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O que vale a pena

Por Odemirton Filho

Foto ilustrativa
Foto ilustrativa

Tudo vale a pena, se alma não é pequena”.

(Fernando Pessoa)

Caminhavam na areia com a brisa tocando os seus rostos, como se fosse um beijo suave. Diariamente, à tardinha, gostavam de andar na beira da praia, com o mar molhando os pés.

Há anos tinham largado a cidade grande. Mudaram-se para a comunidade-praia e desfrutavam a paz do local. Buscavam sossego, pois já estavam aposentados.

A rotina raramente mudava. O marido acordava cedo, o sol nunca o encontrou dormindo, como diria Rui Barbosa. Preparava um café coado e tapiocas. A mulher se levantava um pouco mais tarde. Conversavam sentados à mesa, sem pressa. Depois cumpriam as tarefas da casa e faziam o almoço.

Algumas vezes, pela manhã, esperavam uma jangada vindo do alto mar e compravam peixes, já eram conhecidos dos pescadores e moradores da pequena localidade. As compras da casa eram realizadas na mercearia de Zé de Niel, que ficava próximo, ainda no sistema da “caderneta”.

Antes do almoço o marido gostava de tomar uma “pra lavar”.  Depois, deitavam-se nas redes e iam curtir a “sesta”. No meio da tarde tomavam um “pingado”, acompanhado com pães e bolo.

À noite, após o jantar, deitavam-se juntos no alpendre com o vento balançando a rede, embalando os momentos mais íntimos.

Tinham um filho e dois netos que os visitavam uma vez por ano, nas férias, pois moravam longe, lá pelas bandas do sul do país. Para não ficarem incomunicáveis possuíam um telefone celular.  Assistiam a televisão, de vez em quando, para verem o noticiário.

Liam muito. Sobretudo, os romances, contos e as crônicas do bruxo do Cosme Velho. A sós, conversavam sobre a vida. Lamentavam-se. Eram para ter dançado mais. Viajado mais.

Entretanto, a correria do dia a dia e o trabalho fizeram com que consumissem boa parte da vida. O tempo passou depressa. Os anos avançaram e olhavam para trás, com saudade, principalmente, daquilo que não viveram. Agora, já não tinham o viço da mocidade.

Somente o tempo nos faz amadurecer. Os valores da vida são repensados. Valeu a pena correr tanto em busca de bens materiais? Perguntavam-se. Vivemos tempos da economia do desejo, não da necessidade.

Infelizmente, ou felizmente, ninguém transfere sua experiência ao outro. Erros e acertos precisam fazer parte da vida de cada um. Se pudessem voltariam no tempo e viveriam de outra forma. Mais leves. Mais soltos.

Final da tarde. Era hora de ir à praia, caminhar na areia e sentir a brisa. Juntos, viram o pôr do sol refletir sobre as águas do mar.

Descobriram que nunca é tarde para viver o que vale a pena.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Um alpendre e uma rede

A red hammock hangs in the shade of a porch in summer.
Foto extraída da Web (sem identificação de autoria

Por Odemirton Filho

Não, não se trata de uma resenha do livro da escritora alencarina Rachel de Queiroz, Um alpendre, uma rede, um açude. Apenas tomei por empréstimo parte do título para compor esta crônica.

Na verdade, quero resgatar sentimentos de um tempo passado que, volta e meia, invade-me a alma e o coração.

Uma casa com alpendre, como se sabe, é um convite para se jogar conversa fora, seja em uma fazenda ou numa praia.

Em um alpendre se fala sobre tudo e, principalmente, da vida alheia, só escapando quem voa alto. Em outros tempos, do alpendre da casa de Tibau, ouvia-se: “olhe a tapioca, o grude”.  Tomava-se um café acompanhado de um pedaço de bolo de leite. Ou fofo.

Na minha época de menino o alpendre da casa ficava lotado de adultos e crianças. Não tínhamos medo de dormir fora da casa. Muitos preferiam dormir sentindo o vento frio da madrugada e tendo a lua com lamparina.

Na infância falávamos sobre histórias de casas mal-assombradas, contos de pescador (se sentir cheiro de melancia, não entre no mar, tem tubarão por perto). Demorávamos a dormir. Ninguém queria “pegar” no sono e ser motivo de chacota. Corria-se o risco de ter o rosto pintado com uma pasta de dente.

Os mais traquinos armavam a rede de modo que quem fosse se deitar levasse uma queda. O riso era geral. Aquele que caiu, por vezes, levantava-se “brabo”, doido para “ir nas orelhas” de quem fez a brincadeira de mau gosto.

Já adolescentes, quando voltávamos das festas de madrugada, ficávamos resenhando. Quem “descolou” ou quem somente encheu a cara. Alguns chegavam bêbados e, com o balanço da rede, vomitavam pra valer.

Mas é claro que um alpendre tem os seus momentos de calmaria. A rede é um convite à leitura. Um cochilo. Sim, eu sei caro leitor, a rede também é um convite para o aconchego dos casais.

Pois é. Um alpendre e uma rede oferecem agradáveis momentos. E boas, boas lembranças.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Um alpendre e uma rede

A red hammock hangs in the shade of a porch in summer.
Por Odemirton Filho

Não, não se trata de uma resenha do livro da escritora alencarina Rachel de Queiroz, Um alpendre, uma rede, um açude. Apenas tomei por empréstimo parte do título para compor esta crônica.

Na verdade, quero resgatar sentimentos de um tempo passado que, volta e meia, invade-me a alma e o coração.

Uma casa com alpendre, como se sabe, é um convite para se jogar conversa fora, seja em uma fazenda ou numa praia.

Em um alpendre se fala sobre tudo e, principalmente, da vida alheia, só escapando quem voa alto. Em outros tempos, do alpendre da casa de Tibau, ouvia-se: “olhe a tapioca, o grude”.  Tomava-se um café acompanhado de um pedaço de bolo de leite. Ou fofo.

