domingo - 15/10/2017 - 10:42h
Vaticano-Roma

Dom Mariano e os Santos Mártires do RN

Do Blog da Chris

O Bispo Diocesano de Mossoró, Dom Mariano Manzana, está em Roma-Vaticano.

Participou da liturgia hoje de canonização dos 30 Mártires de Cunhaú e Uruaçu.

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domingo - 15/10/2017 - 09:39h
Hoje

Papa Francisco canoniza os 30 Mártires de Cunhaú e Uruaçu

Do G1

Papa Francisco canonizou neste domingo (15) os 30 “mártires do Rio Grande do Norte”, considerados os primeiros mártires do Brasil, assassinados em 1645. A cerimônia ocorreu na Praça de São Pedro do Vaticano. Ele também proclamou santos os três “meninos Mártires de Tlaxcala (México)”, assassinados entre 1527 e 1529.

Papa Francisco decreta santos 30 mártires Potiguares (Foto: Governo do RN)

Francisco utilizou, como é habitual, a fórmula em latim para proclamar a santidade e pedir que fossem inscritos nos livros dos santos da Igreja.

Durante a cerimônia também aconteceram as canonizações do sacerdote espanhol Faustino Míguez (1831-1925), fundador do Instituto Calasancio Filhas da Divina Pastora e do capuchinho italiano, Angelo da Acri.

Missa

Uma missa de domingo em uma capela, uma celebração em campo aberto às margens de um rio e 150 pessoas brutalmente assassinadas. Dois massacres registrados no Rio Grande do Norte e apontados como símbolos da intolerância religiosa de holandeses que dominavam o Nordeste brasileiro em 1645 renderam ao país, 372 anos depois, 30 novos santos – “os primeiros santos mártires do Brasil”.

Os chamados “Mártires de Cunhaú e Uruaçu” – nomes de duas localidades da época que hoje correspondem aos muncípios potiguares de Canguaretama e São Gonçalo do Amarante – foram beatificados no ano 2000 pelo Papa João Paulo II e foram canonizados neste domingo pelo Papa Francisco.

* Numerosa delegação de políticos, devotos, religiosos e jornalistas do Rio Grande do Norte compareceram à liturgia de canonização.

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domingo - 15/10/2017 - 09:09h

Aécio apenas rima com tédio…

Por Paulo Linhares

Vladimir Maiakóvski, num dos versos do poema dedicado a Sierguéi Iessiênin, deixou lançada uma dessas frases que a massa ignara de todos os cantos haverá de repetir por séculos a fio: “Melhor/ morrer de vodca/ que de tédio” (para nós, de fala lusa, na belíssima tradução de Boris Schneiderman, Augusto de Campos e Haroldo de Campos).

Penso que se vivesse nestas terras de Pindorama, hoje, o vate russo mudaria, um pouco, o seu poema de admoestação ao colega suicida e diria: “Melhor/ morrer de Brasil/ que de tédio!” Sim, porque aqui não se precisa de vodca ou outras potestades alcoólicas para espancar o tédio; o realismo mágico dos acontecimentos do dia a dia desses brasis surpreendentes e contraditórios até não deixam margem às atmosferas tediosas.

Em suma, por tudo que nos revelam os noticiários da grande mídia, a histeria infantil das falas iracundas e não menos desinformadas de diversos matizes políticos e ideológicos que escorrem nas redes sociais, as arengas nojentas do Congresso Nacional, as cretinice ridícula do poder ilegítimo que habita o Palácio do Planalto, os esbirros proto-hegemônicos da Sacra Aliança da Moralidade Pública (juízes implacáveis, anjos vingadores do Ministério Público e Polícia Federal), não há espaço para tédio.

Tudo é medo,  valores não há, surpresas estonteantes abundam, hipocrisias de todos os calibres enojam e as certezas são fantasias meramente republicanas de um Brasil idealizado e bizarro.

O desgraçado do homo medius, a comer o pão que a Globo amassou, como insano bêbado, dá chutes para todos de lados.

