Albert Einstein
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Francisco Dantas da Rocha, nome de batismo que ficou para trás, em função do apelido e nome polÃtico, dificilmente será tirado do topo como primeiro colocado às urnas, em Mossoró. Em 2004 já alcançara essa posição.
Sua trajetória àquele ano não se firmou em torno de 7 mil votos, porque teve redutos e lideranças que o apoiavam seduzidas à mudança na reta final da campanha.
Com pesquisas para gestão da campanha em mãos, o lÃder Carlos Augusto Rosado (DEM) diligenciou para esvaziar o capital de Chico. Dois motivos o levaram à operação.
Primeiramente, Carlos temia que a votação superlativa de Chico o credenciasse a vôos mais altos, saindo do seu domÃnio. Segundo, porque precisava de parte desse manancial para ajudar a dois nomes de sua preferência, que terminaram se elegendo: Arlene Souza e Gilvanda Peixoto, ambas do DEM.
A resposta de Chico veio de forma devastadora em 2006.
Ele foi candidato a deputado estadual contra a vontade da cúpula partidária e obteve quase dez mil votos só em Mossoró. Foram 9.411 votos sem qualquer ajuda expressiva. Matou a reeleição de Ruth Ciarlini (DEM), cunhada de Carlos.
Como diria o célebre locutor esportivo Januário de Oliveira, Chico "foi cruel, muito cruel…!"
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Ocorre uma natural briga por espaços, pela supremacia como condutor do poder. É a emulação comum na pirâmide do mando polÃtico, como sempre aconteceu através dos tempos.
A cadeira que era de Carlos, na ante-sala do gabinete da prefeita no Palácio da Resistência, agora é onde Gustavo se impõe. Fez-se necessário, pela inapetência para tal da própria governante, do irmão mais velho Noguchi Rosado (Secretário da Controladoria) e do deputado estadual Leonardo Nogueira (DEM), marido de Fafá.
Carlos teve participação superficial na organização de campanha e trabalho de articulação polÃtica à montagem da aliança governista. Jogou tudo pro alto, por exemplo, na hora de amarrar siglas na chapa proporcional. Deixou ao deus-dará.
Gustavo tomou posição diametralmente oposta. É quase onipresente, emendando noite com dia e vice-versa, até por adotar um estilo centralizador e de desconfiança de quase tudo e todos. Nada acontece sem o seu crivo.
O poder mudou mesmo de endereço. Isso é óbvio. As reuniões polÃticas que antes inundavam de gente o SÃtio Cantópolis, propriedade da famÃlia de Carlos e de sua mulher, a senadora Rosalba Ciarlini (DEM), agora estão plasmadas na mansão do casal Fafá-Leonardo no nova Betânia. Tudo sob o comando de Gustavo.
Nessa guerra doméstica, onde os egos inflam como balões sob gás hélio, os dois adotam ações e estratéticas distintas. Em tudo e por tudo há motivo para que saiam esgrimando.
Na definição da chapa majoritária, Carlos impôs a cunhada Ruth Ciarlini (DEM) para ser vice. Pior: soltou a orientação para que o deputado Leonardo dissesse à imprensa que o nome sairia de uma pesquisa.
Inocente, o deputado caiu no "conto do Carlos". Pensou que estaria mais importante com a tarefa de porta-voz. Largou o badalo, pensando que seria algo sério. Ruth não ganhou qualquer sondagem. Virou vice assim mesmo e Leonardo contou com a camaradagem remunerada da imprensa, para não ser contrangido com perguntas sobre o critério à ascensão da ex-deputada.
Quanto à chapa proporcional, temos outro rally.
Carlos quer provar que pode mais, mesmo sem as ferramentas do poder à mão, a denominada "estrutura", eufemismo que esconde mil e uma utilidades do erário. A ordem é tornar a professora Niná Rebouças (DEM), ex-gerente da Educação do municÃpio, a campeão absoluta de votos à Câmara de Vereadores.
O ex-deputado aposta que Fafá Rosado será outra vez prefeita pelas mãos da populista Rosalba e de lambuja terá Niná com milhares de votos, contra qualquer predileção feita por Gustavo. Assim Carlos comenta entre amigos muito próximos.
