleição municipal, os candidatos a vereador disputaram o cargo por meio de chapa única dentro do partido pelo qual estavam filiados.
Uma federação garantida em 2024, em Mossoró é a que junta PT, PV e PCdoB na oposição.
Partido ou federação só poderá inscrever no máximo 22 candidatos, sendo 30% do total do sexo feminino. Em 2020, o total chegava à 35 de candidatos por partido.
Todos esses detalhes e outros tantos vão pesar no momento da mudança de partido.
A janela pode ser passagem para o céu ou abismo.
Veja AQUI como foi o resultado das eleições a vereador em Mossoró em 2020.
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Líder governista em entrevista à Rural – Foto: BSV
Do Blog Saulo Vale
A bancada do prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) deve apostar no modelo de ‘chapão’ para disputar a Câmara Municipal de Mossoró.
Boa parte dos vereadores da base pode migrar para o União Brasil.
Não pode ser descartada a possibilidade de 100% da bancada fazer essa migração.
“Nós já temos de certo pelo menos 10 vereadores interessados em migrar para o partido do prefeito. Outros ainda podem chegar num modelo de chapão, para a disputa à reeleição”, disse o líder governista, vereador Genilson Alves, ao ser questionado sobre o assunto durante entrevista ao Jornal da Tarde, da Rádio Rural de Mossoró (AM 990), nesta segunda-feira.
Atualmente, a bancada governista possui 15 dos 23 vereadores.
Em 2024, a disputa será por 21 cadeiras.
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Após solenidade no Teatro Municipal Dix-huit Rosado nesta quarta-feira (16), quando apresentou elenco de obras do programa Mossoró Realiza e assinou ordens de serviços e processos licitatórios (veja AQUI), o prefeito Allyson Bezerra (União Brasil) recebeu sua bancada de vereadores.
Conversa foi no Palácio da Resistência, sede de municipalidade.
Reunião fechadíssima para tratar de nominatas, siglas e variadas dúvidas e busca por caminhos à reeleição dos 15 vereadores da base.
Chapão ou chapões?
Eis a questão. Tudo está sendo estudado.
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Na ala oposicionista e no campo governista em Mossoró, a ideia de formação de ‘chapões’ à vereança ganha corpo. E caminha para se materializar no processo eleitoral do próximo ano.
Uma tendência que dificilmente será solapada.
Anote, por favor.
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O deputado estadual Bernardo Amorim é outro político a mudar de sigla. Deixa o MDB para trás e chega ao PSDB.
“Dr. Bernardo” vai se somar a vários outros deputados que se aglomeram no chapão do PSDB, como aposta de sobrevivência política.
Médico e ex-prefeito de Almino Afonso, Bernardo foi eleito pelo Avante com 42.049 votos em 2018, mas se abrigou no MDB.
Até ontem, estava participando de articulações para montagem de nominatas do emedebismo no RN. É o caso da chegada de Heliane Duarte, mãe do vereador mossoroene Isaac da Casca (veja AQUI). Articulação sua, que se diga.
O salve-se quem puder não para.
Aguarde mais notícias.
Ufa!
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Mesmo antes de um possível confronto em campanha e nas urnas, Fátima Bezerra (PT) e Ezequiel Ferreira (PSDB) estão numa disputa em particular: ver quem consegue mais apoios para montagem de chapão.
O presidente da Assembleia Legislativa do RN, Ezequiel Ferreira, tem levado vantagem até o momento.
Ontem (terça-feira, 22) mesmo puxou os deputados Albert Dickson (ex-Pros) e Ubaldo Fernandes (ex-PL) para o PSDB.
Seu partido deverá ter o maior número de deputados concorrendo à reeleição. A governadora terá uma federação atrás de si, formada por PT, PCdoB e PV.
Nos intramuros da Assembleia Legislativa, as conversas começam a ganhar forma à montagem de chapão (ou chapões) à disputa eleitoral do próximo ano. A dificuldade de reeleição de alguns deputados com disputa proporcional sem coligação, é o “xis” da questão. Não é fácil montar ‘esteiras’ que facilitem a propulsão de suas respectivas candidaturas.
