As audiências que o Ministério Público tem intensificado, ultimamente, de maneira oportuna, podem esvaziar as congêneres efetivadas nas casas legislativas.
Porque a instituição acha-se, infinitamente, mais acreditada do que o parlamento que, devido à conduta duvidosa, nem sempre digna de segurança, fica desconchavado e em situação delicada, vexativa, ao tratar certos temas, discutir determinadas questões.
Já os promotores de Justiça, muito à vontade, respaldados na sociedade, agem com desembaraço, demonstrando senso prático e resolubilidade, para responder às demandas da população angustiada.
Tremenda inversão de valores. Pois embora ambos possuam atribuições importantes, o poder político (soberania popular) é, por natureza, vanguardeiro. E, decerto, pelo abuso, exagero do mau hábito, perdeu confiabilidade e, consequenemente, a posição avançada.
Difícil recuperá-la, principalmente se não for capaz de estancar o processo de deterioração, o desgaste. Mas, em nome da democracia, se impõe o restabelecimento da normalidade.
Do Blog do Givanildo Silva AQUI.
Nota do Blog – Eis uma nota que gostaria de ter escrito. Como não a fiz, boto o endosso no texto enxuto e raciocínio coerente do grande "Giva".

























