Henrique e Walter: um passado que não existe mais (Foto: web)
Em entrevista à coluna do jornalista Igor Gadelha do portal Metrópoles, de Brasília, o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) confirma: deverá deixar o partido após 51 anos de história nele.
O Canal BCS – Blog Carlos Santos noticiou essa tendência do ex-parlamentar em postagem no domingo: “Henrique marcha para o PSB como um excluído do MDB” (veja AQUI). O PSB no RN é presidido pelo deputado federal Rafael Motta.
A saída se deve a desentendimentos com o presidente do MDB no Rio Grande do Norte, deputado federal Walter Alves. O parlamentar é filho do ex-senador Garibaldi Alves, primo de Henrique Alves.
Com Alckmin
“Esse MDB que se apequenou no Rio Grande do Norte não é a casa fraterna que eu construí. Não me querem no MDB”, afirmou o ex-presidente da Câmara à coluna de Igor Gadelha.
“O mais próximo mesmo é o PSB, e a filiação de Geraldo Alckmin (ex-governador de São Paulo) conta a favor”, disse o ex-presidente da Câmara, que deve tentar uma vaga de deputado federal nas eleições deste ano.
Henrique Alves destacou que vai esperar a filiação de Alckmin se concretizar, para só então bater o martelo sobre o PSB. O ex-governador assinará a ficha de entrada na sigla nesta quarta-feira (23/3), em Brasília.
O ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) e o atual secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico do RN, Jaime Calado (PROS), talvez precisem migrar para o PSB.Corre versão nesse sentido, à montagem de uma nominata que seja capaz de viabilizá-los à Câmara dos Deputados no partido comandado no RN pelo deputado federal Rafael Motta.
Fora da federação a ser montada pelo PT, PCdoB e PV, o PSB precisa viabilizar-se sozinho com nominatas competitivas a deputado estadual e deputado federal.
Henrique marcha como um excluído no MDB, Jaime Calado não viabilizou até aqui seu Pros e Rafael está diante de grande dificuldades à reeleição em carreira solo, desde que o PSB resolveu não se compor com ningúem no plano nacional.
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O juiz Marco Aurélio Costa, da 2ª Vara da Família do Tribunal de Justiça de São Paulo, apontou em decisão que expediu novo mandado de prisão contra o ex-deputado Henrique Alves (MDB). Motivo: ele deixou de cumprir o pagamento de parcelas após três meses, de pensão alimentícia de seu filho caçula – Pedro Henrique, com a ex-mulher Priscila Gimenez. Mãe e filho moram em São Paulo-SP.
Henrique enfrenta problema desde o ano passado, que agora se agrava (Foto: Pedro França, Agência Senado/Arquivo)
Segundo o juiz, “o executado ficou 4 anos sem pagar absolutamente nada a título de pensão alimentícia, só voltando a fazer depósitos de 27 mil nos últimos 3 meses quando premido pelo decreto de prisão. Não cumpriu o que ele próprio prometera, de quitação integral até o início do mês passado, postulando agora a postergação da quitação integral para data futura e indeterminada. Sua palavra perdeu credibilidade. Assim, indefiro a proposta de pagamento parcelado apresentada pelo réu e restabeleço a ordem de prisão nos moldes em que decretada. Expeça-se novo mandado de prisão”.
Conforme a decisão que o Justiça Potiguar teve acesso, no final de 2021 Henrique havia proposto o depósito de 27 mil reais em 24 horas, uma segunda parcela de 27 mil reais em 30 dias e a quitação total do débito até o dia 1º de fevereiro do corrente ano.
“O devedor para elidir a prisão prometeu quitar tudo até primeiro de fevereiro. Na data aprazada, ao invés de proceder ao depósito do saldo devedor, pediu mais dois meses para fazê-lo. Em seguida, desconsidera seu próprio requerimento anterior, para formular uma proposta de redução da pensão alimentícia em vigor, e propor o pagamento de 12 mil reais por mês para quitação dos atrasados, ‘até a liberação integral de seu patrimônio’”, acrescenta.
O outro lado
O ex-deputado federal Henrique Alves não se pronunciou ainda oficialmente. No fim de novembro do ano passado (veja AQUI), já tinha ocorrido decisão semelhante a essa. O juiz Marco Aurélio Paioletti Martins Costa, da 2ª Vara de Família de Natal determinou sua prisão, que acabou sendo revogada em face de compromissos assumidos por Alves.