Na minha época de menino o alpendre da casa ficava lotado de adultos e crianças. Não tínhamos medo de dormir fora da casa. Muitos preferiam dormir sentindo o vento frio da madrugada e tendo a lua com lamparina.

Na infância falávamos sobre histórias de casas mal-assombradas, contos de pescador (se sentir cheiro de melancia, não entre no mar, tem tubarão por perto). Demorávamos a dormir. Ninguém queria “pegar” no sono e ser motivo de chacota. Corria-se o risco de ter o rosto pintado com uma pasta de dente.

Os mais traquinos armavam a rede de modo que quem fosse se deitar levasse uma queda. O riso era geral. Aquele que caiu, por vezes, levantava-se “brabo”, doido para “ir nas orelhas” de quem fez a brincadeira de mau gosto.

Já adolescentes, quando voltávamos das festas de madrugada, ficávamos resenhando. Quem “descolou” ou quem somente encheu a cara. Alguns chegavam bêbados e, com o balanço da rede, vomitavam pra valer.

Mas é claro que um alpendre tem os seus momentos de calmaria. A rede é um convite à leitura. Um cochilo. Sim, eu sei caro leitor, a rede também é um convite para o aconchego dos casais.

Pois é. Um alpendre e uma rede oferecem agradáveis momentos. E boas, boas lembranças.

Odemirton Filho é bacharel em Direito e oficial de Justiça

Vereador, de Mossoró, é exonerado de secretaria em Natal

Feitosa assumira vaga provisória no lugar de Gentil (Fotomontagem BCS)

Do Blog Saulo Vale

Está no Diário Oficial do Município de Natal de hoje:

O vereador licenciado de Mossoró, João Gentil (Rede), foi exonerado da Secretaria de Esporte e Lazer pelo prefeito de Natal Álvaro Dias (PSDB), há menos de dois meses na condução da pasta.

O documento não traz o substituto de Gentil.

Queda de braços

A fritura de Gentil, por auxiliares do próprio governo, começou cedo e resultou em sua iminente exoneração.

Apesar de ter sido alçado ao cargo pela força do correligionário Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente da Assembleia Legislativa, Gentil amargou a insatisfação do presidente da Câmara de Natal, Paulinho Freire (PSDB), que quer um nome indicado por ele no cargo.

Conversas com Ezequiel

Em conversa com o Blog Saulo Vale na manhã desta terça-feira, o ex-secretário afirmou que deve conversar com o presidente Ezequiel Ferreira, para definir seu destino político.

É possível que retome sua cadeira na Câmara de Mossoró, hoje ocupada pelo suplente Naldo Feitosa (PSC).

* INSCREVA-SE em nosso canal no Youtube (AQUI) para avançarmos projeto jornalístico.

Nota do Blog Carlos Santos – Há pelo menos dez dias que o assunto da exoneração do vereador João Gentil estava circulando nos intramuros da política do Natal. Era questão de tempo mesmo.

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Posse de novo vereador está definida para essa quinta-feira

Naldo ganha vaga com licença de João (Fotomontagem Mossoró Hoje)

O suplente Naldo Feitosa (PSC) tomará posse no mandato de vereador, nesta quinta-feira (30), às 10h, no plenário da Câmara Municipal de Mossoró. Ele substitui João Gentil (Rede), que se licenciou do Legislativo para assumir Secretaria de Esportes de Natal (veja AQUI).

A cerimônia seria realizada na sala da Presidência. “Mesmo com as restrições de acesso à sala em razão da covid-19, não conseguiríamos uma distância segura entre todos. Então, optamos pelo plenário, bem mais espaçoso”, diz a presidente da Câmara, Izabel Montenegro (MDB).

Substituição

João Gentil oficializou licença hoje (29). Ato contínuo, a Presidência convocou o suplente Naldo Feitosa para assumir o mandato.

Ambos disputaram a eleição de 2016 pelo PV. Gentil (1.991 votos) se filiou ao Rede e Naldo (1.199, primeiro suplente do partido), ao PSC.

Com informações da Câmara Municipal de Mossoró. Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo  TwitteAQUIInstagram AQUIFacebook AQUIYoutube AQUI.

Senador se coloca à disposição do Governo Fátima

O senador diplomado Styvenson Valentim (Rede) fez visita à governadora Fátima Bezerra (PT) nessa terça-feira (29). Justificou a audiência como convite para sua posse no próximo dia 1º em Brasília.

Fátima recebeu Styvenson (Foto: Assecom/RN)

Mas paralelamente, Valentim colocou-se à disposição para todas as demandas do Estado.

A governadora recebeu-o na Governadoria e teve a companhia do vice-governador Antenor Roberto (PCdoB), bem como outros componentes do governo.

– Tenho certeza de que poderei contar com o seu apoio na construção de um Rio Grande do Norte melhor para todos nós – enfatizou a governadora.

No Senado, representando o Estado do RN, estarão os senadores Jean-Paul Prates (PT), Zenaide Maia (PHS) e Styvenson Valentim, na legislatura que terá início na próxima sexta-feira (1º).

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“Suplente” do senador Styvenson ficará em Gabinete Civil

Brandão: ascensão ao coronelato por mérito (Foto: Web)

A governadora Fátima Bezerra (PT) definiu a formação do Gabinete Institucional do Gabinete Civil do Governo do Estado.

Veja abaixo:

Coronel Margarida Brandão – Coordenação de Segurança Institucional do Gabinete Civil. Ela foi a primeira mulher a alcançar o coronelato no RN, por merecimento, ano passado. Este ano, ela teve seu nome acomodado como segundo suplente do Capitão Styvenson Valentim (Rede).

