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Eu quero ter um milhão de filiados

Bolsonaro: crescimento com depuração (Foto: arquivo)

O Partido Social Liberal (PSL), que tem o presidente Jair Bolsonaro como principal personagem, faz hoje mais uma campanha nacional de filiação, em todos os estados federados.

Mobilização (que acontece também no Rio Grande do Norte neste sábado, 17) trabalha para que partido chegue a um milhão de filiados até o as eleições do próximo ano.

PSL tem cerca de 271 mil filiados atualmente no Brasil.

O partido tem planos também de fazer triagem para impedir que ex-petistas possam ser dirigentes e candidatos pela sigla.

Pretende analisar caso a caso.

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TRE/RN garante liberação partidária do Coronel Azevedo

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) decidiu, por unanimidade, garantir ao deputado estadual Coronel Azevedo sua liberação partidária. Com isso, ele está, oficialmente, com sua desfiliação do Partido Social Liberal (PSL). A decisão aconteceu na sessão plenária desta quinta-feira, 1, ocorrida na sede da Corte eleitoral.

A petição Nº 0600116-29.2019.6.20.0000 teve como relator o desembargador Cornélio Alves de Azevedo Neto e trata da “justificação de desfiliação partidária”, uma vez que o parlamentar protocolou seu pedido para saída do PSL.

Em trecho de sua decisão, o relator disse que “autoriza a desfiliação sem que seja considerado infiel nem a perda do mandato de deputado estadual”.

Coronel Azevedo assegura que vai manter sua linha de oposição ao governo estadual e de apoio ao governo federal, posições que têm externado na Assembleia Legislativa desde o início de seu mandato.

Leia também: Deputado encaminha saída consensual do PSL.

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Deputado estadual encaminha saída consensual do PSL

Do Blog Saulo Vale

O deputado estadual Coronel André Azevedo confirmou sua saída do PSL. Em entrevista ao Enfoque Político (Super TV) desta quarta-feira (31), o parlamentar afirmou que já recebeu a anuência do partido para desfiliação.

Saulo Vale ouviu do coronel-deputado André Azevedo otimismo quanto à saída (Foto: divulgação)

Ele disse que há convite de partidos como PSC, PL, PRB e PP, mas frisou que o PSC “é uma grande opção, um bom partido”.

“Eu estou saindo, em comum acordo [com o PSL]”, disse.

“A ação já tramita no TRE (Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com parecer favorável do Ministério Público. Acredito que na próxima semana deve ser homologada essa minha saída [do partido]”, estimou.

“Tão logo isso aconteça, vou buscar minha opção partidária para continuar exercendo meu mandato”, destacou.

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Deputado Girão atribui a perdedores críticas a Bolsonaro

Girão: "Decore" (Foto: José Aldenir/Agorarn)

Deputado federal em primeiro mandato como representante do Rio Grande do Norte, o general Eliéser Girão (PSL) relativizou declarações do presidente Jair Bolsonaro (PSL) no fim de semana, vistas como preconceituosas, em relação a nordestinos e o Nordeste.

Para ele, tudo não passa de lengalenga de derrotados nas urnas, desconsiderando as palavras do presidente, que usou o termo “paraíba” para definir nordestinos (veja AQUI).

– Vamos ouvir essa “CANTILENA” de quem perdeu por vários anos. Independente do que O Presidente falou, o que importa mesmo é o que ele está fazendo pelo NE e pelo Brasil – disse o parlamentar, utilizando seu endereço na rede social Twitter.

“O Brasil está mudando. Não entendeu? Decore”, complementou.

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Bolsonaro é o maior problema de Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) consegue produzir contra si o que a oposição inteira não logrou êxito na campanha presidencial e nos primeiros meses de seu governo. Bolsonaro é o maior problema de Bolsonaro e de sua gestão.

Depois, seus próprios filhos, igualmente loquazes e inconsequentes com as palavras, completam essa ópera caricata.

O dia de ontem (sexta-feira, 19), acabou sendo pródigo na produção de combustível para desgaste pessoal do presidente e seu governo.