O fim das coligações passa a valer no próximo ano à Câmara Federal e legislativos estaduais, mas começou a vigorar ano passado, nos pleitos municipais. Cada partido terá que ter sua própria lista de candidatos, sem poder se juntar a nenhum outro.
Assembleia Legislativa é composta por 24 deputados e todos devem ir à reeleição (Foto: AL)
Alguns deputados que estão praticamente sem fôlego à montagem de nominata em seu próprio partido, que facilite novo êxito eleitoral, veem o chapão como última solução. Uma roleta-russa, um tudo ou nada.
Em 2018, com a coligação ainda em vigor, PR / PSB / PSDB / PSD / PROS montaram essa estratégia com planos de reeleição da maioria dos deputados estaduais. Sobreviveram os mais fortes, claro, nove deputados. Desses, cinco do PSDB. Outros três, da mesma legenda, não obtiveram sucesso.
Foram reeleitos Ezequiel Ferreira (PSDB), Gustavo Carvalho, Tomba Farias, Raimundo Fernandes e José Dias pelo PSDB. George Soares, do PR (hoje PL), Galeno Torquato e Vivaldo Costa pelo PSDB, além de Albert Dickson na legenda do Pros, obtiveram reeleição.
Chapão de 2018 empurrou à reeleição 9 nomes, sendo cinco do PSDB (Reprodução BCS)
Já Larissa Rosado (PSDB), Márcia Maia (PSDB), Gustavo Fernandes (PSDB), Ricardo Motta (PSB) e Jacó Jácome (PSD) não se reelegeram. Esse último está na Assembleia em face da cassação de Sandro Pimentel (Psol).
Seis candidatos dessa coligação chegaram a ser mais votados do que os quatro eleitos com menor votação àquela disputa, mas sobraram na lista de diplomados e empossados.
A tensão só aumenta com a proximidade oficial da campanha.
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O “chapão” montado pela prefeita Rosalba Ciarlini (PP) e o líder de seu grupo, ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado, praticamente antecipou a derrota de boa parcela dos atuais vereadores governistas que tenta a reeleição.
Sob a esperança de montagem de uma nominata com vários nomes fazendo “esteira” à vitória deles, sete vereadores que já eram governistas resolveram desembarcar na legenda – o Partido Progressista (PP). Por lá já estava um companheiro de bancada: Francisco Carlos.
Rosalba e o deputado federal Beto Rosado comemoraram mais sete vereadores no partido (Foto: cedida)
Como o Blog Carlos Santos chegou a antecipar bem antes do fim do prazo de filiações dos vereadores, em 3 de abril, as desistências do projeto de reeleição deverão ocorrer naturalmente. Matemática simples mostra isso.
Uma, duas, três desistências? Pode ser até mais. Porém é quase certo, que entre os 21 atuais vereadores em atuação na Câmara Municipal de Mossoró, haverá desistência de projeto à reeleição – apontava a postagem sob o título desistência e desistência à Câmara Municipal, no dia 14 de março último (veja AQUI).
O Progressistas precisará ter, com sua nominata cheia com 32 candidatos, quase 44 mil votos cumulativamente para eleger sete nomes e brigar pela oitava vaga na contagem das sobras (entenda o regramento clicando AQUI).
PSD fez três
Tomando-se por base o que ocorreu nas eleições de 2016, e pelo que se viu ser formado ainda nessa fase de pré-campanha, esse fenômeno é praticamente impossível.
Em 2016, o quociente eleitoral foi de 6.421 votos e ainda existia o instituto da coligação na proporcional. Agora, não. Cada partido tem sua nominata própria.
O partido que obteve mais votos àquele ano, o PSD, elegeu três vereadores – Tony Cabelos, Maria das Malhas e Emílio Ferreira. O PSD alcançou 13,70% dos votos válidos – 18.473.
No PP, o seu chapão acomoda Francisco Carlos, Tony Cabelos, Emílio Ferreira, Ricardo de Dodoca, Zé Peixeiro, Manoel Bezerra, Alex Moacir e Flávio Tácito. Os outros seis governistas estão espalhados em cinco siglas.
Sandra Rosado e Aline Couto no PSDB, Rondinelli Carlos no PL, Maria das Malhas no PSD, Didi de Arnor no Republicano e Izabel Montenegro no MDB.