Styvenson foi o campeão de votos ao Senado.

Sob a coordenação dela estarão:

1) Coordenação de Segurança Operacional – Major Cláudio Henrique de Sá Rodrigues, que foi candidato à Câmara Federal pelo PT este ano, obtendo 1.842 votos;

2) Coordenação da Defesa Civil – Coronel Marcos Carvalho, do Corpo de Bombeiros.

O secretário-chefe do Gabinete Civil será o professor e economista Raimundo Alves Júnior (PT).

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Garibaldi Filho se despede do Senado

O senador não reeleito Garibaldi Filho (MDB) fez discurso de despedida do Senado da República nessa terça-feira (18).

– Em qualquer luta a favor do estado, eu sempre estive no pelotão de frente. A causa do povo potiguar é – e continuará sendo – a minha causa -, afirmou. Ele acrescentou que encerra seu mandato com a certeza de ter cumprido da melhor forma possível a missão que o eleitor potiguar o conferiu.

Garibaldi desejou boa sorte aos novos senadores que representarão o estado do RN (Foto: Senado)

Mandou, ao final, um recado aos futuros congressistas potiguares: “A Jean-Paul Prates (PT), Zenaide Maia (PHS) e Styvenson Valentim (Rede) manifesto votos de êxito, e que honrem o encargo que receberam”.

Trajetória

Garibaldi estreou na política ainda muito jovem. Em 1966 foi chefe da Casa Civil do então prefeito do Natal, seu tio Agnelo Alves. Depois foi eleito à Assembleia Legislativa em 1970, 1974, 1978 e 1982.

Em 1985 a eleição foi à Prefeitura do Natal, num embate histórico contra Wilma Maia (Faria), do PDS.

Em 1990 venceu disputa ao Senado, mas em 1994 concorreu pela primeira vez ao governo estadual, sendo vitorioso. Em 1998 reelegeu-se.

Em 2002 tem nova vitória ao Senado e em 2006 conhece sua primeira derrota político-eleitoral ao concorrer e perder corrida ao Governo do RN. Quem levou a melhor foi Wilma de Faria (PSB), candidata reeleita.

No retorno ao Senado, Garibaldi Filho é ungido à presidência desse poder, em meio à crise envolvendo o então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL).

Em 2010, ele obtém reeleição ao Senado com a marca histórica de 1.042.272 votos, cerca de 35% dos votos totais e 56% dos votos válidos.

Em janeiro de 2011, por indicação do seu partido, vira ministro da Previdência Social. Em janeiro de 2015, Garibadi renunciou ao cargo de Ministro da Previdência Social e retornou ao cargo de Senador da Republica.

Este ano, na tentativa de se reeleger, acabou não logrando êxito ao Senado. Ficou na quarta colocação, com 376.199 votos (12,93%).

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Senador eleito abre seleção para contratar assessores

Styvenson: iniciativa incomum (Foto: arquivo)

Do G1RN

Senador mais votado do Rio Grande do Norte, o Capitão Styvenson (Rede) abriu nesta sexta-feira (9) processo seletivo para a contratação de assessores parlamentares. De imediato, serão nomeados profissionais de nível superior para atuação no gabinete de apoio, em Natal.

Um detalhe: os candidatos aprovados e selecionados devem fazer exame toxicológico.

Estão sendo ofertadas 8 vagas para profissionais nas seguintes áreas:

  • Direito (duas vagas)
  • Administração (uma vaga)
  • Saúde (uma vaga)
  • Educação (uma vaga)
  • Economia (uma vaga)
  • Tecnologia da informação (uma vaga)
  • Comunicação social (uma vaga)

Os escolhidos serão chamados para uma entrevista em dezembro. Os que forem contratados devem começar a trabalhar no dia 2 de fevereiro de 2019, quando se inicia o próximo período legislativo. A remuneração e os benefícios são os previstos no regimento do Senado Federal.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do Blog – Muito interessante a iniciativa. Com certeza terá repercussão nacional.

Por gostar muito do que faço e por desqualificação, não participarei.

Boa sorte e trabalho para os selecionados.

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Senadora eleita este ano poderá deixar PHS rumo ao PT

Fátima Bezerra do PT com Zenaide Maia, na filiação da senadora ao PHS, dia 24 de março deste ano (Foto: arquivo)

Recém-eleita ao Senado da República, a deputada federal Zenaide Maia (PHS) poderá migrar para outra legenda quando começar seu período de legislatura nesse poder.

Há possibilidade de que desembarque no PT.

O PHS passa por processo de discussão que pode levá-lo à fusão com o PMN, criando uma nova legenda, o Mobilização 31.

O desembarque de Zenaide no petismo já está em discussão interna em seu grupo.

Nas eleições deste ano, o PT elegeu quatro senadores: Jacques Wagner (Bahia), Humberto Costa (Pernambuco), Rogério Carvalho (Sergipe) e Paulo Paim (RS).

Sete

Caso Fátima consiga eleição ao governo potiguar, o seu suplente Jean-Paul Prates (PT) preservará mais essa cadeira. Na próxima legislatura o PT terá seis senadores, incluindo aí Paulo Rocha (PA), que tem mandato até 2022. Pode chegar a sete numa eventual filiação de Zenaide.

Nota do Blog – Vale lembrar, que o Capitão Styvenson Valentim, eleito pelo Rede, também já manifestou intenção de sair da sigla (veja AQUI) logo que começar seu mandato. O Rede também não alcançou a cláusula de barreira (eleição de pelo menos nove deputados federais ou 1,5% de votos válidos nessa faixa de disputa), podendo morrer, se não buscar fusão ou atrair outros parlamentares.