Presidente coleciona situações vexatórias, grosseiras e inconsequentes e não foca no que interessa (Foto: Tânia Rêgo)

Flagrado em sussurros com o ministro-chefe do Gabinete Civil, Onyx Lorenzoni, ele disparou: “Daqueles governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão (Flávio Dino-PCdoB); tem que ter nada com esse cara” (veja AQUI).

Nesse mesmo evento em que o presidente deu entrevista a jornalistas estrangeiros, assegurou que no Brasil “é uma grande mentira que alguém passe fome” (veja AQUI). Depois voltou atrás, relativizou as próprias palavras.

Ainda nessa entrevista, Bolsonaro afirmou que a jornalista Miriam Leitão foi presa quando estava indo para a Guerrilha do Araguaia em 1973 e que ela mentiu sobre ter sido torturada durante a ditadura. “Miriam foi presa, torturada e não participou da luta armada”, deixou claro a Rede Globo de Televisão, em nota divulgada no Jornal Nacional (veja AQUI).

Para adversários, detratores e inimigos fanáticos à esquerda, o comportamento do presidente é o ideal. Não poderia ser melhor a seus propósitos de desconstrução política. Para muitos, quanto pior, melhor.

À nação sóbria, não. Essa parte do Brasil que não cultua mitos, não pragueja ninguém e evita satanizar quem não gosta, por qualquer motivo que seja, se interessa mesmo pelo sonho de um país capaz de sair do buraco em que está metido há tempos. Queremos um lugar socialmente justo.

Bolsonaro assusta, assusta-me. Sua infindável agenda de picuinhas, futilidades, preconceitos e verborragia alarga mais ainda o fosso entre Brasil e Brasil. Não junta, fraciona. Não concilia, arenga.

O pior é a desesperança.

Em qualquer direção que olhamos, nada parece sinalizar como alternativa confiável, moderada e aglutinadora. Somos um país em cacos; uma nação raivosa e doente que não consegue dialogar para podar suas diferenças e avançar.

A propósito, nesses tempos ser ponderado é sinônimo de covardia, que se diga. E os extremos só enxergam os extremos. Bastam-se. Um lado é fetiche do outro e vice-versa.

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Partidos recebem mais de R$ 365 milhões do Fundo Partidário

Nos primeiros seis meses deste ano, os partidos devidamente registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) receberam, em conjunto, um total de R$ 365.384.998,79. O valor é resultado da soma das dotações orçamentárias e das multas eleitorais, conforme determina a legislação eleitoral.

O TSE divulgou no dia 29 de janeiro deste ano a Portaria nº 48 com a relação dos 21 partidos que atingiram os critérios estabelecidos na emenda para receber os valores do Fundo Partidário. Naquele momento, foram eles: PSL, PT, PSDB, PSD, PP, PSB, MDB, PR, PRB, DEM, PDT, PSOL, Novo, Pode, PROS, PTB, Solidariedade, AVANTE, PPS, PSC e PV.As demais siglas ficaram impossibilitadas de receber os recursos, pois não alcançaram a cláusula de barreira estabelecida para as Eleições de 2018. Com isso, alguns partidos deixaram de existir ou fizeram fusão com outras legendas, resultando, hoje, na existência de 33 partidos políticos. Desses, desde o último mês de junho, 23 já são aptos ao recebimento de cotas do Fundo Partidário.

Conforme a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2019, o montante do Fundo Partidário aprovado pelo Congresso Nacional no início do ano é de R$ 927.750.560,00 – divididos em 12 cotas repassadas mensalmente pelo TSE.

Cláusula de desempenho

De acordo com o artigo 41-A da Lei dos Partidos Políticos, 5% do total do Fundo Partidário devem ser distribuídos, em partes iguais, a todas as legendas, e os outros 95%, na proporção dos votos obtidos pelas agremiações na última eleição geral para a Câmara dos Deputados.

Atualmente, recebem o Fundo as agremiações que atingiram no pleito de 2018 pelo menos 1,5% dos votos válidos nas eleições para a Câmara dos Deputados, distribuídos em pelo menos um terço das unidades federativas, com no mínimo 1% de votos válidos em cada uma delas. Ou, ainda, as siglas que elegeram ao menos nove deputados federais distribuídos em pelo menos um terço das 27 unidades da Federação.

