"A união de partidos como o PMDB de Henrique Alves, o PR de João Maia, o PP e o PMN de Robinson e Fabio Faria significa inequivocamente a junção de forças polÃticas de grande expressão". Essa a dimensão que o senador José Agripino (DEM) dá à recém-anunciada aliança Unidade Potiguar.
Em nota à imprensa, ele acrescenta: "Lembro apenas que esses partidos compõem a base de sustentação no plano federal do presidente Lula (PT) e no plano estadual da governadora Wilma de Faria (PSB)".
Em seguida abre a "janela" para também ser mais um na Unidade Potiguar:
– Respeito o posicionamento que eles anunciaram em relação à sucessão presidencial. Registro as boas relações que tenho com todos os mencionados lÃderes e reitero o desejo de estarmos juntos em eleições futuras, como já estivemos em eleições do passado.
Nota do Blog – Apesar da disposição da Unidade Potiguar em não se afastar da sombra do governo Lula, nada é definitivo ou para sempre em polÃtica.
Em se tratando de polÃtica potiguar, há um desesperado jogo pela sobrevivência.
Alguns "caciques" sabem que participam de intricada disputa. A menor falha e podem se despedir da vida pública. Eis a questão central.























É o salve-se quem puder. Alguém vai sobrar dentre os chamados grandes da polÃtica do RN. Provavelmente, pelo que tem se desenhado no atual contexto, dentre os caciques Wilma, Zé Agripino, Garibaldi, Rosalba (que luta pra se projetar como cacique estadual) vai gente sobrar na curva dos resultados eleitorais. E ainda tentam galgar posição de referência estudal: Iberê, Robson, João Maia e num futuro não muito distante Micarla, dentre outros menos expressivos. É muita gente pra pouco espaço. Posições ideológicas, preocupações com as grandes reivindicações populares, etc se apequenam diante luta voraz pra se manterem nos cargos. Em resumo: o povo que se dane!
Os polÃticos são farinha do mesmo saco. Estão se “matando” por causa das eleÃções que acontecerão em outubro do próximo ano. “Esse é um paÃs que vai prá frente; de uma gente amiga e tão contente” (publicidade da ditadura militar implantada em 1964). Esse paÃs jamais irá cumprir seu ideal.