À ocasião, em nota pública, ele disse; “Não tenho como pagar uma pensão de quase R$ 50 mil reais por mês. É totalmente fora da minha realidade e da necessidade de um adulto que estuda com bolsa da Universidade nos Estados Unidos da América”.
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Usando a força do rádio, o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) retoma nessa terça-feira (1º) um hábito de décadas: falar por esse meio de comunicação de massa.
Sinalizador claro de que sua pré-candidatura à Câmara dos Deputados já está nas ruas e no ar.
O programa “Conversa com o povo” será de terça a sexta-feira, com cinco minutos de duração, sempre às 8h.
As rádios Obelisco FM – Pau dos Ferros, Rádio Cabugi do Seridó – Jardim do Seridó, Difusora AM – Mossoró e 106FM – Caicó são as emissoras que preliminarmente vão veicular sua voz.
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Dirigente do MDB em Mossoró, a ex-vereadora Izabel Montenegro reprovou postagem veiculada em endereços nas redes sociais do ex-senador Garibaldi Filho (MDB), em que ele garante ter ouvido dela sobre “apoio à minha pré-candidatura a deputado federal”.
Em postagem nos seus endereços nas redes sociais, Garibaldi, com Izabel, anunciou apoio (Reprodução BCS)
Izabel diz, e toma como testemunha o próprio Garibaldi Filho, que na conversa entre ambos em Natal, “não declarei apoio à sua candidatura de deputado federal” (sic).
Semana passada, Izabel recebeu em Mossoró e acompanhou em parte de sua programação política e social, o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB), também não associando o contato a qualquer relação de voto-apoio.
Izabel toma o próprio Garibaldi como testemunha para dizer que não anunciou apoio a ele (Reprodução BCS)
Os primos Garibaldi e Henrique Alves, depois de mais de 50 anos de vida pública, estão afastados politicamente e com esgarçamento também na coabitação pessoal (veja AQUI).
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Henrique: postura de pré-candidato (Foto: reprodução BCS)
Com pose de pré-candidato à Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) esteve em Mossoró nessa terça-feira (18).
Veio especialmente para gravar edição do programa Conversa de Alpendre da TV Cabo Mossoró (TCM-Telecom), Canal 10, que irá ao ar às 20h do próximo dia 27.
Também gravou participação no programa Cenário Político, da mesma emissora, exibido nessa terça-feira à noite.
Em sua estada curta, ele aproveitou ainda para visitar e circular com correligionários locais.
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O chefe do Gabinete Civil do governo do Estado, Raimundo Alves, desautoriza a deputada estadual Isolda Dantas (PT) e afirma: “A governadora não faz coligação chiclete, que mastiga e joga fora. Não é essa a intenção. As conversas com o MDB são bastante produtivas.”
“A declaração foi extremamente infeliz”, diz o secretário, manifestando a opinião da governadora (Foto: Alex Régis/TN)
A afirmação do chefe do Gabinete Civil, que tem sido o interlocutor do PT nas conversas com possíveis aliados da governadora para as eleições deste ano foi uma reação às declarações de Isolda que disse que iria engolir uma coligação com o MDB para depois cuspir (veja AQUI).
Raimundo Alves diz que a declaração da deputada foi infeliz, dificulta o diálogo e está em contradição com as orientações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele também afirma que as conversas com o MDB têm avançado, mas não há definição sobre vaga na chapa majoritária.
Trechos da entrevista:
Qual a sua opinião sobre as declarações da deputada Isolda Dantas (PT) na qual ela criticou uma possível aliança entre PT e MDB, dizendo que podia até “engolir para “cuspir amanhã”?
Primeiro, vejo com muita preocupação esse tipo de declaração. Foi uma declaração infeliz. Politicamente, as pessoas têm o direito de se posicionarem contrário a essa ou aquela aliança dentro do partido. Agora, a declaração foi extremamente infeliz. Quem conhece a governadora Fátima Bezerra (PT) sabe que ela não faz aquela coligação chiclete, que mastiga, mastiga e joga fora, não. Não é essa a intenção. As conversas com o MDB são bastante produtivas. Eu mesmo tenho me reunido com o presidente estadual do MDB, deputado federal Walter Alves. E a nossa intenção é colocar essa roda para girar agora neste início de ano. Na verdade, isso começou com a vinda do presidente Lula no início de setembro de 2022 e vamos dar continuidade.
Essa não foi a primeira declaração enfática de alguns membros, dirigentes e parlamentares do PT contra essa possibilidade de aliança. Isso não cria um ambiente que dificulta o diálogo que a própria governadora admite ter no Rio Grande do Norte?