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Emílio é filho de Maria Lúcia, ex-presidente da Câmara de Mossoró (Foto: Edilberto Barros)
Vereador em primeiro mandato e já compondo bancada governista, Emílio Ferreira assina ainda nesta manhã de sexta-feira (3), ficha de filiação ao Partido Progressista (PP).
É a legenda da prefeita Rosalba Ciarlini e do deputado federal Beto Rosado, presidida no estado por seu pai e ex-deputado federal Betinho Rosado.
Emílio Ferreira obteve 1947 votos em 2016, sendo o 13º mais votado entre os eleitos. Ele é filho do casal médico Manoel Ferreira-ex-vereadora Maria Lúcia Ferreira (ex-presidente da Câmara Municipal de Mossoró).
Com a chegada dele, o PP salta de um para oito parlamentares na Câmara Municipal de Mossoró, dos 14 que compõem a bancada governista na Casa. É o principal “chapão” do rosalbismo para as eleições 2020.
Articulação
A prefeita Rosalba participa nesses dias de intensas articulações, conversas e reuniões para fortalecimento da nominata do PP e de sua pré-candidatura à reeleição.
Ontem, chegou a almoçar com Emílio e familiares, ao lado do marido e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado. Bateram o martelo.
Oficializaram hoje a mudança de partido: Flávio Tácito, que sai do PCdoB, Tony Cabelos, que sai do PSD, Alex Moacir, que sai do MDB, Ricardo de Dodoca, que sai do Pros, e Manoel Bezerra, que sai do PRTB.
Rosalba e Beto juntam vereadores e outros nomes para chapão à disputa deste ano (Foto: cedida ao BSV)
A ex-vereadora Arlene Sousa também se filiou, para tentar retornar à Câmara.
A filiação aconteceu hoje pela manhã, com as presença da prefeita Rosalba Ciarlini e do deputado federal Beto Rosado, ambos do Progressistas.
O vereador Zé Peixeiro, que sai do PTC, também confirmou ao blog filiação ao Progressistas.
Lembrando que a legenda possui ainda o vereador Francisco Carlos.
Ou seja, a sigla passa a ter sete parlamentares.
É a maior bancada da Câmara Municipal.
Todos fizeram essa mudança de partido com vistas à reeleição.
Nota do Blog – Confirma-se a tática de montagem do chapão (ou chapões) para acomodação dos vereadores governistas, que não conseguiram se abrigar em siglas diversas, na busca da reeleição. A outra legenda é a PL, do ‘adversário’ Jorge do Rosário (veja AQUI), ex-candidato a vice-prefeito em 2016, contra Rosalba Ciarlini, em chapa encabeçada por Tião Couto (PSDB á época, hoje no PL também).
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De olho no passado recente das urnas de 2018 e suas muitas surpresas, alguns vereadores mossoroenses começam a discutir formação de nominatas à Câmara Municipal.
Projetam possibilidades de sobrevivência política em 2020.
Começou a ser pensada, por exemplo, a formação de um ou mais “chapões” para enfrentar previsível e pesada concorrência que vem de fora, com muitos novatos de forte potencial de votos à vereança.
Voltamos a lembrar: em 2020 não haverá mais a coligação interpartidária a cargo legislativo. Cada partido deverá formar nominata própria para alcançar eleição/reeleição de seus candidatos.
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O ex-vereador de Caicó Dilson Freitas Fontes (PSD), o “Leleu Fontes”, protocolou pedido de Registro de Candidatura Individual à Câmara Federal, no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Deu entrada na sexta-feira (17).
Paralelamente, ele também solicitou “Impugnação ao registro de atos partidários”, com requerimento de liminar, contra a Coligação Trabalho e Superação I, encabeçada pelo PSD do governador Robinson Faria.
Pedido de registro individual de Leleu foi apresentado sexta-feira ao TRE (Reprodução)
Leleu teve seu nome avalizado em convenção partidária do PSD no dia 5 de agosto em Natal, para ser um dos candidatos à Câmara dos Deputados. Mas no último dia 13, a Coligação Trabalho e Superação apresentou chapão com a sua exclusão e de outros nomes anteriormente aprovados (Leia: Chapão governista é fechado com encaixe de Rafael Motta), para acomodação do PSB do deputado federal Rafael Motta.