Na verdade, botinadas poucos certeiras, porque perplexas apenas. Sem dúvida, é justo que queira compreender para influir nos destinos da “nossa pátria mãe tão distraída”, que jamais sequer percebeu “que era subtraída. Em tenebrosas transações”, para lembrar os versos de Chico Buarque, aquele que não precisa ir para Cuba, porque nosso, tão nosso, no pouco de bom que temos.

Os franceses se orgulham por ter “un fromage pour chaque jour” (algo como “um queijo para cada dia”). Nestas paragens de Castro Alves, o maior dos nossos poetas, envergonha-nos a descoberta de uma pilantragem, um caso monumental de corrupção ou das suas tantas conexões, além dos modos tantos de tratá-los (de preferência, sempre à margem da lei), a cada raiar desse sol inclemente que nos alumia e fascina.

Tédio? Ninguém tem. No máximo, assalta-nos (literalmente) a vergonha, a raiva, a frustração com as instituições, o desalento, a impotência de ver “triunfar as nulidades”, o aborrecimento da cidadania desmoralizada e outras coisas neste mesmo rumo.

Depois de todo esse ‘converseiro’, vale refletir sobre a recente decisão do Supremo Tribunal Federal que afastou do cargo o senador Aécio Neves (PSDB/MG), no bojo do processo que lhe move a Procuradora Geral da República por receber propina do grupo JBS, segundo delação de Joesley (Safadão) Batista. Claro, surpreendeu mesmo a reação majoritária de setores de onde jamais se poderia imaginar.

O PT e alguns parlamentares petistas, seguindo a opinião maciça de juristas, inclusive, de ministros do próprio STF (votaram pelo afastamento de Aécio Neves do mandato de senador da República  e para lhe impor restrições de saídas noturnas ou de se ausentar do país, os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux, ficando vencidos os ministros Alexandre de Moraes e Marco Aurélio Mello).

O grave disso é que os petistas perderam uma grande oportunidade de ficar calados, quando nem os tucanos deram apoio ao seu correligionário, embora seja justo enfrentar essa questão, menos pelo sanador Aécio e mais pela sanidade das instituições, porquanto o STF não pode impor a suspensão do exercício de mandado parlamentar em caráter temporário, como medida liminar, sem previsão legal. O risco é a generalização, quando os juízes dos inúmeros grotões começarem a suspender o exercício de mandados eletivos, inclusive do Poder Executivo, por qualquer banalidade.

No seu voto, o ministro Marco Aurélio Mello demonstrou que o ordenamento jurídico brasileiro, em especial, a Constituição, não prevê essa pena de afastamento temporário do mandato parlamentar, sob qualquer pretexto. Sem lei prévia não há crime nem pena, segundo enunciado famoso atribuído ao filósofo alemão Ludwig Feuerbach (nullum crimen, nulla poena sine lege).

Aliás, percebe-se uma reação cada vez mais consistente aos arroubos do ativismo de setores do Judiciário/Ministério Público, a partir da própria Suprema Corte. No mínimo mais três ministros do STF, nesta matéria, tendem a se alinhar às posições de Marco Aurélio e Alexandre de Moraes: os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski.

No bojo da histeria coletiva que têm causado as revelações de muitos e vultosos casos de corrupção a envolver importantes figuras da República, fazem-se necessários bom senso e serenidade, sobretudo, para aqueles que têm como encargo manejar as ferramentas da deusa Themis: a balança e a espada.

Neste sentido, perder o fio dos fundamentos do Direito pode ser arriscado e inevitavelmente danoso. Ora, é elementar que as restrições a direitos devem ser precedidas de norma, porquanto ninguém pode ser compelido a fazer ou a deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. Esta é a pedra angular de todos os sistemas de direito dos povos civilizados.

Assim, a objeção desse surpreendente número de pessoas à suspensão do mandato senatorial de Aécio Neves tem a marca de um “basta” aos exageros do ativismo judicial no trato dessas questões que envolvem corrupção de contestáveis da República.

Independentemente de quem seja, Aécio ou qualquer outro parlamentar deste país, a suspensão temporária de mandatos conferidos pela soberania do povo, sem previsão legal, é uma inominável aberração. Engraçado é que, no azougado espaço das redes sociais, pode ser encontrada diatribe mais ou menos assim: “os senadores do PT estão a defender Aécio já pensando em si próprios, num futuro próximo”.