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Cerca de 16 siglas podem ser atingidas por Cláusula de Barreira

Pela cláusula de barreira, 16 partidos que participaram das eleições domingo (7) como Pros, Patriota, Novo, Rede e Novo vão sofrer as restrições à sobrevivência, impostas pela Cláusula de Barreira.

Dados oficiais ainda não foram apresentados pela Justiça Eleitoral.

A legislação eleitoral determina, por exemplo, que partidos que não elegeram pelo menos nove deputados federais em nove estados federados diferentes em 2018, ficará sem Fundo Partidário (estimado em R$ 888 milhões para 2018), além de tempo de propaganda gratuita no rádio e na TV.

Outra alternativa, é a obtenção de 1,5% de votos válidos à Câmara Federal em nove estados federados diferentes, mesmo que não tenha elegido nove parlamentares.

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Capitão Styvenson e Zenaide Maia são eleitos ao Senado

Do G1 RN

O Rio Grande do Norte elegeu o capitão Styvenson Valentim (Rede) e a Zenaide Maia (PHS) para o Senado Federal. Com 100% das urnas apuradas, Capitão Styvenson teve 25,63% dos votos válidos e Zenaide Maia, 22,69%.

Capitão Styvenson e Zenaide Maia - Foto Julianne Barreto e Kléber Teixeira-Inter TV Cabugi

Eann Styvenson Valentim Mendes tem 41 anos e é capitão da Polícia Militar do Rio Grande do Norte desde 2003. No ano de 2009, entrou para o Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE). Entre os anos de 2012 e 2016, ele ficou conhecido pelo rigor na coordenação da Operação Lei Seca. Mais recentemente, o capitão Styvenson atuou na Zona Oeste de Natal, com a segurança escolar.

Zenaide Maia Calado Pereira dos Santos tem 64 anos e é deputada federal do Rio Grande do Norte. Ela é médica formada pela Universidade Federal do RN e deu início a vida pública como secretária de saúde de São Gonçalo do Amarante, onde atuou durante dois mandatos. Na Câmara Federal participou das comissões da Mulher, das Pessoas com Deficiência, da Seguridade Social e Família, dentre outras. é a primeira vez que tenta vaga no Senado Federal.

Garibaldi está fora

Garibaldi Alves Filho (MDB), de 71 anos, não foi reeleito. Ele ocupava uma cadeira no Senado desde 1° de fevereiro de 2003 e foi presidente da casa e do Congresso Nacional entre dezembro de 2007 e fevereiro de 2009. Garibaldi ingressou na vida pública em 1966, quando assumiu a chefia da Casa Civil de Natal, na gestão de Agnelo Alves. Ele foi deputado estadual entre 1971 e 1986, prefeito de Natal entre 1986 e 1989 e governador do RN entre 1995 e 2002.

Ao todo, 16 candidatos disputaram as duas cadeiras do Rio Grande do Norte no Senado. A candidatura de Jurandir Marinho (PRTB) foi impugnada pela Justiça Eleitoral e, por isso, os votos dele não foram computados.

Confira o resultado da votação para senador com 100% das urnas apuradas:

  • Capitão Styvenson (REDE): 25,63% (745.827 votos válidos)
  • Drª Zenaide Maia (PHS): 22,69% (660.315 votos válidos)
  • Geraldo Melo (PSDB): 13,14% (382.249 votos válidos)
  • Garibaldi Filho (MDB): 12,93% (376.199 votos válidos)
  • Jácome (PODE): 10,57% (307.399 votos válidos)
  • Alexandre Motta (PT): 8,33% (242.465 votos válidos)
  • Magnólia (SOLIDARIEDADE): 3,92% (114.055 votos válidos)
  • Telma Gurgel (PSOL): 0,82% (23.846 votos válidos)
  • Dr Joanilson (DC): 0,53% (15.418 votos válidos)
  • Levi Costa (PRTB): 0,51% (14.709 votos válidos)
  • Ana Celia (PSTU): 0,28% (8.233 votos válidos)
  • Professor Lailson (PSOL): 0,26% (7.420 votos válidos)
  • Napoleão (REDE): 0,25% (7.166 votos válidos)
  • João Morais (PSTU): 0,15% (4.291 votos válidos)
  • Jurandir Marinho (PRTB): 0,00% (0 votos válidos)

Votos brancos: 264.393 (6,72%)

Votos nulos: 745.686 (18,96%)

Abstenções: 406.098 (17,12%)

Votos válidos: 2.909.592 (73,98%)

Total: 3.932.900 votos

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Styvenson e Zenaide poderão ser os novos senadores do RN

A Quinta Pesquisa Fiern/Certus Retratos da Sociedade tem também números divulgados nesta sexta-feira (5) para o Senado da República no RN. O Instituto Certus em trabalho com exclusividade para a Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN) apresenta os mais recentes números à disputa. em que duas vagas estão em jogo.

A pesquisa anterior foi divulgada no dia 23 de setembro (veja AQUI). Nessa, os dados levantados apontam para consolidação do nome do Capitão Styvenson Valentim (Rede) como primeiro colocado.

Styvenson tem dianteira e vê Zenaide crescer; Garibaldi tem alta rejeição e Geraldo corre por fora (Foto: Web)

Já Zenaide Maia (PHS) cresce em momento de definição e pode conquistar a segunda vaga, deixando para trás dois nomes de peso e experientes, como Garibaldi Filho (MDB), que tenta a reeleição, e o ex-senador Geraldo Melo (PSDB).

O comparativo da evolução do números de uma pesquisa para outra revela essa performance de Zenaide, ao mesmo tempo em que Garibaldi Filho oscila para baixo, com sobrepeso de ser campeão em rejeição. Já Styvenson e Zenaide mantêm percentuais muito baixos nesse item negativo, diferenciais que podem fazer a diferença na escolha final do eleitorado.