A pinimba externamente educada, polida e sob aparente harmonia, promete outros rounds.
Façam suas apostas: Gustavo ou Carlos?
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Conversei com pelo menos três taxistas com longa atuação na cidade. As informações são estarrecedoras. A concessão teria se transformado em moeda eleitoral, passeando em ordens nas mãos de vereadores governistas.
Na ponta do lápis, Mossoró era para ter em torno de 240 táxis registrados e autorizados à atividade na cidade. É a relação de um táxi para cada mil habitantes. Passou dos 327 no atual governo e recentemente saltou acima dos 400, para uma população da ordem de 238 mil habitantes.
Existe até mesmo táxi com adesivação nas laterais indicando o serviço, mas com placa cinza. Ou seja, um paradoxo: é táxi ou veÃculo privado:
O complemento desse enredo, é que dezenas de vans e carros alternativos que circulam na cidade, fazem "bico" como táxi na área urbana, enquanto aguardam passageiros de retorno à sua origem. E ninguém faz nada.
Terra sem lei é assim mesmo. Vale o braço do mais forte.
Temos em expansão a "SÃndrome da Angélica". Lembra a apresentadora de TV que antes era cantora, proclamando seu transporte de urgência: "Vou de táxi!"
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Quem não gosta da espetacularização policial da PF é a elite ladra, seus parceiros e uma récua obtusa que só acha normal a PM metralhar criancinhas no morro, surrar preto, puta e pobre na periferia.
Toda execração pública para esses canalhas é pouca. Com uma legislação feita para abonar vigarista de grosso calibre, que raramente é preso e cumpre pena, o que resta no pindorama brasileiro para os pobres mortais, é curtir os 15 minutos de cana dessa súcia.
Viva a PolÃcia Federal e o espetáculo do xilindró de engravatados. A propósito, todos "inocentes", conforme teses de seus advogados etc.
Sob esse temor, volto a aconselhar: quem tiver criança de colo, bebês ainda engatinhando, recolha-os apressadamente. Podem também ser presos.
Saiba mais AQUI.
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O governismo municipal distribuiu seus candidatos a vereador em cinco chapas entre 12 partidos que o compõem, totalizando 98 concorrentes.
Já a coligação "Mossoró pra você" da candidata majoritária Larissa Rosado (PSB), com seis partidos, aposta num chapão único que acomoda 21.
Quanto ao "Inova Mossoró", do vereador Renato Fernandes (PR), que disputa a prefeitura com aliança de dois partidos, o total de disputantes à câmara é 24, numa chapa.
O microscópico PRTB de Heronildes Bezerra, o "Heró", só tem dois candidatos.
É provável que esse total de candidaturas sofra baixas até o final da campanha, como ocorre em toda disputa municipal. É comum alguns candidatos se sentirem desestimulados, constatando o grau de dificuldade. Além disso, há um outro fator determinante desse êxodo: a tentação de receber vantagens oferecidas por outros concorrentes mais abastados.
Em 2004 houve o registro de 141 candidaturas e o nome mais votado foi Chico da Prefeitura com 3.870 votos, para cumprir o quinto mandato consecutivo.
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O tricolor baiano abriu o placar logo a dois minutos, com Galvão. Alysson empatou aos 36 da etapa final.
Com este resultado, a equipe alvinegra caiu duas posições na tabela do Campeonato Brasileiro da Série B. Desceu da sétima para a nona colocação, com 14 pontos.
Na próxima rodada, o time encara o América, sábado (12), no Frasqueirão.
Atualização às 23h58 – O América, também na Série B, jogou no Estádio Machadão contra o Fortaleza. O placar ficou no 1 x 1.
Raul abriu a contagem aos 14 minutos de partida, dando vantagem para o tricolor cearense. Mas o meia Saulo entrou na etapa seguinte e empatou para o alvirrubro de Natal, aos 24 minutos.
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Ela fala de sua luta contra fortes indÃcios de favorecimento a uns poucos e desrespeito à maioria dos concorrentes em certame concorrido.
Leia abaixo:
Caro Carlos Santos, seu blog é um dos que estão nas minhas leituras diárias e confesso que fiquei surpresa quando vi a notÃcia aqui divulgada, sobre o concurso realizado através do Instituto Cidades, para o cargo de Assistente Social da Prefeitura Municipal de Mossoró.