Todavia, muitos petistas do meio artístico se mostraram indignados com a nota do partido e a posição da sua bancada no Senado, preferindo, isto sim, ver Aécio Neves se ferrar  de qualquer maneira.

Pode até nem haver esse resguardo do ponto de vista pessoal, mas, seguramente cada cidadão, de variadas formas, deve contribuir para a continuidade e o aperfeiçoamento das instituições democráticas e republicanas, de modo a evitar mais uma tragédia política, uma recaída ditatorial, que poderia infelicitar milhares de pessoas e impedir o desenvolvimento espiritual e material do povo brasileiro, bem dentro do espírito daqueles versos do poeta brasileiro Eduardo Alves da Costa (erroneamente atribuídos ora a Bertolt Brecht, ora a Maiakóvski):

Na primeira noite eles se aproximam/ e roubam uma flor/ do nosso jardim./ E não dizemos nada./ Na segunda noite, já não se escondem;/ pisam as flores,/ matam nosso cão,/ e não dizemos nada./ Até que um dia,/ o mais frágil deles/ entra sozinho em nossa casa,/ rouba-nos a luz, e,/ conhecendo nosso medo,/arranca-nos a voz da garganta./ E já não podemos dizer nada.”

Paulo Linhares é professor e advogado

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domingo - 15/10/2017 - 07:50h

Maternidade Municipal – um caminho a ser trilhado

Por Gutemberg Dias

Já escrevi nesse espaço sobre a saúde municipal de Mossoró. Como venho acompanhando mais uma novela em relação aos repasses do município para manter o Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e à Infância de Mossoró (APAMIM), cabe nova abordagem em outro viés.

Enquanto ocupei a Secretaria de Planejamento muncipal defendi que a gestão à época deveria estruturar um projeto para investimento numa maternidade municipal como tantos outros municípios tem feito no Brasil. Essa tese não vingou no âmbito da administração e o município continuou com os compromissos financeiros com a Apamim.

Você pode me perguntar por que defendo a criação de uma maternidade municipal se já existe o Hospital Maternidade Almeida Castro? A resposta é bem simples. Esse equipamento de saúde não é da prefeitura e acredito que seria possível gerir a maternidade municipal com maior eficiência e custos mais baixos quando comparado com os que a prefeitura assume na atualidade com a Apamim.

Fazendo uma rápida leitura no Portal da Transparência observa-se que em 2016, a Prefeitura Municipal de Mossoró teve uma despesa com a Apamim na ordem de R$ 14.827.000,06, tendo ficado em restos a pagar desse montante R$ 1.760.446,06. Esse ano, até o mês de outubro, já consta no portal despesas na ordem de R$ 13.273.794,71.

Ressalta-se que o desembolso com essa instituição equivale a quase 10% do orçamento de toda a saúde do munícipio num único exercício orçamentário.

Não quero aqui dizer que a Apamim recebe muito ou pouco para prestar o serviço à Prefeitura de Mossoró. Mas, os números mostram que é possível a municipalidade pensar num projeto de uma maternidade própria que tenha foco no atendimento das mulheres que moram na cidade de Mossoró.

Acredito que parte das despesas que a prefeitura tem com a Apamim deriva da pactuação de serviços com outros municípios que, por vezes, terminam por não cumprir os acordos estabelecidos quanto ao número de atendimentos, ou seja, os municípios contratam menos que a demanda deles. Dessa forma, sobra para a saúde de Mossoró pagar o grosso da conta.

Destaco que além desses repasses ainda existem outras despesas que o município assume com a contratação de cooperativas médicas para que os serviços médicos de pediatria, obstetrícia entre outros sejam mantidos nessa instituição.

Vale ressaltar que ainda existem as decisões judiciais que obrigam a municipalidade a assumir dívidas da instituição que pela lógica a prefeitura não teria nenhuma obrigação de quitá-las.

Sendo assim, falo sem medo de errar e com a consciência muito tranquila que a melhor saída para o município de Mossoró era investir num serviço próprio de maternidade.

Tenho a certeza que a gestão municipal teria menos problemas e maior controle sobre as despesas e investimentos que se façam necessário para deixar o serviço de maternidade com um alto padrão de qualidade.