No primeiro voto, por exemplo, ela cresceu 4,82 pontos percentuais e seus principais adversários praticamente não saíram do lugar. Styvenson ampliou capital de intenções de voto ainda mais, subindo 7,30 pontos percentuais.

Faça suas apostas. A competição entre os quatro é duríssima, sujeita até a alguma surpresa fora fora desses números mais visíveis.

Estimulada – Primeiro Voto

Capitão Styvenson (REDE) – 24,11% (tinha 16,81% na anterior em 23 de setembro)

Zenaide Maia (PHS) – 16,10% (tinha 11,28% na anterior)

Garibaldi Filho (MDB) – 14,82% (tinha 16,38% na anterior)

Geraldo Melo (PSDB) – 11,77% (tinha 12,13%)

Nenhum – 16,60%

Não sabe – 5,89%

Estimulada – Segundo Voto

Geraldo Melo (PSDB) – 12,48% (tinha 9,79% na anterior)

Zenaide Maia (PHS) – 11,06% (tinha 8,09% na anterior)

Garibaldi Filho (MDB) – 10% (tinha 8,87% na anterior)

Capitão Styvenson (REDE) – 8,51% (tinha 7,38% na anterior)

Nenhum – 24,47%

Não Sabe – 17,80%

Não respondeu – 0,28% 

Soma do Primeiro e Segundo Votos

Capitão Styvenson (REDE) – 16,31% (tinha 12,09% na anterior)

Zenaide Maia (PHS) – 13,58% (tinha 9,68% na anterior)

Garibaldi Filho (MDB) – 12,41% (tinha 12,62% na anterior)

Geraldo Melo (PSDB) – 12,13% (tinha 10,96% na anterior)

Nenhum – 20,23%

Não Sabe – 11,84%

Não Respondeu – 0,25% Rejeição

Garibaldi Filho (MDB) – 17,55% (tinha 15,09% na anterior)

Geraldo Melo (PSDB) – 9,99% (tinha 9,41% na anterior)

Zenaide Maia (PHS) – 4,96% (tinha 3,85% na anterior)

Antônio Jácome (Podemos) – 3,75% (tinha 4,15% na anterior)

Capitão Styvenson (Rede) – 3,45% (tinha 2,81% na anterior)

Rejeita nenhum – 28,03%

Rejeita todos – 19,85% Foi realizada realizada de 30 de setembro (domingo) a 3 de outubro (quarta-feira). Foram 1.410 entrevistas, com eleitores maiores de 16 anos, em 8 regiões do RN, margem de erro 3% e intervalo de confiança de 95%.

A Quinta Pesquisa Fiern/Certus teve os seguintes registros na Justiça Eleitoral: Registros BR-01666/2018 e RN-05819/2018.

Leia também: Fátima estaciona na reta final e Carlos mantém crescimento.

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Segundo Seta, Styvenson e Zenaide são líderes ao Senado

O Capitão Styvenson Valentim (REDE) e a deputada federal Zenaide Maia (PHS) são apontados como líderes na corrida eleitoral por duas vagas ao Senado da República, pelo RN. Os números são do Instituto Seta, em trabalho sob encomendada do Blog do BG.

Na pesquisa Estimulada, o Capitão Styvenson atinge 29% e Zenaide chega a 23%.

O ex-senador Geraldo Melo (PSDB) é o terceiro com 14% e o atual senador Garibaldi Filho (MDB) é o quarto colocado com 13%, mas é líder disparado em rejeição com 23%.

Veja abaixo os números da EstimuladaVeja abaixo os números da RejeiçãoA pesquisa do instituto Seta 1700 eleitores sob encomenda do Blog do BG. As entrevistas foram realizadas entre os dias 29 de setembro e 1 de outubro. O intervalo de confiança é de 95% com margem de erro de 2,4% para mais ou para menos. A sondagem foi registrada na Justiça Eleitoral sob os protocolos RN-03095/2018 e BR-03943/2018.

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Styvenson segue firme ao Senado; Zenaide cola em Garibaldi

O capitão Styvenson Valentim (REDE) continua em primeiro lugar na disputa por uma das duas vagas ao Senado da República pelo RN. É o que aponta a quarta pesquisa FM 98/Blog do BG, realizada pelo Instituto Consult e divulgada nesta segunda-feira (10).

Na Estimulada, Styvenson tem 27,29% (soma de primeiro e segundo votos). O segundo lugar é de Garibaldi Alves Filho (MDB) com 20,94%, mas Zenaide Maia (PHS) aparece em crescimento com a terceira colocação, com 17,29%.

Geraldo Melo (PSDB) é o quarto colocado com 14,42%, seguido (distante) por Antônio Jácome (Podemos) com 6,18%.

Pelo visto, Zenaide e Garibaldi caminham para disputa da segunda vaga, conforme números dessa e das pesquisas anteriores com Consult. Geraldo Melo corre por fora. A manos de 30 dias do pleito, há tempo para reviravoltas e eventuais surpresas.

Pesquisa anterior

Na pesquisa divulgada em 27 de agosto último, também na Estimulada, Styvenson obteve o primeiro lugar com 29,82%. Portanto, caiu numericamente nesta atual, dentro da margem de erro.

Foi seguido por Garibaldi Filho que alcançou 23,71%. Outro que também desceu.

Logo atrás apareceu a deputada federal Zenaide Maia (PHS) com 16,29%. Foi quem teve maior crescimento de uma pesquisa para outra, aproximando-se de Garibaldi Filho.

O ex-senador Geraldo foi o quarto colocado com 16,06% na pesquisa anterior, mantendo posição, mas com menor percentual.

O deputado federal Antônio Jácome (Podemos) surgiu bem atrás com 4,47% e nesta nova pesquisa teve um aumento.