Várias atas de convenções foram retificadas para fechamento dessa nova chapa. “É uma indústria de retificação de atas para atender outros interesses. Temos o bom direito”, comentou Leleu Fontes.
O Blog Carlos Santos tem feito cobertura desse assunto de forma quase isolada e narrou esse e outros fatos de bastidores.
Finalmente o grupo do governador Robinson Faria (PSD) conseguiu fechar sua nominata à Câmara Federal. Depois de promover alguns “expurgos” de nomes, o chapão está pronto.
A oficialização ocorreu em registro nesta segunda-feira (13) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE). Ficou definida como Coligação Trabalho e Superação I.
Nominata que finalmente foi fechada, após muita polêmica, tem 16 candidatos (Print: reprodução)
Na nominata consta o nome do deputado federal Rafael Motta (PSB), que não figurava na relação inicial de candidaturas nem na coligação anteriormente anunciada e firmada em convenções concluídas no domingo (5).
Mas a polêmica não se encerra aí. Aguarde mais barulho.
Os grandes partidos brasileiros e outros de menor dimensão têm uma prioridade em 2018. Esse foco é a ampliação das bancadas federais.
Disputa a governos estaduais chega a ter interesse subalterno.
A questão tem relação com a Reforma Política aprovada pelo Congresso Nacional, já sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB). Em face dessa nova realidade, a luta por vagas à Câmara Federal no próximo ano pode ter outra dinâmica, inclusive no RN. Podemos ter surpresas.
Walter, Fábio, Jácome, Zenaide, Beto, Rafael, Felipe e Rogério foram eleitos na disputa estadual de 2014 (Fotos: arquivo)
Os partidos têm que atingir a chamada “Cláusula de desempenho”. Com a mudança, as legendas trabalham para no mínimo terem direito ao tempo de propaganda e acesso ao fundo partidário.
Terão que alcançar pelo menos 1,5% dos votos válidos, distribuídos em, no mínimo, nove estados, com ao menos 1% dos votos em cada um deles. Como alternativa, as siglas precisarão eleger ao menos nove deputados, distribuídos em, no mínimo, um terço das unidades da Federação.
As exigências aumentarão de forma gradativa até 2030.
“Clube fechado”
O Rio Grande do Norte tem oito vagas à Câmara Federal, que normalmente sofrem pouquíssimas alterações de uma eleição para outra. Os próprios detentores desses mandatos, partidos e lideranças políticas costumam agir suprapartidariamente na luta à preservação do “clube fechado” que formam – verdadeiro “chapão”.
Em relação a 2018, essas novidades tendem a surgir, suprimindo reeleições tidas como “certas” ou substituições “garantidas”.
Atualmente, os deputados federais do RN são Fábio Faria (PSD), Rogério Marinho (PSDB), Zenaide Maia (PR), Beto Rosado (PP), Walter Alves (PMDB), Felipe Maia (DEM), Antônio Jácome (Podemos) e Rafael Motta (PSB).
Deputados Federais do RN – Votação em 2014
Walter Alves (PMDB) – 12,09% (191.064) – Primeira eleição;
Rafael Motta (PROS) – 11,15% (176.239) – Primeira eleição;
Fábio Faria (PSD) – 10,53% (166.427) – Reeleição;
Zenaide Maia (PR) – 8,51% (134.588) – Primeira eleição;
Felipe Maia (DEM) – 7,19% (113.722) – Reeleição;
Rogério Marinho (PSDB) – 5,16% (81.534) – Retorno após insucesso anterior;
Antônio Jácome (PMN) – 4,53% (71.555) – Primeira eleição;
Betinho Segundo (PP) – 4,08% (64.445) – Primeira eleição;
Votos apurados – 1.935.105
Votos válidos – 81,69% (1.580.871)
Brancos – 8,53% (165.088)
Nulos – 9,77% (189.146)
Abstenção – 16,83% (391.478)
Quociente eleitoral – 197.608
– O primeiro suplente da Coligação União pela Mudança (do candidato ao governo Henrique Alves-PMDB) é Abraão Lincoln (PRB), que obteve 4,01% (63.371 votos). Segundo suplente é Sandra Rosado (PSB), que empalmou 3,26% dos votos válidos, ou seja, 51.612.