Evidentemente que dificulta. Não é nada salutar discutir com aliados e integrantes do próprio partido dar esse tipo de declaração. Agora, a liderança desse processo é da principal candidata [a governadora Fátima Bezerra]. E a posição dela é totalmente contrária a esse tipo de declaração. As orientações dadas pelo ex-presidente Lula e pela presidente nacional do partido, Gleise Hoffmann, são que a prioridade no Estado é a reeleição de Fátima. Isso significa não só a reeleição de Fátima, significa a continuidade de um projeto que tem sido colocado em funcionamento nos últimos três anos. Então, esse é o projeto, dar continuidade a isso e esse tipo de declaração, evidentemente, dificulta. Gostaríamos muito que não tivesse acontecido isso. Mas quem acompanha sempre a construção dentro do PT sabe que tem uma tradição de bastante discussão interna nas posições políticas. Fazemos a discussão interna até a exaustão e quando toma-se uma decisão, o PT tem unidade. É com isso que a gente conta, embora, nos próximos dias, a gente vai tentar conversar com as demais forças para que esse tipo de declaração, pelo menos ostensiva, dessa forma, não aconteça. É preciso ter um pouco mais de cuidado com as palavras.
As declarações da deputada estadual Isolda foram dadas ao programa PodFalar da Super TV de Mossoró na última quarta-feira (12), sabatinada pelo jornalista Saulo Vale e pelo advogado Jaílton Magalhães.
Foram várias as reações às suas palavras, com outras vozes partidárias a apoiando e pessoas do MDB a confrontando ou pedindo mais civilidade.
Vozes do MDB
Na quinta-feira (13), o deputado estadual Nelter Queiroz (MDB) revidou o linguajar da parlamentar, tratando o PT como “bandidagem” (veja AQUI).
Já nessa sexta-feira, (14), o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) cobrou “respeito, por favor”. Botou postagem em suas redes sociais nesse tom:
– Respeito é bom, MDB gosta, e merece!
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Em 2014, a senadora Fátima Bezerra (PT) e deputado federal Henrique Alves (PMDB) estiveram a ponto de fazer dobradinha ao Senado-Governo do RN.
Foi por pouco que não houve chapa consensual entre eles, que estavam na base da gestão Dilma Rousseff (PT).
Em campanha, cada um marchou pro seu lado, com Fátima fazendo parceria com o então vice-governador Robinson Faria (PSD) e até ganhando o apoio da desgastadíssima governadora Rosalba Ciarlini (DEM, hoje no PP), em Mossoró.
Política é dinâmica mesmo. A vida em si.
Alguém sabe ou lembra desses detalhes? Se não sabe ou não lembra, fique ciente agora.
O presidencialismo, sistema que adotamos na forma de governo republicana desde fim do século XIX, estende a estados federados e municípios vícios com as mais improváveis e esdrúxulas alianças. São coalizões à vitória e à gestão, quando duram até aí, que nem sempre prezam pela coerência.
É de nossa cultura de poder. É uma herança multissecular até. O mundo real é do “Centrão” e não do purismo utópico que encontramos à esquerda ou à direita.
Alguns não gostam, muitos não querem. Mas, acabam engolindo, mesmo que vomitem depois.
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Após anunciar rompimento (veja AQUI e AQUI) com o ex-presidente da Câmara dos Deputados Henrique Alves (MDB), o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB) disse, ao ser questionando no Foro de Moscow (nessa quinta-feira, 13), se o primo teria legenda para ser candidato em 2022.
“Não sei dizer porque isso está entregue à direção do MDB que tem Walter Alves como presidente e no plano nacional Baleia Rossi”, informou.
Ele se disse “frustrado e decepcionado” com a atitude de Henrique de não votar em Walter Alves em 2018.
O Foro de Moscow é apresentado pelos jornalistas Bruno Barreto e William Robson em canal próprio na plataforma YouTube.
Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Garibaldi afirmou na entrevista que “o assunto está encerrado. Cada um vai cuidar das suas pretensões”.
À nossa página, Henrique manifestou posição diferente sobre a relação política com o primo Garibaldi Filho. Deu a entender que os dois estarão juntos (veja AQUI).
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Abordo o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) há poucos minutos e disparo duas perguntas em sequência:
– Como o senhor viu a nota (veja AQUI) do MDB-RN adiantando que Garibaldi Filho será candidato a deputado federal?