Esse cálculo será válido até 2022, já que a EC prevê o ajuste escalonado do percentual até o ano de 2030.

Com informações do TSE.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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Governo não conta com voto do General Girão em plenário

Girão: saúde e política (Foto: Twitter)

Convalescendo de recente cirurgia cardíaca (veja AQUI e AQUI), o deputado federal general Eliéser Girão (PSL) é baixa certa de voto pró-Reforma da Previdência na Câmara Federal, esta semana.

Mas nas redes sociais, ele não baixa a guarda.

Segue em defesa da chamada “Nova Previdência”:

– “O Brasil precisa voltar a investir. Ele não pode quebrar. Políticos Demagogos anteriores, não pensaram assim, e com isso distribuíram cargos e aumentos salariais impossíveis de serem honrados por gestores sérios. Voltar a gerar empregos é a solução com a Nova Previdência”.

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Parecer de reforma previdenciária vai ser votado em plenário

Do G1

A comissão especial da Câmara que analisou a proposta de reforma da Previdência aprovou na madrugada desta sexta-feira (5) uma mudança no relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) que reduz em R$ 83 bilhões a economia prevista com a reforma nos próximos dez anos.

Comissão especial da reforma da Previdência teve sessão muito longa (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados)

O parecer foi aprovado após mais de 16 horas de reunião e, agora, seguirá para votação no plenário da Câmara.

A comissão especial rejeitou flexibilização de aposentadoria para as carreiras policiais (veja AQUI). Era uma bandeira de luta do partido do presidente Jair Bolsonaro (PSL), mas que não se cumpriu, gerando pesado protesto.

A proposta prevê quatro regras de transição. Veja detalhes clicando AQUI.

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Deputado General Girão passa por cirurgia cardíaca

O deputado federal General Eliéser Girão (PSL), 64, passa por cirurgia cardíaca nesta segunda-feira (1º), em São Paulo-SP.Quem divulgou a notícia e manifestou desejo de êxito foi o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), através de suas redes sociais.

Girão está em seu primeiro mandato eletivo.

O procedimento médico acontece no Instituto do Coração (INCOR). Ele foi diagnosticado com “aneurisma de aorta ascendente”.

O deputado deverá ficar afastado de suas atividades rotineiras e na Câmara Federal por cerca de 30 dias, coincidindo com recesso parlamentar.

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“Campanha de Rosalba começou ao final do 2º turno de 2018”

Em entrevista aos jornalistas Carol Ribeiro e Vonúvio Praxedes, o editor deste Blog foi sabatinado sobre recente pesquisa de opinião pública que avaliou governos Fátima Bezerra (PT) e Jair Bolsonaro (PSL), bem como sobre outros aspectos administrativos e políticos de ambos governos.

Também conversou com telespectadores e internautas sobre a política mossoroense e a própria sucessão municipal de 2020.

No bloco (vídeo) de abertura, começamos a falar aos 6 minutos e 50 segundos.

– Há um prazo de validade, um crédito pra Fátima Bezerra.

– Rosalba no fim do primeiro ano de governo já estava em declínio. Robinson durou um pouco mais…

No segundo bloco, começamos a responder indagações dos jornalistas aos 5 minutos e dez segundos. 

– Segmento da Segurança Pública começa a se impacientar.

– O grande adversário do Governo e do presidente Jair Bolsonaro é ele mesmo.

No terceiro e último bloco, a intervenção do editor desta página tem início com um minuto e 40 segundos falando sobre cenário político em Mossoró.

– A oposição para vencer as eleições em Mossoró não precisa juntar todo mundo no mesmo palanque. Precisa de uma boa chapa.

– Campanha de Rosalba em 2020 começou ao final do segundo turno do ano passado.