Realmente entramos com o pedido junto ao Ministério para apurar as irregularidades e anular o concurso, visto que a prova aplicada com conhecimentos especÃficos do Serviço Social eram compostas de 20 questões e 18 delas já haviam sido aplicadas no Concurso anterior, realizado pela mesma empresa, para o mesmo cargo, da Secretaria Estadual de Saúde do RN, e entre as candidatas do concurso de Mossoró, haviam já algumas que tinham participado também do Concurso da Secretaria Estadual de Saúde do RN.
Cadê o princÃpio de Igualdade, que não tivemos?????
Veja bem, Carlos Santos, minha indignação é você fazer uma prova, que alguns de seus concorrentes já haviam tido acesso a 90% dela (18 questões) como também aos gabaritos, achei um absurdo num Concurso Público ainda existir um fato desses.
Não é a primeira vez que o Instituto Cidades "brinca" de realizar concursos.
Houve o mesmo com o da Secretaria Estadual de Saúde do RN, qie foi anulado e a Prefeitura de Natal, qie teve alguns de seus cargos anulados, por haver provas com algumas questões idênticas (AQUI).
Além de vários outros que eles já realizaram. Dessa forma me sinto lesada por essa empresa, que na minha opinião não tem ética e respeito para realizar nenhum Concurso Público.
Obrigada pela oportunidade, Carlos Santos.
Nota do Blog – Admirável sua postura, Fadja. Você e outras pessoas com os mesmos propósitos fazem o que a maioria das pessoas que se sentem prejudicadas deveriam promover. É preciso descruzar os braços.
Lamentavelmente, nossa cultura é da transferência de responsabilidades. Muitos optam por empurrar a imprensa à tomada de posição, como se aqui fosse a panacéia, em vez da tomada de medida proativa, pessoal ou coletiva.
Graças a esse comportamento, terminamos testemunhando a vitória do império da impunidade e nos conformando com o papel de coitados e vÃtimas.
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Vão endossar luta contra a corrupção, lembrando o trabalho da "Operação Impacto".
A mobilização me remete a uma indagação, em contraponto, tendo Mossoró como núcleo comparativo. Cadê o "Reage Mossoró"?
O movimento surgiu ano passado com aura cÃvico-moralista. Terminou engavetado por influência do PT, um dos seus mais significativos articuladores. O passo seguinte foi se aliar a uma das alas da famÃlia Rosado, a quem combateu desde a criação em 1982.
Como já escrevi dezenas ou centenas de vezes, a "esquerda" em Mossoró atua como time de futebol da várzea. Faz "oposição sazonal". A cada quatro anos. Neste 2008, nem isso.
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A governadora Wilma de Faria (PSB) é a primeira colocada com 32%, seguida do senador Garibaldi Alves Filho (PMDB) com 25,5%.
Já o também senador José Agripino (DEM) não passou dos 20,6%, tendo bem distante o ex-senador Geraldo Melo (PSDB) com 5%.
Enquanto isso, o prefeito Carlos Eduardo Alves (PSB) despontou com sofrÃvel 0,2%.
Na pergunta quanto ao segundo voto, visto que o eleitor escolherá dois, quem surge numa situação excepcional é Garibaldi. Chegou a 21,7%, ficando José Agripino em sua cola praticamente em empate numérico: 21,1%.
Wilma de Faria é a terceira opção com 15,1%.
O que isso significa dizer?
Garibaldi estaria virtualmente eleito pelos natalenses para a primeira vaga ao Senado, ou seja, reeleito. Wilma e Agripino é que na prática travariam luta renhida e imprevisÃvel pela segunda posição.
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A princÃpio, um alÃvio para a candidatura da deputada federal Fátima Bezerra (PT).
A luta titânica que o grupo de Fátima empreende nesse começo de campanha, é para levar a disputa para uma etapa seguinte, numa espécie de mata-mata. A dianteira de Micarla de Souza (PV) em estáveis 28,01% (veja matéria mais abaixo) é boa, mas não pode ser definida como "confortável".
O primeiro turno é como se Fátima jogasse "fora de casa". Precisa pelo menos perder de pouco.