– Teremos Garibaldi x Henrique no MDB?
Depois de algum silêncio, a reação sem mais delongas vem com palavras telegráficas e símbolos que marcam seu sistema política ao longo de décadas, e um leve sorriso:
– Discordo totalmente!
– Como assim – insisto?
Numa mensagem textualizada na rede social WhatsApp, o primo de Garibaldi Filho, companheiro dele durante mais de 50 anos de vida pública, dribla a ‘entrevista’ que eu tentava entabular:
– Garibaldi + Henrique! Coisas boas da democracia..! O povo decide! 💚👍
“Tá bom por hoje (Kkk!!)”.
Então, tá!
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O ex-senador Garibaldi Filho (MDB) tinha pressa em romper com o primo e parceiro de mais de 50 anos de política partidário-eleitoral, ex-deputado federal Henrique Alves (MDB). Porém, nada foi de afogadilho e movido por vesuviano ressentimento.
O anúncio público do distanciamento aconteceu dia passado (veja AQUI e AQUI). Caviloso, Garibaldi fabricou oportunidade para a proclamação do fim desse dueto com Henrique. A razão? Veremos adiante:
Garibaldi, Carlos e Henrique já formaram sistema monolítico no passado remoto (Foto: jornal Agora/arquivo)
Diferenças entre ambos, mas principalmente entre seu filho – o deputado federal Walter Alves (MDB) – e Henrique, existem e se acumulavam há anos, sobretudo desde as eleições de 2018. O apoio – velado – de Henrique à postulação de Benes Leocádio (PTC, hoje no Republicanos) à Câmara Federal, foi a gota d’água do rancor. O racha foi se acentuando até o desfecho do dia passado.
Porém, existe um detalhe que passa despercebido a praticamente todos os observadores e cronistas políticos do RN: é o fato de existir uma afinidade e aproximação entre a governadora Fátima Bezerra (PT) e o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT), que afeta indiretamente os planos de Garibaldi.
A decisão de Garibaldi de tornar público o esgotamento da coabitação até familiar, com Henrique, tenta abortar a gestação de um acordo Fátima-Carlos. Com sua banda do MDB, o ex-senador quer ser o ‘Alves da governadora’, ao lado do filho. Um entendimento entre o primo Carlos Eduardo Alves e ela praticamente os alijaria dessa composição.
“Gari”, o ex-senador, sabe muito bem que um palanque do PT do RN não suportaria tanto Alves no lastro: ele, Henrique, Walter e Carlos Eduardo. Pelo menos dois deles precisam e devem sobrar. Ele e Waltinho ficam, calcula.
Henrique e Carlos sobram
Ao TN, Fátima passou a senha para fechar com Carlos Eduardo Alves (Reprodução BCS)
Garibaldi iça o filho Waltinho à sobrevivência política. Essa é sua prioridade absoluta. Ele teria chances mínimas de reeleição num MDB pacificado e unido, com Henrique voltando a concorrer à Câmara Federal.
Com Fátima e o PT, de quem já foi ministro da Previdência (gestão Dilma Rousseff), Garibaldi Filho aspira viabilizar o filho como vice, com ele próprio concorrendo ao Senado ou outra posição estratégica, que sele a aliança. Claro que Carlos Eduardo e Henrique Alves não entram no pacote – só lembrando.
No último dia 28 de dezembro postamos a matéria “Ele mesmo, Carlos Eduardo Alves”. Resumia a sinergia possível entre governadora e o ex-prefeito natalense. Já no domingo (2), em entrevista ao jornal Tribuna do Norte, a própria Fátima Bezerra deu a senha, confirmando o que tínhamos publicado:
– “Se o PDT sinalizar que quer aliança, estamos abertos a conversar”.
O ex-senador Garibaldi Filho precisou correr.
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O ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) não demorou a reagir às declarações duras (veja AQUI) do primo Garibaldi Filho (MDB), sobre decisão de distanciamento político entre ambos. O racha político é também familiar.
“Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos!” – prefere pacientar.
Henrique evita confronto, reforça laços, rebobina o passado, e repete o pai e líder de ambos, Aluízio Alves: segue “sem ódio e sem medo”.
Veja depoimento de Henrique na íntegra, abaixo:
Aluízio, o pai e líder de Henrique, inspiração levantada hoje pelo filho (Foto: arquivo)
Diz o ditado popular; “quando um não quer, dois não brigam”.
Por isso não esperem de mim uma resposta sequer agressiva em relação ao primo, amigo, companheiro de MDB de 51 anos.