A gestão poderia negociar com o governo do estado uma parceria quanto à ocupação de alguma estrutura hospitalar que esteja paralisada, dessa forma diminuindo os custos iniciais de investimento.

Essa é minha visão quanto a esse serviço que é de extrema importância ao município e, também, a região. Mas, que nas condições de temperatura e pressão atuais, o município de Mossoró já não tem o aporte financeiro para suportar a manutenção da Apamim como é hoje.

Porém é importante assinalar, que no atual contexto, sob intervenção pelo menos até o ano de 2021, a Apamim/HMAC passa por um visível e indubitável avanço, quadro bem diferente em relação à gestão anterior, que a sucateou e a levou à bancarrota.

Gutemberg Dias é graduado em geografia, empresário e ex-secretário de planejamento de Mossoró.

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domingo - 15/10/2017 - 07:26h

De Lacerda a Aécio

Por François Silvestre

A política se faz em ciclos, lições e consequências. O grave é que os ciclos não se completam coerentemente, as lições não são apreendidas e as consequências fogem do controle.

Quando o governo Jango chegou às vésperas das eleições presidenciais, marcadas para 1965, o próprio Jango pensava num saída legal para ser candidato. O PSD já lançara, em convenção, a candidatura de Juscelino Kubistchek, e a UDN fizera o mesmo lançando Carlos Lacerda.

Nas paredes dos muros do Brasil havia a chamada do marketing da época: JK-65. Lacerda flutuava favorito, nas pesquisas. E Jango “incendiava” o país com a proposta das reformas de base. Brizola promovia agitação das massas.

Jango fazia o jogo da oposição. Oposição quer instabilidade. O comício da Central do Brasil, no início de Março de 64, foi o pretexto que a Direita precisava para estimular o apoio material, e militar se necessário, dos Estados Unidos, ao golpe de Estado que vinha sendo costurado desde a eleição de JK, em 1955.

A disputa entre americanos e soviéticos, pelo domínio e controle do planeta, punha o Brasil na condição estratégica do interesse do Tio San. Não suportariam uma “grande Cuba”. E era essa a impressão que a Direita demonstrava aos EEUU com as fotos e filmes daquele comício.

Nos quartéis, havia um partido político sem filiação eleitoral. Aqueles generais nunca foram militares, no sentido castrense do termo. Políticos desde que tenentes, nos Anos Vinte; coronéis, nos Anos Quarenta; e generais, nos Anos Sessenta. Políticos e politiqueiros. Só o PSD e a UDN não percebiam isso.

O golpe retirou Jango da disputa e da vida pública. Lacerda participara do núcleo da conspiração. Queria caminho livre. Juscelino apoiou o golpe, depois de consumado, e votou em Castelo Branco, que lhe prometera manter a calendário eleitoral.

Se Castelo fosse militar teria cumprido a promessa. Mas era político, e mentiu. Cassou Juscelino. Lacerda, dessa forma, pensava livrar-se dos únicos candidatos capazes de vencê-lo.

Só que os políticos da caserna tinham outros planos. No segundo governo da Ditadura, Lacerda foi preso e cassado. Para tirar Jango do jogo, Lacerda e Juscelino caíram do cavalo e foram pastar no ostracismo. Sem o apoio deles, a milicada não teria chegado ao poder.

Sem fazer comparação de mérito com o quadro atual, por serem absolutamente distintos, numa coisa há semelhança: A sucessão.

Aécio Neves quase derrota Dilma. Tinha tudo para chegar ao pleito de 2018 na condição de líder inconteste da oposição. Tinha. Passado imperfeito.

A queda de Dilma, acusada de “pedaladas”, mudou o cenário. Primeiro pela fragmentação política da liderança de Aécio, depois pelo seu envolvimento nas mesmas práticas que tanto denunciara.

Pobre de líderes o cenário aposta na mediocridade. Os fanáticos não aposentam os chavões; à direita e à esquerda. Há de tudo, menos Inteligência política e espírito público. Nunca, como agora, a ignorância foi tão atrevida.

Té mais.

François Silvestre é escritor

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sábado - 14/10/2017 - 23:54h

Pensando bem…

“Embora ela pareça susceptível de unir, nada divide tanto como a verdade.”

