Notei que a prefeita Micarla de Souza (PV), no programa de Túlio Lemos e Marcos Aurélio de Sá, na TV União, ontem de noite, anunciou somente um voto para o Senado, exatamente o do Senador José Agripino, do DEM.
Nenhuma novidade.
Já estava bem conhecida esta posição da Prefeita.
O que estranhei foi a não citação do Senador Garibaldi Filho no segundo voto, já que o PV pretende aliar-se com o PMDB e o PR.
Aí subi até a colina, emiti sinais de fumaça e, depois de algum tempo, obtive explicações.
A questão está na primeira suplência de Garibaldi Filho.
O PV pretende indicar a irmã da Prefeita, Rosy de Souza, para o cargo de primeiro suplente.
Isso depois de resolver a questão interna, na disputa com o deputado estadual Paulo Davim, também pretendente.
Acontece que surgiu uma novidade.
O PR quer indicar – mas se finge de morto – o nome do empresário Marcelo Alecrim (ele realmente tem filiação partidária) para ocupar o lugar.
Ao PV caberia a segunda vaga.
E grande parte do PMDB acha essa solução a mais apropriada.
Agora é saber se o PV, caso os sinais de fumaça de volta estejam corretos, topa romper a aliança, afastar-se do deputado Henrique Eduardo, do Senador Garibaldi Filho e do deputado João Maia, pela vaga de suplente.
E aninhar-se noutra coligação.
Se for pra briga, a aliança que mexeu com o quadro sucessório tem tudo pra se desgastar.
Extraído do Blog Fator RRH.
Nota do Blog – Engraçado como em tudo que é discutido existe o interesse particular, privado, familiar etc. sobrepondo-se às aspirações públicas e do bem-estar social.
Pobre Rio Grande do Norte.

