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Vereador do PSL se queixa de “ditadura partidária”

Por Daniela Freire (Agora RN)

“O PSL virou um quartel” e promove uma “ditadura partidária” no RN. A afirmação não é de um petista ou de algum político de esquerda; é de um parlamentar do próprio PSL, o vereador natalense Cícero Martins.

Ele planeja deixar a sigla, assim como já fez o deputado estadual Coronel Azevedo, sob o argumento de que apenas os “militares” têm vez e voz nas questões internas da legenda e nas indicações para cargos.

Raiz

“Todos ‘chiam’, são militares e são ‘de fora'”, reclamou Cícero, durante entrevista nesta quinta-feira (30) ao  programa Agora News (97FM), referindo-se aos ocupantes de cargos federais indicados pelo PSL no RN.

Certo de que deixará o PSL, Cícero Martins, ressalta, no entanto, que não deixará de seguir e apoiar o presidente da República Jair Boslsonaro.

“Sou Bolsonaro raiz”, disse o vereador.

Partido de Jair Bolsonaro vive inquietação crescente no RN

General e deputado federal Girão: ciente (Foto: PSL)

O desgaste da imagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e seu governo chegam também ao RN e ao seu próprio partido. Muitas vozes do PSL, por exemplo, choramingam que a ocupação de cargos federais em solo potiguar não avançam.

As queixas se ampliam porque há casos de nomeações até mesmo de adversários, gente que trabalhou contra a candidatura do atual presidente.

O general reformado e deputado federal eleito em 2018, Eliéser Girão (PSL), principal referência do governo no estado, terá dificuldades para aplacar tanta inquietação.

Ciente ele está do problema, mas talvez não tenha dimensão do avanço da decepção na própria legenda presidencial.

“A gente está bastante decepcionado e sem ver perspectiva de que isso mude a curto prazo”, comentou um filiado do PSL em Natal, em conversa com o Blog Carlos Santos.

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Deputado recebe aval para sair de partido

O deputado estadual Coronel André Azevedo (PSL) recebeu garantia formal da sua legenda para se desfiliar.

Tudo feito sem maior estresse.

Mas sua nova opção partidária será ainda avaliada.

Azevedo está no início do seu primeiro mandato eletivo.

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Ex-candidato a prefeito defende união “possível” à campanha

Moreira: "O possível" (Foto: arquivo)

Ex-candidato a prefeito de Mossoró e integrante do PSL, o professor Josué Moreira apresentou proposta a um elenco de lideranças partidárias de oposição, que se resume a uma tese: “Sugiro uma oposição de grupos possíveis sem perder tempo em querer juntar o impossível”.

Segundo ele, costumeiramente a população polariza cedo os nomes antes mesmo da eleição, “deixando os demais candidatos como coadjuvantes do processo durante a campanha”.

Sob essa observação, Moreira defende que se avance nas conversas e formatação de uma chapa possível e forte, para levar proposta antecipada à população.

A união de todos, em sua análise, é improvável. Mas a junção de forças fortes e viáveis, não.

Mesmo desgastadíssima, enxerga, a prefeita e pré-candidata à reeleição Rosalba Ciarlini (PP) é forte, por toda a retaguarda que possui, com uma estrutura azeitada e aparelhada para sustentar seu nome.

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“RN quer mudar; não quer mais ver uma família na política”

Comemorando 20 anos, o programa Jornal do Dia da TV Ponta Negra de Natal entrevistou nessa sexta-feira (3) o ex-senador Garibaldi Filho (MDB).

Coube à âncora e jornalista Margot Ferreira sabatinar o ex-deputado estadual, ex-prefeito do Natal, ex-governador, ex-senador e ex-ministro em seu próprio apartamento em Natal.

Ex-senador não endossa literalmente desabafo do deputado federal e seu filho Walter Alves (Foto: reprodução BCS)

Veja abaixo uma síntese desse bate-papo.

Balanço da carreira

“Meu balanço me deixa até muito orgulho; uma coisa que eu não sou muito vaidoso. Eu disputei 12 eleições. Ganhei dez e perdi duas. É um placar altamente vantajoso”, estimou. Na ótica dele, a disputa mais difícil foi vencer as eleições à Prefeitura do Natal, em 1985, contra Wilma Maia (depois, Faria), por pouco mais de 16 mil votos. O pleito, também em sua ótica, o catapultou para uma carreira de maior dimensão e vitoriosa, na política do próprio país.

