O outro lado de Mossoró, que não está na propaganda oficial, é omitida por boa parte da imprensa e não afeta os bacanas, está em pânico agora. Quem visitar o Hospital Regional TarcÃsio Maia (HRTM) vai ter um choque.
Dezenas de pessoas são atendidas em condições precárias. Faltam pediatras, traumatologistas e ortopeditstas.
Crianças são atendidas – dentro do possÃvel, na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do São Manoel; pequenas fraturas recebem "remendo" na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) do Santo Antônio. VÃtimas em situações de maior gravidade são transladadas para Russas (CE). É sério. Ou mesmo para Natal.
O corpo médico e de apoio no HRTM atua no campo do heroÃsmo, como se todos estivessem numa arena de guerra, sob tendas utilizadas como pronto-socorro.
Essa é a Mossoró que não muda há anos. Até porque sua elite tem ótimos planos de saúde e costuma utilizar estruturas hospitalares em outros centros, quando precisa.
A escumalha que se lasque.























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