Espontânea

Veja no boxe abaixo os números da pesquisa Espontânea:

Rejeição

Veja no boxe abaixo a rejeição dos candidatos:

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de setembro em todas as 12 regiões do Estado. Foram feitas 1.700 entrevistas, com margem de erro de 2,3% e índice de confiabilidade de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo RN-08648/2018.

Veja AQUI a pesquisa passada e número das anteriores.

Leia também: Números mostram crescimento ‘numérico’ de candidatos;

Leia também: Robinson, Rosalba e Álvaro Dias têm governos desaprovados.

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Styvenson segue em alta, mas outros três lutam por Senado

A disputa ao Senado da República este ano no Rio Grande do Norte continua estressante, com difícil prognóstico final. Os quatro principais nomes envolvidos na corrida eleitoral, por duas vagas, estão empatados tecnicamente.

Styvenson teve crescimento em relação à Zenaide, Garibaldi e Geraldo Melo (Fotomontagem Web)

A terceira Pesquisa Fiern/Instituto Certus mostra isso na soma dos dois votos.

O Capitão Styvenson Valentim (REDE) está com 10,85%. O candidato do Rede vem em nítido crescimento. O segundo colocado é o senador Garibaldi Filho (MDB), que aparece com 10,39%.

Zenaide Maia (PHS) surge em terceiro lugar com 8,48% e o ex-senador Geraldo Melo (PSDB) tem 7,41%.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 29 de julho, o resultado foi o seguinte na soma dos dois votos: Garibaldi Filho com 10,53%, Geraldo Melo obteve 8,58%, Capitão Styvenson Valentim (à época sem partido) somou 8,12% e Zenaide Maia (PHS) totalizou 7,52% (veja AQUI).

Primeiro Voto

Quando a pesquisa Estimulada pergunta pelo “Primeiro Voto” ao Senado ao eleitor, o Capitão Styvenson ganha maior musculatura e distância dos demais adversários. Ele tem 17,09% e aparece em primeiro lugar, enquanto a segunda posição fica com 14,33%.

Enquanto isso, Zenaide é a terceira com 10,28% e Geraldo Melo com 7,59% fica em quarto lugar.

Segundo Voto

Em relação ao “Segundo Voto” ao Senado, Garibaldi Filho e Geraldo Melo revelam nesse momento que estão com maior capacidade de capitalização. O senador emedebista tem 6,67%, enquando Geraldo é numericamente inferior com 6,60%.

Já o Capitão Styvenson aparece com 4,82%, igual percentual de Zenaide Maia.

A diferença entre os quatro, entretanto, estabelece um empate técnico.

Rejeição

No quesito Rejeição, Garibaldi Filho lidera com 15,49%, seguido por Geraldo com 11,39%. Os outros principais concorrentes estão bem abaixo, o que sinaliza com maior capacidade de crescimento. Capitão Styvenson tem apenas 1,72% e Zenaide Maia soma 2,91%.

A pesquisa foi encomendada pela Federação das Indústrias do Estado do RN (FIERN), ao Instituto Certus, que tem contrato de exclusividade com a entidade nesse período de campanha eleitoral. Foram ouvidas 1.410 pessoas entre os dias 24 e 27 de agosto com margem de erro 3% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95%.

Ela está registrada na Justiça Eleitoral sob os números RN-06196/2018 e BR-07862/2018.

Leia tambémFátima tem crescimento e adversários não se aproximam;

Leia também: Reprovação do Governo Robinson Faria se mantém ‘firme’.

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Styvenson sobrevive como único “candidato avulso” no RN

Envolto em muita polêmica no período de pré-campanha, quando fez firulas diversas para escolher o partido que se filiaria e se concorreria ao Governo ou Senado, o Capitão Styvenson Valentim (REDE) consegue até aqui a proeza de ser o único “candidato avulso” da campanha 2018 no RN. Paira acima dos partidos, coligações e dos conchavos.

Avisou de antemão quando foi aceito pelo Rede, que não daria apoio a ninguém, não faria campanha em favor de ninguém, mas tão somente em nome próprio ao Senado. Seria ele e pronto.

Styvenson: partido aceitou suas exigências (Foto: Web)

“A Rede me assegurou independência e garantia, duas coisas que eu buscava. A independência para não ter que me submeter a velhas práticas políticas e a garantia de que teria liberdade para tomar as minhas posições”, disse ele sobre a escolha partidária.

Assim mesmo foi aceito. Anunciou a decisão partidária no dia 2 deste mês (veja AQUI) e chegou a elogiar o partido em sua filiação, pela forma democrática e liberal com que acatou seu nome e propósitos.

O perfil arredio de Styvenson cativa o eleitorado, encaixando-se no inconsciente e imaginário popular como o candidato fora do sistema, diferente, alternativo. Em todas as pesquisas mais recentes ele aparece nas primeiras colocações ao Senado.

Tentativa de nomes avulsos

Nas eleições municipais de 2016, movimentos como o Bancada Ativista e o Movimento Brasil Livre (MBL) ressuscitaram essa proposta e defenderam candidatos com essa natureza, mas tiveram que formalizar filiações em partidos à esquerda e à direita, obedecendo à legislação.

Em 2016, o advogado Rodrigo Mezzomo tentou concorrer à Prefeitura do Rio de Janeiro sem nenhum partido político, o que levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a barrar sua candidatura.

Alguns partidos como o próprio Rede e o Novo defendem a instituição de candidaturas avulsas, como acontece em dezenas de países. Mas na legislação brasileira esse dispositivo não é recepcionado pela Constituição, o que já ocorreu em curto período de tempo nos anos 30 do século passado.

Monopólio da Representação

No portal do Senado da República, postagem mostra que antes da Constituinte de 1934, o governo provisório que assumiu após a chamada Revolução de 30, liderada por Vargas, promulgou o decreto 21.076, em 1932, regulando as eleições. Essa lei de transição admitia duas espécies de partidos (permanentes e provisórios, que se formavam às vésperas dos pleitos, como as atuais coligações) e permitia as candidaturas avulsas.