Jean Rostand

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sábado - 14/10/2017 - 21:10h
RN

De Santos e Mártires

O Rio Grande do Norte vai ganhar 30 santos amanhã no Vaticano.

Mas os mártires continuarão aqui; sobreviventes.

Somos mais de 3,5 milhões de vítimas.

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sábado - 14/10/2017 - 20:02h
Série B

ABC vence após 11 jogos sem vitória no Brasileirão

O ABC venceu o Boa Esporte por 1 a 0 neste sábado na Arena das Dunas com um gol de Dalberto nos minutos finais da partida e encerrou a seca de vitórias que já durava 11 jogos.

O time não vencia uma partida desde o dia 25 de julho, quando bateu o Brasil de Pelotas pela 17ª rodada da Série B.

O resultado leva o ABC aos 21 pontos na tabela, mas mantém a equipe na lanterna do certame. A diferença para o 16º colocado, o Guarani, primeiro time fora do Z-4, diminuiu: são 13 pontos agora. Em situação quase irreversível na tabela, o time ainda sonha com um milagre e uma recuperação histórica para evitar a queda.

Pelo lado do Boa Esporte, a derrota deixa o alerta ligado no time do técnico Nedo Xavier. Essa foi a terceira derrota consecutiva da equipe da Série B, que só venceu um jogo nos últimos oito disputados.

Na 12ª posição, o time termina a rodada a apenas três pontos do Z-4.

O ABC viaja neste domingo para Campinas (SP), onde enfrenta o Guarani na próxima terça-feira, às 19h15 no estádio Brinco de Ouro da Princesa. No mesmo dia e horário, o Boa Esporte recebe o líder Internacional, no Estádio do Melão, em Varginha (MG).

Veja mais detalhes clicando AQUI.

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sábado - 14/10/2017 - 16:47h
Risco n'água

Apesar da promessa, governo ‘enrola’ aposentado-pensionista

Do Blog Saulo Vale

Cerca de 30 mil aposentados e 10 mil pensionistas, que recebem entre R$ 2 mil e R$ 3 mil reais, ficaram sem receber seus proventos. O Governo do Estado havia prometido pagar a todos os servidores dessa faixa salarial neste sábado (14), sem distinção entre ativos, pensionistas e aposentados.

Não aconteceu. Por problemas técnicos, segundo informou o governo, receberam apenas os servidores ativos. O governo promete pagar a aposentados e pensionistas, que recebem nessa faixa salarial, somente na próxima segunda-feira (16).

Nota do Blog Carlos Santos – O jeito é reclamar ao Papa Francisco.

Já que o governador Robinson Faria (PSD) está por lá, não custa tentar.

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Categoria(s): Administração Pública
sábado - 14/10/2017 - 16:16h
Brasília

Bancada definirá emendas para orçamento de 2018

Na próxima terça-feira (17), a bancada federal do Rio Grande do Norte se reunirá com entidades e o governo do estado para definir as emendas coletivas para o Orçamento da União de 2018.

O encontro será em Brasília, às 17 horas, no Plenário 15, da Câmara dos Deputados.

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sábado - 14/10/2017 - 13:57h
RN

Uma elite sem noção

Elite política do RN é sem noção.

Selfies que divulga em redes sociais, na bonança, sempre rindo, depõe contra ela mesma.

Passa a ideia que ignora o sofrimento alheio, daqueles a quem deve explicações e presta serviços (ou deveria devotar o ‘trabalho’).

Não sabe a dor do povão, do servidor público que recebe com atraso.

Francamente!

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sábado - 14/10/2017 - 12:18h
Prefeitura do Natal

Álvaro Dias faz “exercício” para cadeira de titular

Carlos e Álvaro: para 2018 (Foto: Web)

O vice-prefeito de Natal, Álvaro Dias (PMDB), está à frente da municipalidade.

Sua interinidade ocorre em face da viagem do prefeito Carlos Eduardo Alves (PDT) para o Vaticano, onde amanhã acontecerá a canonização dos 30 Mártires de Cunhaú e Uruaçu.

Um bom exercício para o vice.