Planos

“Meus planos são muito modestos. Não vou deixar a política, vou continuar, mas não pretendo mais ser candidato. Pretendo me aposentar”.

Desavença entre Walter e Henrique

Sobre recentes declarações do deputado federal Walter Alves (MDB), seu filho, que cogitou sair do partido (veja AQUI) ao lado do próprio Garibaldi, caso o ex-deputado federal Henrique Alves (MDB) volte à presidência da legenda no RN, o ex-senador evitou aprofundar o fosso.

"Eu disputei 12 eleições. Ganhei dez e perdi duas", contabiliza Garibaldi Filho à TV Ponta Negra (Foto: reprodução BCS)

– Eu realmente fico muito preocupado com a declaração de Walter. O MDB sempre foi um partido muito unido. Mas eu preciso respeitar as divergências alheias (…). Eu tenho que admitir que aqui e acolá essas divergências extrapolam e foi isso que aconteceu. Eu lamento muito e se eu puder consertar isso e puder que eles possam convergir, eu o farei.

Garibaldi filho reconheceu existir uma crise na legenda, porém assinalou que não é contra retorno do primo Henrique ao comando partidário, divergindo do próprio filho. Ponderou, entretanto, que é preciso ter cuidado para o MDB não ficar “estigmatizado como um partido de uma família só.”

Mudanças

Na opinião de Garibaldi, “o RN quer realmente mudanças, não quer ver mais uma família presente na política. Uma dessas mudanças é não querer mais tantos familiares, mesmo eu sabendo que existem muitas vocações”.

Governo Bolsonaro

– Eu estou preocupado. Vejo o Governo Jair Bolsonaro (PSL) perdido em muitas querelas, muitas polêmicas. Precisa canalizar suas energias para os grandes desafios da nação. Precisamos fazer as reformas (tributária, previdenciária, política).

Garibaldi acha que MDB poderá ficar "estigmatizado" se não souber enxergar novo cenário político (Foto: reprodução BCS)

Administração Fátima Bezerra

– Eu espero que Fátima Bezerra (PT) possa fazer um bom governo, mas ela precisa se voltar para a nossa realidade. A gente precisa não ficar esperando as benesses do governo (federal). Isso já era. Ele próprio (Governo Federal) está sem dispor de recursos para isso.

Reforma da Previdência

“Eu acho que vai ser aprovada (…). Ela vai passar por uma revisão, mas eu espero que essa revisão não seja uma própria negação da reforma.

Até por sua experiência como ex-ministro da Previdência Social, Garibaldi alertou que “quanto mais isso demorar, mais sacrifícios poderá impor à nação”.

Saúde

Garibaldi passou por recente cirurgia em São Paulo (veja AQUI) e depois de um período de convalescença, disse de forma segura: “Eu estou bem.”

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Fátima e Bolsonaro e o peso de cada um nas eleições 2020

Que influência terão as gestões do presidente Jair Bolsonaro (PSL) e da governadora Fátima Bezerra (PT) nas eleições municipais do próximo ano no Rio Grande do Norte?

A pergunta é pertinente, sobretudo porque há quem aposte em campanha nacionalizada ou estadualizada nos ambientes paroquiais.

Se tomarmos como exemplo recente pesquisa publicada pelo Blog do Barreto em Mossoró, realizada pelo Instituto Seta de Natal, teremos uma mostra de como o eleitor secciona até aqui as gestões federal, estadual e municipal.

Fátima Bezerra e Jair Bolsonaro: dois pesos negativos até esse momento (Fotomontagem)

A administração Jair Bolsonaro foi reprovada por 51,8%, a de Fátima Bezerra por 54,3% e a da prefeita Rosalba Ciarlini (PP) por 48,5%.

Em termos de aprovação, a tendência foi a mesma. Para baixo. Bolsonaro teve endosso de 39,3% dos mossoroenses, Fátima de 30,3% e Rosalba foi aprovada por 33,8%.