Um candidato que não constasse na lista de partido algum poderia disputar os votos, desde que sua participação fosse requerida por um número mínimo de eleitores. Os partidos políticos, portanto, não detinham a exclusividade da indicação daqueles que iriam concorrer às eleições. O chamado “monopólio da representação” pelos partidos políticos só ocorreu após a edição do Decreto-Lei n.º 7.586, de 28 de maio de 1945. E prevalece na legislação nacional até os dias atuais.

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Partidos e coligações assinam acordo contra “Fake news”

O Ministério Público Eleitoral (MPE) firmou um acordo de colaboração com os Partidos Políticos e coligações potiguares. O objetivo é combater fake news durante as Eleições 2018 e, de acordo com o termo de compromisso assinado pelos grupos, promover “a manutenção de um ambiente eleitoral imune da disseminação de notícias falsas”.

Ao todo, mais de 10 partidos ou coligações concordaram com o documento e se comprometeram a atuar contra as fake newsno próximo pleito. Entre eles estão os partidos PSTU, PSDB, PSB, Psol, PRTB, Novo, Rede e Solidariedade. As coligações 100% RN, Do Lado Certo e Trabalho e Superação também assinaram o termo e devem “reprovar qualquer prática ou expediente referente à utilização de conteúdo falso”.

Nota do Blog – Documento que tem valor de um risco n’água. Nem como boa intenção deve ser levado em conta.

O MPE seja vigilante, porque a indústria de notícias falsas funciona em tempo integral há bastante tempo. Boa parte dos que subscreveram o documento atentará contra ele.

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Styvenson lidera disputa ao Senado mas quadro é embolado

A corrida ao Senado da República promete ser bem emocionante. As duas vagas em jogo estão sendo disputadas freneticamente por pelo menos quatro candidatos, com resultado final podendo ser surpreendente.

Na terceira pesquisa de uma série encomendada pela FM 98.9 do Natal ao Instituto Consult, divulgada à noite dessa segunda-feira (27), a concorrência é entre os candidatos Capitão Styvenson Valentim (REDE), Garibaldi Filho (MDB), Zenaide Maia (PHS) e Geraldo Melo (PSDB).

O nome de Styvenson vai se firmando como primeiro colocado na soma dos dois votos, ao atingir 29,82% na Estimulada. É seguido pelo atual senador Garibaldi Filho que alcançou 23,71%. Logo atrás está a deputada federal Zenaide Maia (PHS) com 16,29%. O ex-senador Geraldo é o quarto colocado com 16,06%. O deputado federal Antônio Jácome (Podemos) surge bem atrás com 4,47%.

Pesquisas anteriores

Na pesquisa anterior divulgada no dia 3 de agosto, na soma dos dois votos ao Senado o atual senador Garibaldi Filho teve 12,5%, levando pequena vantagem em relação ao segundo colocado, o Capitão Styvenson Valentim, que somou 10,79% nos dois votos.

O terceiro colocado foi o ex-senador Geraldo Melo com 8,3%. Zenaide Maia despontou na quarta posição com 7,94%.

Já 36,06% dos ouvidos disseram Nenhum dos candidatos e 16,5% Não Souberam ou não quiseram responder, ou seja, estariam Indecisos.

Na primeira pesquisa (veja AQUI) publicada no dia 1º de julho, Garibaldi tinha 10,2% e Zenaide era a segunda colocada com 9% (perdeu duas posições).

O Capitão Styvenson aparecia com 8,76% em julho, na terceira posição, passando agora para o segundo lugar numericamente. O quarto era Geraldo Melo com 5,59%, agora em terceiro lugar.

Nenhum somou 37,23% e Indecisos 18,5%. Outros nomes não passaram de 1%, na verdade, 0,09%

Espontânea

Na pergunta Espontânea quanto à escolha ao Senado, o resultado apontou que 68,5% Não Sabem (Indecisos) e 17, 7% dos ouvidos disseram Nenhum. A soma dá 86,2% de eleitores sem candidato até o momento.

Styvenson está com 6%, Garibaldi com 3,5% e Zenaide somou 3,4%. Já Geraldo Melo teve 2,3% e Antônio Jácome com 0,9%.

Rejeição

O campeão de rejeição é Garibaldi Filho com 19,5%. Em segundo lugar está Geraldo Melo com 11,4%. Zenaide tem 6,4% e Antônio Jácome totaliza 3,2%.

Styvenson outra vez surge em excelente posição, com apenas 1,5% de rejeição.

A pesquisa de foi encomendada pela FM 98.9 do Natal ao Instituto Consult, com os registros TSE: RN-03828/2018 e BR-01088/2018.

Foram ouvidas 1.700 pessoas entre os dias 22 e 25 de agosto em todas as regiões do estado. A margem de erro é de 2,3% com índice de confiabilidade de 95%.

Veja AQUI detalhes das duas primeiras pesquisas FM 98.9/Consult

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Fátima vence, com folga, primeiro e segundo turnos

A senadora Fátima Bezerra (PT), pré-candidata ao governo estadual, lidera com boa margem a disputa nessa fase de pré-campanha. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE) divulgada neste sábado (21), ela soma 31%.

O resultado desponta na pergunta Estimulada (quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados ao entrevistado). A pesquisa do Ibope foi encomendada pelo jornal Tribuna do Norte, com registro na Justiça Eleitoral sob os números RN-03429/2018 (TRE) e BR-07949/2018 (TSE).

Foi realizada entre os dias 14 e 17 de julho, ouvindo 812 eleitores.