Afinal de contas, em 2018 ele poderá assumir a titularidade no início de abril, caso o prefeito Carlos Eduardo Alves resolva se desincompatibilizar para ser candidato ao governo estadual.

Bom treino, prefeito!

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sábado - 14/10/2017 - 10:43h
Agora vai!

Os 30 do Rio Grande do Norte

Amanhã, no Vaticano, os 30 Mártires de Cunhaú e Uruaçu vão ser canonizado pelo Papa Francisco.

Serão oficialmente reconhecidos como santos, sejamos claros.

Participando in loco da canonização, o governador Robinson Faria (PSD) bem poderia aproveitar a assunção deles ao cânone divino, para nomeá-los à defesa dos cidadãos do Rio Grande do Norte, na Segurança Pública.

Agora, sejamos claros: se não der certo, o cidadão-contribuinte reclame ao “Superior” deles.

“O Governador da Segurança” está fazendo sua parte.

Amém!

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sábado - 14/10/2017 - 10:21h
Mossoró

Câmara fará audiência pública sobre indústria salineira

A Câmara Municipal de Mossoró realizará audiência pública sobre a indústria salineira do Rio Grande do Norte, quinta-feira (19), às 9h, no plenário. A proposição é de autoria da vereadora Sandra Rosado (PSB).

O debate definirá cronograma de ações pós-audiência com o presidente Michel Temer (PMDB), no último dia 27 de setembro, no Palácio do Planalto, em Brasília (DF).

Sandra Rosado informa que a reunião, em Mossoró, compõe a mobilização pelo reconhecimento do sal produzido no Estado como de interesse social.

O pleito foi apresentado a Temer.

Com informações da Assessoria de Sandra Rosado.

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sábado - 14/10/2017 - 09:42h
Mossoró sem jeito

Mossoró tem quase mil pessoas à espera de cirurgia ortopédica

Somente Mossoró tem hoje quase mil pessoas à espera de cirurgia ortopédica pelo sistema de Saúde Pública.

E não para de crescer esse número, especialmente por acidentes com motociclistas.

Uma multidão de pessoas que aguarda o atendimento em condições precárias; algumas com sequelas irreversíveis.

Pobre Mossoró Sem Jeito.

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sábado - 14/10/2017 - 09:28h
Apodi

Ex-prefeita e mãe de atual prefeito é condenada por TCU

Gorete: quase R$ 300 mil (Foto: Diomédio Paiva)

Do Rede News 360

O acórdão 8036/2017 do Tribunal de Contas da União condenou a ex-prefeita de Apodi Maria Gorete da Silveira Pinto (PMDB) a devolver mais de R$ 240 mil aos cofres públicos daquele município.

O prazo para apresentação de recibo de quitação referente a devolução dos valores ao erário público é de 15 dias a contar da notificação.

Gorete também foi multada em R$ 50 mil pela irregularidade julgada pelo TCU.

Somados, o montante a ser devolvido pela ex-prefeita (que é mãe do atual prefeito Alan Silveira – PMDB) é de quase 300 mil.

Na mesma decisão, o TCU isentou o ex-prefeito Flaviano Monteiro (PC do B), afastando a responsabilidade em relação ao débito do qual o processo fazia referência.

Veja AQUI a versão da ex-prefeita à decisão do TCU.

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sábado - 14/10/2017 - 08:58h
Bom exemplo

Sim, o Brasil tem jeito

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio Grande do Norte levou exatamente 24 dias para formular uma denúncia contra o empresário Flávio Rocha, do Grupo Riachuelo.

Do suposto fato delituoso cometido por ele, ao protocolo de ação na Justiça Federal, foi esse o tempo gasto à produção da peça denunciatória por supostos ataques à honra de dez procuradores federais da Justiça do Trabalho.

Se houver a mesma destreza do MPF (e congêneres) na defesa dos interesses do cidadão comum e da coletividade, como para escudar a corporação, mudo minha opinião sobre o Brasil e seu futuro próximo.

Sim, o Brasil tem jeito.

Pode ter jeito, sim.

Leia também: Dez procuradores do trabalho ajuízam ação contra Flávio Rocha AQUI.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 23:58h

Pensando bem…

“Aquele que perde a reputação pelos negócios, perde os negócios e a reputação.”