Nitidamente, o eleitor está mais atento e crítico. Muito mais suscetível às ações e omissões dos principais atores políticos desse universo de poder.

Nos três níveis, os executivos tiveram avaliações negativas, poucos meses após resultados de urnas onde a postura do eleitor teve outros elementos analíticos à definição de voto. Era outra conjuntura.

Jair Bolsonaro, por exemplo, ganhou no primeiro turno em Mossoró, com 34,17% e no segundo perdeu para Fernando Haddad (PT), que alcançou 59,22%, contra 40,78% dele.

Já Fátima Bezerra somou 43,02% e 54,17% nos dois pleitos, vencendo os dois sem praticamente fazer campanha no município.

Plebiscitário

Rosalba não foi candidata a nada, mas amargou uma trilha de derrotas de nomes que apoiava, incluindo o filho Kadu Ciarlini (PP), candidato a vice-governador de Carlos Eduardo Alves (PDT), derrotado nos dois turnos em Mossoró.

A corrida eleitoral municipal terá outro ambiente. Os mandatos de Bolsonaro e Fátima, que estão em depreciação aos olhos da opinião pública até o momento, podem e devem influir negativamente à alavancagem de eventuais candidatos que os representem. Se nada mudar, claro.

Porém, é provável, que a campanha marche para ter um caráter plebiscitário (aprovo/não aprovo) em relação ao Governo Rosalba Ciarlini. Ela tentará a reeleição sob julgamento do que faz.

Será testado se seu slogan da campanha 2016 (ela fez, ela faz, ela sabe fazer) é uma realidade ou um embuste. Uma mentira.

Levar outra vez o antecessor (ex-prefeito Francisco José Júnior) debaixo do sovaco, para justificar a pequenez de sua administração, pode não colar. O retrovisor está embaciado. O prazo de validade desse discurso não chega a 2020. Já venceu.

Por enquanto, a mais de um ano e cinco meses das eleições, sua reprovação é sinal de alerta. Mesmo não tendo a princípio nenhum adversário isoladamente com vigor para enfrentá-la, é fácil perceber que seu principal capital não é a sua gestão ou mesmo seu perfil populista e de carisma pessoal, mas o fato de inexistir oposição minimamente organizada.

Trabalhar para desqualificar eventuais oponentes e manter fracionada a oposição são prioridades no rosalbismo, no que já vem bastante empenhado. Até à campanha do próximo ano, o governo municipal não terá muito mais a mostrar do que já fez, faz e consegue fazer.

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Bolsonaro diz que boa parte da turma de Lula “está presa”

Bolsonaro ironizou entrevista (Foto: reprodução)

Da IstoÉ

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) rebateu neste sábado (27) as críticas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que, em sua primeira entrevista da cadeia, afirmou que o Brasil é governado por um “bando de maluco”.

“Pelo menos não é um bando de cachaceiros, né?”, disse o atual mandatário, durante breve conversa com jornalistas na periferia de Brasília. Segundo Bolsonaro, a Justiça cometeu um “erro” ao autorizar Lula a conceder a entrevista, que foi dada aos jornais El País e Folha de S. Paulo.

“Eu acho que o Lula, primeiro, não deveria falar. Falou besteira. Maluco? Quem era o time dele? Grande parte está presa ou está sendo processada”, afirmou.

Além disso, em entrevista à Record, Bolsonaro ironizou as declarações do petista: “Acho que bebida é proibida na cadeia.”

Lula pode receber jornalistas na carceragem da Polícia Federal em Curitiba após uma longa batalha nos tribunais e, durante a entrevista, reafirmou sua inocência, disse que não trocará sua “dignidade” por sua “liberdade” e garantiu ser alvo de uma “farsa” montada no Departamento de Justiça dos Estados Unidos (veja AQUI).

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Tudo está nas mãos de Brasília; RN segue quase parado

A governadora Fátima Bezerra  (PT) resolveu torcer para que tudo se resolva mesmo em Brasília, para tentar salvar sua gestão e o RN da insolvência.

