Estou em Natal. Cá, alguns setores da imprensa afirmam – sem rodeios – que a decisão do vice-governador Walter Alves (MDB) está mesmo tomada: não vai assumir o governo estadual em março.
Estava escrito. Falta agora, apenas ele fazer o anúncio oficial, de próprio punho, ou voz.
A governadora Fátima Bezerra (PT) estava ciente dessa posição. A reunião entre ambos, no fim do ano passado (veja AQUI), deixou claro que Waltinho não quer carregar o fardo que será repassado por ela.
Vai largar o mandato, mas para concorrer a uma vaga à Assembleia Legislativa, onde começou sua trajetória política.
Os desdobramentos de sua posição terão efeitos no governismo e na oposição, até por seu ineditismo. É caso único.
O que parece claro, a partir daí, é que o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira (PSDB), não topa assumir o mandato-tampão. Tem reeleição a deputado estadual com previsão tranquila.
Então, como reza a Constituição, assume o presidente do Tribunal de Justiça do RN (TJRN), desembargador Ibanez Monteiro, para convocar eleição indireta. A Assembleia Legislativa será o colégio eleitoral, com qualquer deputado podendo concorrer ou outra pessoa fora desse poder.
Pelo visto, 2026 guarda fortíssimas emoções.
Sucessão vira de ponta cabeça. Dá cambalhotas.
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