A estudante universitária Rosivânia Jales Lira, 19, teve morte instantânea depois da colisão. O carro era pilotado presumivelmente por "Fabinho Porcino", 20, estudante do primeiro perÃodo de Gestão Empreendedora de Negócios na Universidade Potiguar (UNP), Campus de Mossoró. Ele integra tradicional famÃlia do universo empresarial em Mossoró.
Em versões colhidas pelo Blog, o Mitsubishi (para test-drive) trafegava em alta velocidade. Ele fazia o sentido Hotel Thermas-Terminal Rodoviário, cruzando os conjuntos Abolição II e III. Um dos veÃculos teria avançado a preferencial do outro.
No deslocamento veloz, ocorreu a batida na lateral da moto. A Honda era conduzida por Maxwell Silva Bezerra, 24. Rosivânia estava na garupa. Ele sofreu apenas ferimentos leves. O choque foi à altura do quilômetro 35,8 da BR-304, segundo dados técnicos da PolÃcia Rodoviária Federal (PRF).
Desgovernado, o carro só parou num muro à margem da pista de rolamento. O air-bag duplo foi acionado, protegendo os ocupantes de efeitos maiores dos dois impactos.
O corpo de Rosivânia foi necropsiado no Instituto Técnico-cientÃfico de PolÃcia na manhã desta sexta (21). Os trabalhos foram concluÃdos por volta de 10h20. Ela residia à Rua Alexandre Silva, 171/A, bairro Boa Vista, com seus pais Reginaldo Jales de Lira e Antônia Francisca da Silva Lira.
SEPULTAMENTO
O velório de Rosivânia acontece na Igreja Evangélica Cristã, no Boa Vista, Rua Padre Elesbão. O sepultamento ocorrerá às 16h desse sábado (22), no Cemitério Novo.
Quanto a Maxwell, ele sofreu algumas escoriações pelo corpo. Encontra-se em sua casa no Abolição III, Rua Nidinha Paula, 21, onde reside com seus pais.
O motorista do Mitsubishi (conheça o veÃculo AQUI) fugiu do local do acidente, sem prestar socorro às vÃtimas. Ele teria saÃdo do Porcino Park Center, onde ocorria uma festa. Não há dados precisos se estava com alguma companhia no momento do acidente.
O carro e a moto sinistrados estão no pátio da PolÃcia Rodoviária Federal. Na segunda (24), a instituição deverá fornecer maiores detalhes sobre o acidente.
A II Delegacia de PolÃcia Civil deverá ficar à frente do inquérito que vai apurar o caso. O delegado de plantão, que acompanhou as primeiras apurações, foi o bacharel Getúlio José Mendonça.
O Blog procurou falar com dois dos advogados que trabalham para o Grupo Porcino Costa. Nenhum dos telefones acionados estava on-line. A insistência começou pela manhã. Até há poucos minutos o procedimento continuou sendo infrutÃfero.
Ainda houve contato ao telefone celular com o também advogado Paulo Fernandes. Ele é pai de Aldo Fernandes, que atua em nome de interesses empresariais do grupo. Seu filho não foi localizado, através do número repassado ao Blog, apesar das insistentes ligações.
* Foto: Weydson Oliveira (Flashteen)























POR QUE A PRF NAO QUIS DAR OS NUMEROS DA PLACA E O NOME DO CONDUTOR DO VEICULO? SE FOSSE DE UMA PESSOA POBRE COM CERTEZA ELA DARIA TODOS OS DADOS SOBRE O VEICULO E CONDUTOR.
Essa é uma opinião minha… Os guardas da PolÃcia Rodoviária Federal são os mais arrogantes do mundo (existem exceções, é claro). Agora fico sabendo que eles bajulam quem é rico em Mossoró…
Caro Everton, concordo com você quando afirma da arrogância da grande maioria dos patrulheiros rodoviários federais. Eu mesmo já fui vÃtima de um deles. TerrÃvel.
Eu conhecia Rosivânia, nos falavamos constatemente pela internet. Eu estou revoltado, o poder público se prostitui diante dos ricos, são meros fantoches
É uma vergona, um descaso. Justiça é indispensável para o paÃs que queremos ser.