Ninguém deve descartar ainda, um "incentivo" para que nomes como Wober Júnior (PPS) e Miguel Mossoró (PTC) ganhem corpo. Se houver atrofia desses postulantes e Fátima não avançar mais, Micarla leva a prefeitura no arrastão.
Entretanto é pouco provável que ocorra uma vitória no primeiro turno. ImpossÃvel não.
Volto já com outro comentário complementar sobre o tema.
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Fafá não se conteve e chorou durante reunião com candidatos a vereador, outros lÃderes do seu grupo e militância, em sua mansão. Foi nessa segunda (7) à noite.
O que desencadeou o pranto copioso da prefeita foi um vÃdeo. O propósito do material que retratava quadrantes de sua campanha vitoriosa em 2004, era inocular ânimo nas bases. Terminou provocando suas lágrimas – recebidas com aplauso e abraços.
A campanha promete ser mais difÃcil do que àquele ano.
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Os números da sondagem na "estimulada" indicam maioria de 28,01% de Micarla sobre a deputada federal Fátima Bezerra (PT). Eis o resultado completo:
– Micarla de Souza (PV) – 47,05%
– Fátima Bezerra (PT) – 19,04%
– Miguel Mossoró (PTC) – 4,08%
– Joanilson Rego (PSDC) – 2%
– Wober Júnior (PPS) – 1,08%
– Sandro Pimentel (Psol) 1%
– Dario Barbosa PSTU – 0,9%
– Brancos/Nulos 14,2%
– Não Sabe – 8,1%
– Não Responde – 0, 4%
Na sondagem anterior, publicada no dia 9 de junho, antes das convenções, Micarla ostentou 44,03% contra 15,07% de Fátima.
O que há de mais nÃtido de uma pesquisa para outra é a diluição dos hipóteticos votos para o deputado federal Rogério Marinho (PSB), que não conseguiu se viabilizar à disputa, mas àquela ocasião apareceu com 9,01%. Simplificando, pode ser dito que seus eventuais eleitores se dividiram entre Micarla e Fátima.
Ambas cresceram da pesquisa de 9 de junho para agora, realizada entre os dias 4 e 6 deste mês. A maioria de Micarla na primeira era de 28.96%.
Na prática, Micarla está "imexÃvel", em alta.
Ainda hoje posto matéria analÃtica falando das chances de Micarla e Fátima no contexto sucessório natalense.
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A pesquisa O Jornal de Hoje/Instituto Star, veiculada hoje na capital, revela que Paulo tem altÃssima intenção de votos. Desponta como a grande novidade entre os mais citados nas entrevistas.
Segundo a pesquisa, AluÃsio Machado (PSB) é o de maior preferência (4,7%), seguido de Paulo Wagner e Adão Eridan (PR) com 3,4%.
Paulo atuou durante muitos anos na imprensa de Mossoró e é irmão de outra pessoa muito querida, o radialista George Wagner.
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A 1ª Promotoria de Justiça abriu inquérito civil público para realizar diligências com base em representação apresentada pelas candidatas Elaine Cristina de Paiva Dias AnÃsio e Fadja Synara Guimarães.
A Prefeitura de Mossoró e o Instituto Cidades, realizadora e executor do concurso, respectivamente, foram chamados a esclarecer sobre a data de aplicação e cópia das provas, com gabaritos, para o cargo de assistente social da Secretaria Estadual de Saúde do RN e da Secretaria Muncipal de Serviços Urbanos, Trânsito e Transporte do MunicÃpio de Mossoró.
Também deverão apresentar relação de inscritos nos dois concursos.
* Do blog do jornalista Nilo Santos
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A PF não estancou o fluxo de dinheiro de origem suspeita, que sempre alimenta a usina das disputa pelo voto. Mas é visÃvel que provocou estragos insanáveis. Certos esquemas estão destroçados.
Algumas postulações foram retiradas, outras estão natimortas e há aquelas que partiram para o autofinanciamento. Vão pro tudo ou nada.
A choradeira é ruidosa.
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Não se trata de um reforço qualquer.
Há uma aura de simbolismo, densidade de informação privilegiada, além de profissionalismo no binômio Teófilo-Gama. Significa um contraponto à "familiarização" da campanha governista – recheada de auto-suficiência.