– O primeiro suplente da Coligação Liderados pelo Povo (de Robinson Faria-PSD, candidato eleito ao governo) é Adriano Gadelha (PT), que alcançou 2,20% (34.727 votos). Já o segundo é Hugo Manso (PT), com 1,63%, representando 25.767 votos.
Desses, apenas Zenaide não deverá concorrer à reeleição. O plano político do seu grupo é o retorno à disputa do seu irmão e ex-deputado federal João Maia (PR).
Há rumores de que Fábio Faria não tente também a reeleição. Abriria o caminho para o próprio pai – governador Robinson Faria (PSD) – que se fastaria do cargo de governador. Mas o parlamentar já negou essa hipótese com veemência.
Caras novas
Nas eleições de 2014 (veja boxe acima com resultado dos eleitos), seis deputados potiguares não retornaram à Câmara Federal. Um recorde, mas por variados motivos.
Os mossoroenses e primos Betinho Rosado (PP) e Sandra Rosado (PSB): o primeiro, por ter sido impedido em face de aparecer em lista como “ficha suja”, colocando o filho Betinho Segundo (que adotou o nome parlamentar de “Beto”) como substituto. Sandra não empalmou votos suficientes.
João Maia foi candidato a vice-governador na chapa encabeçada por Henrique Alves (PMDB): ambos perderam o pleito.
A deputada Fátima Bezerra (PT) foi candidata eleita ao Senado e o apresentador de TV Paulo Wagner (PV) desistiu da postulação, apesar de ter feito seu registro.
Reelegeram-se Felipe Maia e Fábio Faria.
Leia também: Câmara Federal com emoção e uma baixa – Eleições 2010 AQUI;
Saiba mais detalhes sobre a reforma clicando AQUI.
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As forças políticas tradicionais do estado, da esquerda à direita, estão num esforço sobre-humano em costuras de bastidores, para formação de novo “chapão” às eleições do próximo ano.
Da Assembleia Legislativa ao Senado.
Os entendimentos estão bem encaminhados.
O povo, claro, não participa dessas articulações.
Falta apenas combinar com o eleitor.
Ô RN Sem Sorte!
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Prestes a retornar à Assembleia Legislativa, após não se reeleger em 2014, a suplente de deputado estadual Larissa Rosado (PSB) deverá mudar também de camisa. O PSB ficará para trás.
Larissa caminha para o PMDB, como parte de costura de apoio à Rosalba em 2016 (Foto: Arquivo)
Larissa e seu grupo político deverão retornar ao PMDB, comandado no Rio Grande do Norte pelo ex-deputado federal Henrique Alves. Estiveram no partido, com o clã Alves, desde 1985, rompendo em 2005.
Ela será empossada como deputada efetiva na próxima terça-feira (3), com a renúncia do deputado titular Álvaro Dias (PMDB), eleito vice-prefeito do Natal.
A volta de Larissa à AL passou por árdua engenharia política e teste nas urnas. Tudo longe do conhecimento da massa eleitora dos dois maiores colégios eleitorais do estado, Natal e Mossoró.
O PMDB negociou a vice na chapa do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), aboletando Álvaro, para poder vislumbrar a recondução de Larissa à Assembleia Legislativa.
Engenharia sinuosa
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do RN (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz, migrou do PDT para o PMDB para ser o vice de Carlos. Estava “certo”. Acabou descartado.
Paralelamente, em Mossoró, a costura política permitiu montagem de chapão a vereador entre PSB e PMDB, além do PDT e PP, viabilizando eleição da ex-deputada federal Sandra Rosado à Câmara Municipal e a reeleição dos vereadores Izabel Montenegro (PMDB) e Alex Moacir (PMDB).
Ainda nessa engenharia sinuosa, foi possível composição do grupo de Larissa e sua mãe Sandra Rosado com o da candidata a prefeito Rosalba Ciarlini (PP), que se elegeu à prefeitura. O passo seguinte, agora, é a campanha de 2018.
