Por Bruno Ernesto
Ninguém admite, mas, certamente, deu vontade. Ou seria curiosidade ?
A dúvida é a pior das incertezas. Nem a certeza tira mais o sono que ela.
Nem eu, nem você, nem ninguém, deixaria de recorrer, se não faltasse oportunidade.
Por mais que se duvide, ninguém crê que seja impossível. Na verdade, talvez não se queira que seja impossível. Duvido!
Por acaso, nada mais por acaso, aquelas propagandas de quem promete fazer você não esquecer de esquecer, sempre lhe aparece na janela ao lado.
Embora não se aplique o Código de Defesa do Consumidor, ninguém – absolutamente ninguém- jamais se voltou contra o resultado; prometido ou alcançado.
De afastamento de rival, previsões, abertura, amarração amorosa, jogo de búzios, limpeza espiritual e muitos mais, o que me interessa é o muito mais.
Lembre-se, caro leitor, a vaidade nunca é uma boa companheira.
Aliás, como Goethe já dizia, quando dois seres humanos estão em perfeita sintonia um com outro, os dois estão enganados.
Bruno Ernesto é professor, advogado, escritor e presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Mossoró – IHGM













