Fátima Bezerra tem mais da metade das intenções de votos sobre Carlos e larga margem para Robinson (Fotos: Web)

O mais próximo adversário de Fátima Bezerra é o ex-prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT), com 15%. Ou seja, menos da metade do que ela acumulou.

Em terceiro lugar apareceu o atual governador Robinson Faria (PSD), com 9%.

Carlos Alberto (PSOL) obteve 4%, o vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB) teve 3% e Freitas Júnior (REDE) tem 2%. O nome de Breno Queiroga (Solidariedade) não foi incluído no questionário).

Branco e ou/Nulo chegaram a 32%. A resposta Não Sabem em quem votar deu 5%. A margem de erro é de 3% (para mais ou menos) e o nível de confiança de 95%.

Espontânea

Na resposta espontânea (sem a apresentação dos nomes dos candidatos), Fátima tem 8%. Carlos Eduardo conseguiu 5% e Robinson Faria 4%.

Rejeição

Quanto à rejeição, Robinson Faria é o campeão disparado com 54%, seguido por Freitas Júnior com 21%, Carlos Eduardo Alves com 19%, Fábio Dantas somando 18%, Carlos Alberto com 15% e Fátima Bezerra sendo vista com 14%.

Segundo Turno

Numa simulação de segundo turno, Fátima Bezerra supera todos os seus adversários com boa margem. Enfrentando Carlos Eduardo, o placar aparece com 47% contra 27%. Num embate com Robinson Faria, a sua dianteira é ainda maior: 52% x 16%.

Numa hipotética disputa entre Carlos Eduardo e Robinson, os números que surgiram são estes: Carlos 42% x 17%.

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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RN poderá ter mais de seis candidatos ao Governo do Estado

Aos poucos vai se formando um quadro de nomes à disputa ao Governo do Estado do RN este ano. Alguns deixam de ser espectros para se firmarem como prováveis candidatos à sucessão estadual. Hoje (quarta-feira, 21 de março), pelo menos sete estão praticamente certos à campanha.

Outros três são cogitados e pelo menos dois estão claramente descartados.

Em 2014, a campanha ao governo potiguar teve cinco candidatos, sendo dois por coligações e três por partidos isolados (veja boxes abaixo).

O governador Robinson Faria (PSD) será mesmo candidato à reeleição. Quem apostou e trabalhou por sua renúncia, se deu mal. As costuras políticas dos últimos dias são no sentido de tentar a reeleição.

A senadora Fátima Bezerra (PT) ainda não anunciou, mas não é preciso recorrer a qualquer cartomante para antecipar que será candidata.

Robinson Faria, Fátima Bezerra e Carlos Eduardo se movimentam para disputa ao governo neste ano (Foto: arquivo)

O vice-governador dissidente Fábio Dantas (PSB) é pré-candidato também, conforme anunciado em sua filiação ao novo partido no último sábado (17) – veja AQUI.

O prefeito natalense Carlos Eduardo Alves (PDT) prometeu uma definição que “sim” ou que “não” para depois do Carnaval (veja AQUI). Aproximamo-nos da Páscoa, mas a tendência é que renuncie ao cargo no início de abril.

Boxe relativo às candidaturas, partidos e coligações concorrentes ao governo em 2014 (Arte: G1 RN, 2014)

O Psol deverá repetir o nome do professor universitário Robério Paulino para concorrer ao governo.

Freitas Júnior, do REDE, é mais um concorrente confirmado à disputa ao governo.

Vereadora grossense Clorisa Linhares (PSDC), um dos primeiros nomes a se pronunciar com esse fim.

O atual secretário de Segurança do município de Mossoró, general Eliéser Girão (PSL), tem o nome defendido ao governo, para dar palanque à candidatura presidencial de Jair Bolsonaro (PSC) no estado.

Nome que aparece

O deputado estadual Kelps Lima (Solidariedade) cobrou há poucas semanas que seu nome fosse incluído em planilhas de pesquisas eleitorais, como opção à sucessão estadual. Em pesquisa divulgada dia passado, ele apareceu em quinto lugar (veja AQUI).

Kelps faz aparição, mas seu foco é outro (Foto: AL)

Mas é pouco provável que realmente aposte numa candidatura ao governo, abandonando reeleição quase certa.

O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU) homologou a candidatura da enfermeira Simone Dutra em 2014, mas é possível que apresente outro militante à corrida eleitoral à Governadoria, este ano.

Alijados

Quem se volatizou no tempo foi o desembargador Cláudio Santos (sem partido). Na démarche dos últimos meses praticamente sumiu das intenções de voto e do noticiário.

Se esperava ser ungido por algum grupo tradicional ou força alternativa, desista. Só há um caminho: empinar candidatura em faixa própria. Ou engatar marcha à-ré.

Situação parecida ocorre com o empresário e ex-candidato a prefeito de Mossoró em 2016 – Tião Couto (PSDB).

É peça praticamente fora do jogo, por exclusão do seu próprio partido (veja AQUI). Além disso, como “pré-candidato” não se viabilizou por ação própria a qualquer cargo eletivo – governo ou Senado.

Eleições ao Governo do Estado em 5 de outubro de 2014:

Henrique Eduardo Alves (PMDB) – 47,34% (702.196)
Robinson Faria (PSD) – 42,04% (623.614)
Professor Robério Paulino (PSOL) – 8,74% (129.616)
Simone Dutra (PSTU) – 0,98% (14.549)
Araken Farias (PSL) – 0,90% (13.396)
Votos apurados – 1.935.105
Votos válidos  – 76,66% (1.483.371)
Brancos – 7,05% (136.498)
Nulos – 16,29% (315.236)
Abstenções – 16,83% (391.478)
* Fonte: Blog Carlos Santos

Cogita em conversa interna no seu grupo, uma terceira opção que sempre vinha descartando: concorrer a uma vaga à Câmara Federal.

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