Desenha-se uma ampla aliança para retorno dos Alves ao Governo do Estado (candidatura de Carlos Eduardo Alves) e manutenção de uma vaga do grupo no Senado. A outra seria de apoio à reeleição do senador José Agripino (DEM), que participou do entendimento em Natal.
Rosalba Ciarlini e Sandra Rosado, unidas, são o principal suporte para esse projeto no âmbito de Mossoró e região.
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adverte: o resultado da eleição desse domingo ainda pode sofrer reviravolta em diversos municípios. Ao todo, neste ano, 8.440 candidatos a prefeito, vice-prefeito ou vereador concorreram com registro indeferido mas com recurso, ou seja, tiveram a candidatura rejeitada e recorreram.
Genivan ficou na primeira suplência do "chapão" (Foto: Valmir Alves)
Mesmo aqueles que receberam votação suficiente para se eleger só terão seus votos contabilizados e poderão ser diplomados se seus registros forem aprovados pela Justiça eleitoral.
Em Mossoró, por exemplo, se recurso (veja AQUI) do ex-deputado federal Betinho Rosado (PP) prevalecer no TSE, os seus votos serão computados. Ele perdeu em primeiro e segundo graus o direito ao registro de candidatura a vereador em Mossoró, mas se reverter nessa corte, os seus 433 votos serão somados à Coligação Força do Povo, no chapão PDT, PP, PMDB e PSB. Até aqui, tudo lhe é muito desfavorável.
Aline ou outro
Acontecendo, o vereador não-reeleito Genivan Vale (PDT) será chamado, em lugar de Aline Couto (PHS), conforme versão que o Blog colheu de um advogado com atuação no Direito Eleitoral. Mas há tese de que outro nome possa ser afetado, nesse emaranhado de números, sobras de votos etc.
Genivan teve 1.993 votos. É o primeiro suplente do Chapão. Já Aline teve maior votação no PHS, que apresentou nominata própria à disputa, com 32 candidatos a vereador. Ela alcançou 916 votos.
“Serão nulos, para todos os efeitos, os votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados”, estabelece o Código Eleitoral. O fenômeno, fruto das alterações da minirreforma eleitoral, acarretará em novas eleições para prefeito nos municípios que elegerem candidatos considerados inelegíveis pela Justiça. As razões vão desde a Lei da Ficha Limpa, que ameaçava mais de 1.600 candidatos, como mostrou o Congresso em Foco, a outros indícios de irregularidades.
Já no caso dos vereadores, os votos são considerados não válidos e o quociente eleitoral precisará ser revisto, o que pode alterar substancialmente o quadro de candidatos eleitos para os legislativos municipais.
A insistência do ex-deputado federal Betinho Rosado (PP) em manter sua candidatura a vereador, mesmo sub judice, tem deixado sob apreensão vários concorrentes na mesma coligação.
A avaliação é que ele poderá prejudicar o chapão proporcional formado por PP, PDT, PMDB e PSB com votos não computados.
Assim, tornará mais difícil a ampliação de votos da coligação para maior número de eleitos.
O chapão apoia a candidatura a prefeito da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP).
Betinho recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após duas decisões desfavoráveis (veja AQUI) ao pedido de registro de candidatura.
Teria que ser substituído até o último dia 12, conforme legislação em vigor. Em vez disso, ele insiste na busca do seu registro.
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Estão se generalizando as insatisfações no PDT, partido que faz parte do chapão – PP, PDT, PSB e PMDB – na Coligação Força do Povo.
Candidatos a vereador se consideram isolados e sem o devido apoio no comando da coligação que sustenta a candidatura a prefeito da ex-governadora Rosalba Ciarlini (PP).
Na reta final de campanha, esse estresse pode afetar o ‘andar de cima’.
Anote, por favor.
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Apesar de ter sua candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral em primeiro grau (veja AQUI), no dia passado, o ex-deputado federal Betinho Rosado (PP) vai entrar com recurso.
Pretende reverter a decisão do juiz Cláudio Mendes Júnior da 34ª Zona Eleitoral (sede em Mossoró) no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Betinho tenta mandato à Câmara Municipal na Coligação Força do Povo, em chapão formado por PP, PDT, PMDB e PSB.
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