O ano comercial de 2008 promete. Mas por enquanto há instabilidade, em face de muita indefinição quanto às postulações, alianças e outros indicadores.
A corrida por apoios à Câmara de Vereadores até aqui vive oscilação. Quem se apresenta com cotação estabilizada na faixa dos R$ 50 mil, é ex-vereador que comprove votação acima dos mil votos em 2004. Os números poderão "melhorar" num cenário à frente. É saber mercadejar.
Outrora catalogados como importante mão-de-obra, inflacionando o meio, as lideranças comunitárias estão numa entressafra. Quem se vender agora corre o perigo de perder melhor preço adiante. Segurando-se, há possibilidade de surpreender já próximo as convenções ou em plena campanha.
Na campanha de 2004, há informação corrente de candidatura a custo final acima dos R$ 700 mil. Com 13 vagas à disposição, expectativa de pelo menos 130 concorrentes e quociente eleitoral que deve ultrapassar os 10 mil votos, raro vai ser o eleito com custo inferior aos R$ 200 mil.
A Câmara de Mossoró, com apenas 13 assentos, passou a ser um ambiente de escassa oportunidade de acesso a quem não tiver forte suporte financeiro.

























