quinta-feira - 01/08/2019 - 13:30h
Show

“O início, o fim e o meio” com Raul e Airton Cilon

O cantor Airton Cilon vai apresentar o show “O início, o fim e o meio” no próximo dia 20 de agosto em Mossoró, no Teatro Dix-huit Rosado (Mossoró).

Airton Cilon terá a companhia da banda Corcel 73 para desfiliar sucessos de Raul (Foto: divulgação)

Está definido para as 19h30.

Cilon terá a companhia da banda Corcel 73, desfilando no palco os inúmeros sucessos de Raul Seixas.

“Ele nos deixou no dia 21 de agosto de 1989. São 30 anos sem o maluco beleza. Como fã incondicional da obra do Raul, não poderia deixar de prestar minha homenagem”, justifica o artista.

Os ingressos para o espetáculo estão à venda no Balu Restaurante (Shopping Boulevard Central), no Rustcafé (Rua Francisco Isódio, Centro) e no Espaço ArtCilon na Praça da Convivência, ao lado do Café Artesanato, também no centro de Mossoró.

Nota do Blog – Toca Raul, Cilon!

Já comprei meus ingressos. Imperdível.

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Categoria(s): Cultura / Gerais
quinta-feira - 01/08/2019 - 12:46h
Oposição

Obra paralisada por falta de pagamento é fiscalizada

Os vereadores Raério Araújo (PRB), Petras Vinícius (DEM) e Ozaniel Mesquita (PL) visitaram à manhã desta quinta-feira (1º) o Mercado do Bom Jardim em Mossoró. Constataram paralisação – por falta de pagamento à construtora responsável – da obra de recuperação e manutenção desse equipamento público.

Raério, Ozaniel e Petras conversaram com clientela e comerciante sobre obra paralisada (Foto: cedida)

Em face da presença dos parlamentares da oposição, que ouviam comerciantes instalados no local e clientela, o eco logo chegou ao Palácio da Resistência (sede da municipalidade).

Um representante da empresa (Ideal Engenharia Ltda.) apareceu no local e cientificou os parlamentares que haveria o pagamento de parte do débito, para que os trabalhos pudessem ser retomados.

Serviço está orçado em R$ 550.195,68 (sem aditivo) e há cerca de um mês está parado.

Nota do Blog – O anúncio para início das obras aconteceu há mais de um ano, com estimativa de entrega para menos de 12 meses. Várias outras pequenas obras estão em situação semelhante e atrasos até maiores.

Parte delas teve anúncio licitatório ainda no final de 2017. Deve atravessar 2019, até desaguar em outro período eleitoral. Um velho truque índio que se repete.

Minha Mossoró, o que estão fazendo com você?

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Categoria(s): Administração Pública / Política
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quinta-feira - 01/08/2019 - 11:54h
Memória

Academias de gênero

Por François Silvestre

Quando na direção da atividade cultural do Estado, Fundação José Augusto (FJA), ocorreu um problema envolvendo a Academia Feminina de Letras (AFL). Foi o seguinte: A Academia não tinha sede própria, o que levou sua Presidente, Zelma Bezerra, a pleitear junto à Governadora Wilma de Faria o uso do Palácio Potengi (Palácio da Cultura), sede da Pinacoteca estadual, para a realização das reuniões da AFL/RN.

A Governadora concedeu e não entendeu ser necessário me comunicar. Quando eu soube, fui obrigado a contestar sua decisão.Alguns servidores da Pinacoteca me alertaram para o fato de que muitas vezes os visitantes daquele equipamento cultural encontravam copos plásticos, guardanapos e outros objetos espalhados pela grande mesa onde os governadores reuniam o secretariado, nos tempos em que o prédio era a sede do Governo do Estado. E era exatamente nessa mesa, hoje peça museológica, que as acadêmicas se reuniam.

A Governadora compreendeu, mas ficou preocupada com o desgaste. Eu a tranquilizei e disse que declararia ser minha a decisão. E que fundamentaria o decidido com base legal. Assim foi feito.

No dia seguinte a essa decisão, houve um encontro de instituições culturais na Assembleia Legislativa. Fui convidado para presidi-lo. Dentre as instituições estavam o Instituto Histórico e Geográfico do RN (IHGRN) e as duas Academias de Letras. Ficaram ao meu lado Enélio PetrovichDiógenes da Cunha Lima. Nisso, uma das acadêmicas pede a palavra e me dá um sarrafo.

Os adjetivos mais suaves foram ditador e ignorante. Ficou um clima tenso. Eu peguei o microfone e serenei os ânimos. Disse que não responderia os desaforos e até os compreendia. Disse mais, que ela merecia uma explicação. Ela muito nervosa, quis sair.

Mas foi convencida e ficou. Zelma, do canto da mesa, me pedia desculpas. Expliquei que um equipamento museológico não pode ser usado regularmente por qualquer instituição, pública ou privada. Só em eventos esporádicos, com as cautelas pertinentes. Não como sede regular.

Ela acalmou-se. Conclui dizendo que se o Presidente da Academia Masculina, ali presente, precisasse fazer uma reforma na sua sede, eu não permitiria o uso do Palácio para sediar aquela Academia. Diógenes fechou a mão em concha, aproximou a boca do meu ouvido, e disse baixinho: “Academia masculina é a puta que pariu”.

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Categoria(s): Crônica
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