O projeto é do presidente da Assembléia Legislativa, Robinson Farias (PMN).
Traduzindo, ele propõe que a cada compra em valor superior a R$ 5,00, o consumidor receba um cupom, para no cumulativo de 25 desses documentos, receber um vale-alimentação. A partir daí existirão postos para troca do vale por cestas básicas.
Não ocorrendo estrangulamento burocrático, entre 75 e 90 a lei estará em consecução.
Taí, gostei deputado.
A lei mistura assistência alimentar com fomento fiscal, sem um caráter apelativo no primeiro caso, nem de opressão contra o empresariado. Além de ter um propósito educativo, levando o cidadão a exigir notas fiscais em suas compras.
É provável que, não sofrendo boicotes, também consiga inflar a imagem do autor e do próprio governo perante a sociedade.

