No que poderia agir em relação à Previdência Social do RN, por exemplo, não o faz.

Quanto à tomada de medidas mais austeras para conter o déficit na folha e a alargar a microscópica margem para investimentos/custeio, quase nada foi feito.

A economia é mesmo de ponta de lenço, como ela mesmo já admitiu (veja AQUI).

Brasília é sua tábua de salvação.

O presidente Jair Bolsonaro e o Congresso Nacional.

É muita fé.

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“Efeito Peixoto” pode tornar muito possível vitória de Rosalba

Em 2012, candidato à reeleição à Prefeitura Municipal do Ceará-Mirim (região da Grande Natal), o delegado da Polícia Civil Antônio Peixoto (PR) conseguiu uma vitória vista como surpreendente por muita gente acostumada à análise política. Porém uma avaliação mais acurada  do quadro sucessório, logo ensejaria ilação de que seria plenamente possível sua vitória.

Apesar de desgaste, como Rosalba, Peixoto foi reeleito graças a fracionamento e soberba da oposição (Fotomontagem BCS)

Apesar de muito mal avaliado politico-administrativamente, Peixoto obteve a reeleição principalmente pelo fracionamento da oposição, quando quatro candidatos consideravam “favas contadas” a vitória pessoal sobre o prefeito, devido sua encorpada rejeição. Com apenas 31,96% dos votos, o delegado levou a melhor sobre a ex-prefeita Edinólia Melo (MDB), com 30,13%; Júlio César Câmara (PSD), com 23,52%; Doutor Marcílio (PP) tendo empalmado 13,29%, além de  Dedé Luz (PSL) que juntou 1,1% dos votos válidos.

Essa situação do delegado Antônio Peixoto poderá se reproduzir em Mossoró no próximo ano, quando a prefeita Rosalba Ciarlini (PP) será candidata à reeleição. Ela vive um dos piores momentos de sua história política, só superada por sua desastrosa passagem pelo governo estadual (2011-2014), quando reprovação popular a tornou a governante com pior julgamento da opinião pública do Brasil à ocasião, dezembro de 2013, segundo o Ibope (veja AQUI).

Em pesquisa divulgada à semana passada pelo Blog do Barreto, realizada pelo Instituto Seta do Natal, Rosalba apareceu com reprovação administrativa de 48,5% e aprovação de 33,8% (veja AQUI).

Na corrida pré-eleitoral, há outra preocupação para ela e seu grupo encastelados no Palácio da Resistência: pelo menos três a quatro nomes na oposição apareceram com vigor instantâneo à disputa (veja AQUI). Somados, ultrapassam com folga suas intenções de votos.

Segundo turno

Em duas simulações, Rosalba pontuou em primeiro lugar com apenas 24,8% e 26%. Já o novato deputado estadual Allyson Bezerra (Solidariedade) cravou segunda posição com 17,5% e 18,3%.

Atrás deles surgiram Jorge do Rosário (PR) com 12,8% numa estimulada e Tião Couto (PR) noutra, com 16,5%.

A deputada estadual estreante Isolda Dantas (PT) totalizou 10,8% 11,3%, respectivamente, nas duas avaliações, ficando em quarto lugar no geral.

Na Estimulada com Rosalba, Allyson, Jorge e Isolda, por exemplo, a soma dos três oposicionista chega a 41,1% contra 24,8% da atual prefeita, uma maioria percentual de 16,3% sobre a governante.

Na outra Estimulada com Rosalba, Allyson, Tião e Isolda, esse trio da oposição cumulativamente chega a 46,1%, enquanto que a prefeita esbarra em 26%. Maioria da oposição de 20,1%.

Como Mossoró não tem segundo turno (só possível em municípios com eleitorado a partir de 200 mil pessoas), a projeção de pelo menos duas ou três chapas “competitivas” no bloco oposicionista, certamente será um alívio para Rosalba. Com a estrutura da municipalidade e sua conhecida obstinação em campanha, a prefeita pode tornar possível a difícil reeleição.