Só gratidão e respeito a Garibaldi. Sabemos o que vivemos juntos!
Surpreso, sim.
Até porque nos falamos no meu aniversário em dezembro, Natal e Ano Novo quando nos desejamos fraternalmente boas festas e felicidades.
A vida e suas circunstâncias…
Realizei a vida política, partidária e pública na escola de meu pai.
Até no se levantar, no resistir às injustiças e vencê-las.
Assim, a bandeira verde, da esperança, sempre a tremular nas minhas mãos sob o julgamento do povo do Rio Grande do Norte, que me deu 11 mandatos de deputado federal.
Hoje não é diferente.
O carinho, o abraço e emoção no reencontro são alegrias que me fortalecem e estimulam na luta que sempre continua.
Sem ódio e sem medo. Como Aluízio, meu pai, nos ensinou desde 1970.
Em tempo, a única campanha que não pude ajudar a Garibaldi foi a última de 2018, quando ainda sofria absurdas limitações de brutal injustiça. O RN também sabe disso.
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A imprensa de Natal – Blog do BG, primeiramente – noticia nessa segunda-feira (3) declaração do ex-senador Garibaldi Filho (MDB) anunciando rompimento com o primo e parceiro por cerca de 50 anos, na política. O que era camuflado e dissipado desde as eleições de 2018 eclodiu hoje.
Henrique e Garibaldi: a mais duradoura e vitoriosa parceria da política do RN (Foto: arquivo)
“Não existe nenhuma possibilidade de conciliação com Henrique este ano”, afirmou o ex-senador ao portal Saiba Mais.
Questionado se Walter seria o nome colocado para vice-governador, Garibaldi respondeu que existe a intenção, mas que “não dá para adiantar que isso vai ser feito porque também depende do PT”. O MDB também conversa com o PDT e o PSDB para costurar alianças.
Aspiração de pai e filho é que o primeiro seja candidato à Câmara Feral e Walter Alves o vice de Fátima Bezerra (PT), chapa ao governo estadual.
Walter x Henrique
Garibaldi toma as dores do filho Walter Alves. Compreensível. Em 2018, pouco tempo depois de sair da prisão devido operações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF), Henrique recolheu-se ao isolamento em família, mas não deixou de fazer política.
O ex-deputado federal sem mandato à época, sinalizou para apoios que lhe eram fieis em favor de Benes Leocádio (PTC, hoje no Republicanos), ex-prefeito de Lajes e um antigo colaborador. Garibaldi esperava que Walter fosse o beneficiado.
De lá para cá não faltaram escaramuças, diversas situações em que “Waltinho” nítida e claramente se esquivava de Henrique ou mesmo o hostilizava. Garibaldi, diferentemente, botava panos quentes. Dessa feita, não. Ano eleitoral, começo de 2022, abre uma fenda em história da mais duradoura e vitoriosa parceria política do RN, desde 1970, em pleno regime militar.
Henrique foi deputado federal por 11 mandatos, enquanto Garibaldi Filho somou quatro como deputado estadual, um como prefeito de Natal, duas vezes governador do RN e três como senador.
Veja adiante: Henrique Alves se manifesta sobre rompimento.
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Em entrevista a Rádio Cabugi do Seridó à manhã desde sábado (18), o ex-deputado Henrique Eduardo Alves (MDB) falou sobre vários assuntos. Porém, Rodrigo Fernandes do programa “Cabugi Verdade”, não conseguiu tirar dele uma declaração clara sobre 2022.
Henrique Alves não deu nenhuma pista quanto a projetos políticos em gestação para o próximo ano.
Preferiu despistar. Exaltou, por exemplo, o trabalho decisivo dos advogados Ezequias Pegado, Alexandre Pereira e Marcelo Leal para garantia – também – de seus direitos políticos (veja AQUI).
Alves teve 11 mandatos consecutivos na Câmara Federal, vale lembrar.
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Seguem carregadas as relações entre emedebistas ilustres e com mesmo sobrenome, no RN.
DIálogo entre prefeito e Waltinho foi exposto publicamente por deputado (Reprodução)
Agora às 17h18, em rede social própria, o deputado federal e presidente estadual do MDB – deputado federal Walter Alves – postou print (impressão de imagem) de um diálogo no WhatsApp com o prefeito de São João do Sabugi, Aníbal Pereira (MDB). A postagem implicitamente é um recado para o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB).
Na troca de mensagens entre Aníbal e Walter, o prefeito posta: “Boa tarde, pode contar comigo. Henrique viu aquela foto e vem com essa coisa”.