Francisco de Quevedo

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sexta-feira - 13/10/2017 - 21:48h
Robério Paulino

Ex-candidato a governador e a prefeito tem saúde delicada

Ex-candidato a governador em 2014 e ex-candidato a prefeito do Natal no ano passado, o professor universitário Robério Paulino (PSOL) está internado.

Encontra-se com quadro de saúde preocupante no Hospital da Unimed, bairro de Morro Branco, em Natal, desde a madrugada de hoje.

Informação extraoficial aponta que ele contraiu dengue.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 20:30h
Opinião

O engasgo da toga?

Por François Silvestre

Já escrevi e repito: Não confundo Magistratura com Poder Judiciário.

Mesmo fazendo parte do Judiciário, a Magistratura não é um poder político. O Judiciário, sim. É um poder com todas as prerrogativas e mumunhas dos Poderes.

A Magistratura se guarda em concursos públicos, com a finalidade constitucional de prover justiça e dirimir conflitos.

O Supremo Tribunal Federal (STF) é o órgão de cúpula do Poder Judiciário. Ninguém chega lá por concurso público. É indicação política do Presidente da República, convalidada por uma “sabatina” do Senado, que mais parece uma Dominguina.

Pois bem. O último julgamento do Supremo (veja AQUI), que deve ter revirado Rui Barbosa na tumba, foi um escancarado arrumadinho político. E os engasgos da Ministra presidenta, com gagueira adquirida, foi um espasmo do Poder Judiciário e não da Magistratura.

Tudo combinado.

Cada um votou com sua “consciência” e o engasgo desengasgou o impasse entre os poderes.

Foi assim, bunitim, bunitim.

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sexta-feira - 13/10/2017 - 19:04h
Mossoró

Juízes federal e estadual tratam da delicada Saúde Pública

Orlan Donato Rocha e Pedro Cordeiro Jr. tiveram reunião que pode ter profundas consequências à saúde (Foto: arquivo)

Os juízes Orlan Donato Rocha (8ª Vara da Justiça Federal) e Pedro Cordeiro Junior (1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Mossoró) andaram conversando.

Sem formalismo, mas com foco.

À mesa, eles discutiram um tema nevrálgico à sociedade mossoroense: Saúde Pública.

Ouvido ao chão como bom índio Comanche, Sioux, Cherokee, Cheyenne, Navajo ou Apache.

Nada mais posso adiantar, apesar da vontade.

Vem novidades por aí.

Amém!

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sexta-feira - 13/10/2017 - 18:18h
Grupo Riachuelo

Dez procuradores do trabalho ajuízam ação contra Flávio Rocha

Procuradora Ileana Mousinho e mais 9 (Foto: TN)

O Ministério Público Federal no RN (MPF/RN) protocolou na quarta-feira (11) denúncia contra o empresário Flávio Gurgel Rocha pela prática dos crimes de coação no curso do processo, calúnia e injúria. Os crimes teriam sido praticados contra a procuradora regional do Trabalho Ileana Neiva Mousinho, no exercício da função.

Ileana Neiva e outros 9 procuradores do Trabalho ajuizaram, em 19 de maio, ação civil pública contra a empresa Guararapes Confecções S/A, Grupo Riachuelho (Ação Civil Pública nº 000694-45.2017.5.21.0007), da qual Flávio Rocha é vice-presidente.

Perseguição

Em 17 de setembro, no perfil que possui na rede social Facebook, que conta mais de 24 mil seguidores, o empresário postou uma carta dirigida à procuradora a quem acusou ser autora de sistemática perseguição veiculada por denúncias infundadas à Delegacia do Trabalho, animadas exclusivamente por sentimento de ódio e para favorecer seus concorrentes.

Para o MPF, a ação civil pública movida pelo grupo de procuradores do qual a procuradora Ileana Neiva Mousinho é integrante deve ter como arena própria de debate o processo judicial. Além disso, ressalta que não é contrário a qualquer forma de manifestação de liberdade de expressão, entretanto, o empresário teria transbordado os limites constitucionais, atingindo deliberadamente a honra de servidora pública no exercício da função.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

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