Por isso que sua pré-campanha começou em duas frentes: trabalha a cizânia e a desconstrução de imagem de potenciais adversários na oposição (principalmente com uso do rádio e redes sociais) e procura vender imagem de vigor e superação de seu governo. O jogo é bruto.

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Maioria dos deputados é contra proposta previdenciária

Do Blog do Barreto

O conteúdo da reforma da previdência apresentada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) segue dividindo opiniões.

Mas como se posiciona os oito deputados federais do Rio Grande do Norte?

A partir de agora, veja a posição de cada deputado potiguar sobre o tema.

Natália, Girão, Beto, Benes, Fábio, João, Rafael e Walter mostram posição em relação ao tema (Fotomontagem BB)

Cinco deputados são contra a proposta do jeito que ela está: Beto Rosado (PP), Rafael Motta (PSB), Walter Alves (MDB), Benes Leocádio (PRB) e Natália Bonavides (PT).

Dois são a favor com ressalvas: João Maia (PR) e Fábio Faria (PSD).

General Girão (PSL) é a favor, mas se coloca aberto ao diálogo.

Único membro do Rio Grande do Norte na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, onde a proposta  começa a ser analisada, Beto Rosado (PP), afirma que não há inconstitucionalidades, mas deixa bem claro o que ele não aceita. “A proposta que foi enviada eu não estou de acordo. Como membro do Progressistas nós enviamos um documento assinado pelas lideranças ressaltando a necessidade da retirada da aposentadoria rural, BPC (Benefício de Prestação Continuada) e este último o próprio ministro Guedes admitiu alterar”, frisou.

O coordenador da bancada federal Rafael Mota deixa claro que não vai votar a favor de injustiças contra o trabalhador. “Nosso mandato tem tido uma posição firme com relação às reformas. Não somos contra mudanças, mas somos contra novidades que imponham ao trabalhador e ao contribuinte uma conta que não é deles”, disse.

O deputado General Girão se coloca favorável a proposta, mas entende que ela pode ser aperfeiçoada. “Sou a favor. Claro que iremos aperfeiçoar nos diálogos, que já estão sendo feitos”, explica.

Já Fábio Faria diz ser contra mexer na aposentadoria rural e alterar o Benefício de Prestação Continuada. O restante da posição ele está tratando como em análise.

A mesma tendência é a de João Maia. “Sou a favor com modificações na aposentadoria rural, BPC e discutindo magistério e regras de transição”, explica.

Os deputados Benes Leocádio e Walter Alves afirmam ser contra o texto na forma como ele está.

A deputada Natália Bonavides (PT) entende que a proposta não está de acordo com o discurso do Governo. “Somos contra a proposta de reforma da previdência de Bolsonaro. O projeto é o contrário do que o governo diz: em vez de combater privilégios, joga a conta da crise para a população mais pobre, de salários mais baixos, e para idosos e pessoas com deficiência que dependem de benefício assistencial”, diz.

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Deputado Girão conversa com setores da oposição

O deputado federal General Elieser  Girão (PSL) aportou no final de semana em Mossoró.

Conversa com colaboradores e também com setores da oposição.

Vale ser lembrado: 2020 parece longe mas está bem aí.

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Álvaro Dias, Fátima Bezerra e Bolsonaro têm aprovação

O jornal Tribuna do Norte traz em sua edição deste sábado (23), os primeiros números deste ano com avaliações dos governos do Natal, do Estado do RN e Federal.

O levantamento contratado ao Instituto Consult foi feito entre os dias 7 e 11 deste mês, apenas em Natal, ouvindo 800 pessoas, com margem de erro de 3,5% e nível de confiança de 95%.O Governo Álvaro Dias (MDB) é aprovado por 57,13% dos natalenses.

A gestão Fátima Bezerra (PT) alcança 47,13% de endosso popular.

Quanto à administração do presidente Jair Bolsonaro (PSL), a aprovação alcança 41,13%.

Desaprovação

Álvaro Dias tem desaprovação de 16,13% dos natalenses.

Já o Governo Fátima Bezerra atinge 22%.

O presidente Jair Bolsonaro tem maior índice negativo, com 37,25%.

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