Walter responde: “Obrigado, amigo. Presente e futuro”.
A expressão “essa coisa” não é esclarecida por Walter.
A foto citada pelo prefeito Aníbal Pereira é essa abaixo, publicada no último dia 13 por Walter Alves, ao lado do seu pai (primo de Henrique), o ex-senador Garibaldi Filho (MDB), Aníbal e do prefeito de São José do Seridó, Jackson Dantas (MDB).
Aníbal, Garibaldi, Walter e Jackson na ‘foto’ que teria causado polêmica (Reprodução)
Há anos Walter e Henrique nem se falam, coabitação partidária e familiar que se esgarçou de vez nas eleições de 2018. Henrique não foi candidato à Câmara Federal. “Waltinho”, sim. Reelegeu-se para segundo mandato, mas remoendo queixas contra o outro Alves.
P.S – Após pouco mais de uma hora da postagem do ‘print’ enigmático, o deputado Walter Alves apagou o material de sua rede social (Twitter). Mas, já era tarde. Tínhamos captado.
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Em Nota à Imprensa (veja print abaixo), o advogado Marcelo Leal resume decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), sediado em Brasília, que beneficia o seu cliente – ex-deputado federal Henrique Alves.
Segundo relata Leal, é nula a sentença (veja AQUI) prolatada em 2018 no âmbito da 10ª Vara Federal de Brasília pelo judicante Vallisney de Souza Oliveira, derivada da chamada Operação Sépsis, deflagrada em 2017, que levou Alves à prisão (veja AQUI). Não é da competência desse juízo processar e julgá-lo.
A demanda deverá ser enviada para o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), visto que se refere às eleições de 2014.
O advogado acrescenta, ainda em sua seara como defensor jurídico, que Henrique Alves “é um homem sem condenação em qualquer esfera ou grau de jurisdição”.
Sob essa ótica, assinala politicamente: “A defesa acredita que é o povo do RN quem poderá melhor julgá-lo, caso ela decida ser candidato nas próximas eleições”.
Mais claro, impossível.
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Carlos Santos – do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – entende que a atual representação congressista do RN deixa muito a desejar.
Em sua ótica, nomes como do ex-senador José Agripino (União Brasil) e o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) até hoje por demais influentes em Brasília.
Veja mais esse trecho da entrevista dele ao programa PodFalar, da Super TV. O programa foi ao ar nesta quarta-feira, 24 de Novembro, às 20h, pelo canal aberto 14.1, Brisanet 173 e pelas redes sociais.
No comando, o jornalista Saulo Vale e o advogado Jaílton Magalhães.
Forças políticas de peso estão costurando a criação de uma federação de partidos envolvendo PSDB, MDB, Cidadania e uma quarta legenda em vista.
O que isso significa?
Apesar de estar mantido o fim das coligações entre partidos às chapas proporcionais (vereador, deputado estadual e deputado federal), a engenhosidade legislativa no Congresso Nacional pariu a federação partidária.
Ela obriga que essa “coligação” de fato e de direito aconteça entre partidos com afinidades, permanecendo unidos por quatro anos, em todos os estados federados e Congresso Nacional, mantida a independência de cada um (entenda mais AQUI). Não pode ser de um jeito no RN, outra no Tocantins etc. É a mesma lá, cá e em qualquer parte do país.
Para o RN, é a possibilidade de catapultar o atual presidente do PSDB e da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira, à disputa ao Senado.
Hipótese forte de montar chapa com musculatura suficiente à reeleição do deputado federal Walter Alves (MDB) e reaparecimento de Henrique Alves (MDB).
Partido Cidadania, comandado pelo ex-deputado estadual Wober Júnior, que também é vice-presidente nacional da legenda, tem afinidades com MDB e PSDB. É avalista de primeira hora.
A ideia também fermenta nominata-chapão (como nós já antecipamos há poucos dias – veja AQUI) à Assembleia Legislativa, com vários atuais deputados estaduais.
Vale assinalar, que a federação de partidos foi engendrada para supostamente criar meios à sobrevivência de pequenos partidos, em especial aqueles com perfil ideológico. Porém, é de fato um atalho para ressuscitar a coligação partidária noutro ‘corpo legal’, beneficiando os partidos mais encorpados – inclusive por Fundo Partidário, um ‘argumento’ sempre forte para se fazer amigos e juntar outras legendas.
Enfim, tudo como sempre foi.
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