Depois volto com mais detalhes. Vou checar mais alguns dados que me permitam análise mais consistente.
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Leio no blog Panorama PolÃtico que o deputado federal Henrique Alves (PMDB) tirou férias em plena campanha. Resolveu curtir um cruzeiro pela costa norte-americana.
LÃder do PMDB na Câmara Federal e presidente estadual do partido, Henrique vai bangolar com a famÃlia até o dia 20 próximo.
Por aqui fica meio-mundo de aliados se esgoelando à cata de votos. A começar da capital, com a deputada federal Fátima Bezerra (PT), sua candidata a prefeito.
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O enorme e carÃssimo book que a prefeita recebeu de Duran àquele ano foi revisto por sua assessoria familiar. Da avaliação saiu a escolha da foto para este ano.
Em breve o sorriso de Fafá estará outra vez nas ruas e mÃdia. Versão 2004 repaginada.
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Outra notÃcia lamentável é quanto à morte do major Bezerra (Francisco Carlos Bezerra), oficial reformado da PolÃcia Militar do RN. Ocorreu no sábado (5) em Natal, depois de longa enfermidade. O sepultamento aconteceu na capital. Major Bezerra esteve durante muitos anos atuando em Mossoró. Tempos que o crime mais frequente era furto de toca-fitas automotivo.
Uma notÃcia boa agora: a jornalista IzaÃra Thalita (Jornal de Fato) vai lançar seu primeiro livro. "Um Olhar sobre o Idoso: percepções sobre a velhice em Mossoró", é um trabalho editado pela Coleção Mossoroense, com apoio da Prefeitura Municipal de Mossoró e do próprio jornal em que atua. O lançamento acontece no próximo dia 15 de julho, às 20h, no Hotel Vila Oeste. Dentro da programação de lançamento o fotógrafo Fred Veras vai abrir uma exposição fotográfica tratando do mesmo tema.
Obrigado à leitura deste Blog a Diego Dantas, pré-candidato a vereador (Mossoró), Jornalista ThaÃsa Galvão (Natal) e Luiz Rebouças (Natal).
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Na mansão da prefeita Fafá Rosado (DEM), candidata à reeleição, neste momento acontece reunião entre coordenadores de campanha, militância e candidatos.
A menos de um quilômetro do local, no mesmo bairro, é na mansão da deputada federal Sandra Rosado (PSB) que ocorre evento similar. Trabalha-se a candidatura a prefeito da sua filha, deputada estadual Larissa Rosado (PSB).
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Macau – A sempre escaldante polÃtica de Macau não recua. O domingo (6), primeiro dia de campanha pelo calendário eleitoral, teve ações distintas dos principais candidatos. O atual prefeito Flávio Veras (PMDB) ficou em contatos polÃticos e reuniões, enquanto carros sonorizados faziam o trabalho inicial de catequese. O adversário, ex-prefeito José Antônio Menezes (PSDB), apostou logo no corpo a corpo em alguns bairros da cidade.
Assu – No Assu, a candidata à prefeitura pela oposição, Fátima Moraes, começou sua programação pedindo benção aos céus. Esteve numa missa em capela do bairro São João às 6h30 e depois foi pro corpo a corpo no Mendubim, zona rural. O governista Ivan Júnior (PP) não cumpriu agenda externa.
Pau dos Ferros – O ex-prefeito Nilton Figueiredo (PP) não perdeu tempo para iniciar sua campanha para tentar chegar, pela quarta vez, à Prefeitura de Pau dos Ferros. Fez caminhada no domingo (6) no bairro Riacho do Meio e se reuniu com equipe de campanha. Já o prefeito e candidato à reeleição, Leonardo Rego (DEM) adotou compromissos internos.
Mudança – Vale noticiar, que havendo necessidade de substituição de candidato, o partido-coligação pode fazê-lo. Os artigos 13 e 14 da Lei Eleitoral 9.504/97 definem os casos. Na hipótese de inelegibilidade, por exemplo, o partido ou coligação tem dez dias para proceder a modificação. A alteração pós-escolha em convenção e registro, não é uma anomalia. Em diversas situações aconteceu isso paÃs afora.

























